Biomec Ciclismo FTP SET23 Handouts
Biomec Ciclismo FTP SET23 Handouts
TRIATLO
Curso Treinadores GRAU II
1 2
Em termos de Em termos de
Bike fits Bike fits
3 4
Em termos de Em termos de
Bike fits Bike fits
5 6
Scientific contributions World colaborations
• https://www.linkedin.com/in/nuno-gama-phd/detail/recent-
activity/posts/
7 8
• https://orbis-lab.com/
• https://www.instagram.com/orbis.lab
9 10
11 12
Geometria do quadro
Biomecânica e
geometrias de bicicletas
Giant
Tipos de bicicleta, posicão biomecânica fundamental,
coordenadas de fit e contração muscular trekbikes.com
cannondale
13 14
Poll Poll
15 16
Em grupos de 3 ou mais
17 18
Tipos de bicicletas AERO vs RACE vs ENDURANCE
Madone – aero Domane – race Émonda - endurance Madone – aero Domane – race Émonda - endurance
TREK
19 20
GIANT
21 22
TREK
23 24
A importância do ângulo do tubo
Aero vs TT do selim – STA (seat tube angle)
25 26
27 28
Gordon, A., Huxley, A., & Julian, F. (1966). Relação entre a tensão e o encurtamento
The variation in isometric tension with sarcomere.
The Journal of Physiology, 184, 170–192 de filamentos proteicos
29 30
5 minutos para:
MESMOS
GRUPOS
• O que fariam Biomecânica
à posição
deste atleta? para quê?
31 32
Biomecânica – áreas de
Biomecânica intervenção
• Ciência do movimento de seres vivos, usando a ciência mecânica.
• Ciência mecânica?
• Física do movimento e causalidade em objetos inanimados Treino técnico Treino metabólico
Aumento ou manutenção da
Vida ⍯ Movimento performance
Equipamento Lesões
• Forças que atuam no corpo quer sejam elas internas ou
externas...e...a consequência dessas forças
33 34
Potência
Maxima não
é a 90° crank Korft et al 2007
35 36
Length-tension relationship
37 38
39 40
𝑅! =
𝜇 Viscosidade
41 42
Fluxo laminar e fluxo turbulento – Exemplo de fluxos laminares e
exemplo de um trip wire turbulentos
43 44
!
Resist aero = " . 𝜌. 𝓋2. CdA
45 46
Aerodinâmica
Esteira aerodinâmica, coeficiente de drag, potência
aerodinâmica, posições aero
47 48
Duas mensagem
49 50
Atenção
• Aerodinâmica não é intuitiva
• Temos que ter fé na aerodinâmica, porque não se vê, ou se acredita, ou se mede.
• Túnel de vento:
“O objetivo é ser o •
•
•
problema de vetores globais e locais no túnel de vento é ignorado (-)
Problema de dimensão 3D é geralmente ignorado, ver imagem do avião em baixo (-)
Aplicação de forças pelo ciclista é geralmente ignorada (-)
mais rápido.” •
•
Fluxo laminar permite desconstruir um sistema e estudar ao detalhe cada região do objeto (+)
Condições de gravação têm excelente precisão entre sessões com baixa variância (+)
Picar ou cabrar – pitch – eixo Pranchar ou rolar – roll – eixo Guinar, ângulo de ataque – yaw –
transversal longitudinal eixo vertical
51 52
53 54
Aerodinâmica no ciclismo Aerodinâmica no ciclismo
Pressão frontal
Debraux P et al 2009
Tubo Trek KVF
55 56
O que me está
a atrasar? Força de Drag
G
G Força da gravidade – gradientes estrada CdA
!
𝜂 𝑚𝑒𝑐ℎ
Eficiência mecânica:
A potência gerada nos pedais difere
da potência exercida pela roda no chão:
Resist aero = " . 𝜌. 𝓋2. A . Cd
𝑊𝑎𝑡𝑡!"# = 𝑊𝑎𝑡𝑡 $% − 𝐹&
57 58
Cd forma do corpo
Força de Drag O que é a esteira aerodinâmica?
! • Perturbações aerodinâmicas atrás do corpo quando este se move
Resist aero = " . 𝜌. 𝓋2. A . Cd num fluido.
59 60
Aerodinâmica em sprint
Crouch et al. 2019
2017 Abu Dabi
61 62
63 64
2014 Barry et al J Sports Engineering and Technology 229(1) 2014 Barry et al J Sports Engineering and Technology 229(1)
65 66
Fluxos
laminares
e
turbulentos
67 68
69 70
71 72
Posições de descida Posições de descida
B. Blocken et al. | Journal of Wind Engineering & Industrial B. Blocken et al. | Journal of Wind Engineering & Industrial
Aerodynamics 181 (2018) 27–45 Aerodynamics 181 (2018) 27–45
73 74
144.18 km/h
Hidrodinâmica
Resistência ao nado, propulsão, arrasto e drafting
CdA 10x maior que a ETA CdA 15x maior que a ETA
75 76
80
60
Força Propulsiva
Força Resistiva
40
50 58 69 100
20
Força Propulsiva 20 12
0
Peso do corpo Orca B arra cud a Atum M arl im o u p ei xe -v el a Pn
i gu m
i Ta rtaru ga s Hum an os
Vel oc d
i ad e n a águ a (Km /h )
77 78
Velocidade do nado
• Pode ser descrito pelas suas componentes essenciais:
a) Comprimento da braçada (SL)
a) Distancia horizontal de um corpo durante um ciclo completo de braçada.
Drag onda b) Frequência da braçada (SR ou SF)
a) Numero de braçadas por unidade de tempo
exemplo
V = SL + SF
79 80
'
Resist hidro = ( . 𝜌. 𝓋2. A . Cd
Barbosa et al 2008
Barbosa et al 2008
81 82
83 84
Várias divisões de intervenção com
o nosso atleta
Crol
Técnica de Crol
Técnica propulsiva e alinhamento corporal
Possibilidade Fases Fases não Alinhamento
de propulsivas propulsivas
Respiração
corporal Pernada
Observação
06/09/23 85
85 86
• Trajeto
subaquático
• Divergência
representativa
desenho – técnica
real • Trajeto subaquático da mão dta é diferente do da mão esq Capaert & Russel 1994
87 88
89 90
(de)Composição de vetores (de)Composição de vetores
d2 d2 Vector de deslocamento
d1 d1 Dr
d3
= Dr + + Da
Vector de deslocamento
d3
Da
D d4 D d4
Θ = 65°
Θ = 45°
91 92
93 94