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Tipos de Minerais e Rochas

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Constituintes da Terra sólida

MINEIRAIS E ROCHAS
Universidade Jean Piaget de Moçambique
Engenharia Geológica e de Minas
Cadeira de Geologia.
MINERAIS : ROCHAS
 Para podermos estudar o planeta terra é necessário
conhecer as características dos materiais que o
constituem.

◦ Materiais inconsolidados
 Terra de jardim e areia dos rios e da praia

◦ Rochas consolidados

 Ambos são constituídos por associações de minerais


Minerais
Unidades Constituintes das Rochas

Rochas
Unidades formadoras da crosta
Conceito de Mineral
 É qualquer substância inorgânica de ocorrência natural
com estrutura cristalina e composição química
definidas.
Mineral Estrutura cristalina Composição química
Diamante Cúbica compacta Carbono
Grafita Hexagonal Carbono
Classificação da matéria
 Matéria cristalina: é todo material existente na natureza cujas
partículas (ou elementos) constituintes acham-se distribuídos
segundo uma ordem pré-estabelecida, de tal forma que a posição
de uma partícula ou elemento pode ser determinada com base na
posição de outra partícula ou elemento.
◦ Exemplo: Todos os minerais (grafita, diamante, quartzo, etc.)

 Matéria amorfa é todo material existente na natureza cujas


partículas ou elementos constituintes distribuem-se caoticamente,
sem uma ordem pré-estabelecida, sem arranjo ou estrutura
cristalina.
◦ Exemplo: Matéria orgânica e vidro.
Experiência
Matéria amorfa Matéria cristalina

 Isotropia  Anisotropia

Vidro (SiO2)n Quartzo (SiO2)n


Minerais
 Minerais: são elementos ou compostos químicos com
composição definida dentro de certos limites,
cristalizados e formados naturalmente por meio
de processos geológicos inorgânicos, na Terra ou
em corpos extraterrestres.

 A composição química e as propriedades cristalográficas


bem definidas do mineral fazem com que ele seja único
dentro do reino mineral e, assim, receba um nome
característico.
Quanto à definição
“... Composição química definida ... ”
 Poucos minerais tem composição química muito
simples, dada por átomos de um mesmo elemento
químico :
◦ Diamante (C)
◦ Enxofre ( S )
◦ Ouro ( Au )
 A grande maioria dos minerais é formado por
compostos químicos que resultam da combinação de
diferentes elementos químicos.
◦ Quartzo ( SiO2 )
◦ Olivinas ( Mg, Fe)2 SiO4
Quanto à definição
“... Cristalizado ... ”
 O fato de a definição de mineral destacar o termo
cristalizado, significa que eles tem um arranjo atômico
interno tridimensional.
 Os átomos encontram-se distribuídos ordenadamente,
formando uma rede tridimensional (retículo cristalino)
gerada pela repetição de uma unidade atômica.
 A unidade servirá de base para a construção do retículo
cristalino
Arranjo espacial dos íons de Na+ e Cl- no composto NaCl (halita).
A cela unitária resulta no hábito cristalino em cubo.
Quanto à definição
“... formado naturalmente ... ”
 Quer se dizer que as substâncias devam
ocorrer naturalmente.
◦ Rubi natural é mineral
◦ Rubi sintético não é mineral
Quanto à definição
“... Processos inorgânicos ... ”
 O uso do termo inorgânico impede que
as substâncias puramente biogênicas
sejam minerais.
◦ Pérola
◦ Âmbar
◦ Recifes de corais
◦ Carvão
Origem dos minerais
 A origem de um mineral está condicionada aos
ingredientes químicos e às condições físicas
(Temperatura e Pressão) no momento da formação.
Tipos de ligações químicas
 Ligações iônicas : NaCl  Na+ + Cl-
 Ligações Covalentes : compartilhamento de elétrons
(diamante)
 Ligações Metálicas : nuvens de elétrons (ouro, prata,
cobre, etc...)
 Força de Van der Waals : grafita (mais fracas)
◦ A força de ligação influencia as propriedades dos
minerais.
 Mais compactados
 Menos compactados
Estrutura cristalina
 POLIMORFOS : estrutura cristalina diferentes e mesma
composição química
◦ Diamente e Grafita são polimorfos de C.
◦ Calcita e Aragonita são polimorfos de CaCO3

 ISOMORFOS : estrutura cristalina semelhante e


composição química diferente
◦ Calcita (CaCO3), Magnesita (MgCO3) Siderita
(FeCO3)
Arranjo espacial dos íons de Na+ e Cl- no composto NaCl (halita).
A cela unitária resulta no hábito cristalino em cubo.
Propriedades físicas relacionadas à
organização interna dos minerais
 Hábito cristalino : forma geométrica externa natural do
mineral, desenvolvida sempre que a cristalização se der
em condições calmas e ideais
 Clivagem : quebra sistemática da massa mineral em
planos preestabelecidos que reúne as ligações químicas
mais fracas oferecidas pela estrutura do mineral.
◦ O mercúrio, é o único líquido considerado mineral.
◦ Substâncias amorfas tais como, géis, vidros e carvão
natural, não são cristalinas, não são considerados
minerais e sim mineralóides.
Simetria cristalográfica

 O estudo da simetria externa dos minerais é feito com


o auxílio dos elementos abstratos.
◦ Plano
◦ Eixo
◦ Centro
 e suas respectivas orientações
◦ Reflexão
◦ Rotação
◦ Inversão
Classes de simetria
 Cúbico  Mais simétrico
 Tetragonal
 Trigonal
 Hexagonal
 Ortorrômbico
 Monoclínico
 Triclínico  Menos simétrico
Classes de simetria
Sistemas cristalinos, constantes cristalográficas e simetria principal de
alguns minerais.
Classificação dos minerais
 Critério químico : radical aniônico
◦ Minerais com mesmo radical aniônico possuem
propriedades físicas e morfológicas muito
semelhantes entre si que minerais com mesmo
cátion.
 Exemplo: siderita (FeCO3), tem mais afinidade com
calcita (CaCO3) e magnesita (MgCO3) do que com
Pirita (FeS2) ou com hematita (Fe2O3)
◦ Minerais aniônicos tendem a se formar por processos
físicos químicos semelhantes e a ocorrer associados
uns aos outros na natureza.
Sistemática dos minerais
 Elementos nativos: ouro (Au), enxofre (S)
 Sulfetos: galena (PbS), esfalerita (ZnS), Pirita (FeS2).
 Sulfossais: tetraedrita (Cu12Sb4S3), enargita ((Cu3AsS4)
 Óxidos : gelo (H2O), hematita (Fe2O3), cassiterita (SnO3)
 Nitratos: salitre (KNO3), salitre do Chile (NaNO3)
 Boratos: Bórax (Na2B4O7.10H2O)
 Sulfatos e cromatos: barita (BaSO4), gipsita (CaSO4.2H2O)
 Fosfatos, arseniatos e vanadatos: apatita [(Ca3(Fe,Cl,OH)(PO4)3]
 Tungstatos e molibidatos: scheelita (CaWO4)
 Silicatos (SiO44-) *
4-
Silicatos (SiO4 ) - subclasses
 Silicatos constituem cerca de 97% do volume da crosta terrestre.

Classe mineral Espécie ou grupo % em


volume
Silicatos Feldspatos 58
Piroxênios e anfibólitos 13
Quartzo 11
Micas, clorita, argilominerais 10
Olivina 3
Epídoto, cionita, andaluzita, silimonita,
granadas, zeólitos, etc 2

Carbonatos, óxidos, 3
sulfetos, halóides,
etc...
 Tetraedros isolados: (neossilicatos)
◦ Si:O = 1:4 (olivina, granada, zircão, topázio)
 Duplas de tetraedros (sorossilicatos)
◦ Si:O = 2:7 (hemimorfita, epídoto)
 Anéis de tetraedros (ciclossilicatos)
◦ Si:O = 1:3 (berilo, turmalina)
 Cadeias de tetraedros (inossilicatos)
Silicatos (SiO4 ) *

◦ Simples Si:O = 1:3 (piroxênios - estatita)


◦ Duplas Si:O = 4:11 (anfibólitos – tremolina)
4-

 Folhas de tetraedros (filossilictos)


◦ Si:O = 2:5. argilominerais (caolinita, montmorilonita), micas
(muscovita, biotita)
 Estruturas tridimensionais (tectossilicatos)
◦ Si:O = 1:2. quartzo
 Feldspatos
◦ Potássicos: microclínio (KAlSi3O8), ortoclásio (KAlSi3O8)
◦ Plagioclásios: albita (NaAlSi3O8) anortita (CaAl2Si2O8)
Nomenclatura dos minerais
 Minerais (ita)
 Rochas (ito)
◦ Minerais antigos e com nomes consagrados
podem não seguir essa regra

Recomendações para criação de nomes


◦ Indicação do localização geográfica
◦ Propriedades físicas
◦ Presença de elementos químicos
◦ Homenagem a pessoas
Identificação dos minerais
 Os minerais mais comuns podem ser identificados através das suas
propriedades físicas e morfológicas, que são decorrentes de sua
composição química e de suas estruturas cristalinas.
 Propriedades
◦ Hábito cristalino
◦ Transparência
◦ Brilho
◦ Cor
◦ Traço
◦ Dureza,
◦ Fratura
◦ Clivagem
◦ Densidade relativa
◦ Germinação
◦ Propriedades elétricas e magnéticas
Hábito cristalino
 É a forma geométrica externa, que reflete sua estrutura
cristalina.
◦ Laminar Cubo de Pirita (FeS2)
◦ Prismático
◦ Fibroso
◦ Acicular
◦ Tabular
◦ Equidimensional

Fibras de gipisita
(CaSO4.2H2O)
Transparência Quartzo transparente

 Os minerais que não absorvem


ou absorvem pouca luz são
chamados transparentes.
 Os minerais que absorvem luz
consideravelmente e que
impedem que imagens sejam
reconhecidas através deles são Quartzo translúcido,
chamados translúcidos
 Os minerais nativos metálicos,
óxidos e sulfetos que
absorvem totalmente a luz,
independentemente da
espessura são chados opacos.
Brilho
 É a quantidade de luz refletida
 Os minerais com mais de 75% de luz refletida exibem
brilho metálico, é o caso da maioria dos minerais
opacos.
 Quanto não atingem essa reflexão tem brilho não
metálico: vítreo, gorduroso, sedoso.

não metálico Metálico


bauxita (oxi-hidróxido de Al)] [galena (PbS)].
Cor
 Os principais fatores que colaboram para a absorção
seletiva de luz são a presença de elementos químicos
(Fe, Cu, Ni, Cr,V, etc...)
◦ Idiocromáticos : enxofre amarelo
◦ Alocromáticos : cores variadas (quartzo)
 “ Não é uma propriedade confiável”
Traço
 É a cor do pó mineral.
 É obtida riscando o mineral
contra uma placa de porcelana
(branca).
 Usada para minerais opacos ou
ferrosos que apresentam traços
coloridos (vermelho, marrom,
amarelo)
Hematita (Fe2O3 ),
Brilho metálico
Cor cinza escura e
Traço vermelho
Dureza
 Resistência que o mineral apresenta ao
ser riscado
Escala de Mohs e padrões secundários.
Fratura
 É a superfície irregular e curva resultante da quebra de
um mineral.
 É controlada pela estrutura atômica interna do mineral

Clivagem
 Superfícies de quebra com grande regularidade.
◦ Perfeita ou imperfeita
Fratura e clivagem:
a) fratura conchoidal do quartzo;
b) três clivagens perfeitas, de brilhante a bastante
escuro; cristal de calcita (CaCO3),
Densidade relativa
 É o número de vezes que um mineral é mais pesado
que o mesmo volume de água a 4ºC.
 A densidade relativa dos minerais varia de 2,5 a 3,3.
 Alguns minerais tem elementos de alto peso atômico
(dr>4,0)
Germinação

(a) Geminado simples em cruz da estaurolita;


(b) Geminação polissintética na labradorita, da família silicática
dos plagioclásios
Propriedades elétricas e magnéticas
 Muitos minerais são maus condutores de eletricidade.
◦ Excesão: metais - Au, Cu, Ag,
 Piezoeletricidade : propriedade que alguns minerais tem
de transformar pressão em carga elétrica.
◦ Exemplo: quartzo na indústrica eletroeletrônica
 Piroeletricidade: eletricidade originada pelo aumento
do calor.
◦ Turmalinas: confecção de piromêtros para medir
temperaturas em altos fornos.
 Magnetita (Fe3O4) e Pirrotita (Fe(1-x)S) são os únicos
minerais atraídos por imãs
AMFIBÓLIO
CALCITA
DOLOMITA
DIAMANTE
FELDSPATO
GIPSITA
GRANADA
GRAFITA
PIRITA
HALITA
HEMATITA
MICA
CAULINITA
OLIVINA
QUARTZO
Rochas:
unidades formadoras da crosta
 Produtos consolidados, resultantes da associação
natural de minerais que, por diferentes motivos
geológicos, acabam ficando intimamente unidos.

 Embora coesa e normalmente dura a rocha não é


homogênea.

 Ela não tem continuidade física de um mineral e,


portanto, pode ser subdividida em todos os seus
minerais constituintes

◦ Minério: terminologia para representar o mineral ou a rocha de


importância econômica.
Classificação da rochas
 Dureza: dependendo do processo de formação, a força
de ligação dos grãos constituintes varia, resultando em
rochas duras ou brandas

 Aspecto geral externo: estrutura


◦ Maciço
◦ Com cavidade
◦ Orientado ou não

 Textura: revelada por observações detalhadas do


tamanho, forma e relacionamento entre os cristais ou
grãos constituintes
Minerais constituintes
 Essenciais: estão sempre presentes e são os mais
abundantes numa determinada rocha
 Acessórios: podem ou não estar presentes sem
modificar a classificação da rocha.
 Monominerálicas: quando os minerais agregados
pertencem a mesma espécie mineralógica.
 Pluriminerálicas: quando forem de espécies minerais
diferentes
Classificação genética das rochas

Modo de formação na natureza


 Ígneas ou magmáticas
 Metamórficas
◦ As rochas ígneas e metamórficas correspondem cerca de 95%
do volume da litosfera mas ocupam somente 25% de sua
superfície.
 Sedimentares
◦ As sedimentares correspondem a apenas 5% do volume mas
cobrem 75% da superfície.
Rochas ígneas ou magmáticas:
 Resultam do resfriamento do magma.
◦ Ígnea intrusiva (plutônica)
 Resfriamento lento dando tempo para que os
minerais em formação cresçam o suficiente para
serem vistos facilmente (granulação = centímetros)
 Claras, ricas em Si e Al
 Granito (feldspatos, quartzo)
 Gabro: composição equivalente ao basalto
◦ Ígnea extrusiva (vulcânica)
 Resfriamento rápido, textura de granulação fina.
 Escuras, ricas em Mg e Fe
 Basalto : piroxênios e plagioclásio cálcico
Rochas Sedimentares
 Formada a partir da compactação e/ou cimentação de
fragmentos produzidos pela ação dos agentes de
intemperismo e pedogênese sobre a rocha pré-
existente (ignea, metamórfica ou mesmo sedimentar).
 Os sedimentos são depositados em camadas.
 Litificação ou diagênese: processo que une as partículas
(compactação e cimentação) a baixa pressão e
temperatura (250º.C) .
Rochas Metamórficas
 Resultam da rocha pré-existente (protólito – no estado
sólido) submetida a um aumento da pressão e da
temperatura sem que o ponto de fusão (<700ºC) dos
seus minerais seja atingido.
ROCHAS ÍGNEAS
Rochas Ígneas ou magmáticas
 São as rochas cuja formação se deu a altas temperatura,
a partir da matéria mineral fundida em grandes
profundidades, e que as vezes extravasa através dos
vulcões.
◦ Magma : material fundido (700 a 1200 ºC)no interior do planeta.
 O magma pode deslocar-se no interior da crosta, em
regiões de menor pressão.
 A medida que o magma se desloca para regiões mais
frias, perde calor e se consolida, cristalizando os
minerais que formarão as rochas ígneas.
 Nas fundições o minério é submetido a temperaturas
da ordem 1000 ºC até que todo o material líquido se
funde, quando ocorre a separação entre um líquido
metálico e um outro, de composição silicatica.
 Importância das rochas ígneas
◦ Ferramentas (pedra lascada e polida)
◦ Construções e outros fins (moinhos)
◦ Minério (ouro, prata, cobre, diamante)
Seção esquemática da crosta / manto (astenosfera / litosfera), indicando
a localização dos sítios formadores de magmas no modelo de placas
tectônicas.
Exemplos de composição média de rochas ígneas consolidadas a partir de
magmas graníticos, andesíticos e basálticos (valores em % em peso).
As relações entre Índice de cor, teor de sílica, composição mineralógica e
ambiente de cristalização para as rochas ígneas mais comuns (excluindo as
alcalinas).
Classificação das rochas em relação à cor

 Leucocráticas: Rochas claras ricas em quartzo,


feldspatos e muscovita.
 Mesocrática: Rocha de cor intermediária entre clara e
escura com 30 a 60% de minerais claros.
 Melanocráticas: Rochas escuras, ricas em biotita,
hematita, anfibólios, piroxênios, olivinas, augita,
magnetita, etc. Minerais escuros.
Classificação em relação à acidez

 A acidez de uma rocha está relacionada aos teores de


SiO2 na forma de quartzo ou fazendo parte dos
silicatos.
◦ Rochas ácidas: Teores de SiO2 > 65%
◦ Rochas neutras: Teores de SiO2 de 52 a 65%
◦ Rochas básicas: Teores de SiO2 < 52% (ausência de
quartzo)
Classificação das rochas em relação
à textura
 Textura Vítrea: Esse tipo ocorre quando o
resfriamento do magma é rápido e não há tempo para
cristalização dos minerais.
 Textura Porfirítica: Ocorre quando o resfriamento
do magma é mais lento. Cristais bem formados nadam
em uma massa vítrea.
 Textura Afanítica: Esse tipo ocorre quando não é
possível distinguir os minerais devido ao baixo grau de
cristalização.
a) Granito: rocha intrusiva ácida maciça,
fanerítica equigranular média. Capão Bonito, SP.

b) Granito: rocha intrusiva ácida maciça,


porfirítica, com matriz fanerítica. Piedade, SP.
Basalto: rocha vulcânica básica maciça,
afanítica. Bacia do Paraná.
Gabro: rocha intrusiva básica maciça,
fanerítica, com alto teor de minerais máficos
(piroxênio). Ilha de São Sebastião, SP
Nódulo peridotítico em rocha vulcânica alcalina. Ñemby, Paraguai.
o conjunto de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas
dimensões relativas, apresentando relações angulares gerais
constantes.
 São rochas resistentes, em geral melanocráticas e
básicas, ricas em minerais ferrosos; ferro-magnesianos
e pobres em quartzo. Textura vítrea (Obsidiana) e
Textura Afanítica (Basalto)
 Exemplos
 Basalto: Cor preta ou cinza escuro (melanocráticas),
formada por plagiosclásios calcico, hematita e augita,
baixo grau de cristalização (os cristais não são visíveis
a olho nú), básicas.
 Riolito: É o granito efusivo, neutras ou ácidas, cor
cinza avermelhado ou azulado, mesocráticas.
 Obsidiana: Vidro vulcânico, melanocráticas, ácidas.
Quando a textura é vesicular com bolhas chama-se
Pedra Pome.

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