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Projeto Pedagógico Medicina UNIP 2024

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Mantenedora

Assupero Ensino Superior Ltda.

Mantida

UNIVERSIDADE PAULISTA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

BACHARELADO – PRESENCIAL

Volume I

Campinas
2024
SUMÁRIO

1. Nome da Mantenedora 4
2. Nome da IES 4
[Link] legal da IES, seu endereço e atos legais 4
4. Perfil e Missão da IES 5
5. Justificativa para a existência do curso em seu contexto educacional e regional 5
6. Histórico do Curso de Medicina 9
7. Breve Histórico da IES 11
8. Nome do Curso 12
9. Modalidade de oferta 12
10. Endereço de funcionamento do Curso 12
11. Processo de construção/implantação/consolidação do PPC 12
12. Cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso 13
13. Turno de funcionamento do curso 13
14. Carga horária total do curso em horas (60min) e em hora/aula (50min)13
15. Tempo mínimo e máximo para integralização 14
16. Perfil do Coordenador Geral e do Coordenador Pedagógico do Curso 14
17. Número de docentes com titulação de doutor, mestre e especialista no curso 15
18. Disciplina de LIBRAS 15
19. Convênios do curso com outras instituições e ambientes profissionais 15
20. Sistema de acompanhamento de egressos 15
21. Atos legais do curso 16
22. Condição de autorização do curso 16
23. Número de vagas autorizadas ou aditadas e número de vagas ociosas anualmente
16
24. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso nas disciplinas presenciais
16
25. Quantitativo anual do corpo discente 17

1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 17
1.1. Políticas institucionais no âmbito do curso .................................................................... 17
1.2. Objetivos do curso......................................................................................................... 19
1.2.1. Objetivo Geral ................................................................................................................ 19
1.2.2. Objetivos Específicos ..................................................................................................... 19
1.3. Perfil profissional do egresso ......................................................................................... 20
1.4. Estrutura curricular ....................................................................................................... 20
1.5. Conteúdos Curriculares ................................................................................................. 21
1.5.1. Eixos Estruturantes ........................................................................................................ 24
1.5.2. Matriz Curricular ............................................................................................................ 25
1.5.3. Planos de Ensino ............................................................................................................ 27
1.5.4. Curricularização da Extensão ......................................................................................... 27
1.6 Metodologia .................................................................................................................. 28
1.6.1. Metodologia do Processo Ensino-Aprendizagem .......................................................... 29
1.6.2. Estratégia de Trabalho ................................................................................................... 31
1.7. Estágio Curricular Supervisionado.................................................................................. 32
1.7.1. Estágio não obrigatório.................................................................................................. 33
1.7.2. Estágio obrigatório......................................................................................................... 33
1.8. Atividades Complementares .......................................................................................... 36
1.9. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ........................................................................... 37
1.10. Apoio ao discente ........................................................................................................ 37
1.11. Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa .................................... 39
1.12. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC NO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM .................................................................................................................. 41
1.13. Material didático ......................................................................................................... 42
1.14. Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de ensino-
aprendizagem ...................................................................................................................... 43
1.15. Número de Vagas e Processo Seletivo .......................................................................... 46

2. CORPO DOCENTE 47
2.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE ............................................................................... 47
2.2. Atuação do Coordenador............................................................................................... 47
2.3. Regime de trabalho do coordenador de curso ................................................................ 48
2.4. CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO ....................................................................................... 48
2.5. Regime de trabalho do corpo docente do curso ............................................................. 48
2.6. Experiência profissional do docente............................................................................... 48
2.7. Experiência no exercício da docência superior ............................................................... 49
2.8. Atuação do Colegiado de Curso ..................................................................................... 49
2.9. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica ..................................................... 49

3. INFRAESTRUTURA 50
3.1. Espaço de trabalho para docentes em tempo integral .................................................... 50
3.2. Espaço de trabalho para o coordenador......................................................................... 50
3.3. Sala coletiva de professores .......................................................................................... 50
3.4. Salas de aula ................................................................................................................. 50
3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática ........................................................ 50
3.6. Bibliografia básica e complementar por unidade curricular - Biblioteca .......................... 51
3.7. Laboratórios didáticos de formação básica e específica.................................................. 59

4. Planos de Ensino do Curso de Medicina 71


CONTEXTUALIZAÇÃO

1. Nome da Mantenedora

Nome Assupero Ensino Superior Ltda.


CNPJ 06.099.229/0001-01
Endereço Avenida Paulista, nº 900, 1º andar, Bela Vista
CEP 01310-100
Município São Paulo
Estado São Paulo
Telefone (11) 2168-9203
Fax (11) 2168-9207
Dirigente Principal Sandra Rejane Gomes Miessa

2. Nome da IES

Universidade Paulista - UNIP

[Link] legal da IES, seu endereço e atos legais

Nome Universidade Paulista - UNIP


CNPJ 06.099.229/0001-01
Endereço Avenida Paulista, nº 900, 1º andar, Bela Vista
CEP 01310-100
Município São Paulo
Estado São Paulo
Telefone (11) 3170-3700
Site [Link]

PORTARIA DE Nº 550, de 08/11/1988, publicada no DOU em


CREDENCIAMENTO 09/11/1988
PORTARIA DE
Nº 1341 de 28/11/2016, publicada no DOU em
RECREDENCIAMENTO
29/11/2016

A mantenedora da Universidade Paulista – UNIP, a Associação Unificada Paulista de Ensino


Renovado Objetivo – ASSUPERO, pessoa jurídica de direito privado com sede na Avenida Paulista,
nº 900, 1º andar, Bela Vista, São Paulo, Estado de São Paulo, com Estatuto registrado e protocolado
em microfilme no Quarto Cartório de Títulos e Documentos de São Paulo, em 04/02/2004, sob o nº
477.740, cadastrada no CNPJ sob o nº 06.099.229/0001-01, era uma entidade mantenedora sem
fins lucrativos até o ano de 2017.

A partir de janeiro de 2018, foi aprovada a transformação do tipo jurídico da ASSUPERO de


associação sem fins lucrativos para Sociedade Simples Limitada sob a denominação de ASSUPERO
ENSINO SUPERIOR S/S LTDA., cuja ata encontra-se registrada no 4º Registro de Pessoas Jurídicas da
Capital sob nº 669752, de 22 de janeiro de 2018, com manutenção do mesmo CNPJ nº

4
06.099.229/0001-01.

Em 06 de julho de 2018, após registro na JUCESP, sob NIRE nº 3523113603-9, ocorreu a


transformação do tipo societário para ASSUPERO ENSINO SUPERIOR LTDA., permanecendo o
mesmo CNPJ nº 06.099.229/0001-01. Com a transformação, a ASSUPERO passou à categoria
administrativa de mantenedora com fins lucrativos.

A Universidade Paulista – UNIP foi reconhecida como instituição universitária por meio da
Portaria MEC nº 550, de 8 de novembro de 1988, ficando sua sede definida como o município de
São Paulo. Posteriormente, foram criadas unidades universitárias, conforme se observa nos anos
abaixo destacados: 1994 – Campinas/SP e Ribeirão Preto/SP; 1997 – Araçatuba/SP, Bauru/SP,
Sorocaba/SP e São José do Rio Preto/SP;1998 – Araraquara/SP, Santos/SP e São José dos
Campos/SP;1999 – Goiânia/GO, Manaus/AM e Distrito Federal/DF;2000 – Assis/SP;2001 –
Jundiaí/SP, São José do Rio Pardo/SP e Limeira/SP.

O recredenciamento da Universidade Paulista – UNIP (presencial) ocorreu no ano de 2016,


por meio da Portaria MEC nº 1.341, de 28/11/2016, publicada no DOU em 29/11/2016, e nesse
mesmo ato, o MEC declarou que permanecem integradas ao conjunto da Universidade as unidades
universitárias de Brasília/DF, Goiânia/GO e Manaus/AM.

A UNIP obteve o credenciamento para a oferta de cursos de pós-graduação e graduação na


modalidade a distância (EAD) pelas Portarias MEC nº 3.475, de 09/11/2004, publicada em
25/10/2004, e nº 3.633, de 09/11/2004, publicada em 10/11/2004, cujo recredenciamento foi
aprovado por meio da Portaria MEC nº 188, de 03/02/2017, publicada em 06/02/2017.

A UNIP rege-se pelo contrato social da Mantenedora, pelo seu Estatuto, pelo seu Regimento
Geral e pelas resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), Conselho
Universitário (Consuni) e pelo seu PDI.

4. Perfil e Missão da IES

A Universidade Paulista – UNIP é uma instituição universitária, mantida por associação com fins
lucrativos. Oferta cursos de bacharelado e licenciatura, nas modalidades presencial e a distância, e
pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) e lato sensu (especialização). Posssui programas
de pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento.

Tem como missão constituir-se num centro de geração e difusão do saber, articulando as
atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, em consonância com as demandas da sociedade
contemporânea e do mundo do trabalho, respeitando a diversidade e cultivando a solidariedade, a
inclusão, os valores humanos e a ética, com vistas à formação de cidadãos qualificados e
potencialmente aptos a contribuírem para o desenvolvimento socioeconômico da sua região de
influência.

Para atingir seus objetivos, a instituição obedece estritamente aos princípios de respeito
à dignidade da pessoa e aos seus direitos fundamentais, não aceitando forma alguma de
discriminação.

5. Justificativa para a existência do curso em seu contexto educacional e regional

A UNIP entende que um curso de Medicina auxilia o desenvolvimento social e contribui para
a prevenção, reconhecimento e solução de problemas emergentes da saúde, propiciando melhoria
nos sistemas de atenção à saúde locais, ampliando espaços e áreas de atendimento e assistência,

5
promovendo a educação para a saúde, a prevenção de morbidades, o diagnóstico e o tratamento
de doenças, a recuperação da saúde e o aumento da qualidade de vida.
Para a efetivação dessas ações, a proposta curricular do curso de Medicina da UNIP visa à
formação do aluno, utilizando a realidade dos serviços de saúde como cenário crítico-reflexivo da
prática médica. O curso desenvolve a prática médica inserindo os alunos em estratégias de saúde
da família, ações de promoção da saúde e prevenção da doença em um modelo centrado em
problemas.
Quando a UNIP idealizou a criação do curso de Medicina, considerou:
a) As dificuldades enfrentadas pelo poder público para viabilizar a assistência médica nas
unidades básicas de saúde e nos hospitais, sobrecarregados pela excessiva demanda de
atendimento da região;
b) A necessidade da criação de novas equipes do Programa de Saúde da Família, na
perspectiva de ampliação da rede básica, buscando atender a todos os usuários, manter as
equipes e promover a integração multiprofissional;
c) A dificuldade de contratação de médicos para o atendimento no Sistema Único de Saúde;
d) A capacidade em contribuir para a ampliação da assistência nos diferentes níveis de
atenção à saúde;
e) A importância da ampliação dos serviços de urgência e emergência nas regionais de
saúde;
f) A capacidade de incrementar os programas locais e regionais de educação continuada nos
equipamentos sociais de saúde (UBS, UPA, hospitais, etc.);
g) A disponibilidade e expertise em contribuir na capacitação de preceptores nas unidades
hospitalares;
h) A necessidade do fortalecimento de atividades de saúde humanizadas.

O curso é oferecido na cidade de Campinas, localizada em um importante entroncamento


rodoviário constituído pelas Rodovias Anhanguera, Bandeirantes, Santos Dumont, D. Pedro I,
Governador Adhemar de Barros, Jornalista Francisco Aguirre Proença e General Milton Tavares de
Souza.
A cidade desenvolveu um importante parque industrial, tecnológico e universitário que
conta, entre outros, com o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, o Centro de Pesquisa e
Desenvolvimento em Telecomunicação (CPqD) e instituições de ensino superior como a
Universidade Estadual de Campinas, a Pontifícia Universidade Católica de Campinas e a
Universidade Paulista. É sede da região metropolitana formada pelos municípios de Americana,
Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba,
Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Morungaba, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara
D'Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo. Os centros de saúde de Campinas
são responsáveis pela atenção básica à saúde; as UBS constroem mapas de recursos de saúde e a
partir dessas informações e de protocolos assistenciais pactuados no SUS Campinas são planejadas
e programadas ações que contam com suporte de equipes técnicas distritais e centrais da Secretaria
Municipal de Saúde. Apesar dos investimentos na área, para atender às necessidades da população
da cidade e do entorno que somam mais de 2 milhões de habitantes, a região ainda carece de
médicos e de profissionais da saúde.
O SUS Campinas consiste em uma complexa rede de serviços de saúde e instâncias de gestão
e controle social, regulamentado pela Lei 8080/90. A complexidade do sistema de saúde em
Campinas levou progressivamente à descentralização do planejamento e gestão da saúde para
áreas com cerca de 200.000 habitantes, iniciando-se com a atenção básica, seguida pelos serviços
secundários próprios e posteriormente pelos serviços conveniados/contratados. Existem 5 distritos
de saúde em Campinas:

6
7
Fonte: Prefeitura Municipal de Campinas, 2020.

Por ser um centro de referência regional para o setor saúde, Campinas absorve a demanda
da região, sobrecarregando o seu próprio sistema municipal local, tanto na atenção básica quanto
na assistência secundária e terciária. A rede de serviços é composta por unidades de saúde próprias,

8
conveniadas e contratadas, abrangendo a atenção básica e de média e alta complexidade, com
funcionamento organizado e hierarquizado.
Campinas possui 66 (sessenta e seis) centros de saúde (unidades básicas de saúde), mais de
20 (vinte) unidades próprias de referência com atendimento especializado, sendo três policlínicas,
que são unidades de saúde secundárias que concentram ambulatórios de aproximadamente 30
especialidades médicas, conjuntamente com os ambulatórios do Hospital Municipal "Dr. Mário
Gatti" e do Complexo Hospitalar "Prefeito Edivaldo Orsi".
1. Policlínica I – Guanabara
2. Policlínica II – Centro
3. Policlínica III – Av. Faria Lima.
No atendimento de especialidades, a SMS conta com laboratórios, hospitais, policlínicas e
centros de referência focados em grupos de risco específicos como os Centros de Apoio Psicossocial
(CAPS) da área de Saúde Mental, Infanto-Juvenil, Álcool e Drogas, e unidades dedicadas à
Reabilitação Física, Saúde do Trabalhador, Saúde do Idoso, Doenças Sexualmente Transmissíveis e
AIDS, etc.
O Sistema de Urgência e Emergência é composto pelas Unidades de Pronto Atendimento,
pelo SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência), pelo Pronto-Socorro do Hospital
Municipal “Dr. Mário Gatti” e pelo Pronto-Socorro do Complexo Hospitalar "Prefeito Edivaldo Orsi",
entre outros. As Unidades de Pronto Atendimento são:
1. UPA São José
2. UPA Anchieta
3. UPA Campo Grande (“Dr. Sérgio Arouca”)
Além dos centros de referência, outras unidades com diferentes papéis, mas inteiramente
integradas com as demais no conceito mais amplo de saúde e bem-estar, atuam no atendimento à
comunidade (Laboratório de Patologia Clínica; Serviço de Atendimento Domiciliar Sul; Serviço de
Atendimento Domiciliar Leste-Norte; Serviço de Atendimento Domiciliar Noroeste; Serviço de
Atendimento Domiciliar Sudoeste; Botica da Família; Casa das Oficinas; Centro de Convivência Tear
das Artes; Centro de Convivência Portal das Artes; Centro de Convivência Cooperativa Toninha;
Centro de Educação dos Trabalhadores de Saúde – CETS; Disque Saúde 160).
Com o propósito de atender às demandas sociais, a UNIP investiu há alguns anos na
crescente implantação de cursos de bacharelado, licenciatura e tecnológicos em ciências exatas,
humanas sociais e ciências da saúde, visando o atendimento de toda a região campineira. A
interação da UNIP com a região mostrou que os problemas relacionados à saúde presentes no país,
incluindo o interior do estado de São Paulo, faziam-se presentes no local e criavam a exigência de
formação de médicos generalistas capazes de suprir essas necessidades.
Ao criar o curso de Medicina, a UNIP avaliou o posicionamento ideal na região, considerou
a demanda regional pela educação em saúde e identificou uma considerável parcela da população
interessada na formação médica. Dessa forma, a concretização da missão institucional implicou,
entre outras dimensões, na implantação de um curso atualizado para formar médicos que possam
incrementar serviços voltados à saúde coletiva e individual da região e do país.

6. Histórico do Curso de Medicina

As primeiras escolas de ensino médico no Brasil foram criadas em 1808 e até a primeira década
do século XX havia apenas três dessas instituições. No entanto, foi apenas na segunda metade do
século XX que se iniciou um processo de expansão com a criação de 35 escolas de Medicina em
1960. A ampliação dos cursos de formação médica continuou nas décadas seguintes. Na primeira
9
década do século XXI, em 2010, havia 179 cursos de Medicina regulares no país, aumentando para
323 em 2018. O aumento no número dos cursos de Medicina decorreu de vários fatores, entre eles
a expansão da oferta de educação com a abertura de inúmeras instituições particulares de ensino
superior, a urbanização e industrialização crescente, o desenvolvimento tecnológico e, em grande
parte, a implantação do novo sistema de saúde brasileiro, o Sistema Único de Saúde (SUS),
incumbido de ordenar a formação de recursos humanos para a área da saúde no país. Nesse
contexto, tanto o Ministério da Saúde quanto o Ministério da Educação desenvolveram um
conjunto de estudos e debates que apontaram a necessidade de expandir cursos com a finalidade
de prover médicos para todas as regiões brasileiras.
Buscando equilibrar a formação de médicos e sua distribuição no país, a Lei nº 12.871, de 22 de
outubro de 2013, criou o programa Mais Médicos, que estabeleceu uma série de critérios para a
abertura de cursos no país. O programa Mais Médicos baseou a autorização de cursos na análise de
sua necessidade em diferentes regiões e passou a determinar o número de vagas em função das
condições existentes no local de oferta necessárias para possibilitar uma formação de qualidade
para os alunos.
Os critérios do Mais Médicos para autorização de instituições privadas incluíram:
a) chamamento público para autorização;
b) pré-seleção dos municípios para a autorização de funcionamento de cursos de Medicina;
c) relevância e necessidade social da oferta de curso de Medicina em determinado
município;
d) existência, nas redes de atenção à saúde do SUS, de equipamentos públicos adequados e
suficientes para a oferta do curso de Medicina;
e) ao menos 30% da carga horária do internato médico na graduação desenvolvido na
atenção básica e em serviços de urgência e emergência do SUS, respeitado o tempo mínimo de dois
anos de internato.
Obedecendo a lei, nos 5 (cinco) anos seguintes, foram abertos 114 cursos de Medicina no
país, a maioria dos quais solicitou aumento de vagas. A Portaria MEC nº 523/2018 incluiu regras
para analisar os pedidos e autorizar o aumento de vagas nos cursos já existentes, a saber:
a) número de leitos do SUS disponíveis por aluno em quantidade maior ou igual a cinco;
b) número de alunos por Equipe de Atenção Básica menor ou igual a três;
c) existência de leitos de urgência e emergência ou pronto-socorro;
d) existência de pelo menos três programas de residência médica nas especialidades
prioritárias (clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria ou medicina de família)
implantados ou em implantação;
e) hospital de ensino ou unidade hospitalar com mais de oitenta leitos.
O objetivo foi o de garantir condições para que os alunos pudessem desenvolver sua prática
e obter uma formação qualificada.
A partir da Portaria nº 523/2018, até 2022 outros 67 cursos de Medicina foram autorizados
a funcionar, e o país chegou a um total de 388 cursos de Medicina.
Se por um lado a Portaria nº 523/2018 garantiu condições para uma boa formação dos
médicos, por outro lado eliminou a possibilidade de abertura dos cursos em muitos locais, por não
preencherem os critérios necessários. Como resultado, a distribuição dos cursos pelas regiões do
país não foi homogênea, havendo ainda necessidade de mais oferta de educação médica.
Foi na perspectiva do Mais Médicos e da legislação citada que a UNIP solicitou e obteve
autorização para a criação do curso de Medicina.
O curso de Medicina da UNIP elaborou seu currículo de modo a contemplar as competências
profissionais definidas para essa área profissional. A denominação, o perfil proposto para o egresso,
a carga horária e a infraestrutura propostos estão em sintonia com a Resolução CNE/CES N° 5, de
15 de março de 2011, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação
em Psicologia (Formação de Psicólogo) e com o PDI da instituição.
O Curso de Medicina da UNIP tem por objetivo promover a qualidade de vida dos indivíduos,
grupos, organizações e comunidades, acompanhando o desenvolvimento do conhecimento

10
científico médico e a diversidade de perspectivas necessárias para a compreensão do ser humano
integral considerando sua complexidade e multideterminação, a fim de identificar as necessidades
individuais e sociais. Visa preparar profissionais com competências e habilidades que possam
atender às contínuas transformações científicas, sociais, econômicas, culturais e políticas que
envolvem a saúde do ser humano.
É fato que um curso de Medicina contribui efetivamente para o reconhecimento e solução
de problemas emergentes da sociedade em que está inserido, propiciando melhoria no sistema de
saúde local,ampliando espaços e áreas de atendimento e assistência, promovendo a qualidade de
vida, a prevenção de morbidades, o diagnóstico e tratamento de doenças, a recuperação da saúde,
o aumento da sobrevida e a diminuição da morte prematura.

7. Breve Histórico da IES

A iniciação da IES no ensino superior se deu em 1972, por meio do Instituto Unificado Paulista
– IUP, com a oferta dos cursos de Letras, Pedagogia, Comunicação Social e Psicologia, reconhecidos
pelo Decreto Federal nº 77.546/1976. Posteriormente, foi autorizado a funcionar como habilitação
do curso de Letras, o curso de Tradutor e Intérprete, reconhecido pelo Decreto nº 77.546/1976.

Em 1975, foi autorizado o funcionamento do Instituto de Ensino de Engenharia Paulista – IEEP,


com o curso de Engenharia nas habilitações Civil, Mecânica e de Produção Mecânica, todos
reconhecidos pela Portaria nº 26/1982.

A área da saúde teve início com a abertura do curso de Odontologia do Instituto de


Odontologia Paulista - IOP autorizado a funcionar pelo Decreto Federal nº 85791/1981 e
reconhecido pela Portaria Ministerial nº 456/1984. Vinculado ao Instituto de Odontologia Paulista
– IOP, foi solicitado o funcionamento do curso de Farmácia, autorizado pelo Decreto Federal nº
95.239/1987 e reconhecido pela Portaria Ministerial nº 984/93.

Em 1987, criou-se o curso de Ciência da Computação, por meio do Decreto nº 95.005/1987,


reconhecido pela Portaria Ministerial nº 1.201/1992, e o curso de Tecnologia em Processamento
de Dados, por meio do Decreto nº 95.484, reconhecido pela Portaria Ministerial nº 2.023/1991.

Após quase duas décadas da abertura do primeiro curso superior, a instituição atuava no
oferecimento de cursos tanto nas áreas fundamentais do conhecimento humano quanto nas áreas
profissionalizantes. Foram realizadas alterações estruturais com ampliação de espaços físicos,
laboratórios, biblioteca e outros, compondo o conjunto sobre o qual se edificou a Universidade
Paulista – UNIP.

Em 9 de novembro de 1988, por meio da Portaria Ministerial nº 550, foi autorizado pela via
do reconhecimento o funcionamento da Universidade Paulista – UNIP, com os cursos vinculados
aos três institutos mencionados e com os cursos de Estudos Sociais com habilitação em História e
Geografia, e Ciências com habilitação em Matemática, recebidos por transferência de mantença da
Universidade São Francisco.

Em 2005, a Portaria Ministerial nº 2642 de 27/07/2005 reconheceu o mestrado em


Administração e o doutorado foi reconhecido pela Portaria Ministerial nº 576 em 2020. O mestrado
em Comunicação foi reconhecido pela Portaria Ministerial nº 2530 em 04/09/2002 e o doutorado
na mesma área pela Portaria Ministerial nº 609 de 14/03/2019. Na área de Engenharia da Produção,
o mestrado iniciou-se em 1999, reconhecido pela Portaria Ministerial nº 1733 de 07/12/1999 e a
Portaria Ministerial nº 612, de 22/06/2007, reconheceu o doutorado.

Na área da saúde, a UNIP iniciou dois programas de mestrado e doutorado: o programa de


Odontologia, com o mestrado reconhecido pela Portaria Ministerial nº 1773 de 07/12/1999 e o

11
doutorado pela Portaria nº 609 de 14/03/2019, e o programa de Patologia Ambiental e
Experimental, com o mestrado reconhecido pela Portaria Ministerial nº 1585 de 20/06/2003 e o
doutorado pela Portaria Ministerial nº 609 de 14/03/2019. Ao lado dos mestrados e doutorados
acadêmicos situados em São Paulo, a UNIP abriu um mestrado profissional em Práticas
Institucionais em Saúde Mental em Ribeirão Preto, reconhecido pela Portaria Ministerial nº 997 de
23/11/2020.

Dessa forma, constitui-se o complexo de cursos e atividades da Universidade Paulista – UNIP,


completando a tríade ensino x pesquisa x extensão. Hoje, a Universidade Paulista – UNIP é
reconhecidamente um importante centro de produção e difusão de conhecimento a um número
cada vez maior de pessoas, por meio de numerosas atividades de ensino, pesquisa, extensão e pós-
graduação.

8. Nome do Curso

Curso de Medicina

9. Modalidade de oferta

O curso de bacharelado em Medicina é oferecido na modalidade presencial.

10. Endereço de funcionamento do Curso


Nome Universidade Paulista - UNIP
CNPJ 06.099.229.0058/47
Endereço Avenida Comendador Enzo Ferrari, 280
CEP 13045-902
Município Campinas
Estado São Paulo
Telefone (19) 3776-4100/4101
Site [Link]

11. Processo de construção/implantação/consolidação do PPC

O curso de Medicina integra o Instituto de Ciências da Saúde que oferece os cursos de


Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia e Bioquímica,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, além dos
cursos superiores de tecnologia em Estética e Cosmética, Gestão Hospitalar e Radiologia, com
atividades didáticas distribuídas pelos campi da UNIP no estado de São Paulo e nas cidades de
Brasília, Goiânia e Manaus. O curso de graduação em Medicina, bacharelado, oferecido em
Campinas, Alphaville, Sorocaba e São José do Rio Pardo completa a área da saúde de forma a criar
um conjunto coerente e qualificado de formação na área.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão responsável pela concepção do Projeto
Pedagógico e tem por finalidade elaborar estratégias de implementação, supervisão, consolidação
e aperfeiçoamento do curso. Como apoio ao NDE, a UNIP disponibilizou acesso a diferentes

12
estruturas e currículos de cursos de Medicina, ao posicionamento das organizações da área médica,
às considerações do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação sobre o ensino médico,
compondo um material informativo que permitiu ao NDE uma visão contextual do que ocorre no
ensino da Medicina, importante para a construção de um projeto de qualidade com aderência às
demandas locais.
Trata-se de uma proposta de trabalho integrado, descrevendo um curso pluralista composto
por um conjunto de competências e habilidades baseadas na legislação e em valores humano, social
e ético que compõem a formação do estudante e do egresso.
As transformações da sociedade, o avanço da tecnologia e os consequentes desafios
apresentados à educação superior na formação do profissional, as mudanças que ocorrem no
âmbito científico e profissional da Medicina exigem atualizações constantes do projeto pedagógico
do curso. No processo de gestão acadêmica, são definidas ações em função das mudanças
científicas e sociais que impactam a área da saúde, das avaliações internas e externas às quais o
curso é submetido e das observações dos professores e alunos. Consequentemente, a manutenção
da atualização e qualidade do curso leva ao constante aperfeiçoamento do projeto pedagógico.
A Instituição fará revisão e atualização da estrutura curricular sempre que necessário para
adequá-la aos avanços teóricos, tecnológicos e às necessidades do mundo do trabalho. Em reuniões
do Colegiado de Curso, os professores discutirão a estrutura do curso, trocando experiências sobre
problemas, dificuldades e potencialidades e poderão replanejar as ações didático-pedagógicas. O
NDE, ouvido o Colegiado de Curso, com base em análises e discussões, revisará o PPC,
encaminhando-o aos órgãos superiores da Instituição.
A UNIP assume a execução integral do PPC do curso como compromisso institucional, tendo
presente em suas ações que esse compromisso estabelece os princípios daidentidade institucional
e expressa a missão, os objetivos, os valores, as práticas pedagógicas, as políticas de ensino,
pesquisa e extensão e sua incidência social e regional nos campi em que o curso de Medicina é
oferecido.

12. Cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso

O curso de Medicina da UNIP segue a legislação pertinente definida pelo Ministério da


Educação e Ministério da Saúde. Seu currículo é elaborado de modo a contemplar as
competências profissionais definidas para a área profissional. A denominação, o perfil proposto
para o egresso, a carga horária e a infraestrutura foram criadas em sintonia com a Lei dos Mais
Médicos, Lei Nº 12.871 de 28 de dezembro de 2013, e com a Resolução CNE/CES Nº 03 de 20 de
junho de 2014 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Medicina. A
implantação do Curso de Medicina oportuniza a formação do médico generalista, comprometido
com o ideário do SUS, capaz de contribuir efetivamente para a prevenção, reconhecimento e
solução de problemas de saúde, a melhoria dos sistemas de saúde, a educação para a saúde e a
promoção da qualidade de vida.

13. Turno de funcionamento do curso


O curso de bacharelado em Medicina, modalidade presencial, é oferecido em turno Integral.

14. Carga horária total do curso em horas (60min) e em hora/aula (50min)

A carga horária do curso é mensurada em horas (60 minutos) de atividades acadêmicas e de


trabalho discente efetivo, como exige a legislação, sendo 50 minutos destinados às aulas e o
restante ao desenvolvimento das demais atividades.

13
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – QUADRO RESUMO
COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORÁRIA
Disciplinas Obrigatórias 4.820 horas
Atividades Complementares 469 horas
Estágio Obrigatório / Internato 3.000 horas
Disciplina Optativa 80 horas
Carga Horária Total do Curso 8.289 horas
Curricularização da Extensão 829 horas

15. Tempo mínimo e máximo para integralização

Prazo Mínimo para Integralização: 6 anos.


Prazo Máximo para Integralização: 9 anos.

16. Perfil do Coordenador Geral e do Coordenador Pedagógico do Curso

O curso de Medicina é gerido por um Coordenador Geral, pertencente ao Instituto de


Ciências da Saúde da UNIP, com doutorado e vivência na área da educação e na coordenação de
cursos, um ou mais auxiliares de coordenação (líderes) e um Coordenador Pedagógico, Médico com
doutorado em Medicina e vivência na área da educação. Os coordenadores geral e pedagógico
serão nomeados por um período de 2(dois) anos, podendo ser reconduzidos.

a) Coordenador Geral: Prof. Dr. Cristiano Schiavinato Baldan


• Formação Acadêmica
o Bacharel em Fisioterapia e Direito
• Titulação
o Mestre e doutor em Ciências (Fisiopatologia Experimental) pela
Universidade de São Paulo;
• Regime de trabalho
o Integral
• Tempo de Exercício na IES
o Admissão em 08/03/2002
o Atuação na educação desde 01/08/2001
• Atuação profissional na área
o Atuação na área desde 10/01/2001

b) Coordenador Pedagógico

Considerando a importância da coordenação pedagógica, a UNIP decidiu que o cargo será


definido no 3º ano do curso. Para coordenador do curso, será escolhido um médico que já atue
como professor do curso de Medicina, com doutorado e tempo integral. A indicação será
realizada pelo NDE do curso, coordenação geral e Vice-Reitoria de Graduação: a ser definido no
3º ano do curso, considerando o currículo do professor, sua atuação no curso e na área e demais
critérios acadêmicos. No decorrer dos primeiros anos do curso, até a nomeação do coordenador
pedagógico, as funções serão exercidas pelo NDE do curso.

14
17. Número de docentes com titulação de doutor, mestre e especialista no curso
O curso de Medicina da UNIP conta com 15 docentes, dentre os quais, 12 doutores, 2
mestres e 1 especialista.

18. Disciplina de LIBRAS

A inclusão da disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras no curso de Medicina como


disciplina optativa cumpre o Decreto nº 5.626/05. Seu objetivo é capacitar os ouvintes na
comunicação com pessoas com deficiência auditiva. A disciplina fornece ao aluno noções
básicas dos aspectos linguísticos de Libras, retrospectiva histórica sobre pessoas com
deficiência auditiva, sua língua, sua cultura e sua identidade. A disciplina é importante para
possibilitar o acesso de alunos com deficiência auditiva à educação e aprendizagem e para
sensibilizar os alunos ouvintes para a necessidade de construção de uma sociedade inclusiva,
humana e justa.
Na UNIP, alunos com deficiência auditiva são acompanhados por um intérprete
responsável por criar uma ponte entre eles e os ouvintes por meio da língua brasileira de
sinais.

19. Convênios do curso com outras instituições e ambientes profissionais


A articulação do curso de Medicina com o SUS está prevista dentro da sua proposta
pedagógica, organização e matriz curricular. O SUS é integrante da formação do profissional, por
meio do aprendizado em seus cenários de prática integrada ao ensino-serviço-comunidade,
centrado nas necessidades de saúde e relacionado à complexidade do processo saúde-doença dos
indivíduos, grupos e comunidades. A prática dos alunos no SUS é um fator constituinte da realidade
social, profissional, epidemiológica, técnica e de gerenciamento dos problemas de saúde, dos
cuidados em Medicina e do trabalho em equipe multiprofissional. Para que se concretize, fez-se
necessária a pactuação da UNIP com os gestores locais e regionais dos SUS, validada por convênios
e contratos de trabalho entre a Instituição de Ensino Superior, a Secretaria Municipal de Saúde e a
Secretaria Estadual de Saúde.
A preceptoria se dá por docentes da IES integrados ao serviço. A inserção do curso na rede
é curricular e se dá ao longo do curso nos módulos de atividades práticas: Interação Comunitária I,
II, III e IV, Habilidades Clínicas e Atitudes I, II, III e IV, Estágios Curriculares Obrigatórios
Supervisionados (Internato Médico). As práticas são integradas com os conteúdos teóricos
discutidos por meio de situações problemas dos módulos temáticos, que reproduzem a organização
do sistema de saúde local e regional nos seus diferentes níveis de atenção e complexidade.
A integração do curso com o sistema de saúde local também se dá por meio da prestação
de serviços à comunidade como campo de treinamento e de pesquisa, almejando melhorias das
condições sociais locais e regionais, e proporcionando melhorias nos serviços prestados aos
integrantes da comunidade atendida, sempre com participação ativa dos alunos do curso ao longo
de sua formação.
A proposta curricular se desenvolve em composição com o sistema local e regional de saúde,
o que permite a formação do aluno vivenciando a realidade dos serviços como cenários crítico-
reflexivos da prática médica. É no complexo regional voltado à saúde que os alunos do curso de
Medicina da UNIP estarão inseridos.

20. Sistema de acompanhamento de egressos

15
As informações da base de dados da UNIP permitem estabelecer um canal de comunicação
com os egressos para conhecer sua opinião sobre a formação recebida e saber o índice de ocupação
para estabelecer relação entre a ocupação e a formação profissional recebida. O canal de
comunicação permite também a divulgação de informes sobre eventos, cursos, atividades e
oportunidades, cursos de educação continuada, especialização e pós-graduação stricto sensu.
O retorno dos egressos sobre a formação recebida é importante para o aprimoramento do
curso. Os dados obtidos podem ser analisados pelos Colegiados de Curso, possibilitando revisar o
plano e programas de forma a obter uma melhor adequação às expectativas do mercado de
trabalho profissional, educacional e de pesquisa.

21. Atos legais do curso


Em Campinas, o curso de Medicina foi autorizado pela Ata de Reunião nº 57 do
CONSUNI.

22. Condição de autorização do curso

O curso de Medicina da Universidade Paulista em Campinas foi autorizado por meio


do Parecer de Força Executória nº 22/2017/AGU/PRU3/CSP/LMG (Processo SEI
23000.043583/2017-15) e Despacho Saneador nº 43/2019/DIREG/SERES/MEC de
18/10/2019.

23. Número de vagas autorizadas ou aditadas e número de vagas ociosas anualmente

O número de vagas destinadas ao curso é 100 vagas totais anuais, comprovadamente


adequada à dimensão do corpo docente e às condições da infraestrutura física e tecnológica para
o ensino da Universidade Paulista – UNIP em Campinas.
Em 2022, tivemos 93 alunos matriculados, de forma a haver sete vagas ociosas.

24. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso nas disciplinas presenciais

Tempo médio de permanência no


Nome Professor
curso (em meses)
ALEJANDRO ROSELL CASTILLO 6
ARNALDO MOURA NETO 12
DÉBORA DIAS DA SILVA HARMITT 1
KELLY CRISTINA GAVIAO LUCHI 1
LAURA SILVEIRA MORIYAMA 1
LIDIANA FLORA VIDOTO DA COSTA 12
LUCIANA PIETRO 12
MARCOS FELIPE MARCATTO DE ABREU 1
MARIA ELEONORA FERACIN DA SILVA PICOLI 12
MARIANE KARIN DE MORAES OLIVEIRA 1
MARISTELA CESQUINI OLIVEIRA 12
PAULO HENRIQUE LAZZARIS COELHO 1
SIMONE CAMARGO DE OLIVEIRA ROSSIGNOLO 12
16
VALÉRIA APARECIDA MASSON 12
WANIA DE OLIVEIRA VIANNA 12

Total: 108 meses


Dividido pelo número de Docentes: 7,2 meses

25. Quantitativo anual do corpo discente

O quadro abaixo apresenta o quantitativo anual do corpo discente desde a


implantação do curso, considerando: ingressantes; matriculados; concluintes; estrangeiros;
matriculados em estágio supervisionado; matriculados em Trabalho de Conclusão de Curso
– TCC; participantes de projetos de pesquisa (por ano); participantes de projetos de
extensão (por ano); participantes de Programas Internos e/ou Externos de Financiamento
(por ano)

Ano 2022 2023

Discentes Ingressantes 93 93

Discentes Matriculados 86 74

Discentes Concluintes 0 0

Alunos Estrangeiros 0 0

Alunos matriculados em Estágio Supervisionado 0 0

Participantes em Projeto de Pesquisa 0 0

Participantes em Projetos de Extensão 0 0

Participantes em Programas Internos e/ou Externos de Financiamento 5 5

1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

1.1. Políticas institucionais no âmbito do curso

Diante do preceito de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o curso de


Medicina da UNIP considera a articulação entre os três eixos. Para isso, o Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) prevê as seguintes políticas institucionais, no âmbito de ensino, pesquisa,
extensão e acessibilidade.

a) Âmbito de ensino
• O âmbito de ensino é regido por um conjunto de valores e comportamentos:
• Obediência à legislação educacional, legislação da área e demais legislações pertinentes.
• Respeito à missão, à visão e aos valores da IES, seu Estatuto, Regimento Geral, Consuni,
Consepe, PDI e Projeto Pedagógico do Curso.

17
• Obrigatoriedade de contemplar as orientações constantes das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos, indicadas pelo Conselho Nacional de Educação como
indispensáveis à habilitação profissional.
• Respeito à inclusão, equidade, cidadania e integralidade do ser humano em suas condições
econômicas, sociais, físicas, psicológicas, sua cultura e contexto de crenças e valores.
• Preservação da empatia, sensibilidade e respeito social nas comunicações.
• Respeito à preservação ambiental em seus diferentes níveis.
• Tomada de decisões de cunho pedagógico e profissional com base em critérios e evidências
científicas.
• Estímulo às boas práticas referentes ao uso de tecnologias para avanço do conhecimento e
da prática profissional.
• Institucionalização das atividades relacionadas aos cursos, considerando a carga horária, a
diversidade de atividades e de formas de aproveitamento, a aderência à formação geral e
específica do discente e a existência de mecanismos exitosos e inovadores na sua regulação,
gestão e aproveitamento.
• Introdução do corpo docente aos procedimentos relativos ao sistema de registros
pedagógicos e registros de frequência.
• Estímulo ao uso de metodologias ativas de ensino-aprendizagem.
• Auxilio ao corpo docente e discente quanto ao uso dos recursos tecnológicos oferecidos pela
instituição.
• Acesso do corpo docente e discente ao Estatuto, Regimento Geral e Projeto Pedagógico do
curso.
• Representação docente e discente nos órgãos superiores da UNIP (Consuni e Consepe) e
nos Colegiados dos Cursos.
• Mensuração do desenvolvimento das habilidades e competências de forma específica e
integrada.
• Formação científica prevista na estrutura curricular com inclusão de atividades ligadas à
pesquisa e estímulo à Iniciação Científica.
• Estímulo ao trabalho em grupo.

b) Âmbito de Pesquisa
A UNIP oferece programas institucionais de incentivo e apoio à pesquisa, supervisionados
pela Vice-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, abertos aos docentes e discentes do curso de
Medicina: Programa Individual de Pesquisa para Docentes, Programa de Iniciação Científica e
Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Programa de Auxílio à Participação em
Reuniões Científicas, Programa de Incentivo à Publicação.
O Programa Individual de Pesquisa para Docentes destina-se aos professores dos programas
stricto sensu e professores da UNIP com doutorado. As solicitações de apoio são avaliadas por
assessores internos e externos. Os professores também são orientados no processo de busca de
apoio nas agências de fomento à pesquisa. O Programa de Iniciação Científica e Iniciação em
Desenvolvimento Tecnológico e Inovação promove anualmente concursos para alunos da
graduação regularmente matriculados na universidade e concede apoios disponibilizados por meio
de acordo com organizações. O Programa de Auxílio à Participação em Reuniões Científicas destina-
se à apresentação de trabalhos científicos em nome da UNIP. O Programa de Incentivo à Publicação
apoia a divulgação de trabalhos originais desenvolvidos por docentes da UNIP em publicações
internas e externas à instituição.
A UNIP disponibiliza aos professores a criação e participação em grupos de pesquisa
registrados no CNPq. Nossa IES possui 56 grupos de pesquisa cadastrados no CNPq em todas as
áreas do conhecimento, incluindo a área da saúde, e oferece dois canais próprios para a divulgação
dos resultados de suas pesquisas: Encontro Científico e de Iniciação Científica anual e o Journal of
the Health Sciences Institute (JHSI) = Revista do Instituto de Ciências da Saúde.
18
c) Âmbito da Extensão.
A UNIP entende que as atividades de extensão estabelecem uma atuação transformadora
por meio do diálogo e da troca de saberes a partir da interação entre organizações, profissionais,
comunidades e pessoas. Tem como principais diretrizes: impacto e transformação; interação
dialógica; formação de valores humanos e desenvolvimento de competências pessoais e sociais
(soft skills) em contextos reais interdisciplinares. As ações se materializam em projetos, produções
tecnológicas e serviços em benefício das comunidades em que a instituição atua. As atividades
desenvolvem-se na forma de atividades permanentes ou projetos circunstanciais sob
responsabilidade da Vice-Reitoria de Extensão. Amparam-se na legislação vigente.

d) Âmbito de Acessibilidade
A política de educação inclusiva estabelecida pela UNIP tem como objetivo principal
proporcionar condições de acesso a todos os grupos sociais e indivíduos, incluindo os diversos
aspectos da diversidade humana e social, tendo como perspectiva básica a equidade de direitos e
de oportunidades. A UNIP empenha-se em promover o cumprimento dos requisitos legais de
acessibilidade que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade
das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e cumpre a exigência de
proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista.
A UNIP empenha-se em promover o cumprimento dos requisitos legais de acessibilidade,
conforme determinação da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência
ou com mobilidade reduzida, e dos Decretos nº 5.296/2004 e nº 5.626/0205, que a regulamentam.
A instituição cumpre as exigências de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro
Autista, dispostas na Lei nº 12.764, de 27/12/2012, regulamentada pelo Decreto nº 8.368, de 2 de
dezembro de 2014.

1.2. Objetivos do curso


O curso de Medicina da UNIP definiu seu objetivo geral e objetivos específicos.

1.2.1. Objetivo Geral

Formar um profissional generalista preparado para atender às demandas e necessidades da


área da saúde coletiva e individual em atendimento ao preconizado pela Lei Orgânica da Saúde
integrando o SUS como campos da prática para o ensino e a pesquisa, mediante normas específicas,
elaboradas conjuntamente com o sistema educacional (Lei nº 8.080, 1990, artigos 13, 15 e 27, Lei
nº 12.871, Portaria normativa MEC nº 16/2014, Lei nº 12.871).

1.2.2. Objetivos Específicos

a) formar médicos com habilidades e competências que possibilitem um desempenho


profissional eficiente e efetivo, considerando a realidade social e cooperando para a
melhoria das condições de saúde e bem-estar da comunidade;
b) formar um profissional com capacidade crítica e reflexiva que valorize a visão bioética e
humanista da Medicina;
c) valorizar a visão bioética e humanista da Medicina;
d) estimular a compreensão da necessidade de busca contínua de conhecimento,
aprimoramento e atualização para o exercício qualificado da profissão;
e) estimular o estudante para a produção de conhecimento científico e tecnológico no
enfrentamento dos problemas da área da saúde.

19
1.3. Perfil profissional do egresso

O perfil do graduado em Medicina é de formação geral, humanista, crítica, reflexiva e ética,


com capacidade para atuar nos diferentes níveis de atenção do processo saúde-doença, com ações
de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, nos âmbitos individual e coletivo,
com responsabilidade social e compromisso com a defesa da cidadania e da dignidade humana,
atuando como promotor da saúde integral do ser humano. Para tanto, deverá:
a) ser capaz de reconhecer, utilizar e disponibilizar recursos de saúde para a comunidade;
b) atuar dentro do Sistema Único de Saúde, respeitando os princípios de universalidade,
integralidade e equidade que o fundamentam;
c) ter senso de responsabilidade social e postura humanística;
d) ser capaz de desenvolver ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação à
saúde, na perspectiva da integralidade da assistência;
e) estar ativamente envolvido em atividades de investigação, avaliação e ensino na área da
saúde;
f) atuar em compromisso com a ética e com a cidadania;
g) promover a saúde integral da sociedade e do indivíduo;
h) utilizar os avanços tecnológicos apropriados aos cuidados de saúde;
i) ter visão crítica, espírito investigativo e autonomia na busca do conhecimento;
j) estar preparado para agir com eficiência nas situações de urgência e de
iminente risco de vida;
k) ser capaz de atuar de forma crítica e reflexiva;
l) ser capaz de aplicar seus conhecimentos em situações profissionais, conjugando esforços
e recursos de gestão para obtenção de resultados satisfatórios nas suas atividades e nas atividades
de outros profissionais sob sua direção, proporcionando assim uma autoaprendizagem em
múltiplos cenários.

Para atender ao perfil do egresso do curso de Medicina da UNIP, são consideradas as novas
Diretrizes Curriculares Nacionais do MEC (Res. CNE Nº 3 de 20/06/2014) para os cursos de Medicina,
a proposta educacional da UNIP, a proposta assistencial do SUS vigente no país, os programas de
saúde pública governamentais e municipais da área de abrangência do curso, as demandas e
características das condições de saúde da região e os dados sobre formação e trabalho dos
egressos.
Espera-se, assim, formar profissionais com as competências necessárias e orientados para
o atendimento das necessidades da atenção primária, com atividades em unidades do Sistema
Único de Saúde, em vários níveis (PSF, UBS, UPA, Centro de Saúde da Mulher, CAPS), médicos
generalistas, respaldados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Medicina e
colaborando com o esforço de vários setores na proposta de um modelo de atenção à saúde
articulado com as necessidades locais e regionais e em consonância com os avanços tecnológicos
e do conhecimento científico.

1.4. Estrutura curricular


O Curso de Medicina da Universidade Paulista (UNIP) está concebido em consonância com
as políticas públicas para a formação e desenvolvimento de recursos humanos para a área de saúde,
promovendo a integração do ensino e prática, assegurando, durante a formação profissional, uma
abordagem integral do processo saúde/doença individual e coletivo, contemplando a atenção
primária, com vistas à transformação na prestação de serviços à população. Para tanto, prioriza os
determinantes de saúde, contempla os diversos aspectos da doença: biológicos, psicológicos e
sociais, utiliza processos de aprendizado ativo, nos moldes da educação de adultos (aprendizado
baseado na solução de problemas, problematização, aprendizagem baseada em times e
aprendizagem na prática), propiciando que o aluno aprenda fazendo e com sentido crítico na

20
análise da prática clínica, além da avaliação formativa e somativa. Há diversificação nos cenários de
aprendizagem, contemplando os vários níveis de atenção, com ênfase na atenção primária e
interação dos alunos com a comunidade, em que os estudantes assumem responsabilidade
crescente mediante a evolução do aprendizado, com o propósito de gerar o impacto de egressos
comprometidos e aptos a atuar no SUS.
Dessa forma, a Estrutura Curricular constitui um projeto integrado, materializado através
dos módulos temáticos, disciplinas anuais e módulos de habilidades e interação comunitária,
concebidos de maneira a valorizar o ciclo da vida e o processo saúde-doença em cada ciclo.
A proposta da integração curricular é estabelecer relação entre as disciplinas curriculares e
módulos temáticos, com as aproximações sucessivas, nos diferentes laboratórios e campos de
práticas, permitindo ao aluno integrar e consolidar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso
interagindo e atuar na promoção da saúde e no processo saúde-doença. Os alunos são estimulados
a ações educativas de promoção e prevenção à saúde junto aos usuários das unidades básicas e de
instituições de cuidado como asilos, casas de apoio, hospitais, clínicas, campos de atuação de
práticas clínicas, hospitais e unidades de pronto atendimento.
Os componentes curriculares (os conteúdos que compõem o curso, detalhados nos eixos de
formação, os conteúdos complementares e a matriz curricular) possibilitam uma clara articulação
entre os componentes curriculares no percurso da formação do aluno, bem como refletem as
inovações advindas com os avanços tecnológicos.

A estrutura curricular do curso considera os seguintes aspectos essenciais:


a) A flexibilidade e a interdisciplinaridade;
b) A articulação da teoria com a prática e entre os componentes curriculares;
c) O acesso a metodologias que promovem a aprendizagem;
d) Apoio a alunos que necessitam de atendimento educacional especializado e pessoas com
necessidades especiais;
e) Acesso dos alunos aos conteúdos curriculares específicos da área do curso e aos
conteúdos complementares que fazem parte dos seus eixos norteadores;
f) Oferta da disciplina Libras;
g) Integração curricular

1.5. Conteúdos Curriculares


Os conteúdos curriculares são constantemente atualizados e estão organizados para
promover o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso. Os conteúdos estão
distribuídos na matriz curricular de forma a garantir a adequação da carga horária e coerência das
referências bibliográficas. Estão divididos em dois grandes blocos: conteúdos curriculares
específicos da área do curso e conteúdos curriculares complementares.
Os conteúdos curriculares específicos da área do curso de Medicina compõem um currículo
integrado, com duração de seis anos, totalizando de 8.289 horas, constituído por dois blocos.
O primeiro bloco é representado pelas atividades compostas por módulos temáticos e/ou
disciplinas isoladas, que totalizam 4.820 horas (58,1%), distribuídas em quatro séries, organizadas
de acordo com o clico da vida e o processo de saúde-doença em cada ciclo. Cada módulo é
caracterizado por conteúdo programático específico multidisciplinar e integrado com várias áreas
afins, desenvolvido de forma blocada, sendo que o próximo só se inicia após a conclusão do
anterior. Os módulos possuem duração de quatro a dez semanas dependendo da temática. São
desenvolvidos por meio de atividades teóricas, práticas, sessões de tutoria (projeto integrador) e
atividades de estudo programadas, para que os alunos possam se apropriar dos conceitos
biológicos, psicossociais, culturais e ambientais que permitem o entendimento dos fenômenos
normais e alterados no processo de atenção, de gestão e de educação em saúde, nos diversos ciclos
de vida, pertinentes às políticas de educação ambiental, direitos humanos e cidadania.

21
Paralelamente aos módulos temáticos, em cada série, há o módulo de Interação
Comunitária que oportuniza a aprendizagem da prática profissional na ordenação no Sistema Único
de Saúde (SUS), em níveis sucessivos de autonomia e complexidade e um módulo de Habilidades
Clínicas e Atitudes, um programa de treinamento estruturado longitudinalmente, que visa
desenvolver as habilidades necessárias para o exercício adequado da Medicina, em cumprimento
às Diretrizes Curriculares Nacionais.
O segundo bloco é constituído pelos Estágios Obrigatórios, na modalidade de Internato
Médico, composto pelos Estágios Supervisionados nas áreas de Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria,
Clínica Médica, Saúde Mental, Clínica Cirúrgica, Saúde Coletiva, Urgência e Emergência e Medicina
de Saúde da Família, desenvolvido em dois anos (quinta e sexta séries), totalizando 3.000 horas
(36,2%), organizados em atendimento às DCNs para os cursos de Medicina de 2024. A estrutura
curricular se completa com 469 horas de Atividades Acadêmicas Complementares (5,6%),
propiciando ao aluno a diversificação de sua formação.
É oportunizado também, a todos alunos, a disciplina de Libras como matéria optativa.
Conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases (LDB - Art. 47) e dispõe o Regimento Geral
da Universidade Paulista – UNIP, as presenças dos alunos nas atividades acadêmicas são
obrigatórias.
O PPC do curso de Medicina da UNIP está concebido de forma que o aprendizado do aluno
ocorra em níveis crescentes de complexidade e autonomia, como previsto em suas ementas,
manifestados na forma dos desempenhos desejados a serem executados nos respectivos planos de
ensino dos módulos e disciplinas. A base teórica para a formação médica contínua é dada pelos
módulos, organizados de acordo com o ciclo da vida: concepção, nascimento, desenvolvimento e
envelhecimento, nos dois primeiros anos e os processos de saúde-doença individuais e coletivos
nesses ciclos, nas terceira e quarta séries.
Articulado a esse aprendizado teórico, há o aprendizado contínuo e organizado em graus
sucessivos de complexidade e autonomia da prática médica, concretizada ao longo do curso nos
módulos de atividades práticas: Habilidades Clínicas e Atitudes I, II, III e IV, Interação Comunitária I,
II, III e IV e com os Estágios Supervisionados (Internato Médico).
No Módulo de Habilidades Clínicas e Atitudes I, na primeira série, o aluno é introduzido à
semiologia pelo treinamento da anamnese com pacientes simulados e reais, estimulado e
fundamentado ao raciocínio clínico, nos cenários de aprendizagem controlados, como o Laboratório
de Simulação Clínica e Habilidades, nas UBS, integrado com as atividades da Interação Comunitária
I, que durante as visitas domiciliares treinam a anamnese. É também treinado para executar
procedimentos médicos de baixa e média complexidade, utilizados com finalidades terapêuticas ou
de cuidados, no laboratório de habilidades, com simuladores e pacientes simulados. Treina a
habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do doente ante a
doença, reações próprias e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
O Módulo de Habilidades Clínicas e Atitudes II, na segunda série, habilita o aluno nas práticas
de anamnese, semiologia, aprendidas na primeira série e o introduz ao exame físico, em situações
normais e anormais, com ênfase no estado geral e patologias crônicas do diversos órgãos e
sistemas, com simuladores e pacientes simulados, no Laboratório Simulação Clínica e Habilidades.
Pratica a habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do doente
ante a doença, reações próprias e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
No Módulo de Interação Comunitária II, na segunda série, tem contato com os Indicadores de
Saúde, Sistema de Informação em Saúde e Vigilância em saúde.
No Módulo de Interação Comunitária III, na terceira série, o aluno pratica a anamnese e o
exame físico, em situações normais e anormais no estado geral, com ênfase nas patologias crônicas
do diversos órgãos e sistemas, no paciente real, acompanhando o professor, em cenários reais de
prática, UBS, vinculado ao Programa de Saúde da Família, com foco na atenção primária. Demonstra
habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do doente ante a
doença, reações próprias e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
Demonstra compreender os determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,

22
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença, pois já tem
conhecimento da organização dos serviços e os determinantes sociais desses processos naquela
comunidade, adquiridos nos Módulos de Interação Comunitária I e II. É estimulado à curiosidade e
ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos
do trabalho em saúde. Demonstra capacidade de construção coletiva de conhecimento em todas
as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada
dos futuros profissionais.
No Módulo de Habilidades Clínicas e Atitudes III, também na terceira série, o aluno
desenvolve habilidades e atitudes em técnica operatória: pratica os tempos cirúrgicos
fundamentais, utiliza instrumentais e equipamentos cirúrgicos, instrumentação cirúrgica e equipe
cirúrgica, vivencia ambiente cirúrgico, técnica asséptica e prevenção de acidentes; manuseia fios,
nós e realiza diferentes suturas, treina sutura, treina cirurgias úteis ao médico generalista (urgência
e emergência) em laboratório. No módulo de Atenção à Saúde da Mulher e da Criança desenvolve
ainda a habilidade da anamnese e exame físico nesses grupos especiais: criança e mulher.
Na quarta série, nos Módulos de Interação Comunitária IV e Habilidades Clínicas e Atitudes
IV, o aluno pratica a anamnese e exame físico, elabora e implementa o plano terapêutico em
situações normais e anormais no estado geral, com ênfase nas patologias crônicas do diversos
órgãos e sistemas, no paciente real, supervisionado pelo preceptor-docente, em cenários reais e de
prática, UBS e ambulatórios na rede hospitalar, com ênfase na formação da atenção primária e
secundária e sistema de referência e contra referência, com graus crescentes de autonomia e
complexidade. Demonstra habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as
reações do doente ante a doença e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
Demonstra compreender os determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo do processo saúde-doença.
O processo de formação contínua na quinta e sexta séries, com os estágios obrigatórios,
concebidos e organizados contemplando um crescente de autonomia e complexidade do aluno,
com supervisão docente, nos três níveis de atenção primário (UBS), secundário (ambulatórios) e
terciário/quaternário (hospitais). O aluno treina o atendimento de pacientes, nas diferentes faixas
etárias e grupos diferenciados, conforme o estágio, nos diferentes cenários de prática, níveis de
atenção, e ênfase na referência e contrarreferência. É estimulado à construção coletiva de
conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais
de educação continuada e participando na sua formação como futuros profissionais. É instigado à
curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde. As práticas são integradas com os conteúdos teóricos
discutidos através de situações problemas dos módulos temáticos, que reproduzem a organização
do Sistema de Saúde Local e Regional nos seus diferentes níveis de atenção e complexidade.

Os Conteúdos Complementares visam o desenvolvimento do aluno cidadão aberto e voltado


para a busca de soluções dos problemas atuais sociais, ambientais, coletivos e individuais. Para
tanto, são ofertados conteúdos voltados à valorização da diversidade, do meio ambiente e da
memória cultural, à promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial, história e cultura
afro-brasileira e indígena; ao estudo dos valores éticos e culturais que permeiam as relações dos
homens na sociedade e à promoção de direitos humanos. Tais temas complementares compõem
as seguintes disciplinas:

a) Disciplina de Formação Sociocultural e Ética I e II: visa desenvolver profissionais que atuem para
o bem-estar da coletividade, preparando-os para viver uma vida justa e produtiva, em harmonia
com o meio ambiente e com o seu semelhante. Os alunos são conscientizados dos problemas da
sociedade brasileira e da humanidade a serem enfrentados e se sentirão comprometidos na busca
de soluções.
b) Disciplina de Metodologia da Pesquisa: métodos, técnicas e estrutura de projetos de investigação
científica, da forma, redação e normas de documentos científicos;

23
c) Disciplinas optativas de cursos de graduação: com a finalidade de ampliar, complementar ou
aprofundar a visão dos alunos, os demais cursos de graduação da UNIP disponibilizam aos alunos a
realização de cursos pertencentes às suas matrizes curriculares. As disciplinas são definidas de
acordo com seus programas e compatibilidade com a formação médica e são oferecidas aos alunos
que podem realizá-las no decorrer do curso de acordo com seus interesses pessoais.

1.5.1. Eixos Estruturantes

O curso de Medicina da UNIP atende aos eixos estruturantes por meio de sua matriz e pelo
desenvolvimento de um Projeto Integrador (PI), que articula e inter-relaciona os conteúdos das
disciplinas estudadas no curso com as experiências cotidianas da área. Os conhecimentos devem
ser tratados de forma integrada e interdisciplinar, caracterizando uma dinâmica curricular
organizada. O PI é planejado pelos professores, desenvolvido por equipes de alunos, com focos
específicos baseados nos eixos estruturantes do curso, a saber:

a) Atenção à saúde: o graduando é formado para observar as dimensões da diversidade


biológica, subjetiva, étnico-racial, socioeconômica, cultural e ética que singularizam cada pessoa e
cada grupo social, para concretizar:
. Acesso universal e equidade como direito à cidadania, tratando as diferenças com
igualdade e atendendo às necessidades específicas, segundo as prioridades definidas pela
vulnerabilidade e pelo risco à saúde e à vida, observado o que determina o Sistema Único de Saúde
(SUS);
. Integralidade e humanização do cuidado por meio de prática médica contínua e
integrada com as demais ações e instâncias de saúde, de modo a construir projetos terapêuticos
compartilhados, estimulando o autocuidado e reconhecendo os usuários como protagonistas ativos
de sua própria saúde;
. Qualidade e segurança da atenção à saúde de acordo com os protocolos clínicos e as
normas técnicas para a realização de processos e procedimentos referenciados nos mais altos
padrões de qualidade e segurança, de modo a evitar riscos e danos aos usuários e aos profissionais
do sistema de saúde;
. Preservação da biodiversidade com sustentabilidade, de modo que pacientes,
familiares e responsáveis pelo sistema de saúde observem a importância das relações entre ser
humano, ambiente, sociedade e tecnologias, bem como da incorporação de novos hábitos e
práticas de saúde;
. Ética profissional fundamentada nos princípios gerais da ética e da bioética, levando em
conta a responsabilidade da atenção à saúde que não se encerra com o ato técnico.
. Comunicação, por meio de linguagem verbal e não verbal, com usuários, familiares e
membros das equipes profissionais, com empatia, sensibilidade e interesse, preservando a
confidencialidade e garantindo a compreensão e a segurança do paciente.

b) Gestão em saúde: visa à formação do médico capaz de empreender ações de gerenciamento


e administração para promover o bem-estar da comunidade, por meio das seguintes
dimensões:
. Gestão do cuidado, com o uso de novas tecnologias, de modo a promover a organização
dos sistemas integrados de saúde para a formulação e o desenvolvimento de plano do paciente;
. Valorização da vida, com a abordagem dos problemas de saúde recorrentes na atenção
primária, na urgência, na emergência e na prevenção de riscos e danos, visando à melhoria dos
indicadores de morbidade e de mortalidade, como um profissional médico generalista, propositivo
e resolutivo;
. Tomada de decisões, com base em evidências cientificas, de modo a racionalizar e
aperfeiçoar a aplicação de conhecimentos, metodologias, procedimentos, instalações,

24
equipamentos, insumos e medicamentos, de modo a produzir protocolos e diretrizes que
retroalimentem as decisões;
. Comunicação, incorporando, sempre que possível, as novas tecnologias da informação e
comunicação (TICs), para interação a distância e acesso a bases remotas de dados, favorecendo a
construção compartilhada do plano comum de atenção à saúde;
. Domínio de língua estrangeira, para manter-se atualizado com os avanços da Medicina
conquistados no país e fora dele, bem como para interagir com outras equipes de profissionais da
saúde em outras partes do mundo e divulgar as conquistas científicas alcançadas no Brasil;
. Liderança, para ser exercida com democrática interação e hegemonia nas equipes
multiprofissionais de saúde e em organizações;
. Trabalho em equipe, de modo a desenvolver parcerias e redes, estimulando e ampliando
a aproximação entre instituições, serviços e outros setores envolvidos na atenção integral e
promoção da saúde;

c) Educação na saúde: corresponsabilidade com a própria formação inicial e continuada,


bem como para compromisso com a formação de profissionais da saúde e do público em geral, de
modo a estimular a promoção da mobilidade acadêmica e profissional, objetivando:
. Aprender a aprender, identificando conhecimentos prévios e formulando questões para a
busca de respostas cientificamente consolidadas, construindo sentidos para a identidade
profissional e avaliando, criticamente, as informações obtidas;
. Aprendizagem interprofissional, com base na reflexão sobre a própria prática e na troca de
saberes com profissionais da área, para a orientação da identificação e discussão dos problemas,
estimulando o aprimoramento da colaboração e da qualidade da atenção à saúde;
. Aprender com o erro, identificando-o e avaliando-o em situações e ambientes
protegidos e em simulações da realidade, de modo a aproveitá-lo como insumo da aprendizagem
profissional e organizacional e como suporte para sua superação definitiva;
. Envolvimento na formação do médico, conciliando ensino, pesquisa e extensão e
observando o dinamismo das mudanças sociais e científicas que afetam o cuidado e a formação dos
profissionais de saúde, a partir dos processos de autoavaliação e de dados das avaliações externas
e da instituição, promovendo o conhecimento sobre as escolas médicas e sobre seus egressos;
. Mobilidade e formação de redes, para propiciar a estudantes, professores,
profissionais da saúde e pacientes a ampliação das oportunidades de aprendizagem, pesquisa e
trabalho, buscando a identificação de novos desafios da área e estabelecendo compromissos de
corresponsabilidade pela vida, especialmente nas emergências em saúde pública, nos âmbitos
nacional e internacional.

1.5.2. Matriz Curricular

CURSO: GRADUAÇÃO EM MEDICINA | HABILITAÇÃO: MÉDICO GENERALISTA


Integralização Tempo mínimo Tempo máximo
6 anos 6 anos 9 anos
Currículo Integrado (Formação Básica/Formação Profissional) 4820
Estágio Supervisionado (Internato) 3000
TOTAL 7820
Atividades Acadêmicas Complementares (5,6% CH) 469
TOTAL CARGA HORÁRIA DO CURSO 8289
LIBRAS – Optativa 80
1ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Formação Sociocultural e Ética I 40 EDUCAÇÃO EM SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE / EDUCAÇÃO
Metodologia da Pesquisa 80
EM SAÚDE

25
Introdução ao Curso de Medicina 80 ATENÇÃO À SAÚDE
Fundamentos Morfológicos do Organismo
120 ATENÇÃO À SAÚDE
Humano
Funções Biológicas 180 ATENÇÃO À SAÚDE
Metabolismo 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Agressão e Defesa 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Concepção e Formação do Ser Humano 100 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária I 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes I 160 ATENÇÃO À SAÚDE
TOTAL 1200
2ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Nascimento, Crescimento e Desenvolvimento 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Percepção, Consciência e Emoção 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Locomoção e Preensão 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Proliferação Celular 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Processo de Envelhecimento 160 ATENÇÃO À SAÚDE
Doenças Resultantes da Agressão ao Meio
80 ATENÇÃO À SAÚDE
Ambiente
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária II 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes II 160 ATENÇÃO À SAÚDE
Bases Patológicas 80 ATENÇÃO À SAÚDE
Bases Farmacológicas 80 ATENÇÃO À SAÚDE
TOTAL 1240
3ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Febre, Inflamação e Infecção 100 ATENÇÃO À SAÚDE
Fadiga, Perda de Peso e Anemias 100 ATENÇÃO À SAÚDE
Perda de Sangue 100 ATENÇÃO À SAÚDE
Dor Abdominal 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Problemas Mentais e do Comportamento 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Dor 140 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária III 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Genética Médica 60 ATENÇÃO À SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE / EDUCAÇÃO
Ser Médico 80
EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes III 80 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Atenção à Mulher e à Criança 80
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Gestão Do Projeto De Vida 80 GESTÃO EM SAÚDE
TOTAL 1220
4ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Dispneia, Dor Torácica e Edemas 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Manifestações Externas das Doenças e
100 ATENÇÃO À SAÚDE
Iatrogenias
Saúde da Mulher, Sexualidade Humana e ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
120
Planejamento Familiar SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Distúrbios Sensoriais, Motores e da
120 ATENÇÃO À SAÚDE
Consciência
26
Desordens Nutricionais e Metabólicas 100 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Emergências Clínicas 100
SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária IV 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes IV 160 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Saúde Baseada em Evidências 60
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
TOTAL 1040
5ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Clínica Médica I 220
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher I 220
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Saúde da Criança ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
e do Adolescente I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica e ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
Anestesia I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
230
Saúde da Família e Comunidade I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Saúde Mental 220
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
Urgência e Emergência I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Formação Sociocultural e Ética II 40 EDUCAÇÃO EM SAÚDE
TOTAL 1590
6ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
Urgência e Emergência II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Clínica Médica II 200
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
200
II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Saúde da Criança ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
200
e do Adolescente II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica e ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
200
Anestesia II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
230
Saúde da Família e Comunidade II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva 200
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE / EDUCAÇÃO
Empreendedorismo 80
EM SAÚDE
TOTAL 1530
1.5.3. Planos de Ensino

Os planos de ensino dos componentes curriculares encontram-se no final deste volume, item 4.

1.5.4. Curricularização da Extensão

27
A curricularização da extensão, ou creditação (curricular) da extensão, estratégia prevista
no Plano Nacional de Educação (PNE), foi regulamentada pela Resolução nº 7 MEC/CNE/CES, de
18 de dezembro de 2018, cujo prazo de implantação foi prorrogado até 19/12/2022, por meio do
Parecer CNE/CES nº 498/2020, homologado em 06/08/2020.
Entre outras coisas, a Resolução estabelece que “as atividades de extensão devem compor,
no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de
graduação, as quais deverão fazer parte da matriz curricular dos cursos”.
Nesse sentido, a IES incorporou a extensão nos currículos dos cursos de graduação, a partir
do primeiro semestre de 2023, no intuito de promover a formação integral dos estudantes para sua
atuação profissional, bem como a promoção da transformação social, além de alcançar os
seguintes objetivos:
a) A interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca
de conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas
contemporâneas presentes no contexto social;
b) A formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos seus
conhecimentos, que, de modo Interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e
integrada à matriz curricular;
c) A produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais setores da
sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras
atividades acadêmicas e sociais;
d) A articulação entre ensino e extensão, ancorada em processo pedagógico único,
interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico;
e) A contribuição na formação integral do estudante, estimulando sua formação como
cidadão crítico e responsável;
f) O estabelecimento de diálogo construtivo e transformador com os demais setores da
sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a intercultural idade;
g) O incentivo à atuação da comunidade acadêmica e técnica na contribuição ao
enfrentamento das questões da sociedade brasileira, inclusive por meio do
desenvolvimento econômico, social e cultural;
h) O apoio em princípios éticos que expressem o compromisso social de cada
estabelecimento superior de educação;
i) A atuação na produção e na construção de conhecimentos, atualizados ecoerentes,
voltados para o desenvolvimento social, equitativo, sustentável, com a realidade
brasileira.

Esses objetivos são inerentes ao curso de Medicina que tem como característica o
atendimento à comunidade. Os alunos são preparados para identificar necessidades comunitárias
ou possibilidades de incremento no atendimento e na educação para a saúde. Com a participação
de professores, deverão criar e desenvolver projetos específicos para as situações escolhidas e
serão treinados para as atividades comunitárias. Poderão, também, identificar e participar de
movimentos existentes de proteção, incremento e educação para a saúde. A extensão na UNIP
possui regulamento próprio, sendo registrada e avaliada de forma a atender à legislação vigente.

Os professores da Instituição participam do programa de capacitação docente para uso de


metodologias ativas.

1.6 Metodologia

O curso de Medicina da UNIP baseia-se no uso da metodologia Problem Based Learning –


PBL, ou Aprendizagem Baseada em Problema. Trata-se de uma metodologia de estudo investigativo
no qual os docentes estimulam os discentes com tarefas e desafios para solucionar determinado
28
problema, promovendo o raciocínio e a proatividade voltada à busca de conhecimento. O foco é
colocado em problemas e questões do mundo real, que envolvem a produção de soluções
colaborativas. O processo inicia-se com a apresentação do problema desafiador complexo, que não
tenha resposta imediata, mas incentive a busca do saber e a construção de encaminhamentos e
soluções. A relação docente-discente é de orientação e direcionamento, levando os alunos a
desenvolverem as habilidades e competências necessárias para atingir seus objetivos.

As características dessa metodologia são:


a) Abordagem teórico-prática. Vivências práticas que permitem aplicar conhecimentos
teóricos e desenvolver as habilidades do saber-fazer, interagir com docentes e discentes,
analisar situações de conflito, mobilizar recursos cognitivos para análise e reflexão sobre
situações problemas, tomar decisões, formular propostas, criar soluções e ordenar
processos.
b) Uso de recursos inovadores: dinâmica de grupos, promoção de discussões, troca de
experiências, simulações, uso de tecnologias para aprendizagem, atividades práticas.
c) Visitas técnicas: atividades acadêmicas realizadas fora das dependências da instituição
com o objetivo de proporcionar ao discente a possibilidade de vivenciar as diferentes
facetas e condições de sua profissão.
d) Interdisciplinaridade: interação entre as diferentes disciplinas e áreas de conhecimento
por meio de trabalhos em equipes formadas por docentes e discentes.

1.6.1. Metodologia do Processo Ensino-Aprendizagem


A Universidade Paulista – UNIP busca desenvolver os talentos e competências de seus
estudantes para que se tornem profissionais éticos, críticos, empreendedores e comprometidos
com o desenvolvimento social e ambiental. Para que esse objetivo seja atingido, incorpora as
premissas apontadas pela Unesco como norteadoras da educação: aprender a conhecer, aprender
a fazer, aprender a viver e aprender a ser, e apoia-se no referencial da aprendizagem baseada em
problemas para fundamentar suas ações pedagógicas.
A aprendizagem é entendida como um processo ativo, por meio do qual conhecimentos,
habilidades e atitudes são construídos pelo sujeito que aprende a partir da relação que estabelece
com o mundo e com as pessoas com quem se relaciona. Nesse sentido, o papel do docente é o de
provocar a curiosidade e a autonomia por meio da articulação e organização de estratégias de
aprendizagem que desafiem as estruturas mentais dos estudantes buscando:

a) Formação técnico-científica sólida


Os pressupostos metodológicos para o curso de Medicina visam à formação técnico-
científica sólida do médico preparando-o para o mundo do trabalho, bem como a uma formação
para a cidadania crítica, dando condições ao estudante para a participação social em termos de
fortalecimento do atendimento das demandas da comunidade. Visam também à formação para o
alcance de objetivos comprometidos com a sintonia entre o desenvolvimento pessoal e
profissional; à preparação do profissional para assimilar o conhecimento fundamentado em
princípios éticos, filosóficos, culturais e pedagógicos, e a ação profissional como processo
articulador-mediador indispensável a todas as propostas de desenvolvimento regional sustentável
a médio e longo prazos; e à formação ética, explicitando valores e atitudes por meio de atividades
que desenvolvam a vida coletiva, a solidariedade e o respeito às diferenças.

b) Relação teoria-prática
A busca pelo conhecimento teórico-prático é implementada já no início do curso,
evidenciando ao estudante os objetivos do curso e sua forma de inserção para o bem da sociedade.
O contato com as atividades práticas e com os problemas base da aprendizagem conferem ao
estudante o desenvolvimento gradativo de suas habilidades simultaneamente à apropriação da
responsabilidade e ética na conduta acadêmica e na futura atividade profissional.
29
c) Formação para a cidadania
É indispensável desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual, para que, por
intermédio do questionamento permanente dos fatos, seja possível contribuir para o atendimento
das necessidades da saúde individual e coletiva. A valorização da dimensão sociopolítica e cultural
do discente se desenvolve no transcorrer do curso, a capacidade de leitura crítica de problemas e
seus impactos locais, regionais e nacionais. Essa capacidade desenvolvida subsidia sua inserção nas
ações profissionais, na direção da resolução de problemas e no pleno exercício da cidadania,
referenciado por sólidos padrões éticos.

d) Estímulo à autonomia intelectual


O desenvolvimento de uma postura de observação e questionamento por parte do
estudante é fundamental na construção de sua autonomia intelectual e profissional, o que
evidencia a importância do processo ensino-aprendizagem para articular a pesquisa, o aprendizado
e as atividades de extensão, resultando na aquisição de um conhecimento técnico, científico, social
e cultural, crítico, pluralista, humanista, generalista e autônomo.

e) Diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem


A diversificação dos cenários de ensino-aprendizagem e a inserção do estudante em
instituições de serviços de saúde contribuem para a formação do profissional generalista, com
autonomia intelectual, capaz de atuar em diferentes áreas de conhecimento e de iniciar a
integração crítica de conhecimentos teóricos e práticos, assim como da realidade socioeconômica,
cultural e política.

f) Pesquisa e extensão como princípio educativo


A pesquisa como princípio educativo é um elemento constitutivo e fundamental na
construção do conhecimento, sendo assim, indispensável a sua inserção em diferentes momentos
curriculares. Os estudantes são estimulados a participar de programas de iniciação científica
patrocinados pela UNIP ou CNPq e de eventos científicos intra ou extramuros, além de apresentar
trabalhos científicos.

g) Ensino problematizado e contextualizado


O processo de ensino-aprendizagem está diretamente relacionado à capacidade de
formular, analisar e resolver problemas, o que demanda capacidade de contextualização do
indivíduo. Para tanto, em se tratando de um curso de graduação, é importante ser observada a
indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Os acadêmicos têm o processo de
produção do conhecimento fundamentado na matriz curricular, que proporciona ferramentas para
a contextualização dos problemas apresentados nas atividades de ensino, iniciativa para busca dos
conhecimentos necessários à sua compreensão e capacidade de apresentar soluções.
O projeto pedagógico do curso é desenvolvido de forma a favorecer a busca ativa de
informações para a construção do conhecimento e a privilegiar momentos de construção coletiva
e trabalhos em grupo, estimulando o graduando a ter responsabilidade por seu próprio
aprendizado. São usados procedimentos de ensino-aprendizagem que favorecem a busca ativa de
informações para a construção do conhecimento.

h) Integração com mercado de trabalho


A dinâmica do mercado de trabalho exige profissionais qualificados, competentes e com
autonomia intelectual, com capacidade de relacionamentos humanizados efetivos e profícuos com
colegas, pacientes, grupos e equipes multidisciplinares. O curso busca desenvolver essas

30
competências por meio das atividades curriculares associadas às atividades de estágios e atividades
complementares que almejam as ações culturais, de pesquisa e de extensão.
As coordenações e os professores estimulam os acadêmicos a participarem de eventos, seja
por meio da apresentação de trabalhos ou através de sua organização e coordenação.

1.6.2. Estratégia de Trabalho

As atividades dos cursos são ministradas com metodologias apropriadas aos planos de ensino.
O desenvolvimento dos conceitos e conteúdos ocorre com apoio de propostas de leituras de
livros e artigos científicos básicos e complementares, exercícios, discussões em fórum e em
chats – quando for o caso –, sugestões de filmes, vídeos e demais recursos audiovisuais. Com o
objetivo de aprofundare enriquecer o domínio dos conhecimentos e incentivar a pesquisa, o
docente pode proportrabalhos individuais ou em grupo, palestras, atividades complementares
e práticas em diferentes cenários, que permitam aos alunos assimilarem os conhecimentos
essenciais para a sua formação.
A escolha das metodologias de ensino-aprendizagem é de responsabilidade de cada
docente, respeitado a metodologia PBL (Problem Based Learning) proposta para o curso para o
planejamento e a condução das atividades acadêmicas. Cabe a cada docente das disciplinas e
módulos escolher as estratégias de ensino-aprendizagem mais adequadas ao conteúdo a ser
desenvolvido. Cabe a cada docente, também, fazer com que suas estratégias de ensino-
aprendizagem e de avaliação sejam, por si só, formas de desenvolvimento de competências dos
alunos, seguindo o que está preconizado no PDI: estimular práticas multidisciplinares e
interdisciplinares de pesquisa, de extensão e das demais atividades extracurriculares,
correlacionando-as e vinculando-as ao ensino.
Para tanto, se requer dos docentes:
a) foco nos objetivos do curso, no perfil desejado do egresso e nas competências
relacionadas;
b) foco nos objetivos da disciplina ou atividade;
c) visão sistêmica, compreendendo a importância de sua disciplina, no conjunto das
atividades e objetivos docurso e na realização do perfil desejado do egresso;
d) capacidade de trabalho em equipe;
e) liderança baseada em competência e exemplo;
f) atualização contínua;
h) atratividade das aulas e atividades propostas com foco na otimização do aprendizado dos
alunos.

Para que reflexões e elaborações venham a acontecer, propõem-se estratégias que buscam
envolver o estudante numa atividade intelectual sistematizada e de aprendizagem colaborativa,
sempre organizadas e orientadas pelas competências profissionais expressas no projeto pedagógico
do curso e nos objetivos da unidade curricular e da aula. São utilizadas inúmeras estratégias
adequadas ao desenvolvimento de profissionais das mais diferentes áreas, que simulam situações
reais e possibilitam a variação das condições em que podem acontecer, propiciando uma
experiência segura, mas próxima da realidade. Os discentes, com supervisão dos docentes, podem
desenvolver atividades que garantam que os objetivos de aprendizagem sejam alcançados. As
metodologias ativas e as metodologias tradicionais, combinadas e associadas a diferentes esforços
de diferentes áreas e setores da Instituição, permitem que se garanta a acessibilidade em sua
magnitude, compreendendo a eliminação de barreiras arquitetônicas, pedagógicas/metodológicas,
atitudinais, comunicações e digitais. Durante o planejamento didático pedagógico, observa-se a
coerência entre a metodologia utilizada e o objetivo específico de determinada aula.

31
O conceito subjacente ao uso das estratégias ativas de ensino é o de que a formação do
aluno, futuro profissional da saúde, precisa envolver estratégias diferenciadas, quebrar paradigmas
e explorar tecnologias educacionais em todos os contextos sociais no desenvolvimento de
competências e habilidades, na formação docente e no acompanhamento pedagógico. Trata-se de
uma mudança de paradigmas, que resulta da soma dos processos de ensino e da aprendizagem,
tornando o aluno e o docente protagonistas no processo. No uso de metodologias ativas, o
professor não é o único agente de transformação. O aluno também é agente ativo e precisa ser
orientado e instigado para a busca de sua autonomia e transformação.
Nas diferentes unidades curriculares, apoiadas nas diretrizes do plano de ensino, o
desenvolvimento dos conceitos e conteúdos ocorre com filmes de conteúdo acadêmico-científico
nacionais e internacionais e discussões relevantes a cada tema estudado. Com o objetivo de
aprofundar o conteúdo programático e o incentivo à pesquisa, o docente utiliza recursos como:
artigos científicos, trabalhos individuais ou em grupo e palestras, que permitam aos alunos
compreenderem na prática a teoria apresentada. Destacam-se, como estratégias de ensino-
aprendizagem, as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas,
fichamentos, tutorias, visitas técnicas, aulas práticas, ensaios em laboratórios, atividades clínicas,
seminários, simpósios, discussão de casos clínicos, palestras, pesquisas bibliográficas, iniciação
científica.
No uso da metodologia PBL, os professores valem-se, entre outras, das seguintes
estratégias:
a) Construção e apresentação de um problema desafiador envolvendo um tema que
oportunize diversas possibilidades de resolução;
b) Investigação sustentável: pesquisa e caminhos que induzam o aluno às soluções;
c) Crítica e revisão: revisões na busca por um aprofundamento na temática;
d) Decisões: incentivo à voz e escolha do estudante na tomada de decisões importantes
visando soluções apropriadas à realidade;
e) Reflexão com o aluno acerca do próprio aprendizado na busca de solução do problema,
nas posturas e tomada de decisão.
f) Autenticidade: adaptações da solução à realidade e às necessidades apresentadas pelo
problema.
g) Produto público: além da sala de aula, sugere-se que o resultado seja apresentado.

1.7. Estágio Curricular Supervisionado

Todos os estágios previstos estão em conformidade com a Lei nº 11.788 de 25 de setembro


de 2008 e o Regulamento Interno aprovado do NDE e Colegiado de Curso.
A carga horária prevista é adequada para a formação do aluno e compatível com as
atividades desenvolvidas, sendo seu acompanhamento realizado pela coordenação do estágio, cuja
carga horária permite manter a adequada relação supervisor/aluno.
Cabe ao estagiário cumprir rigorosamente a carga horária proposta para a realização do
estágio e desempenhar as tarefas que lhe forem atribuídas; respeitar as normas disciplinares e
regimentais; valer-se dos princípios de ética profissional nas críticas e considerações a respeito de
situações e comportamentos detectados no ambiente do estágio.
A Instituição estabelecerá formalmente convênios institucionais com os setores do trabalho
na área, possibilitando ao futuro profissional adquirir as competências previstas no perfil do
egresso, por meio de atividades que contemplam as dimensões assistencial, educativa, gerencial e
investigativa, detalhadas no Regulamento de Estágio anexo a este PPC.
A permanente interlocução da Instituição com os diferentes ambientes de estágio tem
trazido contribuições para uma constante atualização de suas práticas.

32
Periodicamente o Núcleo Docente Estruturante (NDE) analisa a estrutura dos Estágios Curriculares
do curso, avaliando sua pertinência e transformando possíveis problemas detectados ao longo do
processo em insumos para atualizar e modificar, se necessário, as práticas de estágio.

1.7.1. Estágio não obrigatório

Estágio não obrigatório é “aquele desenvolvido como atividade opcional acrescida à carga
horária regular e obrigatória” (Lei nº 11.788/08, Art. 2º, § 2º). No curso de Medicina, o estágio não
obrigatório, entendido como um conjunto de atividades de estágio contratado, dificilmente pode
ser realizado pelo aluno, já que o curso é desenvolvido em tempo integral.
A UNIP firma convênio com diferentes empresas e organizações, além da parceria com os
agentes de integração, a fim de oferecer melhores oportunidades e experiências para a formação
do egresso. Dentre as regulamentações para a contratação do estagiário está a carga horária
máxima limitada a seis horas diárias e 30 horas semanais, jornada que pode ser cumprida em mais
de uma organização concedente, com o cuidado de não exceder o limite total permitido por lei. Os
estagiários têm direito a férias remuneradas de 30 dias a cada 12 meses de estágio na mesma
instituição concedente ou o proporcional ao período estagiado, se for inferior a um ano. A
Lei nº 11.788/08 de estágio não contempla o 13º salário.
O tempo máximo de estágio em uma mesma empresa concedente é de dois anos. A
legislação de estágio não estabelece um piso mínimo para bolsa estágio, sendo esse valor definido
em comum acordo entre a concedente e o estudante e devendo ser registrada no Termo de
Compromisso de Estágio (TCE). Profissionais liberais com registros em seus respectivos órgãos de
classe também podem contratar estagiários.
Portanto, esse modelo de interação ensino-aprendizagem requer o envolvimento dos atores
sociais IES, Estado, organizações e sociedade. Logo, entende-se por competência profissional
aquela em que o indivíduo mobiliza um conjunto de saberes diferenciados que geram resultados
individuais (pessoal), coletivos (profissional), econômicos (organização) e sociais (sociedade). Tanto
os futuros profissionais quanto as organizações demandam a presença de competências
comportamentais, éticas e políticas.
Os diferentes ambientes profissionais, empresas públicas ou privadas e organismos
governamentais que integram o processo de aprendizagem do estudante, considerados
qualificados para se vincularem ao curso, são cuidadosamente selecionados por esta IES e passam
por avaliação como segue:
a) O Setor de Estágio - Central de Análises verifica se o campo de estágio está de acordo
com a Lei nº 11.778/2008. Se sim, firma-se o Termo de Compromisso de Estágio e o
processo é encaminhado ao coordenador do curso.
b) O Setor de Estágio - Central de Análises encaminha para avaliação do coordenador do
curso o Plano de Atividades, que descreve a concedente e as atividades a serem
desenvolvidas pelo estudante. As atividades devem ser parametrizadas com as Diretrizes
Curriculares Nacionais e o Projeto Pedagógico do Curso.
c) Estagiários que desempenharem atividades próprias de estágios não obrigatórios
deverão preencher o formulário “Termo de Convalidação de Atividades de Estágio
Contratado”.

1.7.2. Estágio obrigatório

Em atenção às Diretrizes Curriculares Nacionais e comprometido com a formação do


profissional médico que trabalhe na promoção, proteção e recuperação da saúde, no curso de
Medicina da Universidade Paulista – UNIP, o estágio supervisionado curricular obrigatório em
regime de internato é componente curricular necessário para a conclusão do curso, ocorrendo nas
duas últimas séries, 5ª e 6ª, com carga horária total de 3.000 horas, correspondendo a 36,2%% da
carga total do curso, em atendimento às DCNs.

33
O estágio obrigatório está estruturado de acordo com as Diretrizes Curriculares para o curso
de Medicina. Assim, 30% (900 horas) da carga horaria total está vinculada à atenção primária e
urgência e emergência. Dessas, 51% (460 horas) é desenvolvida na atenção primária nos Estágios
Supervisionados em Medicina de Saúde da Família e Comunidade I e II e 49% (440 horas) nos
Estágios Supervisionados em Urgência e Emergência I e II, 5ª e 6ª séries, respectivamente. Os 70%
restantes da carga horária (2100 horas) estão assim distribuídas: Estágio Supervisionado em Clínica
Médica I (220 horas), Clínica Médica II (200 horas), Clínica Cirúrgica e Anestesia I (220 horas), Clínica
Cirúrgica e Anestesia II (200 horas), Saúde da Mulher I (220 horas), Saúde da Mulher II (200 horas),
Saúde da Criança e Adolescente I (220 horas), Saúde da Criança e Adolescente II (200horas), Saúde
Mental (220 horas) e Saúde Coletiva (200 horas).
As atividades são desenvolvidas nos três níveis de atenção, contemplando todos os
equipamentos de saúde do sistema local e regional de saúde, em parceria com a Secretaria
Municipal de Saúde e hospitais regionais conveniados em cada área, quando aplicáveis,
proporcionando ao aluno a possibilidade de contato com os diferentes campos do saber médico,
numa perspectiva generalista. As atividades são práticas, com treinamento do aluno em serviços.
Sua estrutura integra a teoria com a prática, formação científica, atenção básica à saúde, relação
médico-paciente e consideração do contexto social, cultural, crenças e valores. Estimula a
curiosidade e o desenvolvimento da capacidade de aprender de todos os envolvidos, bem como a
construção coletiva de conhecimento. As atividades envolvem complexidade e autonomia
crescentes ao longo dos Estágios Supervisionados.
Os Estágios Supervisionados em Clínica Médica I e II serão desenvolvidos nos hospitais
conveniados. No Estágio I, o treinamento em serviço ocorre nas unidades de internação na
admissão e evolução dos pacientes clínicos em atendimentos ambulatoriais de Endocrinologia,
Nefrologia, Infectologia e Clínica Geral (retornos dos pacientes internados), com a orientação direta
do preceptor e supervisão de um professor da IES, e um encontro semanal para a tutoria clínica. No
Estágio II, há um incremento da autonomia e complexidade dos atendimentos dos alunos nos
ambulatórios de especialidades (Endocrinologia, Cardiologia, Pneumologia, Nefrologia,
Infectologia, Gastrenterologia, Neurologia e Clínica Geral), nas unidades de internação, além de
atividades no setor de imagem, elaboração dos laudos dos diferentes tipos de exames,
acompanhados de preceptor e professor supervisor. O grupo se reunirá semanalmente para a
tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no
Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Clínica Cirúrgica e Anestesia I e II serão realizados nos
hospitais conveniados. No Estágio I, os alunos fazem rodízio nas Unidades de Enfermarias I e II
(evolução e admissão dos pacientes cirúrgicos), no Centro Cirúrgico, com instrumentação e auxílio
nas operações, acompanhamento do serviço de anestesia e nos ambulatórios de Oncologia e
Cirurgia Geral, acompanhados de um preceptor e supervisionados por um professor. Duas vezes
por semana, o grupo se reunirá para tutoria clínica. Em Clínica Cirúrgica e Anestesia II, será dada
atenção maior aos ambulatórios de especialidades, incluindo Ortopedia, Cirurgia Vascular, Cirurgia
Plástica, Urologia, Oncologia e Cirurgia Geral e do Aparelho Digestório, além de unidade de
internação e Centro Cirúrgico. Serão acompanhados por um preceptor e supervisionados por um
professor. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por
semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Urgência e Emergência I e II serão realizados nos hospitais
e unidades de saúde conveniados, sendo que no Estágio I haverá rodízio de alunos no setor de
Pronto-Socorro e Unidade de Terapia Intensiva, em grupos alternados, plantões noturnos e de finais
de semana, acompanhados de preceptor e supervisionados por um docente. Duas vezes por
semana, o grupo se reunirá para a tutoria clínica. No Estágio II, é maior o nível de complexidade e
autonomia do aluno nas unidades de emergência, com treinamentos em procedimentos invasivos
na UTI e plantões no setor de Urgência e Emergência, acompanhados de preceptor e
supervisionados pelo professor. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e

34
desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de
Habilidades e Simulação Clínica.
O Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher I será realizado em hospital conveniado, com
ênfase na Obstetrícia. Os alunos acompanharão diretamente tratamentos clínicos, partos normais
e cesarianos, além do puerpério normal. Haverá atendimento pré-natal habitual nas UBS,
acompanhados por preceptor e supervisionados por um docente da Instituição. Serão realizadas
tutoria clínica três vezes por semana. O Estágio em Saúde da Mulher II é realizado em hospital
conveniado, com ênfase na cirurgia ginecológica e ambulatórios pré- e pós-cirúrgicos. Os alunos
também desenvolverão atividades nos ambulatórios de Ginecologia Geral, Planejamento Familiar e
Colposcopia em UBS, com atendimento das patologias, exames de colposcopia e procedimentos
ambulatoriais (colocação de DIU e cauterizações). Neste estágio, os alunos farão plantões noturnos
e de finais de semana, acompanhando os atendimentos do pronto-socorro e os partos normais e
cesarianos. As atividades serão orientadas e supervisionadas por docentes da Instituição, com
exceção da preceptoria nos plantões. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e
desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de
Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Saúde da Criança e do Adolescente I e II serão realizados no
hospital conveniado e em especialidades pediátricas nas UBS. No Estágio I, as atividades ocorrerão
na enfermaria de Pediatria do hospital conveniado e nos ambulatórios de Pediatria Geral e
Puericultura das UBS. O Estágio II enfatiza a Unidade de Pronto Atendimento pediátrico no pronto
atendimento do hospital conveniado e nos ambulatórios de especialidades (Cardiologia,
Hematologia, Pneumologia, Neurologia), nas UBS, acompanhados por docentes da IES. Haverá
atividades no alojamento conjunto do hospital conveniado, orientadas por preceptores e
supervisionadas por docentes da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica
e desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de
Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Medicina de Saúde da Família I e II serão realizados em UBS
com níveis crescentes de complexidade e autonomia. Os alunos atenderão crianças e adultos do
programa de saúde da família, participarão de grupos de hipertensos e diabéticos e acompanharão
os atendimentos domiciliares. Todas as atividades serão orientadas e supervisionadas por docentes
da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por
semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
O Estágio Supervisionado em Saúde Mental será realizado em hospital conveniado e os
alunos farão rodízio nos atendimentos de urgências e internações psiquiátricas, nos Centros de
Atendimento Psiquiátrico (CAPS) Infantil e Adulto e no Núcleo Integrado de Saúde, sempre
orientados e supervisionados por docentes da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para
a tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no
Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
O Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva será realizado em UBS. Os estudantes
compreenderão o sistema de saúde brasileiro, sua história, a construção do sistema público e sua
estrutura atual. Vivenciarão as principais políticas e programas de saúde implantadas no país.
Desenvolverão habilidades e atitudes para a gestão dos principais problemas de saúde locais,
regionais e nacionais. Participarão da elaboração de planos de intervenção para o enfrentamento
dos problemas priorizados. Participarão em espaços formais de reflexão coletiva. Conhecerão e
compreenderão os processos de gestão da rede de atenção à saúde. Treinarão habilidades e
desenvolverão atitudes de gestão em saúde. Identificarão problemas no processo de trabalho da
equipe multiprofissional nas unidades de saúde. As atividades serão orientadas e supervisionadas
por docentes da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e desenvolverá,
uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de Habilidades e
Simulação Clínica.
Visando a segurança do paciente, as habilidades pessoais dos internos serão treinadas e
lapidadas no Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica (SimuLab), desenvolvendo a

35
consciência de trabalho em equipe de alto desempenho. No quinto ano, os internos têm um
período semanal no SimuLab.
O currículo é único independente do estágio e segue o aprofundamento nos protocolos de
atendimentos às situações de emergência clínica para adultos e crianças, técnicas e protocolos de
atendimento ao trauma, além de intenso treinamento de habilidades. Os procedimentos críticos
ensinados e treinados irão desde aqueles considerados básicos, como compressão cardíaca e
ventilação de modo adequado em todas as faixas etárias, passando pelas habilidades de utilização
de desfibriladores manuais, obtenção de via aérea avançada, punção lombar em adultos, crianças
e lactentes, chegando até as técnicas avançadas e desejáveis para padrão de segurança e
resolutividade de emergências como a utilização de ultrassonografia por clínicos.
O treinamento em ultrassonografia está inserido no sexto ano e é destinado a obtenção de
acesso venoso central, realização de protocolos de trauma (Focused Assessment with Sonography
for Trauma- FAST e Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma – E-FAST), análise
de veia cava inferior no choque e diagnóstico de trombose venosa profunda.
No sexto ano do curso de Medicina da Universidade Paulista – UNIP, todos os internos
dedicarão um período semanal para treinamento de habilidades e atitudes, além de técnicas e
protocolos de atendimento clínico e dinâmica de equipe de alto desempenho. Serão aprofundados
temas de emergências pediátricas, obstétricas e clínicas. No currículo, há relevante período
destinado à simulação de casos para reconhecimento e atuação em situações de violência
doméstica, emergências psiquiátricas e comunicação de más notícias.
Para enfrentar o desafio de formar o profissional médico preparado para atender às
necessidades locais e regionais, dotado de conhecimentos sobre gerenciamento e administração,
seja profissional liberal e/ou prestador de serviços, e em atendimento às DCNs na área de
competência da Organização do Trabalho em Saúde, busca-se os seguintes desempenhos: a)
identificação de oportunidades e de desafios na organização do trabalho em saúde, considerando
as diretrizes do SUS; b) utilização de diversas fontes para identificar problemas no processo de
trabalho, incluindo a perspectiva dos profissionais e dos usuários, e análise de indicadores e do
modelo de gestão; c) participação na priorização de problemas, identificando a relevância,
magnitude e urgência, as implicações imediatas e potenciais, a estrutura e os recursos disponíveis;
d) abertura para opiniões diferentes e respeito à diversidade de valores, de papéis e de
responsabilidades no cuidado à saúde; e) trabalho colaborativo em equipes de saúde, respeitando
normas institucionais dos ambientes de trabalho e agindo com compromisso ético-profissional.
Será levado a refletir a necessidade da análise criteriosa das tecnologias a serem incorporadas,
utilizando-as com rigor metodológico para estabelecer o real benefício das ações e intervenções
oferecidas para a população, pois à medida que a responsabilidade e demandas pelo sistema de
saúde público aumentam, os recursos tornam-se cada vez mais escassos. Embora essa atividade
seja oferecida durante a fase profissionalizante, sua carga horária não é computada na carga horária
do Estágio Supervisionado.

1.8. Atividades Complementares

As Atividades Complementares (AC) constituem um conjunto de experiências individuais ou


coletivas, obrigatórias em todos os cursos superiores da UNIP, a serem desenvolvidas pelos alunos
como parte dos requisitos para a conclusão do curso.
O prazo para o cumprimento da carga horária das AC se estende até o final do curso. Cabe
ao coordenador do curso definir uma distribuição equilibrada do cumprimento das AC, a fim de
evitar o acúmulo da realização nos períodos finais do curso. O não cumprimento da carga horária
total das AC, fixada no projeto pedagógico do curso, constitui impeditivo para a conclusão do curso.
As AC estão institucionalizadas em regulamento próprio e a carga horária é de 5,6% do total de
horas do curso (respeitada a legislação quando houver percentual diferente do indicado acima). O
escopo das atividades deve ser pertinente ao campo profissional do curso, embora seu

36
entendimento deva ser amplo o suficiente para promover a diversificação da formação do aluno,
na medida de seus interesses pessoais de enriquecimento profissional, técnico, social e cultural.
São oferecidos diversificados grupos de atividades voltadas para a formação geral e
específica do aluno que promovem sua progressiva autonomia profissional e intelectual e ampliam
os conhecimentos da profissão, contribuindo para o incremento das expressões culturais e
artísticas.
As AC propostas desenvolvem habilidades e competências adquiridas fora do ambiente
escolar, bem como experiências profissionalizantes consideradas relevantes para área de formação
do aluno. As atividades se desenvolvem em três categorias: atividades acadêmicas, científicas e
práticas profissionais. Cada uma delas contempla uma descrição da atividade ou grupo de
atividades, as respectivas horas para o cumprimento e a documentação comprobatória.
As categorias e a carga horária das Atividades Complementares constam do Volume 2 deste
PPC.

1.9. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)


A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), segundo as Diretrizes Curriculares
do Curso de Medicina, é de caráter optativo e, portanto, não fará parte dos requisitos para
formação do aluno do curso de Medicina da Universidade Paulista – UNIP.

1.10. Apoio ao discente

A UNIP desenvolve um conjunto de ações voltadas à adaptação, permanência e


desempenho satisfatório dos alunos ao longo do curso, que são incentivados a participarem e
contribuírem nas diferentes atividades e nos colegiados do curso. As ações de apoio ao aluno da
Instituição são as seguintes:

a) Programas de Apoio Pedagógico


A UNIP oferece orientação acadêmica no que diz respeito à vida escolar e à aprendizagem. O
apoio pedagógico ao discente é realizado pelos professores e pelos coordenadores auxiliares do
curso no qual o aluno está matriculado. É oferecida ainda orientação ao discente que apresenta
problemas psicopedagógicos que afetam a sua aprendizagem.

. Atendimento Extraclasse
O atendimento extraclasse aos alunos é realizado pelos professores líderes do curso com
jornada semanal específica para tal finalidade. O atendimento é realizado mediante orientações
individuais a alunos encaminhados pelos professores ou para aqueles que procuram o serviço
espontaneamente.

. Centro de Psicologia Aplicada da UNIP


Os Centros de Psicologia aplicada da UNIP dispõem de plantão para atendimento aos alunos
do curso de Medicina que necessitam de acolhimento, orientação e encaminhamento se for o caso.

. Mecanismos de Nivelamento

Com o objetivo de recuperar as possíveis lacunas na formação pregressa dos alunos


ingressantes, a Universidade Paulista – UNIP realiza cursos de nivelamento obrigatórios. Os cursos
de nivelamento são computados como parte obrigatória das atividades complementares. Para cada
curso de nivelamento, é aplicada uma avaliação do aluno para verificar o nível de conhecimento
adquirido.

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Os déficits anteriores de formação do aluno serão verificados a cada período por meio da
análise das avaliações das disciplinas e avaliações multidisciplinares, indicando qual o conteúdo a
ser recuperado pelos cursos de nivelamento obrigatório.

. Apoio Psicopedagógico

A Universidade Paulista – UNIP oferece aos alunos um serviço de apoio psicopedagógico,


destinado à orientação acadêmica no que diz a respeito à vida escolar do discente, envolvendo
assuntos como notas, desempenho, trabalhos, provas e frequência, além de servir como
atendimento específico para orientar o corpo discente no que diz respeito a problemas de
aprendizagem. Este serviço é realizado pela Coordenação do curso que busca contribuir para o
desenvolvimento da capacidade de aprendizagem em geral, recuperando as motivações,
promovendo a integridade dos alunos e realizando as orientações necessárias.

Considerando os termos da Lei nº 12.764, de 27/12/2012, regulamentada pelo Decreto nº


8.368, de 2 de dezembro de 2014, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa
com Transtorno do Espectro Autista, é dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da
sociedade assegurar o direito da pessoa com transtorno do espectro autista à educação, em sistema
educacional inclusivo, garantida a transversalidade da educação infantil até a educação superior. A
IES possui um regulamento específico de atendimento aos estudantes matriculados que
apresentarem transtorno do espectro autista, de acordo com o disposto na Lei nº 12.764 / 2012,
regulamentada pelo Decreto 8.368/2014, realizado pelo Núcleo de Acessibilidade e Apoio
Psicopedagógico – NAAP.

O Núcleo de Acessibilidade e Apoio Psicopedagógico – NAAP visa facilitar a integração do


aluno à vida universitária acadêmica e social, promovendo a adaptação e a permanência do aluno
no curso escolhido e na Instituição, o incremento da saúde mental, o enriquecimento da qualidade
de vida e o sucesso acadêmico. A orientação acadêmica (psicopedagógica) realizar-se-á através das
seguintes ações:

. Atendimento a alunos com dificuldades de aprendizagem de expressão escrita, de falta de


concentração, com transtorno do espectro autista, etc.;
. Esclarecimentos de dúvidas, promovendo a satisfação e a diminuição das dificuldades
encontradas por parte dos acadêmicos;
. Trabalho na prevenção da evasão escolar, da inadimplência, da repetência;
. Orientação para a reopção de curso quando necessária.

b) Programas de Apoio Financeiro

A UNIP oferece apoio para a participação de alunos em eventos como congressos,


encontros, seminários, etc. Para tanto, divulga agenda de eventos relacionados às áreas dos cursos
implantados e há um programa de auxílio para alunos que participarem na condição de expositor
de trabalho científico aceito em evento relevante para a área.

. Bolsa de Iniciação Científica

O investimento da UNIP em pesquisa reflete-se também no incentivo à investigação. A Vice-


Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa promove, anualmente, concurso que seleciona alunos da
graduação interessados em bolsas de iniciação científica. Podem participar os alunos que estejam
cursando o antepenúltimo ou penúltimo ano. Para participar, o aluno deverá procurar um professor
com título mínimo de doutor com conhecimentos na área em que pretende desenvolver o projeto
e solicitar sua orientação. Às melhores pesquisas são destinadas as bolsas de iniciação científica e
de inovação tecnológica.

38
. Bolsa para Professores e Funcionários

A UNIP concede bolsas de estudo a seus funcionários, professores e para seus dependentes
diretos.

. Financiamento Estudantil - FIES

A UNIP aderiu ao Fundo de Financiamento ao Estudo do Ensino Superior – FIES, criado pelo
Governo Federal para financiar os estudos de alunos com poucos recursos. Informações a respeito
podem ser obtidas junto à Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento do FIES, na
Tesouraria do campus em que o aluno estiver matriculado ou via internet, no site [Link].

As inscrições são feitas somente via internet. Caso o aluno venha a ser beneficiado pelo
programa de Financiamento Estudantil, após ter obtido bolsa de estudo concedida pela UNIP, esta
é cancelada no momento da concessão do financiamento.

. Financiamento Estudantil - PROUNI

A UNIP aderiu ao Programa Universidade para Todos – ProUni, do Governo Federal, que
concede bolsas integrais a alunos carentes com base nos resultados obtidos no ENEM, Exame
Nacional do Ensino Médio, e nas condições socioeconômicas do candidato.

. Organização Estudantil

Representantes de alunos participam de todos os órgãos superiores da Universidade


(Consuni e Consepe), assim como dos Colegiados de Curso.

De acordo com o artigo 107 do seu Regimento Geral, os alunos regulares da Universidade
Paulista – UNIP podem organizar-se em diretórios e associações.

A organização estudantil se destina a promover a cooperação da comunidade acadêmica no


universo de atuação. Ficam vedadas, no âmbito da instituição, as atividades de natureza político-
partidária e a participação em entidades estranhas ao propósito da Universidade Paulista – UNIP.

De acordo com o artigo 108 do seu Regimento Geral, a organização, estrutura e


funcionamento dos diretórios e associações serão regidos por estatutos próprios elaborados nos
termos da legislação vigente, respeitadas as disposições do Regimento Geral e do Estatuto da
Universidade Paulista – UNIP.

A eleição das diretorias dos diretórios e associações ocorrerá em data estabelecida pela
reitoria, atendendo a requerimento dos interessados.

As diretorias eleitas pelos diretórios deverão requerer credenciamento junto à reitoria,


demonstrando terem sido eleitos na forma regimental e legal em vigor.

Os diretórios e associações são mantidos por contribuições dos associados e por doação,
devendo prestar contas publicamente sobre a origem e aplicação dos recursos financeiros.

A desobediência aos preceitos legais e regimentais, bem como o uso indevido de bens e
recursos da entidade estudantil, apurados em inquérito instituído pela reitoria, importam em
responsabilidade civil, pessoal e disciplinar dos membros da diretoria.

1.11. Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa


39
A gestão do curso, composta pela direção do Instituto, da Coordenação Geral, da Diretoria
Acadêmica, dos professores líderes de turma e NDE, acompanha os processos de autoavaliação,
avaliação interna e externa, considerando-os em um processo contínuo por meio do qual é possível
construir conhecimento sobre sua própria realidade e compreender os significados do conjunto de
suas atividades, a fim de melhorar a qualidade educativa. Para tanto, a gestão do curso sistematiza
informações, redefine formas de organização e ação pela identificação de pontos fracos e pontos
fortes, que são discutidos coletivamente, visando o estabelecimento de estratégias de superação
de problemas, que são apresentadas para o corpo docente em cada campus, e o aprimoramento
da didática pedagógica do ensino-aprendizagem.
A avaliação interna é, portanto, um processo cíclico, criativo e renovador de análise,
interpretação e síntese das dimensões que definem o curso. Trata-se de procedimentos utilizados
para o monitoramento das informações relativas ao curso que asseguram que a qualidade do
ensino fornecido atende aos padrões recomendados. As avaliações internas institucionais mantem
uma perspectiva qualitativa e quantitativa. A abordagem qualitativa busca compreender o ponto
de vista dos envolvidos quanto ao posicionamento interno e externo da instituição e a abordagem
quantitativa parte dos resultados e os traduz em termos de parâmetros estatísticos. Nela, a
quantificação é enfatizada como fator de discussão do objeto em avaliação.
A sistemática de avaliação institucional interna com foco no PDI permite que o Núcleo
Docente Estruturante (NDE) se aproprie dos resultados das avaliações e os articule com o Projeto
Pedagógico do curso, considerando as necessidades específicas de aprendizagem dos discentes e a
infraestrutura decorrente.

Em termos mais específicos, pretende-se com as avalições internas e externas:


 avaliar o Projeto Pedagógico do Curso, da concepção à operacionalização, analisando sua
adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais e às necessidades da formação profissional
e do mercado de trabalho.
 avaliar a participação do corpo docente na gestão do curso.
 verificar a existência de mecanismos de apoio ao discente com dificuldades de
aprendizagem e seus efeitos no desempenho acadêmico dos alunos.
 verificar as concepções dos alunos acerca do seu curso.

Os processos de avaliação se concretizam da seguinte forma:

a) Comissão Permanente de Avaliação – CPA

A UNIP desenvolve um Programa de Avaliação Institucional desde 1997, por meio da


Comissão Permanente de Avaliação – CPA, composta por docentes, discentes, corpo técnico-
administrativo e representantes da sociedade civil organizada, em todas as suas unidades
educacionais.
As ações da CPA contribuem para o planejamento e gestão universitária, envolvendo a
comunidade acadêmica de modo participativo e democrático.
A CPA tem a função de coordenar e conduzir o processo da Avaliação Institucional e, em
consonância com as políticas adotadas, estabelece como metas:
. Avaliar a estrutura didático-pedagógica dos cursos;
. Avaliar a infraestrutura institucional;
. Avaliar o corpo técnico-administrativo;
. Avaliar a gestão dos cursos de graduação e pós-graduação;
. Avaliar a gestão da IES, em todos os níveis;
. Avaliar a produção científica nas linhas de investigação científica da instituição;
. Avaliar as atividades de ação comunitária;
. Promover a apresentação e discussão de resultados;
. Avaliar o impacto do projeto de avaliação institucional;
40
. Promover condições favoráveis para realização da avaliação externa;
. Analisar os resultados obtidos pela instituição na avaliação externa, articulando-os aos da
autoavaliação;
. Promover a meta avaliação do Programa de Avaliação Institucional.

Os relatórios da CPA são encaminhados ao coordenador do curso, que os analisa junto ao


Colegiado e ao NDE. Os resultados permitem ratificar os aspectos positivos e tomar decisões para
solucionar fragilidades, além de serem uma forma de acompanhamento anual da avaliação. Os
resultados das Avaliações Externas, assim como os da Avaliação Interna, são considerados insumos
para o aprimoramento dos cursos e do atendimento ao aluno.

b) Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos- CQA

A Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos é institucionalizada na UNIP, composta


por professores qualificados de diferentes áreas e cursos com carga horária específica e presença
para esse trabalho. A CQA desenvolve ações que objetivam a capacitação docente e dos discentes
com vistas à contínua melhoria dos cursos.
A CQA desenvolve uma análise das potencialidades e fragilidades do processo ensino-
aprendizagem e propõem ações de enfrentamento que visem: aperfeiçoamento das avaliações
internas das disciplinas e atividades, acompanhamento e verificação dos resultados oficiais de
desempenho; discussão dos resultados em reuniões com os cursos; proposição de metas para
aperfeiçoar desempenhos futuros; e realização de atividades acadêmicas de capacitação docente e
discente.

c) Exame de Desempenho dos Estudantes – ENADE

A UNIP mantém-se atenta aos procedimentos de avaliação externa, como o Exame Nacional
de Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE), analisando detalhadamente os resultados
positivos e negativos obtidos nos diferentes campi e nas disciplinas, com a finalidade de atualizar
programas e rever didáticas, se necessário.

d) Avaliações Integradas

Ao final de cada semestre os alunos realizam uma Avaliação Integrada que avalia os
conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidos no semestre e o uso do conhecimento
acumulado. Os temas nos quais os alunos apresentam dificuldades são retomados no semestre
seguinte.

1.12. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC NO PROCESSO DE ENSINO E


APRENDIZAGEM

A instituição incentiva o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC por


entender que elas contribuem aos processos de ensino e aprendizagem. Seu uso permite promover
o desenvolvimento curricular, a integração interdisciplinar, a elaboração de objetos de
aprendizagem e a sua aplicação atualizando o processo de ensino aprendizagem.
Os docentes são estimulados a utilizarem materiais de apoio ao ensino, possibilitando
momentos de aprendizagem no tempo e no espaço. Para tal, têm acesso digital e comunicacional,
com recursos apropriados. As ferramentas de comunicação e interação podem ser potencializadas
na promoção de boas práticas em vários contextos e modelos de aprendizagem como no trabalho
colaborativo, na possibilidade de cooperação entre discentes e docentes entre outras.
No curso de Medicina, o que se espera é dar acessibilidade metodológica, instrumental e
comunicacional visando a:
41
1. a utilização de recursos tecnológicos como formas de incremento da aprendizagem e de
comunicação;
2. a utilização crítica das tecnologias como ferramentas transversais ao currículo;
3. a partilha de experiências/recursos/saberes pela comunidade educativa;
4. a adoção de práticas que levem ao envolvimento dos discentes em trabalhos acadêmicos
com uso de tecnologia;
5. a produção, utilização e avaliação de objetos de aprendizagem que possam potencializar
a construção do conhecimento;
6. o incremento de práticas pedagógicas, com a integração de ferramentas de comunicação;
7. o prolongamento dos momentos de aprendizagem no tempo e no espaço;
8. o desenvolvimento de projetos/atividades que potencializem a utilização de tecnologias
em contextos interdisciplinares e transdisciplinares.

A infraestrutura tecnológica desenvolvida pela UNIP está consolidada em conceitos de


comunicação, com base em bancos de conteúdos distribuídos por dispositivos multimídia
conectados ou não. A fundamentação técnico-teórica está nos conceitos de Tecnologia da
Informação e Comunicação (TIC), em que todos os recursos tecnológicos estão organizados em
estruturas computacionais gerenciadas por bancos de dados que realizam o controle das mídias
textuais e audiovisuais. A plataforma utilizada pela UNIP como centralização das demais
plataformas desenvolvidas é o Blackboard. Em relação ao controle acadêmico, a UNIP utiliza o
Lyceum.

O sistema eletrônico é uma facilidade oferecida ao corpo docente, que pode realizar sua
rotina acadêmica com agilidade, segurança e conforto. Esse sistema disponibiliza as seguintes
opções: digitação e alteração de notas; lançamento de faltas; inserção de matéria relacionada;
impressão de listas de presença para aulas e para provas; emissão de avisos aos alunos. Esse sistema
possibilita que o professor envie avisos para todos os alunos da turma ou para algum aluno em
particular, facilitando a interatividade fora do espaço de aula e de atividades.

1.13. Material didático

Considera-se como material didático todo instrumento educacional que serve de apoio para
a construção do conhecimento, usado para possibilitar a assimilação dos conteúdos e centrado nos
conceitos de comunicabilidade, coerência teórica e interatividade. A bibliografia dos cursos
contempla as exigências de formação e seus textos possuem uma linguagem inclusiva e acessível,
a UNIP desenvolve institucionalmente material didático complementar de apoio à aprendizagem.
O processo de produção do material didático é planejado e concebido por uma equipe
multidisciplinar e sua concepção envolve o professor e o coordenador do curso para a revisão da
análise conceitual e, ainda, as equipes de revisão linguística e de design didático.

Para o curso de Medicina são disponibilizados os seguintes materiais didáticos:

a) Material de nivelamento

O processo de construção do material de nivelamento segue os seguintes passos:


. análise das provas integradas
. comparação com o programa das disciplinas
. verificação de lacunas;
. consulta a professores sobre as lacunas verificadas;
. consulta aos alunos sobre lacunas percebidas;
. definição de temas para nivelamento;
. definição de carga horária para nivelamento;
. programação do conteúdo das aulas de nivelamento;
42
. escolha de professores especialistas nos temas de nivelamento;
. gravação de aulas de nivelamento;
. inclusão de material de avaliação de nivelamento;
. disponibilização aos alunos.

b) Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos

A CQA elabora e disponibiliza para alunos e professores:


. exercícios para o desenvolvimento do raciocínio lógico;
. exercícios de leitura e interpretação de textos;
. tomos de exercícios atualizados relacionados às disciplinas ministradas no curso;
. tomos de exercícios atualizados relacionados a áreas afins;
. tomos para ampliação da formação geral e cultural.

O material da CQA é disponibilizado aos alunos para uso pelo sistema on-line da UNIP.

c) Armazenamento e disponibilização aos alunos de palestras, vídeos, textos e outros


materiais de interesse.

d) Materiais pedagógicos complementares disponibilizados por professores com o auxílio,


se necessário, do professor líder de turma.

1.14. Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de ensino-


aprendizagem

O processo de avaliação tem como atributos:

. Verificação de competência segundo os graus de aprendizagem;


. Compatibilização dos métodos com o processo de ensino e aprendizagem;
. Diversificação das fontes;
. Continuidade.

Ela assume as seguintes características:


. Centrada em quem aprende com foco na observação do estudante;
. Dirigida pelo professor– planejada e implementada por professores;
. Mutuamente benéfica – capaz de ajudar os estudantes a aprenderem a se avaliar, bem
como ajudar os professores a avaliar a si mesmos quanto aos alunos;

A avaliação é uma questão central na proposta pedagógica do curso uma vez que possibilita
o acompanhamento do desempenho dos alunos nos seus processos de aprendizagem, aquisição de
conhecimento e desenvolvimento das competências e habilidades propostas nas Diretrizes
Curriculares do curso.
Para que o processo avaliativo tenha sucesso, é imprescindível que os alunos o entendam e
participem efetivamente das suas modalidades e da aplicação dos instrumentos selecionados de
acordo com os objetivos do curso.
No processo avaliativo do curso, são aplicadas as seguintes modalidades de avaliação:

a) Avaliação Personalizada – realizada desde o início do curso e de cada atividade, objetiva


identificar eventuais problemas de aprendizagem do aluno e suas possíveis causas. O
professor poderá atuar diretamente sobre o problema e tentar resolvê-lo ou comunicar à
coordenação para orientação e encaminhamento.

43
b) Avaliação Formativa – tem como função o acompanhamento do processo de
aprendizagem, trazendo informações ao aluno e ao docente dos resultados que estão sendo
alcançados durante a realização das atividades e propor ações concretas para a melhoria do
desempenho e das práticas.
c) Avaliação Integrada – tem como propósito verificar o progresso obtido pelo aluno durante
as etapas do curso com o objetivo de aferir resultados da formação global do aluno e obter
indicadores que permitam aperfeiçoar o processo de ensino. Essa avaliação busca saber se
o objetivo educacional está sendo alcançado.
d) Avaliação dos estágios curriculares obrigatórios.
e) Verificação de frequência.
Elas ocorrem em todas as etapas do curso e constituem um processo de acompanho
contínuo dos alunos.

a) Avaliação Personalizada

A avaliação personalizada exige que o professor conheça os alunos individualmente, suas


potencialidades e dificuldades e tomem medidas positivas para auxiliá-los em seu desenvolvimento.

b) Avaliação Formativa.

A avaliação formativa utiliza os seguintes critérios:

. avaliação das atividades práticas a ser realizada pelo professor;


. frequência às atividades, módulos e disciplinas. Por meio do registro de frequências, o
coordenador poderá intervir com ações junto aos alunos ausentes, identificando possíveis
causas e dando encaminhamentos que favoreçam a autonomia do estudante no controle de
sua frequência às aulas e às atividades do curso.
. avaliação do rendimento escolar, realizado por disciplina, módulo ou atividade avaliada por
meio de nota em uma escala de 0 a 10.
. o estudante que ao final do semestre letivo obtiver nota de aproveitamento igual ou
superior a 7,0, em uma escala de 0 a 10, e tiver frequência de no mínimo 75% nas aulas
estará aprovado;
. o aluno que for reprovado em até três módulos ficará em dependência, a ser realizada no
semestre subsequente;
. estará reprovado o aluno que não for aprovado em quatro ou mais módulos.

c) Avaliação Integrada

A avaliação integrada é realizada por uma prova multidisciplinar ao final de cada semestre
letivo com vistas a avaliar a integração dos conhecimentos adquiridos no semestre. A avaliação
integrada é realizada, também, pelo Teste de Progresso.
O Teste de Progresso (TPMed) constitui ferramenta importante no processo de avaliação,
servindo tanto para a avaliação interna quanto externa. O TPMed é uma avaliação longitudinal do
desenvolvimento cognitivo dos alunos durante o curso. O teste é único e constituído com o
conteúdo final do curso, contemplando o conteúdo oferecido pelas disciplinas tradicionais e pelos
módulos. A aplicação é realizada no mesmo dia e horário para todos os estudantes, da segunda à
última série (SAKAI et al, 2008).
É composto por questões envolvendo temas das grandes áreas da Medicina: Área Básica,
Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Ginecologia e Obstétrica, Pediatria e Saúde Comunitária, com grau
de conhecimento ao nível de 6º ano, sendo esperado um desempenho crescente a cada ano. Os
resultados possibilitam construir curvas de desempenho cognitivo que permitem identificar as
fragilidades e potencialidades dos estudantes nas diversas áreas de conhecimento do curso. Esse
44
instrumento tem uma dupla função: a de avaliar o aluno, através do acompanhamento de seu
desempenho ano a ano ao longo do curso, comparando-o consigo mesmo, com os colegas de turma
e com as turmas dos anos anteriores, e a de permitir aos gestores e demais membros da
comunidade interna e externa fazer sua autoavaliação quanto aos pontos fortes e fracos em cada
área de conhecimento, por meio da análise do resultado global das turmas.
Portanto, trata-se de ferramenta importante no processo avaliativo do curso, que somada
às informações decorrentes dos demais procedimentos avaliativos, permite desencadear ações
para aperfeiçoar o currículo e/ou o método pedagógico adotado.

d) Avaliação dos Estágios Curriculares Obrigatórios

A avaliação nos estágios do internato é planejada para a verificação do desempenho do


interno e é realizada por meio da observação sistemática por parte dos preceptores e docentes. A
aprovação consta de nota de desempenho (habilidades e atitudes) e avaliação da aquisição de
conhecimentos específicos. É realizada pelos Docentes Supervisores de Área, Supervisores
Docentes, Preceptores e Internos, em cada estágio, abrangendo as áreas oferecidas, por meio de
instrumentos elaborados sob a responsabilidade da Coordenação do Internato e Coordenação do
curso de Medicina, visando subsidiar o curso com dados e informações que possam contribuir para
a melhoria do processo de formação e qualificação profissional.
A frequência e o aproveitamento prático/teórico incidem sobre a avaliação dos internos.
Cada área do Internato tem avaliação independente em relação às demais áreas. Os instrumentos
de avaliação são elaborados e coordenados por Comissão Especial designada pela Coordenação do
Internato e validados pelo NDE e Colegiado de Curso. A avaliação do aproveitamento formativo do
Interno é realizada pelo Docente Supervisor de Área, pelos supervisores docentes, ouvidos os
preceptores de cada área do Internato.
As avaliações levam em consideração, além da frequência e do aproveitamento, os
seguintes aspectos: base teórica do conhecimento (fisiopatogenia, diagnóstico e tratamento),
anamnese, exame físico, raciocínio clínico e diagnóstico, planejamento diagnóstico e terapêutico,
realização de procedimentos específicos, atitude profissional, habilidades multidisciplinares e
comunicação, capacidade de trabalho em equipe, comportamento ético, segurança do paciente,
cuidados com o paciente, relação com os familiares do paciente. A carga horária e as atividades
programadas para cada área do Internato devem ser cumpridas integral e obrigatoriamente pelo
Interno, não sendo permitido o abono de faltas, na forma da lei. A falta não justificada às atividades
do internato, em geral, e ao plantão, é considerada falta grave e tem impacto na avaliação do
desempenho do Interno.

e) Sistema de Verificação da Frequência

A frequência a todas as atividades oficiais e programadas constitui aspecto obrigatório para


a aprovação do aluno. É obrigatório o cumprimento de, no mínimo 75% de frequências a cada
atividade, disciplina ou módulo do curso. É vedado o abono ou reposição de faltas com exceção dos
casos permitidos pela legislação educacional
As características de algumas disciplinas, módulos e atividades permitem incluir na avaliação
trabalhos escritos, seminários, projetos, programações, relatórios, estudos de casos, atividades de
estudo ou outras modalidades aprovadas pelo Colegiado do Curso. Constam nos Planos de Ensino
das unidades curriculares, a descrição dos critérios de avaliação e os instrumentos específicos
adotados.
Para a Instituição, a preocupação é a de garantir que o processo de avaliação da
aprendizagem seja coerente com a concepção do curso e traga insumos para seu aprimoramento
contínuo. Para tanto, o processo acompanha todas as etapas do curso e está articulado com os
objetivos e o perfil do egresso.

45
1.15. Número de Vagas e Processo Seletivo

a) Número de Vagas

O número de vagas autorizado é de 100 alunos ingressantes, escolhidos por meio de


processos seletivos. As normas gerais referentes aos processos seletivos encontram-se
disciplinadas no Regimento Geral, capítulo III, da Universidade Paulista – UNIP, a saber:

b) Processo Seletivo

De acordo com o Edital de Vagas Remanescentes para Ingresso no Curso de Medicina no


Primeiro Semestre de 2024, o Processo Seletivo do curso de Medicina tem por finalidade a seleção
de candidatos para o preenchimento das vagas existentes na primeira série, levando em
consideração os conhecimentos adquiridos na conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
Ao inscrever-se, o candidato pode optar pela utilização do Exame Nacional do Ensino Médio
– Enem, desde que realizado no período compreendido entre os anos de 2015 e 2021, ou pela
realização da prova presencial.
Somente poderão concorrer a uma das vagas no processo seletivo os candidatos que já
tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente, ou que venham a concluí-lo até a data da prova,
devidamente comprovado.
O Processo Seletivo considera os conhecimentos comuns às diversas formas de ensino
médio, entre elas, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias,
Linguagem, Códigos e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias e Redação, sem ultrapassar
este nível de complexidade.
O Processo Seletivo é disciplinado por Edital, que poderá ser divulgado de forma resumida,
indicando onde os interessados poderão ter acesso às informações completas. Ele é válido para o
período letivo a que se destina, tornando-se nula a aprovação obtida se o candidato deixar de
requerer matrícula ou de apresentar a documentação necessária nos prazos fixados no Edital.
Para o curso de Medicina, o processo é anunciado por meio de edital observadas as normas
e a legislação vigente. Nele constam, dentre outras informações, o nome do curso, o número de
vagas, o prazo de inscrição, a documentação necessária, os critérios de classificação e desempate e
outros esclarecimentos de interesse dos candidatos. Os interessados são informados das condições
de oferta do curso, o programa e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos,
qualificação dos docentes, recursos disponíveis, critérios de avaliação, taxas e demais informações,
conforme orientação do Ministério da Educação.
Têm direito e preferência à matrícula, dentro do limite de vagas ofertadas, os candidatos
que atingirem o maior número de pontos. No caso de empate na classificação, o desempate é feito
segundo os critérios aprovados pelo Conselho Superior.
Quando o número de candidatos classificados não preencher as vagas fixadas, poderá haver
novo processo seletivo e se ainda assim restarem vagas, estas podem ser preenchidas por
portadores de diploma de graduação ou para transferência de discentes de outras instituições de
educação superior.
O Processo Seletivo para acesso ao curso compreende:

1. Vestibular classificatório para concluinte do ensino médio, com a disponibilidade de


vagas anuais;
2. ENEM;
3. Seleção Classificatória de Vagas remanescentes para reingresso de portadores de
diploma de curso superior;
4. Seleção Classificatória de Transferência Externa para o preenchimento de vagas
remanescentes. Ver critérios no Volume 2

46
2. CORPO DOCENTE

2.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE

Atendendo a Resolução MEC nº 1 de 17/6/2010, o curso de Medicina da UNIP tem seu NDE
formado por um grupo de cinco docentes que atuam em regime de tempo integral ou parcial e
possuem titulação de doutor ou mestre, no acompanhamento, consolidação e atualização do PPC,
dentre eles, o coordenador do curso.
O NDE do curso de Medicina tem por finalidades:
a) analisar o perfil profissional do egresso do curso, que deve expressar as competências a
serem desenvolvidas pelo discente.
b) atualizar periodicamente o PPC, conduzindo os trabalhos de reorganização curricular,
ementas e bibliografias básicas e complementares, com a colaboração do Colegiado de
Curso.
c) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino.
d) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo
Colegiado.
e) promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos
pelo Projeto Pedagógico.
f) acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a
contratação ou substituição de docentes, quando necessário.
g) acompanhar a política de avaliação de aprendizagem e seu impacto na formação do aluno.
h) zelar pelo cumprimento das DCN do curso.

2.2. Atuação do Coordenador

O Curso de Medicina possui um Coordenador Geral e um Coordenador Pedagógico.


A Coordenação Geral do curso é realizada por docente indicado pela Vice-Reitoria de
Graduação com duração de dois anos podendo ser reconduzido.
A gestão do Coordenador Geral, em tempo integral, deve ser ágil, flexível e com grande
capacidade de comunicação interna, estabelecendo elos entre a gestão do curso e a gestão
institucional e entre os diferentes atores: coordenadores pedagógicos, professores, pessoal
administrativo, alunos.
Cabe ao coordenador geral orientar os líderes de turma no que diz respeito à sua atuação
no dia a dia, promovendo um modelo de gestão democrática e participativa que construa
coletivamente soluções para os problemas do cotidiano.
O coordenador geral articula-se com os órgãos administrativos da Universidade para
encaminhamento de demandas de infraestrutura, equipamentos, materiais e recursos
bibliográficos e didáticos.
O coordenador geral estabelece o contato do curso com os ambientes externos necessários
ao seu funcionamento propondo e pactuando convênios com órgãos da saúde.
A Coordenação Pedagógica do curso é exercida por um médico com titulação acadêmica de
doutor, indicado pela Vice-Reitoria de Graduação com mandato de 2 (dois) anos, podendo ser
reconduzido.
A Coordenação Pedagógica do curso coordena e participa das reuniões do NDE, analisa e
opina sobre as propostas de mudança curricular, atualização e revisão de planos de ensino, ementas
e bibliografias básicas e complementares, planejamento dos módulos e atividades temáticas e
demais atividades.
A Coordenação Pedagógica do curso, em conjunto com o Coordenador Geral, avalia os
professores, propõem sua contratação ou desligamento e acompanha suas produções científicas,
culturais, artísticas e tecnológicas, assim como o uso dos recursos didáticos, das metodologias
ativas de ensino-aprendizagem, e de avaliações dos alunos.
47
2.3. Regime de trabalho do coordenador de curso

O Coordenador Geral do Curso e o Coordenador Pedagógico atuam em tempo de dedicação


integral e, sempre que necessário, atendem a professores e alunos para resolução de problemas,
orientações e encaminhamentos. Zelam pelo cumprimento das políticas institucionais constantes
do PPC no âmbito do curso em acordo com o PDI, evidenciando o seu conhecimento e
comprometimento com esses documentos.

2.4. CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO

No curso de Medicina, os professores exercem atividades de ensino, investigação científica,


extensão e administrativas. Eles integram a comunidade acadêmica, devendo, no desempenho de
suas funções, levar em conta o processo global de educação segundo as políticas e os objetivos da
Instituição.
O quadro de docentes do curso é composto predominantemente por professores doutores
e mestres e professores especialistas quando for o caso. A formação em nível pós-graduado dos
professores lhes possibilita analisar os componentes curriculares de modo a acompanhar a
formação do perfil de egresso desenhado para o curso, bem como analisar a aquisição de
habilidades e competências para a futura atuação profissional e acadêmica.
O grupo de professores é responsável também pela definição dos planos de ensino dos
componentes curriculares, atualização da bibliografia atualizada, identificando sua relevância para
a investigação científica e educação continuada.

2.5. Regime de trabalho do corpo docente do curso

O corpo docente é composto por professores que atuam em tempo de dedicação integral
(TI), em tempo de dedicação parcial (TP) e horistas (H), o que lhes permite atender integralmente
a demanda existente, isto é, dedicação à docência, atendimento aos alunos e participação no
Colegiado e no NDE, além do planejamento didático e preparação das avaliações de aprendizagem.
Os professores mantêm atualizada a documentação a respeito de suas atividades docentes
que são utilizadas no planejamento e gestão a cada semestre letivo, com base nas necessidades
apontadas no próprio curso e nas expectativas da Instituição.
Faz parte do perfil do professor na Instituição, além do sólido conhecimento na sua área de
formação, uma qualificação para o exercício da docência voltada para a promoção da aprendizagem
dos alunos.

2.6. Experiência profissional do docente

O corpo docente é selecionado pela Instituição considerando sua experiência profissional


no mundo acadêmico e no mundo do trabalho.
No que diz respeito à docência propriamente dita, pede-se ao docente que esteja sempre
atualizado e que diversifique sua prática com o uso de metodologias ativas e de recursos
tecnológicos, mantendo um ambiente de ensino interativo e democrático.
No que diz respeito à experiência profissional, cabe ao professor apresentar aos alunos
contextualizados com relação a problemas práticos de sua vida de trabalho.
Essa dupla consideração na contratação docente disponibiliza aos alunos uma visão
interdisciplinar que integre diferentes conteúdos e sua aplicação no contexto profissional.
Para enriquecer a oferta docente, a Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos organiza
capacitações sobre temas como: formas adequadas de elaborar e corrigir provas, como acessar e
utilizar o ambiente virtual, como elaborar seus Planos de Ensino e Aprendizagem, entre outros.

48
Além dessa ação, o professor poderá cursar, sem nenhum ônus, o Curso de Especialização em
“Docência no Ensino Superior: Tecnologias Educacionais e Inovação, oferecido permanentemente
pela Instituição. Dessa forma, ele consegue ter estrutura para ampliar a visão e a experiência dos
alunos de associar o conteúdo abordado e a sua profissão atual ou a desejada.

2.7. Experiência no exercício da docência superior

Os professores do curso de Medicina são experientes na docência superior, como mostra o


quadro-resumo do corpo docente no Volume 2 deste PPC, e desenvolvem as atividades de ensino,
iniciação científica e extensão.
São incentivados e preparados para desenvolver habilidades didático-pedagógicas, isto é, a
terem domínio de técnicas, de formato de avaliação e de instrumentos de apoio pedagógico, além
da capacidade de diagnosticar as desigualdades entre alunos da mesma turma e lhes propor
atividades específicas que promovam sua aprendizagem.
Sua formação permite adquirir e ampliar competências para analisar os componentes
curriculares e liderar os alunos nas diferentes atividades correlacionadas para promover sua
aprendizagem, associando-os a exemplos da vida profissional e, dessa forma, atender o que
preconiza o perfil do egresso do curso.
Os professores são capacitados para utilizar os resultados das avaliações para, se necessário,
redefinir sua prática docente.

2.8. Atuação do Colegiado de Curso

O Colegiado de Curso é um órgão consultivo responsável pela discussão das políticas


acadêmicas e de sua gestão no Projeto Pedagógico do Curso. É formado por professores, alunos e
técnicos administrativos. Sua função é de apoio ao NDE e aos coordenadores geral e pedagógico do
curso.
Compete ao Colegiado:
I. examinar a realização dos planos de ensino das disciplinas do curso;
II. encaminhar propostas de atualização e alteração dos planos de ensino ao NDE se
necessário;
IV. compor comissões específicas solicitadas pelo Coordenador ou pelo Coordenador
Pedagógico do curso;
V. acompanhar a verificação das avaliações discentes e do curso;
X. analisar o aproveitamento de estudos de alunos transferidos.

2.9. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica

O setor de Pesquisa da UNIP reúne anualmente toda a produção científica, cultural, artística
ou tecnológica dos seus professores e alunos. A Coordenação Pedagógica acompanha a atualização
e inserção da produção dos docentes em seus Currículos Lattes.

49
3. INFRAESTRUTURA

A Universidade Paulista – UNIP disponibiliza uma infraestrutura para atender à comunidade


acadêmica. Além dos espaços do curso de Medicina para as atividades de ensino, pesquisa e
extensão, ainda disponibiliza área de convivência de alunos, professores e técnicos administrativos.

O Curso de Medicina da UNIP atende às exigências estabelecidas pelos órgãos reguladores


do Ministério da Educação - MEC e proporciona infraestrutura e suporte das instalações em todos
os seus níveis: Diretoria, Coordenação, Secretaria, Conselhos, Coordenação, Sala de professores,
Salas de aula, Laboratórios, Instalações Administrativas, Instalações Sanitárias e infraestrutura de
apoio de qualidade e conforto para um melhor atendimento às atividades acadêmicas e
administrativas.
As instalações prediais apresentam-se em bom estado de conservação. Além disso, o espaço
físico é adequado ao número de usuários e para cada tipo de atividade.

3.1. Espaço de trabalho para docentes em tempo integral

Há salas de professores dotadas de isolamento acústico, iluminação, ventilação, mobiliário e


aparelhagem específica, atendendo às condições de salubridade.

Em cada campus da UNIP, existem salas próprias destinadas aos docentes em regime de
tempo integral.

3.2. Espaço de trabalho para o coordenador

O Coordenador Geral do Curso e o Coordenador Pedagógico têm salas bem dimensionadas e


dotadas de isolamento acústico, iluminação, ventilação, mobiliário e aparelhagem específica,
atendendo às condições de salubridade.

3.3. Sala coletiva de professores

Os professores dos cursos dispõem de salas de trabalho, localizadas no bloco do respectivo


curso, com estrutura necessária para o seu desempenho, mesas de leitura e reunião, computadores
ligados à internet, armários, espaço para café, banheiros e atendentes. A sala dispõe de apoio
técnico-administrativo próprio e espaço para a guarda de equipamentos e materiais.

3.4. Salas de aula

As salas de aula são bem dimensionadas, dotadas de isolamento acústico, iluminação,


ventilação, mobiliário e aparelhagem específica, atendendo a todas as condições de salubridade.

3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática

O curso de Medicina, embora tenha todo sistema de acesso à equipamento de informática,


multimídias e acesso à internet, à rede sem fio, hardware e software para uso específico nas salas
de aula e demais instalações do curso, ainda utiliza, para suas atividades, os laboratórios de
Informática, onde os alunos desenvolvem as atividades previstas no Projeto Pedagógico e em
conformidade com as exigências das Diretrizes Curriculares.

50
Os computadores são equipados com os recursos de hardware e software atualizados que
atendem às necessidades do curso.

3.6. Bibliografia básica e complementar por unidade curricular - Biblioteca

O espaço físico das bibliotecas UNIP é projetado com o objetivo de proporcionar conforto e
funcionalidade durante os estudos e as pesquisas do corpo docente e do corpo discente da
Universidade. Nesse espaço, estão disponíveis áreas para estudo em grupo e individual;
microcomputadores com acesso à Internet para pesquisas nas bases de dados nacionais e
internacionais (livres e de acesso restrito a comunidade UNIP) e pesquisa nos acervos das
bibliotecas de todos os campi e Unidades Universitárias; espaço informatizado para a recepção e
atendimento ao usuário; acervo de livros, periódicos e multimeios; guarda-volumes com chaves
individuais; salas multimídia; processamento técnico; e administração.

Atualmente, as bibliotecas UNIP contam com 20.709,40 m² de área, distribuídas entre seus
campi e Unidades Universitárias, em constante ampliação para manter os recursos
qualitativamente e quantitativamente bem dimensionados.

a) Acervo por Área de Conhecimento

O acervo das bibliotecas UNIP é aberto aos seus usuários e acondicionado em estantes
adequadas à conservação e arquivamento de todos os materiais bibliográficos. Atualmente, conta
com 1.779.254 exemplares dos mais variados títulos, que podem ser consultados através de
terminais nas bibliotecas ou pela Internet, pelos descritores de assunto, autor e título, em uma
biblioteca específica ou todas as bibliotecas conjuntamente.

b) Informatização

O sistema de controle bibliográfico das bibliotecas UNIP foi desenvolvido e é mantido por
profissionais da própria instituição, permitindo fácil suporte e evolução dos recursos, conforme a
necessidade dos usuários, além de garantir agilidade e qualidade nos serviços de processamento
técnico do material bibliográfico e de referência.

c) Serviço de Processamento Técnico

Os materiais bibliográficos adquiridos (livros, CD-ROM, DVDs, obras de referência, trabalhos


acadêmicos e outros) são primeiramente preparados com o dispositivo de segurança e
devidamente identificados com carimbos e etiquetas. Após esse processo, o material é classificado
pelos bibliotecários utilizando como instrumento orientador a Classificação Decimal Universal
(CDU). Somente após esses dois processos, o material poderá ser registrado no Sistema de Controle
de Acervo Bibliográfico cujas entradas são norteadas pelas normas de catalogação do Código de
Catalogação Anglo-Americano (AACR-2).

O processamento técnico dos periódicos é realizado totalmente através do WinIsis e


disponibilizado via Intranet pela base EBSCO A to Z, ferramenta para gerenciamento de títulos de
periódicos, fornecendo um modo simplificado para encontrar o texto completo dos periódicos da
UNIP, independentemente de onde esses recursos estiverem localizados.

d) Serviço de Referência

O Sistema de Controle de Acervo Bibliográfico proporciona ao Serviço de Referência das


bibliotecas UNIP o gerenciamento do empréstimo domiciliar, consulta e renovação do corpo
discente e docente da Universidade, observando as definições do Regulamento da Biblioteca, que
é padrão para todas as bibliotecas UNIP.

51
O catálogo on-line das bibliotecas UNIP permite a consulta ao acervo (livros, trabalhos
acadêmicos, vídeos, CD-ROM, DVDs e outros) por descritores de assunto, autor, título e biblioteca.
O catálogo está disponível a toda a comunidade UNIP (corpo docente, discente e funcionários) 24
horas por dia e 365 dias por ano, através da Internet ou através de microcomputadores distribuídos
nas bibliotecas. Além de permitir a consulta multicampi, o usuário também pode utilizar todos os
recursos disponíveis em qualquer biblioteca da UNIP.

Os serviços de referência das bibliotecas UNIP realizam levantamento bibliográfico e


comutação.

No quadro a seguir, é apresentada a relação de microcomputadores disponíveis nas


bibliotecas dos campi e Unidades Universitárias da UNIP.

e) Microcomputadores

No quadro a seguir é apresentada a relação de microcomputadores disponíveis nas


bibliotecas do campus e unidades universitárias da UNIP.

QUADRO GERAL DE MICROCOMPUTADORES DAS BIBLIOTECAS


SETOR TOTAL
Administrativo 66
Internet / Atendimento 417
Processamento Técnico 81
TOTAL 564

f) Base de Dados

As bibliotecas UNIP disponibilizam através do site da Universidade renomadas bases de dados


nacionais e internacionais. São elas:

. Multidisciplinar
• EBSCO Discovery Service: o EDS é uma ferramenta de pesquisa e descoberta que agrega
grande parte das fontes de informação eletrônicas acessíveis através do portal da UNIP, tais
como: bases de dados de artigos científicos; livros eletrônicos; conferências; relatórios
técnicos, etc.
• Science Direct: estão disponíveis publicações da Elsevier e de outras editoras científicas,
cobrindo as áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências
Exatas e da Terra, Engenharias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e Letras e
Artes.
• EBOOKSCAPES: ScienceDirect - E-Books Backlist e Livros em Português
Livros em português e Backlist de e-books da Elsevier de 1995-2008 e de outras editoras
científicas, cobrindo várias áreas de conhecimento. Inclui monografias, enciclopédias e anais
de conferências publicadas.
• Academic Search Premier: esta base de dados multidisciplinar fornece texto completo para
mais de 8.500 periódicos, incluindo texto completo para mais de 4.600 títulos revisados por
especialistas. Os arquivos PDF datam de 1975 ou mais e estão disponíveis para mais de uma
centena de revistas especializadas, bem como são fornecidas referências citadas
pesquisáveis para mais de 1.000 títulos.

52
• Emerald Insight: coleção de publicações periódicas com concentração nas áreas de
Administração, Arquitetura, Contabilidade, Ciência da Informação, Engenharia Mecânica,
Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção.
• Gale - Academic OneFile: coleção de periódicos com texto completo e referências nas áreas
de Ciências Exatas, Tecnologia, Ciências Médicas, Ciências Sociais Aplicadas, Artes e
Humanidades.
• SAGE Journals On-line: coleção de periódicos com concentração nas áreas de Ciências
Sociais Aplicadas e Ciências Humanas.
• SCOPUS (Elsevier): base de dados de resumos e de citações da literatura científica e de
fontes de informação de nível acadêmico na Internet. Indexa mais de 21 mil periódicos, de
5 mil editores internacionais, 24 milhões de patentes, além de outros documentos.
• SpringerLink: coleção de publicações com ênfase nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências da
Saúde, Ciências Agrárias e Ciências Exatas e da Terra. Clique no título desejado para folhear
os fascículos e consultar os resumos e os textos completos dos artigos.

• Web of Science (Thomson Reuters Scientific): base multidisciplinar que indexa somente os
periódicos mais citados em suas respectivas áreas. É também um índice de citações,
informando, para cada artigo, os documentos por ele citados e os documentos que o citaram.
Possui hoje mais de 9.000 periódicos indexados.

• Wiley On-lineLibrary: esta coleção cobre as áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde,
Ciências Exatas e da Terra, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e
Linguística, Letras e Artes.
• BioOne: a BioOne reúne periódicos nas áreas de Ciências Biológicas e Ciências Ambientais
publicados por associações profissionais e sociedades científicas, cobrindo temas como
aquecimento global, pesquisas em células-tronco e ecologia e biodiversidade. A base foi
criada em 1999 a partir da colaboração de cinco entidades: o American Institute of Biological
Sciences (AIBS), o Scholarly Publishing & Academic Resources Coalition (SPARC), a
Universidade do Kansas, a Greater Western Library Alliance (formada por 12 consórcios de
bibliotecas) e a Allen Press, Inc.
• GEDWeb - Gerenciador de Norma Técnicas Eletrônicas pela Web
Avançada ferramenta para acesso à consulta, tornando possível, em ambiente Web,
múltiplos usuários obterem acesso às Normas Técnicas Brasileiras, Internacionais e
Mercosul em formato digital já adquiridas pela UNIP.
• Comut Pessoa Física: as bibliotecas UNIP divulgam o serviço de comutação bibliográfica
COMUT/IBICT à sua comunidade acadêmica (alunos, professores, etc.). O sistema COMUT,
desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informações em Ciência e Tecnologia, permite que
o usuário (pessoa física), faça suas solicitações de cópias de artigos e outros documentos,
direto da Internet, sem o intermédio da biblioteca.
• Full Text Finder: é uma ferramenta para gerenciamento de títulos de periódicos. Fornece
um modo simplificado para encontrar o texto completo dos periódicos eletrônicos da UNIP,
independentemente de onde estes recursos estiverem localizados – nos sites dos editores,
dentro de bases de dados ou até mesmo em portais de busca.

53
Bases de Dados de Livre Acesso

. Saúde

• Agrícola
• Animal Diversity Web - ADW
• Bireme - Biblioteca Virtual em Saúde
• DeCS - Descritores em Ciências da Saúde
• Dental Articles Search
• Drugbank
• [Link]
• Portal de Revistas Científicas em Ciências da Saúde
• Public Health Image Library – PHIL
• PubMed
• PubMedCentral

. Humanas

• Biblioteca Digital Ação Educativa


• Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil - CPDOC
• Edubase
• IPEA data
• Rede de Informação em Ciências da Comunicação dos Países de Língua Portuguesa - PORTCOM

. Exatas

• CiteSeer
• Emporis
• Índice de Arquitetura Brasileira
• International Architecture Database
• Royal Institute of British Architects - RIBA

. Multidisciplinar

• Biblioteca Digital Mundial


• Biblioteca de Teses e Dissertações do IBICT
• Domínio Público
• DSpace@MIT
• Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas - CCN
• Directory of open access journals - DOAJ
• Directory of Open Access Repositories - OpenDOAR
• Europeana
• [Link]
• Google Acadêmico
• Highware
• LivRe!
• National Academies Press – NAP
• Networked Digital Library of Theses and Dissertations
• OAIster - Open Archives Inititive research databases
• Pesquisa Mundi
• ProQuest Dissertations & Theses Open
• Scientific Electronic Library On-line- SciELO

54
g) Periódicos

n TÍTULO ISSN ENDEREÇO ELETRÔNICO


ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia
1 2317-6326 [Link]
Digestiva
[Link]
2 Academic Emergency Medicine 1553-2712
532712
[Link]
3 Academic Medicine 1938-808X
dicine/Pages/[Link]
[Link]
4 Academic Pathology 2374-2895
urnals/3234/
[Link]
5 Academic Radiology 1878-4046
al/academic-radiology
6 Acta Cirúrgica Brasileira 1678-2674 [Link]
[Link]
Adolescent Health, Medicine and
7 1179-318X nt-health-medicine-and-therapeutics-
Therapeutics
journal
[Link]
8 Advances in Medicine 2356-6752
urnals/2828/
[Link]
9 Advances in Palliative Medicine 1644-4493
s_in_palliative_medicine/issue/archive
10 Advances in Rheumatology 2523-3106 [Link]
[Link]
11 Advances in Virology 1687-8639
urnals/1715/
[Link]
12 American Journal of Clinical Pathology 0002-9173
urnals/338/
13 Anais Brasileiros de Dermatologia 1806-4841 [Link]
[Link]
14 Annals of Global Health 2214-9996
urnals/3663/
Archives of Endocrinology and
15 2359-4292 [Link]
Metabolism
Archives of Pathology and Laboratory
16 1543-2165 [Link]
Medicine
17 Arquivos Brasileiros de Cardiologia 1678-4170 [Link]
18 Arquivos de Gastroenterologia 1678-4219 [Link]
[Link]
19 Artificial Intelligence in Medicine 1873-2860
al/artificial-intelligence-in-medicine
[Link]
20 Biological Research 0716-9760
urnals/2483/
[Link]
21 BMC Medicine 1741-7015
urnals/216/
[Link]
22 BMC Nuclear Medicine 1471-2385
urnals/50/
[Link]
23 Brazilian Journal of Microbiology 1517-8382
urnals/2094/
[Link]
24 British Journal of Clinical Pharmacology 0306-5251
urnals/279/
Cadernos Brasileiros de Terapia
25 2526-8910 [Link]
Ocupacional
26 Cadernos de Saúde Pública 1678-4464 [Link]

55
[Link]
27 Cancer Medicine 2045-7634
urnals/1974/
[Link]
28 Clinical Audit 1179-2760
audit-journal
[Link]
29 Clinical Epidemiology 1179-1349
epidemiology-journal
[Link]
30 Clinical Genetics 1399-0004
l/13990004
[Link]
31 Clinical Immunology 1521-7035
al/clinical-immunology
Computational Intelligence and [Link]
32 1687-5265
Neuroscience urnals/526/
[Link]
33 Critical Care Medicine 1530-0293
pages/[Link]
Epidemiologia e Serviços de Saúde :
[Link]
34 Revista do Sistema Unico de Saúde do 1679-4974
urnals/4369/
Brasil
[Link]
35 Food Chemistry 1873-7072
al/food-chemistry
[Link]
36 Genome Medicine 1756-994X
[Link]/articles
IEEE Open Journal of Engineering in [Link]
37 2644-1276
Medicine and Biology urnals/4138/
[Link]
38 Intensive Care Medicine 1432-1238
volumes-and-issuesz
[Link]
39 Internal and Emergency Medicine 1970-9366
9/volumes-and-issues
[Link]
International Journal of General
40 1178-7074 onal-journal-of-general-medicine-
Medicine
journal
[Link]
41 International Journal of Nanomedicine 1178-2013
onal-journal-of-nanomedicine-journal
Jornal Brasileiro de Patologia e
42 1676-2444 [Link]
Medicina Laboratorial
[Link]
43 Journal of General Internal Medicine 1525-1497
6/volumes-and-issues
[Link]
44 Journal of Internal Medicine 1365-2796
652796
[Link]
45 Journal of Molecular Medicine 1432-1440
volumes-and-issues
[Link]
46 Journal of the Health Sciences Institute 0104-1894
instituto-de-ciencias-da-saude/
[Link]
47 Journal of the Royal Society of Medicine 1758-1095
urnals/256/
[Link]
Nanomedicine: Nanotechnology,
48 1549-9642 al/nanomedicine-nanotechnology-
Biology and Medicine
biology-and-medicine
49 Nature Medicine 1546-170X [Link]
50 New England Journal of Medicine 1533-4406 [Link]

56
[Link]
Pediatric Health, Medicine and
51 1179-9927 -health-medicine-and-therapeutics-
Therapeutics
journal
[Link]
52 PLoS Medicine 1549-1676
urnals/277/
[Link]
Psychology Research and Behavior
53 1179-1578 gy-research-and-behavior-
Management
management-journal
[Link]
54 Psychosomatic Medicine 1534-7796
ticmedicine/pages/[Link]
[Link]
55 Research and Reports in Neonatology 1179-9935
and-reports-in-neonatology-journal
Revista Brasileira de Medicina do
56 2447-0147 [Link]
Trabalho
[Link]
57 Revista de Medicina 1679-9836
/
58 Revista de Saúde Pública 1518-8787 [Link]
[Link]
59 The American Journal of Medicine 1555-7162
al/the-american-journal-of-medicine
[Link]
Therapeutics and Clinical Risk
60 1178-203X tics-and-clinical-risk-management-
Management
journal
[Link]
61 Trends in Cardiovascular Medicine 1873-2615
al/trends-in-cardiovascular-medicine

h) Multimídia

ACERVO MULTIMÍDIA (CD, DVD)


ÁREA DO CONHECIMENTO TÍTULOS EXEMPLARES
Ciências Agrárias 239 305
Ciências Biológicas 911 3.295
Ciências da Saúde 3.400 10.066
Ciências Exatas e da Terra 2.750 11.031
Ciências Humanas 5.793 14.141
Ciências Sociais Aplicadas 5.112 9.569
Engenharias 672 1.644
Linguística, Letras e Artes 1.823 3.617
TOTAL 20.700 53.668

i) Espaço Físico para Estudos

As áreas de estudos individuais e em grupo possuem mobiliário próprio, respeitando a


acessibilidade de nossos usuários. A disposição desses espaços é planejada visando uma melhor
iluminação, ventilação, limpeza e acústica.

No quadro a seguir, é apresentada a relação de lugares para os usuários disponíveis nas


bibliotecas dos campi e Unidades Universitárias da UNIP.

LUGARES PARA OS USUÁRIOS QUANTIDADE


Nº de lugares para estudo individual 19
Nº de lugares para estudo em grupo 348
57
TOTAL 367

j) Horário de Funcionamento

As bibliotecas funcionam de segunda a quinta-feira no horário das 8h às 22h; sexta-feira no


horário das 8h às 23h; e aos sábados no horário das 8h às 12h.

k) Pessoal Técnico-Administrativo

As bibliotecas UNIP possuem bibliotecários, assistentes e auxiliares administrativos


qualificados, treinados e atualizados. Há uma preocupação constante em atualização e reciclagem
dos funcionários em todos os níveis. Os bibliotecários que já possuem pós-graduação somam hoje
39,13% do total.

No quadro a seguir, é apresentado o quadro geral de recursos humanos das bibliotecas dos
campi e Unidades Universitárias da UNIP.

QUADRO GERAL DE RECURSOS HUMANOS DAS BIBLIOTECAS


CARGOS FORMAÇÃO
TOTAL
PÓS-GRADUAÇÃO GRADUAÇÃO ENSINO MÉDIO
Bibliotecário 20 09 29
Auxiliar de 05 24 45 74
Biblioteca
Assistente 01 01
Atendente 01 15 22 38
acadêmico
Jovem aprendiz 02 09 11
TOTAL 26 51 76 153

l) Serviços Oferecidos

As bibliotecas possuem em seus acervos os seguintes recursos: livros e periódicos nacionais e


internacionais, teses, monografias, catálogos, obras de referência (enciclopédias, dicionários, atlas
e compêndios), mapas e multimídias.

Para que o corpo discente e o corpo docente utilizem e conheçam todos esses recursos
disponíveis, são oferecidos os seguintes serviços orientados pelos bibliotecários:

• Pesquisa bibliográfica;
• Elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos (ABNT) e Vancouver;
• Empréstimo domiciliar;
• Consulta local;
• Elaboração de referências bibliográficas (ABNT) e Vancouver;
• Empréstimo entre bibliotecas;
• COMUT – Programa de comutação bibliográfica que visa facilitar a obtenção de cópias de
documentos independentemente de sua localização (no Brasil ou no exterior);
• SCAD – Serviço cooperativo de acesso ao Documento da Biblioteca Virtual em Saúde,
coordenado pela BIREME com a colaboração das bibliotecas integrantes do Sistema Latino-
Americano e do Centro de Informação em Ciências da Saúde, o principal objetivo é prover
o acesso a documentos da área de ciências da saúde, exclusivamente para fins acadêmicos
e de pesquisa;
58
• Visita monitorada;
• Treinamento de usuários;
• Exposições com a finalidade de aproximar os alunos e a comunidade da importância da
leitura.

Além dos recursos informacionais disponíveis em suportes físicos, as bibliotecas UNIP


disponibilizam através do site da Universidade renomadas bases de dados nacionais e
internacionais.

Podem ser consultados somente no local: a) obras de referência (dicionários, enciclopédias,


anuários, atlas, etc.); b) periódicos (jornais, revistas, etc.); c) trabalhos acadêmicos (no
departamento); d) obras colocadas em regime de reserva pelos professores.

Cabe ao bibliotecário, responsável pela seção de referência, controlar o uso do acervo da


biblioteca, sendo-lhe facultado colocar, em regime de reserva ou circulação especial, as obras mais
solicitadas.

O material bibliográfico, retirado para consulta, deve ser devolvido à biblioteca pelo leitor, no
mesmo dia em que lhe for entregue; caso contrário, sofrerá a penalidade disciplinar prevista no
artigo 10 do Regulamento Geral da Biblioteca.

Somente alunos regularmente matriculados e frequentes as aulas dos cursos de graduação,


especialização, pós-graduação stricto sensu, lato sensu e de tecnologia, e os professores da
Universidade Paulista – UNIP têm direito ao empréstimo de materiais bibliográficos.

A inscrição de alunos é feita automaticamente no ato da matrícula na Universidade Paulista


– UNIP. Para empréstimo de materiais bibliográficos, é indispensável que o aluno apresente a
carteirinha de identificação, fornecida pela Universidade Paulista – UNIP, e o professor crachá com
número funcional.

O prazo de empréstimo poderá ser renovado até 02 (duas) vezes consecutivas, mediante a
apresentação do material a ser renovado.

Os materiais bibliográficos, colocados em regime de reserva, poderão ser consultados


somente no local.

Aos alunos regularmente matriculados e aos professores serão facultados empréstimos por
07 (sete) dias consecutivos dos seguintes materiais bibliográficos: 03 (três) títulos de livros; 02 (dois)
títulos de vídeos ou DVDs; 02 (dois) títulos de CD-ROM. Durante o período de férias escolares, o
prazo de empréstimo para os alunos e professores será de 30 (trinta) dias.

A comutação bibliográfica é oferecida a usuários internos e externos. É utilizado o Sistema de


Comutação Bibliográfica do IBICT, o COMUT.

A biblioteca oferece programa permanente de treinamento de usuários, com o objetivo de


auxiliá-los na normalização de seus trabalhos monográficos. Além disso, disponibiliza o conjunto de
normas da ABNT para normalização de documentação e um Guia de Normalização para
Apresentação de Trabalhos Acadêmicos, que é adotado nos cursos da Universidade Paulista – UNIP.

3.7. Laboratórios didáticos de formação básica e específica

59
Os laboratórios didáticos, tanto de formação básica quanto de formação específica utilizados
no curso de Medicina, atendem plenamente as necessidades do curso e estão de acordo com o
estabelecido neste Projeto Pedagógico, com adequadas normas de funcionamento e segurança.
Sua estrutura atende às exigências das práticas de ensino e de aprendizagem necessárias à
formação do profissional e conta com os recursos de tecnologia da informação e comunicação.
Os laboratórios específicos são multidisciplinares e, assim como os de formação básica,
possuem os insumos, materiais e equipamentos para atender o número de alunos e as exigências
estabelecidas nos planos das aulas.
A Instituição contará com uma equipe de apoio técnico e de manutenção periódica, o que
garante a não interrupção das atividades acadêmicas.
Periodicamente é feita uma avaliação do uso dos laboratórios, cujo resultado é utilizado para
subsidiar o planejamento posterior, especialmente considerando o aumento da demanda de alunos
e o consequente aumento do número de aulas ministradas.
Na sequência é apresentada uma breve descrição dos laboratórios:

a) Salas para pequenos grupos

Para atender à proposta pedagógica do curso prevista no PPC, há 10 salas de tutoria


pedagógica, todas equipadas com computador interligado à internet, multimídia, mesa de reunião
com cadeiras estofadas. Objetivo: local onde há troca de informações e conhecimentos, servindo
de apoio para que os acadêmicos tenham uma visão diferenciada do aprendizado, proporcionando
condições para o aperfeiçoamento científico.
Cada uma dessas salas conta com 1 computador, 1 um quadro branco, 1 mesa retangular, 1
projetor multimídia, 1 escrivaninha, 13 cadeiras e internet Wi-Fi.

b) Salas para grandes grupos

As 08 (oito) salas de aulas para grandes grupos, com no mínimo 57,19(m²), têm uma área
total de 451,36 (m²). As salas de aulas previstas serão amplas, arejadas e bem iluminadas. Todas as
salas de aula serão equipadas com: computador conectado à internet wireless, tela de projeção e
projetor multimídia, microfone e caixa de som fixa em cada sala, quadro negro, quadro de avisos,
rede interna com acesso aos programas para uso do professor. Cada sala contará com 50
cadeiras/carteiras estofadas e confortáveis. As carteiras serão independentes das cadeiras e
revestidas de fórmica (possibilitando flexibilidade relacionada às configurações espaciais) e o
quadro branco estará em toda extensão.
As salas de aula atendem às necessidades institucionais e do curso, apresentando
manutenção periódica, conforto, disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e
comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, flexibilidade relacionada às
configurações espaciais, oportunizando distintas situações de ensino-aprendizagem, e possuem
outros recursos cuja utilização é comprovadamente exitosa.
A Instituição apresenta condições adequadas de acessibilidade, com placas em braile nos
locais/departamentos/salas, piso tátil, indicando os acessos às salas e espaço para cadeirante e
pessoas obesas. Possuirá normas de segurança e placas de identificação.

c) Laboratórios de Ensino

Os laboratórios do curso de Medicina atendem às demandas previstas nos programas de


aprendizagem dos módulos, como apoio ao aprendizado dos conteúdos curriculares e pesquisa nas

60
áreas de conhecimento referentes às bases moleculares, celulares e morfofuncionais dos processos
normais e alterados.
Os laboratórios oferecem ainda uma infraestrutura adequada para o desenvolvimento de
pesquisas científicas, uma vez que disponibilizarão ferramentas de suporte a respostas de questões
que envolvam as diferentes áreas.
Os laboratórios do curso de Medicina têm regulamento de funcionamento específico e
seguirão normas de segurança e utilização. Serão todos destinados às atividades acadêmicas em
aulas práticas, sendo atendidos por técnico de laboratório de nível superior na área. Todos os
laboratórios atenderão, no máximo, a 30 alunos, e as turmas serão divididas durante as aulas de
laboratório, a fim de não exceder a ocupação máxima e segura de cada um. Os laboratórios de
ensino específicos e multidisciplinares da Universidade Paulista – UNIP estão disponíveis para
abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (Anatomia
Humana, Microscopia/Parasitologia; Microbiologia/Imunologia/Histopatologia; Técnicas
Operatórias, Simulação Avançada – SIMULAB), considerando os aspectos de espaço físico,
equipamentos e material de consumo necessários e compatíveis com a formação dos estudantes,
previstos no PPC e levando-se em conta a relação de aluno/equipamentos/materiais.

d) Laboratórios Específicos

Exclusivo para Medicina


Laboratórios do Curso de Medicina (exclusivos ou não) QUANTIDADE (S/N)
Laboratório de Anatomia Humana 3 1S/2N
Laboratório Morfofuncional 1 N
Laboratório de Microscopia e Parasitologia 1 N
Laboratório de Microbiologia/ Imunologia/ Histopatologia 1 N
Laboratório de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental 1 S
Laboratório de Simulação Avançada (SIMULAB) -
Habilidades 3 S
Laboratório de Simulação Avançada (SIMULAB) -
Consultório 1 S
Laboratório de Simulação Avançada (SIMULAB) - Casa
Simulada 2 S

A Sala de Apoio aos Laboratórios serve de apoio aos técnicos, onde estarão disponibilizados
o Regulamento e as Normas de utilização dos laboratórios, modelos de aulas práticas, Normas de
segurança e Política de manutenção e conservação dos aparelhos e mobiliário. Está organizada com
um computador ligado à internet com rede interna e acesso aos programas para uso do professor
e do técnico, uma mesa com três cadeiras para o professor, projetor, quadro, aparelho de
multimídia, ambiente climatizado, com boa conservação, iluminação, acústica e conforto térmico.
Os horários de utilização dos laboratórios serão afixados nestes e deverão funcionar de
acordo com a carga horária das disciplinas, a carga horária do professor e a carga horária contratual
dos funcionários locados no setor – o que compreende todo o horário de funcionamento da
Instituição (horários das aulas dos turnos matutino a noturno).
Segue descrição dos laboratórios, seus objetivos, as características acadêmicas,
infraestrutura, dimensões e equipamentos.

1. LABORATÓRIO DE ANATOMIA

O Laboratório de Anatomia tem o objetivo de abrigar atividades práticas do 1º ao 4º ano do


curso de Medicina, previstas no decorrer do desenvolvimento dos programas de aprendizagem dos
módulos temáticos, permitindo aos alunos entender e reconhecer a constituição de cada órgão e

61
sistema do corpo humano a partir da lacuna do conhecimento gerada na discussão dos grupos de
tutoria, em aproximações sucessivas.
Equipamentos existentes nos laboratórios de Anatomia e quantidades: pia inox; kit
audiovisual; mesa com cadeira e computador do professor; 02 esqueletos humanos; 03 visões
(globo ocular); 2 torsos clássicos unissex 12 partes; 05 séries de degeneração de vértebras; 04
colunas vertebrais lombares; 10 corações clássicos 2 partes; 05 sistemas reprodutores femininos;
06 sistemas reprodutores masculinos; 04 modelos de esqueletos do pé; 02 seções de pele 70x
tamanho; 04 peles com pelos em 03 partes 80x ampliada; 04 braços com músculos destacáveis 6
partes; 02 braços – ossos; 01 neurônio; 01 quadro de neurônio; 01 diorama de um neurônio; 06
juntas de joelhos 12 partes – musculares; 01 crânio de feto montado sobre um suporte; 06 quadris
musculares; 06 articulações umerais; 02 ouvidos 3x o tamanho natural – 04 partes; 03 sistemas
excretores femininos; 03 sistemas urinários femininos; 06 fígados; 06 metades da cabeça; 06 mãos
completas musculares; 06 sistemas urinários masculinos; 04 fibras musculares; 04 modelos
anatômicos de dentes 8 vezes; 01 série de gravidez 8 modelos; 04 quadros sistema nervoso; 06
modelos de pulmões 7 partes – sistema respiratório; 04 pulmões; 06 medulas espinhais com
terminações nervosas; 02 crânios; 02 crânios com 22 partes; 02 crânios com vasos; 02 pernas em
versão luxo com a musculatura; 04 estruturas musculares; 04 modelos de línguas 2,5x tamanho
natural; 06 esqueletos da mão com ligamentos – ossos da mão; 02 sistemas digestivos 03 partes –
quadros; 08 cabeças e pescoços musculados; 08 rins; 02 rins nefrons, vasos sanguíneos – quadro;
06 metades de cérebros; 06 encéfalos / cérebros coloridos; 02 mini torsos com 12 partes 45 cm; 02
musculaturas da cabeça – cabeça com músculo; 06 estômagos; 06 órgãos abdominais posteriores;
02 sistemas circulatórios – quadro; 04 laringes funcionais – endócrino tireoide; 02 figuras
musculares 84 cm com órgãos internos; 02 cérebros com 08 partes branco; 02 colunas vertebrais
torácicas simples; 01 coluna didática flexível – vertebral torácica luxo; 01 crânio infantil; 02 crânios
coloridos com cérebro; 30 banquetas; 05 mesas de anatomia humana inox; 02 estantes de aço
regulável; 01 lixeira com acionamento de tampa no pedal; 01 dispenser álcool gel; 02 porta
dispenser detergente; 02 suportes de papel toalha.

TANQUES DE PREPARO

Sala com Tanques para guarda e preparo de material cadavérico, em uma área de 19,15 m².

Equipamentos existentes com quantidades: 01 Tanque aço inox para cadáver 2x1x1; 01 pia
(0,80 x 60,0); 01 mesa necrópsica inox c/rod. 2000x720x850; Chuveiro lava olhos.

2. LABORATÓRIO MORFOFUNCIONAL

O Laboratório Morfofuncional está localizado em uma área de aproximadamente 14,29 m²


cada e tem o objetivo de permitir que o acadêmico conheça, analise e compreenda as estruturas
orgânicas em seus aspectos histológicos e funcionais. É onde ocorre a metodologia de ensino-
aprendizagem destinada ao estudo integrado das diferentes áreas do conhecimento em ciências
básicas. Ao invés do estudo fragmentado de cada disciplina (anatomia, histologia, bioquímica,
embriologia, fisiologia, imunologia, genética, patologia), o aluno as estuda de modo simultâneo com
a presença de professores diferentes no mesmo laboratório e ao mesmo tempo.

Equipamentos existentes no laboratório de Morfologia e quantidades: 01 TV 50”; 01 ar-


condicionado; 01 microscópio trinocular com câmera de vídeo; 11 microscópios binoculares; 08
estações de trabalho; 08 cadeiras estofadas; 01 lousa de vidro; 01 estante em aço regulável; 01
lixeira com acionamento da tampa no pedal; 01 suporte de papel toalha; 01 dispenser álcool gel.

3. LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA E PARASITOLOGIA

62
O laboratório está situado em uma área de aproximadamente 57,76 m² e tem o objetivo de
levar os alunos à compreensão das estruturas microscópicas, como organelas celulares e a
organização de tecidos que formam os seres vivos, além de verificar os movimentos intra ou
extracelulares que ocorrem nos seres vivos.

Equipamentos existentes no laboratório de Microscopia/Parasitologia e quantidades: 25


microscópios binoculares; 01 microscópio trinocular com câmera de vídeo; 30 cadeiras estofadas;
01 TV 50”; 08 bancadas de granito com suportes de ferro; 01 centrifuga 12 x 15; 01 balança
semianalítica; 01 balança para tarar tubos; 01 estante em aço regulável; 09 microscópios
estereoscópios lupa; 01 phmetro digital de bancada; 01 estufa secagem e esterilização; 01
refrigerador; 03 béqueres – 50 ml; 03 béqueres – 250 ml; 03 béqueres – 600 ml; 05 buretas de vidro
– 25 ml; 05 buretas de vidro – 50 ml; 10 balões volumétricos; 05 balões de fundo redondo – 250 ml;
05 balões de fundo redondo – 500 ml; 02 erlenmeyers – 100 ml; 02 erlenmeyers – 250 ml; 02
erlenmeyers – 1.000 ml; 01 erlenmeyer – 2.000 ml; 05 almofarizes com pistilo – 305 ml; 05
almofarizes com pistilo – 610 ml; 02 pipetas graduadas de vidro – 1 ml; 02 pipetas graduadas de
vidro – 2 ml; 02 pipetas graduadas de vidro – 5 ml; 02 pipetas graduadas de vidro – 10 ml; 02 vidros
kitassato; 05 tubos de ensaio – 10 x 100 mm; 05 tubos de ensaio – 10 x 75 mm; 05 tubos de ensaio
– 12 x 75 mm; 05 tubos de ensaio – 12 x 100 mm; 05 tubos de ensaio – 13 x 100 mm; 05 tubos de
ensaio – 15 x 160 mm; 05 tubos de ensaio – 16 x 100 mm; 05 tubos de ensaio – 16 x 150 mm; 05
tubos de ensaio – 20 x 150 mm; 05 tubos de ensaio – 25 x 150 mm; 10 pipetadores 3 vias pera; 02
provetas de vidro – 100 ml; 02 provetas de vidro – 1.000 ml; 02 provetas volumétricas – 100 ml; 02
provetas volumétricas – 250 ml; 02 provetas volumétricas – 1.000 ml; 05 cálices de vidro – 250 ml;
10 funis médio de vidro; 05 estantes de ferro para tubos – 20 mm; 05 estantes de ferro para tubos
– 25 mm; 01 lousa de vidro; 01 lixeira com acionamento da tampa no pedal; 01 dispenser álcool gel;
02 portas dispenser detergente; 02 suportes de papel toalha.

4. LABORATÓRIO DE TÉCNICA OPERATÓRIA E CIRURGIA EXPERIMENTAL (em construção)

A Universidade Paulista – UNIP conta com 01 Laboratório de Técnica Operatória e Cirurgia


Experimental em uma área de, aproximadamente, 56,59 m², cujo objetivo é permitir que o aluno
inicie sua formação em procedimentos cirúrgicos básicos e adquira noções de comportamento em
centro cirúrgico, instrumentação, assepsia, equipe cirúrgica, anestesia e iniciação à pesquisa. O
laboratório contém: 1) sala de Cirurgia Experimental e de Técnica Operatória, climatizada, que
disporá de pontos de gases medicinais, vácuo e ar comprimido. Contará com computador ligado à
internet, projetor e televisão de 50 polegadas. Sua estrutura permitirá a realização de experimentos
de alta complexidade no âmbito da cirurgia experimental; Higienização após os procedimentos
experimentais - todo o material utilizado passará pela primeira lavagem, separação dos panos
utilizados e serão descartados os líquidos corporais através de vaso sanitário com ligação à caixa de
passagem para destinação correta de resíduos biológicos. Após a lavagem, o instrumental será
acondicionado em caixas ou embalado em panos de campo conforme o procedimento (caixa de
cirurgia torácica, abdominal etc.) e autoclavado; 2) Preparo do animal ou peças - local onde o animal
receberá todos os preparativos para as aulas de técnica operatória ou pesquisa. Terá balança para
pesagem e cálculo anestésico, bancada de apoio e macas para transporte do animal para o centro
cirúrgico experimental ou sala de técnica operatória através de duas janelas. Nesse ambiente, o
animal passará pela medicação pré-anestésica e será limpo em banheira com água morna para
evitar a vaso constrição; 3) Lavanderia e autoclave equipada com máquina de lavar, autoclave,
mesa, armário etc.

Equipamentos existentes nos laboratórios de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental e


quantidades: 04 mesas de atendimento em inox; 04 mesas cirúrgicas em inox; 04 calhas cirúrgicas
em inox pequenas; 03 suportes para frascos de soro; 02 colchões térmicos; 01 laringoscópio; 04
conexões de rede do oxigênio; 01 tanque Inox para assepsia - 1 torneiras; 04 mesas de

63
instrumentação em inox; 01 bancadas em inox; 01 armário de vidro; 02 aparelhos de ar
condicionado; 1 foco cirúrgico ajustável de pé simples e instrumentais cirúrgicos.

5. LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR

A IES conta com 01 Laboratório Multidisciplinar de Microbiologia, Imunologia,


Histopatologia, Fisiologia, Biofísica, Farmacologia e Bioquímica, que será situado em uma área de,
aproximadamente, 57,91 m², cujo objetivo é apoiar atividades teórico-práticas de Fisiologia,
Biofísica, Farmacologia e Bioquímica, do 1º ao 8º período, previstas no decorrer do
desenvolvimento dos programas de aprendizagem, auxiliando o aluno na compreensão plena do
objeto de estudo ao mesmo tempo em que oferece treinamento da prática científica.

O objetivo do laboratório é prestar suporte à Microbiologia e Imunologia, propiciar o estudo


prático dos microrganismos como bactérias, fungos e vírus, caracterizando suas propriedades
biológicas e auxiliando na compreensão dos princípios básicos para identificação e classificação dos
micro-organismos patogênicos, bem como diagnosticar corretamente as doenças causadas por
agentes microbianos e virais.

Equipamentos existentes no laboratório Multidisciplinar: 05 agitadores de tubo; 03 banhos-


maria; 02 estufas secagem; 01 balança semianalítica; 01 balança para tarar tubos; 01 lavatório
cirúrgico de inox com pedais frontais; 01 capela de fluxo laminar; 01 centrífuga 12 x 15; 01 bomba
a vácuo; 01 capela de exaustão; 32 bicos de bunsen; 30 banquetas; 08 bancadas de granito com
suportes de ferro; 03 autoclaves; 05 agitadores magnéticos; 03 estufas bacteriológicas; 02
liquidificadores; 25 microscópios binoculares; 01 freezer vertical; 02 fornos micro-ondas; 01
refrigerador; 01 microscópio trinocular com câmera de vídeo; 01 Smart TV 50”; 02 barriletes; 01
lavador automático de pipetas; 01 destilador de água; 02 contadores de colônia; 01 phmetro digital
de bancada; 04 estantes de aço; 10 placas de petri; 10 erlenmeyers – 100 ml; 10 erlenmeyers – 250
ml; 10 erlenmeyers – 1.000 ml; 04 erlenmeyers – 2.000 ml; 09 béqueres – 50 ml; 09 béqueres – 250
ml; 09 béqueres – 600 ml; 10 pipetas graduadas – 1 ml; 10 pipetas graduadas – 2 ml; 10 pipetas
graduadas – 5 ml; 10 pipetas graduadas – 10 ml; 01 caixa de lâminas para microscopia; 02 caixas de
lâminas; 10 alças bacteriológicas; 10 agulhas bacteriológicas; 01 lousa de vidro; 01 dispenser álcool
gel; 02 porta dispenser detergente; 02 suportes de papel toalha; 01 lixeira com acionamento da
tampa no pedal.

Laboratórios Didáticos de Formação Específica do Curso de Medicina - Laboratório de Habilidades


Clínicas e Simulação

Os Laboratório de Habilidades Clínicas e Simulação (SimuLab I e II) estão incorporados à


matriz curricular do curso de Medicina e são utilizados em todos os níveis de formação dos alunos.
Nos 3 primeiros anos, as atividades são estabelecidas de acordo com os programas do
módulo/disciplina. A partir do 4º ano, a inserção é sistemática pelo Módulo de Habilidades IV, em
que há treinamento em Urgências Clínicas Adultas e Pediátricas. Nesse módulo, a ênfase é dotar o
aluno de expertise quanto ao suporte básico à vida, tanto de crianças quanto de adultos. No 5ºano,
cada grupo de internato passa pelo SimuLab uma vez por semana e todos os grupos dão sequência
à aula que retoma as habilidades e atitudes, previamente desenvolvidas no quarto ano, em
crescente de complexidade, dotando os alunos de capacitação ao suporte avançado à vida, em
emergências clínicas de adultos e crianças, emergências obstétricas, emergências psiquiátricas,
além de suporte ao atendimento a trauma no ambiente pré-hospitalar e intra-hospitalar. No 6ºano,
aprofunda e complementa habilidades e atitudes específicas das áreas de clínica médica, clínica
cirúrgica, ginecologia e obstetrícia, pediatria, urgências e emergências, além de saúde mental.

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Os ambientes físicos dos SimuLabs são configurados para atender cada etapa do
aprendizado proposto.

As salas de habilidades da Universidade Paulista – UNIP contemplam equipamentos e


instrumentos diversos, em número suficiente, tendo em vista a capacitação dos estudantes nas
diferentes habilidades da atividade médica, em estreita relação com o SIMULAB.

Os laboratórios oferecem ainda uma boa infraestrutura para o desenvolvimento de


pesquisas científicas, uma vez que possuirão ferramentas que darão suporte a respostas de
questões que envolvam as diferentes áreas. Os laboratórios do curso de Medicina possuem
regulamento específico de funcionamento e seguirão normas de segurança e utilização. Serão todos
destinados às atividades acadêmicas em aulas práticas, sendo atendidos por Técnico de Laboratório
de nível superior na área. Todos os laboratórios possuem capacidade para atender, no máximo, a
30 alunos, e as turmas serão divididas durante as aulas de laboratório a fim de não exceder a
ocupação máxima e segura de cada laboratório.

Nos laboratórios, serão disponibilizados os regulamentos e normas de utilização dos


laboratórios, modelos de aulas práticas, normas de segurança e a política de manutenção e
conservação dos aparelhos e mobiliário. Estão organizados com computador ligado à internet, com
rede interna e acesso aos programas para uso do professor, uma mesa com 03 cadeiras para o
professor, projetor, quadro, aparelho de multimídia, ambiente climatizado, com boa conservação,
iluminação, acústica e conforto térmico.

Estão disponibilizados, ainda, os seguintes laboratórios:

01 - Laboratório de Simulação e Habilidades – Ambulatórios;

01 - Laboratório de Habilidades Clínicas e Simulação – SIMULAB;

03 salas de habilidades – 02 consultórios, em uma de área de, no mínimo, 864,24 m². O objetivo
central desse espaço é propiciar a realização de simulações em consultórios, com 03 salas de
observação, onde o professor acompanha os atendimentos realizados pelos alunos. Estão
projetados:

02 consultórios, 1 com no mínimo 10,93 m² e outro com, no mínimo, 27,71 m².

03 Salas de Habilidades: duas com 27,71 m²; e outra com 27,87 m²;

03 Salas de Observação: 1° com 22,85 m²; 2° com 17,82 m²; 3° com 14,06 m².

LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO AVANÇADA

A unidade conta com 01 laboratório de SIMULAÇÃO AVANÇADA, em uma área total de


aproximadamente 864,24 m². O Laboratório de Habilidades Clínicas e Simulação—SIMULAB
representa uma alternativa pedagógica, atuando como uma atividade antecipatória das práticas de
treinamento de habilidades com o paciente para preparar o estudante para o exercício técnico e
intelectual de sua futura profissão, pautado nos preceitos da bioética. O treinamento é simulado e
pode ser reiniciado sem danos ao objeto do estudo. Funcionará como ponto de interseção entre
conhecimentos básicos e avançados, promovendo a interação dos diferentes saberes para a
construção do pensar médico mais completo e menos segmentado.

65
Contempla um conjunto de 01 sala de guarda/sala técnica/almoxarifado com 10,80 m²; 01
sala de Simulação Avançada com 19,33 m². Há manequins avançados para simulação de alta
fidelidade, com múltiplas possibilidades de simulação e respostas, programas das condutas
realizadas nos diversos cenários configurados de acordo com o objetivo de cada aula.

SALA DE HABILIDADES 01 – LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS E SIMULAÇÃO AVANÇADA

Equipamentos existentes no laboratório de Habilidades Clínicas e Simulação Avançada e


quantidades: 01 termômetro; 01 laringoscópio; 01 negatoscópio; 01 estetoscópio; 01
esfigmomanômetro; 01 martelo diagnóstico; 01 kit – oftalmoscópio + otoscópio; 01 mesa; 01
cadeira; 04 macas com estofamento; 02 biombos; 01 banquinho clínico; 01 TV 50”; 01 suporte de
hamper; 01 saco de tecido do hamper; 01 pinça cirúrgica; 01 balança antropométrica; 01 lousa de
vidro; 01 escada com 2 degraus; 02 suportes de papel toalha; 01 dispenser álcool gel; 01 lixeira com
acionamento da tampa no pedal; 02 porta dispenser detergente.

SALA DE HABILIDADES 02 – LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS E SIMULAÇÃO AVANÇADA

Equipamentos existentes no laboratório de Habilidades Clínicas e Simulação Avançada e


quantidades: 01 simulador pélvico feminino para treinamento clínico avançado; 01 balança
antropométrica; 04 macas com estofamento; 02 biombos; 01 mesa; 01 cadeira; 01 balança
pediátrica; 01 termômetro; 01 negatoscópio; 01 kit – oftalmoscópio + otoscópio; 01 martelo de
diagnóstico; 03 estetoscópios infantil; 03 esfigmomanômetros infantis; 01 pinça cirúrgica; 01 TV
50”; 01 banquinho clínico; 01 suporte de hamper; 01 saco de tecido do hamper; 01 escada com 02
degraus; 01 lousa de vidro; 01 suporte para frasco de soro; 01 lixeira com acionamento da tampa
no pedal; 02 suportes de papel toalha; 01 dispenser álcool gel; 02 porta dispenser detergente.

SALA DE HABILIDADES 03 – LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS E SIMULAÇÃO AVANÇADA

Equipamentos existentes no laboratório de Habilidades Clínicas e Simulação Avançada e


quantidades: 04 macas com estofamento; 01 laringoscópio; 02 biombos; 01 mesa; 01 cadeira; 01
balança antropométrica; 01 kit – oftalmoscópio + otoscópio; 01 termômetro; 01 estetoscópio
adulto; 01 negatoscópio; 01 esfigmomanômetro adulto; 01 pinça cirúrgica; 01 martelo de
diagnóstico; 01 banquinho clínico; 01 simulador pélvico de exame retal/próstata; 01 TV 50”; 01
suporte de hamper; 01 saco de tecido do hamper; 01 escada com 02 degraus; 01 lousa de vidro; 01
suporte para frasco de soro; 01 lixeira com acionamento da tampa no pedal; 02 suportes de papel
toalha; 01 dispenser álcool gel; 02 porta dispenser detergente.

CONSULTÓRIOS 01 – LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E HABILIDADES CLÍNICAS

Equipamentos existentes no laboratório de Simulação e Habilidades Clínicas e quantidades:


01 mesa; 03 cadeiras; 01 maca com estofamento; 01 escada com 2 degraus; 01 estetoscópio; 01
negatoscópio.

CONSULTÓRIO 02 – LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E HABILIDADES CLÍNICAS

Equipamentos existentes no laboratório de Simulação e Habilidades Clínicas e quantidades:


01 mesa; 03 cadeiras; 01 maca com estofamento; 01 escada com 02 degraus; 01 negatoscópio.

LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO AVANÇADA – SIMULAB

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Equipamentos existentes no laboratório de Simulação Avançada - Simulab e quantidades:
02 manequins Little pct 4; 02 manequins Little Junior pct 4; 02 TVs 50”; 02 macas com estofamento;
01 armário de vitrine com portas de vidro; 02 simuladores glúteo para injeções – intramuscular
glúteo; 01 simulador pélvico masculino para treinamento clínico avançado; 01 sam 3g – sam II with
enhanced software (light skin); 01 foco cirúrgico ajustável; 01 oxímetro; 01 lousa de vidro; 02
pranchas de resgate; 02 lixeiras com acionamento da tampa no pedal; 01 estante em aço regulável;
02 suportes de papel toalha; 01 dispenser álcool gel; 02 porta dispenser detergente; 06
paramentações para procedimento cirúrgicos; 03 simuladores para realização de injeção
intramuscular braço; 02 simuladores avançados para exame de olhos; 01 simulador otológico
OTOSIM 2 avançado interativo e realista para exame de ouvido; 02 simuladores pediátricos para
treinamento otológico; 01 simulscope bedside ausc system (inclui 6 heartman); 01 heartman
infrared headphones; 01 boneco Little Anne QCPR; 02 estetoscópios; 01 biombo; 01 escada com 2
degraus; 02 tomadas posto na parede externa; 01 pia de granito com cuba e torneira; 01 kit
audiovisual – projetor com tela + acústica; 01 suporte para frasco de soro; 02 colares cervicais; 02
coletes cervicais; 01 kit de instrumentação cirúrgica; 01 simulador avançado de abdome –
abdominal examination treiner; 01 baby stap; 01 bomba de infusão para seringa; 01 boneco Little
Anne bebê; 01 carrinho de emergência; 01 detector fetal; 01 kit ambu reanimador; 02 mamas
amigas; 04 mesas auxiliares para instrumentação; 01 mesa ginecológica; 01 monitor cardíaco; 01
monitor de pressão arterial automático; 01 simulador de intubação; 01 simulador de ostomia; 01
simulador de punção lombar; 01 simulador intravenosa; 01 simulador intravenosa infantil; 02
skilguides.

Para o crescente de aprendizado os alunos são submetidos a aproximações sucessivas no


ambiente de simulação clínica. Assim, o SimuLab é configurado contendo múltiplos manequins e
acessórios quantificados de acordo com os objetivos propostos. Os manequins dividem-se em três
categorias:

Manequins de habilidades: dispositivos de baixa e alta fidelidade com a realidade de acordo


com a habilidade em questão, desenvolvidos para aquisição de habilidades básicas e avançadas.
São exemplos: torsos tamanho adulto para manobras de compressão torácica e ventilação; torsos
tamanho pediátrico para manobras de compressão torácica e ventilação; torsos tamanho adulto
obeso para manobras de compressão torácica e ventilação; manequins bebês para manobras de
compressão torácica e ventilação; manequins adultos e bebês para manobras de desobstrução de
vias áreas por corpo estranho; manequins para coleta de preventivo de câncer de colo de útero;
manequins para inserção de dispositivo intrauterino (DIU); manequins para manobras de exame
preventivo de câncer de mama; manequins para manobras de triagem de câncer de próstata e
testículo; manequins adulto para punção lombar (coleta de líquido cefalorraquidiano); manequins
bebê para punção lombar; manequins para treinamento de intervenções cirúrgicas no trauma
(cricotireoidostomia, punção torácica, drenagem torácica, pericardiocentese, lavado peritoneal
diagnóstico); manequins adulto, pediátrico, neonatal termo e neonatal prematuro para acesso à via
aérea avançada; manequins para inserção de cateter venoso central; manequins neonatos para
treinamento de manobras de luxação congênita de quadril; simuladores de Desfibrilador Externo
Automático (DEA).

Manequins de simulação fidelidade intermediária: 02 manequins adultos com respiração


espontânea, pulso central real ativo ao toque e comando a distância por tablet; 02 manequins
pediátricos com pulso central real ativo ao toque e comando a distância por tablet; 02 torsos
adultos para treinamento de ressuscitação com mecanismo computadorizados de feedback para
performance; 02 manequins infantis para treinamento de ressuscitação com mecanismo
computadorizados de feedback para performance; 04 manequins neonatais para treinamento de

67
assistência básica e avançada em sala de parto; 02 manequins gestantes para treinamento de parto
normal.

Manequins avançados para simulação de alta fidelidade, com múltiplas possibilidades de


simulação e respostas programa a condutas realizadas nos diversos cenários configurados de
acordo com o objetivo de cada aula: 01 manequim adulto; 01 manequim gestante com parto normal
ou cesárea de emergência; 01 manequim criança; 01 manequim bebê. Além dos manequins,
múltiplos equipamentos de uso hospitalar e pré-hospitalar estão disponíveis: 02
monitores/desfibriladores; tábuas, colares e fixadores para imobilização; unidades ventilatórias
tipo bolsa-válvula-máscara de tamanhos adulto, pediátrico e neonatal; máscara de ventilação de
diversos tamanhos; máscaras laríngeas de diversos tamanhos; cânulas orofaríngeas de diversos
tamanhos; tubos orotraqueais de diversos tamanhos; laringoscópios com cabos e lâminas de
diversos tamanhos; cateteres venosos centrais e periféricos; drenos de tórax; cateteres vesicais;
agulhas intraósseas. Para os dois ambientes de alta fidelidades, foram instalados sistemas de
captação de vídeo e áudio em salas de observação dotadas de vidros espelhados que possibilitam
a separação entre a equipe de alunos em ambiente de simulação dos alunos em ambiente de
observação. Professores e técnicos estão em processo de capacitação para atuação na técnica de
simulação clínica de alta fidelidade.

Sala de simulação computadorizada e ultrassonografia. Nesse ambiente, os alunos são


treinados em princípios básicos de ultrassonografia para o atendimento à beira de leito em
situações de emergência (protocolo Fast para visualização de líquido livre abdominal, e-Fast para
visualização de pneumotórax/hemotórax, acesso venoso central eco guiado, triagem para
trombose venosa profunda, triagem para colecistite/apendicite aguda e utilização do
ingurgitamento da veia cava para predição de volemia).

Tais treinamentos ocorrem através de softwares específicos e também através de aparelho


de ultrassonografia do tipo point of care com simuladores (procedimentos invasivos) e pacientes
atores (procedimentos diagnósticos).

Sobre os atores, essa ferramenta já em uso nas disciplinas de Habilidades (para o exame clínico) foi
expandida no SimuLabs com o intuito de treinar habilidades de comunicação, resolução de conflitos
e treinamento de habilidades comportamentais específicas (emergências psiquiátricas,
comunicação de más notícias, captação de órgãos, conflitos éticos, entre outras).

Ainda, outros laboratórios poderão ser criados em atendimento ao surgimento de novas demandas
decorrentes dos processos de avaliação interna e externa, bem como necessidade de atualização e
inovação curricular. Os seguintes laboratórios poderão ser montados, a saber: laboratório de
nutrição e dietética e laboratório de treinamento de atores e camarins.

LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA

Está previsto, conforme PPC, um Laboratório de Nutrição e Dietética, em uma área de,
aproximadamente, 83,80 m², composto por Cozinha Fria e Cozinha Quente. Tem como objetivo
proporcionar ao aluno técnicas para o exercício profissional, familiarizando-o com a cozinha e com
seu vocabulário profissional específico e suas técnicas de pré-preparo, produção e organização do
serviço.

Equipamentos existentes e quantidades: 01 balança eletrônica 15kg Toledo; 01 câmara de


fermentação/retardo (031311005); 01 termo circulador vácuo; 01 balança Triunfo; 01 cilindro de
massas arke c motor 1/4 cv; 01 forno gpaniz 150 elétrico; 01 forno ind. elétrico comb. c10; 01

68
câmara fria 2 portas; 01 aquecedor Komeco ko43d 42 L dig.; 08 liquidificadores Philips Walita Daily;
01 mesa em fórmica ovo tx. c/ 90x90 cm; 60 cadeiras cromadas c/encosto couricimo bran; 01
cortador de frios Filizola mod. nc300; 01 mesa redonda branca c/ 120 cm de diâmetro; 08 mesas
quadradas brancas c/ 90x90 cm; 01 mesa aço inox escovado c/ 280x110x90 cm; 01 refrigerador 450
L bco tubo dt450 Dako; 01 fogão ind. 4 bocas queim dupl, forn bx pres; 01 refrigerador vertical gldr-
570 –gelopar; 01 freezer Brastemp vertical 280 litros; 01 forno salamandra 40x50 Metalmaq; 03
fornos micro-ondas Brastemp 38 L inox; 01 processador de alimentos Skyman; 12 mesas de inox
com prateleira inferior; 01 bebedouro em inox de pressão; 01 forno gpaniz 300 elétrico trif; 01
cilindro elétrico Goldmetal 30 cm; 01 amassadeira basculante gastromaq; 01 picador de carne boca
22 inox; 01 forno industrial elétrico comb c10; 01 forno salamandra 50x50 Metalmaq; 15 prateleiras
4 planos 1,00x4,85; 01 estufa p/ pratos inox 1,5x0,65; 01 pia inox 1,70x0,60; 11 pias inox com
prateleira; 01 pia inox com 2 cubas 2,30x0,70; 01 chars broiler a gás; 03 coifas de centro inox
1,10x1,10; 01 coifa de centro inox 2,10x1,10; 01 coifa de parede inox 3,50x1,00; 04 coifas de centro
inox 1,10x0,70; 01 sistema de exaustão para as coifas; 01 armário multiuso triplo 12 portas; 04
fogões parede 02 bocas inox; 01 lavatório elétrico acion. de joelho; 01 sistema exaustão 4
ramificações; 01 sistema exaustão 3 ramificações; 04 mesas centro prat. inferior 2,75x0,90; 01
refrigerador horiz 5 portas inox; 01 prateleira aérea 1,65x0,40 inox; 01 lixeira de detritos 80 L inox;
01 armário em aço inox 2 portas de correr; 01 fogão 4 bocas alta pressão Metalmaq m14; 01
refrigerador 2p Electrolux dc49a branco; 01 freezer vertical porta vidro Gelopar; 01 painel
espelhado c/ alumínio 320x130; 02 fogões indust. 4 bocas [Link]; 01 mesa c/ gaveta c/prat.
inferior; 02 estantes lisas c/ 4 planos; 01 câmara térmica horiz. 3 portas; 01 câmara térmica horiz.
2 portas; 01 mesa lisa c/ fechamento frontal; 01 mesa; 01 cuba parede 60c50c35; 01 sist. exaust. c/
filtro centro ; 01 ar cond. split teto 60.000 btus; 01 ar cond. split teto 48.000 btus; 01 prateleira
aérea lisa aço; 01 churrasqueira; 10 esmaltadas Apolo; 09 batedeiras planetárias Arno Deluxe sx80;
07 lotes multiprocessador Arno Fresh 7 un.; 09 lotes multiprocessador Arno Fresh 9 un.; 08 fogões
4 bocas inox; 01 refrigerador horizontal 5 portas inox.

A atualização dos equipamentos atenderá à vida útil do material, sendo substituído e/ou,
no caso dos aparelhos eletrônicos, sempre que possível e viável economicamente, procedido
upgrade. O laboratório contemplará: regulamento e normas de utilização do laboratório, modelos
de aulas práticas, normas de segurança e política de manutenção e conservação dos aparelhos e
mobiliário.

LABORATÓRIO DE TREINAMENTO DE ATORES E CAMARINS

Em função da estrutura metodológica proposta pelo curso, em alguns momentos, serão


utilizados atores para a simulação de casos e situações problemas. Para tanto, será instalado um
espaço próximo ao SIMULAB para ensaios dos atores e trocas para as respectivas cenas, a serem
realizadas no próprio SIMULAB, laboratórios de habilidades, casa simulada, etc. Esse espaço tem,
aproximadamente, 45 m2, com armários para guarda de materiais, trocadores, sendo devidamente
climatizado e equipado.

BIOTÉRIO

O Biotério da UNIP está situado em uma área de aproximadamente 31,40 m². Foi projetado
para atender às necessidades práticas de ensino e pesquisa do curso. No Biotério, poderão ser
mantidas várias espécies animais: coelho, ratos, camundongos e cobaias, com finalidade de
pesquisa e/ou didática, para aulas de fisiologia, farmacologia, imunologia, microbiologia, biologia
celular e bioquímica. Equipamentos existentes no laboratório Biotério e quantidades: 02 balanças
Toledo; 01 mesa de granito; 30 tampas aramadas comedouro altas 31 X 19 cm; 05 prateleiras de
aço; 02 estantes Inox c/ capacidade de 20 gaiolas; 03 mesas inox; 27 caixas de Skinner; 04 estações
de trabalho simples; 01 câmara de CO2; 01 sistema de anestesia inalatória; 30 caixas NG

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(CAMUNDONGOS) 305 X 198 X 134 mm; 01 cabine de raspagem; 10 contensores em acrílico para
camundongos (0 a 80 g); 10 contensores em acrílico para camundongos (250 a 350 g); 01
refrigerador vertical; 01 freezer horizontal; microscópios Nikon; 01 tanque inox lavagem.

70
4. Planos de Ensino do Curso de Medicina

Os quadros a seguir descrevem as ementas e as bibliografias básicas e complementares das


disciplinas do curso de Medicina, com as respectivas cargas horárias e o período do seu
desenvolvimento:

PRIMEIRA SÉRIE

Formação Sociocultural e Ética I

Ementa: Estudo e interpretação sobre os acontecimentos sociais, políticos, econômicos,


culturais e atualização permanente sobre a realidade brasileira, mundial e sobre outras áreas
do conhecimento. Estudo dos valores éticos e culturais que permeiam as relações dos homens
na sociedade contemporânea, focando as relações étnico-raciais, a história e a cultura afro-
brasileira e indígena e reflexão crítica acerca das políticas de afirmação e resgate histórico da
população brasileira. Políticas públicas de inclusão social; formação da identidade nacional
brasileira e das políticas educacionais da valorização das diversidades e dos direitos humanos.
Políticas de Educação Ambiental e Sustentabilidade.

Desempenho: Compreender os determinantes sociais, culturais, comportamentais,


psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-
doença. Compreender a sociedade, de modo a contribuir com sua formação ética e
humanística enquanto cidadãos e profissionais comprometidos com a sociedade e com o meio
ambiente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: fundamentos sócio históricos. São Paulo: Cortez, 2013.
2. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo:
Cortez, 2013.
3. VALLS, Álvaro L. M. O Que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ; CONSTANTINO, Cristina Herold; MALENTACHI,


Débora Azevedo; CAETANO, Fabiana Sesmilo de Camargo; FERRARI, Aline; SIMÃO,
Valdecir Antonio. Formação sociocultural e ética. Maringá: s.n., 2014.
2. LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever
claro. São Paulo: Contexto, 2010. (Virtual)
3. BUARQUE, Cristóvam. Da ética a ética. Curitiba: Ibpex, 2012. (Virtual)
SILVA, Ezequiel Theodoro da. O ato de ler: fundamentos psicológicos para uma nova
Pedagogia da Leitura. São Paulo: Autores Associados, 2011.
4. ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia de. Alfabetização de jovens e adultos em uma
perspectiva de letramento. São Paulo Autêntica 2007.(VIRTUAL)

71
Metodologia da Pesquisa

Ementa: História e desenvolvimento das ciências. Metodologia, métodos e técnicas de pesquisa


científica. Métodos e técnicas de leitura científica. Estrutura de projetos de pesquisa. Tipos de
documentos científicos. Pesquisa científica em meio digital. Estilo, redação e normas de
documentos científicos.
Desempenho: Instrumentalizar os alunos com recursos técnicos e científicos que os capacitem
a realizar trabalhos dentro da metodologia científica, acompanhada de treinamentos
frequentes, para que possam concluir o curso devidamente habilitados para elaboração de
pesquisas, levantamentos bibliográficos, execução de trabalhos e apresentação de textos
dentro das normas científicas exigidas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2017. (Virtual)
2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. São Paulo: Atlas, 2017. (Virtual)
3. MARTINS JUNIOR, Joaquim. Como escrever trabalhos de conclusão de curso: instruções
para planejar e montar, desenvolver, concluir, redigir e apresentar trabalhos monográficos e artigos
Petrópolis: Vozes,2015.
4. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2015.
5. MEDEIROS, João Bosco. Redação cientifica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. São Paulo: Atlas, 2014. (VIRTUAL)
6. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2016
7. MICHEL, Maria Helena. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais. São Paulo:
Atlas,2015.
8. BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2015.

Introdução ao curso de Medicina

Ementa: Busca a aquisição da competência de Educação em Saúde, propondo a identificação


de necessidades de aprendizagem individual e coletiva, iniciando o estudante no aprendizado
do método pedagógico e introduzindo conhecimentos básicos e fundamentais para a
compreensão dos demais módulos, com postura ética, visão humanística, senso de
responsabilidade social e compromisso com a cidadania. Estabelece a relação desses
conhecimentos com o processo saúde-doença e a prática médica. Na área da gestão em
saúde, inicia o aluno na comunicação, favorecendo o contato com as novas tecnologias da
informação e comunicação (TICs), para em aproximações sucessivas capacitá-lo para a
interação a distância e acesso a bases remotas de dados. Estimula a curiosidade e o
desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender no campo individual e a aprender
com todos os envolvidos. Conhecimento das bases moleculares e celulares dos processos
normais, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados aos
problemas da prática e na forma como o médico o utiliza. Hierarquização das diversas
estruturas que formam o corpo humano desde sua unidade básica, a célula (membrana celular
e transporte através da membrana, estrutura e organelas celulares, núcleo interfásico,
transcrição e tradução), passando pelos diferentes tecidos: estudo da história da anatomia,
generalidades anatômicas e seus planos e eixos.

72
Desempenho: Comunicar-se de forma adequada e empática no processo de trabalho;
Desenvolver relacionamento ético; Identificar valores individuais e coletivos contextualizados;
Analisar, avaliar e encaminhar a resolução de conflitos no ambiente de ensino-aprendizagem,
reconhecer a importância do trabalho em equipe; buscar princípios da metodologia científica
na produção de conhecimentos; exercitar a prática da busca de publicações científicas;
identificar as novas tecnologias da informação e comunicação (TICs); identificar as diferentes
concepções do processo saúde-doença e promoção de saúde e construir conceitos de saúde-
doença e promoção da saúde. Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes
e responsáveis, dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de
grupos sociais e/ou da comunidade, a partir de uma situação problema. Respeitar o
conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada um. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um, favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; BRAY, Dennis; HOPKIN, Karen; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian;
RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter. Fundamentos da biologia celular.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
2. SILVA, José Vitor da (Org.). Bioética: visão multidimensional. São Paulo: Látria, 2010.
(Virtual)
KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
2. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; [Link] de saúde pública & saúde coletiva no Brasil.
São Paulo: Atheneu, 2017.
3. SOARES, C. B. Fundamentos de saúde coletiva e o cuidado de enfermagem. São Paulo:
Manole, 2013. (Virtual)
4. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo.; ZORN,
Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia. Histologia
básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. FOUCAULT, Michel; MACHADO, Roberto. O nascimento da clínica. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 2017.

Fundamentos Morfológicos do Organismo Humano

Ementa: Visa a aquisição de competência na Atenção à Saúde, através de ações focadas na


atenção às necessidades individuais de saúde, possibilitando ao estudante uma visão geral
da dimensão biológica do ser humano: introdução à histologia (tecidos básicos: epitelial,
conjuntivo e muscular); introdução à anatomia (correta utilização da nômina anatômica,
sistema esquelético, articular e muscular e localização topográfica de órgãos e sistemas).
Estruturas celulares no processo de manutenção da vida celular (intercâmbio de fluidos
corporais). Estabelece a relação desses conhecimentos com o processo saúde-doença e a

73
prática médica. Possibilita a compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do
processo saúde-doença, através das situações problemas. Promove a construção e
socialização do conhecimento apreendido, auxiliando na aquisição da competência de
Educação em Saúde.

Desempenho: Comunicar-se de forma adequada e empática no processo de trabalho;


Desenvolver relacionamento ético; Identificar valores individuais e coletivos
contextualizados, Analisar, avaliar e encaminhar a resolução de conflitos no ambiente de
ensino-aprendizagem, reconhecer a importância do trabalho em equipe multiprofissional e
interdisciplinar; buscar princípios de metodologia científica na produção de conhecimentos;
exercitar a prática da busca de publicações científicas; aplicar os conhecimentos da dimensão
biológica do ser humano, da hierarquização das diversas estruturas que formam o corpo
humano desde a célula, os tecidos e as generalidades anatômicas e seus planos e eixos.
Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis, dos
cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e as informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção
de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a
transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e
do direito à saúde. Estimular a curiosidade e o desenvolvimento da capacidade de aprender
com todos os envolvidos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; MORGAN, David; RAFF, Martin;
ROBERTS, Keith; WALTER, Peter; WILSON, John; HUNT, Tim; VANZ, Ana Leticia de
Souza. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2017.
KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
2. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano
de Anatomia orientada para clínica. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2018

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; BONFIM, José Ruben de Alcântara; MINAYO,


Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marco; DRUMOND JÚNIOR, Marcos; CARVALHO,
Yara Maria de. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2014.
2. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; [Link] Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2017.
3. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo.; ZORN,
Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia. Histologia
básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
4. TORTORA, Gerard J.; [Link]. Princípios de anatomia e fisiologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2018.
5. SILVERTHORN, Dee Unglaub; [Link]. Fisiologia humana: uma abordagem integrada.
Porto Alegre: Artmed, 2017.

74
Funções Biológicas

Ementa: Possibilita ao aluno compreender as interações entre os meios intra e extracelular e


o meio ambiente na manutenção dos fenômenos vitais do ser humano, através de seus
mecanismos homeostáticos. Fatores ambientais que interferem na homeostase: estresse,
ansiedade, sedentarismo, exercício físico, temperatura, altitude, entre outros. Controle da
temperatura e equilíbrio acidobásico. Ênfase na morfofisiologia do sistema nervoso central e
periférico e dos aparelhos cardiovascular, respiratório e urinário, relacionando-os com o
processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, referenciados na realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde.
Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde doença.
Promove a construção e socialização do conhecimento apreendido, auxiliando na aquisição da
competência de Educação em Saúde. Visa a aquisição de competência na Atenção à Saúde,
através de ações focadas na atenção às necessidades individuais de saúde.

Desempenho: Relacionar os dados e das informações das situações problemas, articulando


os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Estimular a curiosidade
e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SILVERTHORN, Dee Unglaub; [Link]. Fisiologia humana: uma abordagem integrada.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2017.
3. KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2018.
2. GANONG, William Francis; [Link]. Fisiologia médica de Ganong. Porto Alegre: AMGH, 2014.

3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

4. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
GARTNER, Leslie P; HIATT, James L.; ROSÁRIO, Beatriz Araujo do. Atlas colorido de
histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.

75
Metabolismo

Ementa: Proporciona aos alunos meios adequados de assimilar os processos que envolvem a
utilização dos nutrientes pelo organismo, incluindo digestão, absorção, transporte,
incorporação e mobilização, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da
família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional.
Bioquímica dos carboidratos, lipídios e proteínas. Relação entre os processos alimentares e a
utilização de energia pelo organismo. Organelas celulares: mitocôndrias. Morfofisiologia do
trato gastrointestinal e órgãos associados. Proporciona a integralidade das ações do cuidar
em saúde. Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais nos níveis individual e coletivo do processo saúde-doença: pirâmide
alimentar, obesidade, riscos cardiovasculares, distúrbios de ingestão de alimentos, culto ao
físico, diabetes, intolerâncias alimentares. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e das informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; [Link]. Biologia molecular da célula. Porto Alegre:
Artmed, 2017.
2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2017.
3. STRYER, Lubert; BERG, Jeremy M.; [Link]. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. KIERSZENBAUM, Abraham;[Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; [Link]. Histologia básica: texto e atlas.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. VILAR, Lucio. Endocrinologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual)

76
Agressão e defesa

Ementa: Apresenta e discute as relações parasita-hospedeiro estabelecidas pelos principais


agentes agressores infecciosos do corpo humano, frente às estratégias de defesa do
hospedeiro, relacionados com o processo saúde-doença do cidadão, da família e da
comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional. Compreensão dos
mecanismos de resposta imunológica: imunidade inata e adaptativa. Diferentes fatores de
virulência e mecanismos de patogenicidade dos principais grupos de microrganismos.
Morfofisiologia dos órgãos de defesa: órgãos linfoides primários, secundários e pele.
Hemocitopoese. Sangue. Mecanismos de defesa: cicatrização, regeneração, necrose e fibrose.
Proporciona a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes
sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis
individual e coletivo, do processo saúde-doença: vigilância epidemiológica e em saúde e
exames laboratoriais. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e as informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formula e recebe
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; [Link]. Biologia molecular da célula. Porto Alegre:
Artmed, 2017.
2. TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flavio; [Link]. São Paulo: Atheneu,
2017.
3. ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H.; PILLAI, Shiv; BAKER, David L. Imunologia
celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H; SHIV, Pillai. Imunologia básica: funções e
distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
2. NEVES, David Pereira; [Link] Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2016.
3. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; [Link]. Robbins & Cotran Patologia: bases patológicas das
doenças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
4. TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan; BOTELHO, Ana Cavalcanti C.; CAMPOS, Dilza
Balteiro Pereira de; IDE, Maiza Ritomy; OLIVEIRA, Vinícius Ordakowski de. Princípios
de anatomia e fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto; PASQUINI, Ricardo; SPECTOR,
Nelson; COVAS, Dimas Tadeu; REGO, Eduardo Magalhães. Tratado de hematologia.
São Paulo: Atheneu, 2013.

77
Concepção e Formação do Ser Humano

Ementa: Compreensão do significado da concepção, englobando os aspectos sociais,


familiares, biológicos e psicológicos. Morfologia e fisiologia dos órgãos reprodutores feminino,
masculino e seus gametas. Diagnóstico da gravidez. Embriologia: gametogênese, fertilização,
desenvolvimento embrionário e fetal. Data provável do parto. Idade gestacional embrionária
e obstétrica. Hábitos maternos que interferem no desenvolvimento do embrião.
Gemelaridade. Morfofisiologia da placenta e membranas fetais. Implicações psicossociais de
comportamentos dos pais que interferem na gestação. Compreensão dos determinantes
sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis
individual e coletivo. Definição de família e importância do filho nesse contexto. Aspectos
demográficos referenciados na realidade epidemiológica e profissional. Estímulo à
curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em
todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relaciona os dados e das informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
2. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
3. MOORE, Keith L.; [Link]. Embriologia básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; MORGAN, David; RAFF, Martin;
ROBERTS, Keith; WALTER, Peter; WILSON, John; HUNT, Tim; VANZ, Ana Letícia de
Souza. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2017.
2. KIERSZENBAUM, Abraham;[Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. FAIZ, Omar et al. Anatomia Básica: Guia ilustrado de conceitos fundamentais. São
Paulo: Manole, 2013. (Virtual)
4. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N; TORCHIA, Mark G.; NASCIMENTO, Adriana Paulino
do. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; [Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.

78
Interação Comunitária I

Ementa: O aluno conhece e vivencia a organização dos serviços de saúde locais e regionais,
enfatizando a atenção primária em saúde no contexto da saúde da família, construindo o tripé:
ensino, serviço de saúde e comunidade. Com ênfase na História da Saúde Pública no Brasil, os
programas direcionados à Estratégia da Saúde da Família: Política Nacional de Acolhimento e
Humanização, Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Saúde do Homem, Saúde do Adulto, Saúde do
idoso, Saúde do Trabalhador, Saúde Mental e Controle Social, com enfoque na prevenção e
promoção da saúde individual e coletiva, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados para
o cuidado à saúde, tendo como parceiros desse processo a população local, lideranças
comunitárias e profissionais de saúde. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade
de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares


e/ou responsáveis; identificar oportunidades e desafios na organização do trabalho em saúde,
considerando as diretrizes do SUS; utilizar diversas fontes para identificar problemas no
processo de trabalho, incluindo a perspectiva dos profissionais e dos usuários, e a análise de
indicadores e do modelo de gestão; participar na priorização de problemas, identificando a
relevância, magnitude e urgência, as implicações imediatas e potenciais, a estrutura e os
recursos disponíveis; mostrar abertura para opiniões diferentes e respeitar a diversidade de
valores, de papeis e de responsabilidades no cuidado à saúde; trabalhar de forma colaborativa
em equipes de saúde, respeitando normas institucionais dos ambientes de trabalho e agindo
com compromisso ético -profissional. Formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes de acordo as
Política Nacional de Acolhimento e Humanização, responsáveis, familiares, grupos e outros
profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos
significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ARCHANJO, Daniela Resende; ARCHANJO, Léa Resende; SILVA, Lincoln Luciano da.
Saúde da família na atenção primária. Curitiba: Intersaberes, 2013.(virtual)
2. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; [Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
3. SOLHA, Raphaela Karla de Toledo. Sistema Único de Saúde: componentes, diretrizes e
políticas públicas. São Paulo: Érica, 2018. (Virtual)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. OGUISSO, Taka. Ética e bioética: desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo:
Manole, 2017. (Virtual).
2. MARTINS-COSTA, Judith. Bioética e responsabilidade. Rio de Janeiro: Forense, 2008.
(Virtual).
3. FRANÇA, Genival Veloso. Comentários ao Código de Ética Médica. Rio de Janeiro
Guanabara Koogan 2019. (Virtual)
4. MARTINS, Milton de Arruda et al. Clínica Médica: atuação da clínica médica, sinais e
sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher,

79
envelhecimento e geriatria, medicina física e reabilitação, medicina laboratorial na
prática médica.V. 1. São Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
5. BRAGA, Cristina. Saúde do Adulto e do Idoso. São Paulo: Érica, 2014. (Virtual).

Habilidades Clínicas e Atitudes I

Ementa: Introduz o aluno à semiologia pelo treinamento da anamnese, do raciocínio clínico,


procedimentos médicos de baixa complexidade quanto a sua execução, utilizadas com
finalidades terapêuticas ou de cuidados. Promove a habilidade de comunicação, discutindo a
relação médico-paciente, as reações do doente ante a doença e reações próprias e a
promoção de saúde perante o doente, família e comunidade. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e
da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
3. TANNURE, Meire Chucre; PINHEIRO. Ana Maria. Semiologia clínicas para o processo
de enfermagem. São Paulo; Guanabara Koogan,2017.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Milton de Arruda et al. Clínica Médica: atuação da clínica médica, sinais e
sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher,
envelhecimento e geriatria, medicina física e reabilitação, medicina laboratorial na
prática médica.V. 2. São Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
2. LANA, Letice Dalla et al. Semiologia. Porto Alegre: Sagah, 2018. (Virtual)
3. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: exame clínico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: clínica médica na prática
diária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
4. POSSO, Maria Belén Salazar; [Link]. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São
Paulo: Atheneu, 2010.

80
SEGUNDA SÉRIE

Nascimento, Crescimento e Desenvolvimento

Ementa: Propicia ao aluno o conhecimento dos mecanismos do parto, principais cuidados à


gestação, ao parto, ao recém-nascido, à criança e ao adolescente, integrando diferentes
áreas. Anatomia (anatomia da gestante: pelve, períneo, modificações estruturais na gravidez
e mama; anatomia da criança: principais diferenças anatômicas, entre a criança e o adulto),
histologia (histologia da mama, colo, tecido ósseo e processos de ossificação); embriologia
(embriologia dos sistemas respiratório e cardiovascular); fisiologia (fisiologia hormonal do
parto, fisiologia do recém-nascido: fisiologia respiratória, digestiva e absortiva no primeiro
ano de vida, morfofisiologia do crescimento nas diversas idades da criança, desenvolvimento
neuropsicomotor da criança, fisiologia do aleitamento materno; ginecologia e obstetrícia
(cálculo da data provável do parto; cuidados de atenção pré-natal, mecanismo do parto
natural, partograma, parto prematuro, início tardio de trabalho de parto, parto cesáreo,
problemas frequentes no pré-natal: hipertensão, obesidade, diabetes, déficit de crescimento
intrauterino, síndrome de Help, aleitamento materno e mastite); pediatria (cuidados na sala
de parto e emergências pediátricas); saúde mental (saúde mental no puerpério e psicologia
do desenvolvimento da criança) e saúde coletiva (políticas governamentais nos níveis
Federal, Estadual e Municipal para a gestante; assistência ao trabalho de parto, ao puerpério
e cuidados com o recém-nascido). Valoriza as atitudes de promoção da saúde e prevenção da
doença nessas várias etapas, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da
família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional,
proporcionando a integralidade das ações do cuidar e promover saúde, cuidados com a
nutrição da gestante e do nutriz. Compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do
processo saúde-doença da gestante e da criança. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais
e/ou da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio
dos demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e das informações
das situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos
e culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção
de um ambiente solidário de trabalho; estimula o compromisso de todos com a
transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e
do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende: obstetrícia
[Link] de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa. Berek
& Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.

81
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward; [Link]. Tratado de fisiologia médica. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
2. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
3. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo.; ZORN,
Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia. Histologia
básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018
4. SADLER, T. W. Langman embriologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
5. STRAUB, Richard O.; COSTA, Ronaldo Cataldo. Psicologia da saúde: uma abordagem
[Link] Alegre: Artmed, 2014.(virtual)

Percepção, Consciência e Emoção

Ementa: Possibilita ao estudante compreender os mecanismos básicos que regem a percepção,


consciência e emoção e os processos que os alteram. Biologia celular: sinalização celular, vias e
centros de integração. Bioquímica de neurotransmissores: síntese e mecanismos. Embriologia e
desenvolvimento do Sistema Nervoso. Neuroanatomia dos do Sistema Nervoso Central,
Autônomo e Periférico: estruturas anatômicas responsáveis pela sensibilidade geral (tato, pressão,
dor, temperatura e propriocepção) e especial (visão, olfato, gustação audição e equilíbrio, emoção
e razão). Histologia dos órgãos dos sentidos geral e especial. Fisiologia: organização geral dos
sistemas sensoriais, geral e especial. Processos envolvidos na manutenção da vigília, sono, do
humor, do afeto e das outras emoções com seus aspectos socioculturais, psíquicos (anamnese
psiquiátrica, alterações do afeto e do humor, alterações do senso e percepção, mecanismos da
emoção e da razão) somáticos e comportamentais, relacionados com todo o processo saúde-
doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e
profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos
níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e das informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimula o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e demonstra capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

82
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.


Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.
2. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
3. KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (virtual)
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
3. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2017.
4. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo Alexandre;
ZORN, Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia.
Histologia básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
5. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

Locomoção e Preensão

Ementa: Propicia ao aluno a compreensão e analise da postura e do movimento, envolvendo


a anatomia: ossos, músculos e articulações da coluna vertebral, membros superiores e
membros inferiores. Histologia da articulação. Fisiologia: reflexos medulares, controle motor
pelo córtex e tronco cefálico e fisiologia do controle motor pelo cerebelo e núcleos da base.
Fisioterapia: fases da marcha e tipos de marcha patológica. Genética: diferenças gênicas na
relação carga-desempenho e anomalias adquiridas. Ortopedia: lombalgias, fraturas, doenças
articulares (ombro, quadril, joelho e coluna). Isquemias periféricas. Relacionando com todo o
processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar e
promoção da saúde. Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais,
psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-
doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos
os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e das informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde.

83
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BARROS FILHO, Tarcisio Eloy Pessoa de; KOJI EDSON, Kojima; FERNANDES, Túlio Diniz.
Casos clínicos em ortopedia e traumatologia: guia prático para formação e
atualização em ortopedia. São Paulo: Manole, 2014. (Virtual)
2. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
3. SILVERTHORN, Dee Unglaub; [Link]. Fisiologia humana: uma abordagem integrada.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
4. STRAUB, Richard O.; COSTA, Ronaldo Cataldo. Psicologia da saúde: uma abordagem
biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2014. (Virtual)

2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.
Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas.
Barueri: Manole, 2016.
5. POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T.; ROSÁRIO, Beatriz Araujo do. Fisiologia do
exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. Barueri: Manole,
2017.(virtual)

Proliferação Celular

Ementa: Possibilita ao aluno a aquisição de conhecimentos para a compreensão dos


mecanismos de proliferação celular normal e patológica, assim como seu controle e conduta,
relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e
referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das
ações do cuidar em saúde. Biologia do ciclo celular e do controle da proliferação celular,
expressão gênica. Genética: mutagênese, oncogênese e genes supressores de tumores.
Bioquímica das mutações. Anatomia das vias linfáticas. Fisiopatologia do processo tumoral com
a prática clínica e os resultados de pesquisas na área. Patologia geral: neoplasias malignas,
benignas e patologia diagnóstica, estadiamento e conduta. Histo e fisiopatologia dos órgãos e
sistemas mais acometidos com neoplasias malignas: mama, colo uterino, próstata, estômago,
intestinos, pele e pulmão. Neoplasias na infância. Comunicação adequada ao paciente com
neoplasia maligna e as implicações da comunicação inadequada. Compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos
níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e as informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de

84
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; [Link]. Biologia molecular da célula. Porto Alegre:
Artmed, 2017.
2. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C.; PERKINS, James A. Robbins patologia
básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. BUZAID, Antonio Carlos; [Link]. MOC: Manual de Oncologia Clínica do Brasil: tumores
sólidos. São Paulo: Dendrix Edição e Design Ltda, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FRED, Ferri. Oncologia e [Link] de Janeiro: Elsevier,2019.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 3:
doenças hematológicas, oncológicas, doenças renais. Barueri: Manole, 2016.
3. WATSON, James D.; [Link]. Biologia molecular do gene. Porto Alegre: Artmed, 2017.
4. PESSINI, Leo; BERTACHINI, Luciana. Humanização e cuidados paliativos. São Paulo:
Edições Loyola, 2014.
5. BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez; OLIVEIRA, Acary Souza Bulle; MIACHON,
Adriana Aparecida Siviero; OLIVEIRA, Allan Chiaratti de; LUCE, Ana Luiza Pilla;
MARTINS, Ana Maria.; WOLOSKER, Angela Maria Borri; SPINOLA-CASTRO, Angela
Maria; MORON, Antonio Fernandes; KIYOMOTO, Beatriz Hitomi; FRANGIPANI, Beatriz
Jurkiewicz; RIBEIRO, Bethânia de Freitas Rodrigues; BIANCO, Bianca Alves Guia de
genética médica. Barueri: Manole, 2017. (Virtual)

Processo de Envelhecimento

Ementa: O aluno conhece os diferentes estágios do processo de envelhecimento e suas


patologias: da célula ao indivíduo na sociedade, relacionados com todo o processo saúde-
doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica
e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão
dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e
legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença, nessa faixa etária.
Mecanismos biológicos envolvidos no processo normal de envelhecimento. Transformações
fisiológicas que ocorrem com o ser humano relacionadas à idade. Anatomia do sistema
circulatório e modificações com o envelhecimento, em especial a vascularização encefálica e
cardíaca. Anatomia da cabeça e do pescoço. Doenças crônico-degenerativas que acometem o
idoso, determinantes e consequências na qualidade de vida. Dificuldades do idoso frente às
perdas funcionais e à perspectiva da morte. Transição demográfica e suas repercussões no
dimensionamento da assistência à saúde do idoso. Terapêutica farmacológica na população
geriátrica, potencial tóxico e iatrogênico dos medicamentos nessa faixa etária. Asilamento de
idosos na sociedade. Condições sociais do idoso, com aprofundamento na assistência e na
aposentadoria. Identidade da pessoa idosa na sociedade, limites, potencial e os preconceitos.
Disfunções e sequelas consequentes às doenças degenerativas, e as possibilidades práticas de
reabilitação.

85
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e das informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CASOS clínicos em geriatria Lange. Porto Alegre AMGH 2015. (Virtual)
2. FREITAS, Elizabete Viana de; PY, Ligia; GORZONI, Milton Luiz; DOLL, Johannes;
CANÇADO, Flávio Aluízio Xavier. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016.
3. AIRES, Margarida de Mello;[Link]. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
(Virtual)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. CONSOLIM-COLOMBO, Fernanda M.; SARAIVA, José Francisco Kerr; IZAR, Maria
Cristina de Oliveira. Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri: Manole, 2019.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume 1: atuação da clínica
médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da
mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na prática médica.
Barueri: Manole, 2016.
4. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
5. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.

Doenças Resultantes da Agressão ao Meio Ambiente

Ementa: Capacita o aluno a reconhecer o impacto de alterações ambientais, diretas ou


indiretas, sobre a saúde humana, decorrentes da interação entre os grupos sociais e destes
com a natureza. Noções sobre saúde do trabalhador, meio ambiente e doenças de vinculação
hídrica, principais zoonoses e perda auditiva adquirida decorrente de poluição ambiental,
relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e
referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das
ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do
processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

86
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e as informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimula o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FOCACCIA, Roberto; VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Veronesi tratado de
infectologia: volume 1. São Paulo: Atheneu, 2015.
2. BELLUSCI, Silvia Meirelles. Doenças profissionais ou do trabalho. São Paulo: SENAC, 2013.
3. TAVARES, Walter; MARINHO, Luiz Alberto Carneiro. Rotinas de diagnóstico e
tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. FERREIRA, Antonio Walter; MORAES, Sandra do Lago. Diagnóstico laboratorial das


principais doenças infecciosas e autoimunes: correlações clínico-laboratoriais. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
2. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de
Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. Brasília:
Ministério da Saúde, 2010. (Virtual)
REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos
ocidentais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
3. KLAASSEN, Curtis D.; [Link]. Fundamentos em toxicologia de Casarett e Doull. Porto Alegre:
AMGH, 2012.
4. SZABÓ JÚNIOR, Adalberto Mohai. Manual de segurança, higiene e medicina do
trabalho. São Paulo: Rideel, 2018.

Interação Comunitária II

Ementa: O aluno conhece e vivencia a organização dos serviços de saúde locais e regionais,
enfatizando a epidemiologia geral de doenças infecciosas e crônicas degenerativas, doenças
de notificação obrigatória, busca ativa, cálculo de indicadores de saúde e uso da estatística,
para estratégias de planejamento e ações em saúde. Doenças mais prevalentes no Brasil,
estado e cidade, pelo levantamento dos indicadores de saúde: indicadores de morbidades,
mortalidade e nascidos vivos. Integração da academia com o serviço através de pesquisa
científica com base nos indicadores levantados, buscando a melhoria dos serviços. Tendo
como parceiros desse processo a população local, lideranças comunitárias e profissionais de
saúde. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos
os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

87
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; acessar e utilizar dados secundários
e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações,
movimentos e valores de populações em seu território, visando ampliar a explicação de
causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados das
informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o
diagnóstico de saúde e prioriza os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar na
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar na
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar na avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes,
orientados à melhoria da saúde coletiva. Formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa;[Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
2. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & saúde.
Rio de Janeiro: Medbook, 2018.
3. GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Lêda Chaves. Tratado de medicina
de família e comunidade: princípios, formação e prática - volume - 1. Porto Alegre:
Artmed, 2018. (Virtual)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Lêda Chaves. Tratado de
medicina de família e comunidade: princípios, formação e prática - volume - 2.
Porto Alegre: Artmed, 2018. (Virtual)
2. KIDD, Michael. A contribuição da medicina de família e comunidade para os
sistemas de saúde. Porto Alegre: Artmed, 2017. (Virtual)
3. FREEMAN, Thomas R. Manual de medicina de família e comunidade de
McWhinney. Porto Alegre: Artmed, 2017. (Virtual)
4. MOREIRA, Maria da Consolação Vieira;[Link]. Livro-texto da Sociedade Brasileira
de Cardiologia. Barueri: Manole, 2015.
5. TOY, Eugene. Casos clínicos em medicina de família e comunidade. Porto Alegre:
AMGH, 2013.(Virtual)

88
Habilidades Clínicas e Atitudes II

Ementa: Habilita o aluno em técnicas de anamnese e exame físico geral e específico, em


situações normais e anormais (cabeça e pescoço, sistema respiratório, sistema cardiovascular,
sistema nervoso, sistema osteo-articular e abdome) com ênfase no estado geral e patologias
crônicas do diversos órgãos e sistemas, associando as manifestações clínicas à fisiopatologia.
Promove a habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do
doente ante a doença e reações próprias. Estimula a curiosidade e o desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

Desempenho: Realizar história clínica e exame físico completos dentro das técnicas
reconhecidas. Estabelecer diagnóstico sindrômico. Reconhecer sinais e sintomas das doenças
crônicas e agudas mais prevalentes. Formular hipóteses de diagnósticos diferenciais para
essas patologias. Identificar suas necessidades de aprendizagem a partir de uma situação
problema, respeitando o conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada
um. Estabelecer relação profissional ética no contato com os pares, pacientes, familiares e/ou
responsáveis; formular e receber críticas de modo respeitoso. Demonstrar curiosidade e
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
(Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. ANDRIS, Deborah A; BAILEY-KUNTE, Jemma; [Link]. Semiologia: bases para a prática
assistencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: exame clínico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
5. SILBERNAGL, Stefan; LANG, Florian. Fisiopatologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed,
2016. (Virtual)

89
Bases Patológicas

Ementa: Causas, mecanismos, bases estruturais e moleculares dos processos patológicos


gerais. Repercussões funcionais, evolução e consequência dos processos patológicos. A
relação desses conhecimentos com o processo saúde-doença.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e
da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Estimular a
curiosidade e o desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em
todos os momentos do trabalho em saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender
com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FARIA, José Lopes de; ALTEMANI, Albina M. A. M.; [Link]. Patologia geral: fundamentos das
doenças, com aplicações clínicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
2. BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo: patologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
3. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C.; PERKINS, James A. Robbins patologia básica.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SILBERNAGL, Stefan. Fisiopatologia texto e atlas. Porto Alegre Artmed 2016. (VIRTUAL)
2. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; [Link]. Rubin & Cotran Patologia: bases patológicas das
doenças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.(Virtual)
4. MONTENEGRO, Mario Rubens; [Link]. Patologia: processos gerais. São Paulo: Atheneu,
2008.
5. RUBIN, Emanuel; [Link]. Rubin, patologia: bases clinicopatológicas da medicina. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

Bases Farmacológicas

Ementa: Princípios básicos de farmacologia geral: farmacocinética, farmacodinâmica e


interações medicamentosas e principais grupos de medicamentos. Farmacodinâmica,
farmacocinética e farmacoterapia dos medicamentos relacionados à proliferação celular,
doenças resultantes da agressão ao meio ambiente e processo de envelhecimento,
relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e
referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das
ações do cuidar em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem a partir de uma situação


problema, respeitando o conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada
um. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e
favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho. Demonstrar curiosidade e
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

90
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2017. (Virtual)
2. BRUNTON, Laurence L.; [Link]. Goodman e Gilman: as bases farmacológicas da
terapêutica. Rio de Janeiro:McGraw-Hill,2018.
3. SILVA, Penildon. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. KOROLKOVAS, Andrejus; FRANÇA, Francisco Faustino de Albuquerque Carneiro de;
CUNHA, Bruno Carlos de Almeida. Dicionário terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.
2. RANG, H. P.; RITTER, J. M.; FLOWER, R. J.; HENDERSON, G.; DALE, M. M. Rang & Dale:
farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. OGA, Seizi; [Link]. Guia Zanini-Oga de interações medicamentosas. São Paulo: Atheneu,
2002.
4. FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita. Farmacologia clínica e terapêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
5. WHALEN, Karen; FINKEL, Richard; PANAVELIL, Thomas A.; LANGELOH, Augusto.
Farmacologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2016. (Virtual)

TERCEIRA SÉRIE

Dor

Ementa: Propicia ao aluno o conhecimento dos diversos aspectos relacionados à dor, da sua
gênese ao tratamento e suas implicações sociais, abordando a dor como mecanismo de
defesa e sintoma de doença, os fatores que influenciam a dor e seus aspectos
biopsicossociais, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e
da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando
a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais
e/ou da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio
dos demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e as informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
Demonstrar curiosidade capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

91
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.
Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
2. LOUIS, Elan D.; MAYER, Stephan A.; ROWLAND, Lewis P. Merritt tratado de
neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. (Virtual)
3. DAVIES, Clair;DAVIES, [Link] terapêutico do ponto-gatilho- guia de tratamento
da dor.São Paulo: Roca,2012.
4. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
5. CONSOLIM-COLOMBO, Fernanda M.; SARAIVA, José Francisco Kerr; IZAR, Maria
Cristina de Oliveira. Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri: Manole, 2019. (Virtual)

Dor Abdominal

Ementa: Compreensão dos mecanismos fisiopatológicos dos problemas que cursam com dor
abdominal, diarreia, vômitos ou icterícia, suas causas mais frequentes ou relevantes e a
abordagem terapêutica desses problemas, relacionados com todo o processo saúde-doença
do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e
profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais,
nos níveis individual e coletivo, do processo saúde doença. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados das informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde.

92
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo Friche. Gastroenterologia essencial. Rio de


Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. (Virtual)
2. BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo: patologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
3. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.
Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.
MARTINS, Mílton de Arruda;[Link]ínica médica: volume - 4: doenças do aparelho
digestivo, nutrição e doenças nutricionais. Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
2. GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol Mattson. Porth: Fisiopatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
3. SPRINGHOUSE. FISIOPATOLOGIA. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (Virtual)

4. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.

Febre, Inflamação e Infecção

Ementa: O aluno revê os mecanismos de termo regulação e suas alterações patológicas.


Identifica as características das reações inflamatórias (infecciosas e não infecciosas), suas
principais causas, diagnóstico, as condutas terapêuticas e preventivas, relacionados com todo
o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na
realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar
em saúde. Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença.
Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e das informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

93
IBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Ângela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
2. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2017. (Virtual)
3. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto; [Link]. Tratado de infectologia: volume - 1.
São Paulo: Atheneu, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume -7: alergia e imunologia
clínica. Doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. Barueri: Manole, 2016.
(Virtual)
3. ROTHMAN, Kenneth. Epidemiologia moderna. Porto Alegre: Artmed, 2015. (Virtual)
4. SALOMÃO, Reinaldo. Infectologia: bases clínicas e tratamento. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
5. LEVINSON, Warren; FONSECA, Flávio Guimarães da; DAIAN, Danielle Soares de
Oliveira. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre: AMGH, 2016. (Virtual)

Problemas Mentais e do Comportamento

Ementa: Possibilita ao estudante conhecer o funcionamento e o desenvolvimento do aparelho


psíquico, diferenciando o normal dos principais transtornos mentais e do comportamento, em
uma abordagem epidemiológica, etiológica, clínica e terapêutica, relacionados com todo o
processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde.
Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença.
Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e as informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

94
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. KAPCZINSKI, Flavio; QUEVEDO, João; IZQUIERDO, Ivan. Bases biológicas dos
transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2011. (Virtual)
2. DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.
Porto Alegre: Artmed, 2019. (Virtual)
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRUNTON, Laurence L.; HILAL-DANDAN, Randa; KNOLLMANN, Björn C.; LANGELOH,
Almir Lourenço da Fonseca Augusto; ROSÁRIO, Beatriz Araujo do. Goodman e Gilman:
as bases farmacológicas da terapêutica. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2018. (Virtual)
2. SADOCK, Benjamin James; SADOCK, Virginia Alcott; DORNELLES, Cláudia. Compêndio
de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Porto Alegre: Artmed,
2017. (Virtual)
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. TAVARES, Hermano et al... Psiquiatria, saúde mental e a clínica da impulsividade. São
Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
5. BLACK, Donald W.; GRANT, Jon E. Guia para o DSM-5: complemento essencial para o
manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2015.
(Virtual)
6. ANDRIS, Deborah A et al. Semiologia: bases para a prática assistencial. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.

Fadiga, Perda de Peso e Anemias

Ementa: Compreensão da fisiopatologia, o diagnóstico diferencial, os métodos diagnósticos e


a terapêutica das doenças que cursam com os sinais e/ou sintomas fadiga e/ou perda de peso
e/ou anemia, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da
comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a
integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e as informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.

95
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. VILAR, Lucio; KATER, Claudio Elias; NAVES, Luciana Ansaneli; FREITAS, Maria da
Conceição; FLESERIU, Maria. Endocrinologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. ZAGO, Marco Antonio; [Link]. Tratado de hematologia. São Paulo: Atheneu, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas.
Barueri: Manole, 2016.
3. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; [Link]. Histologia básica: texto e atlas.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
4. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
5. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.

Perda de Sangue

Ementa: Possibilita ao aluno a identificação das causas de perda de sangue aguda, os


mecanismos fisiológicos e fisiopatológicos envolvidos, a conduta terapêutica, os aspectos
bioéticos, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da
comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a
integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relaciona os dados e das informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

96
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. NELSON, David L.; COX, Michael M.; DALMAZ, Carla; TERMIGNONI, Carlos; PEREIRA,
Maria Luiza Saraiva. Princípios de bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed,
2018.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. HOFFBRAND, A. Victor; MOSS, Paul A. H.; FAILACE, Renato. Fundamentos em
hematologia de [Link] Alegre: Artmed, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto; PASQUINI, Ricardo; SPECTOR,
Nelson; COVAS, Dimas Tadeu; REGO, Eduardo Magalhães. Tratado de hematologia.
São Paulo: Atheneu, 2013.
2. HILAL-DANDAN, Randa; BRUNTON, Laurence L.; [Link]. Goodman & Gilman: manual de
farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, 2015.
3. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
4. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
(Virtual)
MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume 3: doenças hematológicas,
oncológicas,doenças renais. Barueri: Manole, 2016. (virtual)

Ser Médico

Ementa: O aluno conhece e discute sobre a jurisprudência médica existente em nosso país, o
código de Ética Médica, além de levar ao graduando detalhes da história da Medicina no
mundo e aprofundar seus conhecimentos em relação à real situação do profissional médico
no Brasil. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos
os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. O médico e o mundo do
trabalho, resgatando a história da Medicina, a jurisprudência médica existente em nosso país,
o código de Ética Médica e a real situação do profissional médico no Brasil.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e
da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MELO, Nehemias Domingos de. Responsabilidade civil por erro médico: doutrina e
jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2008. (Virtual)
2. FRANÇA, Genival Veloso de. Comentários ao código de ética médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019. (Virtual)
3. FRANÇA, Genival Veloso de. Fundamentos de medicina legal. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. (Virtual)

97
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PESSINI, Leo; BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de. Problemas atuais de bioética.
São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2014.
2. FRANÇA, Genival Veloso de. Direito médico. 15. Rio de Janeiro Forense 2019. (Virtual)
3. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina legal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
(Virtual)
4. SILVA, José Victor da (Org.). Bioética: visão multidimensional. São Paulo: Látria, 2010.
(Virtual)
5. GOZZO, Débora. Bioética e direitos fundamentais. São Paulo: Saraiva, 2012. (Virtual)

Interação Comunitária III

Ementa: Desenvolve no aluno habilidades e atitudes na prática de atendimento na atenção


básica, vinculada à saúde da família e comunidade, estimulando progressivamente o
desenvolvimento do raciocínio clínico, com formulação e discussão de hipóteses diagnósticas,
solicitação e interpretação de exames complementares pertinentes a cada caso e cada
paciente, ações de educação e promoção à saúde, relacionados com todo o processo saúde-
doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica
e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. O SUS e a prática
médica: alinhamento conceitual sobre o SUS; atenção básica como ordenadora da rede de
atenção à saúde; redes de atenção e implantação no Brasil/estado /cidade; o papel do médico
na estratégia saúde da família; estratificação do risco de doenças crônicas não transmissíveis;
classificação de risco. Treinamento em serviço das habilidades clínicas e atitudes (anamnese
e exame físico) e inserção do aluno na vivência na Estratégia da Saúde da Família. Principais
agravos na área de Otorrinolaringologia de competência da atenção básica, importante para
a formação do médico generalista.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; orientar o atendimento às necessidades
de saúde do paciente; favorecer a construção de vínculo, valorizando as preocupações,
expectativas, crenças e os valores relacionados aos problemas trazidos pelo paciente e
responsáveis; identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e
considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando
o raciocínio clínico-epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais,
repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes
pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara
e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames
diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado
máximo com a segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e
destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das
manobras e procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica;
esclarecer, ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando
as informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,

98
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses
estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do
paciente, familiares e responsáveis. Acessar e utilizar dados secundários e/ou informações
que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações, movimentos e
valores de populações, em seu território, visando ampliar a explicação de causas, efeitos e
determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados e as informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o diagnóstico de saúde e priorizar os
problemas segundo sua magnitude, existência de recursos para o seu enfrentamento e
importância técnica, cultural e política do contexto; participar na discussão e construção de
projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para melhoria dos indicadores de
morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e vulnerabilidades; estimular a inclusão
da perspectiva de outros profissionais e representantes de segmentos sociais envolvidos na
elaboração dos projetos em saúde; promover o desenvolvimento de planos orientados para
os problemas priorizados; participar na implementação de ações, considerando metas,
prazos, responsabilidades, orçamento e factibilidade; participar na avaliação dos projetos,
prestando contas e promovendo ajustes, orientados à melhoria da saúde coletiva. Formular e
receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a
construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a
transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e
do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DUNCAN, Bruce B.; SCHMIDT, Maria Inês.; GIUGLIANI, Elsa R. J.; DUNCAN, Michael
Schmidt.; GIUGLIANI, Camila. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013. (Virtual)
2. ARCHANJO, Daniela Resende; ARCHANJO, Léa Resende; SILVA, Lincoln Luciano da.
Saúde da família na atenção primária. Curitiba: Intersaberes, 2013. (Virtual)
3. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & saúde.
Rio de Janeiro: Medbook, 2018.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. WERNER, Jochen A.; LIPPERT, Burkard M.; DÜNNE, Anja-Alexandra; MÜLLER, Renate;
STAMM, Aldo. Atlas colorido de otorrinolaringologia: aspectos clínicos, diagnóstico
diferencial e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
2. SWARTZ, Mark H. Tratado de semiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier,2015.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume - 6: doenças dos olhos, doenças
dos ouvidos,nariz e garganta, neurologia, transtornos mentais. Barueri: Manole, 2016.
(Virtual)
4. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica Médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan,2015. (Virtual)
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; [Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.

99
Habilidades Clínicas e Atitudes III

Ementa: O aluno desenvolve habilidades e atitudes em técnica operatória: pratica os tempos


cirúrgicos fundamentais; utiliza instrumentais e equipamentos cirúrgicos, instrumentação
cirúrgica e equipe cirúrgica; vivencia ambiente cirúrgico, técnica asséptica e prevenção de
acidentes; manuseia fios, nós e realiza diferentes suturas; treina sutura; treina cirurgias úteis
ao médico generalista (urgência e emergência) em laboratório. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, da equipe multiprofissional de


trabalho, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos demais
e o contexto sociocultural de cada um. Apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; formular e
receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a
construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a
transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e
do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Orienta e compartilha com colegas
e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de
construir novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M.; [Link]. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
2. GOFFI, Fábio Schmidt; TOLOSA, Erasmo Magalhães de Castro; [Link]. Técnica cirúrgica:
bases anatômicas, fisiopatológicas e técnicas da cirurgia. São Paulo: Atheneu, 2007.
3. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; [Link]. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
2. MALAMED, Stanley F.; MUNDIM, Fernando. Manual de anestesia local. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
3. MILLER, Ronald D.; PARDO JR., [Link]. Bases da anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
4. PATERSON-BROWN, Simon. Tópicos essenciais em cirurgia geral e de emergência. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2016.
5. ROHDE, Luiz; OSVALDT, Alessandro Bersch. Rotinas em cirurgia digestiva. Porto Alegre:
Artmed, 2018.

Atenção à Mulher e à Criança

100
Ementa: Introduz o aluno na semiologia de grupos especiais: a mulher e a criança, com ênfase
na anamnese, exame físico, desenvolvimento do raciocínio clínico, formulação de hipóteses
diagnósticas, identificação de níveis de gravidade, definição uma linha de investigação e
iniciação à terapêutica.

Desempenho: Identificar os elementos para o estabelecimento de uma relação profissional


ética no contato com as pacientes, familiares e/ou responsáveis. Identificar e orientar no
atendimento as necessidades de saúde da paciente. Discutir sobre a necessidade do
favorecimento da construção de vínculo, valorizando as preocupações, expectativas, crenças
e os valores relacionados aos problemas trazidos pelos pacientes e responsáveis. Identificar
os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto
de vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença da mulher e da criança. Investigar os sintomas e sinais, as
repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes
pessoais e familiares, em relação às situações-problema apresentadas. Estabelecer as
hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos.
Fazer o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar,
do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Fazer a proposição e explicação,
ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou
afastar hipóteses diagnósticas. Propor a solicitação de exames complementares com base nas
melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes
necessários, avaliando as condições de segurança do paciente, eficiência e efetividade dos
exames; interpretar os resultados dos exames realizados considerando as hipóteses
diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente. Estabelecer, em contextos
específicos, de planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação. Discutir o plano terapêutico, suas implicações e o prognóstico,
segundo as melhores evidências científicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HOFFMAN, Barbara L.; SCHORGE, John O.; [Link]. Ginecologia de Williams. Porto Alegre:
AMGH, 2014.
2. VASCONCELOS, Marcio Moacyr. GPS: Guia Prático de Saúde em Pediatria. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
3. PEDREIRA, Larissa Chaves. Cuidados críticos em Enfermagem. São Paulo: GEN,2016.
(Virtual)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FERRI, Fred. Ginecologia e obstetrícia.São Paulo: Elsevier,2019.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume 1: atuação da clínica
médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da
mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na prática médica.
Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
4. BICKLEY, Lynn S. Propedêutica médica essencial: Bates Propedêutica médica essencial:
avaliação clínica, anamnese, exame físico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
(Virtual)
5. LASMAR, Ricardo Bassil. Tratado de Ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
(Virtual)

101
Genética Médica

Ementa: O aluno aplica os conhecimentos de Genética Humana como suporte para facilitar a
compreensão dos assuntos abordados nos módulos temáticos, relacionados com todo o
processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde.
Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os
envolvidos. Noções básicas para o entendimento da Genética. Genética molecular. Técnicas de
molecular utilizadas para diagnóstico. Genética mendeliana. Herança citoplasmática e nuclear.
Doenças Genéticas.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem a partir de uma situação-


problema, respeitando o conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada
um, formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e
favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de
todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da
cidadania e do direito à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. NUSSBAUM, Robert L.; MCINNES, Roderick R.; [Link]. Thompson & Thompson: genética
médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
2. BORGES-OSÓRIO, Maria Regina; ROBINSON, Wanyce Miriam. Genética humana. Porto
Alegre: Artmed, 2013.
3. SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J.; GALLO, Cláudia Vitória de Moura.
Fundamentos de genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. (Virtual)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. JORDE, Lynn B.; CAREY, John C.; BAMSHAD, Michael J.; SOARES, Alexandre Vianna
Aldighieri. Genética mé[Link] de Janeiro: Elsevier, 2017.
2. GRIFFITHS, Anthony J. F.; WESSLER, Susan R.; CARROL, Sean B.; DOEBLEY, John;
VANZELLOTTI, Idilia. Introdução a genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
3. OTTO, Paulo Alberto; MINGRONI NETTO, Regina Célia; OTTO, Priscila Guimaraes.
Genética médica. São Paulo: Roca, 2013. (Virtual)
READ, Andrew; DONNAI, Dian; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina. Genética clínica: uma nova
abordagem. Porto Alegre: Artmed, 2008.
4. KLUG, William S; CUMMINGS, Michael R.; SPENCER, Charlotte A.; PALLADINO, Michael
A.; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina; FISCHER, Rivo. Conceitos de genética. Porto Alegre:
Artmed, 2010.

Gestão do Projeto de Vida

Ementa: Introdução sobre grupos e equipes. Planejamento dos recursos humanos. Plano
sucessório. Planejamento de carreira. Conceitos de recrutamento, seleção, admissão e
desligamento. As qualidades do administrador. Motivação da equipe. Remuneração,
incentivos e benefícios. Aperfeiçoamento da equipe. Responsabilidade sobre o
desenvolvimento de pessoas. Desenvolvimento organizacional.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem a partir de uma situação-


problema, respeitando o conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada

102
um, formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e
favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de
todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da
cidadania. Identificar tipos e dinâmicas de equipes de trabalho; Analisar e mapear o contexto
de equipes; Formar novas equipes; Compreender o planejamento estratégico de empresa;
Planejar estrategicamente os recursos humanos das organizações; Planejar e gerir o plano
sucessório de empresa; Planejar e gerir carreira; Planejar e aplicar processos de recrutamento,
seleção, admissão e desligamento; Analisar, avaliar e gerir as qualidades (habilidade) dos
gestores; Incentivar equipes estimulando sua motivação; Controlar resultados de eficácia,
eficiência e efetividade das equipes; Elaborar políticas e normas de procedimentos de
recursos humanos; Planejar, implantar e gerenciar o modelo de remuneração, incentivos e
benefícios; Planejar e organizar treinamentos; Aperfeiçoar equipes funcionais por meio de
treinamentos; Calcular custos de treinamento; Desenvolver a organização estimando o
aprimoramento dos funcionários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUENCA, Carmen Lucia; CONSTANTINOV, Josiane Gregio; CENTRO UNIVERSITÁRIO DE
MARINGÁ Núcleo de Educação a Distância. Gestão de pessoas e desenvolvimento de
equipes. Maringá: Unicesumar, 2014.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizaçõ[Link]: Manole, 2015. (Virtual)
3. CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação à administração de recursos humanos. São Paulo:
Manole, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DESSLER, Gary; ODERICH, Cecília Leão. Administração de recursos humanos. São
Paulo: Prentice Hall, 2015. (Virtual)
2. KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012.
3. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos.
São Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
4. ROBBINS, Stephen P.; DECENZO, David A.; WOLTER, Robert. Fundamentos de gestão.
São Paulo: Saraiva, 2012.
5. ARAÚJO, Luis César Gonçalves de. Gestão de pessoas estratégias e integração
organizacional. São Paulo Atlas 2014. (virtual)

QUARTA SÉRIE

Dispneia, Dor torácica e Edemas

Ementa: Possibilita ao aluno identificar as causas de perda da normalidade tecidual e funcional,


os mecanismos fisiológicos e fisiopatológicos e os aspectos bioéticos envolvidos em processos
mórbidos que afetem coração, pulmões e rins, isoladamente ou em concomitância,
relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e
referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das
ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do
processo saúde-doença, envolvendo esses órgãos. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos
do trabalho em saúde. Curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em
todos os momentos do trabalho em saúde.

103
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e as informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. RIELLA, Miguel Carlos. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
2. LOPES, Antonio Carlos. Tratado de clínica médica: volume - 2. São Paulo: Roca, 2016.
3. MAGALHÃES, Carlos Costa; SERRANO JR., Carlos V.; CONSOLIM-COLOMBO, Fernanda
M.; NOBRE, Fernando; FONSECA, Francisco Antonio Helfenstein; FERREIRA, João
Fernando Monteiro; LORGA FILHO, Adalberto Menezes; CARNEIRO, Adriano Camargo
de Castro; MENEGHINI, Adriano; PÍSPICO, Agnaldo; KIYOSE, Alberto Takeshi; SANTOS,
Alexandra Alberta dos; ABIZAID, Alexandre; HUEB, Alexandre Ciappina; PEREIR.
Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri: Manole, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward; MARINHO JÚNIOR, Alcides; SOARES, Alexandre
Vianna Aldighieri; DELCORSO, Andrea; MARTINS, Bárbara de Alencar Leão; COANA,
Claudia; SITNIK, Debora; ALFARO, Diego; FUTURO, Douglas Arthur Omena; tradução de;
BUASSALY, Fabiana; MATTOS FILHO, Hermínio de; MAGALHÃES, Leonardo Allevato.
Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018..
3. PORTO, Celmo Celeno; ARNALDO LEMOS PORTO. Exame clínico Porto & Porto. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
4. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2014.

5. NARCISO, Marcelo Sampaio. Sobotta: atlas de anatomia humana: órgãos internos -


volume 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Manifestações Externas das Doenças e Iatrogenias

Ementa: O aluno reconhece as principais manifestações externas das doenças e as iatrogenias.


Doenças dermatológicas mais frequentes. Manifestações externas das doenças sistêmicas,
iatrogenias mais prevalentes, relacionadas com todo o processo saúde-doença do cidadão, da
família e da comunidade e referenciadas na realidade epidemiológica e profissional,
proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais,
nos níveis individual e coletivo, do processo saúde doença. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos

104
do trabalho em saúde. Demonstra curiosidade e capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e as informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relativos ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 7: alergia
e imunologia clínica. Doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. Barueri:
Manole, 2016.
2. OGA, Seizi; CAMARGO, Márcia Maria de Almeida; BATISTUZZO, José Antonio de
Oliveira. Fundamentos de toxicologia. São Paulo: Atheneu, 2014.
3. AZULAY, Rubem David; FILGUEIRA, Absalom L.; ANDRADE FILHO, Adebal de; BONALUMI
FILHO, Aguinaldo; VILAR, Airá Novello; GADELHA, Alcidarta dos Reis; RICCIARDI,
Alexandre Spiandorello; LUQUE, Alvaro Andrés; IGREJA, Ana Carolina de S. M.;
AMARAL, Ana Carolina Nascimento de; REIS, Ana Guiomar Matos Santiago; COUTINHO,
Ana Lucia Ferreira. Dermatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. SAMPAIO, Sebastiao A. P.; RIVITTI, Evandro A. Dermatologia. São Paulo: Artes Médicas,
2007.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. JUNQUEIRA, Luis Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
5. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2014.
6. JAWETZ, Ernest; MELNICK, Joseph L.; ADELBERG, Edward A. Microbiologia médica de
Jawetz, Melnick e Aldelberg. Porto Alegre: AMGH, 2012. Artmed,
7. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, 2015.
8. DU VIVIER, Anthony; MCKEE, Phillip H; COMENALE, Maria Esmene Gonçalves;
RODRIGUES, Denise Costa; FUTURO, Douglas Arthur Omena.; PINZETTA, Fabiana;
BERNARDES FILHO, Fred; ZACURA NETO, Guilherme; STELLING, Mariana Paranhos;
TAMAOKI, Miriam Yoshie; COSENZA, Paula Periquito. Atlas de dermatologia clínica. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2014.

105
Saúde da Mulher, Sexualidade Humana e Planejamento Familiar

Ementa: Visa à aquisição de competência na Atenção à Saúde da Mulher, através de ações


focadas na atenção às necessidades individuais de saúde, propiciando o estudante uma visão
geral das dimensões biopsicossocial e espiritual da saúde da mulher. Aquisição de
conhecimentos e compreensão dos eventos que possam afetar sua saúde durante os períodos
evolutivos: adolescência, ciclo grávido-puerperal, menacme e climatério. Compressão da
sexualidade humana nas suas diferentes fases do ciclo da vida; identificação dos diferentes
significados dos conceitos básicos de identidade sexual, orientação e papéis sexuais.
Reconhecimento e valorização das disfunções sexuais. Planejamento Familiar.

Desempenho: Identificar os elementos para o estabelecimento de uma relação profissional


ética no contato com as pacientes, familiares e/ou responsáveis. Identificar e orientar no
atendimento as necessidades de saúde da paciente. Discutir sobre a necessidade do
favorecimento da construção de vínculo, valorizando as preocupações, expectativas, crenças e
os valores relacionados aos problemas trazidos pelos pacientes e responsáveis. Identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença da mulher. Investigar os sintomas e sinais, as repercussões da situação,
hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares, em relação
às situações-problema apresentadas. Estabelecer as hipóteses diagnósticas mais prováveis,
relacionando os dados da história e exames clínicos. Fazer o prognóstico dos problemas do
paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental
e outros pertinentes. Fazer a proposição e explicação, ao paciente ou responsável, sobre a
investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas. Propor a
solicitação de exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários, avaliando as condições
de segurança do paciente, eficiência e efetividade dos exames; interpretar os resultados dos
exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do
paciente. Estabelecer, em contextos específicos, planos terapêuticos contemplando as
dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação. Discutir o plano terapêutico,
suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende:
obstetrícia fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 1: atuação
da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde
da mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na prática médica.
Barueri: Manole, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, 2015.

106
2. MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A.; MARTINS, Andreza.
Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3. TANAGHO, Emil A.; MCANINCH, Jack W. Urologia geral de Smith. Porto Alegre: Mc Graw-
Hill, 2014.
4. GOMES, Luiz Geraldo do Carmo. Sexualidade humana como um direito da
personalidade: entre lutas e reconhecimento. Maringá, 2014.
5. TENA, Lucimara Plaza. Do planejamento familiar e da aplicação dos direitos da
personalidade ao embrião crio preservado. Maringá, 2014.

Distúrbios Sensoriais, Motores e da Consciência

Ementa: Possibilita ao estudante conhecer os principais distúrbios da sensibilidade, da


motricidade e da consciência, para aplicação prática. Aspectos anatômicos, histológicos,
fisiológicos, farmacológicos, semiológicos e clínicos dos distúrbios da sensibilidade,
motricidade e da consciência, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão,
da família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional,
proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais,
nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e das informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ROWLAND, Lewis P. Merritt tratado de neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH,
2015.

107
2. AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
3. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward; MARINHO JÚNIOR, Alcides; SOARES,
Alexandre Vianna Aldighieri; DELCORSO, Andrea; MARTINS, Bárbara de Alencar Leão;
COANA, Claudia; SITNIK, Debora; ALFARO, Diego; FUTURO, Douglas Arthur Omena;
tradução de; BUASSALY, Fabiana; MATTOS FILHO, Hermínio de; MAGALHÃES,
Leonardo Allevato. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
4. STAATZ, Gundula; SARTOR, Klaus; HAEHNEL, Stefan; KRESS, Bodo. Diagnóstico por
imagem: [Link] Alegre: Artmed, 2010.
5. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

Desordens Nutricionais e Metabólicas

Ementa: O aluno identifica as desordens nutricionais e metabólicas mais frequentes, suas


manifestações, seus aspectos sociais, fisiopatológicos, além de medidas preventivas e
terapêuticas. Distúrbios nutricionais primários e secundários. Noções básicas de suporte
nutricional. Doenças endócrinas e metabólicas mais frequentes, relacionadas com todo o
processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciadas na realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde.
Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença.
Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e das informações
obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais
relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de
modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um
ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das
práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas.
Barueri: Manole, 2016.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2 .2014 Rio de Janeiro: Elsevier,
2018.
3. VILAR, Lucio.; KATER, Claudio Elias; NAVES, Luciana Ansaneli; FREITAS, Maria da
Conceição; BRUNO,Oscar Domingo. Endocrinologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013.

108
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 4:
doenças do aparelho digestivo, nutrição e doenças nutricionais. Barueri: Manole,
2016.
2. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH,
2015.
3. NARCISO, Marcelo Sampaio. Sobotta: atlas de anatomia humana: anatomia geral e
sistema muscular -volume 1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
4. NELSON, David L.; COX, Michael M.; VEIGA, Ana Beatriz Gorini da; CONSIGLIO, Angelica
Rosat; LEHNINGER, Albert Lester; DALMAZ, Carla. Lehninger: princípios de bioquímica.
Porto Alegre: Artmed, 2013.
5. AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Emergências Clínicas

Ementa: O aluno identifica e diagnostica as situações patológicas agudas com risco de vida e
aponta as providências necessárias para conduzi-las, assim como os principais fármacos
utilizados nessas ocasiões, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da
família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional, buscando
a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreender dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. É estimulado à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Identificar situações de emergência, desde o
início do contato, atuando de modo a preservar a saúde e a integridade física e mental das
pessoas sob cuidado. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os
dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente,
considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros
pertinentes; formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada
um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.

Bibliografia Básica:
1. CUELLAR ERAZO, Guilhermo A.; PIRES, Marco Tulio Baccarini; STARLING, Sizenando
Vieira. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2010.
2. AEHLERT, Barbara. ACLS - suporte avançado de vida em cardiologia: um guia para
estudo: Emergências em cardiologia . Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.

109
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AMLS: atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita. Farmacologia clínica: fundamentos da
terapêutica racional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
3. SOEIRO, Alexandre de Matos; LEAL, Tatiana de Carvalho Anderucci Torres; JUNIOR,
Múcio Tavares de Oliveira; FILHO, Roberto Kalil. Cardiologia de emergências em
fluxogramas. Barueri: Manole, 2015.
4. LA TORRE, Fabíola Peixoto Ferreira; PASSARELLI, Maria Lucia Bastos; CESAR, Regina
Grigolli; PECCHINI, Rogério; STAPE, Adalberto; ADDA, Adriana Della; TOMMASO,
Adriana Maria Alves de; SABA, Amine Barbella; THOMAZ, Ana Maria; BARBOSA,
Andréa Cristina Tavares; PACHECO, Andréia Nunes de Barros. Emergências em
pediatria: protocolos da Santa Casa. Barueri: Manole, 2013.
5. SOEIRO, Alexandre de Matos; LEAL, Tatiana de Carvalho Anderucci Torres; JUNIOR,
Múcio Tavares de Oliveira; FILHO, Roberto Kalil. Manual de condutas práticas da
unidade de emergências do InCor. Barueri: Manole, 2015.

Interação Comunitária IV

Ementa: Treina o aluno para a prática da medicina ambulatorial e emergencial, na atenção


secundária à saúde, com ênfase nas áreas de infectologia, cardiologia, geriatria, pneumologia,
saúde mental, neurologia, e endocrinologia, com proposta diagnóstica e terapêutica criteriosa
(medicina baseada em evidências), através da sistematização de técnicas de anamnese,
exame físico e semiologia em situações normais e anormais em indivíduos em diferentes fases
do ciclo vital: gestante, mãe-filho, criança, adolescente, adulto e idoso, analisando seu
contexto social, cultural e familiar. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde. Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do
processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada e participando
da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; orientar o atendimento às necessidades
de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de
julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico- epidemiológico e a técnica semiológica; investigar
os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas
e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no
prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou técnicas
do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do
responsável; demonstra cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto do
paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e
percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos do exame físico geral e
específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao responsável por
ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível.
Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e
exames clínicos; discute o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos
pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e

110
esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis; Acessar e utilizar dados secundários
e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações,
movimentos e valores de populações, em seu território, visando ampliar a explicação de
causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados das
informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelece o
diagnóstico de saúde e prioriza os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar na
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar da
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar da avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes,
orientados à melhoria da saúde coletiva; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Estimular a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018
2. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
3. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico: bases para a prática médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan,2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 1:
atuação da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina
preventiva, saúde da mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na
prática médica. Barueri: Manole, 2016.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas. Barueri:
Manole, 2016.
3. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica Médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan,2015.
4. MANSUR, Carlos Gustavo. Psiquiatria para o médico generalista. Porto Alegre: Artmed,
2013.

111
5. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016.

Habilidades Clínicas e Atitudes IV

Ementa: Habilita o aluno nas práticas ambulatoriais nas áreas de pequenas cirurgias,
gastroenterologia, ortopedia, nefrologia, dermatologia, urgência e emergência adulta e
pediátrica e cirurgia vascular, buscando desenvolver a anamnese, exame físico e raciocínio
clínico, em situações normais e anormais no estado geral, com ênfase nas patologias crônicas
do diversos órgãos e sistemas. Promove a habilidade de comunicação, discutindo a relação
médico-paciente, as reações do doente ante a doença e reações próprias e a promoção de
saúde perante o doente, família e comunidade. Compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde. Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do
processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada e participando
da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; orientar o atendimento às necessidades
de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de
julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os
sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e
antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário
de forma clara e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame
físico ou exames diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do responsável;
demonstrar cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto do paciente;
apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com
precisão na aplicação das manobras e procedimentos do exame físico geral e específico,
considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os
sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer
hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos;
discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos pessoal,
familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer
as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis; formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e
da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Estimular a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais; orientar e compartilhar

112
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
2. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
3. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark;
MATTOX, Kenneth L.; MIDÃO, Alexandre Maceri. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
2. LONGO, Dan L.; FONSECA, Ademar Valadares. Medicina interna Harrisson: volume - 2.
3. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico: bases para a prática médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
4. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu; YOSHIDA, Winston Bonetti; MOURA, Regina;
GIANNINI, Mariangela; ROLLO, Hamilton Almeida; SOBREIRA, Marcone Lima;
LASTORIA, Sidnei; ARAUJO, Adalberto Pereira de; PEREIRA, Adamastor H.; LOPES,
Ademar; MOREIRA, Airton Mota; VESCOVI, Alberto; BOZZA, Alda Candido Torres;
CASTRO, Aldemar Araújo; AMATO, Alexandre Campos Moraes; ANACLETO, Alexandre
Maierá Doenças vasculares periféricas: volume - 1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2016.
5. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu; MOURA, Regina; GIANNINI, Mariangela;
ROLLO, Hamilton Almeida; SOBREIRA, Marcone Lima; LASTORIA, Sidnei; ARAUJO,
Adalberto Pereira de; PEREIRA, Adamastor H.; LOPES, Ademar; MOREIRA, Airton Mota;
VESCOVI, Alberto; BOZZA, Alda Candido Torres; CASTRO, Aldemar Araújo; AMATO,
Alexandre Campos Moraes; ANACLETO, Alexandre Maierá; JACOMO, Alfredo Luiz; S
Doenças vasculares periféricas: volume - 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.

Saúde Baseada em Evidências

Ementa: Instrumentaliza o aluno para conhecimentos básicos de medicina baseada em


evidências, a linguagem epidemiológica e clínica, preparando-o para a leitura crítica da
literatura médica, utilizando de forma integrada conhecimentos de áreas essenciais para a
formação do médico moderno, tais como: bioestatística, epidemiologia clínica, informática
aplicada à saúde e metodologia científica. Desenvolve a capacidade de realizar o raciocínio
voltado à resolução de problemas clínicos. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde. Identificação e uso das novas tecnologias da informação e comunicação (TICs).

Desempenho: Introduzir conhecimentos básicos de medicina baseada em evidências e um de


seus tripés que vem a ser a Epidemiologia clínica. Tais conhecimentos permitirão a melhor

113
interpretação de dados da bibliografia médica e sua utilização na prática clínica.
Desenvolver a capacidade de realizar o raciocínio voltado à resolução de problemas clínicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

1. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & saúde -
7. ed. / 2013 Rio de Janeiro: Medbook, 2013.
2. JEKEL, James F.; KATZ, David L.; FERREIRA, Jair; ELMORE, Joann G. Epidemiologia,
bioestatística e medicina preventiva - 2. ed. / 2005 Porto Alegre: Artmed, 2005.
3. VIEIRA, Sonia. Metodologia científica para a área de saúde / 2003 Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003.

QUINTA SÉRIE

Estágio Supervisionado em Clínica Médica I

Ementa: Treinamento em serviço que inclui aspectos essenciais na área de Clínica Médica,
com atendimento de pacientes adultos, nos vários níveis de atenção: primário (UBS),
secundário (ambulatórios de especialidades) e terciário (hospitalar), com ênfase na referência
e contra referência. Desenvolvimento da capacidade de realização de diagnósticos na área da
clínica médica, com ênfase na construção de diagnósticos diferenciais adequados para cada
caso estudado, podendo assim estabelecer plano terapêutico específico, conhecendo os
efeitos terapêuticos e adversos das medicações prescritas nas situações-problema, bem como
desenvolver capacidades de comunicação com os pacientes, seus familiares e profissionais da
saúde. Aprendizado com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.
Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de
trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada na formação dos futuros
profissionais médicos.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico
e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos,
fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares; registra os dados
relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os
procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo
consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança,
privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção,
apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos
do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou
ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no
prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando
os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente,
considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros

114
pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada,
considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e
explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar
ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores
evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários;
avaliar as condições de segurança do paciente, eficiência e efetividade dos exames;
interpretar os resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a
condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário, a investigação
diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores
evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou
responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o
paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre
as ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que
necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a
compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do
plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do
paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um
e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso
de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa
da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estimular a construção
coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo
espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.
Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e
outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir
novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica Médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. PEDROSO, Enio Roberto Pietra; OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: clínica
médica. Belo Horizonte: Blackbook, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019. (Virtual)

115
2. PORTO, Celmo Celeno; ARNALDO LEMOS PORTO. Exame clínico Porto & Porto. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 3:
doenças hematológicas, oncológicas, doenças renais. Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 4:
doenças do aparelho digestivo, nutrição e doenças nutricionais. Barueri: Manole,
2016. (Virtual)
5. BERGESTEIN, Gilberto. A informação na relação médico-paciente. São Paulo: Saraiva,
2013. (Virtual)

Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher I

Ementa: Treina o aluno em atendimento e seguimento ambulatorial e hospitalar de pacientes


adultos femininos em seguimento obstétrico, nos diferentes níveis de atenção à saúde.
Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estímulo à construção coletiva de
conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços
formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico
e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos,
fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados
relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os
procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo
consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança,
privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção,
apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos
do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou
ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no
prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando
os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente,
considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros
pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada,
considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e
explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar
ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores
evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários;
interpretar os resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a
condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário, a investigação
diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos

116
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores
evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou
responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o
paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre
as ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que
necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a
compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do
plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do
paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um
e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso
de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa
da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estimular a construção
coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo
espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.
Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e
outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir
novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende:


obstetrícia fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
3. LEVENO, Kenneth J.; ALEXANDER, James M.; ISLABÃO, André Garcia; MACHADO, Paulo
Henrique. Manual de obstetrícia de Williams: complicações na gestação. Porto
Alegre: AMGH, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALDRIGHI, José Mendes; OLIVEIRA, Vilmar Marques de; OLIVEIRA, André Lima de.
Ginecologia: fundamentos e avanços na propedêutica, diagnóstico e tratamento. São
Paulo: Atheneu, 2013.
2. FREITAS, Fernando; MENKE, Carlos Henrique; RIVOIRE, Waldemar Augusto; PASSOS,
Eduardo Pandolfi. Rotinas em ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011.
3. DECHERNEY, Alan H.; NATHAN, Lauren; LAUFER, Neri; ROMAN, Ashley S.; TOLEDO,
Maria da Graça Figueiró da Silva; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina Lucena; VOEUX,
Patricia Lydie Joséphine; WINKEL, Abigail Ford; HAMEED, Afshan B.; MURPHY, Aisling;
PENZIAS, Alan SIMON, Alex; KARAM, Amer; BRZEZINSKI, Amnon; FLICK, Amy A.;

117
REBARBER, Andrei; HUANG, Andy. Current ginecologia e obstetrícia: diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre: AMGH, 2014
4. CHAVES NETTO, Hermógenes; SÁ, Renato Augusto Moreira de; OLIVEIRA, Cristiane
Alves de. Manual de condutas em obstetrícia. São Paulo: Atheneu, 2011.
5. CUNNINGHAM, F. Gary; LEVENO, Kenneth J.; BLOOM, Steven L.; SPONG, Catherine Y.;
DASHE, Jodi S.; HOFFMAN, Barbara L.; CASEY, Brian M.; SHEFFIELD, Jeanne S.;
FONSECA, Ademar Valadares; COSENDEY, Carlos Hanrique; DORVILLÉ, Luis Fernando
Marques; TOLEDO, Maria da Graça Figueiró da Silva. Obstetrícia de Williams. Porto
Alegre: AMGH, 2016.

Estágio Supervisionado em Saúde da Criança e do Adolescente I

Ementa: Treina o aluno em atendimento e seguimento ambulatorial e hospitalar de pacientes


pediátricos, com ênfase em pediatria geral e hebiatria. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Estimula a construção coletiva de conhecimento em todas
as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese da criança e adolescentes, utilizando o
raciocínio clínico-epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais,
repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes
pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara
e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames
diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado
máximo com a segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e
destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das
manobras e procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica;
esclarecer, ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando
as informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses
estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do
paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a
investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar
exames complementares com base nas melhores evidências científicas, avaliando a
possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os resultados dos
exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do
paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e
objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos terapêuticos, contemplando as
dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas

118
implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas; promover o diálogo
sobre as necessidades referidas pelo paciente ou responsável, com as necessidades
percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o paciente a refletir sobre seus
problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado,
promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; implementar
ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e
negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com justificativa;
informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis; considerar a
relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações aos
pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas;
favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e
resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que necessário;
explica e orienta sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente
ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em
todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

Bibliografia Básica:
1. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3. CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 1. Barueri: Manole,
2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. SATO, Helena Keico; SÁFADI, Marco Aurélio P.; KFOURI, Renato de Ávila; MARQUES,
Silva Regina. Atualização em imunizações. São Paulo: Atheneu, 2013.
2. CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 1. Barueri: Manole,
2016.
3. STAATZ, Gundula; PIROTH, Werner; HONNEF, Dagmar; RADKOW, Tanja. Diagnóstico
por imagem: pediatria. Porto Alegre: Artmed, 2010.
4. SCHVARTSMAN, Benita G. Soares; MALUF JUNIOR, Paulo Taufi. Doenças reumáticas
na criança e no adolescente. São Paulo: Manole, 2008.

119
5. OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: pediatria. Belo Horizonte: Blackbook, 2011.

Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica e Anestesia I

Ementa: Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço e supervisão docente na


área de clínica cirúrgica e anestésica, praticando a relação médico paciente com visão integral
do indivíduo, considerando seu contexto social e cultural. Diagnóstico e plano terapêutico
cirúrgico do adulto, no âmbito hospitalar e ambulatorial. Cuidados pré-, peri- e pós-
operatório. Princípios da técnica cirúrgica. Princípios da Cirurgia Geral. Suporte intensivo do
paciente cirúrgico. Referência e contra referência do paciente cirúrgico Estímulo à curiosidade
e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas
as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico
e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos,
fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados
relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os
procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo
consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança,
privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção,
apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos
do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou
ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no
prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando
os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente,
considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros
pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada,
considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e
explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar
ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores
evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários;
interpretar os resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a
condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação
diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores
evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou
responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o
paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre
as ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que

120
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que
necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a
compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do
plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do
paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um
e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso
de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa
da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estimular a construção
coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo
espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.
Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e
outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir
novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
2. MILLER, Ronald D.; PARDO JR., Manuel C.; RODRIGUES, Denise Costa. Bases da
anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier,
3. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark;
MATTOX, Kenneth L.; MIDÃO, Alexandre Maceri. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. TOY, Eugene C.; LIU, Terrence H. Casos clínicos em cirurgia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
(Virtual)
2. BEHAR, Nino. Anestesia: abordagem prática. Rio de Janeiro: Roca, 2014. (Virtual)
3. ROHDE, Luiz et al... Rotinas em cirurgia digestiva. Porto Alegre: Artmed, 2005. (Virtual)
4. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Doenças vasculares periféricas: volume -
1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. (Virtual)
5. HEBERT, Sizínio Kanaan; XAVIER, Renato; PARDINI JUNIOR, Arlindo G.; BARROS FILHO,
Tarcisio Eloy Pessoa de. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre:
Artmed, 2017. (Virtual)

Estágio Supervisionado em Medicina de Saúde da Família e Comunidade I

Ementa: Treinamento em serviço com graus de autonomia e complexidade crescentes como


integrante de equipe de Saúde de Família e Comunidade. Desenvolvimento de habilidades,
assimilação de atitudes e aquisição de conhecimentos compatíveis com a realidade
epidemiológica e social de comunidades e famílias atendidas por serviço de atenção primária

121
em saúde. Reconhecimento de elementos teórico-metodológicos envolvidos na organização
da assistência de forma individual e coletiva. Reconhecimento das políticas públicas,
referenciado pelas necessidades de saúde da população.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico
e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos,
fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados
relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os
procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo
consentimento do paciente ou do responsável; demonstra cuidado máximo com a segurança,
privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção,
apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos
do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou
ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no
prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando
os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente,
considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros
pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada,
considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e
explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar
ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores
evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários;
interpretar os resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a
condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação
diagnóstica, de forma clara e objetiva; estabelecer em contextos específicos os planos
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores
evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou
responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o
paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre
as ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que
necessário; registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando

122
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Acessar e utilizar dados
secundários e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e
das relações, movimentos e valores de populações, em seu território, visando ampliar a
explicação de causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados
e as informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o
diagnóstico de saúde e priorizar os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar da
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar da
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar na avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes
orientados à melhoria da saúde coletiva. Participar na elaboração de planos de intervenção
para o enfrentamento dos problemas priorizados, visando a melhorar a organização do
processo de trabalho e da atenção à saúde; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais, orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DUNCAN, Bruce B..; SCHMIDT, Maria Inês.; GIUGLIANI, Elsa R. J.; DUNCAN, Michael
Schmidt.; GIUGLIANI, Camila. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
2. ARCHANJO, Daniela Resende; ARCHANJO, Léa Resende; SILVA, Lincoln Luciano da.
Saúde da família na atenção primária. Curitiba: Intersaberes, 2013.
3. BARACAT, Edmund Chada; SILVA, Leonardo da; AMARAL, José Luiz Gomes do;
ANDRIOLO, Adagmar; CAVALCANTE, Adilson Joaquim Westheimer; HATANAKA, Alan
R.; FRISOLI JUNIOR, Alberto; REIS, Alessandra Diehl; JULIÃO, Alessandra Maria;
FREITAS, Aline Pires de; FERNANDES, Ana Luisa Godoy; MASSARO, Ayrton Roberto.
Atualização em saúde da família: volume 1. Barueri: Minha editora, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. MORIGUTI, Julio Cesar; LIMA, Nereida Kilza da Costa; FERRIOLLI, Eduardo; VALLE,
Adriana Polachini do; SOARES, Alberto de Macedo; MONDELLI, Alessandro Lia;
SANTOS, André Filipe Junqueira dos; SAURIN, Andréa Campos Idaló. Desafios do
diagnóstico diferencial em geriatria. São Paulo: Atheneu, 2012.
2. ELLIS, Harold; FRENCH, Herbert, 1875-1951; KINIRONS, Mark T. French's diagnóstico
diferencial de A a Z. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007
3. LÓPEZ, Mario; LAURENTYS-MEDEIROS, José de. Semiologia médica: as bases do
diagnóstico clínico. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.

123
4. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
6. PORTO, Celmo Celeno; ARNALDO LEMOS PORTO. Exame clínico Porto & Porto. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

Estágio Supervisionado em Saúde Mental

Ementa: Treina o aluno em atendimentos individuais de crianças, adultos e idosos com


problemas específicos em saúde mental. Além disso, objetiva oferecer ao aluno uma
compreensão humanística do indivíduo que é atendido nos demais estágios curriculares
obrigatórios (Pediatria, Saúde Coletiva, Clínica Médica, Clínica Cirúrgica e Emergência),
facilitando a compreensão do sujeito como uma integração de aspectos biológicos,
psicológicos e sociais. Esses objetivos serão alcançados utilizando como cenários os vários
níveis de atenção: primário (UBS e Unidades de Saúde da Família), secundário (ambulatórios
de especialidades e Centros de Atenção Psicossociais) e terciário (Unidades de Pronto
Atendimento, hospitais gerais, hospitais psiquiátricos e emergências psiquiátricas), além de
laboratórios de habilidades. Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: 1) Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares e/ou
responsáveis; 2) Utilizar linguagem compreensível ao paciente, estimulando seu relato
espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto; 3) Entender, praticar e refletir sobre
habilidades técnicas e humanísticas na relação médico-paciente; 4) Orientar o atendimento às
necessidades de saúde do paciente; 5) Identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação
de julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; 6) Orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico e a técnica semiológica; 7) Investigar os
sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e
antecedentes pessoais e familiares; 8) Registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário
de forma clara e legível; 9) Demonstrar cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto
do paciente; 10) Apresentar postura ética e destreza técnica na utilização de técnicas de entrevista
para a realização do Exame do Estado Mental; 11) Esclarecer ao paciente ou ao responsável por
ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível; 12)
Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e exames
clínicos; 13) Discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos pessoal,
familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes; 14) Informar e esclarecer
as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis; 15) Propor e explicar, ao paciente ou
responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses
diagnósticas; 16) Solicitar exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; 17) Avaliar as condições
de segurança do paciente, eficiência e efetividade dos exames; 18) Interpretar os resultados dos
exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do
paciente; 19) Registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e
objetiva; 20) Ser capaz de formular planos terapêuticos específicos para um indivíduo,
contemplando tanto o âmbito individual quanto o coletivo e as dimensões de promoção,
prevenção, tratamento e reabilitação singularizadas ao sujeito; 21) Estabelecer pacto sobre as
ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; 22)

124
Conseguir utilizar princípios básicos de metodologia científica na escolha de opções terapêuticas
atuais e eficazes; 23) Utilizar de forma consciente e responsável formulários para prescrição de
medicações de uso controlado; 24) Implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e
orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do
paciente com justificativa; 25) Considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e
provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; 26)
Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do
paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e realizando
conquistas; 27) Rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário; 28) Explicar e
orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou
responsável; 29) Registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente; 30) Favorecer o
envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; 31)
Atuar de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça
à vida; 32) Atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes; 33) Refletir
sobre a importância da rede de atendimento à saúde, interligada à rede de educação e de
assistência; 34) Refletir sobre a importância de sua própria saúde física e mental para a prática da
atividade médica; 35) Refletir sobre princípios éticos da prática médica, nas situações e
atendimentos ao longo do estágio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAETANO, Dorgival. Classificação de transtornos mentais e de comportamento da
CID-10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artmed, 2008.
2. GENTIL, Valentim; GATTAZ, Wagner Farid; GENTIL, Valentim. Clínica psiquiátrica:
volume - 1. Barueri: Manole, 2011.
3. SADOCK, Benjamin James; SADOCK, Virginia Alcott; DORNELLES, Cláudia. Compêndio
de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Porto Alegre: Artmed,
2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GENTIL, Valentim; GATTAZ, Wagner Farid; GENTIL, Valentim. Clínica psiquiátrica:
volume - 2. Barueri: Manole, 2011.
2. CURY, Geraldo Cunha. Epidemiologia aplicada ao Sistema Único de Saúde: Programa
de Saúde da Família. Belo Horizonte, MG: COOPMED, 2005.
3. SOUZA, Maria Fátima de; FRANCO, Marcos da Silveira; MENDONÇA, Ana Valéria
Machado. Saúde da família nos Municípios Brasileiros: os reflexos dos 20 anos no
espelho do futuro. Campinas: Saberes Editora, 2014.
4. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; VIANA, Ana Luiza d'Ávila; MATTOS, Augustus Tadeu Relo
de; MELLO, Guilherme Arantes; SILVA, Hudson Pacifico da; FERREIRA, Janise Braga
Barros; UETA, Julieta. Manual de saúde pública & saúde coletiva no Brasil. São Paulo:
Atheneu, 2012.
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; BONFIM, José Rubem de Alcântara; MINAYO,
Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marco; DRUMOND JÚNIOR, Marcos; CARVALHO,
Yara Maria de. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2015.

Estágio Supervisionado em Urgência e Emergência I

Ementa: Treinamento do aluno em serviço, no âmbito do pronto-socorro hospitalar, com


supervisão docente e responsabilidade progressiva na área de urgência e emergência, com

125
foco na fisiopatologia, diagnóstico e tratamento de doenças do adulto em serviço de urgência
e emergência. Relação médico-paciente com visão integral do paciente, considerando seu
contexto social, cultural e espiritual. Treinamento em ambiente de simulação realística com o
objetivo de educar o estudante para prestar o primeiro atendimento em situações de urgência
e emergência, de forma ética e reforçando as ações em equipe. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos
do trabalho em saúde. Estimula a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada
e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares e/ou
responsáveis; Identificar situações de emergência, desde o início do contato, atuando de modo
a preservar a saúde e a integridade física e mental das pessoas sob cuidado. Orientar o
atendimento às necessidades de saúde do paciente; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orienta o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico
e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos,
fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados
relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os
procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo
consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança,
privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção,
apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos do
exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao
responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário,
de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da
história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os
contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar
e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou
responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses
diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os
resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e
o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de forma
clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos terapêuticos, contemplando
as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; estabelecer pacto sobre as
ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário;
implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis,
estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com
justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis;
considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações
aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas; favorecer
o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos;
rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre

126
os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou responsável;
registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um
instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e
da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada
e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos
com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o
interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUELLAR ERAZO, Guilhermo A.; PIRES, Marco Tulio Baccarini; STARLING, Sizenando
Vieira. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2010.
2. TEIXEIRA, Júlio César Gasal (Ed.). Unidade de emergência: condutas em medicina de
urgência. São Paulo: Atheneu, 2009.
3. SCHOR, Nestor; FALOPPA, Flávio; ALBERTONI, Walter Manna. Guia de ortopedia e
traumatologia Barueri: Manole, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SHAH, Kaushal; MASON, Chilembwe; BURNIER, Jussara Nogueira Terra. Procedimentos
de emergência essenciais. Porto Alegre: Artmed, 2009.
2. AEHLERT, Barbara. ACLS, suporte avançado de vida em cardiologia: um guia para
estudo: Emergências em cardiologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
3. HEBERT, Sizínio Kanaan; XAVIER, Renato; PARDINI JUNIOR, Arlindo G.; BARROS FILHO,
Tarcisio Eloy Pessoa de. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
5. MARTINS, Herlon Saraiva; BRANDÃO NETO, Rodrigo Antonio; VELASCO, Irineu Tadeu;
LORGA FILHO, Adalberto Menezes; MACHADO, Adriano da Silva; PROKOPOWITSCH,
Aleksander Snioka; SANTANA, Alfredo Nicodemos da Cruz; LINO, Angelina Maria
Martins; LEVIN, Anna Sara Shafferman; GALVÃO, Antonio Cezar Ribeiro; NASSAR
JÚNIOR, Antônio Paulo. Medicina de emergência: abordagem prática. Barueri: Manole,
2016.

Formação Sociocultural e Ética II

Ementa: Estudo e interpretação sobre os acontecimentos sociais, políticos, econômicos,


culturais e atualização permanente sobre a realidade brasileira, mundial e sobre outras áreas
do conhecimento. Estudo dos valores éticos e culturais que permeiam as relações dos
homens na sociedade contemporânea, focando as relações étnico-raciais, a história e a
cultura afro-brasileira e indígena e reflexão crítica acerca das políticas de afirmação e resgate
histórico da população brasileira. Políticas públicas de inclusão social; formação da

127
identidade nacional brasileira e das políticas educacionais da valorização das diversidades e
dos direitos humanos. Políticas de Educação Ambiental e Sustentabilidade.

Desempenho: Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares


e/ou responsáveis; pensar sobre a importância de acompanhar a evolução do mundo,
mantendo-se atualizado e bem informado; refletir sobre a qualidade de suas leituras e se
autoavaliar enquanto leitores e cidadãos, possibilitando-lhes condições mais efetivas para
que construam seu espaço no mercado de trabalho. Ler, compreender, interpretar e analisar
textos verbais e não verbais. Compreender e interpretar adequadamente textos verbais e
não verbais, dos mais diversos gêneros de circulação social, de modo a aperfeiçoar
habilidades fundamentais para a formação de leitores críticos, experientes e competentes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo:
Cortez, 2011.
2. SOLE, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. VALLS, Alvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. São Paulo: Ática, 2004.
2. LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É preciso facilitar a leitura: um guia para escrever
claro. São Paulo: Contexto, 2007.
3. BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: fundamentos sócio-históricos. São Paulo: Cortez, 2010.
4. SILVA, Ezequiel Theodoro da. O ato de ler: fundamentos psicológicos para uma nova
pedagogia da leitura. São Paulo: Cortez, 2002.
5. KLEIMAN, Angela B. O ensino e a formação do professor: alfabetização de jovens e adultos.
Porto Alegre: Artmed, 2001.

SEXTA SÉRIE

Estágio Supervisionado em Urgência e Emergência II

Ementa: Treinamento do aluno em serviço, em níveis crescentes de autonomia e


complexidade para o aluno, no âmbito do pronto-socorro hospitalar, com supervisão
docente e responsabilidade progressiva na área de urgência e emergência, com foco na
fisiopatologia, diagnóstico e tratamento de doenças do adulto em serviço de urgência e
emergência. Relação médico-paciente com visão integral do paciente, considerando seu
contexto social, cultural e espiritual. Treinamento em ambiente de simulação realística com
o objetivo de educar o estudante para prestar o primeiro atendimento em situações de
urgência e emergência, de forma ética e reforçando as ações em equipe. Treinamento de
habilidades, atitudes, de técnicas e protocolos de atendimento clínico e dinâmica de equipe
de alto desempenho. São aprofundados temas de emergências pediátricas, obstétricas e
clínicas. Reconhecimento e atuação em situações de violência doméstica, emergências
psiquiátricas e comunicação de más notícias. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento
da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho
em saúde. Estimula a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do

128
processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada e participando
da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares


e/ou responsáveis; Identificar situações de emergência, desde o início do contato, atuando
de modo a preservar a saúde e a integridade física e mental das pessoas sob cuidado.
Orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; utilizar
linguagem compreensível ao paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua
privacidade e conforto; identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de
julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico e a técnica semiológica; investigar
os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas
e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no
prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou
técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do
responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto do
paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e
percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos do exame físico geral
e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao responsável por
ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível.
Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e
exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os
contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes.
Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando
dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao
paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar
hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores evidências
científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários;
interpretar os resultados dos exames realizados, considerando as hipóteses diagnósticas, a
condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação
diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de
outros profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar
as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de
procedimentos médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em
vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e competente nas situações de
emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da
vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções
realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados
obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da
equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o
diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os
encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou responsável;
registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um
instrumento orientador do cuidado integral do paciente, formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas
e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.

129
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em
todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUELLAR ERAZO, Guilhermo A.; PIRES, Marco Tulio Baccarini; STARLING, Sizenando
Vieira. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2010.
2. TEIXEIRA, Júlio César Gasal (Ed.). Unidade de emergência: condutas em medicina de
urgência. São Paulo: Atheneu, 2009.
3. SCHOR, Nestor; FALOPPA, Flávio; ALBERTONI, Walter Manna. Guia de ortopedia e
[Link]: Manole, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AMLS: atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. MARTINS, Herlon Saraiva; BRANDÃO NETO, Rodrigo Antonio; VELASCO, Irineu Tadeu;
LORGA FILHO, Adalberto Menezes; MACHADO, Adriano da Silva; PROKOPOWITSCH,
Aleksander Snioka; SANTANA, Alfredo Nicodemos da Cruz; LINO, Angelina Maria
Martins; LEVIN, Anna Sara Shafferman; GALVÃO, Antonio Cezar Ribeiro; NASSAR
JÚNIOR, Antônio Paulo. Medicina de emergência: abordagem prática. Barueri:
Manole, 2016.
3. SOEIRO, Alexandre de Matos; LEAL, Tatiana de Carvalho Anderucci Torres; JUNIOR,
Múcio Tavares de Oliveira; FILHO, Roberto Kalil. Manual de condutas práticas da
unidade de emergências do InCor. Barueri: Manole, 2015.
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
5. NASI, Luiz Antonio. Rotinas em pronto-socorro. Porto Alegre: Artmed, 2005.

Estágio Supervisionado em Clínica Médica II

Ementa: Treinamento em serviço em níveis crescentes de autonomia e complexidade, que


inclui aspectos essenciais nas áreas de Clínica Médica, com atendimento de pacientes adultos,
nos vários níveis de atenção secundário (ambulatórios de especialidades) e terciário e
quaternário (hospitalar) com ênfase na referência e contra referência. Desenvolvimento da
capacidade de realização de diagnósticos na área da clínica médica, com ênfase na construção
de diagnósticos diferenciais adequados para cada caso estudado, podendo assim estabelecer
plano terapêutico específico, conhecendo os efeitos terapêuticos e adversos das medicações
prescritas nas situações-problema, bem como desenvolver capacidades de comunicação com
os pacientes, seus familiares e profissionais da saúde. Aprendizado com todos os envolvidos,
em todos os momentos do trabalho em saúde. Estímulo à construção coletiva de
conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços
formais de educação continuada na formação dos futuros profissionais médicos.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou

130
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; orientar o atendimento às necessidades
de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de
julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico- epidemiológico e a técnica semiológica; investigar
os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas
e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no
prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou técnicas
do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do
responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto do
paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e
percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos do exame físico geral e
específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao responsável por
ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível.
Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e
exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos
pessoal, familiar, laboral, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e
esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou
responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses
diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os
resultados dos exames realizados, considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica
e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de
forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos terapêuticos
contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; discutir o
plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas;
promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou responsável, com as
necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o paciente a refletir sobre
seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado,
promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; implementar
ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e
negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com justificativa;
informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis; considerar a
relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações aos
pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas;
favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e
resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário; explicar
e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou
responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente, formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e demonstrar capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de

131
conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços
formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar
e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros
profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos
significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. PORTO, Celmo Celeno, PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan,2015. (Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 1. 2014 Rio de Janeiro: Elsevier,
2018.
3. PEDROSO, Enio Roberto Pietra; OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Black book: clínica
médica. BeloHorizonte: Blackbook, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatologias. Barueri:
Manole, 2016. (Virtual)
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
3. HOFF, Paulo Marcelo Gehm; KATZ, Artur; CHAMMAS, Roger; ODONE FILHO, Vicente;
NOVIS, Yana Sarkis; FARES, Abdo Latif; LOPES, Ademar; LONGATTO FILHO, Adhemar;
SCHERR, Adolfo José de Oliveira; CALABRICH, Aknar Freire de Carvalho; LEAL,
Alessandro Igor Cavalcanti; OLIVEIRA, Alexandre Dermargos. Tratado de oncologia:
volume 1. São Paulo: Atheneu, 2013.
4. HOFF, Paulo Marcelo Gehm; KATZ, Artur; CHAMMAS, Roger; ODONE FILHO, Vicente;
NOVIS, Yana Sarkis; FARES, Abdo Latif; LOPES, Ademar; LONGATTO FILHO, Adhemar;
SCHERR, Adolfo José de Oliveira; CALABRICH, Aknar Freire de Carvalho; LEAL,
Alessandro Igor Cavalcanti; OLIVEIRA, Alexandre Dermargos. Tratado de oncologia:
volume 2. São Paulo: Atheneu, 2013.
5. WAJCHENBERG, Bernardo Leo; LERÁRIO, Antonio Carlos; BETTI, Roberto. Tratado de
endocrinologia clínica. São Paulo: AC Farmacêutica, 2014.

Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher II

Ementa: Treina o aluno em atendimento e seguimento ambulatorial e hospitalar de pacientes


adultos femininos com ênfase em doenças ginecológicas ou seguimento obstétrico com
gestação de alto risco. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estímulo à
construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros
profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no

132
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico,
ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma
ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e
responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica
para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares
com base nas melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente
aos testes necessários; interpretar os resultados dos exames realizados, considerando as
hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no
prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos
específicos, os planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as
melhores evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo
paciente ou responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde,
estimulando o paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado;
estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de outros
profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as
prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos
médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas
possíveis; atua de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais
prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos
dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a
avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando
dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na
análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano
terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta,
verificando a compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a
avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado
integral do paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço
de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover
a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,

133
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros
profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende:
obstetrícia fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
3. LEVENO, Kenneth J.; ALEXANDER, James M.; ISLABÃO, André Garcia; MACHADO, Paulo
Henrique. Manual de obstetrícia de Williams: complicações na gestação. Porto
Alegre: AMGH, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DECHERNEY, Alan H.; NATHAN, Lauren; LAUFER, Neri; ROMAN, Ashley S.; TOLEDO,
Maria da Graça Figueiró da Silva; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina Lucena; VOEUX,
Patricia Lydie Joséphine; WINKEL, Abigail Ford; HAMEED, Afshan B.; MURPHY, Aisling;
PENZIAS, Alan S.; SIMON, Alex; KARAM, Amer; BRZEZINSKI, Amnon; FLICK, Amy A.;
REBARBER, Andrei; HUANG, Andy. Current ginecologia e obstetrícia: diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre: AMGH, 2014.
2. HOFFMAN, Barbara L.; SCHORGE, John O.; SCHAFFER, Joseph I.; HALVORSON, Lisa M.;
CUNNINGHAM, F. Gary; FONSECA, Ademar Valadares; INTHY, Celeste; MATOS, Gilson;
DORVILLÉ, Luís Farnando Marques; FODRA, Marina; MACHADO, Paulo.; MÜLLER,
Renate. Ginecologia de Williams. Porto Alegre: AMGH, 2014.
3. NOVAK, Edmund R. Tratado de ginecologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2012.
4. ALDRIGHI, José Mendes; OLIVEIRA, Vilmar Marques de; OLIVEIRA, André Lima de.
Ginecologia: fundamentos e avanços na propedêutica, diagnóstico e tratamento. São
Paulo: Atheneu, 2013.
5. CUNNINGHAM, F. Gary; LEVENO, Kenneth J.; BLOOM, Steven L.; SPONG, Catherine Y.;
DASHE, Jodi S.; HOFFMAN, Barbara L.; CASEY, Brian M.; SHEFFIELD, Jeanne S.;
FONSECA, Ademar Valadares; COSENDEY, Carlos Hanrique; DORVILLÉ, Luis Fernando
Marques; TOLEDO, Maria da Graça Figueiró da Silva. Obstetrícia de Williams. Porto
Alegre: AMGH, 2016.

Estágio Supervisionado em Saúde da Criança e do Adolescente II

Ementa: Treina o aluno em atendimento e seguimento ambulatorial e hospitalar de pacientes


pediátricos, com ênfase na atenção secundária de pediatria e hebiatria (neurologia,
endocrinologia, cardiologia, nefrologia e pneumologia). Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Estimula a construção coletiva de conhecimento em todas
as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao

134
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico,
ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma
ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e
responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica
para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares
com base nas melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente
aos testes necessários; interpretar os resultados dos exames realizados, considerando as
hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no
prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e objetiva; estabelecer, em contextos
específicos, os planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as
melhores evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo
paciente ou responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde,
estimulando o paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado;
estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de outros
profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as
prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos
médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas
possíveis; atuar de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais
prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos
dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a
avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando
dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na
análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano
terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta,
verificando a compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a
avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado
integral do paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço
de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover
a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros

135
profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 1. Barueri: Manole, 2016.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 2. Barueri: Manole,
2016.
2. AEHLERT, Barbara; NASCIMENTO, Adriana Paulino do; TEIXEIRA, Angela Scarparo
Caldo; AMARAL, Carla de F. C. Pecegueiro do; RODRIGUES, Denise C.; FUTURO, Douglas
Arthur Omena.; BAZZO, Isabella; SUMMA, Maria Eugênia Laurito; ISRAEL, Mônica
Simões; ROBAINA, Tatiana.; DEGAKI, Theri Leika. PALS: suporte avançado de vida em
pediatria: emergências pediátricas: guia de estudo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3. DIAMENT, Aron; CYPEL, Saul. Neurologia infantil. São Paulo: Athene
4. TOPOROVSKI, Julio. Nefrologia pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
5. LOPES, Antonio Augusto; MALUF JR.,Paulo Taufi; SCHVARTSMAN, Benita G. Soares;
SIQUEIRA, Adilson Wagner da Silva. Cardiologia pediátrica. Barueri: Manole, 2013.

Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica e Anestesia II

Ementa: Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço e supervisão docente na


área de clinica cirúrgica, em graus crescentes de autonomia e complexidade, praticando a
relação médico-paciente com visão integral do indivíduo, considerando seu contexto social e
cultural. Diagnóstico e plano terapêutico cirúrgicos do adulto, no âmbito hospitalar e
ambulatorial. Cuidados pré-, peri- e pós-operatório. Suporte intensivo do paciente cirúrgico.
Participação nas cirurgias eletivas e de emergência como auxiliar. Prática de anestesia local,
regional e geral. Referência e contra referência do paciente cirúrgico. Estímulo à curiosidade
e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas
as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao

136
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico,
ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma
ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e
responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica
para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares
com base nas melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente
aos testes necessários; interpretar os resultados dos exames realizados considerando as
hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no
prontuário, a investigação diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos
específicos, os planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as
melhores evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo
paciente ou responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde,
estimulando o paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado;
estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de outros
profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as
prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos
médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas
possíveis; atuar de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais
prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos
dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a
avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando
dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na
análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano
terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta,
verificando a compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a
avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado
integral do paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço
de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover
a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros
profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.

137
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
2. GOFFI, Fabio Schmidt. Técnica cirúrgica: bases anatômicas, fisiopatológicas e técnica
da cirurgia. São Paulo: Atheneu,
3. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark;
MATTOX , Kenneth L.; MIDÃO, Alexandre Maceri. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MALAMED, Stanley F., MUNDIM, Fernando. Manual de anestesia local. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
2. MILLER, Ronald D.; PARDO JR., Manuel C.; RODRIGUES, Denise Costa. Bases da
anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
3. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed, 2009.
4. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu; MOURA, Regina; GIANNINI, Mariangela;
ROLLO, Hamilton Almeida; SOBREIRA, Marcone Lima; LASTORIA, Sidnei; ARAUJO,
Adalberto Pereira de; PEREIRA, Adamastor H.; LOPES, Ademar; MOREIRA, Airton Mota;
VESCOVI, Alberto; BOZZA, Alda Candido Torres; CASTRO, Aldemar Araújo; AMATO,
Alexandre Campos Moraes; ANACLETO, Alexandre Maierá; JACOMO, Alfredo Luiz; S
Doenças vasculares periféricas: volume - 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
5. HOFF, Paulo Marcelo Gehm; KATZ, Artur; CHAMMAS, Roger; ODONE FILHO, Vicente;
NOVIS, Yana Sarkis; FARES, Abdo Latif; LOPES, Ademar; LONGATTO FILHO, Adhemar;
SCHERR, Adolfo José de Oliveira; CALABRICH, Aknar Freire de Carvalho; LEAL,
Alessandro Igor Cavalcanti; OLIVEIRA, Alexandre Dermargos. Tratado de oncologia:
volume 1. São Paulo: Atheneu, 2013.

Estágio Supervisionado em Medicina de Saúde da Família e Comunidade II

Ementa: Treinamento em serviço com graus de autonomia e complexidade crescentes como


integrante de equipe de Saúde de Família e Comunidade. Desenvolvimento de habilidades,
assimilação de atitudes e aquisição de conhecimentos compatíveis com a realidade
epidemiológica e social de comunidades e famílias atendidas por serviço de atenção primária
em saúde. Reconhecimento de elementos teórico-metodológicos envolvidos na organização
da assistência de forma individual e coletiva. Reconhecimento das políticas públicas,
referenciado pelas necessidades de saúde da população.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,

138
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses
estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do
paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a
investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar
exames complementares com base nas melhores evidências científicas, avaliando a
possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os resultados dos
exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do
paciente; registrar e atualizar no prontuário, a investigação diagnóstica, de forma clara e
objetiva, estabelecer em contextos específicos, os planos terapêuticos, contemplando as
dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas
implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas; promover o diálogo
sobre as necessidades referidas pelo paciente ou responsável, com as necessidades
percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o paciente a refletir sobre seus
problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado,
promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; implementar
ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e
negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com justificativa;
informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis; considerar a
relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações aos
pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas;
favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e
resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário;
registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um
instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Acessar e utilizar dados secundários
e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações,
movimentos e valores de populações, em seu território, visando ampliar a explicação de
causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados e as
informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o
diagnóstico de saúde e priorizar os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar na
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar na
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar na avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes,
orientados à melhoria da saúde coletiva. Participar na elaboração de planos de intervenção
para o enfrentamento dos problemas priorizados, visando a melhorar a organização do

139
processo de trabalho e da atenção à saúde; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais, orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. PAULMAN, Paul M. Taylor: manual de saúde da família. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2009.
2. DUCAN, Bruce B. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em
evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
3. ARCHANJO, Daniela Resende. Saúde da família na atenção primária. Curitiba:
Intersaberes,2013

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BARACAT, Edmund Chada; SILVA, Leonardo da; AMARAL, José Luiz Gomes do;
ANDRIOLO, Adagmar; CAVALCANTE, Adilson Joaquim Westheimer; HATANAKA, Alan
R.; FRISOLI JUNIOR, Alberto; REIS, Alessandra Diehl; JULIÃO, Alessandra Maria;
FREITAS, Aline Pires de; FERNANDES, Ana Luísa Godoy. Atualização em saúde da
família: volume 1. Barueri: Minha editora,2010.
2. CURY, Geraldo Cunha. Epidemiologia aplicada ao Sistema Único de Saúde: Programa
de Saúde da Família. Belo Horizonte, MG: COOPMED, 2005.
3. SOUZA, Maria Fátima de; FRANCO, Marcos da Silveira; MENDONÇA, Ana Valéria
Machado. Saúde da família nos Municípios Brasileiros: os reflexos dos 20 anos no
espelho do futuro. Campinas: Saberes Editora, 2014.
4. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; VIANA, Ana Luiza d'Ávila; MATTOS, Augustus Tadeu Relo
de; MELLO, Guilherme Arantes; SILVA, Hudson Pacifico da; FERREIRA, Janise Braga
Barros; UETA, Julieta. Manual de saúde pública & saúde coletiva no Brasil. São Paulo:
Atheneu
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2015.

Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva

Ementa: Gestão de saúde na rede municipal, gerenciamento de recursos e entendimento dos


fluxos e possibilidades de atendimento e encaminhamento dos pacientes aos serviços de
referência.

Desempenho: Conhecer e compreender os processos de gestão da rede municipal e regional


de saúde. Ter habilidades e atitudes em gestão no que concerne ao seu gerenciamento e
estímulo à prática do profissional de saúde. Conhecer o mercado de trabalho, normas
federais, estaduais e municipais relativas ao trabalho em saúde versus condições de trabalho
e especialização, principalmente no que concerne à Atenção Primária à Saúde. Conhecimento

140
técnico-científico sólido e capaz de conhecer e intervir sobre os problemas e situações de
saúde-doença, mais prevalentes do perfil epidemiológico nacional, com ênfase em sua região
de atuação. Atuar em promoção da saúde e da qualidade da vida humana, realizando e
participando de intervenções sociais organizadas dirigidas à vigilância, à proteção da saúde,
de comunicação e educação em saúde. Atuar efetiva e eticamente e desempenha funções de
direção, planejamento, administração, gerência, supervisão, controle, auditoria, assessoria,
consultoria, pesquisa e avaliação de práticas nos sistemas, serviços e unidades de saúde
públicas e privadas e em quaisquer outras instituições e situações onde se realizem
atividades de promoção da saúde e da qualidade de vida.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; VIANA, Ana Luiza d'Ávila; MATTOS, Augustus Tadeu Relo
de; MELLO, Guilherme Arantes; SILVA, Hudson Pacifico da; FERREIRA, Janise Braga
Barros; UETA, Julieta. Manual de saúde pública & saúde coletiva no Brasil. São Paulo:
Atheneu, 2012.
2. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2008.
3. CARVALHO, Sérgio Resende. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudanças.
São Paulo: Hucitec, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SOARES, Cassia Baldini; CAMPOS, Celia Maria Sivalli. Fundamentos de saúde coletiva
e o cuidado de [Link], SP: Manole, 2013.• MARQUES, Maria Cristina da
Costa; CARVALHO, Marisa Lima; SILVEIRA, Dalma da; CASTRO, Paulo Carrara de;
IBANEZ, Nelson. VISA: da gestão ao risco sanitário. São Carlos: RiMa, 2006.
2. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINAYO, Maria Cecília de Souza; BONFIM, José
Rubem de Alcântara; AKERMAN, Marco; CARVALHO, Yara Maria de. Tratado de saúde
coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012.
3. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2015.
4. ROTHMAN, Kenneth J; GREENLAND, Sander; LASH, Timothy L. Epidemiologia
moderna. Porto Alegre: Artmed, 2011.
5. GERMANO, Pedro Manuel Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância
sanitária de alimentos. São Paulo: Varela, 2015.

Empreendedorismo

Ementa: Auxiliar o aluno no entendimento da profissão e seu papel como profissional liberal
e/ou prestador de serviços como colaborador do SUS, no qual tem responsabilidade na gestão
do sistema, visando ao atendimento das DCNs na área de competência da Organização do
Trabalho em Saúde

Desempenho: identificação de oportunidades e de desafios na organização do trabalho em


saúde, considerando as diretrizes do SUS; utilização de diversas fontes para identificar
problemas no processo de trabalho, incluindo a perspectiva dos profissionais e dos usuários,
e a análise de indicadores e do modelo de gestão; participação na priorização de problemas,
identificando a relevância, magnitude e urgência, as implicações imediatas e potenciais, a
estrutura e os recursos disponíveis; abertura para opiniões diferentes e respeito à diversidade
de valores, de papéis e de responsabilidades no cuidado à saúde; trabalho colaborativo em

141
equipes de saúde, respeitando normas institucionais dos ambientes de trabalho e agindo com
compromisso ético-profissional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MIYATAKE, Anderson Katsumi; MAZZEI, Bianca Burdini; PARDO, Paulo; CENTRO
UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ Núcleo de Educação a Distância. Empreendedorismo.
Maringá: UniCesumar, 2016.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor:
empreendedorismo e viabilização de novas empresas, um guia compreensivo para
iniciar e tocar seu próprio negócio. Barueri: Saraiva, 2012.
3. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio
de Janeiro: Campus, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BARON, Roberto A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson
2007.
2. SALIM, Cesar Nasajon. Administração empreendedora: teoria e prática usando estudos de
casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
3. MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia: um roteiro
pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000.
4. CHIAVENATO, Idalberto. Administração para não administradores: a gestão de negócios
ao alcance de todos. São Paulo: Manole, 2011.
5. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução a administração. São Paulo: Atlas, 1988.

Libras (Disciplina Optativa)

Ementa: Habilita o graduando nos fundamentos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais,


enfocando a linguagem corporal e facial, bem como os sinais codificados, para uma
comunicação básica com pessoas surdas. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos.

Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,


dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um, formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CARVALHO, Rosita Edler. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação
inclusiva. Porto Alegre: Media, 2003.
2. NOGUEIRA, Clara Maria Ignatius; NOGUEIRA, Beatriz Ignatius; CARNEIRO, Maria
Ignatius Nogueira (Org). Língua brasileira de sinais. Maringá 2010. CENTRO
UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ Na de Educação a Distância.
3. QUADROS, Ronice [Link]; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira:
estudos Língua os. Porto Alegre: Artmed, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GESSER, Audrei. Libras? Que lingua é essa? Crenças e preconceitos em torno da lingua
de sinais e da realidade surda. São Paulo: Paralela, 2009.

142
2. MAZZOTTA, Marcos J. da Silveira. Educação especial no Brasil: história e políticas
públicas. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
3. RAPHAEL, Walkiria Duarte; CAPOVILLA, Fernando Cesar. Dicionário enciclopédico
ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira v.2: sinais de M a Z. São Paulo: Edusp,
2008.
4. SACKS, Oliver. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 2002
5. WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. Petrópolis:
Vozes, 2001.

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