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Manual de Serviço InMaxR1

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Organizações H.

Strattner
MANUAL DE SERVIÇO
Monitor Multiparamétrico InMax
ECG + RESP + SpO2
ECG + RESP + PANI
ECG + RESP + SpO2 + PANI
ECG + RESP + SpO2 + PANI + TEMP

Revisão 1
O Fabricante:
INSTRAMED INDÚSTRIA MÉDICO HOSPITALAR LTDA
Cnpj: 90.909.631/0001-10
I.E.: 096/0642048
Av. Protásio Alves, 3371
Porto Alegre - Rio Grande do Sul
Brasil
CEP: 93044-040
Fone/Fax: 51- 3334 4199
e-mail: [email protected]
site: www.instramed.com.br
Para obter informações sobre garantia ou
assistência técnica contate o Suporte Técnico

Manual de Serviço – InMax 2


SUMÁRIO
Introdução 08
Descrição 08
Opcionais 08
Normas Técnicas 09
1 – INFORMAÇÕES GERAIS 10
1.1 Alimentação 10
1.2 Aquisição dos Sinais 10
1.3 Processamento 10
1.4 Interface 11
1.5 Saídas 11
2 – QUALIFICAÇÃO PARA ASSISTÊNCIA TÉCNICA 13
2.1 Sugestões de simuladores 14
3 – DESCRIÇÃO DOS CIRCUITOS 15
3.1 Placa CPU 15
3.1.10 Microprocessador H8S-2148AF 15
3.1.20 Controlador do LCD 17
3.1.30 Memória 49F1024 18
3.1.40 Memória 24LC515 19
3.1.50 Relógio PCF8563 19
3.1.60 Interface e-jog PIC12F629 20
3.1.70 Tensão de Contrste MAX1621 21
3.1.80 Controle do Volume DS1803 e Amplificador LM258 21
3.1.90fFonte Isolada LM3524, 78L05 e 79L05 22
3.1.10 Fonte 5V LM2575S 23
3.1.11 Fonte 3.3V LM1117 23
3.1.12 Reset MAX811 23
3.1.13 Alimentação Backlite IVFL05 24
3.1.14 Teclado 24
3.1.15 Comunicação serial 25
3.2 Placa ECG 26
3.2.10 Aquisição do sinal de ECG 26
3.2.2 0Derivações 27
3.2.30 Filtro AC e Etapa de Ganho 28
3.2.40 Seleção do Filtro 28
3.2.50 Filtro de 60 Hz 29
3.2.60 Filtro de 35Hz (tremor muscular) 29
3.2.70 Último estágio de ganho 30
3.2.80 Amplitude do sinal de ECG 30
3.2.90 Etapa de amplificação e filtragem do sinal do RESP 31
3.2.10 Microprocessador PIC18F252 32
3.2.11 Opto comunicação serial com a placa CPU 33
3.2.12 Fonte Isolada 33
3.2.13 Detector de Marcapasso 34
3.2.14 Detector de Eletrodo Solto 34
3.3 Placa FCH 36
3.3.10 Filtro de Rede 36
3.3.20 Fonte Chaveada AC/DC 36
3.3.30 Filtro entrada DC ext e Circuito comutação AC EXT / DC EXT 38
3.3.40 Circuito alimentação externa / bateria interna 38
3.3.50 Circuito liga / desliga 39

Manual de Serviço – InMax 3


3.3.60 Fonte Chaveada DC / DC 40
3.3.70 Caregador de Bateria 41
3.4 Placa TEMP0 42
3.5 Placa NIBO_OEM 43
3.6 Placa BCI_OEM 44
4 – TESTE E CALIBRAÇÃO 45
4.1 Equipamentos necessários para testar o InMax 45
4.2 Teste e Calibração Placa FCH 46
4.3 Teste e Calibração Placa CPU 47
4.3.10 Gravação do software 48
4.4 Teste e Calibração Placa ECG 51
4.5 Teste e Calibração Placa TEMP 53
4.6 Teste e Calibração Placa LED 54
4.7 Teste geral InMax 55
4.8 Teste Impressora 60
5 – COMUNICAÇÃO RS-232 / PROTOCOLO INMAX – PC 62
6 – DESMONTAGEM 63
6.10 Remoção Impressora 63
6.20 Abertura Gabinete 64
6.30 Remoção Bateria Interna 65
6.40 Remoção Placa NIBP_OEM 66
6.50 Remoção Placa ECG 67
6.60 Remoção Placa TEMP 68
6.70 Remoção Placa CPU 69
6.80 Remoção Placa BCI_OEM 70
6.90 Remoção Placa FCH 71
6.10 Remoção Painel Frontal 72
6.11 Remoção Display LCD 72
6.12 Remoção Placa LED e Lente 73
6.13 Remoção Parte Frontal do Chassi 74
6.14 Remoção Parte Traseira do Chassi 75
7 – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 76
8 – ESQUEMAS ELÉTRICOS 79

Manual de Serviço – InMax 4


Lista de Tabelas

Tabela 01 – InMax Opcionais 08


Tabela 02 – Pinagem RS232 e Console 12
Tabela 03 – Simuladores dos Parâmetros 13
Tabela 04 – Pontos de Teste Placa CPU 15
Tabela 05 – Derivações 27
Tabela 06 – Jumper 1 47
Tabela 07 – Jumpers 2 e 3 47
Tabela 08 – Jumper 6 47
Tabela 09 – Pontos de Teste Placa ECG 52
Tabela 10 – Tipos de Alarme 55
Tabela 11 – BPM 57
Tabela 12 – Saída ECG Analógica 58
Tabela 13 – SpO2 e Pulso 58
Tabela 14 – PANI 59
Tabela 15 – Temperatura 59

Manual de Serviço – InMax 5


Lista de Figuras

Figura 01 – H8S-2148AF 17
Figura 02 – S1D13705 18
Figura 03 – 49F1024 19
Figura 04 –024LC515 19
Figura 05 –0PCF8563 20
Figura 06 –0PIC12F629 20
Figura 07 –0MAX1621 21
Figura 08 –0DS1803 21
Figura 09 –0LM258 22
Figura 10 – LM3524, 78L05 e 79L05 22
Figura 11 – LM2575S 23
Figura 12 – LM1117 23
Figura 13 – MAX811 24
Figura 14 – IVFL05 24
Figura 15 – Teclado 24
Figura 16 – Aquisição do sinal de ECG 26
Figura 17 – Derivações 27
Figura 18 – Filtro AC Etapa de Ganho 28
Figura 19 – Seleção do Filtro 28
Figura 20 – Filtro de 60Hz 29
Figura 21 – Filtro de 35Hz 29
Figura 22 – Ùltimo estágio de ganho 30
Figura 23 – Amplitude do sinal de ECG 30
Figura 24 – Etapa de amplificação e filtragem do sinal de RESP 31
Figura 25 – PIC18F252 32
Figura 26 – PC900V 33
Figura 27 – LM3524, LM78L05, LM317L e LM337L 33
Figura 28 – Detector de Marcapasso 34
Figura 29 – Detector de Eletrodo Solto 35
Figura 30 – Filtro de Rede 36
Figura 31 – Fonte Chaveada AC/DC 37
Figura 32 – Filtro entrada DC EXT e Circuito de comutação AC EXT / DC EXT 38
Figura 33 – Circuito de comutação de alimentação externa / Bateria externa 39
Figura 34 – Circuito de liga / desliga monitor 39
Figura 35 – Fonte Chaveada DC / DC 40
Figura 36 – Carregador de bateria 41
Figura 37 – Placa TEMP 42
Figura 38 – Tela Configuração 49
Figura 39 – Tela gravar firmware 50
Figura 40 – Oscilador ECG 51
Figura 41 – Oscilador RESP 52
Figura 42 – Impressora 63
Figura 43 – Impressora Aberta 63
Figura 44 – Gabinete Traseiro 64
Figura 45 – Bateria Interna 65
Figura 46 – Placa NIBP_OEM 66
Figura 47 – Placa ECG 67

Manual de Serviço – InMax 6


Figura 48 – Placa TEMP 68
Figura 49 – Placa CPU 69
Figura 50 – Placa BCI_OEM 70
Figura 51 – Placa FCH 71
Figura 52 – Painel Frontal 72
Figura 53 – Display LCD 72
Figura 54 – Placa LED 73
Figura 55 – Lente LED 73
Figura 56 – Chassi Frontal 74
Figura 57 – Chassi Traseiro 75

Manual de Serviço – InMax 7


Introdução
Este manual contém informações e descrições técnicas sobre o funcionamento do
monitor cardíaco multiparâmetro InMax. É indispensável o perfeito entendimento deste
manual antes de qualquer ação de configuração ou reparo no InMax.
As informações contidas neste manual são de propriedade da INSTRAMED e não
podem ser duplicadas em parte ou em sua totalidade sem autorização por escrito. A
INSTRAMED reserva-se o direito de fazer as alterações para melhoria do manual e no
produto sem qualquer aviso prévio.

Descrição
O InMax é um Monitor de Sinais Vitais configurável produzido pela INSTRAMED
Ind. Médico Hospitalar destinado a monitorização dos sinais vitais de pacientes adultos,
pediátricos e neonatais. Os parâmetros monitorados pelos monitores da série InMax são:

• ECG e Freqüência Cardíaca


• Respiração por Bioimpedância
• Pressão não Invasiva (Pressões arteriais Sistólica, Diástólica e Média)
• Saturação de Oxigênio Arterial Funcional (SpO2)
• Temperatura

O InMax é um equipamento leve e compacto, com design arrojado e próprio para


utilização hospitalar e similares. Próprio para transporte no interior do hospital ou em
ambulâncias.

AVISO: O InMax deve ser usado apenas como complemento na avaliação das condições
fisiológicas do paciente. Deve ser utilizado em conjunto com os sintomas e sinais clínicos
do paciente.

Opcionais
A seguir temos os parâmetros padrões e os opcionais do InMax.

Tabela 1 – InMax Opcionais


Parâmetros Padrões Parâmetros Opcionais
ECG PANI
RESP SpO2
TEMP
Impressora Térmica

Manual de Serviço – InMax 8


Normas Técnicas

O InMax foi projetado seguindo as seguintes normas de Desempenho e


Segurança:

NBR IEC 60601-1


Equipamento eletromédico – Parte 1- Prescrições gerais de Segurança.

NBR IEC 60601-2


Equipamento eletromédico – Parte 2 Prescrições gerais de Segurança 2: norma
colateral: Compatibilidade Eletromagnética – Prescrições e ensaios.

NBR IEC 60601-2-27


Equipamento eletromédico - Parte 2-27: Prescrições particulares para a segurança
de equipamento para a monitorização de eletrocardiograma.

NBR IEC 60601-2-30


Equipamento eletromédico - Parte 2-30: Prescrições particulares para a segurança
de equipamento para a monitorização da pressão sangüínea indireta.

NBR IEC 60601-2-49


Equipamento eletromédico - Parte 2-49: Prescrições particulares para a segurança
de equipamento para a monitorização multiparamétrica de paciente.

ANSI/AAMI EC13:2002
Cardiac Monitors, heart rate alarms, and alarms.

Manual de Serviço – InMax 9


1 – INFORMAÇÕES GERAIS

A seguir encontra-se um resumo do funcionamento do monitor InMax.

1.1 Alimentação

No InMax existem diferentes níveis de tensão. A regulagem principal (12VDC) e o


gerenciamento das fontes de alimentação (Rede / Bateria / DC externa) é feito na placa
FCH. Essa aceita uma entrada AC externa de 85V a 265V ou uma DC, que pode ser
interna (bateria) ou externa, na faixa de 10V a 16V.
Quando alimentada por fontes externas e se temos uma bateria interna conectada,
a FCH avalia qual é a melhor fonte entre as 3 e carrega a bateria interna. Na saída temos
um sinal contínuo de 12VDC com corrente máxima de 3A, totalizando 36W de potência.
Este sinal DC é distribuído para todas as outras placas que compõem o aparelho.
Na placa CPU são regulados diversos níveis de tensão: um regulador chaveado
que rebaixa os 12V DC para 5V DC; um regulador linear que rebaixa os 5V DC para
3,3VDC; uma fonte isolada que gera dois sinais DC simétricos de 5V (+5V e –5V) e uma
outra saída também de +5VDC diferente do +5V anterior, mas em relação ao mesmo
terra dos simétricos, ou seja, temos 3 sinais isolados do resto do circuito.
Na placa ECG temos outra fonte isolada idêntica a mencionada na placa CPU,
porém esta gera sinais simétricos de 7,5VDC (+7,5V e –7,5V), sendo tensões
referenciados a um terra diferente do terra geral do aparelho.

1.2 Aquisição dos sinais

Como o InMax monitora 5 parâmetros diferentes, a captação destes é feita da


seguintes formas:

• sinal de eletrocardiograma ( onda QRS e BPM), é captado através do cabo paciente,


que é formado por 3 ou 5 vias. Estas são conectadas aos eletrodos, que estão em
contato direto com a pele do paciente.
• sinal de respiração (onda e RESP / min) também é captado pelos eletrodos utilizados
no ECG. Os dois processos ocorrem simultaneamente.
• sinal de temperatura é captado através de um sensor em contato direto com o
paciente.
• sinal de SpO2 (onda e porcentagem de oxigênio no sangue) é captado por um sensor
óptico em contato com a pele do paciente.
• sinal de pressão arterial não invasiva (PANI – Pressão Diastólica Média e Pressão
Sistólica) é captado através de um manguito próprio para o uso do InMax.

1.3 Processamento

O InMax possui unidades independentes de processamento. Os parâmetros são


captados diretamente pelos seus respectivos sensores que estão conectados nas placas.
Elas realizam todas as etapas necessárias para o reconhecimento e digitalização dos
sinais, que inicialmente são analógicos. Em geral, as placas possuem um processador

Manual de Serviço – InMax 10


(com software exclusivo), etapas de amplificação, de conversão A/D ou D/A e de
filtragem (com filtros analógicos e digitais).
A comunicação entre as placas com a placa CPU é feita serialmente respeitando os
protocolos (cada placa possui um protocolo de comunicação distinto com a CPU). Após a
recepção das informações na CPU, ela efetua a última etapa de processamento, que é a
amostragem dos parâmetros no display, na forma de onda gráfica ou valores absolutos.
A CPU também é responsável por todas as funções de operação e controle do
aparelho, como ajuste de limites de alarme, prioridade dos mesmos, geração do bip,
configurações das telas, curvas de tendência etc.
A seguir estão listados os parâmetros e suas respectivas placas:

• Eletrocardiograma (onda QRS e BPM) – placa ECG


• Respiração (onda e RESP / min) – placa ECG
• Temperatura (em oC ou oF) – placa Temp
• SpO2 (onda e porcentagem de oxigênio no sangue) – placa BCI _ OEM
• Pressão arterial não invasiva (PANI – Diastólica Média Sistólica) – placa
NIBP_OEM

1.4 Interface

O controle e configuração de todas funções do InMax são feitos pelo teclado ou


pelo botão giratório e-jog (encoder). No teclado encontra-se os comandos prioritários são
eles:
• Liga/Desliga
• PANI
• Desliga / Inibe alarme
• Congela
• Imprime
• Volume
• Contraste

Já com o e-jog é possível controlar todas as outras funções do monitor, como


navegar entre os menus, por exemplo.

1.5 Saídas

O monitor InMax possui três tipos de saídas:

• Saída de ECG digital: gera um pulso quadrado de amplitude igual a 5V para


cada batimento cardíaco.

• Saída de ECG analógica: sinal analógico correspondente a onda QRS. Utilizada


para cardioversão (desfibrilação sincronizada). Tem amplitude 1V/mV
controlada pela sensibilidade do sinal apresentado na tela.

• Chamada de enfermeira: é feita de duas maneiras distintas:

Manual de Serviço – InMax 11


a) o aparelho chama a enfermeira quando ocorrer alguma situação de alarme
porém, para o funcionamento desta função o monitor deve ser interligado
no sistema de chamada de enfermeira do hospital.
b) o próprio paciente chama a enfermeira através de um botão que vai
conectado na traseira do aparelho, cada vez que este for acionado o InMax

Manual de Serviço – InMax 12


Figura 2 – S1D13705
A[19:0]
A[19:0]
U5

A0 70
A1 69 AB0
A2 68 AB1
A3 67 AB2
A4 66 AB3
A5 65 AB4
A6 64 AB5
A7 63 AB6
A8 62 AB7
A9 59 AB8
A10 58 AB9
A11 57 AB10
A12 56 AB11
A13 55 AB12
A14 54 AB13 43 DISPOFF
A15 53 AB14 LCDPWR
A16 45 AB15 39 FRAME
D[15:0] AB16 FPFRAME 38 LOAD
D[15:0] FPLINE 28 SCP
FPSHIFT 42
D0 19 DRDY
D1 18 DB0
D2 17 DB1
D3 16 DB2
D4 15 DB3
D5 14 DB4
D6 13 DB5 DLCD[7:0]
D7 12 DB6 DLCD[7:0]
D8 11 DB7
D9 9 DB8 37 DLCD0
D10 8 DB9 FPDAT0 36 DLCD1
D11 7 DB10 FPDAT1 35 DLCD2
D12 6 DB11 FPDAT2 34 DLCD3
D13 5 DB12 FPDAT3 33 DLCD4
D14 4 DB13 FPDAT4 32 DLCD5
D15 3 DB14 FPDAT5 31 DLCD6
DB15 FPDAT6 30 DLCD7
FPDAT7

WAIT 2
WAIT WAIT
HWR78
HWR WE1
LWR 77
LWR RD 76 WE0
RD 75 RD 26
BS FPDAT8/GPI01 25
RD 79 FPDAT9/GPIO2 24
RD/RW FPDAT10/GPIO3 23
RESET
73 FPDAT11/GPIO4
RESET RESET
CS0 74
CS0 CS

CLK 71
CLK BCLK +5V
51
CLKI 49
CNF0 48
CNF1 47
44 CNF2 46
TESTEN CNF3

1 22
+3.3V 21 COREVDD GPIO0
41 COREVDD
61 COREVDD
COREVDD

10
+5V 29 IOVDD
52 IOVDD
IOVDD

20
27 VSS
40 VSS
50 VSS
60 VSS
72 VSS
80 VSS
VSS

S1D13705

3.1.3 Memória 49F1024 (U7)

Memória Flash com capacidade de 64K X 16.


Função: armazena os bitmaps mostrados na tela.
Características:
• Tensão única de operação: 5V para leitura dos dados e5V para gravação dos
dados.
• Tempo de leitura: 55 ns
• Programa interno de controle e temporizador
• Tempo de para apagar dados: 10s
• Tempo de programação por word: 10µs

A seguir temos a Figura 3, onde é ilustrado o componente 49F1024.

Manual de Serviço – InMax 18


Figura 3 – 49F1024
D[15:0]

A[19:0]

U7
A0 31 29 D0
A1 32 A0 D0 28 D1
A2 33 A1 D1 27 D2
A3 34 A2 D2 26 D3
A4 35 A3 D3 25 D4
A5 36 A4 D4 24 D5
A6 37 A5 D5 23 D6
A7 38 A6 D6 22 D7
A8 39 A7 D7 20 D8
A9 1 A8 D8 19 D9
A10 2 A9 D9 18 D10
A11 3 A10 D10 17 D11
A12 4 A11 D11 16 D12
A13 5 A12 D12 15 D13
A14 6 A13 D13 14 D14
A15 7 A14 D14 13 D15
A15 D15

LWR 9
LWR WE
RD 30 11
RD OE NC
CS1 12 8
CS1 CE NC
49F1024

3.1.4 Memória 24LC515 (U18 e U20)

Memória E2PROM com capacidade de 64K X 8.


Função: armazena dados da curva de tendência e alguns parâmetros do aparelho,
como volumes e contraste do display (valores selecionados antes do aparelho ser
desligado).
O controle destas memórias é feito pela linha de comunicação I2C(SDA e SCL).
Tanto a leitura quanto a escrita.
A seguir temos a Figura 4, onde é ilustrado os componentes 24LC515.

Figura 4 – 24LC515
U18
SDA
1 5 SDA
2 A0 SDA 6 SCL
+5V A1 SCL
3
A2 SCL
7
WP
24LC515

+5V

U20
1 5 SDA
2 A0 SDA 6 SCL
3 A1 SCL
A2
7
WP
24LC515

3.1.5 Relógio PCF8563 (U21)

Componente responsável pela marcação da hora e a data.


É controlado pelo processador H8S através da comunicação I2C (SDA e SCL).
Os ajustes de hora e data são feitos pelo usuário através do e – jog .
A seguir temos a Figura 5, onde é ilustrado o componente PCF8563.

Manual de Serviço – InMax 19


Figura 5 – PCF8563

Y3
32.768 KHz
U21
1 5 SDA
OSCI SDA SDA
2 6 SCL
OSCO SCL SCL
RTCI 3 8
RTCI INT VCC +5V
7 4 D10
CLKO GND 1N4148
PCF8563 C42
1F

3.1.6 Interface e – jog PIC12F629 (U28)

Responsável pela detecção de ocorrência de movimento no e – jog e o


reconhecimento do lado do giro (direita ou esquerda).
O e – jog é uma chave óptica giratória, onde é possível detectar a ocorrência de
movimento e a sua direção. Porém para isso é utilizado o microcontrolador (U28).
Os dois bits do e – jog são aplicadas nas portas de entrada do U28 e este analisa
e reconhece quando ocorreu o movimento e a sua direção. Estas informações são
enviadas para o processador que executa o comando referente ao movimento de cada
situação.
No e – jog também tem uma chave do tipo push-botton e é através dela que é
feito os acionamentos dos comandos selecionados pelo giro do e – jog.
A seguir temos a Figura 6, onde é ilustrado o componente PIC12F629.

Figura 6 – PIC12F629
+5V

R42 R43
4K7 4K7
CN5
1
2 ENC
U28
3 7 2
4 6 GP0 GP5 3
5 GP1 GP4 EDR
5 4
6 +5V GP2 GP3
AMP 6 PIC12F629
EMG
Enco d er
D ig ital
AMP 640457-6 ENCA

ENCB

Manual de Serviço – InMax 20


3.1.7 Tensão de Contraste MAX1621 (U6)

A tensão de contraste é gerada pelo ci (U6).


É possível gerar tensão positiva ou negativa, dependedo do tipo do Display. Os
valores de tensão mínimo e máximo são definidos por fórmulas. O controle de tensão
entre esses valores é feito por comunicação I2C (SDA e SCL). Esta variação tensão
permite o controle da intensidade de brilho no LCD (contraste).
A seguir temos a Figura 7, onde é ilustrado o componente MAX1621.

Figura 7 – MAX1621
+5V

L1 PT22
100uH D1 VBIAS
MBR0540 VBIAS

+5V

+5V Q1
JP2 MMFT3055VL D2
1 C9
2 POL MBR0540 22uF
3

Jumper 3
R23
SDA 3M9
SDA
SCL
SCL

JP3
1
C11 2
100nF 3

Jumper 3

3.1.8 Controle do Volume DS1803 (U9) e Amplificador LM258


(U21)

Circuito amplificador dos sinais sonoros do equipamento (bip e alarmes).


É gerado pelo processador central (U1) através de um timer - TM01 (pino 53). É
um sinal quadrado de amplitude 5V e freqüência variável (varia conforme o sinal sonoro
bip ou alarme). Em seguida este sinal é injetado em um potenciômetro digital (U9), onde
é feito o controle do volume. O potenciômetro é acionado através da comunicação I2C
(SDA e SCL). Antes do sinal ser aplicado no alto-falante (CN3) ele passa por uma etapa
de potência formada por um amplificador operacional (U12A) e por transistores NPN (Q5)
e PNP (Q6).
A seguir temos a Figura 8 e a Figura 9, onde são ilustrados os componentes
DS1803 e LM258.

Figura 8 – DS1803
PT33
PWM

OSC_FTE

U9
SDA 10 14
SCL 9 SDA H0 12 FTE
SCL W0 13
L0
1
H1 4
W1 3
L1
7
6 A0
5 A1
+5V A2
DS1803-010

Manual de Serviço – InMax 21


3.1.10 Fonte 5V LM2575S (U8)

Regulador responsável pela geração do sinal 5VDC. Rebaixa o sinal de 12VDC


proveniente da placa FCH (placa fonte).
A seguir temos a Figura 11, onde é ilustrado o componente LM2575S.

Figura 11 – LM2575S

PT30
+12V
+12V +5V
U8
1 4 +5V
CN2 5 VIN FDB PT31
3 ON 2
1 GND OUT 330mH
2 C15 C16 C17 LM2575S-5.0 L2
3 100uF 100nF 330uF D3 C19
4 1N5819 470uF
5
6
JST 6
F o n te 12V
S 6B-XH-A

3.1.11 Fonte 3.3V LM1117 (U11)

Regulador responsável pela geração do sinal 3.3VDC. Rebaixa o sinal de 5VDC


proveniente do componente LM2575S (U8)
A seguir temos a Figura 12, onde é ilustrado o componente LM1117.

Figura 12 – LM1117

PT32
U11 +3.3V
LM1117-3.3

3 2
GND

+5V IN OUT +3.3V

C21
C20 22uF
1

100nF

3.1.12 Reset MAX811 (U29)

Responsável por gerar o sinal de reset do microprocessador H8S – 2148AF (U1).


Sua principal função é monitorar a estabilidade do sinal de alimentação do
microprocessador. Após este sinal tornar-se estável o MAX811 gera o sinal de reset que
faz com que o H8S – 2148AF inicie seu funcionamento.
Obs.: o MAX811 pode ser substituído pelo MAX821, pois são compatíveis pino-a-
pino.
A seguir temos a Figura 13, onde é ilustrado o componente MAX811.

Manual de Serviço – InMax 23


Figura 13 – MAX811
+5V

+5V
R24
10K U29
4 1
VCC GND 3 JP4
2 3 2 Jump 3
RESET RES SRT 1
MAX811
RESETN 12 13

U4F
74HC14
RESETN
PT29

3.1.13 Alimentação Backlight IVFL05 (INV1)

É um circuito do tipo inversor DC-AC. A partir de um sinal DC (5V ou 12V, depende


da placa) gera um sinal ac capaz de alimentar a lâmpada que ilumina o LCD (Backlight).
A seguir temos a Figura 14, onde é ilustrado o componente IVFL05.

Figura 14 – IVFL05
INV1
+5V
JP6 04 CN14
1 U+ 01
2 Vout1 1
3 03 02 2
Gnd Vout2 LCD
Jumper3
Alimentação +12V IVFL05
Inversor LCD

3.1.14 Teclado

O teclado é formado por uma matriz de contatos 3 X 2 (3 linhas e 2 colunas). Ela


está conectada a porta do H8S. esta porta que possui entradas dedicadas para esse tipo
de teclado.
A seguir temos a Figura 15, onde é ilustrado o circuito do teclado.

Figura 15 – Teclado

SW1
On/Of f

SW2 SW3
NIBP Alarme

CN1
L1
L2 1
L3 2
SW4 SW5 C1 3
Congela Imprimi C2 4
5
6
7
8
9
SW6 SW7 10
Volume Contraste Teclad o

D1 D2
LED LED

Manual de Serviço – InMax 24


3.1.15 Comunicação Serial

A transmissão de informações entre a placa CPU e as demais placas é feita através


de comunicação serial. No InMax temos 5 seriais diferentes:

Serial 00: Placa CPU – Placa BCI_OEM


Sincronismo: Assíncrona, full-duplex
Taxa de Transmissão: 4800 bps
Formato: 1 start bit
8 data bits
Paridade par
1 stop bit

Serial 01: Placa CPU – Placa ECG


Sincronismo: Assíncrona, full-duplex
Taxa de Transmissão: 4800 bps
Formato: 1 start bit
8 data bits
Sem paridade
1 stop bit

Serial 02: Placa CPU – Placa NIBP_OEM


Sincronismo: Assíncrona, full-duplex
Taxa de Transmissão: 4800 bps
Formato: 1 start bit
8 data bits
Sem paridade
1 stop bit

Serial 03: Placa CPU – Impressora


Sincronismo: Assíncrona, full-duplex
Taxa de Transmissão: 115200 bps
Controle de Fluxo: bit CTS e bit RTS
Formato: 1 start bit
8 data bits
Sem paridade
1 stop bit

Serial 04: Placa CPU – Saída RS232


Sincronismo: Assíncrona, full-duplex
Taxa de Transmissão: 115200 bps
Controle de Fluxo: bit CTS e bit RTS
Formato: 1 start bit
8 data bits
Sem paridade
1 stop bit

Manual de Serviço – InMax 25


3.2 Placa ECG

A seguir temos as principais etapas da placa ECG.

3.2 .1 Aquisição do sinal de ECG.

O sinal de ECG é captado através de eletrodos que são colocados em


contato direto com a pele do paciente, com o auxílio de gel condutivo.
Inicialmente temos centelhadores para proteger a placa ECG (e o resto do
InMax) contra descarga de desfibrilação.
O sinal de ECG é captado pelos circuitos RCs ligados diretamente a cada
centelhador. Estes resistores – capacitores formam filtros passivos do tipo passa – baixa.
Esta associação forma o primeiro estágio de filtragem do sinal de ECG, que protege o
circuito contra interferência de eletrobisturi.
Em seguida temos amplificadores operacionais que estão configurados como
buffers. Assim temos uma estapa com alta impedância de entrada e baixa impedância de
saída.
A seguir temos a Figura 16, onde é ilustrado o circuito de aquisição do sinal de
ECG .

Figura 16 – Aquisição do sinal de ECG

C M1
RA
8
7

1
GB1 U1C

1
6 TL074
5 9 -
4 8
3 TM1 RA 10 +
2 TM2
T

1
R

LA
_

4
A

R6 R7 R8
R

B8B-XHA J ST 10K GB2 3K9 3K9

C4 C5
R 123
LL 100PF 1nF 2M7

GB3
1

U1B
1

TL074
6 -
7
LA 5 +
C
R T

4
_

GB4 R 25 R 26
A
L

3K9 3K9

-VI C18
C 16 C 17 100nF
RL R 124
100PF 1nF 2M7
GB5
1

U1A
1

TL074
2 -
1
LL 3 +
RT

4
_

R 41 R 42 C31
L
L

3K9 3K9 100nF

C 34 C 35 +VI
R 125
100PF 1nF 2M7
1

U1D
1

TL074
13 -
14
C 74 R98 C 12 +
T

1nF 39K
R

D_OSC LL
C_

R 56 R 57
C 78 R101 3K9 3K9
1nF 39K
C

C 76 R117 C 44 C 45
1nF 39K R 126
RL 100PF 1nF 2M7

RL

Manual de Serviço – InMax 26


3.2.2 Derivações

As derivações são maneiras diferentes de se observar eletricamente a atividade


cardíaca. Elas são definidas pelas expressões matemáticas mostradas na tabela abaixo.
Estas expressões são baseadas no princípio do triângulo de Eithoven.

Tabela 5 – Derivações

Derivação Expressão
DI LA – RA
DII LL – RA
DIII LL – LA
AVR RA – (LA + LL)
2
AVL LA – (RA + LL)
2
AVF LL – (RA + LA)
2
C C – (LA + RA + LL)
3

Conforme tabela 4 cada derivação possui determinadas operações matemáticas.


Estes cálculos são efetuados pelo circuito mostrado a seguir. Esta etapa é
composta por 3 multiplexadores CI 4051 (U2, U6 e U9) e por 4 amplificadores
operacionais (U4). A partir da seleção da derivação a placa CPU envia serialmente a
informação para o microprocessador PIC18F252 (U20) (placa ECG) e este controla os
multiplexadores.
A seguir temos a Figura 17, onde é ilustrado o circuito de cálculo das derivações.

RA_EL Figura 17 – Derivações


4

R2 U4A
15K 3 TL074
+
1
R9 2
10K -
11

R12
10K

R18 +5V 100K


4K7 R14
E0
LA_EL E1
E2 C6
4n7

-VI
R23
15K

R27
10K C8
4n7
R29 R28
10K 100K
R30 U4B
11

4K7 TL074
6 -
7
LL_EL 5 +
4

+5V
R37
15K E0
E1 R48
R43 E2 1K
10K

R44
10K -VI
-VI
R47
4K7 C32
C19 100nF
C_EL 10nF
11

- 9
RL_EL EL_RT 8
+ 10
TL074
U4C
4

RA_RT
LA_RT
LL_RT

+5V
+VI
E0
E1
E2

-VI

Manual de Serviço – InMax 27


3.2.5 Filtro de 60Hz

É um filtro ativo formado por dois amplificadores operacionais (U8C e U8D). Esses
estão configurados na forma rejeita-faixa.
A seguir temos a Figura 20, onde é ilustrado o circuito do Filtro de 60Hz

Figura 20 – Filtro de 60Hz


Sinal de ECG

Filtro de 60Hz

11
U8C
9 - TL074
R32 R33 R34 8
10K 120K 120K 10 +
R36
4K7

4
R40
10K

-VI C33
100nF

11

U8D
13 - TL074
R52 R53 R54 14
10K 120K 120K 12 +
R55
4K7
C36
4

C38 39nF
220nF C40
100nF
R59 R60
47K 10K

+VI
C41 C42
22nF 22nF

Obs.: Os componentes C20, C21, C29, C30 e R39 não são utilizados na placa.

3.2.6 Filtro de 35Hz (tremor muscular)

É um filtro ativo formado pelo amplificador operacional (U8B). Esse esta


configurado na forma rejeita-faixa.
A seguir temos a Figura 21, onde é ilustrado o circuito do Filtro de 35Hz

Figura 21 – Filtro de 35Hz

ARTE C95 U8B


R120 22nF
4

300K TL074
R121 5
300K
+
7 Filtro de 35Hz
6
-
C96
11

10nF
R122
10K

Manual de Serviço – InMax 29


3.2.7 Último estágio de ganho

É formado por um amplificador operacional (U19) que termina o “ tratamento


analógico” do sinal de ECG antes de ser digitalizado.
Esta etapa tem duas funções: A primeira é realizar a última amplificação do sinal
de ECG. A segunda é preparar o sinal para a digitalização. Isto é, até esse ponto do
circuito o sinal de ECG possui excursão simétrica (de 2,5V a –2,5V). Porém para ele ser
digitalizado (próxima etapa) é necessário ter uma excursão positiva (de 0V a 5,0V).
Para isso é feito uma adição ao sinal de ECG, assim temos ele pronto para o
processamento.
A seguir temos a Figura 22, onde é ilustrado o circuito do Filtro de 35Hz

Figura 22 – Último estágio de ganho

-VI C69
100nF
R5
-VI C67 27K
U3 39nF
12 13 U19
14 X0 X D19 PT1
X1

4
5
15 3 ARTE R13 1N4740 ECG
X2 Y 100K 741 R16
11 2 -
X3 6 410R ECG
1 3 +
5 Y0 33K
2 Y1 +5V R17
4 Y2 D1
7
1

Y3 R19
6 16 100K 1N4148
10 INH VDD 8
9 A VSS 7
B VEE C71
4052 +VI 100nF
-VI

3.2.8 Amplitude do sinal de ECG

O ajuste da amplitude do sinal de ECG, que é mostrado no LCD é feito através de


um potenciômetro digital (U16). Este periférico é controlado pelo microprocessador
através da comunicação I2C.
A seguir temos a Figura 23, onde é ilustrado o circuito do Filtro de 35Hz

Figura 23 – Amplitude do sinal de ECG

U16
SDA 10 14 H_RESP
SCL 9 SDA H0 13
SCL L0 12
7 W0
6 A0 1 H_ECG
5 A1 H1 3
A2 L1 4
W1
+5V
16 2
8 VCC NC 11
GND NC 15
NC

DS1803Z

Manual de Serviço – InMax 30


3.2.9 Etapa de Amplificação e Filtragem do Sinal de RESP

O processo de medição da respiração é feito pela monitoração da variação da


impedância toráxica (paciente). Esta variação é obtida através dos próprios eletrodos
(cabo de ECG) conectados ao paciente.
Um sinal modulado pelo CI 4047 (U14) é injetado no paciente. O sinal que é medido após
ser demodulado pelo CI 4053 (U13) passa por uma série de etapas de amplificação.
Essas são formadas por amplificadores operacionais (U15B, U7B, U7A).
No ponto PT3 temos o sinal de respiração pronto para ser digitalizado e
processado.
A seguir temos a Figura 24, onde é ilustrado os circuitos da Etapa de Amplificação
e Filtragem do Sinal de RESP

Figura 24 – Etapa de Amplificação e Filtragem do Sinal de RESP

U11C

11
U12A TL074 R69
+5V 74HC14 C51 R71 C52 R72 9 - 100R U13
R70 U14 1nF 39K 100PF 39K 8 12 14
1K 5 10 1 2 D_OSC RA 10 + 13 X0 X
4 AST Q X1 15
C54 6 AST 11 R76 2 Y
100nF 8 -T Q 300K 1 Y0 4

4
12 +T 13 C60 R81 Y1 Z
RET OSC 1nF 39K 5
3 3 4 3 Z0
C62 C63 RCC Z1
R83 R85 U11D 6

11
10K 100PF 100PF 1 +5V U12B 300K TL074 R87 11 INH 16
CX 14 74HC14 C66 R88 13 - 100R 10 A VDD 8
2 VDD 100PF 39K 14 9 B VSS 7
9 RX 7 LA 12 + C VEE
RST VSS 4053
4047
4

PT5
R84 EL2
1K
EL2

D18
U15A R130 1N4740
11

TL074 100K R77 C59


2 - -VI 300K 100nF
1 C75
3 + +VI 100nF
R90
C70 100K
4

R74 300K 470nF


U13
12 14 U7B
X0 X
8

13 C57 AD706 R109


X1 15 R73 10K 470nF R75 1K CR_RESP 5 4K7
Y +
2 7
1 Y0 4 C55 C56 -VI C53 6
Y1 Z -
470nF R78 U7A PT3
4

5 100nF 100nF 1M AD706 D15 RESP


3 Z0 R82 10K C88 2 R97 1N4148
4

-
Z1 +5V 100nF 1 410R RESP
6 C65 3
11

+
11 INH 16 C73 1K
10 A VDD 8 100nF 6 - -VI 100nF R93 D6
9 B VSS 7 7 1N4740
8

C VEE R86
5 + 100K
4053 100nF
-VI U15B C58
C68 R91 TL074 H_RESP
4

470nF 300K R89


300K

+VI C83
100nF

Manual de Serviço – InMax 31


3.2.10 Microprocessador PIC18F252

Responsável por todo o processamento da placa ECG.


Tem como microcontrolador o CI PIC18F252 (U20).
Obs.: Neste subcapítulo será referido somente como “PIC”.
Comunicação:
Com a placa CPU (H8S – 21489F) – Transmissão Serial.
Com os periféricos da placa ECG (potenciômetro digital (U16) e placa de
temperatura (CM3)) – Transmissão Serial I2C.

Nele é feito o processamento dos sinais correspondentes aos seguintes


parâmetros:

• ECG – Onda e Batimentos / min


• RESP – Onda e Respirações / min
• TEMP – Valor da Temperatura em oC / oF

E as funções de Detector de Marcapasso e Eletrodo Solto.

A seguir temos a Figura 25, onde é ilustrado o microprocessador PIC18F252

Figura 25 – PIC18F252

RESP

+5V

E2
E1
DET_MP E0
R_RESP
R_ECG MCLR
F_A
+5V

EL_B
EL_C
MCLR
+5V +5V

Manual de Serviço – InMax 32


3.2.13 Detector de Marcapasso

O circuito abaixo monitora o sinal de ECG e reconhece a presença de marcapasso.


Ele é dividido em 3 etapas: a primeira é uma etapa de ganho formada pelo amplificador
operacional TL074 (U10A), onde o sinal de ECG é amplificado. A segunda etapa é
formada por um amplificador operacional TL074 (U10B) que filtra o sinal recebido,
deixando passar apenas os picos do sinal gerado pelo marcapasso.
Esses picos são analisados, por suas amplitudes, na etapa formada pelos
amplificadores operacionais U10C e U10D. Por últimos essas informações (picos) são
processadas pelo microprocessador (U20), onde é avaliado se os picos de marcapasso são
válidos ou não.

A seguir temos a Figura 28, onde é ilustrado os componentes do circuito do


Detector de Marcapasso

Figura 28 – Detector de Marcapasso

4
U10C D7
10 TL074 1N4148
+
8
9
-
R58
10K PT4

11
C39 DET_MP
R61 1nF R63
1K R62 10K DET_MP
1K C43 R64
-VI C46 39nF 82K D8
100nF R65 1N4740
11

4
U10B 10K U10D
6 - TL074 12 TL074
+
7 14
11

U10A 39nF 5 + 13
R67 -
2 - TL074 R66 C47 D5
1 10K 10K R68 1N4148

11
4

3 + 10K

C49
4

100nF
+VI

DET +VI

3.2.14 Detector de Eletrodo Solto

Os circuitos a seguir são responsáveis pela detecção de eletrodo solto (primeira


etapa) e cabo de ECG desconectado (Segunda etapa).
Nesta primeira etapa temos inicialmente um filtro RC (R48 e C72) que desacopla a
componente DC do sinal de ECG. Em seguida a amplitude deste sinal é amplificada
através dos amplificadores operacionais TL074 (U11A – excursão positiva) e (U11B –
excursão negativa).
Se algum eletrodo ficar solto este captará uma grande quantidade de ruído que
serão identificados pelo microprocessador, através de seu conversor A/D. Assim
finalizando a detecção de eletrodo solto.
A Segunda etapa de detecção reconhece a situação de cabo de ECG desconectado.
Este processo ocorre a partir do demodulador citado no sub-capítulo 3.2.9 CI 4053
(U13). No momento em que o cabo de ECG é desconectado a saída do U13 satura, logo
teremos um sinal saturado na entrada não-inversora do amplificador operacional TL074
(U15A). Este sinal é convertido pelo A/D do microprocessador e processado se a
saturação for constatada temos a situação de cabo desconectado.

Manual de Serviço – InMax 34


A seguir temos a Figura 29, onde é ilustrado os componentes do circuito do
Detector Eletrodo Solto.

Figura 29 – Detector de Eletrodo Solto

R31
10K

+VI
C72 U11B
470nF PT2 TL074

11
4
U11A D2 EL R35 D4
SN_RT 3 TL074 1N4148 1K 6 - 1N4148
+
1 EL1 7 EL1
2 5 +
-
R46 D3
100K 1N4740
11

4
C28
100nF -VI

R38
R45 10K
1K

PT5
R84 EL2
1K
EL2

D18
U15A R130 1N4740
11

TL074 100K
2 -
1
3 +
4

Manual de Serviço – InMax 35


3.3 Placa FCH

A seguir temos as principais etapas da placa FCH.

3.3.1 Filtro de Rede

A indutância de modo comum de L2, em conjunto com os capacitores C3 e C11


são responsáveis pela filtragem do ruído de modo comum gerado pelos circuitos da fonte
de alimentação. A indutância de dispersão dos enrolamentos de L2, em conjunto com os
capacitores C4 e C5 realizam a filtragem do ruído diferencial. O varistor R4 efetua a
supressão dos transientes que possam ocorrer entre fase e neutro da rede de alimentação
AC.
A seguir temos a Figura 30, onde é ilustrado os componentes do circuito do Filtro
de Rede.

Figura 30 – Filtro de Rede

C3
2N2
CM2 L2
1 C4 C5
2 100NF 100NF
3 R4
S20K275

C11
2N2

3.3.2 Fonte Chaveada AC/DC

A ponte retificadora D2 converte a tensão alternada em tensão contínua com


ondulação, que em seguida é filtrada pelo capacitor C10. O termistor NTC R3 limita a
corrente de surto através de D2 no instante em que a fonte for conectada à rede AC e o
capacitor C10 se encontrar descarregado.
U3 (TOP249Y/250Y) é um circuito integrado que incorpora o controlador PWM de
fonte chaveada e o transistor de potência em um mesmo encapsulamento. A freqüência
de operação é de 132KHz, determinada por componentes internos do CI. R13/R14
definem os limites de sub e sobre tensão de operação do integrado e portanto da própria
fonte chaveada. R15/R17 e R19 definem o limite da corrente de curto circuito do
transistor de potência do CI.
A tensão no secundário auxiliar de T1, retificada por D4 e filtrada por C14 alimenta
U3 através do optoacoplador U1. O terminal 1 de U3 além de operar como terminal de
alimentação para o U3, também funciona como terminal de controle para o PWM interno
deste CI. O controle da largura de pulso do PWM, que determina o tempo de condução
do transistor de saída, é realizado através da corrente injetada no pino 1 de U3. A
diferença entre a corrente injetada no pino 1 e a corrente de alimentação de U3 é
utilizada para o controle do PWM interno. A corrente injetada no pino 1 de U3 é
controlada pelo optoacoplador U1 que por sua vez é controlado pela corrente de saída do
amplificador de erro U2.

Manual de Serviço – InMax 36


U2 incorpora um amplificador de erro e uma referência de tensão de 2,5V. A
tensão de saída da fonte é amostrada pela entrada negativa do amplificador de erro
través de R11, TP1, R16; a entrada positiva do amplificador de erro é conectada à
referência interna de 2,5V. Desta forma a diferença entre a amostra da tensão de saída e
a tensão de referência é amplificada por U2 e controla a largura de pulso de U3 através
do optoacoplador U1, de maneira a manter a tensão de saída da fonte constante
independentemente das variações da tensão da rede AC ou da carga conectada à saída
desta fonte.
Esta fonte possui configuração “flyback”, portanto durante o período de condução
do transistor de potência de U3 a energia é armazenada no primário do transformador T1,
sendo transferida para a saída da fonte durante o período em que o transistor de potência
se encontra cortado.
D5, C12, R7 e D3 constituem um circuito “clamp” para grampear a tensão induzida
na indutância de dispersão do transformador T1 no instante que o transistor de potência
de U3 entra em corte, evitando que ultrapasse a máxima tensão de dreno (700V) deste
componente.
A tensão no secundário principal é retificada por D1 e filtrada por C7, C8, L1 e C9.
A compensação de freqüência da fonte é realizada por C15, R12 e R18, C20.
A seguir temos a Figura 31, onde é ilustrado os componentes do circuito da Fonte
Chaveada AC/DC.

Figura 31 – Fonte Chaveada AC/DC

R3
10R D1
MBR20200CT

2
PT1
D2 3 +PWR
KBL06 L1
T1 10UH
- +
+ C7 + C8 +
R5 2200UF 2200UF C9
82R C6
D3 R7 C12 R6 1NF 100UF
+ C10 1.5KE200A 47K 47NF NC
220UF
U1
CNY17F-3
C13 D4 R8 +
NC UF4002 10R C14 5 1
10UF
4 2
D5
UF4007

R9 R10 R11
560R NC 12K

C15 R12
10NF 100K
PT2
VDS
C16
R13 R14 NC
1M 1M

U3
R15 TOP250Y + TP1
7

6M8 1K
C18 U2
NC TL431
1

R16
R17 R18 2K2
6M8 15R
JP1
4

3
5

1
2
3
C19
R19 100NF PT3
12K + C20 GND
47UF
C21
4N7

PT4
RET

Manual de Serviço – InMax 37


3.3.7 Carregador de bateria

O circuito integrado U5 (LT1513-2) também é um controlador PWM de dois laços


(corrente e tensão). U5 implementa um carregador de bateria chaveado na configuração
SEPIC (Single-Ended Primary Inductance Converter). Durante a carga da bateria, U5 é
controlado pelo laço de corrente (IFB – pino 3 de U5) mantendo a corrente de carga
constante. Com a bateria carregada, U5 é controlado pelo laço de tensão (VFB – pino 2
de U5) mantendo constante a tensão de flutuação sobre a bateria.
A corrente de carga da bateria é determinada por U6 (Vref = 2,5V), R56, R54 e
R57. O valor da tensão de flutuação é determinado pela referência interna de 1,245V de
U5 e por R49, R50 e R59. O transistor Q5 tem a finalidade de abrir o circuito de
realimentação de tensão quando U5 não estiver operando, evitando que a bateria se
descarregue por R49, R50, R59. Enquanto U5 estiver em operação, Q5 permanece em
condução pela retificação da tensão no secundário de T4, que é aplicada à porta deste
mosfet.
O transistor Q6 é utilizado para habilitar ou desabilitar a operação de U5, sendo
comandado pela placa CPU.
A freqüência de operação de U5 é de 500KHz, determinada por componentes
internos deste CI. R52 e C46 efetuam a compensação de freqüência de U5, tanto para
operação com controle via laço de tensão como via laço de corrente.
A seguir temos a Figura 36, onde é ilustrado os componentes do circuito do
Carregador de bateria.

Figura 36 – Carregador de bateria

V_BAT

C38 C17 R46


R60
2U2 470PF NTC PT10
56R
VBAT

C39
2U2
R49
1 39K

T4 2

3
R47 R48 U5
10K 5K6 7 5 R50
VIN VSW D21 82K
D22
1N4148 MBR20200CT
6 CM5
+ SD/SINC C41 + + C42
PT11 1
C40 C43 VREF 22UF 22UF
100UF 100NF 1 2 2
Q6 VC VFB
2N2222 R51 Q5
R52 4K7 2N7000
4 3
270R GND IFB
PT12
R53 C46 R54 R58 R59 GND
LT1513-2
10K R55 U6 100NF R56 C44 2K0 R57 C45 470K 12K GND_BAT
10K0 1R D23
100K LM336 100NF 10NF
1N4744

CGB_OFF

Manual de Serviço – InMax 41


3.4 Placa TEMP

O sensor de temperatura é do tipo NTC, ou seja, diminui a resistência com o


aumento da temperatura. Ele é conectado em uma etapa de amplificação, assim
conforme sua variação de resistência devido a variação de temperatura teremos uma
variação na saída do amplificador operacional da etapa referida anteriormente. Este sinal,
analógico, é digitalizado por um conversor A/D.
Após este processo os dados obtidos são transmitidos por um barramento I2C
para o microprocessador da placa ECG, onde este dado é trabalhado matematicamente e
é obtido o valor a temperatura. Após isso o processador envia serialmente para a CPU
esta informação conforme o protocolo de comunicação.
OBS.: placa TEMP é conectada diretamente na placa ECG.
A seguir temos a Figura 37, onde é ilustrado os componentes do circuito da placa
TEMP.

Figura 37 – Placa TEMP

C8 +Vi
10nF C6
100nF
C7
+Vi 100nF

R2 U1A U2
8

CM1 100R AD706 R4 R5 V_REF 1 8 V_REF


2 100R 1K V_Ref +Vdd
-
TM1 1 2 TM2 C4 1 2 7 SCL
3 1 2 4 10nF 3 Ain SCL
3 4 +
SCL 5 6 +Vi R1 -Vi C9 V_Ref 3 6 SDA C11
SDA 7 5 6 8 -Vi C2 2K21 R3 R6 + C10 100pF A0 SDA 100nF
9 7 8 10 GND C3 100nF 3K9 1M5 10uF 4 5
4

9 10 Gnd A1
100nF ADS7823

C1 100nF D1
V_REF LM385-1.2 C5
100nF
10uF
C12
+

PT1
R7 1K V_REF
+Vi V_REF
3

U3 2 R8
LM336 - 5V 10K

PT2
1

GND

Manual de Serviço – InMax 42


3.5 Placa NIBP_OEM

Placa responsável pela medição da PANI (pressão arterial não invasiva)


30
Princípio Físico Utilizado

O InMax utiliza o método oscilométrico para o cálculo da Pressão Arterial Não


Invasiva. Uma braçadeira (manguito) é utilizada para transmitir as mudanças de pressão
arterial causadas pelo fluxo sanguíneo. O manguito é insuflado até uma pressão superior
à pressão sistólica de forma a ocluir o fluxo de sangue nas extremidades. Gradativamente
a pressão do manguito é reduzida gerando pequenos pulsos ou oscilações. A pressão
média é a menor pressão no manguito, onde os picos de oscilação detectados são de
maior amplitude. A pressão sistólica é encontrada quando a oscilação aumenta
rapidamente e a diastólica quando a oscilação diminui na mesma intensidade. Por
característica do método oscilométrico a pressão média é a que possui maior precisão.

Manual de Serviço – InMax 43


4.3 Teste e Calibração Placa CPU

Manual de Serviço – InMax 47


Figura 39 – Tela Gravar Firmware

h) Clicar em “Disconect”
i) Ao término da gravação desconectar a placa RS232.

Manual de Serviço – InMax 50


4.4 Teste e Calibração Placa ECG

Equipamentos utilizados:
– Osciloscópio
– Multímetro
– Simulador de ECG
– Simulador de RESP

• Com o equipamento desligado conectar CM1 (cabo paciente), CM2 (CPU) e


CM4 (Display) da placa ECG.

• Ligar o monitor e verificar, com osciloscópio, a forma de onda no coletor de


Q1 ou Q2. Terra lado não isolado. Ver Figura 40.

Figura 40 – Oscilador ECG

+V
+V = +10V (+9,5 a +10,5V).
0V -V = -10V ( -9,5 a -10,5V).
Período = 18μs (15,3 a 20,7μs).
-V

• Com multímetro, medir as tensões nos pontos PT10, PT11 e PT7. Usar
terra no pino PT6.

– VPT10 = +7,0V (+6,5 a +7,5V)


– VPT11 = -7,0V ( -6,5 a -7,5V)
– VPT7 = +5,0V (+4,75 a +5,25V)

• Verificar o funcionamento do ECG e ajustar o ganho no TP1. Com o


simulador de ECG injetar um sinal com freqüência de 60 bpm e amplitude de 1mV.
Selecionar ganho 10 ajustar TP1 para obter 1,66Vp em PT1. O sinal deve estar
deslocado +2,5V ( +2,2 a +2,8V)
– Ajustar VPT1 = 1,66V

Sugestão: utilizar o simulador de ECG BIO-TEK, Mod. LIONHEART 3 no


menu 125

Manual de Serviço – InMax 51


• Verificar o funcionamento das derivações (DI, DII, DIII, aVR, aVL, aVF e
C), do ganho (sensibilidade) 5, 10, 15, 20, 30 e 40 mm/mV e do filtro (60Hz e 35Hz).

• Verificar a freqüência do oscilador da Respiração. Com osciloscópio,


verificar a forma de onda no pino 2 ou 4 do CI 12.
Ver Figura 41

Figura 41 – Oscilador de RESP

+V
+V = +5V (+4,5 a +5,5V)
0V Período = 12μs (10,8 a 13,2μs)

Tabela 9 – Pontos de teste da placa ECG


PT1 ECG Sinal de ECG que vai para o AD
PT2 EL Sinal de eletrodo solto
PT3 RESP Sinal de Respiração
PT4 DET_MP Sinal da Detector de Marcapasso
PT5 EL2 Sinal de eletrodo solto 2
PT6 GNDI Referencial isolado
PT7 +5V 5V isolado
PT10 +VI +7,5V isolado
PT11 -VI –7,5V isolado

Manual de Serviço – InMax 52


4.5 Teste e Calibração Placa TEMP

Equipamentos utilizados:
– Simulador de temperatura.

a) Verificar se o simulador de temperatura oferece as seguintes resistências para


as temperaturas listadas a seguir:
16oC (3377Ω)
30oC (1814Ω)
37oC (1355Ω)
44oC (1023Ω)

b) Conectar a placa através do CM1 (TEMP_M31) no CM3 (ECG_M35).


Calibrar o circuito de medida de temperatura através do trimpot TP1.
Selecionar no simulador a temperatura 37oC, conectá-lo a entrada do sensor de
temperatura do InMax e ajustar o TP1 até aparecer o valor correto no display.

c) Verificar os outros valores fixos de temperatura com o simulador.

16oC (15,9oC a 16,1oC)


30oC (29,9oC a 30,1oC)
37oC (36,9oC a 36,9oC)
44oC (43,9oC a 44,1oC)

Manual de Serviço – InMax 53


4.6 Teste e Calibração Placa LED

Equipamentos utilizados:
– Simulador de ECG.

Conectar o CM1 da placa LED_M31 ao CN8 (CPU_M33). Com o simulador de ECG


criar uma situação de alarme e observar o funcionamento da placa. Ou seja todos os leds
devem acender ao mesmo tempo.

Manual de Serviço – InMax 54


4.7 Teste geral InMax

OBS.: com exceção dos testes do teclado todos os outros comandos do


equipamento devem ser feitos através do e-jog. Isto é feito da seguinte maneira: para
selecionar o comando ou função desejada, assim como navegar entre os menus, basta
girar o botão até o local, na tela, onde se encontra o comando. E para selecionar este
ativando-o ou desativando-o basta apertar uma vez no e-jog, pois este possui uma tecla
do tipo push-botton.

Sobre os alarmes: este equipamento têm 3 tipos de alarmes classificados pelas


suas prioridades:

Tabela 10 – Tipos de Alarmes


PRIORIDADE SONORO VISUAL
Baixa Bip de 523Hz 1 vez a cada 10s Leds acesos constantemente
Média Bip de 880Hz 1 vez por segundo Leds piscando 1 vez por segundo
Alta Bip de 880Hz 2 vezes por segundo Leds piscando 2 vez por segundo

Teste tensão AC 127V e 220V / Led fonte AC


Verificar o funcionamento em 110V e 220V e o acionamento do led indicativo.

Teste de tensão DC externa de 10V a 16V / Led fonte DC


Verificar o funcionamento com bateria externa e o acionamento do led indicativo.
Conectar uma bateria externa na entrada de 12V e verificar o funcionamento.

Teste tensão DC interna 12V / Carga bateria / Led fonte DC


Verificar o funcionamento com a bateria interna e o acionamento do led indicativo
(mesmo da tensão DC externa). Desconectar a bateria externa e a rede e verificar o
funcionamento.

Teste teclado
Verificar o funcionamento de cada tecla com a execução da sua respectiva função.

• Liga / Desliga: observar se o aparelho liga e desliga normalmente.


• Pressão: observar o acionamento da bomba infladora.
• Alarme Liga/Desliga: com os simuladores de ECG, RESP, PANI, SpO2 e
TEMP gerar situações de alarme e verificar se a tecla desliga e liga o alarme sonoro.
• Congela: as três janelas gráficas (ondas) são congeladas
simultaneamente.
• Impressora: Verificar o funcionamento da impressora.
• Ajuste Volume Bip: ao apertar esta tecla basta girar o e-jog para variar o
Volume do bip. Obs.: nesta função não aparece a tela indicativa do nível de volume.
• Ajuste Contraste LCD: ao apertar esta tecla basta girar o e-jog para
variar o contraste do LCD. Obs.: nesta função não aparece a tela indicativa do nível
do contraste.

Manual de Serviço – InMax 55


Teste Zoom: com o e-jog selecionar a função zoom e observar a alteração da
disposição da tela. Surge uma tela com ênfase para o sinal que estava na janela gráfica
superior (tela anterior) e para os valores numéricos dos outros parâmetros.

Menu Alarmes

• Máximo (ECG, RESP, SpO2 , PANI e TEMP)


• Mínimo (ECG, RESP, SpO2 , PANI e TEMP)

Com os respectivos simuladores de ECG, RESP, SpO2, PANI e TEMP criar situações
de alarme e observar o acionamento dos alarmes de prioridade média.

Menu config

• Volume Bip: Variar o nível de intensidade do volume do bip em todos os


valores (1 – 10). Observar a variação sonora gradativa, assim como a variação do
cursor indicativo na tela.
• Volume Alarme: Variar o nível de intensidade do volume do alarme em
todos os valores (1 – 10). Observar a variação sonora gradativa, assim como a
variação do cursor indicativo na tela.
• Contraste LCD: Variar o nível de intensidade do contraste do LCD em
todos os valores (1 – 28). Observar a variação gradativa do brilho, assim como a
variação do cursor indicativo na tela.
• Vídeo Invertido: Observar o acionamento da inversão do vídeo, os pixels
ligados tornam-se desligados, assim como os desligados tornam-se ligados.
• Som mensagem: Inibe a indicação sonora do alarme de prioridade baixa.

Ajuste Data / Hora:

Observar se a data e hora amostrada do display confere com a do momento deste


teste, pois já deve estar ajustada desde o teste da placa CPU. Se estiver diferente ajustar
data e hora do momento da calibração.

Menu Curva ECG

• Derivações – DI, DII, DIII, aVR, aVL, aVF e C: Com o simulador de


ECG ligado ao InMax, verificar as 7 derivações, utilizando o Padrão de Derivações de
ECG.
• Velocidade: Verificar o funcionamento nas velocidades de 12,5 ; 25 e 50
mm/s.
• Sensibilidade: Verificar as faixas de ganho na amplitude do sinal 5, 10,
15, 20, 30 e 40 mm/mV.
• Filtro – 60Hz – Liga. Desliga com o simulador de ECG configurá-lo para
injetar um sinal com ruído com ruído de 60Hz e observar o funcionamento do filtro.
• Filtro – 35Hz – Liga, Desliga com o simulador de ECG configurá-lo para
injetar um sinal com ruído com ruído de 35Hz e observar o funcionamento do filtro.

Menu ECG

• Resposta ECG – Lenta, Normal, Rápida


Teste feito via software automaticamente.

Manual de Serviço – InMax 56


• Freqüência Cardíaca – ECG ou SpO2
Seleciona o parâmetro de obtenção da freqüência cardíaca, verificar o
funcionamento pelo ECG e pelo SpO2.
• Detector de Marcapasso – Liga / Desliga: com o simulador de ECG
configurá-lo para simular a presença de um marcapasso e observar o funcionamento
do detector.

ECG Eletrodo solto: simular uma situação de eletrodo solto (soltar as vias do
simulador) e observar se há a indicação na tela (mensagem) e a indicação de alarme de
baixa prioridade.

Freqüência Cardíaca:
Verificação da freqüência cardíaca
Ligar o simulador de freqüências ajustáveis no conector de entrada do cabo
paciente e selecionar DII. Conferir a medida da freqüência para os valores de 30, 60, 120
e 240 BPM.
Tabela 11 - BPM
BPM Tolerância
030 029 a 031
60 059 a 061
120 118 a 122
240 236 a 244

Menu Curva RESP

• Velocidade: Verificar o funcionamento nas velocidades de 6.25, 12. 5 e 25


mm/s.
• Sensibilidade: Verificar as faixas de ganho na amplitude do sinal 1, 2, 3,
4, 5 e 6.

Menu RESP

• Respiração – Liga / Desliga verificar o acionamento ou desacionamento


da captação do sinal de respiração

• Freqüência de Respiração
Verificação da freqüência de respiração
Ligar o simulador de ECG configurá-lo para respirações por minuto (RPM). Conferir
a medida da freqüência para os valores de 15, 40, 60 e 80RPM.
15 Resp / min (13 a 17 RPM)
40 Resp / min (38 a 42 RPM)
60 Resp / min (57 a 63 RPM)
80 Resp / min (77 a 83 RPM)

Teste console / Saída ECG

Verificação da saída do sinal ECG, sincronismo:

Manual de Serviço – InMax 57


Menu PANI: Medida Manual

Medida Automática 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 30, 60, 90 (minutos)


Verificar se o acionamento automático da

Manual de Serviço – InMax 59

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