Referências - Quadro clínico: Dispneia + tosse + sibilância
Podem melhorar espontaneamente total/parcial com o
- Prática Pneomológicas SBP – 2ed
tratamento
- Relatório GINA abril 2021, Estratégia Global para Gestão
Rinite (80%)
e Prevenção da Asma
Opressão e desconforto torácico
- Relatório GINA 2020, Estratégia Global para Gestão e
Piora com exposição a alérgenos (ácaro, poeira e morfo,
Prevenção da Asma
pelos de animais são os principais)
Tutorial 10 Sintomas: noturnos ou nas primeiras horas do dia devido
à queda de cortisol pelo ciclo circadiano
Objetivos: Estudar ASMA
Período intercrise: assintomático/oligossintomático
- Definição de asma: Doença inflamatória crônica das vias
- Clínica da asma exacerbada:
aéreas. A inflamação crônica estar associada à Hiper-
Agitação;
responsividade das vias aéreas, que gera uma obstrução ao
Fala entrecortada;
fluxo de ar aéreo intrapulmonar generalizada e variável,
Taquipneia;
reversível espontaneamente ou com tratamento.
Tempo expiratório prolongado;
- Definição de crise de asma: episódio agudo ou subaguda de Inclinação para frente com ombros elevados;
piora progressiva na falta de ar, chiado, tosse, aperto no peito. Uso de musculatura acessória;
Causas: Tratamento irregular; infeção por vírus; exposição Sibilos – principalmente expiratórios
a alérgenos/irritantes; comorbidades (rinussinupatia, Roncos – muco
DRGE, Obesidade, SAOS) MV diminuídos ou ausentes
Hipoxemia é rara (se presente pensar em outras causas
- Etiologia: ou crise muito grave)
Alérgica
Não alérgica (responde mal ao corticoide inalatório) - Classificação:
Início tardio (responde mal ao corticoide inalatório)
Obstrução persistente
Obesidade
- Epidemiologia:
Estimasse que até 2025 terá 400 milhões de pessoas no
mudo com asma (10-20%)
3ª causa de hospitalização em crianças e adultos jovens
80% dos asmáticos possuem rinite alérgicca
História familiar de asma ou alergia (dermatite atópica,
rinite ou conjuntivite alérgica) com início de sintomas
respiratórios na infância
Na infância: Meninos > meninas; Puberdade: Meninos <
- Diagnóstico: CLINICO! e funcional (espirometria)
meninas; Adultos: homens = mulheres
Reduzem a probabilidade de asma diagnóstico
- Fisiopatologia: obstrução ao fluxo aéreo differenciais: tosse isolada, sem outro sintoma
Múltiplas células inflamatórias (eosinofílicas, células respiratório; produção crônica de secreção; dor torácica
alérgicas, neutrófilos) hiper-responsivas a estímulos (características pleuríticas); muito catarro amarelo
diretos ou indiretos inflamação crônica (persiste mesmo (bronquiectasia); sintomas constitucionais (febre, perda
quando os sintomas são episódicos) parênquima de peso)
pulmonar não afetado (doença de via aérea)
- Avaliação complementar:
Gasometria arterial: nas exacerbações SPO2<93%
Hemograma: eosinofilia (inespecífico, porém a maioria
dos asmáticos positivam), nas exacerbações suspeita-se
de infecções
Referências - Quadro clínico: Dispneia + tosse + sibilância
Podem melhorar espontaneamente total/parcial com o
- Prática Pneomológicas SBP – 2ed
tratamento
- Relatório GINA abril 2021, Estratégia Global para Gestão
Rinite (80%)
e Prevenção da Asma
Opressão e desconforto torácico
- Relatório GINA 2020, Estratégia Global para Gestão e
Piora com exposição a alérgenos (ácaro, poeira e morfo,
Prevenção da Asma
pelos de animais são os principais)
Tutorial 10 Sintomas: noturnos ou nas primeiras horas do dia devido
à queda de cortisol pelo ciclo circadiano
Objetivos: Estudar ASMA
Período intercrise: assintomático/oligossintomático
- Definição de asma: Doença inflamatória crônica das vias
- Clínica da asma exacerbada:
aéreas. A inflamação crônica estar associada à Hiper-
Agitação;
responsividade das vias aéreas, que gera uma obstrução ao
Fala entrecortada;
fluxo de ar aéreo intrapulmonar generalizada e variável,
Taquipneia;
reversível espontaneamente ou com tratamento.
Tempo expiratório prolongado;
- Definição de crise de asma: episódio agudo ou subaguda de Inclinação para frente com ombros elevados;
piora progressiva na falta de ar, chiado, tosse, aperto no peito. Uso de musculatura acessória;
Causas: Tratamento irregular; infeção por vírus; exposição Sibilos – principalmente expiratórios
a alérgenos/irritantes; comorbidades (rinussinupatia, Roncos – muco
DRGE, Obesidade, SAOS) MV diminuídos ou ausentes
Hipoxemia é rara (se presente pensar em outras causas
- Etiologia: ou crise muito grave)
Alérgica
Não alérgica (responde mal ao corticoide inalatório) - Classificação:
Início tardio (responde mal ao corticoide inalatório)
Obstrução persistente
Obesidade
- Epidemiologia:
Estimasse que até 2025 terá 400 milhões de pessoas no
mudo com asma (10-20%)
3ª causa de hospitalização em crianças e adultos jovens
80% dos asmáticos possuem rinite alérgicca
História familiar de asma ou alergia (dermatite atópica,
rinite ou conjuntivite alérgica) com início de sintomas
respiratórios na infância
Na infância: Meninos > meninas; Puberdade: Meninos <
- Diagnóstico: CLINICO! e funcional (espirometria)
meninas; Adultos: homens = mulheres
Reduzem a probabilidade de asma diagnóstico
- Fisiopatologia: obstrução ao fluxo aéreo differenciais: tosse isolada, sem outro sintoma
Múltiplas células inflamatórias (eosinofílicas, células respiratório; produção crônica de secreção; dor torácica
alérgicas, neutrófilos) hiper-responsivas a estímulos (características pleuríticas); muito catarro amarelo
diretos ou indiretos inflamação crônica (persiste mesmo (bronquiectasia); sintomas constitucionais (febre, perda
quando os sintomas são episódicos) parênquima de peso)
pulmonar não afetado (doença de via aérea)
- Avaliação complementar:
Gasometria arterial: nas exacerbações SPO2<93%
Hemograma: eosinofilia (inespecífico, porém a maioria
dos asmáticos positivam), nas exacerbações suspeita-se
de infecções
Raio-x de tórax para diagnóstico diferencial
hiperinsuflação
Retificação das costelas
Aumento dos espaços intercostais
Retificação do diafragma
Espessamento de paredes brônquicas
Pequenas áreas de atelectasias (diferenciar de
pneumonia)
Pesquisa de alergia: teste cutâneo de leitura imediata; IgE
sérica específica
Funcional: espirometria; pico de fluxo respiratório
Espirometria: VEF1/CVF < 0,7 = obstrução
- Demonstra limitação ao fluxo de ar e resposta ao BD
- Avaliar gravidade da obstrução: menor VEF1
maior exacerbação
- Curva de fluxo-volume: VEF1 (volume expirado
forçado no 1s)/CVF (capacidade vital forçada) baixo
- Resposta positiva após o uso de broncodilatador de
curta: aumento de 12% + 200ml no VEF1 (pela GINA)
e 7% + 200ml no VEF1 (pela SBP). Em crianças
considera-se apenas o aumento de 12%.
P.s: Se a espirometria vier normal pq no dia a paciente estar
bem -> estimular a hiper-reatividade administrando algo que
de o broncoesparmo (metacolina, carbanol, manitol, solução
hipertônica) – TESTE PROVOCATIVO positivo se tiver uma
queda a partir de 20% do VEF1
- Tratamento de manutenção:
Aderência ao tratamento: ensinar a técnica, se o paciente
possuirá acesso a droga
Cessar o tabagismo + vacinação para influenza + atividade
física + baixa umidade e morfo
Pico de Fluxo expiratório:
- Mede de forma longitudinal o grau diurno de
obstrução das vias aéreas e a sua instabilidade (fase
estável não há variação)
- Flutuação indica asma não controlada
- Quanto menor o pico maior o risco de crise a) Adultos e adolescentes > 12 anos: droga de manutenção +
- PFE média: ≥20% para adultos; ≥30% para crianças droga de resgate (para quando tiver crise)
Ajustar o tratamento para cima ou para baixo conforme a
- Exame físico: necessidade do paciente
FTV: normal ou diminuído
Percussão: normal ou hipersonoridade STEP 1:
MV: diminuído, roncos e sibilos expiratórios. - Medicação de escolha: Corticoide inalatório (Budesonida
Dose baixa:200-400mcg/dia) + β2 de longa de início rápido
P.S: a ausência de sibilos não exclui o DX, mesmo na (formoterol).
exacerbação. - Usar quando necessário apenas
- Não se recomenda o uso isolado de SABA
STEP 2: sintomas 2 ou mais vezes por mês ou nunca tratados b) 6-11 anos:
- Medicação de escolha: Corticoide inalatório em dose baixa
STEP 1: ou alívio
(beclometasona 100-200mcg/d ou budesonida 200-
- β2 de curta + CI em dose baixa
40mcg/dia) + β2 de longa (formoterol) ou SABA
- Usar quando necessário
- Usar quando necessário apenas STEP 2:
- Opção: LTRA (menos eficaz, mas é bom para rinite) - CI em dose baixa de forma isolada (Budesonida:100-
- TEOFILINA não faz mais parte do tratamento 200mcg/dia)
STEP 3: sintomas na maioria dos dias ou despertar à noite ≥ STEP 3:
1 vez por semana - CI em dose média de forma isolada (Budesonida: >200-
- Medicação de escolha: CI/LABA em baixa dose (budesonida 400mcg/dia) ou CI em dose baixa+β2 de longa
200-400mcg/dia ou beclometasona 100-200mcg/d) para
alívio de sintomas + β2 de longa (Formoterol) no resgate STEP 4:
- Uso regular - CI em dose média (Budesonida:100-200mcg/dia) +β2 de
- Opção: ICS isolado em dose moderado (beclometasona 200- longa
400mcg/dia ou budesonida 400-800mcg/dia) – menos eficaz - Referenciar a um especialista
que a combinação.
STEP 5:
STEP 4: sintomas na maioria dos dias, despertar à noite ≥ 1 - CI em dose alta (Budesonida:100-200mcg/dia) +β2 de longa
vez por semana e baixa função pulmonar - O especialista pode acrescentar uma droga anti-IgE
- Medicação de escolha: CI/LABA em dose média (budesonida
C) ≤ 5 anos:
400-800mcg/dia) + β2 de longa (Formoterol) de resgate
- Uso regular Alívio
- Opção: ICS/formoterol em baixa dose – manutenção e - A princípio não usa β2 de longa, logo o alívio é com β2 de
resgate curta quando necessário
- Outras opções: tiotrópio/LTRA ou teofilina -Usar quando necessário
STEP 5: STEP 2:
- Referenciar ao especialista - CI em dose baixa (Budesonida NBZ: 500mcg/dia)
- Medicação de escolha: CI/LABA em dose alta (budesonida
>800mcg/dia) + β2 de longa (Formoterol) STEP 3:
Pode acrescentar o anticolinérgico/antimuscarínico de - CI em dose baixa “dobrada”
longa duração (Tiatrópico); anti-IgE (omallizumabe); Anti- STEP 4:
IL5 (mepolizumabe/reslizumabe/benralizumabe) - Referenciar a um especialista
- Uso regular
- Corticoide oral dose baixa: ponderar efeitos colaterais - Métodos para aplicar a medicação infantil:
(exemplo prednisona diário) 0-3 anos: máscara facial
4-5 anos: espaçador
- Reavaliar o tratamento a cada 3 meses:
Escalonar, se necessário: aumenta dose - Avaliando o nível de controle: de acordo com os sintomas
Sintomas não controlados ou exarcebações nas 4 últimas semanas
Rever técnica de adesão antes
Descalonar, se possível: diminui dose
Sintomas controlados por 3 meses
Baixo risco de exarcebações
Não suspender ICS
- Corticoides inalados para adultos e adolescentes (≥ 12 anos)
Atividade limitadas?
Broncodilatador de alivio > 2vzs/semana (> 5 anos),
<1vzs/semana (<5 anos)
Calada da noite acorda?
Diurnos: sintomas > 2vzs/semana (> 5 anos), 1vzs/semana (<5
anos)
- Se a asma estar controlada por 3 meses: diminuir o passo,
mas geralmente não retira o CI
- Se a asma não estar controlada, antes de aumentar o passo:
verificar ambiente, aderência e técnica de tratamento!
- Tratamento durante as exacerbações/crises de asma:
Classificação Clínica Tratamento
Leve a Fala frases completas; - Β2 de curta ação
moderada Não usa musculatura (20/20min por 1h) +
acessória - Prednisona VO:
PFE> 50%; FC≤ 120; 1mg/kg, máx 50 mg
SatO2 ≥ 90, FR ≤30 (adultos) e 1-2mg/kg,
máx 40 mg (>5ano)
- O2 suplementar se
necessário (Alvo: 93-
95% - adulto, 94-98%
crianças)
Grave Fala por palavra; - Tto anterior +
Agitação - Ipratrópio (atrovent)+
PFE ≤ 50%; FC>120; - Trocar Corticoide VO
SatO2 < 90 90; FR>30; (preferencialmente na
ou moderada que não 1 hora) por IV se
melhora necessário
- Considerar: MgSO4
2g/20min IV e/ou CI
em dose alta
Muito grave PFE ou VEF1 ≤ 30; - Tto anterior +
confuso; sonolento; - Preparar IOT+
acidose; fadiga - Indicar CTI
respiratória; tórax
silencioso
- Adrenalina IM para crise de asma com anafilaxia. Não deve
ser usado rotineiramente
- Se paciente não consegue falar, exausto etc a gente já pode
pensar em usar o berotec + atrovent
- Antileucotrieno EV/VO para manutenção e não nas crises, em
pacientes que não estão controlados
- Antibióticos: não deve ser usado de rotina, usar em PNM,
sinusite etc.
- CPAP ou BiPAP: preferencialmente para DPOC, para
pacientes que evoluem para fadiga e não necessitam de
intubação imediata
- Não esquecer ao dar alta:
Iniciar tto ou aumentar o passo que estava
Medias ambientais, aderência e técnica, esclarecer
dúvidas
5-7 dias de corticoide VO (3-5 dias crianças)
Nova consulta em 2-7 dias