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Funções da Endodontia na Odontologia

Enviado por

Samantha.alvesb
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© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Tópicos abordados

  • tratamento de infecções,
  • avaliação clínica,
  • exames clínicos,
  • instrumentos endodônticos,
  • canais radiculares,
  • medicação pós-operatória,
  • recomendações,
  • anamnese,
  • profilaxia antibiótica,
  • cicatrização
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Funções da Endodontia na Odontologia

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Tópicos abordados

  • tratamento de infecções,
  • avaliação clínica,
  • exames clínicos,
  • instrumentos endodônticos,
  • canais radiculares,
  • medicação pós-operatória,
  • recomendações,
  • anamnese,
  • profilaxia antibiótica,
  • cicatrização

GRUPO 2

ENDODONTIA
Endodontia é a área da Odontologia que estuda as causas, a prevenção, o
diagnóstico e o tratamento das doenças da polpa dentária e as suas
consequências nos tecidos periapicais.

PRA QUÊ SERVE A ENDODONTIA?


O principal objetivo da endodontia é preservar dentes que
foram comprometidos por lesões e doenças da polpa da
raiz do dente, cáries profundas ou traumas, evitando,
assim, a extração dentária.
A INTERVENÇÃO MAIS COMUM EM ENDODONTIA É
O TRATAMENTO DE CANAL, QUE CONSISTE NA
REMOÇÃO DA POLPA INFECTADA OU INFLAMADA,
DESINFECÇÃO DO CANAL RADICULAR,
PREENCHIMENTO COM MATERIAL OBTURADOR
PARA SELAR O DENTE E EVITAR NOVAS INFECÇÕES.
INSTRUMENTAIS UTILIZADOS
EM ENDODONTIA
1- SERINGA E AGULHAS DESCARTÁVEIS: UTILIZADAS PARA LAVAR O
CANAL COM HIPOCLORITO DE SÓDIO, SODA CLORADA OU SORO
FISIOLÓGICO.
2- LENÇOL DE BORRACHA SINTÉTICA: PARA ISOLAR O
DENTE QUE SERÁ TRATADO.
3- GRAMPOS: PARA PRENDER O LENÇOL AO DENTE DO QUAL
SERÁ TRATADO O CANAL.
4- ARCO PARA LENÇOL: UTILIZADO PARA MANTER O LENÇOL
ESTICADO DENTRO DA CAVIDADE BUCAL DO PACIENTE.
5- PERFURADOR DE LENÇOL: UTILIZADO PARA PERFURAR O
LENÇOL VISANDO AO ENCAIXE DO ARCO PARA LENÇOL.
6- PINÇA PORTA-GRAMPO: APROPRIADA PARA FAZER A
COLOCAÇÃO DO GRAMPO.
7- CALCADOR: UTILIZADO PARA FECHAR O CANAL COM CIMENTO
ENDODÔNTICO; PARA FAZER A OBTURAÇÃO DO CANAL COM OUTROS
MATERIAIS, COMO GUTA-PERCHA POR EXEMPLO.
8- SUGADOR DE CANAL: PARA SER ACOPLADO EM UMA DAS
CONEXÕES DO COMPRESSOR PARA SUGAR SANGUE E SOLUÇÃO
UTILIZADA PARA LAVAR O CANAL.
9- LIMAS: UTILIZADAS NO TRATAMENTO E NO PREPARO DE CANAIS.
SÃO CLASSIFICADAS POR NÚMEROS E PELA COR DO CABO.
10- TAMBORÉU: É UTILIZADO COMO SUPORTE PARA AS LIMAS.
11- RÉGUA MILIMETRADA: UTILIZADA PARA MEDIR AS
DIMENSÕES DOS CANAIS.
12- LOCALIZADOR APICAL: PERMITE QUE NAS FUNÇÕES COMPRIMENTO DO CANAL RADICULAR E
FUNÇÃO INTEGRADA O PROFISSIONAL DEFINA UMA DISTÂNCIA DE SEGURANÇA DE AVISO ANTES
DA ZONA DE LIMITE DO FORAME APICAL.
13- CONES ENDODÔDONTICOS:

Guta-percha calibrada: Preenche a maior


parte do canal radicular, sendo estável
dimensionalmente, radiopaca e flexível.
Cones de papel: São usados devido ao alto poder de absorção, as
pontas de papel são utilizadas principalmente para limpar e secar
obturações de canais radiculares durante o tratamento endodôntico.
PROTOCOLO
PRÉ OPERATÓRIO
Antes de se iniciar uma intervenção endodôntica, é
essencial que o profissional execute uma minuciosa análise
clínica e exame radiográfico do dente a ser tratado para
avaliar problemas em potencial.

Dentes candidatos a intervenção endodôntica geralmente


foram afetados por cáries, restaurações, fraturas, atrição,
dentre outros. Agentes irritantes promovem deposição de
dentina e causam modificações na anatomia da cavidade
pulpar.
RADIOLOGIA NA
ODONTOLOGIA
A avaliação da câmara pulpar, canais radiculares e periápice
dentário, estudados na Endodontia, não pode ser feita clinicamente,
portanto exames complementares são necessários para melhor
avaliação. Assim, para fins de diagnóstico, tratamento e
acompanhamento, ou seja, em todas as etapas clínicas, os exames
de imagem são imprescindíveis na prática Endodôntica. O
endodontista deve dominar a execução e interpretação da técnica
radiográfica.
RADIOGRAFIA RADIOGRAFIA
PANORÂMICA INTERPROXIMAL
É um procedimento extraoral simples Também chamada de bite-wing, a radiografia
que visualiza a maxila e a mandíbula em interproximal é uma técnica radiográfica
um único filme e se tornou muito valioso intraoral em que você obtém imagens das faces
na odontologia. As radiografias mesial, distal e das coroas dos pré-molares e
panorâmicas proporcionam uma visão molares, além das cristas ósseas vizinhas do
completa da estrutura facial e auxiliam maxilar e da mandíbula.
no diagnóstico, revelando achados
médicos não detectado a olho nu, o que
poderia afetar o prognóstico do
tratamento
RADIOGRAFIA PERIAPICAL
Também conhecida como Raio X periapical, é
um procedimento que utiliza raios-x para
visualizar detalhadamente a região de um
dente, incluindo o osso ao seu redor.
Esse exame destaca áreas específicas da boca de
forma gradual, permitindo a análise tanto dos
dentes na arcada superior (maxila) quanto na
arcada inferior (mandíbula).
Resumindo, permitem a visualização mais
Durante a realização do procedimento, o
nítida dos dentes posteriores.
profissional precisa posicionar o filme dentro
O termo “bite-wing” significa “asa de mordida”
da boca do paciente para capturar a imagem do
— termo da Odontologia que se refere à forma
dente.
como o paciente segura o receptor de raios-X
(entre os dentes).
RECOMENDAÇÕES:
[Link] ALIMENTAÇÃO: É FUNDAMENTAL O PACIENTE ESTAR BEM NUTRIDO, POIS A ANEMIA E A
FALTA DE VITAMINAS PODEM ATRAPALHAR A CICATRIZAÇÃO. SENDO ASSIM, UMA ALIMENTAÇÃO
BALANCEADA E RICA EM VEGETAIS E CARNE É O IDEAL PARA UMA BOA NUTRIÇÃO.

2. INFECÇÕES PRÉVIAS: ANTES DA CIRURGIA, 3. BEBIDAS ALCOÓLICAS: RECOMENDA-SE NÃO INGERIR


COMUNIQUE AO CIRURGIÃO DENTISTA CASO BEBIDAS ALCOÓLICAS NO MÍNIMO 03 DIAS ANTES E 10
TENHA PERCEBIDO ALGUM TIPO DE INFECÇÃO DIAS APÓS A CIRURGIA (PERÍODO RELATIVO A
(FURÚNCULO, FOLICULITE, SINUSITE, DOR DE CICATRIZAÇÃO E A INGESTÃO DE MEDICAMENTOS PÓS-
GARGANTA, INFECÇÃO URINÁRIA OU GRIPE, POR OPERATÓRIOS).

EXEMPLO).

[Link]: DEIXE DE FUMAR UM MÊS ANTES DA CIRURGIA.


O FUMO PODE PREJUDICAR A CICATRIZAÇÃO.
TRATAMENTO
A Endodontia tem como
principal objetivo salvar o
dente natural.
O tratamento é especializado,
feito individualmente para cada
paciente de acordo com sua
patologia pulpar.

1ªETAPA: ANAMNESE COMPLETA

Primeiro tem que ser feito uma


anamnese completa, testes e
radiografia para saber se é
indicação de canal.
2ª ETAPA: ANESTESIA

Anestesia local por


meio de injeções na
gengiva e abertura
do dente através da
coroa para tirar todo
tecido cariado ou
acesso a lesão.
3ª ETAPA: ISOLAMENTO ABSOLUTO

é feito com lençol de borracha e grampo.


Importante para isolar o dente que será feito o
canal para evitar que microorganismos da
mucosa infectem a aérea que está sendo
trabalhada e também proteger a mucosa da
solução irrigadora.
4ª ETAPA: PREPARO QUÍMICO MECÂNICO
Usar as limas que já estão calibradas no
comprimento do dente para fazer a limpeza do
conduto e utilizar soluções irrigadoras auxiliares
como hipoclorito de sódio e clorexidina em gel
OBSERVAÇÃO 2%.
Sempre que finalizar uma etapa e
não dá tempo de continuar no
mesmo dia, inserir a medicação
intracanal e restauração provisória.
Medicação como formocrozol em
uma bolinha de algodão dentro da
câmara pulpar e logo fechar com a
restauração provisória que pode ser
CIV ou cotozol.
2ª SESSÃO
1ª ETAPA: ANESTESIAR, RETIRAR O MATERIAL
RESTAURADOR E ISOLAMENTO

Anestesia a área, retirar o material restaurador, fazer o


isolamento e dar continuidade no preparo químico
mecânico, ou seja, uso das limas.
2ª ETAPA: OBTURAÇÃO DO CANAL
Nessa etapa é feito a secagem com cone absorvente, selecionar o cone
principal e fazer a desifectacão com hipoclorito, álcool e gaze.
Logo após fazer a radiografia do cone principal para saber se está abaixo
da medida do ápice, fazer a manipulação do cimento endodôntico, colocar
o cone principal e acessórios no canal.
Aquecer a lamparina e cortar os cones, restauração e radiografia final.
PÓS OPERATÓRIO
Dipirona sódica 500 mg a 1 g, a
cada 4 horas, por 24 horas ou
Paracetamol 750 mg ou
Tomar medicação prescrita; Ibuprofeno 200 mg a cada 6
horas
Evitar alimentos duros para evitar fraturas;
Não comer enquanto durar o efeito da anestesia (alimentos sólidos), pois pode haver laceração
da bochecha/lábios/língua. Pode ingerir bebidas (sucos por exemplo), iogurte, cremes e outros;
Cuidar da higiene bucal normalmente;
Após o tratamento de canal é colocado um curativo provisório. Se esse curativo sair, entrar em
contato com a clínica. O dente tratado endodonticamente não pode ficar aberto (pode haver
contaminação);
Providenciar a restauração definitiva o quanto antes. Não passar de 30 dias;
Em caso de dor persistente, entrar em contato;
Em casos de dentes com lesão periapical, fazer o controle clínico através de exames
radiográficos para acompanhar a regressão dessa lesão;
Caso o problema persista, pode ser necessário um retratamento endodôntico ou
encaminhamento para cirurgia paraendodôntica (retirada do terço apical da raiz)
AVALIAÇÃO PÓS OPERATÓRIA
COMPLICAÇÕES
PULPITE IRREVERSÍVEL
SINTOMÁTICAS
condição dentária que afeta a polpa dentária,
localizada no centro do dente, onde estão
localizados os nervos e vasos sanguíneos.
A cárie é a causa mais frequente.
ANESTESIA LOCAL
Lidocaina ou Mepivacaína 2% com epinefrina
1: 100.000;
Articaína 4% com epinefrina 1:100.000 ou
1:200.000.
Deve-se evitar a opção de 1:200.000 em
bloqueios regionais
E conhecida a grande dificuldade de se obter
anestesia eficaz para molares inferiores com
pulpite irreversível sintomática.
apresenta o maior índice de falhas na clínica
odontológica, chegando a 40% nos
tratamentos endodônticos de rotina e a até
76% nos casos de pulpites irreversíveis
sintomáticas.
TÉCNICA DE ANESTESIA
INTRAÓSSEA
A técnica tem por objetivo romper a
cortical óssea vestibular e depositar
a solução anestésica local
diretamente no osso medular.
Alternativa valiosa para a anestesia
de molares inferiores com pulpite
irreversível sintomática.
ANESTESIA INTRAÓSSEA COM SISTEMA X-TIP®

Medicação pós-operatória:
dipirona 500 mg a 1 g, a cada 4 h, pelo período de 24h
Paracetamol 750 mg ou ibuprofeno 200 mg são analgésicos alternativos em caso de alergia à dipirona com intervalos de 6 h.
Acompanhamento: após 24h, obter informações do paciente sobre a remissão dos sintomas.
NECROSES PULPARES SEM ENVOLVIMENTO PERIAPICAL
Morte celular do tecido pulpar.
Causada pela interrupção de suprimento sanguíneo.

Anestesia local: Apesar de o dente envolvido não


responder a estimúlos, a anestesia local deve-se ser
realizada para maior conforto do paciente.

Medicação pós-operatória:
dipirona 500 mg a 1 g, a cada 4 h, pelo período de
24 h;
Paracetamol 750 mg ou ibuprofeno 200 mg são analgésicos
alternativos em caso de alergia à dipirona com intervalos de
6 h.

Acompanhamento: após 24h, obter informações do


paciente sobre a presença de dor ou flare-up.
O QUE É PERIODONTITE APICAL AGUDA
• Inflamação no periodonto apical (tecido ao redor da raiz do dente).

• Causada por infecção ou trauma na região próxima à ponta da raiz (ápice)

TIPOS:
Sem envolvimento pulpar: Causada por
trauma ou restauração desadaptada
• Com envolvimento pulpar (necrose): A
infecção se espalha da polpa para o
periodonto apical.
TRATAMENTOS EM CASOS DE
ABCESSO APICAIS AGUDOS
Objetivo: Descontaminar o local afetado.
• Primeira etapa: Tratar o efeito (o abscesso).
• Segunda etapa: Tratar a causa (o dente, reservatório
das bactérias)
O QUE É PERIODONTITE APICAL AGUDA
Não é necessário antibiótico:
• Se os sistemas de defesa do paciente controlam a infecção.
• A descontaminação local é suficiente.
• Decisão baseada em anamnese e exame físico (ausência de sinais de
disseminação ou manifestações sistêmicas).
Indicações para uso de antibióticos:
• Pacientes com doenças metabólicas (ex: diabetes)
ou imunossuprimidos.
• Abscessos com sinais de disseminação local
(limitação da abertura bucal, linfadenite, celulite).
• Manifestações sistêmicas (febre, taquicardia, mal-
estar geral), indicando que o corpo não consegue
controlar a infecção sozinho.
• Objetivo: Complementar o tratamento local e apoiar
a resposta imunológica.
EMPREGAR OS ANTIBIÓTICOS DE QUE FORMA?
GRUPOS DE RISCOS
IMPLANTODONTIA
OQUE É A
IMPLANTODONTIA EM
ODONTOLOGIA?
A implantodontia é uma das
especialidades da odontologia
que realiza a reabilitação oral de
pacientes através da instalação
dos implantes que servem como
pontos de fixação para futuras
próteses dentárias, desse modo,
ela possui o objetivo de devolver
ao paciente a funcionalidade e a
estética que eram
proporcionadas pelos dentes
originais.
QUAL A IMPORTÂNCIA DA IMPLANTODONTIA EM
ODONTOLOGIA?
A importância dessa especialidade vai além da simples reposição dentária, pois
abrange também aspectos estéticos, funcionais e até mesmo psicológicos. Ela
também desempenha outros papéis fundamentais: Restauração estética,
preservação do osso alveolar, prevenção de complicações e durabilidade.
QUAIS SÃO OS MALEFÍCIOS DE NÃO ADERIR A ESSE TIPO
DE TRATAMENTO?
1- Perda de estrutura óssea
2- Dificuldade na mastigação
3- Alterações na fala
4- Deslocamento de dentes adjacentes
5- Desgaste excessivo de dentes remanescentes
6- Impacto na estética e na autoestima
7- Problemas na articulação temporomandibular (ATM)
QUAL O PROTOCOLO FARMACOLÓGICO UTILIZADO NESSE
TIPO DE TRATAMENTO?
O protocolo farmacológico utilizado em implantodontia visa garantir a segurança do
procedimento, minimizar o risco de infecções e controlar a dor e a inflamação. Esse
protocolo pode variar de acordo com as características individuais do paciente, o tipo de
implante e a complexidade do procedimento. Porém pode envolver o uso de antibióticos,
analgésicos, anti-inflamatórios e antissépticos bucais.
PRÉ OPERATÓRIO
No pré operatório deve ser feito:

1. Anamnese completa;
[Link] o histórico e saúde;
[Link] clínico;
[Link] e tomografia;
[Link] de medicamentos;
[Link] comidas pesadas;
7. É recomendado não fazer atividade física, para evitar a irrigação.

Portanto, é importante fazer um planejamento para ter um implante de sucesso!


ITENS A SEREM AVALIADOS E
PROCEDIMENTOS A SEREM REALIZADOS:
PLANO DE TRATAMENTO:
Inicia pela fase protética, molda, monta em articulador, enceramento
CONSULTA INICIAL:
diagnóstico, guia cirúrgico, planeja e vê realmente como vai ficar o final
PROTOCOLO DE do tratamento antes de executar o procedimento.
ATENDIMENTO PARA

CONSULTA Etapas:
Moldagens prévias
CONVERSA INICIAL COM
Obtenção do modelo
O PACIENTE
Registro de oclusão
EXAME CLÍNICO Enceramento
SOLICITAÇÃO DE Moldagem em ASA
EXAMES PRÉ-
Obtenção do guia

OPERATÓRIOS

REPASSE DO

ORÇAMENTO

AGENDAMENTO DA

CONSULTA
PREPARO CUIDADOSO DA REGIÃO QUE FASE PROTÉTICA
RECEBERÁ A REABILITAÇÃO COM
IMPLANTES OSSEOINTEGRÁVEIS: • BOM SENSO NO PLANEJAMENTO PROTÉTICO-CIRÚRGICO
(REVERSO);
• REMOÇÃO DE ELEMENTOS DENTÁRIOS
• RESPEITAR E APLICAR OS CONCEITOS DE OCLUSÃO IDEAL
COM DIAGNÓSTICO PRECISO E RAÍZES (AJUSTES);

RESIDUAIS; • RESPEITAR DISTANCIAS BIOLÓGICAS;


• TRATAMENTO DE LESÕES E CISTOS; • SEMPRE ANEXAR AO PRONTUÁRIO DO PACIENTE AS ETIQUETAS
DOS COMPONENTES PROTÉTICOS UTILIZADOS COM AS DEVIDAS
• AVALIAÇÃO DE PERDAS VERTICAIS E REFERÊNCIAS DO FABRICANTE, DO LOTE, DA DATA E DOS
HORIZONTAIS DAS TÁBUAS ÓSSEAS; REGISTROS DA ANVISA;
• ESCOLHA DO MELHOR PROCEDIMENTO • ANEXAR TODA A DOCUMENTAÇÃO PROVENIENTE DO
CIRÚRGICO E MEDICAMENTOSO. LABORATÓRIO DE PRÓTESE (DEVIDAMENTE REGULARIZADO)
UTILIZADO EM CADA REABILITAÇÃO.
ANESTESIA LOCAL
A ANESTESIA É IMPORTANTE NO IMPLANTE DENTÁRIO PORQUE GARANTE QUE O
PACIENTE NÃO SINTA DOR E QUE O PROCEDIMENTO SEJA MAIS SEGURO E CONFORTÁVEL.

LINDOCAÍNA ARTICAÍNA
É UM DOS ANESTÉSICOS LOCAIS MAIS COMUNS É CONHECIDA PELA ALTA POTÊNCIA E RÁPIDA
NA ODONTOLOGIA. TEM AÇÃO RÁPIDA, QUE ABSORÇÃO, ALÉM DE OFERECER UMA
COMEÇA EM POUCOS MINUTOS E DURA DE 1 A 2 ANESTESIA MAIS PROFUNDA. SUA DURAÇÃO
HORAS, DEPENDENDO DA QUANTIDADE APLICADA PODE SER DE ATÉ 3 HORAS, SENDO UMA
E DA PRESENÇA DE VASOCONSTRITORES OPÇÃO POPULAR PARA PROCEDIMENTOS
MAIS LONGOS COMO IMPLANTES DENTÁRIOS.

ANESTÉSICO USADO NO IMPLANTE EM PACIENTES COM HIPERTENSÃO CARDÍACA


LIDOCAÍNA COM BAIXA CONCENTRAÇÃO DE EPINEFRINA:
EM CASOS DE HIPERTENSÃO CONTROLADA, PODE-SE OPTAR POR LIDOCAÍNA COM UMA
CONCENTRAÇÃO REDUZIDA DE EPINEFRINA DOSES BAIXAS DE EPINEFRINA PODEM AJUDAR
A MANTER O ANESTÉSICO NO LOCAL, MAS SUA QUANTIDADE DEVE SER MÍNIMA PARA
EVITAR PICOS DE PRESSÃO ARTERIAL.
CONTROLE DE DOR E EDEMA
1. IMPLANTES UNITÁRIOS COM MÍNIMA INVASÃO
• DOR PÓS-OPERATÓRIA GERALMENTE LEVE A MODERADA;
• TRATAMENTO COM ANALGÉSICOS SIMPLES: DIPIRONA OU PARACETAMOL.

2. CIRURGIAS MAIS COMPLEXAS


• EXEMPLO: MÚLTIPLOS IMPLANTES, ENXERTIA ÓSSEA, DESCOLAMENTO
TECIDUAL EXTENSO.
• RESPOSTA INFLAMATÓRIA EXACERBADA, COM MAIOR DESCONFORTO E
LIMITAÇÃO DAS ATIVIDADES.

3. CORTICOSTEROIDES E OSSEOINTEGRAÇÃO
• PREOCUPAÇÃO SOBRE O IMPACTO NEGATIVO NA OSSEOINTEGRAÇÃO
• ESTUDOS EM ANIMAIS MOSTRAM QUE CORTICOSTEROIDES, COMO
DEXAMETASONA, NÃO AFETAM NEGATIVAMENTE A OSSEOINTEGRAÇÃO.
PROFILAXIA ANTIBIÓTICA
• Tem o objetivo de prevenir processos
infecciosos, sejam eles locais ou
sistêmicos.
• baseada na administração de
antibióticos antes ou depois de um
procedimento odontológico.
• A amoxicilina é o medicamento mais
comumente prescrito para a profilaxia
com antibióticos por via oral.
O primeiro regime antibiótico profilático para a
implantodontia foi proposto em 1981, pela equipe
liderada pelo sueco Per-Ingvar Brånemark;
recomendava-se o emprego de 1 g de penicilina
V, administrado 1 h antes da intervenção, dose
esta que era mantida a cada 8 h pelo período de
10 dias.

Porém, os princípios modernos da profilaxia


cirúrgica mostram que o uso de antibióticos por
período prolongado, além de não proporcionar
proteção adicional, pode aumentar a frequência
de efeitos colaterais (dores de estômago, diarreia,
reações alérgicas), bem como a seleção de
resistentes espécies bacterianas.
Estudos mostram que a escolha da associação de amoxicilina com o clavulanato de
potássio para qualquer intervenção que envolva o seio maxilar, tem sido uma
recomendação questionável;

recentemente foi demonstrado que, em cirurgias de levantamento de seio maxilar, o


regime profilático com amoxicilina (2 g 1 h antes e 500 mg a cada 8 h, por 3 dias) é
tão eficaz quanto o uso da amoxicilina associada ao clavulanato de potássio, pelo
mesmo período de tratamento;

A toxicidade hepática pelo uso da associação amoxicilina/clavulanato de potássio é


nove vezes mais frequente do que com o uso exclusivo da amoxicilina.
PÓS OPERATÓRIO
Higiene Bucal: Atividades Físicas:
Dor e Inchaço: Manter a área limpa, - Evitar nas primeiras
Comum nas primeiras 24-72 horas. mas deve-se evitar
48-72 horas para não
Compressas frias e antibiótico. escovar diretamente
aumentar o fluxo
sobre o implante nos
Compressas frias e Sangramento: sanguíneo na área e
primeiros dias.
- Esperado nas primeiras horas pós - O uso de enxaguantes evitar sangramentos.
procedimento. bucais com clorexidina pode
- Evitar cuspir, bochechar ou realizar ser indicado.
atividades que possam aumentar a Medicação:
pressão na área cirúrgica para controlar o - Analgésicos e anti-inflamatórios para
sangramento. controle da dor e do inchaço.
- Antibióticos podem ser indicados como
Alimentação: Evitar Hábitos prevenção de infecções, dependendo do
- Alimentos moles e frios. Prejudiciais: caso.
- Alimentos quentes, Fumar e ingerir
bebidas alcoólicas. Cicatrização:
ácidos e duros devem ser
- Leva de uma a duas semanas
evitados até a cicatrização - A osteointegração (união do
inicial. implante com o osso) pode levar de 3 a
6 meses.
- Consultas de acompanhamento.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, E. Terapêutica medicamentosa em odontologia. 3 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014.

MAROTTI, Juliana; TORTAMANO, Pedro; WOLFARI, Stefan. Moldagem em Implantodontia. 2012.


[Link] Acesso em 8 de novembro de 2024.

Equipe de endodontia da UFRGS. Endodontia Pré-clínica. 2020. [Link] Acesso


em 8 de novembro de 2024

BRANDÃO, Ellen. Endodontia; tudo que você precisa saber sobre tratamento de canal. 2022.
<[Link] Acesso em 9 de novembro de 2024

ZAHR, Paulo. 11 cuidados com o pré e pós-operatório de um implante dentário. 2019.


[Link] Acesso em 9
de novembro de 2024.

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