Projeto Pedagógico Medicina UNIP 2024
Projeto Pedagógico Medicina UNIP 2024
Mantida
UNIVERSIDADE PAULISTA
BACHARELADO – PRESENCIAL
Volume I
Campinas
2024
SUMÁRIO
1. Nome da Mantenedora 4
2. Nome da IES 4
[Link] legal da IES, seu endereço e atos legais 4
4. Perfil e Missão da IES 5
5. Justificativa para a existência do curso em seu contexto educacional e regional 5
6. Histórico do Curso de Medicina 9
7. Breve Histórico da IES 11
8. Nome do Curso 12
9. Modalidade de oferta 12
10. Endereço de funcionamento do Curso 12
11. Processo de construção/implantação/consolidação do PPC 12
12. Cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso 13
13. Turno de funcionamento do curso 13
14. Carga horária total do curso em horas (60min) e em hora/aula (50min)13
15. Tempo mínimo e máximo para integralização 14
16. Perfil do Coordenador Geral e do Coordenador Pedagógico do Curso 14
17. Número de docentes com titulação de doutor, mestre e especialista no curso 15
18. Disciplina de LIBRAS 15
19. Convênios do curso com outras instituições e ambientes profissionais 15
20. Sistema de acompanhamento de egressos 15
21. Atos legais do curso 16
22. Condição de autorização do curso 16
23. Número de vagas autorizadas ou aditadas e número de vagas ociosas anualmente
16
24. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso nas disciplinas presenciais
16
25. Quantitativo anual do corpo discente 17
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 17
1.1. Políticas institucionais no âmbito do curso .................................................................... 17
1.2. Objetivos do curso......................................................................................................... 19
1.2.1. Objetivo Geral ................................................................................................................ 19
1.2.2. Objetivos Específicos ..................................................................................................... 19
1.3. Perfil profissional do egresso ......................................................................................... 20
1.4. Estrutura curricular ....................................................................................................... 20
1.5. Conteúdos Curriculares ................................................................................................. 21
1.5.1. Eixos Estruturantes ........................................................................................................ 24
1.5.2. Matriz Curricular ............................................................................................................ 25
1.5.3. Planos de Ensino ............................................................................................................ 27
1.5.4. Curricularização da Extensão ......................................................................................... 27
1.6 Metodologia .................................................................................................................. 28
1.6.1. Metodologia do Processo Ensino-Aprendizagem .......................................................... 29
1.6.2. Estratégia de Trabalho ................................................................................................... 31
1.7. Estágio Curricular Supervisionado.................................................................................. 32
1.7.1. Estágio não obrigatório.................................................................................................. 33
1.7.2. Estágio obrigatório......................................................................................................... 33
1.8. Atividades Complementares .......................................................................................... 36
1.9. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ........................................................................... 37
1.10. Apoio ao discente ........................................................................................................ 37
1.11. Gestão do curso e os processos de avaliação interna e externa .................................... 39
1.12. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC NO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM .................................................................................................................. 41
1.13. Material didático ......................................................................................................... 42
1.14. Procedimentos de acompanhamento e de avaliação dos processos de ensino-
aprendizagem ...................................................................................................................... 43
1.15. Número de Vagas e Processo Seletivo .......................................................................... 46
2. CORPO DOCENTE 47
2.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE ............................................................................... 47
2.2. Atuação do Coordenador............................................................................................... 47
2.3. Regime de trabalho do coordenador de curso ................................................................ 48
2.4. CORPO DOCENTE: TITULAÇÃO ....................................................................................... 48
2.5. Regime de trabalho do corpo docente do curso ............................................................. 48
2.6. Experiência profissional do docente............................................................................... 48
2.7. Experiência no exercício da docência superior ............................................................... 49
2.8. Atuação do Colegiado de Curso ..................................................................................... 49
2.9. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica ..................................................... 49
3. INFRAESTRUTURA 50
3.1. Espaço de trabalho para docentes em tempo integral .................................................... 50
3.2. Espaço de trabalho para o coordenador......................................................................... 50
3.3. Sala coletiva de professores .......................................................................................... 50
3.4. Salas de aula ................................................................................................................. 50
3.5. Acesso dos alunos a equipamentos de informática ........................................................ 50
3.6. Bibliografia básica e complementar por unidade curricular - Biblioteca .......................... 51
3.7. Laboratórios didáticos de formação básica e específica.................................................. 59
1. Nome da Mantenedora
2. Nome da IES
4
06.099.229/0001-01.
A Universidade Paulista – UNIP foi reconhecida como instituição universitária por meio da
Portaria MEC nº 550, de 8 de novembro de 1988, ficando sua sede definida como o município de
São Paulo. Posteriormente, foram criadas unidades universitárias, conforme se observa nos anos
abaixo destacados: 1994 – Campinas/SP e Ribeirão Preto/SP; 1997 – Araçatuba/SP, Bauru/SP,
Sorocaba/SP e São José do Rio Preto/SP;1998 – Araraquara/SP, Santos/SP e São José dos
Campos/SP;1999 – Goiânia/GO, Manaus/AM e Distrito Federal/DF;2000 – Assis/SP;2001 –
Jundiaí/SP, São José do Rio Pardo/SP e Limeira/SP.
A UNIP rege-se pelo contrato social da Mantenedora, pelo seu Estatuto, pelo seu Regimento
Geral e pelas resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), Conselho
Universitário (Consuni) e pelo seu PDI.
A Universidade Paulista – UNIP é uma instituição universitária, mantida por associação com fins
lucrativos. Oferta cursos de bacharelado e licenciatura, nas modalidades presencial e a distância, e
pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) e lato sensu (especialização). Posssui programas
de pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento.
Tem como missão constituir-se num centro de geração e difusão do saber, articulando as
atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, em consonância com as demandas da sociedade
contemporânea e do mundo do trabalho, respeitando a diversidade e cultivando a solidariedade, a
inclusão, os valores humanos e a ética, com vistas à formação de cidadãos qualificados e
potencialmente aptos a contribuírem para o desenvolvimento socioeconômico da sua região de
influência.
Para atingir seus objetivos, a instituição obedece estritamente aos princípios de respeito
à dignidade da pessoa e aos seus direitos fundamentais, não aceitando forma alguma de
discriminação.
A UNIP entende que um curso de Medicina auxilia o desenvolvimento social e contribui para
a prevenção, reconhecimento e solução de problemas emergentes da saúde, propiciando melhoria
nos sistemas de atenção à saúde locais, ampliando espaços e áreas de atendimento e assistência,
5
promovendo a educação para a saúde, a prevenção de morbidades, o diagnóstico e o tratamento
de doenças, a recuperação da saúde e o aumento da qualidade de vida.
Para a efetivação dessas ações, a proposta curricular do curso de Medicina da UNIP visa à
formação do aluno, utilizando a realidade dos serviços de saúde como cenário crítico-reflexivo da
prática médica. O curso desenvolve a prática médica inserindo os alunos em estratégias de saúde
da família, ações de promoção da saúde e prevenção da doença em um modelo centrado em
problemas.
Quando a UNIP idealizou a criação do curso de Medicina, considerou:
a) As dificuldades enfrentadas pelo poder público para viabilizar a assistência médica nas
unidades básicas de saúde e nos hospitais, sobrecarregados pela excessiva demanda de
atendimento da região;
b) A necessidade da criação de novas equipes do Programa de Saúde da Família, na
perspectiva de ampliação da rede básica, buscando atender a todos os usuários, manter as
equipes e promover a integração multiprofissional;
c) A dificuldade de contratação de médicos para o atendimento no Sistema Único de Saúde;
d) A capacidade em contribuir para a ampliação da assistência nos diferentes níveis de
atenção à saúde;
e) A importância da ampliação dos serviços de urgência e emergência nas regionais de
saúde;
f) A capacidade de incrementar os programas locais e regionais de educação continuada nos
equipamentos sociais de saúde (UBS, UPA, hospitais, etc.);
g) A disponibilidade e expertise em contribuir na capacitação de preceptores nas unidades
hospitalares;
h) A necessidade do fortalecimento de atividades de saúde humanizadas.
6
7
Fonte: Prefeitura Municipal de Campinas, 2020.
Por ser um centro de referência regional para o setor saúde, Campinas absorve a demanda
da região, sobrecarregando o seu próprio sistema municipal local, tanto na atenção básica quanto
na assistência secundária e terciária. A rede de serviços é composta por unidades de saúde próprias,
8
conveniadas e contratadas, abrangendo a atenção básica e de média e alta complexidade, com
funcionamento organizado e hierarquizado.
Campinas possui 66 (sessenta e seis) centros de saúde (unidades básicas de saúde), mais de
20 (vinte) unidades próprias de referência com atendimento especializado, sendo três policlínicas,
que são unidades de saúde secundárias que concentram ambulatórios de aproximadamente 30
especialidades médicas, conjuntamente com os ambulatórios do Hospital Municipal "Dr. Mário
Gatti" e do Complexo Hospitalar "Prefeito Edivaldo Orsi".
1. Policlínica I – Guanabara
2. Policlínica II – Centro
3. Policlínica III – Av. Faria Lima.
No atendimento de especialidades, a SMS conta com laboratórios, hospitais, policlínicas e
centros de referência focados em grupos de risco específicos como os Centros de Apoio Psicossocial
(CAPS) da área de Saúde Mental, Infanto-Juvenil, Álcool e Drogas, e unidades dedicadas à
Reabilitação Física, Saúde do Trabalhador, Saúde do Idoso, Doenças Sexualmente Transmissíveis e
AIDS, etc.
O Sistema de Urgência e Emergência é composto pelas Unidades de Pronto Atendimento,
pelo SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência), pelo Pronto-Socorro do Hospital
Municipal “Dr. Mário Gatti” e pelo Pronto-Socorro do Complexo Hospitalar "Prefeito Edivaldo Orsi",
entre outros. As Unidades de Pronto Atendimento são:
1. UPA São José
2. UPA Anchieta
3. UPA Campo Grande (“Dr. Sérgio Arouca”)
Além dos centros de referência, outras unidades com diferentes papéis, mas inteiramente
integradas com as demais no conceito mais amplo de saúde e bem-estar, atuam no atendimento à
comunidade (Laboratório de Patologia Clínica; Serviço de Atendimento Domiciliar Sul; Serviço de
Atendimento Domiciliar Leste-Norte; Serviço de Atendimento Domiciliar Noroeste; Serviço de
Atendimento Domiciliar Sudoeste; Botica da Família; Casa das Oficinas; Centro de Convivência Tear
das Artes; Centro de Convivência Portal das Artes; Centro de Convivência Cooperativa Toninha;
Centro de Educação dos Trabalhadores de Saúde – CETS; Disque Saúde 160).
Com o propósito de atender às demandas sociais, a UNIP investiu há alguns anos na
crescente implantação de cursos de bacharelado, licenciatura e tecnológicos em ciências exatas,
humanas sociais e ciências da saúde, visando o atendimento de toda a região campineira. A
interação da UNIP com a região mostrou que os problemas relacionados à saúde presentes no país,
incluindo o interior do estado de São Paulo, faziam-se presentes no local e criavam a exigência de
formação de médicos generalistas capazes de suprir essas necessidades.
Ao criar o curso de Medicina, a UNIP avaliou o posicionamento ideal na região, considerou
a demanda regional pela educação em saúde e identificou uma considerável parcela da população
interessada na formação médica. Dessa forma, a concretização da missão institucional implicou,
entre outras dimensões, na implantação de um curso atualizado para formar médicos que possam
incrementar serviços voltados à saúde coletiva e individual da região e do país.
As primeiras escolas de ensino médico no Brasil foram criadas em 1808 e até a primeira década
do século XX havia apenas três dessas instituições. No entanto, foi apenas na segunda metade do
século XX que se iniciou um processo de expansão com a criação de 35 escolas de Medicina em
1960. A ampliação dos cursos de formação médica continuou nas décadas seguintes. Na primeira
9
década do século XXI, em 2010, havia 179 cursos de Medicina regulares no país, aumentando para
323 em 2018. O aumento no número dos cursos de Medicina decorreu de vários fatores, entre eles
a expansão da oferta de educação com a abertura de inúmeras instituições particulares de ensino
superior, a urbanização e industrialização crescente, o desenvolvimento tecnológico e, em grande
parte, a implantação do novo sistema de saúde brasileiro, o Sistema Único de Saúde (SUS),
incumbido de ordenar a formação de recursos humanos para a área da saúde no país. Nesse
contexto, tanto o Ministério da Saúde quanto o Ministério da Educação desenvolveram um
conjunto de estudos e debates que apontaram a necessidade de expandir cursos com a finalidade
de prover médicos para todas as regiões brasileiras.
Buscando equilibrar a formação de médicos e sua distribuição no país, a Lei nº 12.871, de 22 de
outubro de 2013, criou o programa Mais Médicos, que estabeleceu uma série de critérios para a
abertura de cursos no país. O programa Mais Médicos baseou a autorização de cursos na análise de
sua necessidade em diferentes regiões e passou a determinar o número de vagas em função das
condições existentes no local de oferta necessárias para possibilitar uma formação de qualidade
para os alunos.
Os critérios do Mais Médicos para autorização de instituições privadas incluíram:
a) chamamento público para autorização;
b) pré-seleção dos municípios para a autorização de funcionamento de cursos de Medicina;
c) relevância e necessidade social da oferta de curso de Medicina em determinado
município;
d) existência, nas redes de atenção à saúde do SUS, de equipamentos públicos adequados e
suficientes para a oferta do curso de Medicina;
e) ao menos 30% da carga horária do internato médico na graduação desenvolvido na
atenção básica e em serviços de urgência e emergência do SUS, respeitado o tempo mínimo de dois
anos de internato.
Obedecendo a lei, nos 5 (cinco) anos seguintes, foram abertos 114 cursos de Medicina no
país, a maioria dos quais solicitou aumento de vagas. A Portaria MEC nº 523/2018 incluiu regras
para analisar os pedidos e autorizar o aumento de vagas nos cursos já existentes, a saber:
a) número de leitos do SUS disponíveis por aluno em quantidade maior ou igual a cinco;
b) número de alunos por Equipe de Atenção Básica menor ou igual a três;
c) existência de leitos de urgência e emergência ou pronto-socorro;
d) existência de pelo menos três programas de residência médica nas especialidades
prioritárias (clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria ou medicina de família)
implantados ou em implantação;
e) hospital de ensino ou unidade hospitalar com mais de oitenta leitos.
O objetivo foi o de garantir condições para que os alunos pudessem desenvolver sua prática
e obter uma formação qualificada.
A partir da Portaria nº 523/2018, até 2022 outros 67 cursos de Medicina foram autorizados
a funcionar, e o país chegou a um total de 388 cursos de Medicina.
Se por um lado a Portaria nº 523/2018 garantiu condições para uma boa formação dos
médicos, por outro lado eliminou a possibilidade de abertura dos cursos em muitos locais, por não
preencherem os critérios necessários. Como resultado, a distribuição dos cursos pelas regiões do
país não foi homogênea, havendo ainda necessidade de mais oferta de educação médica.
Foi na perspectiva do Mais Médicos e da legislação citada que a UNIP solicitou e obteve
autorização para a criação do curso de Medicina.
O curso de Medicina da UNIP elaborou seu currículo de modo a contemplar as competências
profissionais definidas para essa área profissional. A denominação, o perfil proposto para o egresso,
a carga horária e a infraestrutura propostos estão em sintonia com a Resolução CNE/CES N° 5, de
15 de março de 2011, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação
em Psicologia (Formação de Psicólogo) e com o PDI da instituição.
O Curso de Medicina da UNIP tem por objetivo promover a qualidade de vida dos indivíduos,
grupos, organizações e comunidades, acompanhando o desenvolvimento do conhecimento
10
científico médico e a diversidade de perspectivas necessárias para a compreensão do ser humano
integral considerando sua complexidade e multideterminação, a fim de identificar as necessidades
individuais e sociais. Visa preparar profissionais com competências e habilidades que possam
atender às contínuas transformações científicas, sociais, econômicas, culturais e políticas que
envolvem a saúde do ser humano.
É fato que um curso de Medicina contribui efetivamente para o reconhecimento e solução
de problemas emergentes da sociedade em que está inserido, propiciando melhoria no sistema de
saúde local,ampliando espaços e áreas de atendimento e assistência, promovendo a qualidade de
vida, a prevenção de morbidades, o diagnóstico e tratamento de doenças, a recuperação da saúde,
o aumento da sobrevida e a diminuição da morte prematura.
A iniciação da IES no ensino superior se deu em 1972, por meio do Instituto Unificado Paulista
– IUP, com a oferta dos cursos de Letras, Pedagogia, Comunicação Social e Psicologia, reconhecidos
pelo Decreto Federal nº 77.546/1976. Posteriormente, foi autorizado a funcionar como habilitação
do curso de Letras, o curso de Tradutor e Intérprete, reconhecido pelo Decreto nº 77.546/1976.
Após quase duas décadas da abertura do primeiro curso superior, a instituição atuava no
oferecimento de cursos tanto nas áreas fundamentais do conhecimento humano quanto nas áreas
profissionalizantes. Foram realizadas alterações estruturais com ampliação de espaços físicos,
laboratórios, biblioteca e outros, compondo o conjunto sobre o qual se edificou a Universidade
Paulista – UNIP.
Em 9 de novembro de 1988, por meio da Portaria Ministerial nº 550, foi autorizado pela via
do reconhecimento o funcionamento da Universidade Paulista – UNIP, com os cursos vinculados
aos três institutos mencionados e com os cursos de Estudos Sociais com habilitação em História e
Geografia, e Ciências com habilitação em Matemática, recebidos por transferência de mantença da
Universidade São Francisco.
11
doutorado pela Portaria nº 609 de 14/03/2019, e o programa de Patologia Ambiental e
Experimental, com o mestrado reconhecido pela Portaria Ministerial nº 1585 de 20/06/2003 e o
doutorado pela Portaria Ministerial nº 609 de 14/03/2019. Ao lado dos mestrados e doutorados
acadêmicos situados em São Paulo, a UNIP abriu um mestrado profissional em Práticas
Institucionais em Saúde Mental em Ribeirão Preto, reconhecido pela Portaria Ministerial nº 997 de
23/11/2020.
8. Nome do Curso
Curso de Medicina
9. Modalidade de oferta
12
estruturas e currículos de cursos de Medicina, ao posicionamento das organizações da área médica,
às considerações do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação sobre o ensino médico,
compondo um material informativo que permitiu ao NDE uma visão contextual do que ocorre no
ensino da Medicina, importante para a construção de um projeto de qualidade com aderência às
demandas locais.
Trata-se de uma proposta de trabalho integrado, descrevendo um curso pluralista composto
por um conjunto de competências e habilidades baseadas na legislação e em valores humano, social
e ético que compõem a formação do estudante e do egresso.
As transformações da sociedade, o avanço da tecnologia e os consequentes desafios
apresentados à educação superior na formação do profissional, as mudanças que ocorrem no
âmbito científico e profissional da Medicina exigem atualizações constantes do projeto pedagógico
do curso. No processo de gestão acadêmica, são definidas ações em função das mudanças
científicas e sociais que impactam a área da saúde, das avaliações internas e externas às quais o
curso é submetido e das observações dos professores e alunos. Consequentemente, a manutenção
da atualização e qualidade do curso leva ao constante aperfeiçoamento do projeto pedagógico.
A Instituição fará revisão e atualização da estrutura curricular sempre que necessário para
adequá-la aos avanços teóricos, tecnológicos e às necessidades do mundo do trabalho. Em reuniões
do Colegiado de Curso, os professores discutirão a estrutura do curso, trocando experiências sobre
problemas, dificuldades e potencialidades e poderão replanejar as ações didático-pedagógicas. O
NDE, ouvido o Colegiado de Curso, com base em análises e discussões, revisará o PPC,
encaminhando-o aos órgãos superiores da Instituição.
A UNIP assume a execução integral do PPC do curso como compromisso institucional, tendo
presente em suas ações que esse compromisso estabelece os princípios daidentidade institucional
e expressa a missão, os objetivos, os valores, as práticas pedagógicas, as políticas de ensino,
pesquisa e extensão e sua incidência social e regional nos campi em que o curso de Medicina é
oferecido.
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CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – QUADRO RESUMO
COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORÁRIA
Disciplinas Obrigatórias 4.820 horas
Atividades Complementares 469 horas
Estágio Obrigatório / Internato 3.000 horas
Disciplina Optativa 80 horas
Carga Horária Total do Curso 8.289 horas
Curricularização da Extensão 829 horas
b) Coordenador Pedagógico
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17. Número de docentes com titulação de doutor, mestre e especialista no curso
O curso de Medicina da UNIP conta com 15 docentes, dentre os quais, 12 doutores, 2
mestres e 1 especialista.
15
As informações da base de dados da UNIP permitem estabelecer um canal de comunicação
com os egressos para conhecer sua opinião sobre a formação recebida e saber o índice de ocupação
para estabelecer relação entre a ocupação e a formação profissional recebida. O canal de
comunicação permite também a divulgação de informes sobre eventos, cursos, atividades e
oportunidades, cursos de educação continuada, especialização e pós-graduação stricto sensu.
O retorno dos egressos sobre a formação recebida é importante para o aprimoramento do
curso. Os dados obtidos podem ser analisados pelos Colegiados de Curso, possibilitando revisar o
plano e programas de forma a obter uma melhor adequação às expectativas do mercado de
trabalho profissional, educacional e de pesquisa.
24. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso nas disciplinas presenciais
Discentes Ingressantes 93 93
Discentes Matriculados 86 74
Discentes Concluintes 0 0
Alunos Estrangeiros 0 0
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
a) Âmbito de ensino
• O âmbito de ensino é regido por um conjunto de valores e comportamentos:
• Obediência à legislação educacional, legislação da área e demais legislações pertinentes.
• Respeito à missão, à visão e aos valores da IES, seu Estatuto, Regimento Geral, Consuni,
Consepe, PDI e Projeto Pedagógico do Curso.
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• Obrigatoriedade de contemplar as orientações constantes das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos, indicadas pelo Conselho Nacional de Educação como
indispensáveis à habilitação profissional.
• Respeito à inclusão, equidade, cidadania e integralidade do ser humano em suas condições
econômicas, sociais, físicas, psicológicas, sua cultura e contexto de crenças e valores.
• Preservação da empatia, sensibilidade e respeito social nas comunicações.
• Respeito à preservação ambiental em seus diferentes níveis.
• Tomada de decisões de cunho pedagógico e profissional com base em critérios e evidências
científicas.
• Estímulo às boas práticas referentes ao uso de tecnologias para avanço do conhecimento e
da prática profissional.
• Institucionalização das atividades relacionadas aos cursos, considerando a carga horária, a
diversidade de atividades e de formas de aproveitamento, a aderência à formação geral e
específica do discente e a existência de mecanismos exitosos e inovadores na sua regulação,
gestão e aproveitamento.
• Introdução do corpo docente aos procedimentos relativos ao sistema de registros
pedagógicos e registros de frequência.
• Estímulo ao uso de metodologias ativas de ensino-aprendizagem.
• Auxilio ao corpo docente e discente quanto ao uso dos recursos tecnológicos oferecidos pela
instituição.
• Acesso do corpo docente e discente ao Estatuto, Regimento Geral e Projeto Pedagógico do
curso.
• Representação docente e discente nos órgãos superiores da UNIP (Consuni e Consepe) e
nos Colegiados dos Cursos.
• Mensuração do desenvolvimento das habilidades e competências de forma específica e
integrada.
• Formação científica prevista na estrutura curricular com inclusão de atividades ligadas à
pesquisa e estímulo à Iniciação Científica.
• Estímulo ao trabalho em grupo.
b) Âmbito de Pesquisa
A UNIP oferece programas institucionais de incentivo e apoio à pesquisa, supervisionados
pela Vice-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, abertos aos docentes e discentes do curso de
Medicina: Programa Individual de Pesquisa para Docentes, Programa de Iniciação Científica e
Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Programa de Auxílio à Participação em
Reuniões Científicas, Programa de Incentivo à Publicação.
O Programa Individual de Pesquisa para Docentes destina-se aos professores dos programas
stricto sensu e professores da UNIP com doutorado. As solicitações de apoio são avaliadas por
assessores internos e externos. Os professores também são orientados no processo de busca de
apoio nas agências de fomento à pesquisa. O Programa de Iniciação Científica e Iniciação em
Desenvolvimento Tecnológico e Inovação promove anualmente concursos para alunos da
graduação regularmente matriculados na universidade e concede apoios disponibilizados por meio
de acordo com organizações. O Programa de Auxílio à Participação em Reuniões Científicas destina-
se à apresentação de trabalhos científicos em nome da UNIP. O Programa de Incentivo à Publicação
apoia a divulgação de trabalhos originais desenvolvidos por docentes da UNIP em publicações
internas e externas à instituição.
A UNIP disponibiliza aos professores a criação e participação em grupos de pesquisa
registrados no CNPq. Nossa IES possui 56 grupos de pesquisa cadastrados no CNPq em todas as
áreas do conhecimento, incluindo a área da saúde, e oferece dois canais próprios para a divulgação
dos resultados de suas pesquisas: Encontro Científico e de Iniciação Científica anual e o Journal of
the Health Sciences Institute (JHSI) = Revista do Instituto de Ciências da Saúde.
18
c) Âmbito da Extensão.
A UNIP entende que as atividades de extensão estabelecem uma atuação transformadora
por meio do diálogo e da troca de saberes a partir da interação entre organizações, profissionais,
comunidades e pessoas. Tem como principais diretrizes: impacto e transformação; interação
dialógica; formação de valores humanos e desenvolvimento de competências pessoais e sociais
(soft skills) em contextos reais interdisciplinares. As ações se materializam em projetos, produções
tecnológicas e serviços em benefício das comunidades em que a instituição atua. As atividades
desenvolvem-se na forma de atividades permanentes ou projetos circunstanciais sob
responsabilidade da Vice-Reitoria de Extensão. Amparam-se na legislação vigente.
d) Âmbito de Acessibilidade
A política de educação inclusiva estabelecida pela UNIP tem como objetivo principal
proporcionar condições de acesso a todos os grupos sociais e indivíduos, incluindo os diversos
aspectos da diversidade humana e social, tendo como perspectiva básica a equidade de direitos e
de oportunidades. A UNIP empenha-se em promover o cumprimento dos requisitos legais de
acessibilidade que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade
das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e cumpre a exigência de
proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista.
A UNIP empenha-se em promover o cumprimento dos requisitos legais de acessibilidade,
conforme determinação da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência
ou com mobilidade reduzida, e dos Decretos nº 5.296/2004 e nº 5.626/0205, que a regulamentam.
A instituição cumpre as exigências de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro
Autista, dispostas na Lei nº 12.764, de 27/12/2012, regulamentada pelo Decreto nº 8.368, de 2 de
dezembro de 2014.
19
1.3. Perfil profissional do egresso
Para atender ao perfil do egresso do curso de Medicina da UNIP, são consideradas as novas
Diretrizes Curriculares Nacionais do MEC (Res. CNE Nº 3 de 20/06/2014) para os cursos de Medicina,
a proposta educacional da UNIP, a proposta assistencial do SUS vigente no país, os programas de
saúde pública governamentais e municipais da área de abrangência do curso, as demandas e
características das condições de saúde da região e os dados sobre formação e trabalho dos
egressos.
Espera-se, assim, formar profissionais com as competências necessárias e orientados para
o atendimento das necessidades da atenção primária, com atividades em unidades do Sistema
Único de Saúde, em vários níveis (PSF, UBS, UPA, Centro de Saúde da Mulher, CAPS), médicos
generalistas, respaldados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Medicina e
colaborando com o esforço de vários setores na proposta de um modelo de atenção à saúde
articulado com as necessidades locais e regionais e em consonância com os avanços tecnológicos
e do conhecimento científico.
20
análise da prática clínica, além da avaliação formativa e somativa. Há diversificação nos cenários de
aprendizagem, contemplando os vários níveis de atenção, com ênfase na atenção primária e
interação dos alunos com a comunidade, em que os estudantes assumem responsabilidade
crescente mediante a evolução do aprendizado, com o propósito de gerar o impacto de egressos
comprometidos e aptos a atuar no SUS.
Dessa forma, a Estrutura Curricular constitui um projeto integrado, materializado através
dos módulos temáticos, disciplinas anuais e módulos de habilidades e interação comunitária,
concebidos de maneira a valorizar o ciclo da vida e o processo saúde-doença em cada ciclo.
A proposta da integração curricular é estabelecer relação entre as disciplinas curriculares e
módulos temáticos, com as aproximações sucessivas, nos diferentes laboratórios e campos de
práticas, permitindo ao aluno integrar e consolidar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso
interagindo e atuar na promoção da saúde e no processo saúde-doença. Os alunos são estimulados
a ações educativas de promoção e prevenção à saúde junto aos usuários das unidades básicas e de
instituições de cuidado como asilos, casas de apoio, hospitais, clínicas, campos de atuação de
práticas clínicas, hospitais e unidades de pronto atendimento.
Os componentes curriculares (os conteúdos que compõem o curso, detalhados nos eixos de
formação, os conteúdos complementares e a matriz curricular) possibilitam uma clara articulação
entre os componentes curriculares no percurso da formação do aluno, bem como refletem as
inovações advindas com os avanços tecnológicos.
21
Paralelamente aos módulos temáticos, em cada série, há o módulo de Interação
Comunitária que oportuniza a aprendizagem da prática profissional na ordenação no Sistema Único
de Saúde (SUS), em níveis sucessivos de autonomia e complexidade e um módulo de Habilidades
Clínicas e Atitudes, um programa de treinamento estruturado longitudinalmente, que visa
desenvolver as habilidades necessárias para o exercício adequado da Medicina, em cumprimento
às Diretrizes Curriculares Nacionais.
O segundo bloco é constituído pelos Estágios Obrigatórios, na modalidade de Internato
Médico, composto pelos Estágios Supervisionados nas áreas de Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria,
Clínica Médica, Saúde Mental, Clínica Cirúrgica, Saúde Coletiva, Urgência e Emergência e Medicina
de Saúde da Família, desenvolvido em dois anos (quinta e sexta séries), totalizando 3.000 horas
(36,2%), organizados em atendimento às DCNs para os cursos de Medicina de 2024. A estrutura
curricular se completa com 469 horas de Atividades Acadêmicas Complementares (5,6%),
propiciando ao aluno a diversificação de sua formação.
É oportunizado também, a todos alunos, a disciplina de Libras como matéria optativa.
Conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases (LDB - Art. 47) e dispõe o Regimento Geral
da Universidade Paulista – UNIP, as presenças dos alunos nas atividades acadêmicas são
obrigatórias.
O PPC do curso de Medicina da UNIP está concebido de forma que o aprendizado do aluno
ocorra em níveis crescentes de complexidade e autonomia, como previsto em suas ementas,
manifestados na forma dos desempenhos desejados a serem executados nos respectivos planos de
ensino dos módulos e disciplinas. A base teórica para a formação médica contínua é dada pelos
módulos, organizados de acordo com o ciclo da vida: concepção, nascimento, desenvolvimento e
envelhecimento, nos dois primeiros anos e os processos de saúde-doença individuais e coletivos
nesses ciclos, nas terceira e quarta séries.
Articulado a esse aprendizado teórico, há o aprendizado contínuo e organizado em graus
sucessivos de complexidade e autonomia da prática médica, concretizada ao longo do curso nos
módulos de atividades práticas: Habilidades Clínicas e Atitudes I, II, III e IV, Interação Comunitária I,
II, III e IV e com os Estágios Supervisionados (Internato Médico).
No Módulo de Habilidades Clínicas e Atitudes I, na primeira série, o aluno é introduzido à
semiologia pelo treinamento da anamnese com pacientes simulados e reais, estimulado e
fundamentado ao raciocínio clínico, nos cenários de aprendizagem controlados, como o Laboratório
de Simulação Clínica e Habilidades, nas UBS, integrado com as atividades da Interação Comunitária
I, que durante as visitas domiciliares treinam a anamnese. É também treinado para executar
procedimentos médicos de baixa e média complexidade, utilizados com finalidades terapêuticas ou
de cuidados, no laboratório de habilidades, com simuladores e pacientes simulados. Treina a
habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do doente ante a
doença, reações próprias e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
O Módulo de Habilidades Clínicas e Atitudes II, na segunda série, habilita o aluno nas práticas
de anamnese, semiologia, aprendidas na primeira série e o introduz ao exame físico, em situações
normais e anormais, com ênfase no estado geral e patologias crônicas do diversos órgãos e
sistemas, com simuladores e pacientes simulados, no Laboratório Simulação Clínica e Habilidades.
Pratica a habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do doente
ante a doença, reações próprias e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
No Módulo de Interação Comunitária II, na segunda série, tem contato com os Indicadores de
Saúde, Sistema de Informação em Saúde e Vigilância em saúde.
No Módulo de Interação Comunitária III, na terceira série, o aluno pratica a anamnese e o
exame físico, em situações normais e anormais no estado geral, com ênfase nas patologias crônicas
do diversos órgãos e sistemas, no paciente real, acompanhando o professor, em cenários reais de
prática, UBS, vinculado ao Programa de Saúde da Família, com foco na atenção primária. Demonstra
habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as reações do doente ante a
doença, reações próprias e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
Demonstra compreender os determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
22
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença, pois já tem
conhecimento da organização dos serviços e os determinantes sociais desses processos naquela
comunidade, adquiridos nos Módulos de Interação Comunitária I e II. É estimulado à curiosidade e
ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos
do trabalho em saúde. Demonstra capacidade de construção coletiva de conhecimento em todas
as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada
dos futuros profissionais.
No Módulo de Habilidades Clínicas e Atitudes III, também na terceira série, o aluno
desenvolve habilidades e atitudes em técnica operatória: pratica os tempos cirúrgicos
fundamentais, utiliza instrumentais e equipamentos cirúrgicos, instrumentação cirúrgica e equipe
cirúrgica, vivencia ambiente cirúrgico, técnica asséptica e prevenção de acidentes; manuseia fios,
nós e realiza diferentes suturas, treina sutura, treina cirurgias úteis ao médico generalista (urgência
e emergência) em laboratório. No módulo de Atenção à Saúde da Mulher e da Criança desenvolve
ainda a habilidade da anamnese e exame físico nesses grupos especiais: criança e mulher.
Na quarta série, nos Módulos de Interação Comunitária IV e Habilidades Clínicas e Atitudes
IV, o aluno pratica a anamnese e exame físico, elabora e implementa o plano terapêutico em
situações normais e anormais no estado geral, com ênfase nas patologias crônicas do diversos
órgãos e sistemas, no paciente real, supervisionado pelo preceptor-docente, em cenários reais e de
prática, UBS e ambulatórios na rede hospitalar, com ênfase na formação da atenção primária e
secundária e sistema de referência e contra referência, com graus crescentes de autonomia e
complexidade. Demonstra habilidade de comunicação, discutindo a relação médico-paciente, as
reações do doente ante a doença e a promoção de saúde perante o doente, família e comunidade.
Demonstra compreender os determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo do processo saúde-doença.
O processo de formação contínua na quinta e sexta séries, com os estágios obrigatórios,
concebidos e organizados contemplando um crescente de autonomia e complexidade do aluno,
com supervisão docente, nos três níveis de atenção primário (UBS), secundário (ambulatórios) e
terciário/quaternário (hospitais). O aluno treina o atendimento de pacientes, nas diferentes faixas
etárias e grupos diferenciados, conforme o estágio, nos diferentes cenários de prática, níveis de
atenção, e ênfase na referência e contrarreferência. É estimulado à construção coletiva de
conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais
de educação continuada e participando na sua formação como futuros profissionais. É instigado à
curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde. As práticas são integradas com os conteúdos teóricos
discutidos através de situações problemas dos módulos temáticos, que reproduzem a organização
do Sistema de Saúde Local e Regional nos seus diferentes níveis de atenção e complexidade.
a) Disciplina de Formação Sociocultural e Ética I e II: visa desenvolver profissionais que atuem para
o bem-estar da coletividade, preparando-os para viver uma vida justa e produtiva, em harmonia
com o meio ambiente e com o seu semelhante. Os alunos são conscientizados dos problemas da
sociedade brasileira e da humanidade a serem enfrentados e se sentirão comprometidos na busca
de soluções.
b) Disciplina de Metodologia da Pesquisa: métodos, técnicas e estrutura de projetos de investigação
científica, da forma, redação e normas de documentos científicos;
23
c) Disciplinas optativas de cursos de graduação: com a finalidade de ampliar, complementar ou
aprofundar a visão dos alunos, os demais cursos de graduação da UNIP disponibilizam aos alunos a
realização de cursos pertencentes às suas matrizes curriculares. As disciplinas são definidas de
acordo com seus programas e compatibilidade com a formação médica e são oferecidas aos alunos
que podem realizá-las no decorrer do curso de acordo com seus interesses pessoais.
O curso de Medicina da UNIP atende aos eixos estruturantes por meio de sua matriz e pelo
desenvolvimento de um Projeto Integrador (PI), que articula e inter-relaciona os conteúdos das
disciplinas estudadas no curso com as experiências cotidianas da área. Os conhecimentos devem
ser tratados de forma integrada e interdisciplinar, caracterizando uma dinâmica curricular
organizada. O PI é planejado pelos professores, desenvolvido por equipes de alunos, com focos
específicos baseados nos eixos estruturantes do curso, a saber:
24
equipamentos, insumos e medicamentos, de modo a produzir protocolos e diretrizes que
retroalimentem as decisões;
. Comunicação, incorporando, sempre que possível, as novas tecnologias da informação e
comunicação (TICs), para interação a distância e acesso a bases remotas de dados, favorecendo a
construção compartilhada do plano comum de atenção à saúde;
. Domínio de língua estrangeira, para manter-se atualizado com os avanços da Medicina
conquistados no país e fora dele, bem como para interagir com outras equipes de profissionais da
saúde em outras partes do mundo e divulgar as conquistas científicas alcançadas no Brasil;
. Liderança, para ser exercida com democrática interação e hegemonia nas equipes
multiprofissionais de saúde e em organizações;
. Trabalho em equipe, de modo a desenvolver parcerias e redes, estimulando e ampliando
a aproximação entre instituições, serviços e outros setores envolvidos na atenção integral e
promoção da saúde;
25
Introdução ao Curso de Medicina 80 ATENÇÃO À SAÚDE
Fundamentos Morfológicos do Organismo
120 ATENÇÃO À SAÚDE
Humano
Funções Biológicas 180 ATENÇÃO À SAÚDE
Metabolismo 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Agressão e Defesa 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Concepção e Formação do Ser Humano 100 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária I 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes I 160 ATENÇÃO À SAÚDE
TOTAL 1200
2ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Nascimento, Crescimento e Desenvolvimento 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Percepção, Consciência e Emoção 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Locomoção e Preensão 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Proliferação Celular 140 ATENÇÃO À SAÚDE
Processo de Envelhecimento 160 ATENÇÃO À SAÚDE
Doenças Resultantes da Agressão ao Meio
80 ATENÇÃO À SAÚDE
Ambiente
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária II 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes II 160 ATENÇÃO À SAÚDE
Bases Patológicas 80 ATENÇÃO À SAÚDE
Bases Farmacológicas 80 ATENÇÃO À SAÚDE
TOTAL 1240
3ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Febre, Inflamação e Infecção 100 ATENÇÃO À SAÚDE
Fadiga, Perda de Peso e Anemias 100 ATENÇÃO À SAÚDE
Perda de Sangue 100 ATENÇÃO À SAÚDE
Dor Abdominal 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Problemas Mentais e do Comportamento 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Dor 140 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária III 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Genética Médica 60 ATENÇÃO À SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE / EDUCAÇÃO
Ser Médico 80
EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes III 80 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Atenção à Mulher e à Criança 80
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Gestão Do Projeto De Vida 80 GESTÃO EM SAÚDE
TOTAL 1220
4ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Dispneia, Dor Torácica e Edemas 120 ATENÇÃO À SAÚDE
Manifestações Externas das Doenças e
100 ATENÇÃO À SAÚDE
Iatrogenias
Saúde da Mulher, Sexualidade Humana e ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
120
Planejamento Familiar SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Distúrbios Sensoriais, Motores e da
120 ATENÇÃO À SAÚDE
Consciência
26
Desordens Nutricionais e Metabólicas 100 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Emergências Clínicas 100
SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Interação Comunitária IV 160
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Habilidades Clínicas e Atitudes IV 160 ATENÇÃO À SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Saúde Baseada em Evidências 60
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
TOTAL 1040
5ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Clínica Médica I 220
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher I 220
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Saúde da Criança ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
e do Adolescente I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica e ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
Anestesia I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
230
Saúde da Família e Comunidade I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Saúde Mental 220
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
Urgência e Emergência I SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Formação Sociocultural e Ética II 40 EDUCAÇÃO EM SAÚDE
TOTAL 1590
6ª. SÉRIE - ANUAL CARGA HORÁRIA EIXO ESTRUTURANTE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
220
Urgência e Emergência II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Clínica Médica II 200
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
200
II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Saúde da Criança ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
200
e do Adolescente II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica e ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
200
Anestesia II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Estágio Supervisionado em Medicina de ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
230
Saúde da Família e Comunidade II SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
ATENÇÃO À SAÚDE / GESTÃO EM
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva 200
SAÚDE / EDUCAÇÃO EM SAÚDE
GESTÃO EM SAÚDE / EDUCAÇÃO
Empreendedorismo 80
EM SAÚDE
TOTAL 1530
1.5.3. Planos de Ensino
Os planos de ensino dos componentes curriculares encontram-se no final deste volume, item 4.
27
A curricularização da extensão, ou creditação (curricular) da extensão, estratégia prevista
no Plano Nacional de Educação (PNE), foi regulamentada pela Resolução nº 7 MEC/CNE/CES, de
18 de dezembro de 2018, cujo prazo de implantação foi prorrogado até 19/12/2022, por meio do
Parecer CNE/CES nº 498/2020, homologado em 06/08/2020.
Entre outras coisas, a Resolução estabelece que “as atividades de extensão devem compor,
no mínimo, 10% (dez por cento) do total da carga horária curricular estudantil dos cursos de
graduação, as quais deverão fazer parte da matriz curricular dos cursos”.
Nesse sentido, a IES incorporou a extensão nos currículos dos cursos de graduação, a partir
do primeiro semestre de 2023, no intuito de promover a formação integral dos estudantes para sua
atuação profissional, bem como a promoção da transformação social, além de alcançar os
seguintes objetivos:
a) A interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da troca
de conhecimentos, da participação e do contato com as questões complexas
contemporâneas presentes no contexto social;
b) A formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência dos seus
conhecimentos, que, de modo Interprofissional e interdisciplinar, seja valorizada e
integrada à matriz curricular;
c) A produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais setores da
sociedade, a partir da construção e aplicação de conhecimentos, bem como por outras
atividades acadêmicas e sociais;
d) A articulação entre ensino e extensão, ancorada em processo pedagógico único,
interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico;
e) A contribuição na formação integral do estudante, estimulando sua formação como
cidadão crítico e responsável;
f) O estabelecimento de diálogo construtivo e transformador com os demais setores da
sociedade brasileira e internacional, respeitando e promovendo a intercultural idade;
g) O incentivo à atuação da comunidade acadêmica e técnica na contribuição ao
enfrentamento das questões da sociedade brasileira, inclusive por meio do
desenvolvimento econômico, social e cultural;
h) O apoio em princípios éticos que expressem o compromisso social de cada
estabelecimento superior de educação;
i) A atuação na produção e na construção de conhecimentos, atualizados ecoerentes,
voltados para o desenvolvimento social, equitativo, sustentável, com a realidade
brasileira.
Esses objetivos são inerentes ao curso de Medicina que tem como característica o
atendimento à comunidade. Os alunos são preparados para identificar necessidades comunitárias
ou possibilidades de incremento no atendimento e na educação para a saúde. Com a participação
de professores, deverão criar e desenvolver projetos específicos para as situações escolhidas e
serão treinados para as atividades comunitárias. Poderão, também, identificar e participar de
movimentos existentes de proteção, incremento e educação para a saúde. A extensão na UNIP
possui regulamento próprio, sendo registrada e avaliada de forma a atender à legislação vigente.
1.6 Metodologia
b) Relação teoria-prática
A busca pelo conhecimento teórico-prático é implementada já no início do curso,
evidenciando ao estudante os objetivos do curso e sua forma de inserção para o bem da sociedade.
O contato com as atividades práticas e com os problemas base da aprendizagem conferem ao
estudante o desenvolvimento gradativo de suas habilidades simultaneamente à apropriação da
responsabilidade e ética na conduta acadêmica e na futura atividade profissional.
29
c) Formação para a cidadania
É indispensável desenvolver o espírito crítico e a autonomia intelectual, para que, por
intermédio do questionamento permanente dos fatos, seja possível contribuir para o atendimento
das necessidades da saúde individual e coletiva. A valorização da dimensão sociopolítica e cultural
do discente se desenvolve no transcorrer do curso, a capacidade de leitura crítica de problemas e
seus impactos locais, regionais e nacionais. Essa capacidade desenvolvida subsidia sua inserção nas
ações profissionais, na direção da resolução de problemas e no pleno exercício da cidadania,
referenciado por sólidos padrões éticos.
30
competências por meio das atividades curriculares associadas às atividades de estágios e atividades
complementares que almejam as ações culturais, de pesquisa e de extensão.
As coordenações e os professores estimulam os acadêmicos a participarem de eventos, seja
por meio da apresentação de trabalhos ou através de sua organização e coordenação.
As atividades dos cursos são ministradas com metodologias apropriadas aos planos de ensino.
O desenvolvimento dos conceitos e conteúdos ocorre com apoio de propostas de leituras de
livros e artigos científicos básicos e complementares, exercícios, discussões em fórum e em
chats – quando for o caso –, sugestões de filmes, vídeos e demais recursos audiovisuais. Com o
objetivo de aprofundare enriquecer o domínio dos conhecimentos e incentivar a pesquisa, o
docente pode proportrabalhos individuais ou em grupo, palestras, atividades complementares
e práticas em diferentes cenários, que permitam aos alunos assimilarem os conhecimentos
essenciais para a sua formação.
A escolha das metodologias de ensino-aprendizagem é de responsabilidade de cada
docente, respeitado a metodologia PBL (Problem Based Learning) proposta para o curso para o
planejamento e a condução das atividades acadêmicas. Cabe a cada docente das disciplinas e
módulos escolher as estratégias de ensino-aprendizagem mais adequadas ao conteúdo a ser
desenvolvido. Cabe a cada docente, também, fazer com que suas estratégias de ensino-
aprendizagem e de avaliação sejam, por si só, formas de desenvolvimento de competências dos
alunos, seguindo o que está preconizado no PDI: estimular práticas multidisciplinares e
interdisciplinares de pesquisa, de extensão e das demais atividades extracurriculares,
correlacionando-as e vinculando-as ao ensino.
Para tanto, se requer dos docentes:
a) foco nos objetivos do curso, no perfil desejado do egresso e nas competências
relacionadas;
b) foco nos objetivos da disciplina ou atividade;
c) visão sistêmica, compreendendo a importância de sua disciplina, no conjunto das
atividades e objetivos docurso e na realização do perfil desejado do egresso;
d) capacidade de trabalho em equipe;
e) liderança baseada em competência e exemplo;
f) atualização contínua;
h) atratividade das aulas e atividades propostas com foco na otimização do aprendizado dos
alunos.
Para que reflexões e elaborações venham a acontecer, propõem-se estratégias que buscam
envolver o estudante numa atividade intelectual sistematizada e de aprendizagem colaborativa,
sempre organizadas e orientadas pelas competências profissionais expressas no projeto pedagógico
do curso e nos objetivos da unidade curricular e da aula. São utilizadas inúmeras estratégias
adequadas ao desenvolvimento de profissionais das mais diferentes áreas, que simulam situações
reais e possibilitam a variação das condições em que podem acontecer, propiciando uma
experiência segura, mas próxima da realidade. Os discentes, com supervisão dos docentes, podem
desenvolver atividades que garantam que os objetivos de aprendizagem sejam alcançados. As
metodologias ativas e as metodologias tradicionais, combinadas e associadas a diferentes esforços
de diferentes áreas e setores da Instituição, permitem que se garanta a acessibilidade em sua
magnitude, compreendendo a eliminação de barreiras arquitetônicas, pedagógicas/metodológicas,
atitudinais, comunicações e digitais. Durante o planejamento didático pedagógico, observa-se a
coerência entre a metodologia utilizada e o objetivo específico de determinada aula.
31
O conceito subjacente ao uso das estratégias ativas de ensino é o de que a formação do
aluno, futuro profissional da saúde, precisa envolver estratégias diferenciadas, quebrar paradigmas
e explorar tecnologias educacionais em todos os contextos sociais no desenvolvimento de
competências e habilidades, na formação docente e no acompanhamento pedagógico. Trata-se de
uma mudança de paradigmas, que resulta da soma dos processos de ensino e da aprendizagem,
tornando o aluno e o docente protagonistas no processo. No uso de metodologias ativas, o
professor não é o único agente de transformação. O aluno também é agente ativo e precisa ser
orientado e instigado para a busca de sua autonomia e transformação.
Nas diferentes unidades curriculares, apoiadas nas diretrizes do plano de ensino, o
desenvolvimento dos conceitos e conteúdos ocorre com filmes de conteúdo acadêmico-científico
nacionais e internacionais e discussões relevantes a cada tema estudado. Com o objetivo de
aprofundar o conteúdo programático e o incentivo à pesquisa, o docente utiliza recursos como:
artigos científicos, trabalhos individuais ou em grupo e palestras, que permitam aos alunos
compreenderem na prática a teoria apresentada. Destacam-se, como estratégias de ensino-
aprendizagem, as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas,
fichamentos, tutorias, visitas técnicas, aulas práticas, ensaios em laboratórios, atividades clínicas,
seminários, simpósios, discussão de casos clínicos, palestras, pesquisas bibliográficas, iniciação
científica.
No uso da metodologia PBL, os professores valem-se, entre outras, das seguintes
estratégias:
a) Construção e apresentação de um problema desafiador envolvendo um tema que
oportunize diversas possibilidades de resolução;
b) Investigação sustentável: pesquisa e caminhos que induzam o aluno às soluções;
c) Crítica e revisão: revisões na busca por um aprofundamento na temática;
d) Decisões: incentivo à voz e escolha do estudante na tomada de decisões importantes
visando soluções apropriadas à realidade;
e) Reflexão com o aluno acerca do próprio aprendizado na busca de solução do problema,
nas posturas e tomada de decisão.
f) Autenticidade: adaptações da solução à realidade e às necessidades apresentadas pelo
problema.
g) Produto público: além da sala de aula, sugere-se que o resultado seja apresentado.
32
Periodicamente o Núcleo Docente Estruturante (NDE) analisa a estrutura dos Estágios Curriculares
do curso, avaliando sua pertinência e transformando possíveis problemas detectados ao longo do
processo em insumos para atualizar e modificar, se necessário, as práticas de estágio.
Estágio não obrigatório é “aquele desenvolvido como atividade opcional acrescida à carga
horária regular e obrigatória” (Lei nº 11.788/08, Art. 2º, § 2º). No curso de Medicina, o estágio não
obrigatório, entendido como um conjunto de atividades de estágio contratado, dificilmente pode
ser realizado pelo aluno, já que o curso é desenvolvido em tempo integral.
A UNIP firma convênio com diferentes empresas e organizações, além da parceria com os
agentes de integração, a fim de oferecer melhores oportunidades e experiências para a formação
do egresso. Dentre as regulamentações para a contratação do estagiário está a carga horária
máxima limitada a seis horas diárias e 30 horas semanais, jornada que pode ser cumprida em mais
de uma organização concedente, com o cuidado de não exceder o limite total permitido por lei. Os
estagiários têm direito a férias remuneradas de 30 dias a cada 12 meses de estágio na mesma
instituição concedente ou o proporcional ao período estagiado, se for inferior a um ano. A
Lei nº 11.788/08 de estágio não contempla o 13º salário.
O tempo máximo de estágio em uma mesma empresa concedente é de dois anos. A
legislação de estágio não estabelece um piso mínimo para bolsa estágio, sendo esse valor definido
em comum acordo entre a concedente e o estudante e devendo ser registrada no Termo de
Compromisso de Estágio (TCE). Profissionais liberais com registros em seus respectivos órgãos de
classe também podem contratar estagiários.
Portanto, esse modelo de interação ensino-aprendizagem requer o envolvimento dos atores
sociais IES, Estado, organizações e sociedade. Logo, entende-se por competência profissional
aquela em que o indivíduo mobiliza um conjunto de saberes diferenciados que geram resultados
individuais (pessoal), coletivos (profissional), econômicos (organização) e sociais (sociedade). Tanto
os futuros profissionais quanto as organizações demandam a presença de competências
comportamentais, éticas e políticas.
Os diferentes ambientes profissionais, empresas públicas ou privadas e organismos
governamentais que integram o processo de aprendizagem do estudante, considerados
qualificados para se vincularem ao curso, são cuidadosamente selecionados por esta IES e passam
por avaliação como segue:
a) O Setor de Estágio - Central de Análises verifica se o campo de estágio está de acordo
com a Lei nº 11.778/2008. Se sim, firma-se o Termo de Compromisso de Estágio e o
processo é encaminhado ao coordenador do curso.
b) O Setor de Estágio - Central de Análises encaminha para avaliação do coordenador do
curso o Plano de Atividades, que descreve a concedente e as atividades a serem
desenvolvidas pelo estudante. As atividades devem ser parametrizadas com as Diretrizes
Curriculares Nacionais e o Projeto Pedagógico do Curso.
c) Estagiários que desempenharem atividades próprias de estágios não obrigatórios
deverão preencher o formulário “Termo de Convalidação de Atividades de Estágio
Contratado”.
33
O estágio obrigatório está estruturado de acordo com as Diretrizes Curriculares para o curso
de Medicina. Assim, 30% (900 horas) da carga horaria total está vinculada à atenção primária e
urgência e emergência. Dessas, 51% (460 horas) é desenvolvida na atenção primária nos Estágios
Supervisionados em Medicina de Saúde da Família e Comunidade I e II e 49% (440 horas) nos
Estágios Supervisionados em Urgência e Emergência I e II, 5ª e 6ª séries, respectivamente. Os 70%
restantes da carga horária (2100 horas) estão assim distribuídas: Estágio Supervisionado em Clínica
Médica I (220 horas), Clínica Médica II (200 horas), Clínica Cirúrgica e Anestesia I (220 horas), Clínica
Cirúrgica e Anestesia II (200 horas), Saúde da Mulher I (220 horas), Saúde da Mulher II (200 horas),
Saúde da Criança e Adolescente I (220 horas), Saúde da Criança e Adolescente II (200horas), Saúde
Mental (220 horas) e Saúde Coletiva (200 horas).
As atividades são desenvolvidas nos três níveis de atenção, contemplando todos os
equipamentos de saúde do sistema local e regional de saúde, em parceria com a Secretaria
Municipal de Saúde e hospitais regionais conveniados em cada área, quando aplicáveis,
proporcionando ao aluno a possibilidade de contato com os diferentes campos do saber médico,
numa perspectiva generalista. As atividades são práticas, com treinamento do aluno em serviços.
Sua estrutura integra a teoria com a prática, formação científica, atenção básica à saúde, relação
médico-paciente e consideração do contexto social, cultural, crenças e valores. Estimula a
curiosidade e o desenvolvimento da capacidade de aprender de todos os envolvidos, bem como a
construção coletiva de conhecimento. As atividades envolvem complexidade e autonomia
crescentes ao longo dos Estágios Supervisionados.
Os Estágios Supervisionados em Clínica Médica I e II serão desenvolvidos nos hospitais
conveniados. No Estágio I, o treinamento em serviço ocorre nas unidades de internação na
admissão e evolução dos pacientes clínicos em atendimentos ambulatoriais de Endocrinologia,
Nefrologia, Infectologia e Clínica Geral (retornos dos pacientes internados), com a orientação direta
do preceptor e supervisão de um professor da IES, e um encontro semanal para a tutoria clínica. No
Estágio II, há um incremento da autonomia e complexidade dos atendimentos dos alunos nos
ambulatórios de especialidades (Endocrinologia, Cardiologia, Pneumologia, Nefrologia,
Infectologia, Gastrenterologia, Neurologia e Clínica Geral), nas unidades de internação, além de
atividades no setor de imagem, elaboração dos laudos dos diferentes tipos de exames,
acompanhados de preceptor e professor supervisor. O grupo se reunirá semanalmente para a
tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no
Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Clínica Cirúrgica e Anestesia I e II serão realizados nos
hospitais conveniados. No Estágio I, os alunos fazem rodízio nas Unidades de Enfermarias I e II
(evolução e admissão dos pacientes cirúrgicos), no Centro Cirúrgico, com instrumentação e auxílio
nas operações, acompanhamento do serviço de anestesia e nos ambulatórios de Oncologia e
Cirurgia Geral, acompanhados de um preceptor e supervisionados por um professor. Duas vezes
por semana, o grupo se reunirá para tutoria clínica. Em Clínica Cirúrgica e Anestesia II, será dada
atenção maior aos ambulatórios de especialidades, incluindo Ortopedia, Cirurgia Vascular, Cirurgia
Plástica, Urologia, Oncologia e Cirurgia Geral e do Aparelho Digestório, além de unidade de
internação e Centro Cirúrgico. Serão acompanhados por um preceptor e supervisionados por um
professor. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por
semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Urgência e Emergência I e II serão realizados nos hospitais
e unidades de saúde conveniados, sendo que no Estágio I haverá rodízio de alunos no setor de
Pronto-Socorro e Unidade de Terapia Intensiva, em grupos alternados, plantões noturnos e de finais
de semana, acompanhados de preceptor e supervisionados por um docente. Duas vezes por
semana, o grupo se reunirá para a tutoria clínica. No Estágio II, é maior o nível de complexidade e
autonomia do aluno nas unidades de emergência, com treinamentos em procedimentos invasivos
na UTI e plantões no setor de Urgência e Emergência, acompanhados de preceptor e
supervisionados pelo professor. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e
34
desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de
Habilidades e Simulação Clínica.
O Estágio Supervisionado em Saúde da Mulher I será realizado em hospital conveniado, com
ênfase na Obstetrícia. Os alunos acompanharão diretamente tratamentos clínicos, partos normais
e cesarianos, além do puerpério normal. Haverá atendimento pré-natal habitual nas UBS,
acompanhados por preceptor e supervisionados por um docente da Instituição. Serão realizadas
tutoria clínica três vezes por semana. O Estágio em Saúde da Mulher II é realizado em hospital
conveniado, com ênfase na cirurgia ginecológica e ambulatórios pré- e pós-cirúrgicos. Os alunos
também desenvolverão atividades nos ambulatórios de Ginecologia Geral, Planejamento Familiar e
Colposcopia em UBS, com atendimento das patologias, exames de colposcopia e procedimentos
ambulatoriais (colocação de DIU e cauterizações). Neste estágio, os alunos farão plantões noturnos
e de finais de semana, acompanhando os atendimentos do pronto-socorro e os partos normais e
cesarianos. As atividades serão orientadas e supervisionadas por docentes da Instituição, com
exceção da preceptoria nos plantões. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e
desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de
Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Saúde da Criança e do Adolescente I e II serão realizados no
hospital conveniado e em especialidades pediátricas nas UBS. No Estágio I, as atividades ocorrerão
na enfermaria de Pediatria do hospital conveniado e nos ambulatórios de Pediatria Geral e
Puericultura das UBS. O Estágio II enfatiza a Unidade de Pronto Atendimento pediátrico no pronto
atendimento do hospital conveniado e nos ambulatórios de especialidades (Cardiologia,
Hematologia, Pneumologia, Neurologia), nas UBS, acompanhados por docentes da IES. Haverá
atividades no alojamento conjunto do hospital conveniado, orientadas por preceptores e
supervisionadas por docentes da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica
e desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de
Habilidades e Simulação Clínica.
Os Estágios Supervisionados em Medicina de Saúde da Família I e II serão realizados em UBS
com níveis crescentes de complexidade e autonomia. Os alunos atenderão crianças e adultos do
programa de saúde da família, participarão de grupos de hipertensos e diabéticos e acompanharão
os atendimentos domiciliares. Todas as atividades serão orientadas e supervisionadas por docentes
da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por
semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
O Estágio Supervisionado em Saúde Mental será realizado em hospital conveniado e os
alunos farão rodízio nos atendimentos de urgências e internações psiquiátricas, nos Centros de
Atendimento Psiquiátrico (CAPS) Infantil e Adulto e no Núcleo Integrado de Saúde, sempre
orientados e supervisionados por docentes da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para
a tutoria clínica e desenvolverá, uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no
Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica.
O Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva será realizado em UBS. Os estudantes
compreenderão o sistema de saúde brasileiro, sua história, a construção do sistema público e sua
estrutura atual. Vivenciarão as principais políticas e programas de saúde implantadas no país.
Desenvolverão habilidades e atitudes para a gestão dos principais problemas de saúde locais,
regionais e nacionais. Participarão da elaboração de planos de intervenção para o enfrentamento
dos problemas priorizados. Participarão em espaços formais de reflexão coletiva. Conhecerão e
compreenderão os processos de gestão da rede de atenção à saúde. Treinarão habilidades e
desenvolverão atitudes de gestão em saúde. Identificarão problemas no processo de trabalho da
equipe multiprofissional nas unidades de saúde. As atividades serão orientadas e supervisionadas
por docentes da Instituição. O grupo se reunirá semanalmente para a tutoria clínica e desenvolverá,
uma vez por semana, atividades curriculares padronizadas no Laboratório de Habilidades e
Simulação Clínica.
Visando a segurança do paciente, as habilidades pessoais dos internos serão treinadas e
lapidadas no Laboratório de Habilidades e Simulação Clínica (SimuLab), desenvolvendo a
35
consciência de trabalho em equipe de alto desempenho. No quinto ano, os internos têm um
período semanal no SimuLab.
O currículo é único independente do estágio e segue o aprofundamento nos protocolos de
atendimentos às situações de emergência clínica para adultos e crianças, técnicas e protocolos de
atendimento ao trauma, além de intenso treinamento de habilidades. Os procedimentos críticos
ensinados e treinados irão desde aqueles considerados básicos, como compressão cardíaca e
ventilação de modo adequado em todas as faixas etárias, passando pelas habilidades de utilização
de desfibriladores manuais, obtenção de via aérea avançada, punção lombar em adultos, crianças
e lactentes, chegando até as técnicas avançadas e desejáveis para padrão de segurança e
resolutividade de emergências como a utilização de ultrassonografia por clínicos.
O treinamento em ultrassonografia está inserido no sexto ano e é destinado a obtenção de
acesso venoso central, realização de protocolos de trauma (Focused Assessment with Sonography
for Trauma- FAST e Extended Focused Assessment with Sonography for Trauma – E-FAST), análise
de veia cava inferior no choque e diagnóstico de trombose venosa profunda.
No sexto ano do curso de Medicina da Universidade Paulista – UNIP, todos os internos
dedicarão um período semanal para treinamento de habilidades e atitudes, além de técnicas e
protocolos de atendimento clínico e dinâmica de equipe de alto desempenho. Serão aprofundados
temas de emergências pediátricas, obstétricas e clínicas. No currículo, há relevante período
destinado à simulação de casos para reconhecimento e atuação em situações de violência
doméstica, emergências psiquiátricas e comunicação de más notícias.
Para enfrentar o desafio de formar o profissional médico preparado para atender às
necessidades locais e regionais, dotado de conhecimentos sobre gerenciamento e administração,
seja profissional liberal e/ou prestador de serviços, e em atendimento às DCNs na área de
competência da Organização do Trabalho em Saúde, busca-se os seguintes desempenhos: a)
identificação de oportunidades e de desafios na organização do trabalho em saúde, considerando
as diretrizes do SUS; b) utilização de diversas fontes para identificar problemas no processo de
trabalho, incluindo a perspectiva dos profissionais e dos usuários, e análise de indicadores e do
modelo de gestão; c) participação na priorização de problemas, identificando a relevância,
magnitude e urgência, as implicações imediatas e potenciais, a estrutura e os recursos disponíveis;
d) abertura para opiniões diferentes e respeito à diversidade de valores, de papéis e de
responsabilidades no cuidado à saúde; e) trabalho colaborativo em equipes de saúde, respeitando
normas institucionais dos ambientes de trabalho e agindo com compromisso ético-profissional.
Será levado a refletir a necessidade da análise criteriosa das tecnologias a serem incorporadas,
utilizando-as com rigor metodológico para estabelecer o real benefício das ações e intervenções
oferecidas para a população, pois à medida que a responsabilidade e demandas pelo sistema de
saúde público aumentam, os recursos tornam-se cada vez mais escassos. Embora essa atividade
seja oferecida durante a fase profissionalizante, sua carga horária não é computada na carga horária
do Estágio Supervisionado.
36
entendimento deva ser amplo o suficiente para promover a diversificação da formação do aluno,
na medida de seus interesses pessoais de enriquecimento profissional, técnico, social e cultural.
São oferecidos diversificados grupos de atividades voltadas para a formação geral e
específica do aluno que promovem sua progressiva autonomia profissional e intelectual e ampliam
os conhecimentos da profissão, contribuindo para o incremento das expressões culturais e
artísticas.
As AC propostas desenvolvem habilidades e competências adquiridas fora do ambiente
escolar, bem como experiências profissionalizantes consideradas relevantes para área de formação
do aluno. As atividades se desenvolvem em três categorias: atividades acadêmicas, científicas e
práticas profissionais. Cada uma delas contempla uma descrição da atividade ou grupo de
atividades, as respectivas horas para o cumprimento e a documentação comprobatória.
As categorias e a carga horária das Atividades Complementares constam do Volume 2 deste
PPC.
. Atendimento Extraclasse
O atendimento extraclasse aos alunos é realizado pelos professores líderes do curso com
jornada semanal específica para tal finalidade. O atendimento é realizado mediante orientações
individuais a alunos encaminhados pelos professores ou para aqueles que procuram o serviço
espontaneamente.
. Mecanismos de Nivelamento
37
Os déficits anteriores de formação do aluno serão verificados a cada período por meio da
análise das avaliações das disciplinas e avaliações multidisciplinares, indicando qual o conteúdo a
ser recuperado pelos cursos de nivelamento obrigatório.
. Apoio Psicopedagógico
38
. Bolsa para Professores e Funcionários
A UNIP concede bolsas de estudo a seus funcionários, professores e para seus dependentes
diretos.
A UNIP aderiu ao Fundo de Financiamento ao Estudo do Ensino Superior – FIES, criado pelo
Governo Federal para financiar os estudos de alunos com poucos recursos. Informações a respeito
podem ser obtidas junto à Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento do FIES, na
Tesouraria do campus em que o aluno estiver matriculado ou via internet, no site [Link].
As inscrições são feitas somente via internet. Caso o aluno venha a ser beneficiado pelo
programa de Financiamento Estudantil, após ter obtido bolsa de estudo concedida pela UNIP, esta
é cancelada no momento da concessão do financiamento.
A UNIP aderiu ao Programa Universidade para Todos – ProUni, do Governo Federal, que
concede bolsas integrais a alunos carentes com base nos resultados obtidos no ENEM, Exame
Nacional do Ensino Médio, e nas condições socioeconômicas do candidato.
. Organização Estudantil
De acordo com o artigo 107 do seu Regimento Geral, os alunos regulares da Universidade
Paulista – UNIP podem organizar-se em diretórios e associações.
A eleição das diretorias dos diretórios e associações ocorrerá em data estabelecida pela
reitoria, atendendo a requerimento dos interessados.
Os diretórios e associações são mantidos por contribuições dos associados e por doação,
devendo prestar contas publicamente sobre a origem e aplicação dos recursos financeiros.
A desobediência aos preceitos legais e regimentais, bem como o uso indevido de bens e
recursos da entidade estudantil, apurados em inquérito instituído pela reitoria, importam em
responsabilidade civil, pessoal e disciplinar dos membros da diretoria.
A UNIP mantém-se atenta aos procedimentos de avaliação externa, como o Exame Nacional
de Avaliação do Desempenho dos Estudantes (ENADE), analisando detalhadamente os resultados
positivos e negativos obtidos nos diferentes campi e nas disciplinas, com a finalidade de atualizar
programas e rever didáticas, se necessário.
d) Avaliações Integradas
Ao final de cada semestre os alunos realizam uma Avaliação Integrada que avalia os
conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidos no semestre e o uso do conhecimento
acumulado. Os temas nos quais os alunos apresentam dificuldades são retomados no semestre
seguinte.
O sistema eletrônico é uma facilidade oferecida ao corpo docente, que pode realizar sua
rotina acadêmica com agilidade, segurança e conforto. Esse sistema disponibiliza as seguintes
opções: digitação e alteração de notas; lançamento de faltas; inserção de matéria relacionada;
impressão de listas de presença para aulas e para provas; emissão de avisos aos alunos. Esse sistema
possibilita que o professor envie avisos para todos os alunos da turma ou para algum aluno em
particular, facilitando a interatividade fora do espaço de aula e de atividades.
Considera-se como material didático todo instrumento educacional que serve de apoio para
a construção do conhecimento, usado para possibilitar a assimilação dos conteúdos e centrado nos
conceitos de comunicabilidade, coerência teórica e interatividade. A bibliografia dos cursos
contempla as exigências de formação e seus textos possuem uma linguagem inclusiva e acessível,
a UNIP desenvolve institucionalmente material didático complementar de apoio à aprendizagem.
O processo de produção do material didático é planejado e concebido por uma equipe
multidisciplinar e sua concepção envolve o professor e o coordenador do curso para a revisão da
análise conceitual e, ainda, as equipes de revisão linguística e de design didático.
a) Material de nivelamento
O material da CQA é disponibilizado aos alunos para uso pelo sistema on-line da UNIP.
A avaliação é uma questão central na proposta pedagógica do curso uma vez que possibilita
o acompanhamento do desempenho dos alunos nos seus processos de aprendizagem, aquisição de
conhecimento e desenvolvimento das competências e habilidades propostas nas Diretrizes
Curriculares do curso.
Para que o processo avaliativo tenha sucesso, é imprescindível que os alunos o entendam e
participem efetivamente das suas modalidades e da aplicação dos instrumentos selecionados de
acordo com os objetivos do curso.
No processo avaliativo do curso, são aplicadas as seguintes modalidades de avaliação:
43
b) Avaliação Formativa – tem como função o acompanhamento do processo de
aprendizagem, trazendo informações ao aluno e ao docente dos resultados que estão sendo
alcançados durante a realização das atividades e propor ações concretas para a melhoria do
desempenho e das práticas.
c) Avaliação Integrada – tem como propósito verificar o progresso obtido pelo aluno durante
as etapas do curso com o objetivo de aferir resultados da formação global do aluno e obter
indicadores que permitam aperfeiçoar o processo de ensino. Essa avaliação busca saber se
o objetivo educacional está sendo alcançado.
d) Avaliação dos estágios curriculares obrigatórios.
e) Verificação de frequência.
Elas ocorrem em todas as etapas do curso e constituem um processo de acompanho
contínuo dos alunos.
a) Avaliação Personalizada
b) Avaliação Formativa.
c) Avaliação Integrada
A avaliação integrada é realizada por uma prova multidisciplinar ao final de cada semestre
letivo com vistas a avaliar a integração dos conhecimentos adquiridos no semestre. A avaliação
integrada é realizada, também, pelo Teste de Progresso.
O Teste de Progresso (TPMed) constitui ferramenta importante no processo de avaliação,
servindo tanto para a avaliação interna quanto externa. O TPMed é uma avaliação longitudinal do
desenvolvimento cognitivo dos alunos durante o curso. O teste é único e constituído com o
conteúdo final do curso, contemplando o conteúdo oferecido pelas disciplinas tradicionais e pelos
módulos. A aplicação é realizada no mesmo dia e horário para todos os estudantes, da segunda à
última série (SAKAI et al, 2008).
É composto por questões envolvendo temas das grandes áreas da Medicina: Área Básica,
Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Ginecologia e Obstétrica, Pediatria e Saúde Comunitária, com grau
de conhecimento ao nível de 6º ano, sendo esperado um desempenho crescente a cada ano. Os
resultados possibilitam construir curvas de desempenho cognitivo que permitem identificar as
fragilidades e potencialidades dos estudantes nas diversas áreas de conhecimento do curso. Esse
44
instrumento tem uma dupla função: a de avaliar o aluno, através do acompanhamento de seu
desempenho ano a ano ao longo do curso, comparando-o consigo mesmo, com os colegas de turma
e com as turmas dos anos anteriores, e a de permitir aos gestores e demais membros da
comunidade interna e externa fazer sua autoavaliação quanto aos pontos fortes e fracos em cada
área de conhecimento, por meio da análise do resultado global das turmas.
Portanto, trata-se de ferramenta importante no processo avaliativo do curso, que somada
às informações decorrentes dos demais procedimentos avaliativos, permite desencadear ações
para aperfeiçoar o currículo e/ou o método pedagógico adotado.
45
1.15. Número de Vagas e Processo Seletivo
a) Número de Vagas
b) Processo Seletivo
46
2. CORPO DOCENTE
Atendendo a Resolução MEC nº 1 de 17/6/2010, o curso de Medicina da UNIP tem seu NDE
formado por um grupo de cinco docentes que atuam em regime de tempo integral ou parcial e
possuem titulação de doutor ou mestre, no acompanhamento, consolidação e atualização do PPC,
dentre eles, o coordenador do curso.
O NDE do curso de Medicina tem por finalidades:
a) analisar o perfil profissional do egresso do curso, que deve expressar as competências a
serem desenvolvidas pelo discente.
b) atualizar periodicamente o PPC, conduzindo os trabalhos de reorganização curricular,
ementas e bibliografias básicas e complementares, com a colaboração do Colegiado de
Curso.
c) zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino.
d) supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo
Colegiado.
e) promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos
pelo Projeto Pedagógico.
f) acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a
contratação ou substituição de docentes, quando necessário.
g) acompanhar a política de avaliação de aprendizagem e seu impacto na formação do aluno.
h) zelar pelo cumprimento das DCN do curso.
O corpo docente é composto por professores que atuam em tempo de dedicação integral
(TI), em tempo de dedicação parcial (TP) e horistas (H), o que lhes permite atender integralmente
a demanda existente, isto é, dedicação à docência, atendimento aos alunos e participação no
Colegiado e no NDE, além do planejamento didático e preparação das avaliações de aprendizagem.
Os professores mantêm atualizada a documentação a respeito de suas atividades docentes
que são utilizadas no planejamento e gestão a cada semestre letivo, com base nas necessidades
apontadas no próprio curso e nas expectativas da Instituição.
Faz parte do perfil do professor na Instituição, além do sólido conhecimento na sua área de
formação, uma qualificação para o exercício da docência voltada para a promoção da aprendizagem
dos alunos.
48
Além dessa ação, o professor poderá cursar, sem nenhum ônus, o Curso de Especialização em
“Docência no Ensino Superior: Tecnologias Educacionais e Inovação, oferecido permanentemente
pela Instituição. Dessa forma, ele consegue ter estrutura para ampliar a visão e a experiência dos
alunos de associar o conteúdo abordado e a sua profissão atual ou a desejada.
O setor de Pesquisa da UNIP reúne anualmente toda a produção científica, cultural, artística
ou tecnológica dos seus professores e alunos. A Coordenação Pedagógica acompanha a atualização
e inserção da produção dos docentes em seus Currículos Lattes.
49
3. INFRAESTRUTURA
Em cada campus da UNIP, existem salas próprias destinadas aos docentes em regime de
tempo integral.
50
Os computadores são equipados com os recursos de hardware e software atualizados que
atendem às necessidades do curso.
O espaço físico das bibliotecas UNIP é projetado com o objetivo de proporcionar conforto e
funcionalidade durante os estudos e as pesquisas do corpo docente e do corpo discente da
Universidade. Nesse espaço, estão disponíveis áreas para estudo em grupo e individual;
microcomputadores com acesso à Internet para pesquisas nas bases de dados nacionais e
internacionais (livres e de acesso restrito a comunidade UNIP) e pesquisa nos acervos das
bibliotecas de todos os campi e Unidades Universitárias; espaço informatizado para a recepção e
atendimento ao usuário; acervo de livros, periódicos e multimeios; guarda-volumes com chaves
individuais; salas multimídia; processamento técnico; e administração.
Atualmente, as bibliotecas UNIP contam com 20.709,40 m² de área, distribuídas entre seus
campi e Unidades Universitárias, em constante ampliação para manter os recursos
qualitativamente e quantitativamente bem dimensionados.
O acervo das bibliotecas UNIP é aberto aos seus usuários e acondicionado em estantes
adequadas à conservação e arquivamento de todos os materiais bibliográficos. Atualmente, conta
com 1.779.254 exemplares dos mais variados títulos, que podem ser consultados através de
terminais nas bibliotecas ou pela Internet, pelos descritores de assunto, autor e título, em uma
biblioteca específica ou todas as bibliotecas conjuntamente.
b) Informatização
O sistema de controle bibliográfico das bibliotecas UNIP foi desenvolvido e é mantido por
profissionais da própria instituição, permitindo fácil suporte e evolução dos recursos, conforme a
necessidade dos usuários, além de garantir agilidade e qualidade nos serviços de processamento
técnico do material bibliográfico e de referência.
d) Serviço de Referência
51
O catálogo on-line das bibliotecas UNIP permite a consulta ao acervo (livros, trabalhos
acadêmicos, vídeos, CD-ROM, DVDs e outros) por descritores de assunto, autor, título e biblioteca.
O catálogo está disponível a toda a comunidade UNIP (corpo docente, discente e funcionários) 24
horas por dia e 365 dias por ano, através da Internet ou através de microcomputadores distribuídos
nas bibliotecas. Além de permitir a consulta multicampi, o usuário também pode utilizar todos os
recursos disponíveis em qualquer biblioteca da UNIP.
e) Microcomputadores
f) Base de Dados
. Multidisciplinar
• EBSCO Discovery Service: o EDS é uma ferramenta de pesquisa e descoberta que agrega
grande parte das fontes de informação eletrônicas acessíveis através do portal da UNIP, tais
como: bases de dados de artigos científicos; livros eletrônicos; conferências; relatórios
técnicos, etc.
• Science Direct: estão disponíveis publicações da Elsevier e de outras editoras científicas,
cobrindo as áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências
Exatas e da Terra, Engenharias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e Letras e
Artes.
• EBOOKSCAPES: ScienceDirect - E-Books Backlist e Livros em Português
Livros em português e Backlist de e-books da Elsevier de 1995-2008 e de outras editoras
científicas, cobrindo várias áreas de conhecimento. Inclui monografias, enciclopédias e anais
de conferências publicadas.
• Academic Search Premier: esta base de dados multidisciplinar fornece texto completo para
mais de 8.500 periódicos, incluindo texto completo para mais de 4.600 títulos revisados por
especialistas. Os arquivos PDF datam de 1975 ou mais e estão disponíveis para mais de uma
centena de revistas especializadas, bem como são fornecidas referências citadas
pesquisáveis para mais de 1.000 títulos.
52
• Emerald Insight: coleção de publicações periódicas com concentração nas áreas de
Administração, Arquitetura, Contabilidade, Ciência da Informação, Engenharia Mecânica,
Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção.
• Gale - Academic OneFile: coleção de periódicos com texto completo e referências nas áreas
de Ciências Exatas, Tecnologia, Ciências Médicas, Ciências Sociais Aplicadas, Artes e
Humanidades.
• SAGE Journals On-line: coleção de periódicos com concentração nas áreas de Ciências
Sociais Aplicadas e Ciências Humanas.
• SCOPUS (Elsevier): base de dados de resumos e de citações da literatura científica e de
fontes de informação de nível acadêmico na Internet. Indexa mais de 21 mil periódicos, de
5 mil editores internacionais, 24 milhões de patentes, além de outros documentos.
• SpringerLink: coleção de publicações com ênfase nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências da
Saúde, Ciências Agrárias e Ciências Exatas e da Terra. Clique no título desejado para folhear
os fascículos e consultar os resumos e os textos completos dos artigos.
• Web of Science (Thomson Reuters Scientific): base multidisciplinar que indexa somente os
periódicos mais citados em suas respectivas áreas. É também um índice de citações,
informando, para cada artigo, os documentos por ele citados e os documentos que o citaram.
Possui hoje mais de 9.000 periódicos indexados.
• Wiley On-lineLibrary: esta coleção cobre as áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde,
Ciências Exatas e da Terra, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e
Linguística, Letras e Artes.
• BioOne: a BioOne reúne periódicos nas áreas de Ciências Biológicas e Ciências Ambientais
publicados por associações profissionais e sociedades científicas, cobrindo temas como
aquecimento global, pesquisas em células-tronco e ecologia e biodiversidade. A base foi
criada em 1999 a partir da colaboração de cinco entidades: o American Institute of Biological
Sciences (AIBS), o Scholarly Publishing & Academic Resources Coalition (SPARC), a
Universidade do Kansas, a Greater Western Library Alliance (formada por 12 consórcios de
bibliotecas) e a Allen Press, Inc.
• GEDWeb - Gerenciador de Norma Técnicas Eletrônicas pela Web
Avançada ferramenta para acesso à consulta, tornando possível, em ambiente Web,
múltiplos usuários obterem acesso às Normas Técnicas Brasileiras, Internacionais e
Mercosul em formato digital já adquiridas pela UNIP.
• Comut Pessoa Física: as bibliotecas UNIP divulgam o serviço de comutação bibliográfica
COMUT/IBICT à sua comunidade acadêmica (alunos, professores, etc.). O sistema COMUT,
desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informações em Ciência e Tecnologia, permite que
o usuário (pessoa física), faça suas solicitações de cópias de artigos e outros documentos,
direto da Internet, sem o intermédio da biblioteca.
• Full Text Finder: é uma ferramenta para gerenciamento de títulos de periódicos. Fornece
um modo simplificado para encontrar o texto completo dos periódicos eletrônicos da UNIP,
independentemente de onde estes recursos estiverem localizados – nos sites dos editores,
dentro de bases de dados ou até mesmo em portais de busca.
53
Bases de Dados de Livre Acesso
. Saúde
• Agrícola
• Animal Diversity Web - ADW
• Bireme - Biblioteca Virtual em Saúde
• DeCS - Descritores em Ciências da Saúde
• Dental Articles Search
• Drugbank
• [Link]
• Portal de Revistas Científicas em Ciências da Saúde
• Public Health Image Library – PHIL
• PubMed
• PubMedCentral
. Humanas
. Exatas
• CiteSeer
• Emporis
• Índice de Arquitetura Brasileira
• International Architecture Database
• Royal Institute of British Architects - RIBA
. Multidisciplinar
54
g) Periódicos
55
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27 Cancer Medicine 2045-7634
urnals/1974/
[Link]
28 Clinical Audit 1179-2760
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29 Clinical Epidemiology 1179-1349
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30 Clinical Genetics 1399-0004
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55 Research and Reports in Neonatology 1179-9935
and-reports-in-neonatology-journal
Revista Brasileira de Medicina do
56 2447-0147 [Link]
Trabalho
[Link]
57 Revista de Medicina 1679-9836
/
58 Revista de Saúde Pública 1518-8787 [Link]
[Link]
59 The American Journal of Medicine 1555-7162
al/the-american-journal-of-medicine
[Link]
Therapeutics and Clinical Risk
60 1178-203X tics-and-clinical-risk-management-
Management
journal
[Link]
61 Trends in Cardiovascular Medicine 1873-2615
al/trends-in-cardiovascular-medicine
h) Multimídia
j) Horário de Funcionamento
k) Pessoal Técnico-Administrativo
No quadro a seguir, é apresentado o quadro geral de recursos humanos das bibliotecas dos
campi e Unidades Universitárias da UNIP.
l) Serviços Oferecidos
Para que o corpo discente e o corpo docente utilizem e conheçam todos esses recursos
disponíveis, são oferecidos os seguintes serviços orientados pelos bibliotecários:
• Pesquisa bibliográfica;
• Elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos (ABNT) e Vancouver;
• Empréstimo domiciliar;
• Consulta local;
• Elaboração de referências bibliográficas (ABNT) e Vancouver;
• Empréstimo entre bibliotecas;
• COMUT – Programa de comutação bibliográfica que visa facilitar a obtenção de cópias de
documentos independentemente de sua localização (no Brasil ou no exterior);
• SCAD – Serviço cooperativo de acesso ao Documento da Biblioteca Virtual em Saúde,
coordenado pela BIREME com a colaboração das bibliotecas integrantes do Sistema Latino-
Americano e do Centro de Informação em Ciências da Saúde, o principal objetivo é prover
o acesso a documentos da área de ciências da saúde, exclusivamente para fins acadêmicos
e de pesquisa;
58
• Visita monitorada;
• Treinamento de usuários;
• Exposições com a finalidade de aproximar os alunos e a comunidade da importância da
leitura.
O material bibliográfico, retirado para consulta, deve ser devolvido à biblioteca pelo leitor, no
mesmo dia em que lhe for entregue; caso contrário, sofrerá a penalidade disciplinar prevista no
artigo 10 do Regulamento Geral da Biblioteca.
O prazo de empréstimo poderá ser renovado até 02 (duas) vezes consecutivas, mediante a
apresentação do material a ser renovado.
Aos alunos regularmente matriculados e aos professores serão facultados empréstimos por
07 (sete) dias consecutivos dos seguintes materiais bibliográficos: 03 (três) títulos de livros; 02 (dois)
títulos de vídeos ou DVDs; 02 (dois) títulos de CD-ROM. Durante o período de férias escolares, o
prazo de empréstimo para os alunos e professores será de 30 (trinta) dias.
59
Os laboratórios didáticos, tanto de formação básica quanto de formação específica utilizados
no curso de Medicina, atendem plenamente as necessidades do curso e estão de acordo com o
estabelecido neste Projeto Pedagógico, com adequadas normas de funcionamento e segurança.
Sua estrutura atende às exigências das práticas de ensino e de aprendizagem necessárias à
formação do profissional e conta com os recursos de tecnologia da informação e comunicação.
Os laboratórios específicos são multidisciplinares e, assim como os de formação básica,
possuem os insumos, materiais e equipamentos para atender o número de alunos e as exigências
estabelecidas nos planos das aulas.
A Instituição contará com uma equipe de apoio técnico e de manutenção periódica, o que
garante a não interrupção das atividades acadêmicas.
Periodicamente é feita uma avaliação do uso dos laboratórios, cujo resultado é utilizado para
subsidiar o planejamento posterior, especialmente considerando o aumento da demanda de alunos
e o consequente aumento do número de aulas ministradas.
Na sequência é apresentada uma breve descrição dos laboratórios:
As 08 (oito) salas de aulas para grandes grupos, com no mínimo 57,19(m²), têm uma área
total de 451,36 (m²). As salas de aulas previstas serão amplas, arejadas e bem iluminadas. Todas as
salas de aula serão equipadas com: computador conectado à internet wireless, tela de projeção e
projetor multimídia, microfone e caixa de som fixa em cada sala, quadro negro, quadro de avisos,
rede interna com acesso aos programas para uso do professor. Cada sala contará com 50
cadeiras/carteiras estofadas e confortáveis. As carteiras serão independentes das cadeiras e
revestidas de fórmica (possibilitando flexibilidade relacionada às configurações espaciais) e o
quadro branco estará em toda extensão.
As salas de aula atendem às necessidades institucionais e do curso, apresentando
manutenção periódica, conforto, disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e
comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, flexibilidade relacionada às
configurações espaciais, oportunizando distintas situações de ensino-aprendizagem, e possuem
outros recursos cuja utilização é comprovadamente exitosa.
A Instituição apresenta condições adequadas de acessibilidade, com placas em braile nos
locais/departamentos/salas, piso tátil, indicando os acessos às salas e espaço para cadeirante e
pessoas obesas. Possuirá normas de segurança e placas de identificação.
c) Laboratórios de Ensino
60
áreas de conhecimento referentes às bases moleculares, celulares e morfofuncionais dos processos
normais e alterados.
Os laboratórios oferecem ainda uma infraestrutura adequada para o desenvolvimento de
pesquisas científicas, uma vez que disponibilizarão ferramentas de suporte a respostas de questões
que envolvam as diferentes áreas.
Os laboratórios do curso de Medicina têm regulamento de funcionamento específico e
seguirão normas de segurança e utilização. Serão todos destinados às atividades acadêmicas em
aulas práticas, sendo atendidos por técnico de laboratório de nível superior na área. Todos os
laboratórios atenderão, no máximo, a 30 alunos, e as turmas serão divididas durante as aulas de
laboratório, a fim de não exceder a ocupação máxima e segura de cada um. Os laboratórios de
ensino específicos e multidisciplinares da Universidade Paulista – UNIP estão disponíveis para
abordagem dos diferentes aspectos celulares e moleculares das ciências da vida (Anatomia
Humana, Microscopia/Parasitologia; Microbiologia/Imunologia/Histopatologia; Técnicas
Operatórias, Simulação Avançada – SIMULAB), considerando os aspectos de espaço físico,
equipamentos e material de consumo necessários e compatíveis com a formação dos estudantes,
previstos no PPC e levando-se em conta a relação de aluno/equipamentos/materiais.
d) Laboratórios Específicos
A Sala de Apoio aos Laboratórios serve de apoio aos técnicos, onde estarão disponibilizados
o Regulamento e as Normas de utilização dos laboratórios, modelos de aulas práticas, Normas de
segurança e Política de manutenção e conservação dos aparelhos e mobiliário. Está organizada com
um computador ligado à internet com rede interna e acesso aos programas para uso do professor
e do técnico, uma mesa com três cadeiras para o professor, projetor, quadro, aparelho de
multimídia, ambiente climatizado, com boa conservação, iluminação, acústica e conforto térmico.
Os horários de utilização dos laboratórios serão afixados nestes e deverão funcionar de
acordo com a carga horária das disciplinas, a carga horária do professor e a carga horária contratual
dos funcionários locados no setor – o que compreende todo o horário de funcionamento da
Instituição (horários das aulas dos turnos matutino a noturno).
Segue descrição dos laboratórios, seus objetivos, as características acadêmicas,
infraestrutura, dimensões e equipamentos.
1. LABORATÓRIO DE ANATOMIA
61
sistema do corpo humano a partir da lacuna do conhecimento gerada na discussão dos grupos de
tutoria, em aproximações sucessivas.
Equipamentos existentes nos laboratórios de Anatomia e quantidades: pia inox; kit
audiovisual; mesa com cadeira e computador do professor; 02 esqueletos humanos; 03 visões
(globo ocular); 2 torsos clássicos unissex 12 partes; 05 séries de degeneração de vértebras; 04
colunas vertebrais lombares; 10 corações clássicos 2 partes; 05 sistemas reprodutores femininos;
06 sistemas reprodutores masculinos; 04 modelos de esqueletos do pé; 02 seções de pele 70x
tamanho; 04 peles com pelos em 03 partes 80x ampliada; 04 braços com músculos destacáveis 6
partes; 02 braços – ossos; 01 neurônio; 01 quadro de neurônio; 01 diorama de um neurônio; 06
juntas de joelhos 12 partes – musculares; 01 crânio de feto montado sobre um suporte; 06 quadris
musculares; 06 articulações umerais; 02 ouvidos 3x o tamanho natural – 04 partes; 03 sistemas
excretores femininos; 03 sistemas urinários femininos; 06 fígados; 06 metades da cabeça; 06 mãos
completas musculares; 06 sistemas urinários masculinos; 04 fibras musculares; 04 modelos
anatômicos de dentes 8 vezes; 01 série de gravidez 8 modelos; 04 quadros sistema nervoso; 06
modelos de pulmões 7 partes – sistema respiratório; 04 pulmões; 06 medulas espinhais com
terminações nervosas; 02 crânios; 02 crânios com 22 partes; 02 crânios com vasos; 02 pernas em
versão luxo com a musculatura; 04 estruturas musculares; 04 modelos de línguas 2,5x tamanho
natural; 06 esqueletos da mão com ligamentos – ossos da mão; 02 sistemas digestivos 03 partes –
quadros; 08 cabeças e pescoços musculados; 08 rins; 02 rins nefrons, vasos sanguíneos – quadro;
06 metades de cérebros; 06 encéfalos / cérebros coloridos; 02 mini torsos com 12 partes 45 cm; 02
musculaturas da cabeça – cabeça com músculo; 06 estômagos; 06 órgãos abdominais posteriores;
02 sistemas circulatórios – quadro; 04 laringes funcionais – endócrino tireoide; 02 figuras
musculares 84 cm com órgãos internos; 02 cérebros com 08 partes branco; 02 colunas vertebrais
torácicas simples; 01 coluna didática flexível – vertebral torácica luxo; 01 crânio infantil; 02 crânios
coloridos com cérebro; 30 banquetas; 05 mesas de anatomia humana inox; 02 estantes de aço
regulável; 01 lixeira com acionamento de tampa no pedal; 01 dispenser álcool gel; 02 porta
dispenser detergente; 02 suportes de papel toalha.
TANQUES DE PREPARO
Sala com Tanques para guarda e preparo de material cadavérico, em uma área de 19,15 m².
Equipamentos existentes com quantidades: 01 Tanque aço inox para cadáver 2x1x1; 01 pia
(0,80 x 60,0); 01 mesa necrópsica inox c/rod. 2000x720x850; Chuveiro lava olhos.
2. LABORATÓRIO MORFOFUNCIONAL
62
O laboratório está situado em uma área de aproximadamente 57,76 m² e tem o objetivo de
levar os alunos à compreensão das estruturas microscópicas, como organelas celulares e a
organização de tecidos que formam os seres vivos, além de verificar os movimentos intra ou
extracelulares que ocorrem nos seres vivos.
63
instrumentação em inox; 01 bancadas em inox; 01 armário de vidro; 02 aparelhos de ar
condicionado; 1 foco cirúrgico ajustável de pé simples e instrumentais cirúrgicos.
5. LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR
64
Os ambientes físicos dos SimuLabs são configurados para atender cada etapa do
aprendizado proposto.
03 salas de habilidades – 02 consultórios, em uma de área de, no mínimo, 864,24 m². O objetivo
central desse espaço é propiciar a realização de simulações em consultórios, com 03 salas de
observação, onde o professor acompanha os atendimentos realizados pelos alunos. Estão
projetados:
03 Salas de Habilidades: duas com 27,71 m²; e outra com 27,87 m²;
03 Salas de Observação: 1° com 22,85 m²; 2° com 17,82 m²; 3° com 14,06 m².
65
Contempla um conjunto de 01 sala de guarda/sala técnica/almoxarifado com 10,80 m²; 01
sala de Simulação Avançada com 19,33 m². Há manequins avançados para simulação de alta
fidelidade, com múltiplas possibilidades de simulação e respostas, programas das condutas
realizadas nos diversos cenários configurados de acordo com o objetivo de cada aula.
66
Equipamentos existentes no laboratório de Simulação Avançada - Simulab e quantidades:
02 manequins Little pct 4; 02 manequins Little Junior pct 4; 02 TVs 50”; 02 macas com estofamento;
01 armário de vitrine com portas de vidro; 02 simuladores glúteo para injeções – intramuscular
glúteo; 01 simulador pélvico masculino para treinamento clínico avançado; 01 sam 3g – sam II with
enhanced software (light skin); 01 foco cirúrgico ajustável; 01 oxímetro; 01 lousa de vidro; 02
pranchas de resgate; 02 lixeiras com acionamento da tampa no pedal; 01 estante em aço regulável;
02 suportes de papel toalha; 01 dispenser álcool gel; 02 porta dispenser detergente; 06
paramentações para procedimento cirúrgicos; 03 simuladores para realização de injeção
intramuscular braço; 02 simuladores avançados para exame de olhos; 01 simulador otológico
OTOSIM 2 avançado interativo e realista para exame de ouvido; 02 simuladores pediátricos para
treinamento otológico; 01 simulscope bedside ausc system (inclui 6 heartman); 01 heartman
infrared headphones; 01 boneco Little Anne QCPR; 02 estetoscópios; 01 biombo; 01 escada com 2
degraus; 02 tomadas posto na parede externa; 01 pia de granito com cuba e torneira; 01 kit
audiovisual – projetor com tela + acústica; 01 suporte para frasco de soro; 02 colares cervicais; 02
coletes cervicais; 01 kit de instrumentação cirúrgica; 01 simulador avançado de abdome –
abdominal examination treiner; 01 baby stap; 01 bomba de infusão para seringa; 01 boneco Little
Anne bebê; 01 carrinho de emergência; 01 detector fetal; 01 kit ambu reanimador; 02 mamas
amigas; 04 mesas auxiliares para instrumentação; 01 mesa ginecológica; 01 monitor cardíaco; 01
monitor de pressão arterial automático; 01 simulador de intubação; 01 simulador de ostomia; 01
simulador de punção lombar; 01 simulador intravenosa; 01 simulador intravenosa infantil; 02
skilguides.
67
assistência básica e avançada em sala de parto; 02 manequins gestantes para treinamento de parto
normal.
Sobre os atores, essa ferramenta já em uso nas disciplinas de Habilidades (para o exame clínico) foi
expandida no SimuLabs com o intuito de treinar habilidades de comunicação, resolução de conflitos
e treinamento de habilidades comportamentais específicas (emergências psiquiátricas,
comunicação de más notícias, captação de órgãos, conflitos éticos, entre outras).
Ainda, outros laboratórios poderão ser criados em atendimento ao surgimento de novas demandas
decorrentes dos processos de avaliação interna e externa, bem como necessidade de atualização e
inovação curricular. Os seguintes laboratórios poderão ser montados, a saber: laboratório de
nutrição e dietética e laboratório de treinamento de atores e camarins.
Está previsto, conforme PPC, um Laboratório de Nutrição e Dietética, em uma área de,
aproximadamente, 83,80 m², composto por Cozinha Fria e Cozinha Quente. Tem como objetivo
proporcionar ao aluno técnicas para o exercício profissional, familiarizando-o com a cozinha e com
seu vocabulário profissional específico e suas técnicas de pré-preparo, produção e organização do
serviço.
68
câmara fria 2 portas; 01 aquecedor Komeco ko43d 42 L dig.; 08 liquidificadores Philips Walita Daily;
01 mesa em fórmica ovo tx. c/ 90x90 cm; 60 cadeiras cromadas c/encosto couricimo bran; 01
cortador de frios Filizola mod. nc300; 01 mesa redonda branca c/ 120 cm de diâmetro; 08 mesas
quadradas brancas c/ 90x90 cm; 01 mesa aço inox escovado c/ 280x110x90 cm; 01 refrigerador 450
L bco tubo dt450 Dako; 01 fogão ind. 4 bocas queim dupl, forn bx pres; 01 refrigerador vertical gldr-
570 –gelopar; 01 freezer Brastemp vertical 280 litros; 01 forno salamandra 40x50 Metalmaq; 03
fornos micro-ondas Brastemp 38 L inox; 01 processador de alimentos Skyman; 12 mesas de inox
com prateleira inferior; 01 bebedouro em inox de pressão; 01 forno gpaniz 300 elétrico trif; 01
cilindro elétrico Goldmetal 30 cm; 01 amassadeira basculante gastromaq; 01 picador de carne boca
22 inox; 01 forno industrial elétrico comb c10; 01 forno salamandra 50x50 Metalmaq; 15 prateleiras
4 planos 1,00x4,85; 01 estufa p/ pratos inox 1,5x0,65; 01 pia inox 1,70x0,60; 11 pias inox com
prateleira; 01 pia inox com 2 cubas 2,30x0,70; 01 chars broiler a gás; 03 coifas de centro inox
1,10x1,10; 01 coifa de centro inox 2,10x1,10; 01 coifa de parede inox 3,50x1,00; 04 coifas de centro
inox 1,10x0,70; 01 sistema de exaustão para as coifas; 01 armário multiuso triplo 12 portas; 04
fogões parede 02 bocas inox; 01 lavatório elétrico acion. de joelho; 01 sistema exaustão 4
ramificações; 01 sistema exaustão 3 ramificações; 04 mesas centro prat. inferior 2,75x0,90; 01
refrigerador horiz 5 portas inox; 01 prateleira aérea 1,65x0,40 inox; 01 lixeira de detritos 80 L inox;
01 armário em aço inox 2 portas de correr; 01 fogão 4 bocas alta pressão Metalmaq m14; 01
refrigerador 2p Electrolux dc49a branco; 01 freezer vertical porta vidro Gelopar; 01 painel
espelhado c/ alumínio 320x130; 02 fogões indust. 4 bocas [Link]; 01 mesa c/ gaveta c/prat.
inferior; 02 estantes lisas c/ 4 planos; 01 câmara térmica horiz. 3 portas; 01 câmara térmica horiz.
2 portas; 01 mesa lisa c/ fechamento frontal; 01 mesa; 01 cuba parede 60c50c35; 01 sist. exaust. c/
filtro centro ; 01 ar cond. split teto 60.000 btus; 01 ar cond. split teto 48.000 btus; 01 prateleira
aérea lisa aço; 01 churrasqueira; 10 esmaltadas Apolo; 09 batedeiras planetárias Arno Deluxe sx80;
07 lotes multiprocessador Arno Fresh 7 un.; 09 lotes multiprocessador Arno Fresh 9 un.; 08 fogões
4 bocas inox; 01 refrigerador horizontal 5 portas inox.
A atualização dos equipamentos atenderá à vida útil do material, sendo substituído e/ou,
no caso dos aparelhos eletrônicos, sempre que possível e viável economicamente, procedido
upgrade. O laboratório contemplará: regulamento e normas de utilização do laboratório, modelos
de aulas práticas, normas de segurança e política de manutenção e conservação dos aparelhos e
mobiliário.
BIOTÉRIO
O Biotério da UNIP está situado em uma área de aproximadamente 31,40 m². Foi projetado
para atender às necessidades práticas de ensino e pesquisa do curso. No Biotério, poderão ser
mantidas várias espécies animais: coelho, ratos, camundongos e cobaias, com finalidade de
pesquisa e/ou didática, para aulas de fisiologia, farmacologia, imunologia, microbiologia, biologia
celular e bioquímica. Equipamentos existentes no laboratório Biotério e quantidades: 02 balanças
Toledo; 01 mesa de granito; 30 tampas aramadas comedouro altas 31 X 19 cm; 05 prateleiras de
aço; 02 estantes Inox c/ capacidade de 20 gaiolas; 03 mesas inox; 27 caixas de Skinner; 04 estações
de trabalho simples; 01 câmara de CO2; 01 sistema de anestesia inalatória; 30 caixas NG
69
(CAMUNDONGOS) 305 X 198 X 134 mm; 01 cabine de raspagem; 10 contensores em acrílico para
camundongos (0 a 80 g); 10 contensores em acrílico para camundongos (250 a 350 g); 01
refrigerador vertical; 01 freezer horizontal; microscópios Nikon; 01 tanque inox lavagem.
70
4. Planos de Ensino do Curso de Medicina
PRIMEIRA SÉRIE
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: fundamentos sócio históricos. São Paulo: Cortez, 2013.
2. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo:
Cortez, 2013.
3. VALLS, Álvaro L. M. O Que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
71
Metodologia da Pesquisa
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2017. (Virtual)
2. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. São Paulo: Atlas, 2017. (Virtual)
3. MARTINS JUNIOR, Joaquim. Como escrever trabalhos de conclusão de curso: instruções
para planejar e montar, desenvolver, concluir, redigir e apresentar trabalhos monográficos e artigos
Petrópolis: Vozes,2015.
4. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2015.
5. MEDEIROS, João Bosco. Redação cientifica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. São Paulo: Atlas, 2014. (VIRTUAL)
6. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2016
7. MICHEL, Maria Helena. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais. São Paulo:
Atlas,2015.
8. BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2015.
72
Desempenho: Comunicar-se de forma adequada e empática no processo de trabalho;
Desenvolver relacionamento ético; Identificar valores individuais e coletivos contextualizados;
Analisar, avaliar e encaminhar a resolução de conflitos no ambiente de ensino-aprendizagem,
reconhecer a importância do trabalho em equipe; buscar princípios da metodologia científica
na produção de conhecimentos; exercitar a prática da busca de publicações científicas;
identificar as novas tecnologias da informação e comunicação (TICs); identificar as diferentes
concepções do processo saúde-doença e promoção de saúde e construir conceitos de saúde-
doença e promoção da saúde. Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes
e responsáveis, dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de
grupos sociais e/ou da comunidade, a partir de uma situação problema. Respeitar o
conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada um. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um, favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; BRAY, Dennis; HOPKIN, Karen; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian;
RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WALTER, Peter. Fundamentos da biologia celular.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
2. SILVA, José Vitor da (Org.). Bioética: visão multidimensional. São Paulo: Látria, 2010.
(Virtual)
KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
2. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; [Link] de saúde pública & saúde coletiva no Brasil.
São Paulo: Atheneu, 2017.
3. SOARES, C. B. Fundamentos de saúde coletiva e o cuidado de enfermagem. São Paulo:
Manole, 2013. (Virtual)
4. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo.; ZORN,
Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia. Histologia
básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. FOUCAULT, Michel; MACHADO, Roberto. O nascimento da clínica. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 2017.
73
prática médica. Possibilita a compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do
processo saúde-doença, através das situações problemas. Promove a construção e
socialização do conhecimento apreendido, auxiliando na aquisição da competência de
Educação em Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; MORGAN, David; RAFF, Martin;
ROBERTS, Keith; WALTER, Peter; WILSON, John; HUNT, Tim; VANZ, Ana Leticia de
Souza. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2017.
KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
2. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano
de Anatomia orientada para clínica. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2018
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
74
Funções Biológicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SILVERTHORN, Dee Unglaub; [Link]. Fisiologia humana: uma abordagem integrada.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2017.
3. KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2018.
2. GANONG, William Francis; [Link]. Fisiologia médica de Ganong. Porto Alegre: AMGH, 2014.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
GARTNER, Leslie P; HIATT, James L.; ROSÁRIO, Beatriz Araujo do. Atlas colorido de
histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
75
Metabolismo
Ementa: Proporciona aos alunos meios adequados de assimilar os processos que envolvem a
utilização dos nutrientes pelo organismo, incluindo digestão, absorção, transporte,
incorporação e mobilização, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da
família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional.
Bioquímica dos carboidratos, lipídios e proteínas. Relação entre os processos alimentares e a
utilização de energia pelo organismo. Organelas celulares: mitocôndrias. Morfofisiologia do
trato gastrointestinal e órgãos associados. Proporciona a integralidade das ações do cuidar
em saúde. Compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos,
ecológicos, éticos e legais nos níveis individual e coletivo do processo saúde-doença: pirâmide
alimentar, obesidade, riscos cardiovasculares, distúrbios de ingestão de alimentos, culto ao
físico, diabetes, intolerâncias alimentares. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; [Link]. Biologia molecular da célula. Porto Alegre:
Artmed, 2017.
2. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2017.
3. STRYER, Lubert; BERG, Jeremy M.; [Link]. Bioquímica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. KIERSZENBAUM, Abraham;[Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; [Link]. Histologia básica: texto e atlas.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. VILAR, Lucio. Endocrinologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. (Virtual)
76
Agressão e defesa
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; [Link]. Biologia molecular da célula. Porto Alegre:
Artmed, 2017.
2. TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flavio; [Link]. São Paulo: Atheneu,
2017.
3. ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H.; PILLAI, Shiv; BAKER, David L. Imunologia
celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H; SHIV, Pillai. Imunologia básica: funções e
distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017.
2. NEVES, David Pereira; [Link] Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2016.
3. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; [Link]. Robbins & Cotran Patologia: bases patológicas das
doenças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
4. TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan; BOTELHO, Ana Cavalcanti C.; CAMPOS, Dilza
Balteiro Pereira de; IDE, Maiza Ritomy; OLIVEIRA, Vinícius Ordakowski de. Princípios
de anatomia e fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto; PASQUINI, Ricardo; SPECTOR,
Nelson; COVAS, Dimas Tadeu; REGO, Eduardo Magalhães. Tratado de hematologia.
São Paulo: Atheneu, 2013.
77
Concepção e Formação do Ser Humano
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
2. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
3. MOORE, Keith L.; [Link]. Embriologia básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; LEWIS, Julian; MORGAN, David; RAFF, Martin;
ROBERTS, Keith; WALTER, Peter; WILSON, John; HUNT, Tim; VANZ, Ana Letícia de
Souza. Biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2017.
2. KIERSZENBAUM, Abraham;[Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. FAIZ, Omar et al. Anatomia Básica: Guia ilustrado de conceitos fundamentais. São
Paulo: Manole, 2013. (Virtual)
4. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N; TORCHIA, Mark G.; NASCIMENTO, Adriana Paulino
do. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; [Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
78
Interação Comunitária I
Ementa: O aluno conhece e vivencia a organização dos serviços de saúde locais e regionais,
enfatizando a atenção primária em saúde no contexto da saúde da família, construindo o tripé:
ensino, serviço de saúde e comunidade. Com ênfase na História da Saúde Pública no Brasil, os
programas direcionados à Estratégia da Saúde da Família: Política Nacional de Acolhimento e
Humanização, Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Saúde do Homem, Saúde do Adulto, Saúde do
idoso, Saúde do Trabalhador, Saúde Mental e Controle Social, com enfoque na prevenção e
promoção da saúde individual e coletiva, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados para
o cuidado à saúde, tendo como parceiros desse processo a população local, lideranças
comunitárias e profissionais de saúde. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade
de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ARCHANJO, Daniela Resende; ARCHANJO, Léa Resende; SILVA, Lincoln Luciano da.
Saúde da família na atenção primária. Curitiba: Intersaberes, 2013.(virtual)
2. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; [Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
3. SOLHA, Raphaela Karla de Toledo. Sistema Único de Saúde: componentes, diretrizes e
políticas públicas. São Paulo: Érica, 2018. (Virtual)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. OGUISSO, Taka. Ética e bioética: desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo:
Manole, 2017. (Virtual).
2. MARTINS-COSTA, Judith. Bioética e responsabilidade. Rio de Janeiro: Forense, 2008.
(Virtual).
3. FRANÇA, Genival Veloso. Comentários ao Código de Ética Médica. Rio de Janeiro
Guanabara Koogan 2019. (Virtual)
4. MARTINS, Milton de Arruda et al. Clínica Médica: atuação da clínica médica, sinais e
sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher,
79
envelhecimento e geriatria, medicina física e reabilitação, medicina laboratorial na
prática médica.V. 1. São Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
5. BRAGA, Cristina. Saúde do Adulto e do Idoso. São Paulo: Érica, 2014. (Virtual).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
3. TANNURE, Meire Chucre; PINHEIRO. Ana Maria. Semiologia clínicas para o processo
de enfermagem. São Paulo; Guanabara Koogan,2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Milton de Arruda et al. Clínica Médica: atuação da clínica médica, sinais e
sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da mulher,
envelhecimento e geriatria, medicina física e reabilitação, medicina laboratorial na
prática médica.V. 2. São Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
2. LANA, Letice Dalla et al. Semiologia. Porto Alegre: Sagah, 2018. (Virtual)
3. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: exame clínico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: clínica médica na prática
diária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
4. POSSO, Maria Belén Salazar; [Link]. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São
Paulo: Atheneu, 2010.
80
SEGUNDA SÉRIE
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende: obstetrícia
[Link] de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. KIERSZENBAUM, Abraham; [Link]. Histologia e biologia celular: uma introdução à
patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa. Berek
& Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
81
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward; [Link]. Tratado de fisiologia médica. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
2. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
3. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo.; ZORN,
Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia. Histologia
básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018
4. SADLER, T. W. Langman embriologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
5. STRAUB, Richard O.; COSTA, Ronaldo Cataldo. Psicologia da saúde: uma abordagem
[Link] Alegre: Artmed, 2014.(virtual)
82
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (virtual)
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
3. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2017.
4. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; ABRAHAMSOHN, Paulo Alexandre;
ZORN, Telma Maria Tenório; SANTOS, Marinilce Fagundes dos; GAMA, Patrícia.
Histologia básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
5. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
Locomoção e Preensão
83
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BARROS FILHO, Tarcisio Eloy Pessoa de; KOJI EDSON, Kojima; FERNANDES, Túlio Diniz.
Casos clínicos em ortopedia e traumatologia: guia prático para formação e
atualização em ortopedia. São Paulo: Manole, 2014. (Virtual)
2. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018.
3. SILVERTHORN, Dee Unglaub; [Link]. Fisiologia humana: uma abordagem integrada.
Porto Alegre: Artmed, 2017.
4. STRAUB, Richard O.; COSTA, Ronaldo Cataldo. Psicologia da saúde: uma abordagem
biopsicossocial. Porto Alegre: Artmed, 2014. (Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.
Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas.
Barueri: Manole, 2016.
5. POWERS, Scott K.; HOWLEY, Edward T.; ROSÁRIO, Beatriz Araujo do. Fisiologia do
exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. Barueri: Manole,
2017.(virtual)
Proliferação Celular
84
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ALBERTS, Bruce; JOHNSON, Alexander; [Link]. Biologia molecular da célula. Porto Alegre:
Artmed, 2017.
2. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C.; PERKINS, James A. Robbins patologia
básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. BUZAID, Antonio Carlos; [Link]. MOC: Manual de Oncologia Clínica do Brasil: tumores
sólidos. São Paulo: Dendrix Edição e Design Ltda, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FRED, Ferri. Oncologia e [Link] de Janeiro: Elsevier,2019.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 3:
doenças hematológicas, oncológicas, doenças renais. Barueri: Manole, 2016.
3. WATSON, James D.; [Link]. Biologia molecular do gene. Porto Alegre: Artmed, 2017.
4. PESSINI, Leo; BERTACHINI, Luciana. Humanização e cuidados paliativos. São Paulo:
Edições Loyola, 2014.
5. BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez; OLIVEIRA, Acary Souza Bulle; MIACHON,
Adriana Aparecida Siviero; OLIVEIRA, Allan Chiaratti de; LUCE, Ana Luiza Pilla;
MARTINS, Ana Maria.; WOLOSKER, Angela Maria Borri; SPINOLA-CASTRO, Angela
Maria; MORON, Antonio Fernandes; KIYOMOTO, Beatriz Hitomi; FRANGIPANI, Beatriz
Jurkiewicz; RIBEIRO, Bethânia de Freitas Rodrigues; BIANCO, Bianca Alves Guia de
genética médica. Barueri: Manole, 2017. (Virtual)
Processo de Envelhecimento
85
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e das informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CASOS clínicos em geriatria Lange. Porto Alegre AMGH 2015. (Virtual)
2. FREITAS, Elizabete Viana de; PY, Ligia; GORZONI, Milton Luiz; DOLL, Johannes;
CANÇADO, Flávio Aluízio Xavier. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2016.
3. AIRES, Margarida de Mello;[Link]. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
(Virtual)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. CONSOLIM-COLOMBO, Fernanda M.; SARAIVA, José Francisco Kerr; IZAR, Maria
Cristina de Oliveira. Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri: Manole, 2019.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume 1: atuação da clínica
médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da
mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na prática médica.
Barueri: Manole, 2016.
4. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
5. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
86
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Relacionar os dados e as informações das
situações problemas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimula o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FOCACCIA, Roberto; VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto. Veronesi tratado de
infectologia: volume 1. São Paulo: Atheneu, 2015.
2. BELLUSCI, Silvia Meirelles. Doenças profissionais ou do trabalho. São Paulo: SENAC, 2013.
3. TAVARES, Walter; MARINHO, Luiz Alberto Carneiro. Rotinas de diagnóstico e
tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Interação Comunitária II
Ementa: O aluno conhece e vivencia a organização dos serviços de saúde locais e regionais,
enfatizando a epidemiologia geral de doenças infecciosas e crônicas degenerativas, doenças
de notificação obrigatória, busca ativa, cálculo de indicadores de saúde e uso da estatística,
para estratégias de planejamento e ações em saúde. Doenças mais prevalentes no Brasil,
estado e cidade, pelo levantamento dos indicadores de saúde: indicadores de morbidades,
mortalidade e nascidos vivos. Integração da academia com o serviço através de pesquisa
científica com base nos indicadores levantados, buscando a melhoria dos serviços. Tendo
como parceiros desse processo a população local, lideranças comunitárias e profissionais de
saúde. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos
os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.
87
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; acessar e utilizar dados secundários
e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações,
movimentos e valores de populações em seu território, visando ampliar a explicação de
causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados das
informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o
diagnóstico de saúde e prioriza os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar na
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar na
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar na avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes,
orientados à melhoria da saúde coletiva. Formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa;[Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
2. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & saúde.
Rio de Janeiro: Medbook, 2018.
3. GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Lêda Chaves. Tratado de medicina
de família e comunidade: princípios, formação e prática - volume - 1. Porto Alegre:
Artmed, 2018. (Virtual)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Lêda Chaves. Tratado de
medicina de família e comunidade: princípios, formação e prática - volume - 2.
Porto Alegre: Artmed, 2018. (Virtual)
2. KIDD, Michael. A contribuição da medicina de família e comunidade para os
sistemas de saúde. Porto Alegre: Artmed, 2017. (Virtual)
3. FREEMAN, Thomas R. Manual de medicina de família e comunidade de
McWhinney. Porto Alegre: Artmed, 2017. (Virtual)
4. MOREIRA, Maria da Consolação Vieira;[Link]. Livro-texto da Sociedade Brasileira
de Cardiologia. Barueri: Manole, 2015.
5. TOY, Eugene. Casos clínicos em medicina de família e comunidade. Porto Alegre:
AMGH, 2013.(Virtual)
88
Habilidades Clínicas e Atitudes II
Desempenho: Realizar história clínica e exame físico completos dentro das técnicas
reconhecidas. Estabelecer diagnóstico sindrômico. Reconhecer sinais e sintomas das doenças
crônicas e agudas mais prevalentes. Formular hipóteses de diagnósticos diferenciais para
essas patologias. Identificar suas necessidades de aprendizagem a partir de uma situação
problema, respeitando o conhecimento prévio dos demais e o contexto sociocultural de cada
um. Estabelecer relação profissional ética no contato com os pares, pacientes, familiares e/ou
responsáveis; formular e receber críticas de modo respeitoso. Demonstrar curiosidade e
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
(Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. ANDRIS, Deborah A; BAILEY-KUNTE, Jemma; [Link]. Semiologia: bases para a prática
assistencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: exame clínico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
5. SILBERNAGL, Stefan; LANG, Florian. Fisiopatologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed,
2016. (Virtual)
89
Bases Patológicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FARIA, José Lopes de; ALTEMANI, Albina M. A. M.; [Link]. Patologia geral: fundamentos das
doenças, com aplicações clínicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
2. BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo: patologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
3. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C.; PERKINS, James A. Robbins patologia básica.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SILBERNAGL, Stefan. Fisiopatologia texto e atlas. Porto Alegre Artmed 2016. (VIRTUAL)
2. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; [Link]. Rubin & Cotran Patologia: bases patológicas das
doenças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. PORTH, Carol Mattson. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.(Virtual)
4. MONTENEGRO, Mario Rubens; [Link]. Patologia: processos gerais. São Paulo: Atheneu,
2008.
5. RUBIN, Emanuel; [Link]. Rubin, patologia: bases clinicopatológicas da medicina. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
Bases Farmacológicas
90
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2017. (Virtual)
2. BRUNTON, Laurence L.; [Link]. Goodman e Gilman: as bases farmacológicas da
terapêutica. Rio de Janeiro:McGraw-Hill,2018.
3. SILVA, Penildon. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. KOROLKOVAS, Andrejus; FRANÇA, Francisco Faustino de Albuquerque Carneiro de;
CUNHA, Bruno Carlos de Almeida. Dicionário terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.
2. RANG, H. P.; RITTER, J. M.; FLOWER, R. J.; HENDERSON, G.; DALE, M. M. Rang & Dale:
farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
3. OGA, Seizi; [Link]. Guia Zanini-Oga de interações medicamentosas. São Paulo: Atheneu,
2002.
4. FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita. Farmacologia clínica e terapêutica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
5. WHALEN, Karen; FINKEL, Richard; PANAVELIL, Thomas A.; LANGELOH, Augusto.
Farmacologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2016. (Virtual)
TERCEIRA SÉRIE
Dor
Ementa: Propicia ao aluno o conhecimento dos diversos aspectos relacionados à dor, da sua
gênese ao tratamento e suas implicações sociais, abordando a dor como mecanismo de
defesa e sintoma de doença, os fatores que influenciam a dor e seus aspectos
biopsicossociais, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e
da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional, proporcionando
a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.
91
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.
Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MOORE, Keith L.; DALLEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R; ARAÚJO, Cláudia Lúcia
Caetano de. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2018. (Virtual)
2. LOUIS, Elan D.; MAYER, Stephan A.; ROWLAND, Lewis P. Merritt tratado de
neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. (Virtual)
3. DAVIES, Clair;DAVIES, [Link] terapêutico do ponto-gatilho- guia de tratamento
da dor.São Paulo: Roca,2012.
4. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
5. CONSOLIM-COLOMBO, Fernanda M.; SARAIVA, José Francisco Kerr; IZAR, Maria
Cristina de Oliveira. Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri: Manole, 2019. (Virtual)
Dor Abdominal
Ementa: Compreensão dos mecanismos fisiopatológicos dos problemas que cursam com dor
abdominal, diarreia, vômitos ou icterícia, suas causas mais frequentes ou relevantes e a
abordagem terapêutica desses problemas, relacionados com todo o processo saúde-doença
do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e
profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais,
nos níveis individual e coletivo, do processo saúde doença. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.
92
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MACHADO, Angelo B. M.; HAERTEL, Lucia Machado; CAMPOS, Gilberto Belisário.
Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2014.
MARTINS, Mílton de Arruda;[Link]ínica médica: volume - 4: doenças do aparelho
digestivo, nutrição e doenças nutricionais. Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
2. GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol Mattson. Porth: Fisiopatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
3. SPRINGHOUSE. FISIOPATOLOGIA. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (Virtual)
4. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
93
IBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Ângela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
2. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2017. (Virtual)
3. VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto; [Link]. Tratado de infectologia: volume - 1.
São Paulo: Atheneu, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume -7: alergia e imunologia
clínica. Doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. Barueri: Manole, 2016.
(Virtual)
3. ROTHMAN, Kenneth. Epidemiologia moderna. Porto Alegre: Artmed, 2015. (Virtual)
4. SALOMÃO, Reinaldo. Infectologia: bases clínicas e tratamento. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
5. LEVINSON, Warren; FONSECA, Flávio Guimarães da; DAIAN, Danielle Soares de
Oliveira. Microbiologia médica e imunologia. Porto Alegre: AMGH, 2016. (Virtual)
94
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. KAPCZINSKI, Flavio; QUEVEDO, João; IZQUIERDO, Ivan. Bases biológicas dos
transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2011. (Virtual)
2. DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.
Porto Alegre: Artmed, 2019. (Virtual)
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BRUNTON, Laurence L.; HILAL-DANDAN, Randa; KNOLLMANN, Björn C.; LANGELOH,
Almir Lourenço da Fonseca Augusto; ROSÁRIO, Beatriz Araujo do. Goodman e Gilman:
as bases farmacológicas da terapêutica. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2018. (Virtual)
2. SADOCK, Benjamin James; SADOCK, Virginia Alcott; DORNELLES, Cláudia. Compêndio
de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Porto Alegre: Artmed,
2017. (Virtual)
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. TAVARES, Hermano et al... Psiquiatria, saúde mental e a clínica da impulsividade. São
Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
5. BLACK, Donald W.; GRANT, Jon E. Guia para o DSM-5: complemento essencial para o
manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2015.
(Virtual)
6. ANDRIS, Deborah A et al. Semiologia: bases para a prática assistencial. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
95
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. VILAR, Lucio; KATER, Claudio Elias; NAVES, Luciana Ansaneli; FREITAS, Maria da
Conceição; FLESERIU, Maria. Endocrinologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. ZAGO, Marco Antonio; [Link]. Tratado de hematologia. São Paulo: Atheneu, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume - 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas.
Barueri: Manole, 2016.
3. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa; CARNEIRO, José; [Link]. Histologia básica: texto e atlas.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
4. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
5. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Porto & Porto: semiologia médica. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019.
Perda de Sangue
96
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. NELSON, David L.; COX, Michael M.; DALMAZ, Carla; TERMIGNONI, Carlos; PEREIRA,
Maria Luiza Saraiva. Princípios de bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed,
2018.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume - 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. HOFFBRAND, A. Victor; MOSS, Paul A. H.; FAILACE, Renato. Fundamentos em
hematologia de [Link] Alegre: Artmed, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto; PASQUINI, Ricardo; SPECTOR,
Nelson; COVAS, Dimas Tadeu; REGO, Eduardo Magalhães. Tratado de hematologia.
São Paulo: Atheneu, 2013.
2. HILAL-DANDAN, Randa; BRUNTON, Laurence L.; [Link]. Goodman & Gilman: manual de
farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, 2015.
3. AIRES, Margarida de Mello; [Link]. Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
4. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
(Virtual)
MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume 3: doenças hematológicas,
oncológicas,doenças renais. Barueri: Manole, 2016. (virtual)
Ser Médico
Ementa: O aluno conhece e discute sobre a jurisprudência médica existente em nosso país, o
código de Ética Médica, além de levar ao graduando detalhes da história da Medicina no
mundo e aprofundar seus conhecimentos em relação à real situação do profissional médico
no Brasil. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos
os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. O médico e o mundo do
trabalho, resgatando a história da Medicina, a jurisprudência médica existente em nosso país,
o código de Ética Médica e a real situação do profissional médico no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MELO, Nehemias Domingos de. Responsabilidade civil por erro médico: doutrina e
jurisprudência. São Paulo: Atlas, 2008. (Virtual)
2. FRANÇA, Genival Veloso de. Comentários ao código de ética médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019. (Virtual)
3. FRANÇA, Genival Veloso de. Fundamentos de medicina legal. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2018. (Virtual)
97
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PESSINI, Leo; BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de. Problemas atuais de bioética.
São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2014.
2. FRANÇA, Genival Veloso de. Direito médico. 15. Rio de Janeiro Forense 2019. (Virtual)
3. FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina legal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
(Virtual)
4. SILVA, José Victor da (Org.). Bioética: visão multidimensional. São Paulo: Látria, 2010.
(Virtual)
5. GOZZO, Débora. Bioética e direitos fundamentais. São Paulo: Saraiva, 2012. (Virtual)
98
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses
estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do
paciente, familiares e responsáveis. Acessar e utilizar dados secundários e/ou informações
que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações, movimentos e
valores de populações, em seu território, visando ampliar a explicação de causas, efeitos e
determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados e as informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o diagnóstico de saúde e priorizar os
problemas segundo sua magnitude, existência de recursos para o seu enfrentamento e
importância técnica, cultural e política do contexto; participar na discussão e construção de
projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para melhoria dos indicadores de
morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e vulnerabilidades; estimular a inclusão
da perspectiva de outros profissionais e representantes de segmentos sociais envolvidos na
elaboração dos projetos em saúde; promover o desenvolvimento de planos orientados para
os problemas priorizados; participar na implementação de ações, considerando metas,
prazos, responsabilidades, orçamento e factibilidade; participar na avaliação dos projetos,
prestando contas e promovendo ajustes, orientados à melhoria da saúde coletiva. Formular e
receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a
construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a
transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e
do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DUNCAN, Bruce B.; SCHMIDT, Maria Inês.; GIUGLIANI, Elsa R. J.; DUNCAN, Michael
Schmidt.; GIUGLIANI, Camila. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013. (Virtual)
2. ARCHANJO, Daniela Resende; ARCHANJO, Léa Resende; SILVA, Lincoln Luciano da.
Saúde da família na atenção primária. Curitiba: Intersaberes, 2013. (Virtual)
3. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & saúde.
Rio de Janeiro: Medbook, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. WERNER, Jochen A.; LIPPERT, Burkard M.; DÜNNE, Anja-Alexandra; MÜLLER, Renate;
STAMM, Aldo. Atlas colorido de otorrinolaringologia: aspectos clínicos, diagnóstico
diferencial e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
2. SWARTZ, Mark H. Tratado de semiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier,2015.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume - 6: doenças dos olhos, doenças
dos ouvidos,nariz e garganta, neurologia, transtornos mentais. Barueri: Manole, 2016.
(Virtual)
4. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica Médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan,2015. (Virtual)
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; [Link]. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
99
Habilidades Clínicas e Atitudes III
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M.; [Link]. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
2. GOFFI, Fábio Schmidt; TOLOSA, Erasmo Magalhães de Castro; [Link]. Técnica cirúrgica:
bases anatômicas, fisiopatológicas e técnicas da cirurgia. São Paulo: Atheneu, 2007.
3. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; [Link]. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
2. MALAMED, Stanley F.; MUNDIM, Fernando. Manual de anestesia local. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
3. MILLER, Ronald D.; PARDO JR., [Link]. Bases da anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019.
4. PATERSON-BROWN, Simon. Tópicos essenciais em cirurgia geral e de emergência. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2016.
5. ROHDE, Luiz; OSVALDT, Alessandro Bersch. Rotinas em cirurgia digestiva. Porto Alegre:
Artmed, 2018.
100
Ementa: Introduz o aluno na semiologia de grupos especiais: a mulher e a criança, com ênfase
na anamnese, exame físico, desenvolvimento do raciocínio clínico, formulação de hipóteses
diagnósticas, identificação de níveis de gravidade, definição uma linha de investigação e
iniciação à terapêutica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. HOFFMAN, Barbara L.; SCHORGE, John O.; [Link]. Ginecologia de Williams. Porto Alegre:
AMGH, 2014.
2. VASCONCELOS, Marcio Moacyr. GPS: Guia Prático de Saúde em Pediatria. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. (Virtual)
3. PEDREIRA, Larissa Chaves. Cuidados críticos em Enfermagem. São Paulo: GEN,2016.
(Virtual)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. FERRI, Fred. Ginecologia e obstetrícia.São Paulo: Elsevier,2019.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; [Link]. Clínica médica: volume 1: atuação da clínica
médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde da
mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na prática médica.
Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
4. BICKLEY, Lynn S. Propedêutica médica essencial: Bates Propedêutica médica essencial:
avaliação clínica, anamnese, exame físico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
(Virtual)
5. LASMAR, Ricardo Bassil. Tratado de Ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
(Virtual)
101
Genética Médica
Ementa: O aluno aplica os conhecimentos de Genética Humana como suporte para facilitar a
compreensão dos assuntos abordados nos módulos temáticos, relacionados com todo o
processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade e referenciados na realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em saúde.
Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os
envolvidos. Noções básicas para o entendimento da Genética. Genética molecular. Técnicas de
molecular utilizadas para diagnóstico. Genética mendeliana. Herança citoplasmática e nuclear.
Doenças Genéticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. NUSSBAUM, Robert L.; MCINNES, Roderick R.; [Link]. Thompson & Thompson: genética
médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
2. BORGES-OSÓRIO, Maria Regina; ROBINSON, Wanyce Miriam. Genética humana. Porto
Alegre: Artmed, 2013.
3. SNUSTAD, D. Peter; SIMMONS, Michael J.; GALLO, Cláudia Vitória de Moura.
Fundamentos de genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. (Virtual)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. JORDE, Lynn B.; CAREY, John C.; BAMSHAD, Michael J.; SOARES, Alexandre Vianna
Aldighieri. Genética mé[Link] de Janeiro: Elsevier, 2017.
2. GRIFFITHS, Anthony J. F.; WESSLER, Susan R.; CARROL, Sean B.; DOEBLEY, John;
VANZELLOTTI, Idilia. Introdução a genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
3. OTTO, Paulo Alberto; MINGRONI NETTO, Regina Célia; OTTO, Priscila Guimaraes.
Genética médica. São Paulo: Roca, 2013. (Virtual)
READ, Andrew; DONNAI, Dian; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina. Genética clínica: uma nova
abordagem. Porto Alegre: Artmed, 2008.
4. KLUG, William S; CUMMINGS, Michael R.; SPENCER, Charlotte A.; PALLADINO, Michael
A.; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina; FISCHER, Rivo. Conceitos de genética. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
Ementa: Introdução sobre grupos e equipes. Planejamento dos recursos humanos. Plano
sucessório. Planejamento de carreira. Conceitos de recrutamento, seleção, admissão e
desligamento. As qualidades do administrador. Motivação da equipe. Remuneração,
incentivos e benefícios. Aperfeiçoamento da equipe. Responsabilidade sobre o
desenvolvimento de pessoas. Desenvolvimento organizacional.
102
um, formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e
favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de
todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da
cidadania. Identificar tipos e dinâmicas de equipes de trabalho; Analisar e mapear o contexto
de equipes; Formar novas equipes; Compreender o planejamento estratégico de empresa;
Planejar estrategicamente os recursos humanos das organizações; Planejar e gerir o plano
sucessório de empresa; Planejar e gerir carreira; Planejar e aplicar processos de recrutamento,
seleção, admissão e desligamento; Analisar, avaliar e gerir as qualidades (habilidade) dos
gestores; Incentivar equipes estimulando sua motivação; Controlar resultados de eficácia,
eficiência e efetividade das equipes; Elaborar políticas e normas de procedimentos de
recursos humanos; Planejar, implantar e gerenciar o modelo de remuneração, incentivos e
benefícios; Planejar e organizar treinamentos; Aperfeiçoar equipes funcionais por meio de
treinamentos; Calcular custos de treinamento; Desenvolver a organização estimando o
aprimoramento dos funcionários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUENCA, Carmen Lucia; CONSTANTINOV, Josiane Gregio; CENTRO UNIVERSITÁRIO DE
MARINGÁ Núcleo de Educação a Distância. Gestão de pessoas e desenvolvimento de
equipes. Maringá: Unicesumar, 2014.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizaçõ[Link]: Manole, 2015. (Virtual)
3. CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação à administração de recursos humanos. São Paulo:
Manole, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DESSLER, Gary; ODERICH, Cecília Leão. Administração de recursos humanos. São
Paulo: Prentice Hall, 2015. (Virtual)
2. KNAPIK, Janete. Gestão de pessoas e talentos. Curitiba: InterSaberes, 2012.
3. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos.
São Paulo: Manole, 2016. (Virtual)
4. ROBBINS, Stephen P.; DECENZO, David A.; WOLTER, Robert. Fundamentos de gestão.
São Paulo: Saraiva, 2012.
5. ARAÚJO, Luis César Gonçalves de. Gestão de pessoas estratégias e integração
organizacional. São Paulo Atlas 2014. (virtual)
QUARTA SÉRIE
103
Desempenho: Identificar suas necessidades de aprendizagem, dos pacientes e responsáveis,
dos cuidadores, dos familiares, da equipe multiprofissional de trabalho, de grupos sociais e/ou
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Relacionar os dados e as informações obtidas,
articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. RIELLA, Miguel Carlos. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
2. LOPES, Antonio Carlos. Tratado de clínica médica: volume - 2. São Paulo: Roca, 2016.
3. MAGALHÃES, Carlos Costa; SERRANO JR., Carlos V.; CONSOLIM-COLOMBO, Fernanda
M.; NOBRE, Fernando; FONSECA, Francisco Antonio Helfenstein; FERREIRA, João
Fernando Monteiro; LORGA FILHO, Adalberto Menezes; CARNEIRO, Adriano Camargo
de Castro; MENEGHINI, Adriano; PÍSPICO, Agnaldo; KIYOSE, Alberto Takeshi; SANTOS,
Alexandra Alberta dos; ABIZAID, Alexandre; HUEB, Alexandre Ciappina; PEREIR.
Tratado de cardiologia SOCESP. Barueri: Manole, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward; MARINHO JÚNIOR, Alcides; SOARES, Alexandre
Vianna Aldighieri; DELCORSO, Andrea; MARTINS, Bárbara de Alencar Leão; COANA,
Claudia; SITNIK, Debora; ALFARO, Diego; FUTURO, Douglas Arthur Omena; tradução de;
BUASSALY, Fabiana; MATTOS FILHO, Hermínio de; MAGALHÃES, Leonardo Allevato.
Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018..
3. PORTO, Celmo Celeno; ARNALDO LEMOS PORTO. Exame clínico Porto & Porto. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
4. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2014.
104
do trabalho em saúde. Demonstra curiosidade e capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 7: alergia
e imunologia clínica. Doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. Barueri:
Manole, 2016.
2. OGA, Seizi; CAMARGO, Márcia Maria de Almeida; BATISTUZZO, José Antonio de
Oliveira. Fundamentos de toxicologia. São Paulo: Atheneu, 2014.
3. AZULAY, Rubem David; FILGUEIRA, Absalom L.; ANDRADE FILHO, Adebal de; BONALUMI
FILHO, Aguinaldo; VILAR, Airá Novello; GADELHA, Alcidarta dos Reis; RICCIARDI,
Alexandre Spiandorello; LUQUE, Alvaro Andrés; IGREJA, Ana Carolina de S. M.;
AMARAL, Ana Carolina Nascimento de; REIS, Ana Guiomar Matos Santiago; COUTINHO,
Ana Lucia Ferreira. Dermatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SAMPAIO, Sebastiao A. P.; RIVITTI, Evandro A. Dermatologia. São Paulo: Artes Médicas,
2007.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
3. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
4. JUNQUEIRA, Luis Carlos Uchoa; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
5. KATZUNG, Bertram G.; MASTERS, Susan B.; TREVOR, Anthony J.; FONSECA, Ademar
Valadares. Farmacologia básica e clínica. Porto Alegre: AMGH, 2014.
6. JAWETZ, Ernest; MELNICK, Joseph L.; ADELBERG, Edward A. Microbiologia médica de
Jawetz, Melnick e Aldelberg. Porto Alegre: AMGH, 2012. Artmed,
7. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, 2015.
8. DU VIVIER, Anthony; MCKEE, Phillip H; COMENALE, Maria Esmene Gonçalves;
RODRIGUES, Denise Costa; FUTURO, Douglas Arthur Omena.; PINZETTA, Fabiana;
BERNARDES FILHO, Fred; ZACURA NETO, Guilherme; STELLING, Mariana Paranhos;
TAMAOKI, Miriam Yoshie; COSENZA, Paula Periquito. Atlas de dermatologia clínica. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2014.
105
Saúde da Mulher, Sexualidade Humana e Planejamento Familiar
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende:
obstetrícia fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 1: atuação
da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina preventiva, saúde
da mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na prática médica.
Barueri: Manole, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, 2015.
106
2. MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A.; MARTINS, Andreza.
Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3. TANAGHO, Emil A.; MCANINCH, Jack W. Urologia geral de Smith. Porto Alegre: Mc Graw-
Hill, 2014.
4. GOMES, Luiz Geraldo do Carmo. Sexualidade humana como um direito da
personalidade: entre lutas e reconhecimento. Maringá, 2014.
5. TENA, Lucimara Plaza. Do planejamento familiar e da aplicação dos direitos da
personalidade ao embrião crio preservado. Maringá, 2014.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ROWLAND, Lewis P. Merritt tratado de neurologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011.
2. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH,
2015.
107
2. AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
3. GUYTON, Arthur C.; HALL, John Edward; MARINHO JÚNIOR, Alcides; SOARES,
Alexandre Vianna Aldighieri; DELCORSO, Andrea; MARTINS, Bárbara de Alencar Leão;
COANA, Claudia; SITNIK, Debora; ALFARO, Diego; FUTURO, Douglas Arthur Omena;
tradução de; BUASSALY, Fabiana; MATTOS FILHO, Hermínio de; MAGALHÃES,
Leonardo Allevato. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
4. STAATZ, Gundula; SARTOR, Klaus; HAEHNEL, Stefan; KRESS, Bodo. Diagnóstico por
imagem: [Link] Alegre: Artmed, 2010.
5. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas.
Barueri: Manole, 2016.
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2 .2014 Rio de Janeiro: Elsevier,
2018.
3. VILAR, Lucio.; KATER, Claudio Elias; NAVES, Luciana Ansaneli; FREITAS, Maria da
Conceição; BRUNO,Oscar Domingo. Endocrinologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2013.
108
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 4:
doenças do aparelho digestivo, nutrição e doenças nutricionais. Barueri: Manole,
2016.
2. GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred; BRUNTON, Laurence L; PARKER, Keith.
Goodman e Gilman manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH,
2015.
3. NARCISO, Marcelo Sampaio. Sobotta: atlas de anatomia humana: anatomia geral e
sistema muscular -volume 1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
4. NELSON, David L.; COX, Michael M.; VEIGA, Ana Beatriz Gorini da; CONSIGLIO, Angelica
Rosat; LEHNINGER, Albert Lester; DALMAZ, Carla. Lehninger: princípios de bioquímica.
Porto Alegre: Artmed, 2013.
5. AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
Emergências Clínicas
Ementa: O aluno identifica e diagnostica as situações patológicas agudas com risco de vida e
aponta as providências necessárias para conduzi-las, assim como os principais fármacos
utilizados nessas ocasiões, relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da
família e da comunidade e referenciados na realidade epidemiológica e profissional, buscando
a integralidade das ações do cuidar em saúde. Compreender dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. É estimulado à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde.
Bibliografia Básica:
1. CUELLAR ERAZO, Guilhermo A.; PIRES, Marco Tulio Baccarini; STARLING, Sizenando
Vieira. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2010.
2. AEHLERT, Barbara. ACLS - suporte avançado de vida em cardiologia: um guia para
estudo: Emergências em cardiologia . Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
109
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AMLS: atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita. Farmacologia clínica: fundamentos da
terapêutica racional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
3. SOEIRO, Alexandre de Matos; LEAL, Tatiana de Carvalho Anderucci Torres; JUNIOR,
Múcio Tavares de Oliveira; FILHO, Roberto Kalil. Cardiologia de emergências em
fluxogramas. Barueri: Manole, 2015.
4. LA TORRE, Fabíola Peixoto Ferreira; PASSARELLI, Maria Lucia Bastos; CESAR, Regina
Grigolli; PECCHINI, Rogério; STAPE, Adalberto; ADDA, Adriana Della; TOMMASO,
Adriana Maria Alves de; SABA, Amine Barbella; THOMAZ, Ana Maria; BARBOSA,
Andréa Cristina Tavares; PACHECO, Andréia Nunes de Barros. Emergências em
pediatria: protocolos da Santa Casa. Barueri: Manole, 2013.
5. SOEIRO, Alexandre de Matos; LEAL, Tatiana de Carvalho Anderucci Torres; JUNIOR,
Múcio Tavares de Oliveira; FILHO, Roberto Kalil. Manual de condutas práticas da
unidade de emergências do InCor. Barueri: Manole, 2015.
Interação Comunitária IV
110
esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis; Acessar e utilizar dados secundários
e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações,
movimentos e valores de populações, em seu território, visando ampliar a explicação de
causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados das
informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelece o
diagnóstico de saúde e prioriza os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar na
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar da
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar da avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes,
orientados à melhoria da saúde coletiva; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Estimular a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018
2. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
3. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico: bases para a prática médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan,2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 1:
atuação da clínica médica, sinais e sintomas de natureza sistêmica, medicina
preventiva, saúde da mulher, envelhecimento e geriatria, medicina laboratorial na
prática médica. Barueri: Manole, 2016.
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatológicas. Barueri:
Manole, 2016.
3. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica Médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan,2015.
4. MANSUR, Carlos Gustavo. Psiquiatria para o médico generalista. Porto Alegre: Artmed,
2013.
111
5. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 6:
doenças dos olhos, doenças dos ouvidos, nariz e garganta, neurologia, transtornos
mentais. Barueri: Manole, 2016.
Ementa: Habilita o aluno nas práticas ambulatoriais nas áreas de pequenas cirurgias,
gastroenterologia, ortopedia, nefrologia, dermatologia, urgência e emergência adulta e
pediátrica e cirurgia vascular, buscando desenvolver a anamnese, exame físico e raciocínio
clínico, em situações normais e anormais no estado geral, com ênfase nas patologias crônicas
do diversos órgãos e sistemas. Promove a habilidade de comunicação, discutindo a relação
médico-paciente, as reações do doente ante a doença e reações próprias e a promoção de
saúde perante o doente, família e comunidade. Compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença. Estímulo à curiosidade e ao desenvolvimento da
capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em
saúde. Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do
processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada e participando
da formação de futuros profissionais.
112
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
2. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
3. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark;
MATTOX, Kenneth L.; MIDÃO, Alexandre Maceri. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
2. LONGO, Dan L.; FONSECA, Ademar Valadares. Medicina interna Harrisson: volume - 2.
3. PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico: bases para a prática médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
4. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu; YOSHIDA, Winston Bonetti; MOURA, Regina;
GIANNINI, Mariangela; ROLLO, Hamilton Almeida; SOBREIRA, Marcone Lima;
LASTORIA, Sidnei; ARAUJO, Adalberto Pereira de; PEREIRA, Adamastor H.; LOPES,
Ademar; MOREIRA, Airton Mota; VESCOVI, Alberto; BOZZA, Alda Candido Torres;
CASTRO, Aldemar Araújo; AMATO, Alexandre Campos Moraes; ANACLETO, Alexandre
Maierá Doenças vasculares periféricas: volume - 1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2016.
5. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu; MOURA, Regina; GIANNINI, Mariangela;
ROLLO, Hamilton Almeida; SOBREIRA, Marcone Lima; LASTORIA, Sidnei; ARAUJO,
Adalberto Pereira de; PEREIRA, Adamastor H.; LOPES, Ademar; MOREIRA, Airton Mota;
VESCOVI, Alberto; BOZZA, Alda Candido Torres; CASTRO, Aldemar Araújo; AMATO,
Alexandre Campos Moraes; ANACLETO, Alexandre Maierá; JACOMO, Alfredo Luiz; S
Doenças vasculares periféricas: volume - 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
113
interpretação de dados da bibliografia médica e sua utilização na prática clínica.
Desenvolver a capacidade de realizar o raciocínio voltado à resolução de problemas clínicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. ROUQUAYROL, Maria Zélia; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Epidemiologia & saúde -
7. ed. / 2013 Rio de Janeiro: Medbook, 2013.
2. JEKEL, James F.; KATZ, David L.; FERREIRA, Jair; ELMORE, Joann G. Epidemiologia,
bioestatística e medicina preventiva - 2. ed. / 2005 Porto Alegre: Artmed, 2005.
3. VIEIRA, Sonia. Metodologia científica para a área de saúde / 2003 Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003.
QUINTA SÉRIE
Ementa: Treinamento em serviço que inclui aspectos essenciais na área de Clínica Médica,
com atendimento de pacientes adultos, nos vários níveis de atenção: primário (UBS),
secundário (ambulatórios de especialidades) e terciário (hospitalar), com ênfase na referência
e contra referência. Desenvolvimento da capacidade de realização de diagnósticos na área da
clínica médica, com ênfase na construção de diagnósticos diferenciais adequados para cada
caso estudado, podendo assim estabelecer plano terapêutico específico, conhecendo os
efeitos terapêuticos e adversos das medicações prescritas nas situações-problema, bem como
desenvolver capacidades de comunicação com os pacientes, seus familiares e profissionais da
saúde. Aprendizado com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde.
Estímulo à construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de
trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada na formação dos futuros
profissionais médicos.
114
pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada,
considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e
explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar
ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores
evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários;
avaliar as condições de segurança do paciente, eficiência e efetividade dos exames;
interpretar os resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a
condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário, a investigação
diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores
evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou
responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o
paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre
as ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que
necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a
compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do
plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do
paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um
e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso
de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa
da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estimular a construção
coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo
espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.
Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e
outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir
novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica Médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. (Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
3. PEDROSO, Enio Roberto Pietra; OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: clínica
médica. Belo Horizonte: Blackbook, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019. (Virtual)
115
2. PORTO, Celmo Celeno; ARNALDO LEMOS PORTO. Exame clínico Porto & Porto. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
3. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 3:
doenças hematológicas, oncológicas, doenças renais. Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 4:
doenças do aparelho digestivo, nutrição e doenças nutricionais. Barueri: Manole,
2016. (Virtual)
5. BERGESTEIN, Gilberto. A informação na relação médico-paciente. São Paulo: Saraiva,
2013. (Virtual)
116
terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e
reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores
evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou
responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o
paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre
as ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que
necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a
compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do
plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do
paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um
e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso
de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa
da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estimular a construção
coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo
espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.
Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e
outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir
novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ALDRIGHI, José Mendes; OLIVEIRA, Vilmar Marques de; OLIVEIRA, André Lima de.
Ginecologia: fundamentos e avanços na propedêutica, diagnóstico e tratamento. São
Paulo: Atheneu, 2013.
2. FREITAS, Fernando; MENKE, Carlos Henrique; RIVOIRE, Waldemar Augusto; PASSOS,
Eduardo Pandolfi. Rotinas em ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011.
3. DECHERNEY, Alan H.; NATHAN, Lauren; LAUFER, Neri; ROMAN, Ashley S.; TOLEDO,
Maria da Graça Figueiró da Silva; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina Lucena; VOEUX,
Patricia Lydie Joséphine; WINKEL, Abigail Ford; HAMEED, Afshan B.; MURPHY, Aisling;
PENZIAS, Alan SIMON, Alex; KARAM, Amer; BRZEZINSKI, Amnon; FLICK, Amy A.;
117
REBARBER, Andrei; HUANG, Andy. Current ginecologia e obstetrícia: diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre: AMGH, 2014
4. CHAVES NETTO, Hermógenes; SÁ, Renato Augusto Moreira de; OLIVEIRA, Cristiane
Alves de. Manual de condutas em obstetrícia. São Paulo: Atheneu, 2011.
5. CUNNINGHAM, F. Gary; LEVENO, Kenneth J.; BLOOM, Steven L.; SPONG, Catherine Y.;
DASHE, Jodi S.; HOFFMAN, Barbara L.; CASEY, Brian M.; SHEFFIELD, Jeanne S.;
FONSECA, Ademar Valadares; COSENDEY, Carlos Hanrique; DORVILLÉ, Luis Fernando
Marques; TOLEDO, Maria da Graça Figueiró da Silva. Obstetrícia de Williams. Porto
Alegre: AMGH, 2016.
118
implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas; promover o diálogo
sobre as necessidades referidas pelo paciente ou responsável, com as necessidades
percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o paciente a refletir sobre seus
problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado,
promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; implementar
ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e
negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com justificativa;
informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis; considerar a
relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações aos
pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas;
favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e
resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que necessário;
explica e orienta sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente
ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos
os momentos do trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em
todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
Bibliografia Básica:
1. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3. CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 1. Barueri: Manole,
2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SATO, Helena Keico; SÁFADI, Marco Aurélio P.; KFOURI, Renato de Ávila; MARQUES,
Silva Regina. Atualização em imunizações. São Paulo: Atheneu, 2013.
2. CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 1. Barueri: Manole,
2016.
3. STAATZ, Gundula; PIROTH, Werner; HONNEF, Dagmar; RADKOW, Tanja. Diagnóstico
por imagem: pediatria. Porto Alegre: Artmed, 2010.
4. SCHVARTSMAN, Benita G. Soares; MALUF JUNIOR, Paulo Taufi. Doenças reumáticas
na criança e no adolescente. São Paulo: Manole, 2008.
119
5. OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook: pediatria. Belo Horizonte: Blackbook, 2011.
120
necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações
legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente
com justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores
responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento
de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma
autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida;
atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e
avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou
responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando
conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de
cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que
necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a
compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do
plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do
paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um
e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso
de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa
da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com
todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Estimular a construção
coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo
espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais.
Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e
outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir
novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
2. MILLER, Ronald D.; PARDO JR., Manuel C.; RODRIGUES, Denise Costa. Bases da
anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier,
3. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark;
MATTOX, Kenneth L.; MIDÃO, Alexandre Maceri. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. TOY, Eugene C.; LIU, Terrence H. Casos clínicos em cirurgia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
(Virtual)
2. BEHAR, Nino. Anestesia: abordagem prática. Rio de Janeiro: Roca, 2014. (Virtual)
3. ROHDE, Luiz et al... Rotinas em cirurgia digestiva. Porto Alegre: Artmed, 2005. (Virtual)
4. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Doenças vasculares periféricas: volume -
1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. (Virtual)
5. HEBERT, Sizínio Kanaan; XAVIER, Renato; PARDINI JUNIOR, Arlindo G.; BARROS FILHO,
Tarcisio Eloy Pessoa de. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre:
Artmed, 2017. (Virtual)
121
em saúde. Reconhecimento de elementos teórico-metodológicos envolvidos na organização
da assistência de forma individual e coletiva. Reconhecimento das políticas públicas,
referenciado pelas necessidades de saúde da população.
122
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Acessar e utilizar dados
secundários e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e
das relações, movimentos e valores de populações, em seu território, visando ampliar a
explicação de causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados
e as informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o
diagnóstico de saúde e priorizar os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar da
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar da
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar na avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes
orientados à melhoria da saúde coletiva. Participar na elaboração de planos de intervenção
para o enfrentamento dos problemas priorizados, visando a melhorar a organização do
processo de trabalho e da atenção à saúde; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais, orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. DUNCAN, Bruce B..; SCHMIDT, Maria Inês.; GIUGLIANI, Elsa R. J.; DUNCAN, Michael
Schmidt.; GIUGLIANI, Camila. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária
baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
2. ARCHANJO, Daniela Resende; ARCHANJO, Léa Resende; SILVA, Lincoln Luciano da.
Saúde da família na atenção primária. Curitiba: Intersaberes, 2013.
3. BARACAT, Edmund Chada; SILVA, Leonardo da; AMARAL, José Luiz Gomes do;
ANDRIOLO, Adagmar; CAVALCANTE, Adilson Joaquim Westheimer; HATANAKA, Alan
R.; FRISOLI JUNIOR, Alberto; REIS, Alessandra Diehl; JULIÃO, Alessandra Maria;
FREITAS, Aline Pires de; FERNANDES, Ana Luisa Godoy; MASSARO, Ayrton Roberto.
Atualização em saúde da família: volume 1. Barueri: Minha editora, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MORIGUTI, Julio Cesar; LIMA, Nereida Kilza da Costa; FERRIOLLI, Eduardo; VALLE,
Adriana Polachini do; SOARES, Alberto de Macedo; MONDELLI, Alessandro Lia;
SANTOS, André Filipe Junqueira dos; SAURIN, Andréa Campos Idaló. Desafios do
diagnóstico diferencial em geriatria. São Paulo: Atheneu, 2012.
2. ELLIS, Harold; FRENCH, Herbert, 1875-1951; KINIRONS, Mark T. French's diagnóstico
diferencial de A a Z. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007
3. LÓPEZ, Mario; LAURENTYS-MEDEIROS, José de. Semiologia médica: as bases do
diagnóstico clínico. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
123
4. BICKLEY, Lynn S.; SZILAGYI, Peter G.; MUNDIM, Fernando Diniz. Bates propedêutica
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
5. PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos. Semiologia médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
6. PORTO, Celmo Celeno; ARNALDO LEMOS PORTO. Exame clínico Porto & Porto. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
Desempenho: 1) Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares e/ou
responsáveis; 2) Utilizar linguagem compreensível ao paciente, estimulando seu relato
espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto; 3) Entender, praticar e refletir sobre
habilidades técnicas e humanísticas na relação médico-paciente; 4) Orientar o atendimento às
necessidades de saúde do paciente; 5) Identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação
de julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; 6) Orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico e a técnica semiológica; 7) Investigar os
sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e
antecedentes pessoais e familiares; 8) Registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário
de forma clara e legível; 9) Demonstrar cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto
do paciente; 10) Apresentar postura ética e destreza técnica na utilização de técnicas de entrevista
para a realização do Exame do Estado Mental; 11) Esclarecer ao paciente ou ao responsável por
ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível; 12)
Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e exames
clínicos; 13) Discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos pessoal,
familiar, do trabalho, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes; 14) Informar e esclarecer
as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis; 15) Propor e explicar, ao paciente ou
responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses
diagnósticas; 16) Solicitar exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; 17) Avaliar as condições
de segurança do paciente, eficiência e efetividade dos exames; 18) Interpretar os resultados dos
exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do
paciente; 19) Registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e
objetiva; 20) Ser capaz de formular planos terapêuticos específicos para um indivíduo,
contemplando tanto o âmbito individual quanto o coletivo e as dimensões de promoção,
prevenção, tratamento e reabilitação singularizadas ao sujeito; 21) Estabelecer pacto sobre as
ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; 22)
124
Conseguir utilizar princípios básicos de metodologia científica na escolha de opções terapêuticas
atuais e eficazes; 23) Utilizar de forma consciente e responsável formulários para prescrição de
medicações de uso controlado; 24) Implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e
orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do
paciente com justificativa; 25) Considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e
provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; 26)
Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do
paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e realizando
conquistas; 27) Rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário; 28) Explicar e
orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou
responsável; 29) Registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente; 30) Favorecer o
envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; 31)
Atuar de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça
à vida; 32) Atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes; 33) Refletir
sobre a importância da rede de atendimento à saúde, interligada à rede de educação e de
assistência; 34) Refletir sobre a importância de sua própria saúde física e mental para a prática da
atividade médica; 35) Refletir sobre princípios éticos da prática médica, nas situações e
atendimentos ao longo do estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAETANO, Dorgival. Classificação de transtornos mentais e de comportamento da
CID-10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artmed, 2008.
2. GENTIL, Valentim; GATTAZ, Wagner Farid; GENTIL, Valentim. Clínica psiquiátrica:
volume - 1. Barueri: Manole, 2011.
3. SADOCK, Benjamin James; SADOCK, Virginia Alcott; DORNELLES, Cláudia. Compêndio
de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. Porto Alegre: Artmed,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. GENTIL, Valentim; GATTAZ, Wagner Farid; GENTIL, Valentim. Clínica psiquiátrica:
volume - 2. Barueri: Manole, 2011.
2. CURY, Geraldo Cunha. Epidemiologia aplicada ao Sistema Único de Saúde: Programa
de Saúde da Família. Belo Horizonte, MG: COOPMED, 2005.
3. SOUZA, Maria Fátima de; FRANCO, Marcos da Silveira; MENDONÇA, Ana Valéria
Machado. Saúde da família nos Municípios Brasileiros: os reflexos dos 20 anos no
espelho do futuro. Campinas: Saberes Editora, 2014.
4. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; VIANA, Ana Luiza d'Ávila; MATTOS, Augustus Tadeu Relo
de; MELLO, Guilherme Arantes; SILVA, Hudson Pacifico da; FERREIRA, Janise Braga
Barros; UETA, Julieta. Manual de saúde pública & saúde coletiva no Brasil. São Paulo:
Atheneu, 2012.
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; BONFIM, José Rubem de Alcântara; MINAYO,
Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marco; DRUMOND JÚNIOR, Marcos; CARVALHO,
Yara Maria de. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2015.
125
foco na fisiopatologia, diagnóstico e tratamento de doenças do adulto em serviço de urgência
e emergência. Relação médico-paciente com visão integral do paciente, considerando seu
contexto social, cultural e espiritual. Treinamento em ambiente de simulação realística com o
objetivo de educar o estudante para prestar o primeiro atendimento em situações de urgência
e emergência, de forma ética e reforçando as ações em equipe. Estímulo à curiosidade e ao
desenvolvimento da capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos
do trabalho em saúde. Estimula a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada
e participando da formação de futuros profissionais.
Desempenho: Estabelecer relação profissional ética no contato com pacientes, familiares e/ou
responsáveis; Identificar situações de emergência, desde o início do contato, atuando de modo
a preservar a saúde e a integridade física e mental das pessoas sob cuidado. Orientar o
atendimento às necessidades de saúde do paciente; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orienta o atendimento às necessidades de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou
queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de vida e os
elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao processo
saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-epidemiológico
e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos,
fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados
relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os
procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo
consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança,
privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção,
apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos do
exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao
responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário,
de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da
história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os
contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar
e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou
responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses
diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os
resultados dos exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e
o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de forma
clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos terapêuticos, contemplando
as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; estabelecer pacto sobre as
ações de cuidado, promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário;
implementar ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis,
estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com
justificativa; informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis;
considerar a relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações
aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas; favorecer
o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos;
rever o diagnóstico e do plano terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre
126
os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou responsável;
registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um
instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Formular e receber críticas de modo
respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente
solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e
da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada
e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos
com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o
interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUELLAR ERAZO, Guilhermo A.; PIRES, Marco Tulio Baccarini; STARLING, Sizenando
Vieira. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2010.
2. TEIXEIRA, Júlio César Gasal (Ed.). Unidade de emergência: condutas em medicina de
urgência. São Paulo: Atheneu, 2009.
3. SCHOR, Nestor; FALOPPA, Flávio; ALBERTONI, Walter Manna. Guia de ortopedia e
traumatologia Barueri: Manole, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SHAH, Kaushal; MASON, Chilembwe; BURNIER, Jussara Nogueira Terra. Procedimentos
de emergência essenciais. Porto Alegre: Artmed, 2009.
2. AEHLERT, Barbara. ACLS, suporte avançado de vida em cardiologia: um guia para
estudo: Emergências em cardiologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
3. HEBERT, Sizínio Kanaan; XAVIER, Renato; PARDINI JUNIOR, Arlindo G.; BARROS FILHO,
Tarcisio Eloy Pessoa de. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre:
Artmed, 2009.
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
5. MARTINS, Herlon Saraiva; BRANDÃO NETO, Rodrigo Antonio; VELASCO, Irineu Tadeu;
LORGA FILHO, Adalberto Menezes; MACHADO, Adriano da Silva; PROKOPOWITSCH,
Aleksander Snioka; SANTANA, Alfredo Nicodemos da Cruz; LINO, Angelina Maria
Martins; LEVIN, Anna Sara Shafferman; GALVÃO, Antonio Cezar Ribeiro; NASSAR
JÚNIOR, Antônio Paulo. Medicina de emergência: abordagem prática. Barueri: Manole,
2016.
127
identidade nacional brasileira e das políticas educacionais da valorização das diversidades e
dos direitos humanos. Políticas de Educação Ambiental e Sustentabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo:
Cortez, 2011.
2. SOLE, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Artmed, 2008.
3. VALLS, Alvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. São Paulo: Ática, 2004.
2. LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É preciso facilitar a leitura: um guia para escrever
claro. São Paulo: Contexto, 2007.
3. BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: fundamentos sócio-históricos. São Paulo: Cortez, 2010.
4. SILVA, Ezequiel Theodoro da. O ato de ler: fundamentos psicológicos para uma nova
pedagogia da leitura. São Paulo: Cortez, 2002.
5. KLEIMAN, Angela B. O ensino e a formação do professor: alfabetização de jovens e adultos.
Porto Alegre: Artmed, 2001.
SEXTA SÉRIE
128
processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação continuada e participando
da formação de futuros profissionais.
129
Demonstrar curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os
momentos do trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em
todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CUELLAR ERAZO, Guilhermo A.; PIRES, Marco Tulio Baccarini; STARLING, Sizenando
Vieira. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2010.
2. TEIXEIRA, Júlio César Gasal (Ed.). Unidade de emergência: condutas em medicina de
urgência. São Paulo: Atheneu, 2009.
3. SCHOR, Nestor; FALOPPA, Flávio; ALBERTONI, Walter Manna. Guia de ortopedia e
[Link]: Manole, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. AMLS: atendimento pré-hospitalar às emergências clínicas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. MARTINS, Herlon Saraiva; BRANDÃO NETO, Rodrigo Antonio; VELASCO, Irineu Tadeu;
LORGA FILHO, Adalberto Menezes; MACHADO, Adriano da Silva; PROKOPOWITSCH,
Aleksander Snioka; SANTANA, Alfredo Nicodemos da Cruz; LINO, Angelina Maria
Martins; LEVIN, Anna Sara Shafferman; GALVÃO, Antonio Cezar Ribeiro; NASSAR
JÚNIOR, Antônio Paulo. Medicina de emergência: abordagem prática. Barueri:
Manole, 2016.
3. SOEIRO, Alexandre de Matos; LEAL, Tatiana de Carvalho Anderucci Torres; JUNIOR,
Múcio Tavares de Oliveira; FILHO, Roberto Kalil. Manual de condutas práticas da
unidade de emergências do InCor. Barueri: Manole, 2015.
4. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016.
5. NASI, Luiz Antonio. Rotinas em pronto-socorro. Porto Alegre: Artmed, 2005.
130
da comunidade, a partir de uma situação-problema, respeitando o conhecimento prévio dos
demais e o contexto sociocultural de cada um. Estabelecer relação profissional ética no
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; orientar o atendimento às necessidades
de saúde do paciente; identificar os motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de
julgamentos e considerando o contexto de vida e os elementos biológicos, psicológicos,
socioeconômicos e culturais relacionados ao processo saúde-doença; orientar e organizar a
anamnese, utilizando o raciocínio clínico- epidemiológico e a técnica semiológica; investigar
os sintomas e sinais, repercussões da situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas
e antecedentes pessoais e familiares; registrar os dados relevantes da anamnese no
prontuário de forma clara e legível. Esclarecer sobre os procedimentos, manobras ou técnicas
do exame físico ou exames diagnósticos, obtendo consentimento do paciente ou do
responsável; demonstrar cuidado máximo com a segurança, privacidade e conforto do
paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na inspeção, apalpação, ausculta e
percussão, com precisão na aplicação das manobras e procedimentos do exame físico geral e
específico, considerando a história clínica; esclarecer, ao paciente ou ao responsável por
ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as informações no prontuário, de modo legível.
Estabelecer hipóteses diagnósticas mais prováveis, relacionando os dados da história e
exames clínicos; discutir o prognóstico dos problemas do paciente, considerando os contextos
pessoal, familiar, laboral, epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e
esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e
questionamentos do paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou
responsável, sobre a investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses
diagnósticas; solicitar exames complementares com base nas melhores evidências científicas,
avaliando a possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os
resultados dos exames realizados, considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica
e o contexto do paciente; registrar e atualizar no prontuário a investigação diagnóstica, de
forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos específicos, os planos terapêuticos
contemplando as dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; discutir o
plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas;
promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo paciente ou responsável, com as
necessidades percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o paciente a refletir sobre
seus problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado,
promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; implementar
ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e
negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com justificativa;
informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis; considerar a
relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações aos
pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas;
favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e
resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário; explicar
e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta, verificando a compreensão do paciente ou
responsável; registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando
torná-lo um instrumento orientador do cuidado integral do paciente, formular e receber
críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de
um ambiente solidário de trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação
das práticas e da cultura organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à
saúde. Demonstrar curiosidade e demonstrar capacidade de aprender com todos os
envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de
131
conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços
formais de educação continuada e participando da formação de futuros profissionais. Orientar
e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros
profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos
significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. PORTO, Celmo Celeno, PORTO, Arnaldo Lemos. Clínica médica na prática diária. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan,2015. (Virtual)
2. GOLDMAN, Lee; SCHAFER, Andrew I.; FREITAS, Angela; FESTA NETO, Cyro; CASTRO,
Fábio Fernandes Morato. Cecil medicina: volume 1. 2014 Rio de Janeiro: Elsevier,
2018.
3. PEDROSO, Enio Roberto Pietra; OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Black book: clínica
médica. BeloHorizonte: Blackbook, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 5:
doenças endócrinas e metabólicas, doenças ósseas, doenças reumatologias. Barueri:
Manole, 2016. (Virtual)
2. MARTINS, Mílton de Arruda; CARRILHO, Flair José; ALVES, Venâncio Avancini Ferreira;
CASTILHO, Euclides Ayres de; CERRI, Giovanni Guido. Clínica médica: volume 2:
doenças cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva.
Barueri: Manole, 2016. (Virtual)
3. HOFF, Paulo Marcelo Gehm; KATZ, Artur; CHAMMAS, Roger; ODONE FILHO, Vicente;
NOVIS, Yana Sarkis; FARES, Abdo Latif; LOPES, Ademar; LONGATTO FILHO, Adhemar;
SCHERR, Adolfo José de Oliveira; CALABRICH, Aknar Freire de Carvalho; LEAL,
Alessandro Igor Cavalcanti; OLIVEIRA, Alexandre Dermargos. Tratado de oncologia:
volume 1. São Paulo: Atheneu, 2013.
4. HOFF, Paulo Marcelo Gehm; KATZ, Artur; CHAMMAS, Roger; ODONE FILHO, Vicente;
NOVIS, Yana Sarkis; FARES, Abdo Latif; LOPES, Ademar; LONGATTO FILHO, Adhemar;
SCHERR, Adolfo José de Oliveira; CALABRICH, Aknar Freire de Carvalho; LEAL,
Alessandro Igor Cavalcanti; OLIVEIRA, Alexandre Dermargos. Tratado de oncologia:
volume 2. São Paulo: Atheneu, 2013.
5. WAJCHENBERG, Bernardo Leo; LERÁRIO, Antonio Carlos; BETTI, Roberto. Tratado de
endocrinologia clínica. São Paulo: AC Farmacêutica, 2014.
132
contato com pacientes, familiares e/ou responsáveis; utilizar linguagem compreensível ao
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando o contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico,
ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma
ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e
responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica
para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares
com base nas melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente
aos testes necessários; interpretar os resultados dos exames realizados, considerando as
hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no
prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos
específicos, os planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as
melhores evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo
paciente ou responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde,
estimulando o paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado;
estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de outros
profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as
prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos
médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas
possíveis; atua de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais
prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos
dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a
avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando
dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na
análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano
terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta,
verificando a compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a
avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado
integral do paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço
de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover
a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,
133
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros
profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de. Rezende:
obstetrícia fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
2. BEREK, Jonathan S.; ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de; DUARTE, Tatiane da Costa.
Berek & Novak: tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
3. LEVENO, Kenneth J.; ALEXANDER, James M.; ISLABÃO, André Garcia; MACHADO, Paulo
Henrique. Manual de obstetrícia de Williams: complicações na gestação. Porto
Alegre: AMGH, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. DECHERNEY, Alan H.; NATHAN, Lauren; LAUFER, Neri; ROMAN, Ashley S.; TOLEDO,
Maria da Graça Figueiró da Silva; BORGES-OSÓRIO, Maria Regina Lucena; VOEUX,
Patricia Lydie Joséphine; WINKEL, Abigail Ford; HAMEED, Afshan B.; MURPHY, Aisling;
PENZIAS, Alan S.; SIMON, Alex; KARAM, Amer; BRZEZINSKI, Amnon; FLICK, Amy A.;
REBARBER, Andrei; HUANG, Andy. Current ginecologia e obstetrícia: diagnóstico e
tratamento. Porto Alegre: AMGH, 2014.
2. HOFFMAN, Barbara L.; SCHORGE, John O.; SCHAFFER, Joseph I.; HALVORSON, Lisa M.;
CUNNINGHAM, F. Gary; FONSECA, Ademar Valadares; INTHY, Celeste; MATOS, Gilson;
DORVILLÉ, Luís Farnando Marques; FODRA, Marina; MACHADO, Paulo.; MÜLLER,
Renate. Ginecologia de Williams. Porto Alegre: AMGH, 2014.
3. NOVAK, Edmund R. Tratado de ginecologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2012.
4. ALDRIGHI, José Mendes; OLIVEIRA, Vilmar Marques de; OLIVEIRA, André Lima de.
Ginecologia: fundamentos e avanços na propedêutica, diagnóstico e tratamento. São
Paulo: Atheneu, 2013.
5. CUNNINGHAM, F. Gary; LEVENO, Kenneth J.; BLOOM, Steven L.; SPONG, Catherine Y.;
DASHE, Jodi S.; HOFFMAN, Barbara L.; CASEY, Brian M.; SHEFFIELD, Jeanne S.;
FONSECA, Ademar Valadares; COSENDEY, Carlos Hanrique; DORVILLÉ, Luis Fernando
Marques; TOLEDO, Maria da Graça Figueiró da Silva. Obstetrícia de Williams. Porto
Alegre: AMGH, 2016.
134
paciente, estimulando seu relato espontâneo e cuidando de sua privacidade e conforto;
orientar o atendimento de acordo com as necessidades de saúde do paciente; identificar os
motivos e/ou queixas, evitando a explicitação de julgamentos e considerando contexto de
vida e os elementos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e culturais relacionados ao
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico,
ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma
ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e
responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica
para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares
com base nas melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente
aos testes necessários; interpretar os resultados dos exames realizados, considerando as
hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no
prontuário a investigação diagnóstica, de forma clara e objetiva; estabelecer, em contextos
específicos, os planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as
melhores evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo
paciente ou responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde,
estimulando o paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado;
estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de outros
profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as
prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos
médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas
possíveis; atuar de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais
prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos
dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a
avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando
dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na
análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano
terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta,
verificando a compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a
avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado
integral do paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço
de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover
a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros
135
profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
2. KLIEGMAN, Robert M.; SPADA, Silvia Mariângela; STANTON, Bonita F.; SCHOR, Nina F.;
BEHRMAN, Richard E.; GEME III, Joseph W. St. Nelson, tratado de pediatria: volume
2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 1. Barueri: Manole, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; ANCONA LOPEZ, Fábio.
Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria - volume 2. Barueri: Manole,
2016.
2. AEHLERT, Barbara; NASCIMENTO, Adriana Paulino do; TEIXEIRA, Angela Scarparo
Caldo; AMARAL, Carla de F. C. Pecegueiro do; RODRIGUES, Denise C.; FUTURO, Douglas
Arthur Omena.; BAZZO, Isabella; SUMMA, Maria Eugênia Laurito; ISRAEL, Mônica
Simões; ROBAINA, Tatiana.; DEGAKI, Theri Leika. PALS: suporte avançado de vida em
pediatria: emergências pediátricas: guia de estudo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3. DIAMENT, Aron; CYPEL, Saul. Neurologia infantil. São Paulo: Athene
4. TOPOROVSKI, Julio. Nefrologia pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
5. LOPES, Antonio Augusto; MALUF JR.,Paulo Taufi; SCHVARTSMAN, Benita G. Soares;
SIQUEIRA, Adilson Wagner da Silva. Cardiologia pediátrica. Barueri: Manole, 2013.
136
processo saúde-doença; orientar e organizar a anamnese, utilizando o raciocínio clínico-
epidemiológico e a técnica semiológica; investigar os sintomas e sinais, repercussões da
situação, hábitos, fatores de risco, condições correlatas e antecedentes pessoais e familiares;
registrar os dados relevantes da anamnese no prontuário de forma clara e legível. Esclarecer
sobre os procedimentos, manobras ou técnicas do exame físico ou exames diagnósticos,
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, laboral, epidemiológico,
ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses estabelecidas de forma
ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do paciente, familiares e
responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a investigação diagnóstica
para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar exames complementares
com base nas melhores evidências científicas, avaliando a possibilidade de acesso do paciente
aos testes necessários; interpretar os resultados dos exames realizados considerando as
hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do paciente; registrar e atualizar no
prontuário, a investigação diagnóstica, de forma clara e objetiva. Estabelecer, em contextos
específicos, os planos terapêuticos, contemplando as dimensões de promoção, prevenção,
tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas implicações e o prognóstico, segundo as
melhores evidências científicas; promover o diálogo sobre as necessidades referidas pelo
paciente ou responsável, com as necessidades percebidas pelos profissionais de saúde,
estimulando o paciente a refletir sobre seus problemas e a promover o autocuidado;
estabelecer pacto sobre as ações de cuidado, promovendo a participação de outros
profissionais, sempre que necessário; implementar ações pactuadas e disponibilizar as
prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e negociando o acompanhamento e/ou
encaminhamento do paciente com justificativa; informar sobre situações de notificação
compulsória aos setores responsáveis; considerar a relação custo-benefício de procedimentos
médicos e provimento de explicações aos pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas
possíveis; atuar de forma autônoma e competente nas situações de emergência mais
prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma competente em defesa da vida e dos direitos
dos pacientes. Acompanhar e avaliar a efetividade das intervenções realizadas e considerar a
avaliação do paciente ou responsável em relação aos resultados obtidos, analisando
dificuldades e valorizando conquistas; favorecer o envolvimento da equipe de saúde na
análise das estratégias de cuidado e resultados obtidos; rever o diagnóstico e do plano
terapêutico, sempre que necessário; explicar e orientar sobre os encaminhamentos ou a alta,
verificando a compreensão do paciente ou responsável; registrar o acompanhamento e a
avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um instrumento orientador do cuidado
integral do paciente. Formular e receber críticas de modo respeitoso, valorizando o esforço
de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de trabalho; estimular o
compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura organizacional, no
sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar curiosidade e capacidade de
aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do trabalho em saúde. Promover
a construção coletiva de conhecimento em todas as oportunidades do processo de trabalho,
favorecendo espaços formais de educação continuada e participando da formação de futuros
profissionais. Orientar e compartilhar conhecimentos com pacientes, responsáveis,
familiares, grupos e outros profissionais, levando em conta o interesse de cada segmento, no
sentido de construir novos significados para o cuidado à saúde.
137
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. SKINOVSKY, James; FERNANDES, Júlio Wilson; PURIM, Kátia Sheylla Malta. Cirurgia
ambulatorial. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
2. GOFFI, Fabio Schmidt. Técnica cirúrgica: bases anatômicas, fisiopatológicas e técnica
da cirurgia. São Paulo: Atheneu,
3. SABISTON, David C; TOWNSEND, Courtney M; BEAUCHAMP, R. Daniel; EVERS, B. Mark;
MATTOX , Kenneth L.; MIDÃO, Alexandre Maceri. Sabiston tratado de cirurgia: a base
biológica da prática cirúrgica moderna - volume 1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. MALAMED, Stanley F., MUNDIM, Fernando. Manual de anestesia local. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
2. MILLER, Ronald D.; PARDO JR., Manuel C.; RODRIGUES, Denise Costa. Bases da
anestesia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
3. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed, 2009.
4. MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu; MOURA, Regina; GIANNINI, Mariangela;
ROLLO, Hamilton Almeida; SOBREIRA, Marcone Lima; LASTORIA, Sidnei; ARAUJO,
Adalberto Pereira de; PEREIRA, Adamastor H.; LOPES, Ademar; MOREIRA, Airton Mota;
VESCOVI, Alberto; BOZZA, Alda Candido Torres; CASTRO, Aldemar Araújo; AMATO,
Alexandre Campos Moraes; ANACLETO, Alexandre Maierá; JACOMO, Alfredo Luiz; S
Doenças vasculares periféricas: volume - 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
5. HOFF, Paulo Marcelo Gehm; KATZ, Artur; CHAMMAS, Roger; ODONE FILHO, Vicente;
NOVIS, Yana Sarkis; FARES, Abdo Latif; LOPES, Ademar; LONGATTO FILHO, Adhemar;
SCHERR, Adolfo José de Oliveira; CALABRICH, Aknar Freire de Carvalho; LEAL,
Alessandro Igor Cavalcanti; OLIVEIRA, Alexandre Dermargos. Tratado de oncologia:
volume 1. São Paulo: Atheneu, 2013.
138
obtendo consentimento do paciente ou do responsável; demonstrar cuidado máximo com a
segurança, privacidade e conforto do paciente; apresentar postura ética e destreza técnica na
inspeção, apalpação, ausculta e percussão, com precisão na aplicação das manobras e
procedimentos do exame físico geral e específico, considerando a história clínica; esclarecer,
ao paciente ou ao responsável por ele(a), sobre os sinais verificados, registrando as
informações no prontuário, de modo legível. Estabelecer hipóteses diagnósticas mais
prováveis, relacionando os dados da história e exames clínicos; discutir o prognóstico dos
problemas do paciente, considerando os contextos pessoal, familiar, do trabalho,
epidemiológico, ambiental e outros pertinentes. Informar e esclarecer as hipóteses
estabelecidas de forma ética e humanizada, considerando dúvidas e questionamentos do
paciente, familiares e responsáveis. Propor e explicar, ao paciente ou responsável, sobre a
investigação diagnóstica para ampliar, confirmar ou afastar hipóteses diagnósticas; solicitar
exames complementares com base nas melhores evidências científicas, avaliando a
possibilidade de acesso do paciente aos testes necessários; interpretar os resultados dos
exames realizados considerando as hipóteses diagnósticas, a condição clínica e o contexto do
paciente; registrar e atualizar no prontuário, a investigação diagnóstica, de forma clara e
objetiva, estabelecer em contextos específicos, os planos terapêuticos, contemplando as
dimensões de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação; discutir o plano, suas
implicações e o prognóstico, segundo as melhores evidências científicas; promover o diálogo
sobre as necessidades referidas pelo paciente ou responsável, com as necessidades
percebidas pelos profissionais de saúde, estimulando o paciente a refletir sobre seus
problemas e a promover o autocuidado; estabelecer pacto sobre as ações de cuidado,
promovendo a participação de outros profissionais, sempre que necessário; implementar
ações pactuadas e disponibilizar as prescrições e orientações legíveis, estabelecendo e
negociando o acompanhamento e/ou encaminhamento do paciente com justificativa;
informar sobre situações de notificação compulsória aos setores responsáveis; considerar a
relação custo-benefício de procedimentos médicos e provimento de explicações aos
pacientes e familiares, tendo em vista as escolhas possíveis; atuar de forma autônoma e
competente nas situações de emergência mais prevalentes de ameaça à vida; atuar de forma
competente em defesa da vida e dos direitos dos pacientes. Acompanhar e avaliar a
efetividade das intervenções realizadas e considerar a avaliação do paciente ou responsável
em relação aos resultados obtidos, analisando dificuldades e valorizando conquistas;
favorecer o envolvimento da equipe de saúde na análise das estratégias de cuidado e
resultados obtidos; rever o diagnóstico e o plano terapêutico, sempre que necessário;
registrar o acompanhamento e a avaliação do plano no prontuário, buscando torná-lo um
instrumento orientador do cuidado integral do paciente. Acessar e utilizar dados secundários
e/ou informações que incluam o contexto cultural, socioeconômico, ecológico e das relações,
movimentos e valores de populações, em seu território, visando ampliar a explicação de
causas, efeitos e determinantes no processo saúde-doença; relacionar os dados e as
informações obtidas, articulando os aspectos biológicos, psicológicos, socioeconômicos e
culturais relacionados ao adoecimento e à vulnerabilidade de grupos; estabelecer o
diagnóstico de saúde e priorizar os problemas segundo sua magnitude, existência de recursos
para o seu enfrentamento e importância técnica, cultural e política do contexto; participar na
discussão e construção de projetos de intervenção em grupos sociais, orientando-se para
melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade e à redução de riscos, danos e
vulnerabilidades; estimular a inclusão da perspectiva de outros profissionais e representantes
de segmentos sociais envolvidos na elaboração dos projetos em saúde; promover o
desenvolvimento de planos orientados para os problemas priorizados; participar na
implementação de ações, considerando metas, prazos, responsabilidades, orçamento e
factibilidade; participar na avaliação dos projetos, prestando contas e promovendo ajustes,
orientados à melhoria da saúde coletiva. Participar na elaboração de planos de intervenção
para o enfrentamento dos problemas priorizados, visando a melhorar a organização do
139
processo de trabalho e da atenção à saúde; formular e receber críticas de modo respeitoso,
valorizando o esforço de cada um e favorecendo a construção de um ambiente solidário de
trabalho; estimular o compromisso de todos com a transformação das práticas e da cultura
organizacional, no sentido da defesa da cidadania e do direito à saúde. Demonstrar
curiosidade e capacidade de aprender com todos os envolvidos, em todos os momentos do
trabalho em saúde. Promover a construção coletiva de conhecimento em todas as
oportunidades do processo de trabalho, favorecendo espaços formais de educação
continuada e participando da formação de futuros profissionais, orientar e compartilhar
conhecimentos com pacientes, responsáveis, familiares, grupos e outros profissionais,
levando em conta o interesse de cada segmento, no sentido de construir novos significados
para o cuidado à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. PAULMAN, Paul M. Taylor: manual de saúde da família. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2009.
2. DUCAN, Bruce B. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em
evidências. Porto Alegre: Artmed, 2013.
3. ARCHANJO, Daniela Resende. Saúde da família na atenção primária. Curitiba:
Intersaberes,2013
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BARACAT, Edmund Chada; SILVA, Leonardo da; AMARAL, José Luiz Gomes do;
ANDRIOLO, Adagmar; CAVALCANTE, Adilson Joaquim Westheimer; HATANAKA, Alan
R.; FRISOLI JUNIOR, Alberto; REIS, Alessandra Diehl; JULIÃO, Alessandra Maria;
FREITAS, Aline Pires de; FERNANDES, Ana Luísa Godoy. Atualização em saúde da
família: volume 1. Barueri: Minha editora,2010.
2. CURY, Geraldo Cunha. Epidemiologia aplicada ao Sistema Único de Saúde: Programa
de Saúde da Família. Belo Horizonte, MG: COOPMED, 2005.
3. SOUZA, Maria Fátima de; FRANCO, Marcos da Silveira; MENDONÇA, Ana Valéria
Machado. Saúde da família nos Municípios Brasileiros: os reflexos dos 20 anos no
espelho do futuro. Campinas: Saberes Editora, 2014.
4. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; VIANA, Ana Luiza d'Ávila; MATTOS, Augustus Tadeu Relo
de; MELLO, Guilherme Arantes; SILVA, Hudson Pacifico da; FERREIRA, Janise Braga
Barros; UETA, Julieta. Manual de saúde pública & saúde coletiva no Brasil. São Paulo:
Atheneu
5. CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2015.
140
técnico-científico sólido e capaz de conhecer e intervir sobre os problemas e situações de
saúde-doença, mais prevalentes do perfil epidemiológico nacional, com ênfase em sua região
de atuação. Atuar em promoção da saúde e da qualidade da vida humana, realizando e
participando de intervenções sociais organizadas dirigidas à vigilância, à proteção da saúde,
de comunicação e educação em saúde. Atuar efetiva e eticamente e desempenha funções de
direção, planejamento, administração, gerência, supervisão, controle, auditoria, assessoria,
consultoria, pesquisa e avaliação de práticas nos sistemas, serviços e unidades de saúde
públicas e privadas e em quaisquer outras instituições e situações onde se realizem
atividades de promoção da saúde e da qualidade de vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. ROCHA, Juan Stuardo Yazlle; VIANA, Ana Luiza d'Ávila; MATTOS, Augustus Tadeu Relo
de; MELLO, Guilherme Arantes; SILVA, Hudson Pacifico da; FERREIRA, Janise Braga
Barros; UETA, Julieta. Manual de saúde pública & saúde coletiva no Brasil. São Paulo:
Atheneu, 2012.
2. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 2008.
3. CARVALHO, Sérgio Resende. Saúde coletiva e promoção da saúde: sujeito e mudanças.
São Paulo: Hucitec, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. SOARES, Cassia Baldini; CAMPOS, Celia Maria Sivalli. Fundamentos de saúde coletiva
e o cuidado de [Link], SP: Manole, 2013.• MARQUES, Maria Cristina da
Costa; CARVALHO, Marisa Lima; SILVEIRA, Dalma da; CASTRO, Paulo Carrara de;
IBANEZ, Nelson. VISA: da gestão ao risco sanitário. São Carlos: RiMa, 2006.
2. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINAYO, Maria Cecília de Souza; BONFIM, José
Rubem de Alcântara; AKERMAN, Marco; CARVALHO, Yara Maria de. Tratado de saúde
coletiva. São Paulo: Hucitec, 2012.
3. PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2015.
4. ROTHMAN, Kenneth J; GREENLAND, Sander; LASH, Timothy L. Epidemiologia
moderna. Porto Alegre: Artmed, 2011.
5. GERMANO, Pedro Manuel Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância
sanitária de alimentos. São Paulo: Varela, 2015.
Empreendedorismo
Ementa: Auxiliar o aluno no entendimento da profissão e seu papel como profissional liberal
e/ou prestador de serviços como colaborador do SUS, no qual tem responsabilidade na gestão
do sistema, visando ao atendimento das DCNs na área de competência da Organização do
Trabalho em Saúde
141
equipes de saúde, respeitando normas institucionais dos ambientes de trabalho e agindo com
compromisso ético-profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. MIYATAKE, Anderson Katsumi; MAZZEI, Bianca Burdini; PARDO, Paulo; CENTRO
UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ Núcleo de Educação a Distância. Empreendedorismo.
Maringá: UniCesumar, 2016.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor:
empreendedorismo e viabilização de novas empresas, um guia compreensivo para
iniciar e tocar seu próprio negócio. Barueri: Saraiva, 2012.
3. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio
de Janeiro: Campus, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. BARON, Roberto A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Thomson
2007.
2. SALIM, Cesar Nasajon. Administração empreendedora: teoria e prática usando estudos de
casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
3. MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia: um roteiro
pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman, 2000.
4. CHIAVENATO, Idalberto. Administração para não administradores: a gestão de negócios
ao alcance de todos. São Paulo: Manole, 2011.
5. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução a administração. São Paulo: Atlas, 1988.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1. CARVALHO, Rosita Edler. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação
inclusiva. Porto Alegre: Media, 2003.
2. NOGUEIRA, Clara Maria Ignatius; NOGUEIRA, Beatriz Ignatius; CARNEIRO, Maria
Ignatius Nogueira (Org). Língua brasileira de sinais. Maringá 2010. CENTRO
UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ Na de Educação a Distância.
3. QUADROS, Ronice [Link]; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira:
estudos Língua os. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1. GESSER, Audrei. Libras? Que lingua é essa? Crenças e preconceitos em torno da lingua
de sinais e da realidade surda. São Paulo: Paralela, 2009.
142
2. MAZZOTTA, Marcos J. da Silveira. Educação especial no Brasil: história e políticas
públicas. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
3. RAPHAEL, Walkiria Duarte; CAPOVILLA, Fernando Cesar. Dicionário enciclopédico
ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira v.2: sinais de M a Z. São Paulo: Edusp,
2008.
4. SACKS, Oliver. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 2002
5. WEIL, Pierre. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. Petrópolis:
Vozes, 2001.
143