0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações16 páginas

Trabalho5 - Danilo Joao

Enviado por

marcellbrux
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações16 páginas

Trabalho5 - Danilo Joao

Enviado por

marcellbrux
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

LICENCIATURA EM ENGENHARIA TERMOTÉCNICA

CADEIRA: INSTRUMENTAÇÃO

2º ANO

TRABALHO 5 - MEDIDORES DE TEMPERATURA

Discente:

Danilo Diamantino Bento João

Docente:

Eng. Esmael Muavanhane Msc

Songo, 13 Maio de 2021


LICENCIATURA EM ENGENHARIA TERMOTÉCNICA

2º ANO

CADEIRA: INSTRUMENTAÇÃO

TRABALHO 5 - MEDIDORES DE TEMPERATURA

Discente:

Danilo Diamantino Bento João

5º Trabalho de investigação científica de


carácter avaliativo submetido ao ISPS sob
orientação do docente da cadeira.

Docentes:

Eng. Esmael Muavanhane Msc

Songo, Maio de 2021

2
índice
1. Introdução....................................................................................................................................4
2. Objectivos........................................................................................................................................5
2.1. Objectivos gerais......................................................................................................................5
2.2. Objectivos específicos.............................................................................................................5
3. Conceitos básicos..........................................................................................................................6
4. Medidores de temperaturas............................................................................................................7
4.1. Termometro...........................................................................................................................7
a) Termômetro bimetálico..........................................................................................................7
b) Termômetro de bulbo.............................................................................................................8
c) Termômetros de Resistência..................................................................................................9
d) Termômetros de resistência elétrica, RTD...........................................................................10
4.2. Termopares..........................................................................................................................11
4.3. Pirometros............................................................................................................................12
5. Conclusão...................................................................................................................................15
6. Bibliografia................................................................................................................................16
6.1. Refêrencias bibliográficas.................................................................................................16

3
1. Introdução

A temperatura revela a noção comum do que é quente ou frio. O material ou substância


que está à temperatura superior é dito o “material quente”, o mais quente. No nível
macroscópico, a temperatura está associada ao movimento aleatório dos átomos da
substância que compõem o sistema. Quanto mais quente o sistema, maior é a freqüência
de vibração dos átomos. À medida que a temperatura do material aumenta, sua superfície
emite quantidades maiores de energia térmica em uma “banda de freqüência” superior
(radiação visível, por exemplo, o metal fica alaranjado, depois amarelo, etc): maior a
freqüência, menor o comprimento de onda. Este mesmo fenômeno pode ser observado na
chama do fogão. Regiões amarelas, de mais baixa temperatura, regiões quentes, azuladas,
de temperatura superior.

O presente trabalho de pesquisa, abordará sobre os métodos de medição de


temperaturas, especificamente os principios de funcionamento destes instrumentos,
entrtanto de modo a garantir uma excelente percepção e o alto grau do proveito da
matéria pesquisada, o trabalho está acompanhado de algumas imagens e gráicos
ilustrativos.

4
2. Objectivos

2.1. Objectivos gerais

 Apresentar os diferentes métodos de medição de temperatura

2.2. Objectivos específicos

 Explicar o seu principio de funcionamento


 As diferenças existentes entre eles
 Sua aplicabilidade

5
3. Conceitos básicos

Temperatura é uma grandeza física que mede o grau de agitação térmica das moléculas.
Quanto maior o seu valor, maior é a energia cinética média dos átomos do corpo.

O Sistema Internacional de Unidades estabelece uma escala específica para a temperatura


absoluta. Utiliza-se a escala kelvin para a mensura, com o ponto triplo da água a 273,16 K
como o ponto fundamental de fixação. Outras escalas forem sendo utilizadas historicamente.
A escala de Rankine, que utiliza o grau Fahrenheit como unidade de intervalo, está ainda em
uso como parte do sistemas de unidades inglesas de engenharia em alguns campos de estudo
nos Estados Unidos. A Escala Internacional de Temperaturas de 1990 (ITS-90) fornece meios
práticos de se estimar a temperatura termodinâmica com um elevado grau de precisão

Energia Térmica: A Energia Térmica de um corpo é a somatória das energias cinéticas, dos
seus átomos e, além de depender da temperatura, depende também da massa e do tipo de
substância.

Calor: Calor é a forma de energia que é transferida através da fronteira de um sistema em


virtude da diferença de temperatura.
Meios de transmissão de calor: condução, radiação e convecção.

Figura 1: Exemplos de transmissao de temperaturas

Condução: é a forma de transmissão de calor sem transporte de massa. Por exemplo, se


aquecermos somente uma extremidade de uma barra de ferro com uma chama, em pouco

6
tempo toda a barra estará aquecida. O calor passa de uma molécula para outra mas estas
moléculas não abandonam sua posição.

• Convecção: é a forma de transmissão de calor com transporte de massa, que se dá pelo


movimento ou mistura dos fluidos ou sólidos envolvidos.
● Convecção natural (líquidos e gases) – quando o movimento é provocado somente
pela diferença de densidade dos fluidos quente e frio. Por exemplo, se aquecermos um
recipiente com água por intermédio de uma chama, a água mais próxima da chama se
aquecerá e se tornará menos densa, subindo no recipiente. A água fria da parte superior do
recipiente descerá e, por sua vez, se aquecerá.
● Convecção forçada – é o aquecimento no qual a mistura se realiza por meio mecânico.
Se no exemplo anterior incluirmos um agitador, a convecção passará a ser forçada. Em
equipamentos de refinaria de petróleo, por exemplo, a convecção quase sempre é forçada. Em
trocadores de calor é provocada agitação forçando o fluido a passar por obstáculos.
Irradiação: A irradiação é um processo pelo qual o calor flui de um corpo de alta
temperatura para um de baixa, quando os mesmos estão separados no espaço, ainda que
exista vácuo entre eles. Todos os corpos, em qualquer temperatura, emitem ondas
eletromagnéticas (como as da luz e do rádio) que contêm energia.

4. Medidores de temperaturas

4.1. Termometro

a) Termômetro bimetálico
O termômetro bimetálico opera de acordo com o princípio de expansão linear de metais. Um
par de hastes metálicas de materiais distintos (o chamado bimetálico), soldadas, dilatam-se
diferencialmente causando a flexão do conjunto. Esta flexão aciona um dispositivo indicador
da temperatura. A temperatura T está relacionada à expansão linear L pela relação,

L1=L0 [ 1+γ ( T 1−T 0 ) ]

7
onde γ é o coeficiente de expansão linear do metal (a equação pode ainda conter termos de
2
segunda ordem, ( ( T 1−T 0 ) ) , ou superiores). O par de hastes metálicas pode ter a configuração
helicoidal, circular ou linear, como mostra a Fig1

Figura 2: Hastes metálicas de termometro bimetalico Figura 3: Flexão de termometro bimetálico de hastes lineares

O termômetro bimetálico é aplicável de -50oC a +500oC, com uma incerteza típica (menor
divisão) de 1% do fundo de escala. Têm tempo de resposta elevado, entre 15 e 40 segundos.
Os materiais mais empregados na construção dos bimetálicos são o invar, o monel, o inconel
e o inox 316. São instrumentos baratos e de baixa manutenção. Os indicadores de temperatura
de cafeteiras de bares são, quase sempre, termômetros bimetálicos.

b) Termômetro de bulbo
O termômetro de bulbo é um dos dispositivos mais comuns neste grupo de termômetros de
expansão para a medição de temperatura de líquidos e gases. Operam a partir da variação
volumétrica de um líquido (álcool, fluidos orgânicos variados e mercúrio) com a temperatura,
de acordo com

V 1=V 0 [ 1+α ( T 1−T 0 ) ]

onde V 1 é o volume final, V 0 é o volume inicial, a é o coeficiente de expansão volumétrica e


( T 1−T 0 ) é a variação de temperatura (a equação completa pode ainda conter termos de
segunda ordem, (T ¿ ¿ 1−T 0)2 ¿, e superiores).

São constituídos pelas seguintes partes: Bulbo sensor de temperatura, Haste (tubo de vidro
capilar), Linha de imersão, Escala, Câmara de expansão, Álcool ou mercúrio ( são os líquidos
termométricos mais comumente utilizados).

O álcool, apresenta a vantagem de ter um coeficiente de expansão volumétrica mais elevado


do que o mercúrio, isto é, expande mais, volumetricamente, por unidade de variação de
temperatura. Sua aplicação está limitada, porém, a uma faixa de medidas inferior, devido ao
seu baixo ponto de ebulição. O mercúrio, por outro lado, não pode ser utilizado abaixo do seu
ponto de fusão (-37,8 °C).

8
Figura 4: Termometro de bulbo de alcool Figura 5: Termometro de bulbo de mercurio

É importante frisar que a expansão registrada pelo termômetro é a diferença entre a expansão
do líquido e a expansão do vidro. Esta diferença, por sua vez, é função não somente do calor
trocado entre o banho e o bulbo, mas também do calor trocado por condução entre o bulbo e a
haste. Quanto maior esta troca por condução, maior o erro na medida. Por esta razão, os
termômetros são normalmente calibrados para uma profundidade de imersão determinada,
havendo dois tipos de termômetros:
1. Imersão Parcial - O termômetro deve ser imergido até a linha de imersão para a realização
correta das leituras. A porção emergente fica exposta ao ar, o que pode afetar a
movimentação do líquido termométrico;
2. Imersão Total - Para a realização correta das medidas somente cerca de 12 mm da coluna
de líquido termométrico devem ficar emersos para a leitura.
Caso não seja possível imergir adequadamente um termômetro de imersão total, as leituras
devem ser corrigidas pelas seguintes fórmulas:
Correção = 0,00016 °C n (T - t),
para termômetros de mercúrio, e
Correção = 0,001 °C n (T - t),
para termômetros a álcool, onde T º temperatura do banho (temperatura indicada pelo
termômetro),tº temperatura média da porção emersa do termômetro indicada por um
termômetro auxiliar, e nº número de graus da porção emersa do termômetro até a temperatura
T. A precisão de um termômetro de bulbo típico é de aproximadamente ±1 divisão da escala.
Entretanto, é possível obterem-se incertezas da ordem de ±0,05 °C, sendo estes termômetros
então utilizados para a calibração de outros medidores de temperatura.

c) Termômetros de Resistência
São chamados de termômetros de resistência aqueles em que os sensores de temperatura são
resistências elétricas. Estas resistências elétricas variam com a temperatura do meio onde

9
estão inseridas e um circuito elétrico (eletrônico) registra esta variação. Os diversos tipos de
sensores utilizados são apresentados a seguir.

d) Termômetros de resistência elétrica, RTD


Também chamados de RTDs (Resistance Temperature Detector) estes sensores de
termômetros de resistência são elementos que apresentam variação direta da resistência com a
temperatura. Atualmente o termômetro mais preciso utilizado para medidas referenciais não é
mais um termômetro de mercúrio, e sim um RTD. A resposta de um RTD é indicada pelo
coeficiente de temperatura linear da resistência, a, dado em ºC-1 por
R−R 0
α=
R0 (T −T 0)

onde R0 e T 0 são a resistência e a temperatura de referência, e R e T são a resistência e a


temperatura atual do sensor. A resistência R é obtida por medição em tempo real, por um
circuito eletrônico (atualmente), o que permite determinar a temperatura T. Os valores de
referência, R0 e T 0, especificam os sensores, por exemplo PT100 é um sensor de platina (pt)
que tem resistência Ro =100 W à temperatura To = 0 ºC. Existe tabela de coeficientes de
temperatura linear da resistência dos materiais utilizados nos RTDs.

Figura 6: Sensores RTDs de conexão rápida. Figura 7: sensor e cabeçote para aplicação industrial;

Vários métodos são usados na fabricação de sensores de RTDs, dependendo da aplicação.


Para a medida de temperatura em fluidos não-corrosivos, o elemento resistivo é exposto
diretamente ao fluido a fim de se obter uma resposta mais rápida (open wire element). Para
medidas em fluidos corrosivos, o sensor é encapsulado em um bulbo de aço inoxidável (well-
type element). Para a medida de temperaturas superficiais de sólidos, são usados elementos
resistivos protegidos por encapsulamentos planos que podem ser presos por presilhas,
soldados ou colados à superfície.

10
4.2. Termopares
Um termopar é formado por dois condutores elétricos diferentes. Os condutores são
conectados nas duas extremidades formando um circuito elétrico. Quando as duas
extremidades conectadas são submetidas a temperaturas diferentes, uma força eletromotriz é
gerada. Este é o conhecido efeito Seebeck, que o descobriu em 1821.

Figura9: Bases de um termopar

O efeito Seebeck resulta da superposição de dois outros efeitos, descobertos posteriormente


por Peltier e por Lord Kelvin, respectivamente em 1834 e 1851. Se o mesmo circuito
formado pelos dois metais distintos for alimentado por uma fem, observar-se-á o
estabelecimento de uma corrente e uma extremidade conectada absorverá calor, enquanto que
a outra dissipará calor; é o denominado efeito Peltier. Lord Kelvin observou que se um
mesmo condutor for submetido a um gradiente de temperatura, quando uma corrente o
atravessar haverá rejeição ou absorção de calor. Assim, de acordo com Peltier, a potência
térmica de cada extremidade é

No termopar, a extremidade conectada, colocada na temperatura que se deseja medir, é a


denominada “junção quente”, enquanto que a extremidade colocada em uma temperatura de
referência (usualmente 0 ºC), é a junção fria. Assim, a força eletromotriz fem do termopar
pode ser obtida a partir do conhecimento da propriedade termoelétrica dos dois metais
conectados e da temperatura da junção quente. A fig10 mostra tal esquema. A fem gerada, da
ordem de milivolts, é função da propriedade termoelétrica dos dois metais e da diferença de
temperatura entre as junções quente e fria (referência). Para se medir a fem gerada utiliza-se
um milivoltímetro no arranjo mostrado na figura abaixo.

Figura 10:Ligação de termopar com junção fria em banho de gelo

11
Para medir com exatidão a temperatura, a junção fria deve ser mantida à temperatura
constante, por exemplo, um banho de gelo picado fundente colocado em uma garrafa térmica,
ou uma junção fria eletrônica. Esta é a forma mais exata de se medir uma temperatura com
termopar, utilizada, por exemplo, em laboratórios científicos.

4.3. Pirometros
O pirómetro de radiação insere-se na classe dos medidores de temperatura de não-contacto,
mais especificamente, é um termómetro de radiação. O termo “não-contacto” refere-se ao
facto do sensor não necessitar de estar em contacto físico directo como o objecto cuja
temperatura se pretende medir

Os pirómetros funcionam tendo em conta que, todos os corpos com temperatura superior a
0K emitem energia. A energia emitida aumenta à medida que a temperatura do objecto
aumenta. Este facto permite que se possam fazer medições de temperatura a partir de
medições da energia emitida, particularmente se essa energia for infravermelha ou visível. Os
vários tipos de energia radiada podem ser caracterizados pela frequência (F) ou comprimento
de onda (l). Assim, a zona do visível abrange comprimentos de onda compreendidos entre
0,4mm e 0,7mm, e os infravermelhos (IV) entre 0,7mm e 20mm. Na prática, o pirómetro
comum usa a banda entre 5mm e 20mm. Os vários tipos de radiação encontram-se
representados na figura abaixo:

Figura 11: Tipos de radiação

A amplitude (intensidade) de energia radiada pode ser expressada como função do


comprimento de onda a partir da Lei de Planck. A figura abaixo representa as curvas de

12
emissão de energia a temperaturas diferentes. A área sob cada curva representa o total da
energia radiada a essa temperatura.

Grafico 1: Dependencia de energia radiante com o comprimento de onda

À medida que a temperatura aumenta, constatam-se dois factos: a amplitude da curva


aumenta, aumentando a área; e o ponto de maior energia desloca-se para valores de
comprimento de onda mais pequenos. Esta relação é descrita pela Lei do Deslocamento de
Wien:

O ponto máximo se desloca para a esquerda do gráfico5 à medida que a temperatura aumenta,
é necessário muito cuidado na selecção óptima do espectro a usar nas medições de
temperatura. Um conceito importante é a emissividade (E): o quociente entre a energia que
um corpo radia a uma dada temperatura e a energia que o corpo negro radia a essa mesma
temperatura. A emissividade do corpo negro é então igual a 1. Para corpos reais, a
emissividade está compreendida entre 0 e 1. Assim, a emissividade mede a capacidade de um
corpo emitir energia. Analogamente, definem-se a reflectividade (R) que mede a capacidade
de um corpo reflectir energia, a transmissividade (T) que mede a capacidade de um corpo
transmitir energia, e a absorvidade (A) que mede a capacidade de um corpo absorver energia.
A relação entre A, R e T é de complementaridade:

Na prática, os valores habituais são A=70%, R=020%, T=10%. Se um objecto estiver em


estado de equilíbrio térmico, então a energia que está a absorver é igual à energia que está a
emitir (A=E). Pelo que fica:

13
Como é ilustrado na figura abaixo, a energia recebida pelo sensor pode não reflectir a
verdadeira temperatura do objecto. A reflectividade R e a transmissividade T são conceitos
associados à natureza do objecto (opaco ou translúcido) e às condições atmosféricas na zona
entre sensor e objecto.

Figura 12:Principios de funcionamento de pirometros

A superfície ideal para efectuar medições de temperatura seria então o corpo negro, i.e., um
objecto com E=1 e R=T=0. Na prática, contudo, a maioria dos corpos são corpos cinzentos
(têm a mesma emissividade em todos os comprimentos de onda) ou corpos não-cinzentos (a
emissividade varia com o comprimento de onda/temperatura.

Figura 13: Modelo Iconico de um pirometro

14
5. Conclusão
Após a realização do trabalho de pesquisa que teve como temática auto - valores e
auto – vectores, pode – se concluir que os auto – valores e auto – vectores estão presentes
de diferenciados ramos da matemática, incluindo f o r m a s quadráticas, sistemas
diferenciais; problemas de optimização não linear, e podem ser usados para resolver
problemas de diversos campos, como economia, teoria da informação, análise
estrutural, electrónica, teoria de controle e muitos outros bem como o uso dos valores
e vectores próprios na determinação das propriedades duma matriz.
Pode – se determinar valores e vectores próprios para matrizes com ordem igual ou
superior a 4, e é muito vantajoso o uso de métodos iterativos para o cálculo de valores e
vectores próprios.

15
6. Bibliografia

Benedict, Fundamental of Temperature, Pressure and Flow measurements, John Willey


Dally, Instrumentation for Engineering Measurements, John Willey
Northrop, Introduction to Instrumentation and Measurements, CRC Press;

6.1. Refêrencias bibliográficas


Site da disciplina “Instrumentação e Medidas” do Prof. Dr. Fernando A. França:
[Link]

16

Você também pode gostar