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Andreza Saraiva da Silva Soarez – 3701302


Rilma Souza de Lima – 3701143
Rosana Guedes de Almeida – 3701170

Inclusão Escolar e Autismo: atuação das práticas docentes

NOVA IGUAÇU
2023
2

Andreza Saraiva da Silva Soarez – 3701302


Rilma Souza de Lima – 3701143
Rosana Guedes de Almeida – 3701170

Inclusão Escolar e Autismo: atuação das práticas docentes

Projeto apresentado ao Curso de Psicologia, da


Universidade do Grande Rio Prof. José de
Souza Herdy, como requisito parcial para a
disciplina Projeto Curricular Articulador – 9ª
fase.

Professor(a) da disciplina: Drª Allissandra


Marques Braga

NOVA IGUAÇU
2023
3

SUMÁRIO

1 JUSTIFICATIVA........................................................................................... 4
2 PROBLEMA .............................................................................................. 5
3 OBJETIVOS .................................................................................................... 5
3.1 - OBJETIVO GERAL ............................................................................ 5
3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS ..................................................... 5
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA .............................................................. 5
5 MÉTODO ............................................................................................... 9
6 CRONOGRAMA ....................................................................................... 10
REFERÊNCIAS .......................................................................................... 12
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1. JUSTIFICATIVA

A inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas regulares
apresenta diversos desafios que precisam ser superados, sendo um deles a preparação dos
professores. O processo de inclusão não se resume apenas à matrícula do aluno na escola
regular, mas envolve a adaptação do ambiente educacional e a implementação de estratégias
pedagógicas que atendam às necessidades específicas dos alunos com TEA. Portanto, é
fundamental que os docentes estejam devidamente preparados e capacitados para lidar com
esses desafios e oferecer um ensino inclusivo e de qualidade a todos os estudantes,
independentemente de suas diferenças individuais. E não apenas os docentes, que tratam de
modo direto com os desafios cotidianos de uma sala de aula, mas, inclusive, toda a
comunidade escolar carece de informações mais claras sobre a inclusão. Nesse sentido,
aprofundar o conhecimento acerca do TEA é fundamental para toda equipe escolar.

Recentemente, as políticas públicas no Brasil têm tido um enfoque cada vez mais inclusivo,
com o objetivo de garantir que todas as pessoas com deficiência, incluindo aquelas com TEA,
sejam incluídas nas escolas regulares. No entanto, apesar de muito se falar sobre isso, pouco
tem sido feito de forma prática para apoiar os professores e ajudar os alunos autistas a se
sentirem acolhidos e atendidos em suas necessidades específicas de aprendizado e inclusão. É
necessário um maior esforço para garantir que essas políticas sejam implementadas de forma
efetiva e para fornecer os recursos necessários para garantir uma verdadeira inclusão dos
estudantes com TEA. (FRANÇA, 2020).

Neste breve Projeto Curricular Articulador (PCA), realizado sob a orientação da professora
Dra. Allissandra Marques, temos como objetivo criar um material de suporte para docentes
que facilite a identificação de sinais de alerta em crianças que possam apresentar o Transtorno
do Espectro Autista (TEA). Para que, desta forma, possam guiar os responsáveis na busca de
uma avaliação e intervenção adequadas. Além disso, serão apresentadas algumas estratégias
que podem ajudar os educadores no trabalho em sala de aula, visando promover a inclusão e o
aprendizado dos alunos com TEA. Nossa proposta não exclui outras questões mais amplas
envolvendo a comunidade escolar como um todo, mas pretende, objetivamente, contemplar os
profissionais da educação atuantes em sala de aula.
5

2. PROBLEMA

O grupo conversou com alguns professores do ensino regular que trabalham ativamente em
redes públicas municipais da Baixada Fluminense e da Região Sul Fluminense, e foram
levantados alguns problemas relacionados à inclusão de alunos com ou sem diagnóstico de
Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre as dificuldades apontadas, destacam-se as que
dizem respeito à convivência entre os alunos, à falta de direcionamento para o professor
devido à sobrecarga de responsabilidades mediante a indisciplina em sala de aula, e às
limitações em se alcançar as propostas pedagógicas de cada unidade de ensino.

3. OBJETIVOS

Objetivo geral: Criar um material de suporte para docentes que facilite a identificação de
sinais de alerta em crianças que possam apresentar o Transtorno do Espectro Autista (TEA)
nos primeiros anos. Apresentadar algumas estratégias que podem ajudar os educadores no
trabalho em sala de aula, visando promover a inclusão e o aprendizado dos alunos com TEA.

Objetivos específicos:
1- Através do informativo trazer informações sobre o desenvolvimento atípico, norteadores
cognitivos e comportamentais comumente encontrados no Transtorno do Espectro Autista
(TEA) nos primeiros anos da vida.

4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

4.1 Inclusão escolar do autista na escola regular

Mantoan (2006) relata no seu livro intitulado ‘Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como
fazer?’ sobre os pilares conceituais de integração e inclusão, sendo o primeiro termo a tratar
da integração escolar como a aceitação de alunos com necessidades especiais na escola
comum, fazendo com que o aluno entre em contato com um sistema escolar, seja ele regular
ou especial. Assim a autora analisa que nas situações de integração escolar nem todos os
alunos com necessidades especiais cabem nas turmas de ensino regular, pois há uma seleção
prévia dos que estão aptos a inserção. Para esses casos, são indicados a individualização dos
programas escolares, os currículos, as avaliações especiais e redução dos objetivos
educacionais para compensar as dificuldades de aprender. Em suma: a escola não muda como
6

um todo, mas os alunos têm de mudar para se adaptar às suas exigências (Mantoan, 2006,
p.18).

A autora aponta como segundo conceito destacado nesse contexto a “inclusão escolar”, e esta
não sendo compatível com a “integração escolar”, pois a inclusão exige uma inserção mais
completa, do que a integração. Pois pelo fato que na inclusão, todos os alunos têm que
frequentar uma sala de aula do ensino regular, sem que haja nenhuma exceção, e que ainda
aos alunos com necessidades especiais, no caso com TEA, não sejam tratados como diferentes
dos demais. Logo para se ter de fato uma inclusão, Mantoan (2006) ressalta que a escola tem
que ter muitas mudanças, em geral, para que possa atender a todas as necessidades dos alunos
que tenham necessidades especiais e aos que não tenham. Assim na inclusão, diferente da
integração a escola é a primeira que deve se adequar para poder receber a todos sem ou com
necessidades especiais. Conforme as diferentes adaptações que são necessárias a integração e
a inclusão. A partir desse ponto de vista, que Serra (2004) vai se debruçar sobre esses dois
conceitos e analisa concluindo que há uma distinção entre ambos, identificando que a
integração insere o sujeito na escola esperando uma adaptação deste ao ambiente escolar já
estruturado, enquanto a inclusão escolar implica em redimensionamento de estruturas físicas
da escola, de atitudes e percepções dos educadores, adaptações curriculares, entre outros. A
inclusão num sentido mais amplo significa o direito ao exercício da cidadania. (SERRA,
2004, p.27). A integração apenas atuava com que o aluno fosse inserido no espaço escolar, já
a inclusão opera para com que todos tenham acesso ao ensino regular.

Sob esses aspectos da integração e da inclusão, os preceitos legais da resolução nº 5/2009 do


Conselho nacional de educação (CNE) estabeleceu as Diretrizes curriculares nacionais para a
educação infantil (DCNEI), adotando os pressupostos da educação inclusiva, por meio da
implementação de proposta pedagógica elaborada e desenvolvida por professores habilitados,
superando o modelo assistencialista e fragmentado, divorciado do sistema educacional. Os
novos marcos legais, políticos e pedagógicos da educação infantil, a mudança da concepção
de deficiência, a consolidação do direito da pessoa com deficiência à educação e a redefinição
da educação especial, em consonância com os preceitos da educação inclusiva,
constituíram-se nos principais fatores que impulsionaram importantes transformações nas
práticas pedagógicas.

Em 2012, visando assegurar o acesso dos alunos com Autismo nas unidades escolares de
ensino regular, cria-se a Lei 12.764/12, de 27 de dezembro do ano citado (Lei Berenice Piana)
7

com o objetivo de implementar os direitos da pessoa com TEA. Nota-se que essa lei foi
elaborada na perspectiva de integrar e inserir o sujeito no processo da escolarização para que
assim o espaço escolar possibilite a sua inclusão e integração, correspondendo a realidade que
perpassa a sua estrutura física.

4.1.1 Desafios do docente frente à inclusão escolar

O número de matrículas de alunos com o Transtorno do Espectro Autista cresceu


acentuadamente nas escolas públicas brasileiras nos últimos anos (Nunes, Azevedo &
Schimidt, 2013; Santos & Elias, 2018). Esse crescimento está associado a Lei n 7.855 (1989)
regulamentada pelo Decreto n 3.298 (1999) que dispõe a matrícula compulsória nas escolas
regulares. Logo, na perspectiva dessa lei, se revela novos desafios e barreiras relacionados a
realidade escolar, carecendo que ocorram mudanças significativas que incluam professores e
escola, possibilitando a implementação desse cenário inclusivo urgente. A partir do
reconhecimento da realidade escolar no qual as novas demandas surgem, faz-se importante
que novas medidas sejam adotadas trazendo uma nova cultura, com peculiaridades e
especificidades relevantes como mediadores nessa transformação.

França e Pinho (2020), apontam para um caminho que é a inserção das tecnologias nas
práticas didático-pedagógicas, como facilitadora no processo de ensino-aprendizagem, bem
como rever as condições existentes na escola e proporcionar os meios para que ela alcance a
dimensão desejável, que atenda às necessidades no contexto de sociedade da informação e
conhecimento, de modo que os docentes e a gestão precisam estar alinhados e desse modo
preparados para essa nova condição. Assim a necessidade de formação continuada de
professores se faz extremamente importante para a consolidação de uma nova escola, na qual
a inclusão está presente não só pela presença dos diferentes, bem como pelo uso comunitário
das tecnologias. Sobre esse aspecto Lima e Neto (2020) aponta que o avanço da tecnologia e
a sua utilização, tem causado forte impacto e mudança na vida dos profissionais da educação,
cabendo prever e implementar processos que possibilitem a atualização dos professores,
gestores de escolas e gestores políticos estaduais e municipais, e assim atender a essa
demanda desafiadora de formação frequente.

Existe uma necessidade urgente da criação de novos processos formativos, cujo objetivo seja,
dirimir os efeitos que possam minar a capacidade potencial do espaço escolar tornando-o
sobretudo, em um espaço de inclusão, aberto às diferenças e aos diferentes. Vale considerar
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segundo França e Pinho (2020), que as temáticas a respeito da formação continuada para os
professores da Educação Especial não se restringem a possibilidade de discussões, leitura e
escrita, visto que estudos apontam para a necessidade da inclusão de novas tecnologias nas
escolas e nesse aspecto as discussões e debates acerca da relevância dos estudos sobre o
Transtorno do Espectro Autista – TEA e das mediações possíveis a partir do uso das
Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC,s), como uma tendência na
educação atualmente é fundamental para a formação docente e assim, devem aprofundar o
conhecimento relacionado às necessidades à formação da identidade profissional, bem como
o domínio de metodologias específicas e estratégias didático-pedagógicas de acesso ao
conhecimento. Sendo assim, articular os conhecimentos, fundamentos e práticas das
tecnologias diversificadas tornam-se propostas de suma importância para a realidade
educacional.

A formação dos professores da Educação Especial da Rede Estadual de Ensino Básico ocorre
mediante as transformações resultantes da prática educativa, desse modo, as reflexões sobre o
TEA, bem como as inovações tecnológicas, por meio das TDICs, serão mais um elemento
disponível para a mediação docente nesse cenário emergente da escola inclusiva. Por
conseguinte, o desafio da inclusão educacional e social dos alunos com TEA deve incorporar
a possibilidade dos professores da Educação Especial experimentarem diversas formas de
perceber o mundo, através de ferramentas e estratégias diversificadas, desenvolvidas a partir
de tecnologia assistiva, contribuindo para a aprendizagem de forma eficiente e divertida,
despertando o interesse do aluno com TEA. A inclusão escolar dos alunos com TEA, não se
resume apenas no aluno dentro da escola, mas espera que sua interação se dê num ambiente
escolar que se estruture e se adéque não apenas às necessidades físicas do aluno, mas que ao
incluir esse aluno na escola se produzam novas dimensões, atitudes e atividades em todo o
corpo profissional da escola, bem como nas comunidades escolar como um todo.

4.2 As especificidades do Autismo

Segundo Gaiato (2018) o Transtorno do Espectro Autista - TEA é um distúrbio do


neurodesenvolvimento humano e significa que algumas funções neurológicas não foram
desenvolvidas adequadamente nas respectivas áreas cerebrais, causando prejuízos na
comunicação, socialização e no comportamento (APA, 2013) das pessoas acometidas por ele.
Nesse sentido, o DSM-5 TR, 2023, vem sendo estudado pela ciência no percurso de quase
oito décadas, demonstra sobretudo a complexidade desse tema. No Brasil, vale destacar que
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um dos primeiros trabalhos científicos sobre o Autismo, foi publicado por Leo Kanner em
1943 (ABRAMOVITCK, 2000), e desde então, muitos pesquisadores têm se debruçado a
entender as causas, características, diagnóstico e tratamento para o TEA, existindo múltiplas
perguntas e diferenças de opinião entre os especialistas envolvidos.

À medida que se revela um índice crescente com pessoas diagnosticadas com TEA
anualmente, torna-se fundamental o desenvolvimento de estratégias e metodologias
adequadas para atender às suas necessidades, garantindo a sua inclusão na sociedade.
Estima-se atualmente que em um grupo com 44 pessoas, 1 pessoa possua o Transtorno do
Espectro Autista (CDC, 2021). Esse aumento no número de diagnósticos pode ser atribuído à
maior conscientização e ao uso de critérios diagnósticos mais amplos, e nessa perspectiva,
cabe destacar a relevância em prosseguir buscando-se novos caminhos para o
desenvolvimento da pesquisa sobre à temática abordada, cujo objetivo seja contribuir para o
processo de intervenção com crianças que possuem esse distúrbio. Compreendendo que cada
sujeito expressa o transtorno e nesse sentido, há uma grande variação na forma como o TEA
pode se apresentar em cada pessoa, incluindo comprometimento na interação social,
comportamento e comunicação, bem como níveis variáveis de prejuízo intelectual.

Estudos sugerem que aproximadamente metade das pessoas com TEA apresentam algum grau
de deficiência intelectual, o que pode interferir diretamente no processo da sua escolarização e
outras atividades. (FRANÇA, 2020), Nesse sentido, Rodrigues e Mota enfatizam sobretudo
que a complexidade das características das crianças que possuem o TEA e as dificuldades
apresentadas por elas, impõe muitas vezes uma certa dificuldade em conceber o ambiente
escolar enquanto um espaço de inclusão das diversidades, mas vale destacar que escola se
constitui como um recurso primordial para o enriquecimento das experiências sociais, da
interação entre os pares, bem como para o desenvolvimento de novas aprendizagens e
comportamentos, visto que a prática escolar é uma oportunidade para profissionais e
familiares construírem um conjunto de ações inclusivas para com aquele que possui o
autismo.

5. MÉTODO

O procedimento metodológico inicialmente empregado foi a pesquisa bibliográfica, utilizando


como referencial a obra literária de FRANÇA e PINHO (2020). Examinar o que os estudos
propõem a respeito da inclusão é um caminho possível para compreender os enfrentamentos e
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estratégias que possam ser oferecidos para a inserção de pessoas com autismo em sala de aula
e a partir deles cunhar este trabalho. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de cunho
exploratório e de levantamento de coleta de dados em campo.

Procedimentos:

a) Pesquisa de campo:
Foi realizada uma pesquisa de campo de forma online pela plataforma Google Meet. O grupo
conversou com alguns docentes do ensino regular que trabalham ativamente em redes
públicas municipais da Baixada Fluminense e da Região Sul Fluminense, e foram levantados
alguns problemas relacionados à inclusão de alunos com ou sem diagnóstico de Transtorno do
Espectro Autista (TEA).

b) As ações voltadas para o projeto:


Desenvolvimento de uma cartilha como recurso a ser empregado nas classes comuns nas
escolas regulares da rede pública de ensino de Nova Iguaçu. As cartilhas funcionarão como
material de suporte para docentes que facilite a identificação de sinais de alerta em crianças
que possam apresentar o Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos primeiros anos,
apresentando algumas estratégias que possam ajudar os educadores no trabalho em sala de
aula, visando promover a inclusão e o aprendizado dos alunos com TEA.

6. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
PERÍODO AÇÃO A SER OBJETIVO PÚBLICO ARTICULAÇÕES LOCAL
REALIZADA
1ª quinzena de Definir tema Solicitado Grupo Definiçao entre a Online
março
pela equipe
professora
2ª quinzena de Definir Base para o Grupo Individual privado
março
material desenvolvi
bibliográfico mento do
e separação trabalho
de tarefas
1ª quinzena de Definir qual Atender ao Professora Apresentar a Unigran
abril
instrumento critério do Alissandra proposta rio
será trabalho
desenvolvido

2ª quinzena de Escrita PCA Finalizar Grupo Juntar as partes Online


abril
parte desenvolvidas.
11

teórica
1ª quinzena de Ajustes PCA Finalizar Grupo Alinhar a parte Online
maio
parte escrita
teórica
2ª quinzena de Desenvolvim Projeto Grupo Separação de Online
maio
ento da conteúdos
cartilha
1ª quinzena de
junho
2ª quinzena de
junho
12

6. REFERÊNCIAS

ABRAMOVITCK, Sheila. Construções acerca do Autismo Infantil Precoce. Rio de Janeiro, 2000.

FRANÇA, George; PINHO; Katia Rose Autismo: Tecnologias e formação de professores para a
escola pública. George França e Katia Rose Pinho. Palmas: i-Acadêmica, 2020.

GAIATO, Mayra. S.O.S. Autismo: Guia Completo para entender o Transtorno do Espectro
Autista. [Link]. São Paulo: Versos, 2018

MANTOAN, Maria T.E. Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo Moderna,
[Link], Maria Tereza Eglér. A integração de pessoas com deficiências. São Paulo
Memnon, 1997, p.13.

SERRA, Dayse C.G. A inclusão de uma criança com autismo na escola regular: desafios e
processos. 2004. 113. Dissertação (Mestrado em Educação) - centro de ciências e humanidades,
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004. Disponível em:
[Link] Acesso em 02 de MAIO
2023.

SILVA. Ana Beatriz Barbosa. Mundo Singular - Entenda o Autismo, Rio de Janeiro. ED. Fontanar,
2012. Site consultado em 19/0/2023:
[Link]
NupKH_wIVlivUAR3J6AxOEAAYAiAAEgI9pPD_BwE

[Link]

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