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PMESP

CURSO
PROCEDIMENTO OPERACIONAL
PADRÃO

CONTEÚDO PARA USO EXCLUSIVO EM ROLEPLAY.


Autor: first0320 | Coronel PM Thiago Castro
SOBRE O POP
A i nstrução de p roced i men t o
op e raci onal p a drã o t em como
obj eti v o pad ron i z a r o p ol i ci a men t o,
man tendo v a l ores , t ra d i ções e
doutri nas da i n s ti tui çã o.
HIERARQUIA E
ESTRUTURA

É um si stema de org a n i z a çã o e es t rut ura çã o


que permi te o f un c i on a men t o ef i ci en t e d a
Pol í ci a Mi l i t a r e a p romoçã o d e d i s ci pl i n a ,
ef i cáci a opera c i on a l e un i d a d e. Nes t e
con texto, a h i era rqui a ref ere-s e à
di stri b ui ção de a ut ori d a d e e
r esponsabi l i da de de a c ord o com os n í v ei s d e
comando e c l a s s i f i c a çã o d en t ro da
i nsti t ui ção.
HIERARQUIA E ESTRUTURA
PRAÇAS

PRAÇAS
Sol dado de 1ª e 2ª Cl asse
A tarefa do sol dado na Pol í ci a Mi l i tar é ser o responsável pel a real ização de patrul has e ações preventivas para manter a
ordem públ i ca, preveni r e repri mi r cri mes, sendo a composição base da instituição.
O Sol dado de 2ª cl asse é consi derado um pol icial em período probatório.

PRAÇAS
Cabo
A função do cabo envol ve l i derança e supervisão direta de outros pol iciais mil itares de patente inferior. El e fornece
ori entação e apoi o no cumpri mento das missões diárias. O cabo é responsável por transmitir as ordens e diretrizes dos
superi ores aos subordi nados, garanti ndo que as tarefas sejam executadas de forma adequada e eficiente.
HIERARQUIA E ESTRUTURA
PRAÇAS

PRAÇAS GRADUADOS
1°, 2° e 3° Sargento
Os sargentos são el ementos i mportantes na gestão e coordenação das operações pol iciais, assim como na orientação e
trei namento dos pol i ci ai s mi l i tares de patentes inferiores.
Uma das pri nci pai s responsabi l i dades dos sargentos é l iderar equipes de pol iciais mil itares e supervisionar suas atividades
operaci onai s. São encarregados de pl anejar e executar missões pol iciais, garantindo a eficácia e a segurança das operações.
Também são responsávei s por assegurar que os procedimentos operacionais padrão sejam seguidos, bem como pel a apl icação
adequada das l ei s e regul amentos. Neste cargo, podem assumir atribuiçõesde gestão, sendo comando de grupos.

PRAÇAS GRADUADOS
Subtenente
O subtenente na Pol í ci a Mi l i tar ocupa uma posição de l iderança de nível intermediário dentro da hierarquia da instituição.
Essa patente representa uma progressão na carreira mil itar, após ter al cançado o posto de sargento. Interl iga os Praças e
Praças Graduados com o Quadro de Ofi ciais Pol iciais Mil itares.
A função do subtenente na PM é mul ti facetada e abrange diversas responsabil idades. Em primeiro l ugar, el es desempenham
um papel i mportante na supervi são e coordenação de equipes de pol iciais mil itares. Os subtenentes são encarregados de
l i derar uni dades operaci onai s e garanti r que as atividades sejam executadas de acordo com as diretrizes estabel ecidas.
Al ém di sso, os subtenentes têm um papel significativo no treinamento e desenvol vimento dos pol iciais mil itares sob sua
supervi são. Também, comumente são atribuídos como adjunto em comando de um pel otão ou comando de grupos.

PRAÇA ESPECI AL
Aspi rante a Ofi ci al
O posto de Aspi rante a Ofi ci al é um estágio na carreira dos oficiais. Os Aspirantes a Oficial são pol iciais mil itares que
concl uí ram com sucesso o curso de formação de oficiais da APMBB e estão em processo de transição entre o nível de praça e
o de ofi ci al .
HIERARQUIA E ESTRUTURA
OFICIAIS

OFI CI AI S SUBALTERNOS
1° e 2° Tenente
Os Tenentes desempenham um papel fundamental na l iderança e gestão das atividades operacionais.
Como ofi ci ai s, os Tenentes têm responsabil idades ampl as e variadas. El es são encarregados de comandar unidades
operaci onai s, l i derar pel otões de pol i ci ais mil itares e garantir a execução eficiente das missões atribuídas. Os Tenentes são
responsávei s por pl anej ar, coordenar e supervisionar operações pol iciais, garantindo a segurança e o cumprimento das l eis e
regul amentos, admi ni strati vamente e operacional mente.

OFI CI AL I NTERMEDIÁRIO
Capi tão
Capi tães possuem responsabi l i dades ampl as e abrangentes. El es são encarregados de comandar companhias ou coordenar
batal hões, assumi ndo a responsabi l i dade pel o treinamento, discipl ina e eficácia dos que estão sob sua l iderança.
Desempenham um papel i mportante na coordenação e pl anejamento de operações pol iciais. El es são responsáveis por anal isar
i nformações, i denti fi car necessi dades operacionais, estabel ecer estratégias e tomar decisões táticas para garantir a segurança
públ i ca e o cumpri mento da l ei .

OFI CI AI S SUPERIORES
Maj or, Tenente-Coronel e Coronel
Os Maj ores tem o dever de admi ni strar o trabal ho de todos os oficiais intermediários e subal ternos. Neste ponto, já poderá
tornar-se comando de um batal hão.
Tenentes-Coronei s são comandantes de batal hões ou sub comandantes de Comandos de Pol iciamento. Tem como
responsabi l i dade del egar e organi zar seu efetivo.
Coronéi s, por sua vez, são comandantes de Comandos de Pol iciamento, onde dentro deste estão batal hões. Este posto
antecede o de Comandante Geral .
MEDIDAS DISCIPLINARES
RAZÕES
Um ambi ente di sci pl i nado contri bui para a execução eficiente das tarefas e missões, promove a integridade e a excel ência
profi ssi onal . Al ém di sso, a di sci pl i na fortal ece os val ores fundamentais da instituição, como o respeito, a honra, a coragem e o
comprometi mento com o bem-estar da comunidade.

DI RETRI ZES
Todo o efeti vo deve ter ci ênci a e segui r as definições abaixo:
É fundamental acatar prontamente as ordens de um superior hierárquico;
Deve-se segui r a hi erarqui a e evi tar questionar ou cobrar um superior hierárquico sem estar no ambiente apropriado e sem as
devi das autori zações para i sto;
Deve-se tratar o superi or hi erárqui co com respeito e cortesia em todas as situações;
Ao avi star um pol i ci al de patente superi or, é obrigatório prestar continência e em contextos específicos se apresentar;
Deve-se aguardar o térmi no da fal a de um pol icial mais antigo antes de se manifestar, ou pedir permissão para fal ar;
Ao entrar ou sai r de uma sal a, é adequado sol icitar autorização ao pol icial de patente mais al ta presente;
Deve-se uti l i zar sempre a graduação ou posto para se dirigir ao superior, evitando chamá-l o somente pel o nome;
Não deve-se sol i ci tar promoções ou medal has diretamente, sem autorização e fora de ambiente apropriado;
O policial nunca deverá faltar com a verdade, mantendo a honestidade e integridade em todas as circunstâncias.

DEVERES
Como um agente de apl i cação da l ei , o pol icial tem o dever de cumprir com estas. O pol icial não possui imunidade em rel ação à
l ei . Esta é uni versal e se apl i ca a todos, sendo é estritamente il egal favorecer conhecidos ou próximos util izando de seu poder
l egal para i sso.
1 F AR DAMENT O
É necessário que o policial esteja devidamente uniformizado de
acordo com as normas estabelecidas pelo seu Batalhão e sua
graduação ou posto. Em relação a óculos, este somente é
permitido para policiais com erros de refração, sendo de sol
proibido.

2 CAB ELOS E PEL O S F ACIA IS


O uso de pelos faciais para os policiais é restrito, exceto na região acima
da boca, desde que não ultrapassem a linha do lábio superior (bigode).
Contudo, soldados de Soldado de 2ª Classe não são autorizados a utilizar.
Cortes na sobrancelha não são permitidos.
O cabelo deve ser curto e na cor natural e de policiais femininas deve ser
preso com um coque.

3 TATUAGENS
Não é permitido policiais terem a mesma tatuagem com a
finalidade de se identificarem para formação de um grupo
específico ou tatuagens que façam apologia à crimes do código
penal.
ÁREAS DE BATALHÃO

ACESSO DE CI VI S DI S PAROS DES CARTE DE L I XO

Nen hum ci vi l dev e a c es sa r É p roi b i do di s p a ra r Devem ser descartados


as dependên c i a s de BPM s ar mas de f og o n a s
dep endênci as de somente em lixeiras
sem e star acomp a n h a do d e
BPMs, sal vo os que apropriadas. Descartar
um Pol i ci al Mi l i ta r.
Che cag em de doc umen tos
p ossuem est a n de de itens no chão ou em
ti r o, onde só é
dev e s er f ei t a , c omo uma p er mi t i do di s p a ros baús é estritamente
med i d a de se g ura n ça . no l o cal sup ra c i ta do. proibido.

É DE R ESPON S AB I L I D ADE D E TO D O S O Z E L O PEL A INT EGRIDADE DOS B AT AL HÕES .


PATRULHAMENTO
Nunca deverá ser feito o patrulhamento sozinho;
Quando iniciar o serviço, é obrigação do policial estar com todos
os itens necessários e adicionais consigo, com a finalidade de
minimizar paradas desnecessárias durante a patrulha.

É obrigação do chefe de equipe realizar verificações antes de


iniciar atividades. Deverá checar os armamentos, verificar o
compartimento de equipamentos da viatura e vestimentas da
equipe;
Em patrulhamento noturno, é obrigatório o uso dos faróis;
Em patrulhamento preventivo, modalidade padrão da rádio
patrulha, é obrigatório o uso de giroflex durante este;
Há exceções para policiais com problemas de desempenho no
PC, onde poderão mantê-lo desligados em determinadas áreas
da cidade.
PATRULHAMENTO
FUNÇÕES NA VIATURA
Primeiro homem: Chefe de equipe. Este definirá o patrulhamento
da equipe, os civis que serão abordados e a comunicação de rádio;
Segundo homem: Motorista. Tem a responsabilidade de garantir a
segurança e transporte eficiente de todos os policiais até o local
de uma ocorrência;
Terceiro homem: Policial auxiliar que tem como tarefa gerenciar o
GPS da viatura, apoiar a equipe e especificamente o encarregado
em determinadas circunstâncias e é responsável por buscas
pessoais e veiculares;
Quarto homem: Segundo auxiliar, tem como função anotar os
talões em aberto e ajudar a equipe na segurança e em tarefas
durante a patrulha.

ATENDI MENTO DE OCORRÊNCIAS


O atendimento de chamados via 190 é dever das equipes de
radiopatrulhamento. Em todas ocorrências e chamados repassados
pelo COPOM deve ser considerados fatores de distância, tempo e
grau de periculosidade, ficando a critério do encarregado o
deslocamento para o local do incidente ou das viaturas de
comando, caso definam uma viatura específica para atender.
Em deslocamento é obrigatório o uso de sinal sonoro e luminoso,
sendo permitido desligar o sonoro a 650 metros do ponto central
do raio da ocorrência.
O limite de viaturas por acompanhamento é 4.
PATRULHAMENTO

ATENDI MENTO DE OCORRÊNCIAS


É dever da viatura primária de atendimento da ocorrência fazer a
condução (exceções para equipes de motos) e apresentação na
Delegacia de Polícia Civil. As demais viaturas de assistência não
deverão interferir nas decisões e entrevistas feitas pelo
encarregado de equipe primária.
Na ausência da viatura primária, só poderão ser considerados
crimes na qual a viatura de apoio presenciou ou encontrou, não
sendo plausível a consideração de crimes prévios.

O atendimento de chamados em comunidades requer apoio e


autorização de viaturas de comando. A preferência pelo
atendimento é de equipes especializadas.
VIATURAS DE
COMANDO
CGP, CFP, COORDOP. . .
São viaturas de supervisão das viaturas de rádio patrulha de um
batalhão.
CGP é a sigla para Comando Grupo Patrulha, viatura na qual existe
um Praça Graduado que irá supervisonar e coordenar a área de
uma companhia de um batalhão.
CFP por sua vez, Comando Força Patrulha, viatura de Praças
Especiais e Oficiais Subalternos preferencialmente, que irá
supervisionar e coordenar toda a área do batalhão.
COORDOP é para Coordenador Operacional, viatura de um oficial
intermediário que coordena as operações de radiopatrulhamento
do batalhão.
CMD BTL, resumidamente, é a viatura do Tenente-Coronel,
comandante do batalhão.
ABORDAGEM
DIREITOS DO ABORDADO E DEVERES DO POLICIAL
O policial tem o dever de se identificar, quando solicitado;
O abordado deve saber a razão da abordagem somente no final
desta;
O policial tem o dever de informar as suas ações durante o
processo de abordagem;
O policial tem o dever de tratar sempre com cordialidade o
abordado, independentemente da violação cometida por ele;
Em caso de desacato, não expanda a situação. Tranquilize o
incidente e conduza o abordado até a Delegacia de Polícia Civil
em razão do desacato;
O policial não deverá deixar o abordado ou detido para atender
outra ocorrência totalmente desconexa a esta;
A busca pessoal e veicular deverá ser feita somente em caso de
fundada suspeita;
A equipe deverá retornar à viatura e retomar o patrulhamento
somente após o abordado sair.
PRISÕES, DETENÇÕES E
PROCEDIMENTOS GERAIS

DETENÇÃO
Para que uma pessoa sej a presa, é necessário um processo judicial ou uma ordem emitida por um juiz de direito. A Pol ícia Mil itar
tem a responsabi l i dade de real i zar somente a detenção do suspeito que cometeu um crime. Antes de proceder com a ação, é
cruci al ter certeza do cri me que a pessoa cometeu e se el e é passível de detenção.
O pol i ci al tem o dever de i nformar ao detido os crimes no qual o infrator cometeu. Este tem o direito de saber a identificação do
pol i ci al responsável por sua detenção, portanto, o pol icial é obrigado a fornecer essa informação quando sol icitado.

PROCESSAMENTO PRISIONAL
Na ausênci a de um pol i ci al ci vi l para real izar o processamento de um detido, a equipe primária deverá prosseguir com o
procedi mento, cal cul ando o tempo de prisão e mul ta. O pol icial deverá informar o tempo e mul ta que o detido deverá cumprir
antes de encami nhá-l o ao si stema pri si onal . Também deverá ser desal gemado e vestido com a farda prisional .
USO DE FORÇA

USO PROGRESSIVO DA FORÇA


O uso progressi vo da força pol i ci al é um pri ncí pi o que ori enta os pol i ci ai s na apl i cação da força durante o
exercí ci o de suas funções. Consi ste em uma abordagem gradual , na qual os pol i ci ai s devem uti l i zar a quanti dade
e i ntensi dade adequadas de força necessári as para l i dar com uma si tuação especí fi ca, l evando em consi deração a
natureza e a gravi dade da ameaça enfrentada.

PRI NCÍ PI OS DO USO DE FORÇA


Legal i dade:
O pol i ci al em ação deve buscar amparar l egal mente sua ação, devendo ter conhecimento da l ei e estar preparado
tecni camente, através da sua formação e do treinamento recebido;
Necessi dade:
O pol i ci al antes de usar a força, preci sa identificar o objetivo a ser atingido. A ação atende aos l imites considerados
mí ni mos para que se torne j usta e l egal sua intervenção, a partir dos parâmetros jul ga a necessidade;
Proporci onal i dade:
O pol i ci al deve aval i ar o momento exato de cessar a reação que foi gerada por injusta agressão, ou seja, a força l egal
deve ser proporci onal à i nj usta agressão, o que passa dessa medida pode ser considerado abuso de autoridade;
Conveni ênci a:
Este pri ncí pi o está l i gado di retamente ao l ocal e momento da intervenção, devendo o pol icial observar se sua ação gera
ri scos a tercei ros que nada tem haver com a injusta agressão, ou seja, existe mais risco do que beneficio, ainda que
fosse l egal necessári a e a i ntervenção fosse proporcional .
ESCALA DO USO DE FORÇA
Presença física: é a simples presença policial, diante de um
comportamento de normalidade por parte de um agressor, onde não
há necessidade da força policial.
Verbalização: é a comunicação, a mensagem transmitida pelo policial,
utilizada diante de um comportamento cooperativo por parte do
agressor, que não oferece resistência e obedece às determinações do
policial.
Controle de contato: são as técnicas de conduções e imobilizações,
inclusive por meios de algemas, utilizadas diante da resistência
passiva do agressor, que age em um nível preliminar de desobediência
(ele não acata as determinações, fica simplesmente parado).
Controle físico: é o emprego da força suficiente para superar a
resistência ativa do individuo, o qual desafia fisicamente o policial,
como num caso de fuga. Cães e agentes químicos podem ser
utilizados.
T á t i c a s d e f e n s i v a s n ã o l e t a i s: é o u s o d e t o d o s o s m é t o d o s n ã o l e t a i s ,
por meios de gases fortes, forçamento de articulações e uso de
equipamentos de impactos, como os bastões retráteis, diante de uma
agressão não letal pelo agressor, que oferece uma resistência hostil,
física (contra o policial ou pessoas envolvidas na situação).
Força letal: é o mais extremo uso da força pela policia e só deve ser
usado em ultimo caso, quando todos os outros recursos já tiverem
sidos experimentados. Nesse caso o suspeito ameaça a vida de
terceiros.
SETORES ADMINISTRATIVOS E
CORREGEDORIA
SETORES ADMINISTRATIVOS
P1 - Recursos Humanos;
P2 - Servi ço Reservado;
P3 - Pl anej amento e Estatí sti ca;
P4 - Logí sti ca;
P5 - Comuni cações;

I PM
I nquéri to Pol i ci al Mi l i tar, usado pel a Corregedori a para i nvesti gar ações de pol i ci ai s.

PAD
Processo Admi ni strati vo Di sci pl i nar, medi da de advertênci a como sanção em pol i ci ai s que i nfri ngi ram o regul amento
padrão da Pol í ci a Mi l i tar. A apl i cação desta é consequênci a de um I PM ou deci são do al to escal ão de um batal hão
j unto da Corregedori a.
PAD 1/3 = Advertênci a
PAD 2/3 = Suspensão temporári a
PAD 3/3 = Exoneração

Ressal ta-se que exoneração é um termo di ferente de demi ssão. Ao ser exonerado, você perde o di rei to de refazer o
processo de admi ssão da Escol a de Sol dados e não poderá retornar à Pol í ci a Mi l i tar.
FORA DE SERVIÇO

À PAI SANA
O pol i ci al fora de servi ço deverá segui r as segui ntes di retri zes:
Portar apenas a Gl ock com até 80 muni ções de forma vel ada;
Apresentar-se caso sej a abordado;
Aci onar 190, i denti fi cando-se caso fl agre um cri me;
Caso envol va-se em uma ocorrênci a, deverá rel atar o i nci dente na Del egaci a de Pol í ci a Ci vi l ;
Não estar na frequênci a do COPOM;
Não real i zar abordagens ou acompanhamentos, mesmo que em fl agrante del i to.

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