UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR
SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA
PEDAGOGIA
TAISA NUNES BARBOSA DOS SANTOS
PROJETO DE ENSINO EM PEDAGOGIA
AS ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS A PARTIR DO USO DAS
TECNOLOGIAS DIGITAIS
Arapiraca
2022
TAISA NUNES BARBOSA DOS SANTOS
PROJETO DE ENSINO EM PEDAGOGIA
AS ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS A PARTIR DO USO DAS
TECNOLOGIAS DIGITAIS
Projeto de Ensino apresentado a Universidade
Pitágoras Unopar, como requisito parcial à
conclusão do Curso de Pedagogia.
Docente supervisor: Prof. Lilian Amaral da Silva
Souza
Arapiraca
2022
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO............................................................................................................................4
2 OBJETIVOS................................................................................................................................5
3 PROBLEMATIZAÇÃO................................................................................................................6
4 REFERENCIAL TEÓRICO.........................................................................................................7
5 MÉTODO.................................................................................................................................12
6 CRONOGRAMA.......................................................................................................................14
7 RECURSOS.............................................................................................................................15
8 AVALIAÇÃO.............................................................................................................................16
REFERÊNCIAS...........................................................................................................................17
1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho ressalta a importância da implementação de
estratégias pedagógicas a partir do uso das tecnologias digitais. Evidenciando,
por meio do tema “estratégias pedagógicas a partir do uso das tecnologias
digitais” a necessidade de novas abordagens pautando-se nas tecnologias
digitais.
Considerando que, a tecnologia faz parte da realidade presente nos meios
sociais e segue sendo utilizada como forma de facilitação para a comunicação,
relações empresariais e métodos trabalhistas pautados na contemporaneidade, o
tema em questão torna-se relevante.
Entretanto, é notório que mesmo com a evolução tecnológica atual
presente no mundo e usada diariamente de forma excessiva pela humanidade, o
suporte a essa implementação no âmbito educacional público é exíguo, fazendo
com que os métodos educativos sejam, ainda, pautados na transferência de
conteúdo.
Neste sentido, são apontados os objetivos que o plano de ensino se propõe
alcançar, após sua execução.
Destacando, ainda, a problematização, onde citam-se empecilhos que
necessitam de resolução para que haja implementação das novas metodologias e
consequentemente ocorra a efetivação da evolução dos educandos no âmbito
escolar.
Outrossim, são abordados, através do referencial teórico, autores que
justificam, argumentam e que criaram estratégias que contribuem para a
fundamentação do assunto e do presente trabalho.
Na sequência, é exposto, o método de trabalho, bem como estratégias
pedagógicas a partir do uso das tecnologias digitais desenvolvidas em sala de
aula e em espaços propícios presentes nas escolas.
O cronograma, posteriormente, demonstra a quantidade de tempo que o
educador e a instituição irá utilizar para desenvolver e aplicar as atividades
anteriormente citadas.
É imprescindível ressaltar, ademais, os recursos humanos e materiais
utilizados para a implementação do projeto nas instituições escolares públicas.
E por fim, destaca-se a avaliação utilizada para avaliar o desempenho dos
indivíduos, mediante as atividades propostas.
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2 OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL:
Aumentar a frequência e participação nas aulas e em seguimento a diminuição
das faltas, evasão e desistências, por consequência aumento da produtividade e
aprendizagem. Além da conscientização sobre o uso da tecnologia diariamente.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Incitar a participação direta dos indivíduos em atividades no ambiente de
aprendizagem, desenvolvendo senso crítico e responsabilidade para o convívio
social;
Possibilitar o contato com diferentes formas de tecnologia, estimulando e
ensinando a utilizar-se da aludida para a facilitação do desenvolvimento e
melhor absorção de conteúdos;
Estimular a utilização dos meios digitais como forma de aprendizagem.
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3 PROBLEMATIZAÇÃO
Faz-se necessário estabelecer uma reflexão sobre a implementação das
estratégias pedagógicas a partir do uso das tecnologias digitais, porque são novas
metodologias pautadas na contemporaneidade e em vista disso possuem
empecilhos que necessitam de soluções para que a efetivação da evolução no
âmbito escolar ocorra.
Nota-se, a diante, que as escolas públicas possuem um acesso escasso a
internet e por vezes não possuem espaço específico para que os alunos desfrutem
da tecnologia, assim como há o desprovimento de computadores, notebooks e
demais aparelhos tecnológicos, dificultando, dessa maneira, a inclusão digital.
Para resolver o empecilho anteriormente ressaltado é necessário que o
presidente, juntamente com o ministro da educação e a câmara dos deputados
disponha de projetos mais abrangentes para a população educacional menos
favorecida, suprindo as demandas e incentivando ativamente a educação por meio
das tecnologias da comunicação e informação (TICs).
Ademais, os currículos dos educadores não estabelecem contato com as
tecnologias, a forma de ensinar deve se atualizar, modificando a forma já existente e
por esse motivo cita-se o Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo):
que, por sua vez, é atuado pelo Ministério da Educação e desenvolvido pela
Secretaria de Educação a Distância. O supracitado refere-se a um programa
educacional que tem por finalidade promover a qualificação dos educadores para o
uso pedagógico da informática na rede pública de educação básica.
Evidenciando, ainda, que dependendo do contexto social onde a escola se
insere, o contato com a internet pode ser inexistente para a população, portanto
dispondo de maiores dificuldades e menos oportunidades de currículo para o
mercado de trabalho.
Resumidamente, fica entendido que as instituições educativas públicas
necessitam de mais suporte. Requerendo-se de mais investimentos para a
educação, que perscruta suprir todas as demandas existentes.
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4 REFERENCIAL TEÓRICO
Inicialmente, é relevante abordar a metodologia de John Dewey, que foi
fundamentada no pensamento liberal. Ressaltando ainda que o autor foi um
pedagogo e filósofo norte-americano que exerceu influência direta nos métodos
para a renovação da educação. É relevante mencionar algumas de suas obras,
que são elas: A Escola e a Sociedade; Experiência e Educação; Democracia e
Educação, etc.
Denominado de escola nova, a metodologia do pedagogo é pautada na
problematização, em outros termos, situações intencionais que buscam gerar
dúvidas, questionamentos e perturbações intelectuais, com intuito de estabelecer
uma educação ativa e vivenciada, e com isso estimular os indivíduos a
solucionarem problemas de forma criativa.
Entretanto, Dewey frisa que uma aprendizagem significativa só pode
ocorrer caso haja uma mudança por parte do educador, assim sendo, o docente,
para que consiga aplicar os métodos baseados na problematização, necessita
pesquisar, acompanhar e colaborar no aprendizado crítico do alunado.
Simultaneamente, ressalva-se que para o filósofo a educação deve
ultrapassar o abstrato e tornar-se vivenciada, porque quando o indivíduo
experimenta e vivencia sua própria aprendizagem a evolução se torna um ato de
constante reconstrução.
Outrossim, as reflexões pertinentes da pedagoga Vani Moreira Kenski
sobre a tecnologia em meios educacionais, devem ser consideradas. A aludida é
graduada em pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e
licenciada em geografia pela mesma universidade. É mestre em educação pela
Universidade de Brasília (UNB) e doutora em educação pela Universidade
Estadual de Campinas (UNICAMP). É importante frisar, também, suas principais
obras, que são os livros: Tecnologias e tempo docente; Tecnologias e Ensino
Presencial e a Distância; e Educação E Tecnologias.
Respaldando-se, posteriormente, nas colaborações de Kenski para a
implementação da tecnologia nos meios educativos, compreende-se que a autora
defende a inserção das tecnologias digitais nos âmbitos educativos, alegando que
as novas formas de agir e pensar da sociedade, conhecida como nativos digitais,
influenciam as escolas e consequentemente o processo educativo.
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Entretanto, Kenski levanta afirmações de que a tecnologia não detém de
capacidade para modificar, de forma isolada, a aprendizagem dos alunos. Ou
seja, o professor necessita criar abordagens didáticas ativas para instigar o
contato do discente com o conhecimento.
As mediações feitas entre o seu desejo de aprender, o
professor que vai auxiliar você na busca dos caminhos que
levem à aprendizagem, os conhecimentos que são a base
desse processo e as tecnologias que vão lhe garantir o
acesso e as articulações com esses conhecimentos
configuram um processo de interações que define a qualidade
da educação. (KENSKI, 2007, p. 46).
Kenski, designa, ainda, uma reflexão sobre as redes, discernindo que tal
artifício não se trata apenas de um novo recurso tecnológico que precisa ser
efetivado na escola. Mas, de uma transformação e evolução presente na
sociedade, que ultrapassa os espaços físicos da escola refletindo, assim, no
contexto educativo e de aprendizagem dos sujeitos.
Dinâmica e a infinita capacidade de estruturação das redes
colocam todos os participantes de um momento educacional
em conexão, aprendendo juntos, discutindo e igualdade de
condições, e isso é revolucionário”. (KENSKI, 2007, p. 47)
O autor defende, em sua tese, a produção de comunidades educativas
baseadas nas tecnologias da informação e comunicação (TICs), desenvolvendo
um método de formação contemporâneo, onde é embasado nas TICs para ser
desenvolvido nos âmbitos educativos, assim sendo, seu estudo estabelece
potencial das TICs como ferramentas educacionais.
É a dança entre as abordagens pedagógicas e as diferentes
aplicações do computador que determina uma educação
efetiva. (VALENTE, 2005, p. 84).
Valente aborda que desde a década de 70 o computador como uma
ferramenta capaz de melhorar e aprimorar a qualidade de ensino, alegando que o
instrumento tem capacidade de ajudar na evolução do alunado e auxiliar no
declínio das desigualdades sociais.
Porém, Valente aponta, em suas contribuições, que há uma diferença
exorbitante entre a capacitação por meio de cursos de treinamento e cursos de
formação. Pois, segundo ele, os cursos de treinamento possuem a limitação de
adicionar conhecimentos e técnicas de informática para serem aplicadas em sala.
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Na maneira do profissional da educação ver sua prática,
entender o processo de ensino-aprendizagem e assumir uma
nova postura como educador. (VALENTE, 1993, p. 115-116).
Assim, constata-se que o mestre em História da Ciência e Ph.D. em
Comunicação e Sociologia e Ciências da Informação pela Universidade de
Sorbonne, Pierre Lévy, é um dos defensores mais consideráveis do uso das
tecnologias para a ampliação e democratização do conhecimento.
O filósofo criou o termo Tecnologias da Inteligência, afirmando que a
inteligência é coletiva e por esse motivo necessita de projetos, além de ferramentas
para incrementar a cooperação intelectual dos indivíduos, pois, segundo ele, a
cultura da inteligência coletiva pode auxiliar e estabelecer importantes possibilidades
para o desenvolvimento do ser humano.
Por conseguinte, torna-se nítido a relação de suas ideias e colaborações com
as propostas educacionais opostas à educação formal e tradicional vigente, que tem
perdurado há séculos.
Não se trata aqui de usar as tecnologias a qualquer custo, mas
sim de acompanhar consciente e deliberadamente uma
mudança de civilização que questiona profundamente as
formas institucionais, as mentalidades e a cultura dos sistemas
educacionais tradicionais e sobretudo os papéis de professor e
de aluno. (LÉVY, 2005, p.172).
O autor estabelece que uma inteligência coletiva parte de uma interação de
todos os agentes. Por isso, faz reflexão ao ciberespaço, como sendo uma
ferramenta utilizada para compartilhar conhecimento; estabelecer socialização
entre os indivíduos; liberdade de opinião e expressão, além de ser uma nova
forma de contato cultural. O filósofo, ainda, afirma que o uso saudável de tal
artifício pode incrementar o desenvolvimento humano.
Dando continuidade, cita-se que Paulo Freire e Pierre Lévy tinham como
proposta a implementação de aparatos tecnológicos nos ambientes educativos,
alegando que a educação parte da interação dos sujeitos. Porque, segundo eles,
a inteligência não é apenas individual e a escola tem de ser um ambiente que
ofereça experiências de aprendizagem e desenvolvimento coletivo e participativo.
Freire, apesar de nunca ter feito uso do termo “inclusão digital”, destacou que
se faz necessário a ampliação do acesso a recursos tecnológicos, considerando o
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computador, o rádio e a televisão como meios que estabelecem contato do ser
social com o mundo, possibilitando reflexões e servindo como fonte de pesquisa,
visando viabilizar a maximização do tempo.
Transcorrendo ainda sobre o assunto, é de suma importância ressaltar que o
educador em questão, quando era Secretário de Educação da cidade de São Paulo,
possibilitou uma democratização do acesso a computadores a todos os educandos
da escola pública da cidade, incentivando, com tal feito, o acesso a tecnologia no
âmbito educacional.
Não tenho dúvida nenhuma do enorme potencial de estímulos
e desafios à curiosidade que a tecnologia põe a serviço das
crianças e dos adolescentes das classes sociais chamadas
favorecidas. Não foi por outra razão que, enquanto secretário
de educação da cidade de São Paulo, fiz chegar à rede das
escolas municipais o computador (grifo nosso). Ninguém
melhor do que meus netos e minhas netas para me falar de sua
curiosidade instigada pelos computadores com os quais
convivem. (FREIRE, 1996a, p. 97-98).
Em tempo posterior, menciona-se um dos maiores visionários do uso da
tecnologia na educação, Seymour Papert, matemático, Ph.D., diretor do grupo de
Epistemologia e Aprendizado do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e um
dos fundadores do MIT Media Lab.
É interessante mencionar que o autor apresentou seu modelo de inclusão
digital de tecnologia na educação denominando-o de Construcionismo, ou seja,
educação pautada na construção de artefatos.
Cita-se ainda que na década de 1960, o matemático já argumentava sobre a
necessidade da inclusão digital, alegando que todo estudante deveria ter um
computador em sala de aula. Pois seguindo os princípios da proposta piagetiana de
pensamento concreto e formal, Papert estabelece que o computador é uma forma de
se concretizar o formal, isto é, o aparelho tecnológico possui a capacidade de tornar
realista o abstrato.
Papert também afirma que a utilização de computadores no âmbito
educacional pode possuir função de ferramentas de criação, quer isto dizer que, os
meios digitais estabelecem facilidade para fornecer um ambiente próximo a
realidade, tornando o desenvolvimento construtivista, vivenciado, atrativo e
participativo.
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5 MÉTODO
O primeiro passo para iniciar o projeto a realização de uma reunião onde o
diretor, vice-diretor e coordenador pedagógico irão discutir junto com os educadores
da instituição escolar para discutirem juntos a importância da tecnologia, atrelada a
pedagogia, para a elaboração de aulas que instiguem a participação dos estudantes.
Visando a diminuição dos índices de evasão escolar e elevando a participação dos
discentes no contexto educacional.
Posteriormente, deverá ser organizado um encontro pedagógico com
professores, membros do grêmio estudantil e conselho escolar, com o intuito de
desenvolver planos de aula que englobem as realidades da instituição em questão.
Em outros termos, elaborar aulas com auxílio de uma gestão democrática, para que
sejam utilizados o espaço e os aparatos tecnológicos que a escola dispõe,
considerando, também, as vivências e conhecimentos prévios dos alunos.
Subsequentemente, considerando a importância estabelecida em momento
anterior, tem de haver a implementação da tecnologia em variadas atividades
pedagógicas, por exemplo: para estimular a leitura em sala de aula; para transformar
a leitura em uma experiência de multimídia; apresentar fontes seguras on-line aos
discentes, e ainda como forma de gamificação, etc.
Em suma, será exemplificado, abaixo, como serão executadas as atividades
anteriormente citadas.
- Abordar a tecnologia usando os aparelhos celulares para consultas ao
dicionário digital, em aulas expositivas;
- Fazer uso de aplicativos gratuitos de bibliotecas digitais, para que,
posteriormente seja solicitado, pelo educador, que os educandos façam leituras de
variadas obras literárias, com a finalidade de que sejam desenvolvidos projetos
literários de diferentes autores e obras, com intuito de enriquecer a aprendizagem e
estabelecer contato do aulista com a literatura;
- Indicar séries e filmes com temas relevantes para a faixa etária e
desenvolver relatos escritos e dialógicos em sala de aula;
- Levar um filme para que seja assistido no ambiente educativo e em seguida
conduzir um debate sobre a relevância do mesmo e sobre os entendimentos que os
estudantes tiveram sobre ele.
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- Demonstrar fontes falsas e alertar aos riscos do contágio com malwares
(softwares maliciosos, popularmente conhecidos como vírus) em computadores e
celulares;
- Oportunizar um trabalho em equipe, na biblioteca digital da instituição
educativa com intuito de evidenciar os impactos causados por notícias baseadas em
inverdades, no qual os estudantes irão colher noticias falsas e explicar em sala por
qual motivo são falsas e como elas podem prejudicar alguém;
- Conscientizar o compartilhamento de fontes seguras comparando, em uma
aula expositiva, as fontes e deixando em evidência as diferenças entre elas;
- Promover o desenvolvimento de um documentário para conscientizar
adultos e idosos quanto ao compartilhamento de notícias falsas, e divulgá-lo em uma
rede social destinada a instituição de ensino;
-Proporcionar uma competição saudável entre os estudantes, dividindo a sala
em grupos e elaborando gincanas, com premiações para os ganhadores;
- Propiciar debates entre grupos, alternando-os e pontuando os melhores
argumentos para que no final da atividade as equipes sejam premiadas com
pontuação e doces;
- Usar-se de dinâmicas para desenvolver conteúdos em aulas expositivas;
- Dispor-se da biblioteca digital para a utilização dos computadores para
desenvolver a gramática através de jogos de cruzadinha, etc.
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6 CRONOGRAMA
Etapas do Projeto Período
1. Planejamento Uma semana
2. Execução Três semanas
3. Avaliação Acontecerá de forma contínua
no período de execução.
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7 RECURSOS
Recursos humanos: alunos do ensino fundamental I, professores e a
comunidade educativa como um todo.
Recursos materiais: computadores; internet; aparelhos celulares (dos
educandos); caixinha de som; data show; espaço específico.
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8 AVALIAÇÃO
Faz-se necessário, a princípio, ressalvar que o presente trabalho critica os
métodos de memorização e reprodução de conteúdo utilizados, ainda, na
contemporaneidade.
Logo, compreende-se que o modelo de avaliação também se desvia do
tradicional, ou seja, busca avaliar além de atribuições de notas, focando no real
desempenho e participação dos sujeitos nas atividades realizadas ao longo do plano
de ensino.
Nesse caso, a avaliação utilizada será contínua. Que pode ser realizada por
meio da observação do educador e criação de fichas especificando sobre a
performance de cada educando diante da realização das atividades propostas no
meio educacional; como também, em sala de aula, onde o educador frequentemente
irá levantar questionamentos para que os sujeitos sejam incentivados a pensar e
participar ativamente do processo de aprendizagem e evolução, além de
demonstrarem dúvidas e reflexões relevantes no meio do processo avaliativo.
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