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Estrutura do Setor Rodoviário Brasileiro

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ORGANIZAÇÃO DO

SETOR RODOVIÁRIO
BRASILEIRO
1. INTRODUÇÃO
As rodovias propriamente ditas só chegaram ao Brasil
na década de 20.
Washington Luís (Governador SP): "governar é abrir
estradas".
1ª rodovia pavimentada ligava o Rio de Janeiro a
Petrópolis, inaugurada em 1922, Washington Luís
(Presidente do Brasil). Hoje: BR-040 (RJ a BH).
Entre 1860 e 1920, as rodovias brasileiras passaram por
uma fase de colapso, em razão do desenvolvimento das
ferrovias.
1. INTRODUÇÃO

A partir de 1920, com a chegada dos automotores, o país


passou a viver a “era da rodovia”.
Modelo “rodoviarista” consolidado pela criação do
DNER em 1937.
Plano Rodoviário Nacional – 1938 (Vargas).
Sistema Nacional de Viação D-L nº 8.463, dez., 1945.
Governo Kubitschek a partir de 1956 – ênfase ao
rodoviarismo.
Estagnação do setor rodoviário – crise do petróleo no
fim da década de 70 e crescimento urbano desordenado.
1. INTRODUÇÃO
Principais causas da deterioração do sistema rodoviário:
crise econômica brasileira;
crise do petróleo;
redução da frota de veículos em circulação;
elevado custo dos combustíveis.

Atualmente:
rodovias em estado ruim de conservação;
carência de rodovias;
concessões.
1. INTRODUÇÃO
Constituição de um Sistema de Transportes:
VIA, USUÁRIO, VEÍCULO, TERMINAL E MEIO
AMBIENTE

A estrada é uma parte do contexto e integra a rede viária.

O QUE É UMA RODOVIA? – De acordo com o CTB,


Lei no 9.503 de 23/09/97 (vigor em 08/01/98):
Estrada – via rural não pavimentada;
Rodovia – via rural pavimentada;
Via rural – estradas e rodovias.
2. SISTEMA NACIONAL DE VIAÇÃO

O Sistema Nacional de Viação (SNV) é


constituído pela infra-estrutura viária e pela
estrutura operacional dos diferentes meios de
transporte de pessoas e bens, sob jurisdição da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios.
2. SISTEMA NACIONAL DE VIAÇÃO

São objetivos essenciais do SNV:

I – dotar o País de infra-estrutura viária adequada;

II – garantir a operação racional e segura dos


transportes de pessoas e bens;

III – promover o desenvolvimento social e


econômico e a integração nacional.
2. SISTEMA NACIONAL DE VIAÇÃO
Ano Denominação Observações
1838 Plano Rebelo Não oficial
1869 Plano Morais Não oficial
1874/82 Plano Queiroz Não oficial
1874 Plano Rebouças Não oficial
1881 Plano Bicalho Não oficial
1882 Plano Bulhões Não oficial
1886 Plano Geral de Viação Não oficial
1890 Plano da Comissão de 1890 Não oficial
1926 Estudo do Eng. E. Schnoor, P. Frontin e J. Batista Não oficial
1926 Plano do Eng. Pandiá Calógeras Não oficial
1934 Plano Geral de Viação Nacional (I PNV) Dec. 24.497 (29/06/1934)
1937 Plano Nacional de Estradas de Rodagem Carácter oficial
1944 Planos Rodoviários Carácter oficial
1947 Plano Nacional de Viação Fluvial Carácter oficial
1956 Planos Rodoviário e Ferroviário Nacionais Carácter oficial
1964 II Plano Nacional de Viação Lei no 4.592 (29/12/1964)
1973 III Plano Nacional de Viação Lei no 5.917 (10/09/1973)
2011 Dispõe sobre o SNV Lei no 12.379 (06/01/2011)
2. SNV (Atualmente)
Lei nº 12.379 de 06 de janeiro de 2011 – dispõe sobre o SNV
e revoga a Lei 5.917, de 10 de setembro de 1973, que
aprovou o Plano Nacional de Viação (PNV).

Com a substituição do PNV pelo SNV foram mantidos


projetos do extinto Plano Nacional de Viação.

O Sistema Nacional de Viação do Brasil é constituído pela


infraestrutura física e operacional dos vários modos de
transporte de pessoas e mercadorias, sob jurisdição dos
diferentes entes da Federação.
2. SNV
2. SNV
Composição quanto à jurisdição – Sistema Federal de
Viação e sistemas de viação dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios.

Composição relativa aos modos de transporte:


Compreende os subsistemas:
Rodoviário;
Ferroviário;
Aquaviário;
Aeroviário.
2.1. Subsistema Ferroviário Nacional

Composto por ferrovias existentes e planejadas,


pertencentes aos grandes eixos de integração
interestadual, interregional e internacional, que
satisfaçam a pelo um dos seguintes critérios:

atender grandes fluxos de transporte de carga ou de


passageiros;

possibilitar o acesso a portos e terminais do Sistema


Federal de Viação;
2.1. Subsistema Ferroviário Nacional

possibilitar a articulação com segmento ferroviário


internacional;

promover ligações necessárias à segurança nacional.

São integrantes ainda:


pátios e terminais;
oficinas de manutenção;
demais instalações de propriedade da União.
2.2. Subsistema Aquaviário Nacional

Composto de:
I – vias navegáveis;
II – portos marítimos e fluviais;
III – eclusas e dispositivos de transposição de nível;
IV – interligações aquaviárias de bacias hidrográficas;
V – facilidades, instalações e estruturas destinadas à
operação e à segurança da navegação aquaviária.
2.3. Subsistema Aeroviário Nacional

Composição:
I - aeródromos públicos (tráfego aéreo civil, regular e
alternativo, doméstico e internacional), no País ou que
sejam estratégicos para a integração e a segurança
nacional;
II - conjunto de aerovias, áreas terminais de tráfego aéreo
e demais divisões do espaço aéreo brasileiro;
III - conjunto de facilidades, instalações e estruturas
terrestres de proteção ao voo e auxílio à navegação aérea.
2.4. Subsistema Rodoviário Nacional
Composto por todas as rodovias administradas pela União.
3. MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES
Órgão responsável pelo assessoramento do Presidente da
República na execução e formulação, e da política de
transportes do país. Antigas denominações:
1860 a 1891 — Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura,
Comércio e Obras Públicas
1891 a 1906 — Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas
1906 a 1967 — Ministério da Viação e Obras Públicas
1967 a 1990 — Ministério dos Transportes
1990 a 1992 — Ministério da Infra-Estrutura
1992 a 1992 — Ministério dos Transportes e das Comunicações
1992 a 2018 — Ministério dos Transportes
2018 – 2022 - Ministério da Infra-Estrutura
2023 - ........ - Ministério dos Transportes
3. MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA
Até 2022, O Ministério da Infraestrutura é um órgão da administração direta
do Estado brasileiro, responsável pelas políticas nacionais de trânsito e de
transportes (aéreo, ferroviário, rodoviário e aquaviário, além das
infraestruturas aeroportuária e portuária). O órgão é sucessor do Ministério
dos Transportes, tendo recebido a nova designação e as atribuições relativas
ao trânsito com a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência da República. Estas
eram da competência do extinto Ministério das Cidades até então. A estrutura
regimental do ministério é estabelecida pelo Decreto 9.676/19.O titular da
pasta era Tarcísio Gomes de Freitas.
Agora em 2023, o órgão volta a ser conhecido como Ministério dos
Transportes, com o ministro Marcelo Sampaio indicado por Lula.

http://www.transportes.gov.br/
4. FINANCIAMENTO DO SETOR RODOVIÁRIO
Sistema Nacional de Viação: início após a II Guerra com
instituição do D-L nº 8.463, dez., 1945 que resultou de um
processo do ministro, na época, Joppert.

Conhecida como Lei Joppert:


reorganizou O DNER  autarquia;
base jurídica do setor rodoviário
criou o FRN – Fundo Rodoviário Nacional

FRN  a vinculação tributária forneceu sustentação à


implementação do sistema rodoviário com expansão até a
década de 70.
4. FINANCIAMENTO DO SETOR RODOVIÁRIO

Posteriormente, modificou-se a distribuição tributária


em meados da década de 70.

Política de esvaziamento do FRN – desfederalização dos


tributos relativos à propriedade dos veículos, consumo
de lubrificantes e combustíveis, prestação de serviços do
transporte rodoviário.

Recursos orçamentários, financiamentos de agências de


desenvolvimento.

Fim da vinculação tributária – 1988 (Constituição)


4. FINANCIAMENTO DO SETOR RODOVIÁRIO

Emenda nº 33 de 11, dez., 2001 e Lei nº 10.336 de 19, dez.,


2001: criado fundo de recursos tributários para o setor
rodoviário por meio do CIDE (Contribuição de Intervenção no
Domínio Econômico).
CALCULO DO IMPOSTO CIDE

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Comparativo
São Paulo: 248.196,960 km2  41.252.160 hab

Rio de Janeiro: 43.780,157 km2  15.993.583 hab

Amazonas: 1.559.161,682 km2  3.480.937 hab

Região Sul:
Santa Catarina: 95.703,487 km2  6.249.682 hab
Paraná: 199.316,694 km2  10.439.601 hab
Rio Grande do Sul: 268.781,896 km2  10.695.532 hab
Dados de 2010
5. ORGANIZAÇÃO DO SETOR PÚBLICO

FRN – 40% para União e 60% para estados, territórios e DF.


FEDERAL
Formulação Execução U
DNER
Política dos transportes
DERs/DAERs
Ministério DNER

60% FRN
(cotas)

36% 12% 12%


comb.e lubrif. populações sup. territorial
5. ORGANIZAÇÃO DO SETOR PÚBLICO

3 anos após a Lei Joppert – integrados os municípios aos


recursos do FRN.
Dados: coletados do IBGE
e/ou relatórios.
Rateio das
40% União unidades

48% estados, 6/10 2/10 2/10 sup.


comb.e lubrif. populações territorial
territórios e DF

12% municípios

DMERs
5. ORGANIZAÇÃO DO SETOR PÚBLICO

Organização da administração pública do setor rodoviário:


Entidades responsáveis pela política
NÍVEIS DE rodoviária
JURISDIÇÃO Formulação da política Execução da
política
FEDERAL Ministério dos DNER (atual DNIT)
Transportes
ESTADUAL Secretarias de Estado DER, DAER,
DEINFRA
MUNICIPAL Secretarias Municipais DMER, outros
5. ORGANIZAÇÃO DO SETOR PÚBLICO
Lei nº 10.233 de 5 jun., 2001 – reorganiza o gerenciamento
do SNV. A lei estabelece nova estruturação para os
transportes aquaviário e terrestre, criando outros órgãos
ligados ao Ministério dos Transportes:
Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT);
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ);
Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes
(DNIT). Com o DNIT, extingue-se o DNER.
Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)
ÁREAS DE ATUAÇÃO COMPETÊNCIAS

FERROVIÁRIO CONCESSÃO: ferrovias, rodovias e transporte


- exploração da infra-estrutura ferroviária; ferroviário associado à exploração da infra-estrutura.
- prestação do serviço público de transporte ferroviário de
cargas; PERMISSÃO: transporte coletivo regular de passageiros
- prestação do serviço público de transporte ferroviário de pelos meios rodoviário e ferroviário não associados à
passageiros. exploração da infra-estrutura.

RODOVIÁRIO AUTORIZAÇÃO: transporte de passageiros por


- exploração da infra-estrutura rodoviária; empresa de turismo e sob regime de fretamento,
- prestação do serviço público de transporte rodoviário de transporte internacional de cargas , transporte multimodal
passageiros; e terminais.
- prestação do serviço de transporte rodoviário
de cargas.

DUTOVIÁRIO
- cadastro de dutovias.

MULTIMODAL
- habilitação do Operador de Transportes Multimodal.

TERMINAIS E VIAS
- exploração.
5.1. DNIT

Departamento Nacional de Infra-Estrutura de


Transportes
Principal órgão executor do Ministério dos Transportes;

Implantado em Fev/2002 (antigo DNER);

Desempenha funções relativas à construção, manutenção


e operação da infra-estrutura dos segmentos do Sistema
Federal de Viação sob administração direta da União nos
modais rodoviário, ferroviário e aquaviário;
5.1. DNIT

Dirigido por um Conselho Administrativo e por cinco


diretores nomeados pelo Presidente da República e
conta com recursos da própria União para a execução
das obras;

Sede: Brasília (D.F.);

Possui 23 unidades administrativas regionais:


Superintendências.
Organograma das Superintendências

Organograma Geral do DNIT


35

5.2. REDE RODOVIÁRIA – BRASIL

REDE RODOVIÁRIA DO SNV

DIVISÃO EM TRECHOS 2013

Versão: 2013
5.2. REDE RODOVIÁRIA – BRASIL

LEGISLAÇÃO:
 Plano Nacional de Viação  instituído pela: Lei 5.917, de

10 de setembro de 1973; (Revogada pela Lei nº


12.379/2011)
 Sistema Nacional de Viação  instituído pela: Lei nº 12.

379, de 6 de janeiro de 2011.


5.2. REDE RODOVIÁRIA – BRASIL

Total pavimentada  213.453 km

Total não pavimentada  1.349.938,0 km

Planejada  157.309,0 km

Total  1.720.700,0 km
CNT, 2022
5.2. REDE RODOVIÁRIA – BRASIL
Versão: 2013
41
Versão: 2013
42
Versão: 2013
43
Versão: 2013
Versão: 2013
Versão: 2013
REDE SNV - TOTAL
*pouca coisa
mudou em relação
Pavimentada 12,0% 203.598,7 km
a 2022
Não
Pavimentada 80,3% 1.358.829,0 km
Planejada 7,6% 129.094,5 km
Total 100,0% 1.691.522,2 km
COMPARATIVO COM REDE DOS EUA
REDE RODOVIÁRIA – Santa Catarina

 PS  6.482,7 km

 PD  399,8 km 6.992,1 km
 EOD  109,6 km

Rede:
Planejada  44.912,5 km

Total pavimentada  6.992,1 km

Total não pavimentada  54.769,7 km

Total  106.674,3 km
49

SANTA CATARINA

Fonte: DNIT, 2012


6. SITUAÇÃO ATUAL DA MALHA VIÁRIA

Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte


(CNT, 2013) que avalia e estipula notas às estradas sob
três aspectos: pavimento, sinalização e geometria da via
(avalia o perfil da rodovia em trechos com curvas perigosas, e a
existência de faixas adicionais e acostamentos).
6. SITUAÇÃO ATUAL DA MALHA VIÁRIA

Dos 96.714 km avaliados na 17ª Edição, 2013:

• Federais  65.443 km
• Estaduais  31.271 km
• Região Sul  17.020 km
• Santa Catarina  3.113 km
6.1. VARIÁVEIS PESQUISADAS
6.2. RESULTADO – BRASIL
CNT, 2022
6.2. RESULTADO – BRASIL
6.3. RESULTADO – Santa Catarina
6.3. RESULTADO – Santa Catarina
6.3. RESULTADO – Santa Catarina
6.3. RESULTADO – Santa Catarina
SCT-477 - BR-477 BR-116

BR-101
Pará BR-222
SP-055
SP-310/BR-364
BR-116
7. CONCESSÕES

• Lista de Concessões

• Nova Dutra - BR-116/RJ/SP, trecho Rio de Janeiro - São Paulo


• Ponte Presidente Costa e Silva - BR 101/RJ – Trecho Rio – Niterói
• CONCER - BR 040/MG/RJ - trecho Juiz de Fora/MG - Rio de Janeiro/RJ
• CRT - BR-116/RJ, trecho Além Paraíba - Teresópolis – Entroncamento c/ a BR 040/RJ
• CONCEPA - BR 290/RS - Trecho Osório – Porto Alegre/ Entroncamento BR 116/RS
(Guaíba)
• ECOSUL - BR 116/RS, 392/RS e 293/RS
• Autopista Planalto Sul - BR-116/PR/SC – Curitiba – Divisa SC/RS
• Autopista Litoral Sul - BR-116/376/PR e BR-101/SC – Trecho Curitiba – Florianópolis
• Autopista Régis Bittencourt - BR-116/SP/PR – São Paulo – Curitiba
• Autopista Fernão Dias - BR-381/MG/SP - Belo Horizonte - São Paulo
• Autopista Fluminense - BR-101/RJ – Divisa RJ/ES – Ponte Presidente Costa e Silva
• Rodovia Transbrasiliana - BR-153/SP – Divisa MG/SP – Divisa SP/PR
• Rodovia do Aço - BR-393/RJ – Divisa MG/RJ – Entroncamento BR-116 (DUTRA)
• Via Bahia - BR 116/324/BA e BA 526/528
• ECO101 - BR 101/ES/BA - Entroncamento BA-698 (acesso a Mucuri) - Divisa ES/RJ

• Fonte: http://www.antt.gov.br/index.php/content/view/5261.html
REFERÊNCIAS
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-
2014/2011/Lei/L12379.htm
http://ipr.dnit.gov.br/
http://www.cnt.org.br/Paginas/index.aspx
http://www.dnit.gov.br/mapas-multimodais.pdf
http://www.dnit.gov.br/plano-nacional-de-viacao/snv-versao-para-
impressao-pdf
http://www.abcr.org.br/Conteudo/Secao/43/estatisticas.aspx
http://www.antt.gov.br/index.php/content/view/5261.html

Rede Rodoviária do SNV http://ipr.dnit.gov.br

Lee, S.H., 2008. Introdução ao Projeto Geométrico de Rodovias. 3a ed.


Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis,
S.C., Brasil.

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