DIP
Cães e gatos:
• A eliminação na saliva ocorre entre 2 a
Zoonose transmitida pela inoculação do vírus 5 dias antes dos sinais, persistindo
presente na saliva e secreções do animai durante toda evolução da doença
infectado • A morte do animal ocorre entre 5 a 7
Principalmente por mordedura e lambedura dias após os sintomas
Encefalite progressiva e aguda, letalidade de
aproximadamente 100%
Alto custo p/ assistência de pacientes expostos Pródomos iniciais (de 5 a 10 dias)
ao risco de adoecer e morrer
• Mal estar geral
Problema de saúde pública
• Anorexia
Em áreas urbanas-> transmitidas por cães e
• Cefaleia
gatos; ciclo silvestre em expansão
• Náusea
AGENTE ETIOLÓGICO • Dor de garganta
Vírus da raiva humana é do gênero Lyssavirus, • Irritabilidade, inquietude e sensação e
família Rhabdoviridae angustia
Reservatórios: • Alterações de comportamento
• No ciclo urbano: cão e gato Progressão da doença:
• No ciclo silvestre: o morcego; raposa, • Delírios
coiote, chacal, gato do mato, guaxinim • Sialorreia intensa
e macacos. • Paralisia, alterações cardiorrespiratórias
• Zona rural: bovinos, equinos e outros • Espasmos musculares e convulsões
• Alucinação e quadro comatoso
MODO DE TRANSMISSÃO
Vírus na saliva do animal infectado->
mordedura/arranhadura/ lambedura de
mucosas-> penetra no organismo-> multiplica-se Clínico:
no ponto de inoculação-> atinge o SNP-> SNC-> • Hiperacusia;
vários órgãos, glândulas salivares-> replica-se e • Hiperosmia;
é eliminado pela saliva das pessoas e animais • Fotofobia;
enfermos. • Aerofobia;
PERÍODO DE INCUBAÇÃO • Hidrofobia;
• Alterações do comportamento
De anos até dias
Laboratorial:
• Média de 45 dias no homem
• Imunofluorescência direta (IFD)
• 15 dias a 4 meses no cão
Diretamente relacionado ao local da agressão e
inócuo (extensão, profundidade e proximidade
com o cérebro e troncos nervosos, além da 2004-> primeiro caso de raiva que não recebeu
concentração viral) vacina ou sono antirrábico e evoluiu para cura
Menor período de incubação em crianças 2008-> primeiro caso de cura no Brasil
Protocolo de tratamento:
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
• Indução de coma;
• Uso de antirretrovirais;
• Reposição de enzimas;
• Manutenção dos SSVV do paciente
Tratamento por suporte:
• Dieta por SNG;
• Hidratação para manutenção do
balanço hídrico e eletrolítico;
• SVD, para evitar manipulação do
paciente;
• Controle da febre e vômito;
• Betabloqueadores para na presença de
hiperatividade simpática;
• Uso de antiácidos;
• Monitorar PVC;
• Correção da volemia, na vigência de
choque;
• Tratamento de arritmias cardíacas;
• Sedação de acordo com o quadro
clínico, não devendo ser contínua
MEDIDAS DE CONTROLE
Alta cobertura vacinal dos animais;
Controle de foco e bloqueio vacinal;
Captura e eliminação de cães de rua;
Envio de amostras para exame laboratorial, para
monitoramento da circulação viral;
Profilaxia da raiva humana
PROFILAXIA DA RAIVA