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Anemia Falciforme e suas Implicações

TICs continente africano

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DOM PEDRO II

BACHARELADO EM MEDICINA

Discente: Kaiky Davi de Carvalho Feitosa

Continente africano

Trabalho apresentado como requisito

avaliativo para a disciplina de Sistemas

Orgânicos Integrados - Tecnologia da

Informação e Comunicação.

Salvador - BA
Segundo o Ministério da Saúde, a anemia falciforme é considerada uma grave questão de
saúde pública no Brasil, devido à alta prevalência entre as populações minoritárias, como
negros, pardos e mestiços. Essa condição tem origem genética, ou seja, se ambos os pais
tiverem a presença de características falciformes, seus filhos podem herdar a doença. A
maior incidência da anemia falciforme entre pessoas negras pode ser explicada por uma
mutação genética originada na África, que foi trazida para o Brasil durante o período da
escravidão. Trata-se de uma patologia genética caracterizada pela presença de glóbulos
vermelhos em formato de folha, decorrente de alterações em uma ou mais cadeias de
hemoglobina, que é o pigmento responsável pela coloração vermelha das células e pelo
transporte de oxigênio. Os indivíduos com anemia falciforme herdam os genes responsáveis
​pela doença de ambos os pais biológicos e apresentam formas mais graves da doença do
que aqueles que possuem apenas o traço falciforme. Devido à deformação das hemácias e
das hemoglobinas, a oxigenação dos tecidos é prejudicada, e o fluxo sanguíneo nos vasos
pode ser dificultado, uma vez que as células alteradas têm pouca flexibilidade. Como
resultado, os pacientes podem apresentar sinais visíveis da condição, como coloração
amarelada da pele e dos olhos, dores no corpo, sistema imunológico enfraquecido, úlceras
na pele e inchaço constante nas mãos e pés.

Referências

ACCIOLY, Jessé. Anemia falciforme: apresentação de um caso com infantilismo. Arquivos


da Universidade da Bahia, Salvador, v.1, p.169-198. 1947.

AZEVEDO, Eduardo Correa de. Doença hemolítica familial. Archivos de Pediatria, Rio de
Janeiro, v.11, n.12, p.1155-1178. 1939.

CRUZ, Walter Oswaldo. Hemoglobinometria e nível de vida das populações. I: região do


Nordeste (Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco). Memórias do Instituto
Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, v.34, n.2, p.261-282. 1939.

DREYFUS, André. Raças e grupos sanguíneos. Revista Brasileira de Medicina, São Paulo,
v.4, n.10, p.775-777. 1947.

Salvador - BA

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