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04 - Fachada e Corte

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Iara Soares
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NORMAS APLICADAS AO DESENHO TÉCNICO

ELEVAÇÕES E CORTES
O objetivo das normas foi criar uma linguagem padronizada, tornando
universal os procedimentos de representação gráfica.
Estes códigos regulam relações entre os profissionais envolvidos como
engenheiros, arquitetos, clientes, fornecedores, etc.
Cada país elabora suas normas e estas são válidas em todo território
nacional. No Brasil as normas são aprovadas e editadas
Produtos e serviços quando pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
NORMALIZADOS facilitam – ABNT que foi fundada em 1940.
o intercâmbio entre as
nações.

A ISO (Internacional Organization for Standardization)f oi fundada


em 1947, por órgãos de cada país e sua sede fica em Londres.
Assim, quando uma norma técnica é criada por algum país e é aprovada pelos
demais, esta pode ser internacionalizada, passando a compor a ISO. No Brasil há
uma série de normas, as NBRs, que estão de acordo com a ISO e regem a
linguagem do desenho técnico em seus mais diversos parâmetros:

NBR 10647 – Norma geral de Desenho Técnico;


NBR 10068 – Layout e dimensões da folha de
desenho;
NBR 10582 – Conteúdo da folha para desenho
técnico;
NBR 8402 – Definição da caligrafia técnica em
desenhos; - NBR 8403 – Aplicação de linhas
para a execução de desenho técnico;
NBR 13142 – Dobramento da folha;
NBR 8196 – Emprego da escala em desenho
técnico;
NBR 10126 – Emprego de cotas em desenho
técnico;
NBR 6492 – Representação de projetos
arquitetônicos.
ELEVAÇÕES ( OU FACHADAS) e CORTES

A fachada é a vista externa da construção. Também


podendo ser chamada de elevação, elas funcionam de
forma similar aos cortes, só que, desta vez, temos que
imaginar um plano vertical cortando uma área externa a
edificação.
Para determinarmos a quantidade
de elevações, devemos levar em
consideração as necessidades do Se houver apenas uma
que temos a mostrar, ficando fachada, podemos então
denominá-la de “Fachada” ou
assim a critério do projetista e de “Elevação”, entretanto,
dependendo da necessidade de existindo mais de uma,
mostrar os acabamentos internos, devemos denominá-las de
acordo com a sua localização,
a posição do acesso principal, o orientação, importância ou por
numero de frentes que o lote apenas letras e números. Não
podemos esquecer que
possui e as exigências mínimas da devemos escolher apenas uma
prefeitura para a aprovação do dessas denominações para
projeto. nomear todas as fachadas, e
não uma denominação
diferente para cada uma.
Na representação de Fachadas é necessária a
representação de materiais, texturas e sombras, para que
haja a sensação de profundidade do desenho, sendo que
este último é feito através da hierarquia de traços.
Alguns elementos
da fachada como as
portas, janelas,
gradis e telhados
devem também ser
feitos com detalhes
na medida que a
escala permitir, já
que são itens que
possuem destaque
no desenho.
OBS: Não podem faltar na representação de Fachadas
ou Elevações:

Escala
A profundidade é definida através da
espessura do traço (0.3 0.5, 0.7, 0.9);
Portas, janelas, aberturas, gradis e
telhado desenhados com mais detalhes; Letras e números: Fachada 1,
Representação dos materiais por hachura Fachada A, Fachada 2, Fachada B;
(Ex.: Hachura do vidro das janelas); Orientação Geográfica: Fachada
Especificações dos materiais utilizados Norte, Fachada Sul, Fachada Leste,
utilizando setas para indicar o local onde Fachada Oeste;
o material foi empregado; Importância: Fachada Principal,
Traço do terreno mais forte que o da Fachada Secundária;
construção; Nome da Vista: Fachada Frontal,
Fachada Lateral Direita, Fachada
Lateral Esquerda, Fachada
Posterior
CORTES
É a denominação dada a
representações de vistas
ortográficas e indica basicamente
pé-direito e alturas dos elementos
construtivos.
São elaborados basicamente para
esclarecimentos dos detalhes
internos relacionados à altura e
que por sua vez não constam na
planta baixa.
É obtido quando passamos um
plano de corte e projeção vertical
pela construção, em geral, um
plano paralelo as paredes e
retiramos a parte frontal e as
informações que o
complementam.
O CORTE
LONGITUDINAL é
aquele que passa entre
a construção de frente
para os fundos, e o
TRANSVERSAL de uma
lateral a outra. Deve
mostrar maior número
de detalhes e permitir
representar paredes,
portas e janelas, e
visualizar a posição de
elementos estruturais
e telhados. A
orientação dos cortes
é feita na direção dos
extremos mais
significantes do espaço
cortado. O sentido de
visualização deve ser
indicado em planta,
bem como a sua
localização.
Passos para se fazer um CORTE
1° PASSO: marque na Planta onde os Hachuras nos elementos de
Cortes serão passados. Normalmente, 01 concreto com vigas e colunas.
longitudinal e outro transversal. Hachuras representando o
Símbolos para representar os Cortes em revestimento das paredes
Plantas. Letras maiúsculas e um triângulo (ex:azulejos), dentre outras.
indicando a direção do mesmo.
2° PASSO: a Escala indicada para se
representar os Cortes são: 1/50, 1/20 ou
1/25, obviamente, dependendo do
tamanho do desenho. Importante é saber
e representá-los maiores que a Escala da
Planta.
3° PASSO: na mesma folha onde foi feito a
Planta do Desenho, desenhe o corte não
esquecendo ao final de indicar as cotas
somente as verticais, cotas de nível e
informações textuais. É preciso
representar também o terreno com
hachuras onde o edifício e sua estrutura
estiver inserido.

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