ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO XP BALANCEADO FUNDO MÚTUO DE
PRIVATIZAÇÃO – FGTS CARTEIRA LIVRE
CNPJ nº 45.756.473/0001-51 (“Fundo”)
I. DATA, HORA E LOCAL: Realizada, por meio de assembleia geral por meio do Teams, exclusivamente de
forma eletrônica e remota, nos termos do Regulamento do Fundo, em 05.06.2024, às 10h em 1ª convocação
e em 12.06.2024, às 10h em 2ª convocação (“Assembleia”).
II. COMPOSIÇÃO DA MESA: Presidente – Sr(a). Caio Leite; Secretário(a) – Sr(a). Yoseph Yoo.
III. CONVOCAÇÃO: Realizada por meio de correspondência encaminhada a cada um dos cotistas do Fundo
em 21 de maio de 2024, nos termos do artigo 12 da Instrução CVM Nº 279, de 14 de maio de 1998,
conforme alterada (“ICVM 279”).
IV. PRESENÇA: Os referidos cotistas do Fundo, representados pela XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE
CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., na qualidade de Distribuidor por Conta e Ordem
(“Distribuidor PCO”), conforme votos apresentados na Assembleia e a XP INVESTIMENTOS CORRETORA
DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., inscrita no CNPJ sob o nº 02.332.886/0001-04,
situada na Av. Ataulfo de Paiva nº 153, 5º e 8º andares, Leblon, na cidade e Estado do Rio de Janeiro na
qualidade de instituição administradora do Fundo (“Administradora”) não compareceram fisicamente na
presente assembleia, todavia, suas assinaturas na ata e/ou as Manifestações de Voto enviadas representam
seus votos para as deliberações abaixo.
V. ORDEM DO DIA: Deliberar sobre a:
(i) alteração da política de investimento do Fundo, disposta no 3.1 do Regulamento do Fundo, para incluir
o “objetivo de seguir a alocação em ativos de renda variável entre 51% (cinquenta e um por cento) e 60%
(sessenta por cento)”; remover os mínimos e máximos previstos do subitem (v) para investimento em
“valores mobiliários de companhias abertas, negociados em bolsa de valores, mercado de balcão
organizado por instituição autorizada pela CVM, ou objeto de oferta pública registrada na CVM.”, bem
como ajustar a renumeração dos subitens;
(ii) autorização para a Administradora tomar todas as providências necessárias para a implementação das
deliberações aprovadas nos itens acima.
VI. DELIBERAÇÕES:
Em 1ª convocação, foram recebidos os votos dos cotistas códigos: 356570, 2922608, 4480400, 3897468 e
2272821 aprovando as matérias e 9696842 e 2490033 reprovando as matérias totalizando 3,78% das cotas
emitidas. Sendo assim, em conformidade com o disposto no Artigo 13 da ICVM 279/98, não houve quórum
mínimo de 5% (cinco por cento) das cotas emitidas para instalação da Assembleia.
Em 2ª convocação, sendo o quórum mínimo qualquer número de presentes, a presente Assembleia foi
instalada, sendo recebido os votos dos cotistas códigos 498043, 8766636 e 8474471, totalizando 3,02%
das cotas emitidas, aprovando as matérias, bem como os votos dos cotistas 9696842, 2490033 e 2103288,
totalizando 2,18% das cotas emitidas, reprovando as matérias, sendo todos os cotistas representados por
seu Distribuidor PCO.
Sendo assim, as matérias da Ordem do Dia foram aprovadas pela maioria das cotas presentes.
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A Administradora esclarece que os códigos de identificação dos cotistas são estabelecidos pelo Distribuidor
PCO.
Desta forma, mediante o envio prévio das manifestações de voto pelo Distribuidor PCO representando os
cotistas votantes, restou aprovada, sem quaisquer restrições ou ressalvas, a:
(i) alteração da política de investimento do Fundo, disposta no 3.1 do Regulamento do Fundo, para incluir
o “objetivo de seguir a alocação em ativos de renda variável entre 51% (cinquenta e um por cento) e 60%
(sessenta por cento)”; remover os mínimos e máximos previstos do subitem (v) para investimento em
“valores mobiliários de companhias abertas, negociados em bolsa de valores, mercado de balcão
organizado por instituição autorizada pela CVM, ou objeto de oferta pública registrada na CVM.”, bem
como ajustar a renumeração dos subitens. Neste sentido, referido item passará a vigorar com a seguinte
redação:
“ 3.1. O Fundo deverá manter seus recursos aplicados nos ativos abaixo relacionados, com objetivo de
seguir a alocação em ativos de renda variável entre 51% (cinquenta e um por cento) e 60% (sessenta por
cento), devendo ser observado os seguintes limites de aplicação:
(i) Em valores mobiliários de companhias abertas, negociados em bolsa de valores, mercado de
balcão organizado por instituição autorizada pela CVM, ou objeto de oferta pública registrada na
CVM; e
(ii) Até o limite de 49% (quarenta e nove por cento) do valor do Patrimônio Líquido em títulos de
renda fixa, privados ou públicos federais;
(iii) Posições em mercados organizados de liquidação futura, envolvendo contratos referenciados
em ações ou índices de ações, com o objetivo exclusivo de proteger posições detidas à vista, até o
limite destas;
(iv) Cotas de fundos negociáveis de investimento em índice de mercado, regulado pela CVM.”
(ii) autorização para a Administradora tomar todas as providências necessárias para a implementação das
deliberações aprovadas nos itens acima, a partir da abertura do dia 22 de julho de 2024.
As Manifestações de Voto assinadas pelos cotistas encontram-se arquivadas junto ao Distribuidor PCO e
na sede da Administradora.
VII. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a ser tratado, a presente ata foi lavrada, lida e aprovada pelos
supracitados.
Rio de janeiro, 12 de junho de 2024.
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XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A
ADMINISTRADORA
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CAPÍTULO I – DO FUNDO
1.1. O XP BALANCEADO FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO – FGTS CARTEIRA LIVRE,
doravante designado, abreviadamente “Fundo”, é uma comunhão de recursos constituída sob a forma
de condomínio aberto, com prazo mínimo de duração de 3 (três) anos, regido por este Regulamento
e demais disposições legais aplicáveis, notadamente a Instrução da Comissão de Valores Mobiliários -
CVM (“CVM”) nº 279, de 14 de maio de 1998, conforme alterada (“ICVM 279”), e as normas posteriores
que a alterem, complementem ou substituam.
Parágrafo Único - O Fundo será composto pelas transferências de recursos de Fundos Mútuos de
Privatização - FGTS e Clubes de Investimento - FGTS de titularidade de pessoas físicas dispostas a
aplicar em Fundo Mútuo de Privatização - FGTS Carteira Livre e/ou por recursos de pessoas físicas
titulares de contas vinculadas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
1.2. A administração fiduciária do Fundo será realizada pela XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE
CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., inscrita no CNPJ sob o nº 02.332.886/0001-04,
com sede na Av. Ataulfo de Paiva nº 153, 5º e 8º andares, Leblon, na cidade e Estado do Rio de Janeiro,
CEP 22440-033, autorizada pela CVM a exercer a atividade de administração de carteira de valores
mobiliários, por meio do Ato Declaratório CVM nº 10.460, de 26 de junho de 2009 (“Administradora”).
1.3. A gestão profissional da carteira do Fundo será realizada pela XP GESTÃO DE RECURSOS
LTDA., inscrita no CNPJ sob o nº 07.625.200/0001-89, com sede na Av. Presidente Juscelino Kubitschek
nº 1909, São Torre Sul, 30º andar (parte), Vila Nova Conceição, na Cidade e Estado de São Paulo, CEP
04.543-907, autorizada pela CVM a exercer a atividade de administração de carteira de valores
mobiliários, por meio do Ato Declaratório CVM nº 8.650, de 03 de fevereiro de 2006 (“Gestora”).
Parágrafo Único. Para fins deste Regulamento a Gestora está devidamente autorizada e habilitada
pela CVM para administrar carteira de ativos financeiros, incluindo fundos de investimento, a quem
compete negociar, em nome do Fundo, os ativos financeiros integrantes da carteira.
1.4. As atividades de custódia e tesouraria do Fundo serão realizadas pelo BNY MELLON BANCO
S.A., inscrito no CNPJ sob o nº 42.272.526/0001-70, com sede na Cidade e Estado do Rio de Janeiro,
na Avenida Presidente Wilson, n° 231, 10º andar, conjunto 1001, Centro, CEP 20030-905, autorizado
pela CVM a realizar tais atividades por meio do Ato Declaratório nº 12.605, de 26 de setembro de 2012
(“Custodiante”).
1.5. As atividades de escrituração de cotas serão realizadas pelo BNY MELLON SERVIÇOS
FINANCEIROS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., inscrito no CNPJ sob
o nº 02.201.501/0001-61, com sede na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, na Avenida Presidente
Wilson, nº 231, 11º andar, Centro, autorizada pela CVM a prestar tais atividades por meio do Ato
Declaratório CVM nº 4.620, de 19 de dezembro de 1997 (“Escriturador”).
CAPÍTULO II – OBJETIVO DO FUNDO
2.1. O objetivo do Fundo é obter ganhos aos seus cotistas, mediante investimentos em ativos
financeiros de renda variável, como valores mobiliários de companhias abertas, negociados em bolsa
de valores, mercado de balcão organizado por instituição autorizada pela CVM, ou objeto de oferta
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pública registrada na CVM (“Distribuição”) e títulos de renda fixa de emissão do Tesouro Nacional ou
Banco Central do Brasil, observadas as limitações legais e regulamentares em vigor.
CAPÍTULO III – DA COMPOSIÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO
3.1. O Fundo deverá manter seus recursos aplicados nos ativos abaixo relacionados, com objetivo
de seguir a alocação em ativos de renda variável entre 51% (cinquenta e um por cento) e 60% (sessenta
por cento), devendo ser observado os seguintes limites de aplicação:
(i) Em valores mobiliários de companhias abertas, negociados em bolsa de valores, mercado
de balcão organizado por instituição autorizada pela CVM, ou objeto de oferta pública registrada
na CVM; e
(ii) Até o limite de 49% (quarenta e nove por cento) do valor do Patrimônio Líquido em títulos
de renda fixa, privados ou públicos federais;
(iii) Posições em mercados organizados de liquidação futura, envolvendo contratos
referenciados em ações ou índices de ações, com o objetivo exclusivo de proteger posições
detidas à vista, até o limite destas;
(iv) Cotas de fundos negociáveis de investimento em índice de mercado, regulado pela CVM.
Parágrafo Primeiro. Não será permitida a aplicação em títulos e valores mobiliários emitidos pela
Administradora ou emitidos por empresa controladora, coligada, controlada, por empresa integrante
do mesmo grupo de sociedade ou por grupos de sociedades ou, ainda, por empresa consorciada do
grupo da Administradora.
Parágrafo Segundo. Quaisquer rendimentos pagos pelos títulos públicos federais de renda fixa, bem
como dividendos ou bonificações pagos/distribuídos por emissores das ações componentes da
carteira do Fundo serão incorporados ao respectivo patrimônio do Fundo.
Parágrafo Terceiro. O Fundo deverá se enquadrar no limite previsto no inciso (ii) deste artigo, no
prazo máximo de 60 (sessenta) dias após o início de suas atividades
CAPÍTULO IV – DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DO FUNDO E SUA REMUNERAÇÃO
4.1. A Administradora terá poderes para gerir o patrimônio do Fundo podendo abrir e movimentar
contas bancárias, transigir, praticar, enfim, todos os atos necessários à administração fiduciária da
carteira, observadas as obrigações e limitações normativas.
Parágrafo Único. O Fundo não contará com comitês ou outros mecanismos de participação de cotistas
nas decisões relacionadas à administração da sua carteira de ativos.
4.2. A Administradora poderá, mediante aviso prévio de 3 (três) meses e com comunicação escrita
endereçada a cada cotista, renunciar à administração do Fundo, ficando obrigada, no mesmo ato, a
comunicar sua intenção à CVM.
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Parágrafo Único. Nas hipóteses de renúncia, descredenciamento ou inabilitação da Administradora
ou Gestora pela CVM ou outras autoridades, fica a Administradora obrigada a convocar, em até 2 (dois)
dias úteis a partir da formalização da renúncia ou do ato legal que embasar o descredenciamento ou
inabilitação, a Assembleia Geral para eleger a sua substituta ou deliberar a incorporação do Fundo a
outro Fundo Mútuo de Privatização - FGTS. A Administradora e/ou a Gestora permanecerão no
exercício de suas funções até sua efetiva substituição.
4.3. A taxa de administração é de 1,5% a.a. (um vírgula cinco por cento ao ano), incidente sobre o
patrimônio líquido do Fundo, calculada e provisionada todo dia útil e deverá ser paga mensalmente
no quinto dia útil de cada mês.
Parágrafo Único. A taxa de administração compreende a remuneração da Administradora pela
administração do Fundo, bem como os valores devidos aos prestadores de serviço responsáveis pela
gestão, tesouraria, escrituração e distribuição de cotas.
4.4. A Gestora terá poderes para exercer todos os direitos inerentes aos títulos e valores mobiliários
integrantes da carteira do Fundo, inclusive o de ação e o de comparecer e votar em assembleias gerais
ou especiais, podendo, igualmente, adquirir e alienar livremente títulos e valores mobiliários, transigir,
praticar, enfim, todos os atos necessários à gestão de recursos da carteira, observadas as obrigações e
limitações normativas.
CAPÍTULO V – DA ASSEMBLEIA GERAL
5.1. O Fundo observará as regras previstas na regulamentação, especialmente o Artigo 11 e seguintes
da ICVM 279, referente à assembleia geral de cotistas.
Parágrafo Único. O presente Regulamento poderá ser alterado, independentemente de Assembleia
Geral ou de consulta aos cotistas, sempre que tal alteração decorrer exclusivamente da necessidade de
atendimento a exigências da CVM, em consequência de normas legais ou regulamentares, devendo
ser providenciada, no prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da comunicação da CVM, a necessária
publicação e comunicação aos cotistas.
5.2. As deliberações da Assembleia Geral poderão ser tomadas mediante processo de consulta
formalizada pela Administradora, por escrito, a cada cotista para resposta no prazo de 20 (vinte) dias.
Parágrafo Primeiro. Da consulta deverão constar todos os elementos informativos necessários ao
exercício do direito de voto, incluindo o endereço ou endereço de correio eletrônico para o qual
deverão ser remetidos os votos de cada cotista.
Parágrafo Segundo. Nos termos do Parágrafo 2º do Art. 14 da ICVM 279, a ausência de resposta será
considerada como anuência por parte do cotista, desde que tal previsão conste expressamente da
consulta.
Parágrafo Terceiro. O quórum de deliberação para o processo de consulta formalizada será o de
maioria absoluta das cotas emitidas, independentemente da matéria.
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CAPÍTULO VI – DA EMISSÃO E COLOCAÇÃO DE COTAS
6.1. As cotas do Fundo correspondem a frações ideais do seu patrimônio e asseguram a seus titulares
os mesmos direitos, sendo nominativas, intransferíveis e mantidas em conta de depósito em nome de
seus titulares.
6.2. Na emissão de cotas, é utilizado o valor apurado no dia da efetiva transferência dos recursos de
outros fundos mútuos de privatização - FGTS ou clubes de investimento - FGTS à Administradora.
Parágrafo Primeiro. Caso no dia da efetiva disponibilidade de recursos transferidos de outros fundos
mútuos de privatização - FGTS à Administradora não houver movimentos e liquidações financeiras nas
bolsas de valores onde os ativos integrantes da carteira do Fundo são negociados, será utilizado o
valor de cota do dia útil imediatamente posterior.
Parágrafo Segundo. As cotas do Fundo serão integralizadas com a transferência de recursos de outros
fundos mútuos de privatização - FGTS ou clubes de investimento FGTS, que procederá à imediata
subscrição e integralização de cotas.
Parágrafo Terceiro. A data de subscrição das cotas corresponderá à data em que o Agente Operador
do FGTS comunicar à Administradora o bloqueio nas contas vinculadas do FGTS de titularidade dos
investidores.
Parágrafo Quarto. A integralização de cotas dar-se-á concomitantemente à liquidação financeira da
subscrição das ações (“Integralização Inicial”) ou à data da transferência, na forma do inciso II do Artigo
7.1.
6.3. O valor das cotas do Fundo será calculado diariamente e resultará da divisão do valor do
Patrimônio Líquido do Fundo pelo número de cotas emitidas pelo Fundo, ambos no fechamento do
dia.
6.4. A qualidade de cotista do Fundo é comprovada pelo documento de solicitação de aplicação inicial
no Fundo e pelo extrato das contas de depósito.
6.5. Não haverá cobrança de qualquer taxa a título de ingresso ou saída do Fundo, nem de
performance.
CAPÍTULO VII - DO RESGATE E TRANSFERIBILIDADE DAS COTAS
7.1. Serão permitidas a transferência e o resgate de cotas do Fundo, totais ou parciais, nas seguintes
hipóteses:
(i) nas condições estabelecidas pelas Leis n.º 8.036/90 e n.º 9.491/97 e alterações posteriores
e pelos Decretos n.º 99.684/90 e n.º 2.430/97 e alterações posteriores, que deverão constar
do respectivo documento de autorização a ser emitido pelo Agente Operador do FGTS;
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(ii) após decorrido o prazo mínimo de 6 (seis) meses, contados da data da Integralização Inicial,
para transferência total do investimento para outro Fundo Mútuo de Privatização - FGTS
ou para um Clube de Investimento - FGTS;
(iii) após decorrido o prazo mínimo de 12 (doze) meses, contados da data da Integralização
Inicial, para retorno às contas vinculadas dos investidores junto ao FGTS; ou
(iv) para resgate por Clube de Investimento - FGTS, observado o limite de 5% (cinco por cento)
das cotas de cada clube de investimento.
Parágrafo Primeiro. Na solicitação de resgate de cotas do Fundo, o cotista deverá indicar o montante
em reais ou o número de cotas a serem resgatadas e, conforme o caso, o retorno à conta vinculada
dos investidores junto ao FGTS ou o Fundo Mútuo de Privatização - FGTS ou Clube de Investimento -
FGTS para o qual pretende transferir os recursos.
Parágrafo Segundo. Quando ocorrer a transferência do investimento do Fundo para outro Fundo
Mútuo de Privatização - FGTS ou Clube de Investimento - FGTS, a Administradora repassará os recursos
na data do resgate, através de documento de crédito no qual conste a data da integralização inicial em
favor da instituição administradora receptora, que procederá à imediata subscrição e integralização de
cotas.
Parágrafo Terceiro. Na hipótese de retorno à conta vinculada do investidor junto ao FGTS, a
Administradora repassará os recursos mediante quitação, nos termos definidos pelo Agente Operador
do FGTS, por meio do documento instituído para esse fim.
Parágrafo Quarto. Sempre que ocorrer a hipótese prevista no inciso (ii) do caput do Artigo 7.1 acima,
a Administradora deverá informar ao Agente Operador do FGTS, no prazo máximo de 5 (cinco) dias
úteis, as movimentações realizadas.
7.2. O resgate de cotas do Fundo será feito pelo valor da cota de fechamento do dia seguinte ao da
solicitação de resgate, devendo o mesmo ser efetivado no período máximo de 5 (cinco) dias úteis,
contados da data da formalização do pedido, sem a cobrança de qualquer taxa.
Parágrafo Único. Entendem-se como dias úteis, para efeito deste artigo, os dias em que houver
movimentos e liquidações financeiras nas bolsas de valores onde os ativos integrantes da carteira do
Fundo são negociados.
CAPÍTULO VIII – DOS ENCARGOS DO FUNDO
8.1. Constituirão encargos do Fundo, além da taxa de administração disposta acima, as seguintes
despesas:
I – taxas, impostos ou contribuições federais, estaduais, municipais ou autárquicas, que recaiam ou
venham a recair sobre os bens, direitos e obrigações do Fundo;
II – despesas com impressão, expedição e publicação de relatório e demonstrações financeiras,
formulários e informações periódicas, previstas nesta Instrução ou na regulamentação pertinente;
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III – despesas com correspondência de interesse do Fundo, tais como convocações ou comunicações
aos cotistas;
IV – honorários e despesas dos auditores independentes encarregados da revisão das demonstrações
financeiras do Fundo, da análise de sua situação e da atuação da instituição administradora;
V – emolumentos e comissões pagas por operações de compra e venda de títulos e valores mobiliários
do Fundo;
VI – honorários de advogado, custas e despesas processuais correlatas, incorridas em razão de defesa
dos interesses do Fundo, em juízo ou fora dele, inclusive valor de eventual condenação imputada ao
Fundo;
VII – parcela de prejuízos não coberta por apólices de seguro e não decorrente diretamente de culpa
ou negligência da instituição administradora no exercício de suas funções;
VIII – quaisquer despesas inerentes à liquidação do Fundo ou à realização de Assembleia Geral de
Cotistas;
IX – despesas relativas ao pagamento pelos serviços de custódia de títulos e valores mobiliários do
Fundo.
Parágrafo Primeiro. Quaisquer vantagens auferidas pela Administradora, em decorrência das
operações do Fundo, deverão ser revertidas em benefício do próprio Fundo.
Parágrafo Segundo. Outras despesas não previstas nas normas da CVM que regulamentam este
Fundo, não serão imputáveis como encargos do Fundo.
Parágrafo Terceiro. Durante um período de 12 (doze) meses contados da data de início do e/ou no
momento em que o patrimônio líquido do Fundo atingir, pela primeira vez, a quantia de R$
10.000.000,00 (dez milhões de reais), o que ocorrer primeiro, a Gestora pagará, em nome do Fundo, as
seguintes despesas:
I – Despesas relativas a cobrança de taxa de fiscalização CVM e ANBIMA;
II – Despesas com o registro de documentos em cartório, impressão, expedição e publicação de
relatórios e informações periódicas previstas na Instrução CVM nº 555/2014;
III – Despesas com correspondências de interesse do Fundo, inclusive comunicações aos cotistas;
IV – Honorários e despesas do auditor independente;
V – Honorários de advogado, custas e despesas processuais correlatas, incorridas em razão de defesa
dos interesses do Fundo, em juízo ou fora dele, inclusive o valor da condenação imputada ao Fundo,
se for o caso; e
VI – Despesas relativas a cobrança de taxa de custódia;
VII - despesas bancárias, inclusive de abertura e manutenção de contas B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão -
Segmento Cetip UTVM (“B3”), SELIC e CBLC.
Parágrafo Quarto. O reembolso, pela Gestora, das despesas mencionadas acima, deverá ser realizado
até o dia 10 (dez) do mês subsequente ao pagamento das referidas despesas pelo Fundo.
CAPÍTULO IX – DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E DA AVALIAÇÃO DO PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
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9.1. O Fundo terá escrituração contábil própria, devendo as suas aplicações, contas e
demonstrações financeiras serem segregadas daquelas da Administradora e sujeitas às normas de
escrituração, elaboração, remessa e publicidade emanadas da CVM.
9.2. O exercício social do Fundo encerrará em 31 de março de cada ano de seu prazo de duração.
9.3. As demonstrações financeiras do Fundo, elaboradas ao final de cada exercício social, deverão
ser auditadas por auditor independente registrado na CVM.
Parágrafo Único. O parecer do auditor independente relativo às demonstrações financeiras deverá
manifestar-se sobre observância das normas regulatórias e deste Regulamento.
CAPÍTULO X – DAS INFORMAÇÕES
10.1. A Administradora deverá remeter a cada cotista, bimestralmente, até 15 (quinze) dias após o
encerramento do bimestre, documento contendo as seguintes informações:
a) número de cotas possuídas e seu valor;
b) rentabilidade auferida em cada um dos meses do bimestre anterior;
c) valor e composição da carteira, discriminando quantidade, espécie e cotação dos títulos e
valores mobiliários que a integram, valor de cada aplicação e sua percentagem sobre o valor
total da carteira do Fundo;
d) remuneração da Administradora;
e) outras informações relevantes relativas ao Fundo.
Parágrafo Único. A Administradora deverá remeter, anualmente, a cada cotista:
a) balanço e demais demonstrações financeiras, referentes ao período, acompanhados do parecer
do auditor independente; e
b) informações sobre o valor dos encargos debitados ao Fundo em cada um dos dois últimos
anos, conforme o disposto neste Regulamento, devendo ser especificado seu valor e percentual
em relação ao patrimônio líquido médio anual do Fundo, em cada ano.
CAPÍTULO XI – DA FORMA DE COMUNICAÇÃO
11.1. A Administradora utilizará canais eletrônicos, incluindo a rede mundial de computadores, como
forma de comunicação e disponibilização de informações, fatos relevantes e documentos, salvo as
hipóteses previstas neste Regulamento.
Parágrafo Primeiro. Os custos decorrentes do envio de correspondência física para o endereço de
cadastro do cotista serão suportados pelo Fundo.
Parágrafo Segundo. Caso o cotista não tenha comunicado à Administradora a atualização de seu
endereço, seja para envio de correspondência por carta ou através de meio eletrônico, a
Administradora ficará exonerada do dever de prestar-lhe as informações previstas em regulamentação
pertinente, a partir da última correspondência que tiver sido devolvida por incorreção no endereço
declarado.
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XP BALANCEADO FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO – FGTS CARTEIRA LIVRE | CNPJ/ME nº
45.756.473/0001-51
CAPÍTULO XII - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
12.1. No caso de o patrimônio líquido do Fundo ser inferior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais)
depois de decorrido o prazo mínimo de duração de que trata o Artigo 1.1 deste Regulamento ou na
hipótese de a carteira do Fundo não estar devidamente enquadrada, nos termos deste Regulamento,
após a observância dos procedimentos e prazos de que tratam os Parágrafos Primeiro e Quarto do
Artigo 3.1., será convocada Assembleia Geral para liquidar o Fundo.
Parágrafo Primeiro. Os cotistas terão 30 (trinta) dias, contados da data em que forem notificados
sobre a deliberação da Assembleia Geral que liquidar o Fundo, para solicitar a transferência de seus
recursos para outro Fundo Mútuo de Privatização - FGTS ou para um Clube de Investimentos ou para
a respectiva conta vinculada junto ao FGTS.
Parágrafo Segundo. No caso dos cotistas não se manifestarem dentro do prazo estabelecido no
Parágrafo Primeiro acima, os recursos correspondentes às cotas do Fundo serão transferidos,
automaticamente, às respectivas contas do FGTS.
12.2. Fica eleito o foro da cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com expressa renúncia
a qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir quaisquer demandas relativas ao Fundo
e/ou questões concernentes ao presente Regulamento.
Rio de Janeiro, 22 de julho de 2024.
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