AULA 04 – AMÁLGAMA
Sempre avaliar se o local que será feito a restauração não é
local onde prejudicará a estética
Vantagens de amálgama
a. Resistente suporta mastigação
b. Barato
c. Resiliente se deforma e volta ao normal
d. Simples técnica de uso
e. Corrosão quanto mais se corroía, mais ele sela as
cavidades
Desvantagens do amálgama
a. Preparo cavitário principalemente em esmalte
socavado
b. Reações liquenoides
Composição do amálgama prata, estanho, cobre, zinco, índio
INDICAÇÕES DE USO DE AMÁLGAMA
Cavidade classe 1 face oclusal
Cavidade classe 2 envolvem cristas marginais, face oclusal,
ocluso mesial ou distal
EVITAR UTILIZAR EM CAVIDADE CLASSE 5 !
O USO DO AMÁLGAMA
Preferível por cavidades retentivas (mais profunda do que
extensa) / encaixotadas para que o amálgama não pule pra fora
Brocas 245 ou 330 em casos de amalgama não retentivos / não
encaixotados, brocas cônicas e pontas arredondadas e optar
por fazer na vestibular ou lingual !
Tecidos cariados tentar remineralizar ou deve ser removido para
fazer a restauração com o amálgama
Esmalte socavado: esmalte sem suporte, em situações como
essa coloca – se ionômero de vidro para criar suporte para o
amálgama
SEMPRE FAZER ISOLAMENTO ABSOLUTO
DENTINA EM CAVITAÇÃO RESTAURAR
AMALGAPINS
Furinhos para que o amalgama se fixe melhor na superfície
MANIPULAÇÃO DO AMÁLGAMA
Condesação apertamento do amálgama com um material
chamado condensado, sempre em regiões menores e difíceis de
restaurar, ponto bom é quando ele grita
Brunimento esfregamento do amálgama para esculpir, um
bom brunimneto garante maior adaptação do amálgama e
aumento de densidade da massa
Ajuste oclusal
Acabamento e polimento
Sempre ser o mais rápido possível e mais delicado
Matriz e cunha só em cavidades classe II
SEMPRE PROTEGER O COMPLEXO DENTINOPULPAR COM
PA (HIDROXIDO DE CALCIO OU CIV DEPENDENDO DA
LESAO CARIOSA