Lista de decorebas
Ginecologia e Obstetrícia
GINECOLOGIA
1) Qual o tratamento em comum para vaginose e tricomoníase?
Metronidazol VO 500mg 12/12h por 7 dias.
2) Qual a sequência de exames para investigação de amenorreia secundária?
1. B-HCG
2. TSH e prolactina
3. teste da progesterona
4. teste do estrogênio
5. dosagem FSH
6. teste do GnRH
3) Qual a definição de amenorreia primária?
14 anos e ausência de caracteres sexuais secundários OU 16 anos e presença de caracteres sexuais
secundários.
4) O que representa cada estadiamento do BI-RADS?
0 inconclusivo (complementar com outro exame de imagem – usg, rnm)
1) sem alterações (repetir a mamografia conforme a idade)
2) alterações benignas (repetir a mamografia conforme a idade)
3) duvidosa (repetir a mamografia em 6 meses)
4) suspeito (biópsia)
5) altamente suspeito (biópsia)
5) Neoplasia de colo uterino: qual a conduta conforme resultado de colpocitologia oncótica?
• LIE-BG (LSIL): < 25 anos: repetir em 3 anos. > 25 anos: repetir em 6 meses
• ASC-US < 25 anos: repetir em 3 anos. 25-29 anos: repetir em 1 ano. > 30 anos: repetir em 6 meses
• Demais achados: colposcopia
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Ginecologia e Obstetrícia
6) Distopias genitais: o que representa cada letra no POP-Q?
Aa Ba parede Anterior
Ab Bb parede posterior
C colo ou cúpula
D fundo de saco de Douglas
CVT: comprimento vaginal total
7) Incontinência urinária de esforço: qual o valor de PPE que indica hipermobilidade
vesical? E defeito esfincteriano?
PPE > 90 hipermobilidade vesical
PPE < 60 defeito esfincteriano
8) Enxaqueca com aura é contraindicação absoluta de qual método contraceptivo?
Método de anticoncepção com estrogênio.
9) Sangramento uterino anormal: qual o principal dado na anamnese que vai guiar
o diagnóstico?
A idade da paciente (atentar para os diagnósticos diferenciais em cada idade).
10) Climatério: cite contraindicações à terapia de reposição hormonal (TRH).
Contraindicação de TRH: neoplasia de mama ou endométrio, SUA indeterminado (não sabe a causa),
AVE, IAM, TEP, TVP.
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Ginecologia e Obstetrícia
OBSTETRÍCIA
1) Qual a conduta inicial na pré-eclâmpsia grave/eclampsia?
Sulfato de Magnésio + anti-hipertensivo (se PAS ≥ 150 e/ou PAD ≥ 110).
2) Partograma: quando avaliamos a descida da apresentação?
Só avalia a descida após a dilatação ser total!!!
3) Cardiotocografia: DIP I e DIP III podem corresponder à compressão de qual estrutura?
DIP I – compressão cefálica. DIP III – compressão de cordão
DIP I
DIP III
4) Quando é indicado profilaxia para GBS na RPMO?
Se swab + ou se swab desconhecido com fator de risco (mais importantes: prematuro, bolsa rota > 18h).
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Ginecologia e Obstetrícia
5) Qual a sequência de conduta na atonia uterina?
Massagem uterina, ocitocina (+ misoprostol e/ou + ácido tranexâmico concomitantemente), rafia de
B-lynch, rafia vascular, embolização uterina, histerectomia.
6) Qual o provável diagnóstico de USG com IG > 6-7 semanas sem BCF?
Abortamento.
7) Qual o provável diagnóstico de USG com IG < 6-7 sem BCF?
Pode ser gestação incipiente (obs: repetir o USG cerca de 1 a 2 semanas após!)
8) Como é feito o diagnóstico de gestação ectópica?
B-HCG > 1500 e útero vazio.
9) Quais os parâmetros de glicemia de jejum para o diagnóstico de diabetes gestacional
(DMG) e diabetes prévio?
Glicemia de jejum < 92 normal.
92 a 125 DMG.
≥ 126 Diabetes prévio
10) Quando deve ser realizada Imunoglobulina anti-D (Rhogan) na paciente Rh negativo?
Com 28 semanas, até 72h pós parto se RN for Rh+, após qualquer episódio de sangramento na
gestação, após exame invasivo, após abortamento.
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