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Erupção do Cumbre Vieja: Análise e Impactos

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Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.

º 4 (CC)

ENSINO SECUNDÁRIO – 10º ANO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA


2023/2024
ANO LETIVO
CURSO CIENTÍFICO-HUMANÍSTICO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS DR. VIEIRA DE CARVALHO

BIOLOGIA E GEOLOGIA
FICHA DE PREPARAÇÃO PARA AVALIAÇÕES FORMAIS N.º 4 Professoras: Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho
Janeiro 2024

GRUPO I

Texto 1
O arquipélago das Canárias é formado por diversas ilhas, todas elas de origem vulcânica, onde ocorreram dezenas de
erupções desde a sua ocupação histórica.
No dia 19 de setembro de 2021, o vulcão Cumbre Vieja (Figura 1), na ilha de La Palma, entrou em erupção, a terceira
num século, após a do vulcão San Juan, em 1949, e a do Teneguía, em 1971. A monitorização sísmica e o estudo da
deformação do terreno permitiram antever a ocorrência da erupção do Cumbre Vieja e a retirada de milhares de
pessoas das zonas de risco da ilha, com cerca de 85 000 habitantes.
Nos primeiros dois meses de erupção, as escoadas de lava foram emitidas a partir de várias aberturas, que foram
aparecendo no vulcão ao longo de uma fissura com direção N-S. Parte das escoadas de lava atingiram o oceano
Atlântico e originaram um delta lávico semelhante aos que levaram à formação de áreas aplanadas, conhecidas como
fajãs, que se encontram em várias zonas periféricas da ilha. Para além da projeção de lava, que chegou a atingir os 600
metros de altitude, também foram emitidas densas nuvens de cinzas e gases. Quanto às emissões gasosas, a erupção
do vulcão Cumbre Vieja libertou elevadas quantidades de dióxido de enxofre (entre 3200 e 53 600 toneladas/dia).
Nos dois primeiros meses da erupção, o cone principal do vulcão Cumbre Vieja mudou de forma, em resultado da
acumulação de lava e materiais sólidos e de colapsos parciais do cone.
Baseado em https://volcano.si.edu/volcano.cfm?vn=383010 [consult. nov 2021]

A B

Figura 1. Erupção do Cumbre Vieja. A) Cone vulcânico. B) Delta lávico.

1. (5) A erupção do Cumbre Vieja é, predominantemente, do tipo…


(A) misto e pode ser classificada de subaérea. (C) misto e é do tipo submarina.
(B) explosivo e pode ser classificada de subaérea. (D) explosivo e é do tipo submarina.

2. (5) A estrutura que se poderá originar pelo colapso da parte superior do aparelho vulcânico do Cumbre Vieja e
que poderá ser preenchida por água designa-se por _____ de _____.
(A) cone vulcânico … subsidência. (C) chaminé … explosão.
(B) cratera … explosão. (D) caldeira … subsidência

3. (5) A acumulação dos gases vulcânicos e o aumento da temperatura na atmosfera evidenciam que os subsistemas
terrestres…
(A) são sistemas fechados, tal como o sistema Terra.
(B) estão em interação de forma independente uns dos outros.
(C) estão em equilíbrio, não sendo influenciados uns pelos outros.
(D) são sistemas abertos e trocam energia e matéria entre si.

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 1


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
4. (5) De entre os acontecimentos seguintes, selecione os que estão relacionados com a erupção do Cumbre Vieja,
transcrevendo para a sua folha de respostas os números romanos correspondentes.
I. Na erupção ocorreu uma interação entre a geosfera e a atmosfera.
II. A atividade vulcânica pode ser enquadrada no vulcanismo fissural.
III. Não se verificou a libertação de piroclastos.
IV. Quando as escoadas de lava solidificaram à superfície, formaram-se lavas em almofada.
V. As lavas deviam possuir uma elevada viscosidade.

5. (5) Refira qual a relação entre o teor de água nas rochas e o ponto de fusão dos minerais.
Quanto maior o teor de água de uma rocha menor o ponto de fusão do material/ provoca a diminuição do ponto de fusão/funde a menor
temperatura.

6. (5) Faça corresponder a cada uma das descrições relativas a diferentes tipos de rochas, expressas na Coluna I, à
respetiva designação, na Coluna II. a3b5c1
Coluna I Coluna II

(a) Rochas formadas, principalmente, a partir da (1) Rochas magmáticas plutónicas


acumulação de detritos provenientes da desagregação (2) Rochas magmáticas vulcânicas
de outras rochas. (3) Rochas sedimentares
(b) Rochas formadas por transformação de outras, em detríticas
profundidade, mantendo o estado sólido. (4) Rochas sedimentares
(c) Rochas formadas a partir da consolidação do magma em biogénicas
profundidade. (5) Rochas metamórficas

Texto 2
O contexto tectónico do arquipélago das Canárias, localizado na placa Núbia (Africana), aponta para a possível
existência de um ponto quente responsável pela atividade vulcânica. As ilhas mais antigas são as orientais,
nomeadamente Lanzarote e Fuerteventura, que emergiram há cerca de 16 a 22 Ma. Seguem-se as ilhas centrais, Gran
Canária, Tenerife e La Gomera, com idades que oscilam entre 8,5 e 14,5 Ma. La Palma, começou a formar-se há cerca
de 2 Ma, e El Hierro, a mais jovem, tem cerca de 1,1 Ma. As ilhas orientais apresentam-se muito erodidas e com grandes
regiões planas, formadas a partir do
desmantelamento de antigos edifícios
vulcânicos. As ilhas centrais são muito
montanhosas, com vales profundos e
escarpas nas regiões costeiras. Nas ilhas
mais ocidentais existem centenas de cones
vulcânicos recentes que evidenciam que
estas ilhas ainda estão em plena construção.
A Figura 2 apresenta o enquadramento do
vulcanismo do arquipélago das Canárias.

Figura 2. Contexto tectónico do arquipélago das


Canárias.

Baseado em https://english.elpais.com /science-


tech/2021-10-06/the-underwater-hotspot-feeding-la-
palmas-volcano-will-create-new-islands.html
[consult. nov 2021]

7. (5) De acordo com o contexto tectónico, o material que alimenta a erupção do vulcão Cumbre Vieja tem origem…
(A) no manto inferior. (C) a partir da fusão de crusta continental.
(B) em plumas mantélicas formadas na litosfera. (D) no núcleo externo.

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 2


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
8. (5) Os fluidos hidrotermais _______ a mineralogia das rochas encaixantes, conduzindo à formação de rochas
_______, por fenómenos de _______.
(A) modificam … metamórficas … cristalização (C) não modificam … magmáticas … cristalização
(B) não modificam … magmáticas … cristalização (D) modificam … metamórficas … recristalização

9. (5) De acordo com os dados, o vulcão de Cumbre Vieja ______, e começou por ser ______.
(A) está associado a vulcanismo intraplaca … submarino.
(B) localiza-se num limite divergente de placas … subaéreo.
(C) localiza-se num contexto tectónico semelhante ao dos Açores … subaéreo.
(D) resulta do movimento lateral das placas litosféricas … submarino.

10. (5) Num ponto quente continental verifica-se…


(A) uma distribuição aleatória dos cones de acordo com a sua idade de formação.
(B) um aumento da idade das formações vulcânicas com o afastamento ao ponto quente.
(C) uma atividade vulcânica menos explosiva do que nos pontos quentes oceânicos.
(D) produção de magma mais pobre em sílica do que nos pontos quentes oceânicos.

11. (10) Explique em que medida a orientação e a idade das ilhas do arquipélago das Canárias permitem determinar
o sentido e a taxa de deslocação da placa de Núbia.
Explica que o hotspot é fixo e que a placa se move por cima deste (A), relacionando a formação de um arquipélago de ilhas alinhadas (B)
com o aumento de idade das ilhas e o movimento da placa à medida que se afastam do local (C).
T1 - Um ponto quente (ou hotspot) é um local fixo na litosfera por onde é expulso magma que, no caso de crusta oceânica, vai originar ilhas.
T2 - À medida que a placa de Núbia se desloca por cima do hotspot, formam-se novas ilhas.
T3 - Determinando a idade das ilhas e a distância entre elas é possível determinar o sentido e a taxa da deslocação da placa de Núbia.

Texto 3
Após um período de intensa atividade sísmica, no dia 10 de outubro de 2011 ocorreu uma erupção, a cerca de 1 km
ao largo de El Hierro, no arquipélago das Canárias. A cor da água alterou-se para esverdeada, sendo a mancha
observada desde o Espaço. No meio desta mancha foram observados fragmentos de lava flutuante, semelhantes a
bombas vulcânicas, acompanhados pela libertação de elevadas quantidades de gases vulcânicos.
Após a recolha desses fragmentos, designados por
restingolitos (Figura 3), verificou-se que eram compostos
por rochas da família dos basaltos e, no interior, por
pumito, uma rocha vulcânica vesicular, com textura
vítrea, que perdeu o seu elevado teor em gases de forma
rápida, formando poros. Contudo, os geólogos não
esperavam encontrar pumito na região das Canárias, e
foram apresentadas várias explicações para o sucedido.
Em 2012, uma equipa de geólogos analisou a composição
química do material do pumito e concluiu que tinha tido
origem em rochas sedimentares do fundo oceânico que
tinham sido incorporadas e alteradas pelo magma. Os
processos que levam à formação de uma rocha são
variados e, grande parte deles, lentos e graduais: «as
rochas da Terra são o resultado de imensas
transformações sofridas ao longo dos tempos na parte
exterior deste «planeta vivo» (…)» (Galopim de Carvalho,
1996).

Figura 3. Contexto de formação dos restingolitos.

Baseado em Pérez-Torrado, et al. (2012). La erupción submarina de La


Restinga en la isla de El Hierro, Canarias: Octubre 2011-Marzo
2012. Estudios geológicos, 68(1), 5-27. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/233726772 [consult. nov
2021]

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 3


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
12. (5) Considere as seguintes afirmações, relativas aos dados do Texto 3 e da Figura 3.
I. Os restingolitos resultaram da incorporação de xenólitos.
II. O material sedimentar é mais recente que o magma.
III. Os sedimentos sofreram fusão e contribuíram para o enriquecimento em gases do magma.
(A) I é verdadeira; II e III são falsas. (C) II é verdadeira; I e III são falsas.
(B) II e III são verdadeiras; I é falsa. (D) I e III são verdadeiras; II é falsa.

13. (5) As rochas sedimentares que originaram os restingolitos possuem um …


(A) elevado teor em água, que aumenta o teor em gases do magma.
(B) reduzido teor em água, que aumenta o teor em gases do magma.
(C) elevado teor em água, que reduz o teor em gases do magma.
(D) reduzido teor em água, que reduz o teor em gases do magma.

14. (5) O último parágrafo do Texto 3 está de acordo com o princípio básico do raciocínio geológico do _____. A
mudança entre cada Era geológica é marcada ______.
(A) Catastrofismo … pela escala temporal decorrida.
(B) Neocatastrofismo … pelos fósseis correspondentes à Era.
(C) Uniformitarismo … por grandes extinções em massa.
(D) Atualismo geológico … por decaimento radioativo de isótopos.

15. (10) Estabeleça as correspondências possíveis entre as letras da coluna I e os números da coluna II. Cada uma das
afirmações deve ser associada apenas a uma das letras, e todas as afirmações devem ser utilizadas.

Coluna I Coluna II
(1) Associada a vulcões com cones de vertentes abruptas formados,
essencialmente, pela acumulação de piroclastos.
(a) Erupção efusiva (2) Ocorre emissão de lavas muito viscosas capazes de originar domos
(b) Erupção explosiva vulcânicos.
(c) Erupção mista (3) Há emissão de lavas com fluidez superior às emitidas pelo Cumbre Vieja.
(4) É comum no vulcanismo associado a limites divergentes.
a)3,4,5 (5) Forma cones vulcânicos em escudo, resultantes da acumulação de lavas.
b)1,2,7 (6) Dá origem a estratovulcões como os do Teide, com alternância de depósitos
c)6 de lava e de piroclastos.
(7) Pode ocorrer emissão de gases e cinzas a elevadas temperaturas que se
deslocam ao longo das vertentes a grande velocidade.

16. (5) As rochas sedimentares são as ______ no planeta Terra e apresentam frequentemente fósseis. Estratos \que
apresentem o mesmo conteúdo fossilífero _____.
(A) mais comuns … são os mais comuns em todos os tipos de rochas.
(B) menos comuns … apresentam fósseis de fácies que permitem identificar a sua idade.
(C) mais comuns … apresentam fósseis de amonites em toda a sua extensão.
(D) menos comuns … são da mesma idade, de acordo com o princípio da identidade paleontológica.

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 4


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
GRUPO II

Durante o final do Mesozoico no Cretácico, instalaram-se os


maciços de Sintra, de Sines e de Monchique, constituídos,
maioritariamente, por rochas plutónicas. Possuem uma
estrutura em anel, com dimensões, formas e orientações
idênticas.
O maciço de Sines (Figura 4) encontra-se imerso a oeste e
coberto pelos sedimentos cenozoicos a este. Apresenta uma
forma oval achatada. Do ponto de vista litológico, o maciço é
constituído por um núcleo de sienito (rocha magmática),
envolvido por gabro-dioritos (também rochas magmáticas)
mais antigos e cortado por brechas vulcânicas. O maciço está
associado a uma densa rede de filões de composição muito
heterogénea.
No que diz respeito a datações das rochas do maciço de
Sines, foi obtida a idade de 75 Ma, a partir de zircões do
sienito com U-Pb.

Figura 4. Contexto geológico do Maciço de Sines

1. (5) Ordene as afirmações identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica dos
acontecimentos que, no ciclo das rochas, podem conduzir à formação de uma rocha plutónica, como os sienitos
de Sines, a partir de uma rocha preexistente.
A. Deposição dos sedimentos, originando estratos.
B. Meteorização da rocha devido à atuação dos agentes de geodinâmica externa.
C. Cristalização de minerais a partir do magma.
D. Fusão da rocha em resultado do aumento da temperatura.
E. Recristalização de minerais associada ao aumento da pressão. B – A – E – D – C.

2. (5) A aplicação de princípios estratigráficos a uma dada unidade geológica possibilitou a _____. Pelo princípio da
________, as brechas vulcânicas são mais ______ do que os sienitos.
(A) determinação da sua idade relativa, através da aplicação de radioisótopos … inclusão … antigas
(B) identificação dos tipos de rochas existentes nessa formação … sobreposição dos estratos … antigas
(C) reconstituição da sequência de acontecimentos geológicos que a originou … interseção … recentes
(D) determinação da sua idade absoluta, através do estudo dos fósseis encontrados … inclusão … recentes.

3. (5) Para o mesmo isótopo radioativo, quando se comparam sienitos mais antigos com sienitos mais recentes, é
de esperar que…
(A) o período de semivida do isótopo-pai seja menor nos sienitos mais recentes.
(B) a razão isótopo-pai/isótopo-filho seja maior nos sienitos mais antigos.
(C) o período de semivida do isótopo-pai seja maior nos sienitos mais recentes.
(D) a razão isótopo-pai/isótopo-filho seja menor nos sienitos mais antigos.

4. (5) À superfície, devido a valores de pressão e temperatura aos da sua génese, determinados minerais
do sienito tendem a transformar-se, contribuindo para a formação de minerais típicos de ambiente .
(A) superiores … metamórfico (C) superiores … sedimentar
(B) inferiores … sedimentar (D) inferiores … metamórfico

5. (5) As rochas plutónicas do maciço de Sines apresentam textura , e formaram-se a temperatura


às do ponto de fusão dos seus minerais.
(A) fanerítica … inferiores (C) fanerítica … superiores
(B) afanítica … superiores (D) afanítica … inferiores

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 5


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
6. (5) As correntes de convecção no interior da Terra, associadas aos movimentos das placas litosféricas, resultaram
do facto de …
(A) a densidade dos materiais mantélicos diminuir com o aumento da temperatura.
(B) a litosfera ser uma camada com comportamento plástico.
(C) ao nível do manto, todo o material se encontrar rígido.
(D) o calor interno se distribuir uniformemente por todo o planeta.

7. (5) Identifique o tipo de metamorfismo a que se encontram associadas as corneanas nas auréolas de
metamorfismo da região de Sines. Metamorfismo de contacto

8. (5) Estabeleça a correspondência entre cada uma das afirmações relacionadas com a tectónica de placas, na
coluna I, e a respetiva designação, na coluna II. (a) – (4); (b) – (1); (c) – (2).
Coluna I Coluna II
(a) Zona onde se registam movimentos laterais entre as placas (1) Litosfera
litosféricas envolvidas. (2) Correntes de convecção
(b) Zona rígida que inclui a crusta e a parte mais externa do manto (3) Astenosfera
superior. (4) Limite conservativo
(c) Circulação de materiais associada ao seu aquecimento pelo calor (5) Limite divergente
interno da Terra.

9. (5) Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica de acontecimentos


relacionados com a abertura e o fecho de oceanos, que culminaram na formação da Pangeia.
A. Formação de uma crusta contendo minerais magnetizáveis.
B. Início do afundamento de uma placa formada por rochas muito densas. D-A-B-E-C.
C. Colisão entre placas formadas por rochas de baixa densidade.
D. Instalação de um rifte intracontinental por onde ascende magma.
E. Formação de uma cadeia montanhosa continental com intensa atividade vulcânica.

GRUPO III

Atualmente, no arquipélago dos Açores existem vinte e seis vulcões potencialmente ativos, sendo oito deles
submarinos. Em todas as ilhas há registo de atividade vulcânica com menos de 10 000 anos, com exceção da ilha de
Santa Maria. No dia 1 de janeiro de 1980,
ocorreu um sismo catastrófico em Angra do
Heroísmo, na ilha Terceira (Açores). Com
uma magnitude de 7,2 na escala de Richter e
com epicentro localizado a cerca de 50 km a
WNW de Angra do Heroísmo, este sismo
causou elevados danos materiais nas ilhas
Terceira e de S. Jorge, e danos menores na
ilha Graciosa. Mais de 15 000 edifícios
ficaram total ou parcialmente destruídos.
As freguesias mais afetadas foram Doze
Ribeiras, Santa Bárbara, Serreta e Cinco
Ribeiras, situadas na metade ocidental da
ilha Terceira, e a freguesia do Topo,
localizada na ponta oriental da ilha de São
Jorge, onde atingiu intensidade máxima de
VIII na Escala Macrossísmica Europeia (EMS-
1998). A Figura 5 representa um mapa de
isossistas do sismo de 1 de janeiro de 1980.
Figura 5. Mapa de isossistas do sismo de 1 de janeiro de 1980. (Baseado em https://www.casadasciencias.org
/recurso/7633 [consult. nov 2021])

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 6


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
A região central da Ilha Graciosa corresponde a dois antigos vulcões-escudo que se encontram muito erodidos, tendo
ocorrido erupções posteriores, tanto com caráter efusivo como explosivo, sendo possível identificar escoadas lávicas,
domos e depósitos piroclásticos de queda e de fluxo, incluindo lahars. No interior da Furna do Enxofre existe um campo
fumarólico, caracterizado por emanações de dióxido de carbono, monitorizado permanentemente, pois a
concentração desse gás pode atingir valores letais.
No dia 2 de janeiro de 2022 entre as 18h54m e as 22h20m a ilha Terceira registou 5 sismos, com magnitudes entre 2,0
e 3,3.
Baseado em www.ivar.azores.gov.pt/noticias /Paginas/20200101-40-anos-sismo-1980.aspx [consult. nov 2021]

1. (5) Os estragos materiais na ilha da Graciosa foram idênticos


(A) a uma parte da ilha do Pico, já que registaram a mesma magnitude.
(B) à parte mais oriental da ilha de S. Jorge, pois o valor da intensidade é o mesmo.
(C) aos da ilha do Pico, pois estão na mesma isossista.
(D) aos da ilha do Faial, pois os materiais vibraram com a mesma energia.

2. (5) A intensidade no epicentro…


(A) terá registado um valor acima da intensidade máxima na ilha Terceira.
(B) registou um valor de IX, pois está no centro das isossistas.
(C) é a mais elevada do mapa, porque é o foco do sismo.
(D) não pode ser determinada, pois situa-se no oceano.

3. (5) Na ilha do Faial, relativamente às restantes ilhas representadas, provavelmente, verificou-se um…
(A) valor mais baixo de magnitude, pois está mais afastada do epicentro.
(B) menor atraso na chegada das ondas superficiais em relação às profundas.
(C) tempo de chegada das ondas profundas igual ao das ondas superficiais.
(D) maior desfasamento entre a chegada das ondas P e S.

4. (5) A Escala Macrossísmica Europeia avalia…


(A) a intensidade do sismo e tem em conta a vulnerabilidade das construções da região.
(B) a energia libertada no hipocentro, pelo que apresenta um valor único para cada sismo.
(C) a magnitude do sismo, calculando a libertação de energia em numeração árabe.
(D)os efeitos produzidos pelos sismos sobre os edifícios, sendo igual em qualquer região.

5. (5) Considere as seguintes afirmações, relativas aos dados do Texto 3 e da Figura 3.


I. A emanação de gases na Furna do Enxofre corresponde a sulfataras.
II. Os lahars são fluxos de piroclastos misturados com água que descem os flancos de um vulcão.
III. Fumarolas, géiseres e nascentes termais são evidências de vulcanismo residual.
(A) I é verdadeira; II e III são falsas. (C) II é verdadeira; I e III são falsas.
(B) II e III são verdadeiras; I é falsa. (D) I e III são verdadeiras; II é falsa.

6. (5) Para determinar a localização do epicentro de um sismo é necessário…


(A) conhecer a diferença entre o tempo de chegada das ondas P e S à estação sismográfica.
(B) efetuar a triangulação com base nos dados de pelo menos três estações sismográficas.
(C) identificar a magnitude do sismo, o raio e a distância epicentral.
(D) conhecer a magnitude do sismo no local da estação sismográfica.

7. (5) A ilhas dos Açores poderão ser atingidas por um tsunami caso um sismo provoque um movimento…
(A) horizontal de blocos da litosfera oceânica.
(B) cisalhante entre blocos da litosfera oceânica.
(C) transformante entre blocos da litosfera oceânica.
(D) vertical entre blocos da litosfera oceânica.

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Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
8. (5) Estudos geofísicos mostram que a velocidade das ondas sísmicas …
(A) aumenta quando estas passam da crusta para o manto litosférico.
(B) aumenta quando estas passam da litosfera para a astenosfera.
(C) diminui quando estas passam do núcleo externo para o núcleo interno.
(D) diminui quando estas passam da astenosfera para a mesosfera.

9. (5) Suponha que uma dada estação sísmica a cerca de 300 km de distância do epicentro registou o sismo de maior
magnitude do dia 2 de janeiro de 2022. Utilizando a
Figura 6, pode afirmar-se que a diferença entre a
chegada das ondas…
(A) longitudinais e de torsão foi de 30 segundos e a
amplitude, de 0,2 mm.
(B) transversais e longitudinais foi de 35 segundos e a
amplitude, de 0,2 mm.
(C) transversais e primárias foi de 35 segundos e a
amplitude, de 2 mm.
(D) longitudinais e primárias foi de 30 segundos e a
amplitude, de 2 mm.

Figura 6. Gráfico para cálculos sísmicos.

10. (5) Admita que numa determinada estação sismográfica, localizada a cerca de 150 km do foco do sismo de Áquila,
se registaram, primeiro, ondas P refratadas e, posteriormente, ondas P diretas. O atraso das ondas P diretas
relativamente às ondas P refratadas deveu-se, provavelmente, ao facto de as ondas P…
(A) refratadas terem percorrido meios de maior rigidez.
(B) diretas terem percorrido um trajeto mais longo.
(C) diretas terem percorrido um trajeto mais curto.
(D) refratadas terem percorrido meios de menor rigidez

11. (5) Considere as seguintes afirmações, relativas à velocidade das ondas sísmicas profundas:
I. Velocidade das ondas P é inversamente proporcional à rigidez e à incompressibilidade.
II. As ondas S são influenciadas pelos fatores rigidez e densidade.
III. As ondas P não se propagam nos meios líquidos/gasosos, pois nestes a rigidez é nula.
IV. A velocidade das ondas S depende diretamente da rigidez e inversamente da densidade dos materiais, não
sendo afetada pela incompressibilidade.
(A) I e II são verdadeiras; III e IV são falsas. (C) II e III são verdadeiras; I e IV são falsas.
(B) II e IV são verdadeiras; I e III são falsas. (D) I e IV são verdadeiras; II e III são falsas.

12.(5) Analise as afirmações que se seguem, relativas à formação e propagação de ondas sísmicas. Reconstitua a
sequência temporal dos acontecimentos mencionados, segundo uma relação de causa-efeito, colocando por
ordem as letras que os identificam.
A. Libertação brusca de energia no foco.
B. Chegada das ondas P e S ao epicentro. CABED
C. Acumulação de energia em materiais rochosos, em profundidade, ao longo do tempo.
D. Chegada das ondas profundas a uma estação a 100 km do epicentro.
E. Propagação de ondas L à superfície.

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Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
13. (5) Faça corresponder a cada uma das descrições, expressas na coluna I, a respetiva designação, na coluna II.
a1b5c3
Coluna I Coluna II

(a) Superfície a partir da qual as ondas S deixam de se propagar 1. Descontinuidade de Gutenberg


de forma direta. 2. Núcleo externo
(b) Descontinuidade que se localiza na separação entre o manto 3. Descontinuidade de Lehmann
e a crosta. 4. Núcleo interno
(c) Descontinuidade que separa o núcleo interno do núcleo 5. Descontinuidade de Mohorovicic
externo.

14. (10) Explique a prevalência dos sismos no arquipélago dos Açores, tendo em conta o contexto tectónico da região
e a teoria do ressalto elástico.
Referência ao facto de o Arquipélago dos Açores se encontrar numa região de limites divergentes e falhas transformantes.
– Relação entre a ocorrência sísmica e a ascensão magmática ao nível dos riftes;
– Relação entre a ocorrência sísmica e a movimentação das falhas transformantes que cortam a dorsal médio-oceânica.
• na região existe um limite divergente, onde se acumulam tensões tectónicas;
• quando o limite de elasticidade das rochas é ultrapassado ocorre a rotura da rocha, o que provocará o movimento das placas tectónicas;
• o ressalto ou o movimento brusco das placas provoca libertação de energia sob a forma de ondas sísmicas, o que origina um sismo.

GRUPO IV

Datação das rochas e eventos geológicos: Os geólogos procuram


estudar o passado da Terra e prever o seu futuro. Um dos principais
aspetos deste trabalho é a datação das rochas e dos fenómenos
geológicos, de forma a reconstituir a História da Terra e construir a
Escala do Tempo Geológico.
A figura 3 representa um corte geológico contendo diversos estratos
e corpos de origem magmática. Na datação dos corpos magmáticos
recorreu-se à utilização do carbono 14.
Figura 3

Na resposta a cada um dos itens de 1. a 8., selecione a única opção


que permite obter uma afirmação correta.

1. De acordo com o Princípio da _____, o estrato B é mais antigo


que o estrato_____.
(A) Horizontalidade [...] C (C) Horizontalidade [...] A
(B) Sobreposição [...] C (D) Sobreposição [...] A

2. Os depósitos de lava foram datados de forma _____, recorrendo _____.


(A) relativa [...] a relações estratigráficas (C) relativa [...] à quantificação de isótopos radioativos
(B) absoluta [...] à quantificação de isótopos radioativos (D) absoluta [...] a relações estratigráficas

3. Numa coluna cronoestratigráfica, a formação do estrato B será representado…


(A) … por cima da formação dos diques com 36 e 57 M.a. (C) … por baixo da formação dos diques com 57 M.a.
(B) … em simultâneo com a formação dos diques com 36 M.a. (D) … em simultâneo com a formação dos diques com 57 M.a.

4. A datação relativa dos diques com base nos Princípios Estratigráficos não permite concluir que…
(A) … numa região onde só aflore o estrato B, o dique formado há 57 M.a. de anos seja mais antigo do que o formado há 36 M.a.
(B) … o dique no topo da sequência é o mais recente.
(C) … os diques são posteriores aos estratos A e B.
(D) … o dique que se instalou há 36 M.a. é mais recente do que o estrato C.

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 9


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)

5. As rochas dos diques que se formaram há 36 M.a. possuem uma razão isótopo-pai/isótopo-filho …
(A) … igual às rochas dos diques formados há 57 M.a.
(B) … superior às rochas dos diques formados há 57 M.a.
(C) … inferior às rochas dos diques formados há 57 M.a.
(D) … inferior a todos os diques formados há menos de 57 M.a.

6. A existência de corpos magmáticos entre os estratos desta sequência é comum e deve-se à ____ do magma, que tem tendência a ____.
(A) baixa densidade [...] ascender entre os estratos
(B) elevada temperatura [...] metamorfizar as rochas sedimentares
(C) elevada densidade [...] depositar-se entre os estratos
(D) elevada temperatura [...] fundir as rochas sedimentares

7. Foram feitas as afirmações seguintes relativas ao bloco diagrama esquematizado na figura 3. Selecione a opção que as
classifica corretamente.
1. As rochas do Oligocénico podem ser datadas de 30 a 20 M.a. atrás.
2. Os dois diques podem ter sido formados por fenómenos magmáticos.
3. As rochas do Paleocénico possuem idade inferior a 57 M.a.
4. Durante o Paleocénico solidificaram lavas com 20 M.a.
(A) 1 e 3 são verdadeiras, 2 e 4 são falsas. (C) 2 e 3 são falsas, 1 e 4 são verdadeiras.
(B) 1 e 2 são verdadeiras, 3 e 4 são falsas. (D) 1 e 3 são falsas, 2 e 4 são verdadeiras.

8. A datação dos corpos magmáticos feita com base em técnicas radiométricas, permite afirmar que…
(A) … o radioisótopo-pai/isótopo-filho se reduz do topo para a base da sequência.
(B) … o radioisótopo-pai/isótopo-filho se mantém constante nas diferentes amostras.
(C) … só é possível datar os materiais vulcânicos de forma relativa.
(D) … o teor de isótopos-filho é sempre superior ao teor de isótopos-pai.

GRUPO V
O Vulcão Sakurajima é um dos mais ativos no Japão, tendo ocorrido erupções constantes desde 1955. Em 2006, a atividade
aumentou e passou a ser quase diária, com 500 a 1000 pequenas erupções anuais.
O aparelho vulcânico é formado pela acumulação de escoadas lávicas intercaladas com depósitos de piroclastos, nomeadamente
pomitos. As lavas mais antigas eram mais fluidas e as escoadas distribuíram-se pelas vertentes da montanha; as lavas mais recentes
são mais viscosas e acumulam-se mais próximas da chaminé. Análises químicas a um depósito de lava permitiram determinar que
o teor de SiO2 varia entre 66 e 68%.

Figura 4 – Contexto
tectónico do vulcão
A Sakurajima.

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 10


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)

Figura 5 – Variação
do número de
erupções efusivas e
explosivas de 2006 a
2012.

Devido à sua perigosidade, o vulcão Sakurajima é um


dos mais vigiados de todo o Japão. Foram instaladas
18 estações sismográficas, inclinómetros e dezenas
de estações GPS para acompanhar as deformações
do terreno. Os investigadores determinaram que as
mudanças no terreno eram devidas à injeção de
magma localizado a 4 km de profundidade.

Figura 6 – Variação na topografia do vulcão


desde 1890 até 2010.

https://gbank.gsj.jp/volcano/Act_Vol/sakurajima/text/eng/exp01-1e.html

1. Nas erupções mais recentes do Vulcão Sakurajima predominam as do tipo ___ e a lava deve ter um conteúdo em sílica ___.
(A) efusivo (…) inferior (C) explosivo (…) inferior
(B) explosivo (…) superior (D) efusivo (…) inferior

2. O teor em sílica determina se o magma é fluido, formando rochas como o ___, ou pouco viscoso, originando rochas como o ___ .
(A) andesito (…) basalto (C) riólito (…) andesito
(B) basalto (…) andesito (D) andesito (…) riólito

3. Nas proximidades do vulcão Sakurajima existe o vulcão submarino Wakamiko. Se este entrar em erupção poderá formar…
(A) … lava em almofada. (C) … lava encordoada.
(B) … um fluxo piroclástico. (D) … gabros.

4. De acordo com o contexto tectónico, o magma libertado pelo vulcão Sakurajima é formado…
(A) … no manto. (C) … a partir da fusão parcial de crusta.
(B) … a partir da fusão total de crusta. (D) … no núcleo.

5. O limite assinalado por A na figura 4 é do tipo _____, ocorrendo ____ da placa oceânica.
(A) convergente (…) subducção (C) divergente (…) subducção
(B) convergente (…) formação (D) divergente (…) formação

6. Segundo a Teoria da Tectónica de Placas, os fragmentos da litosfera deslocam-se sobre ...


(A) … a crusta oceânica (C) … a astenosfera
(B) … o núcleo externo (D) … a crusta continental

7. As ___ são manifestações secundárias de vulcanismo, em que ocorre a libertação de ___.


(A) sulfataras (…) sílica (C) mofetas (…) enxofre
(B) mofetas (…) sílica (D) sulfataras (…) enxofre

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 11


Ficha de Preparação para Avaliações Formais n.º 4 (CC)
8. Faça corresponder a cada uma das afirmações identificadas pelas letras de A a H, relativas ao vulcão Sakurajima, um dos
números romanos da chave que as permite avaliar. A – II; B – I; C – II; D – I; E – II; F – III; G – I; H – I
Afirmações Chave
A. Após a erupção de 1914 o vulcão abateu mais de 150 cm.
B. O número de erupções tem aumentado desde 2006.
C. A frequência de erupções é constante. I. Afirmação apoiada pelos dados
D. O vulcão localiza-se numa zona de subducção. II. Afirmação contrariada pelos dados
E. A acumulação de magma em profundidade não pode ser avaliada a partir das III. Afirmação sem relação com os
mudanças no terreno. dados
F. Nas zonas de subducção geram-se sismos muito profundos.
G. O magma libertado pelo vulcão tem composição ácida.
H. A deformação do terreno indica que poderá estar iminente uma nova erupção.

9. Faça corresponder a cada uma das afirmações a respetiva estrutura ou material vulcânico, indicado por um número da chave.
Utilize cada letra e cada número apenas uma vez. (a) – (5), (b) – (3), (c) – (1)
Afirmações Chave
(1) Cinzas
(a) Mistura constituída por material rochoso fundido e gases.
(2) Lapilli
(b) Estrutura originada pelo colapso da parte superior do aparelho vulcânico e posterior (3) Caldeira
preenchimento da depressão por água. (4) Cone vulcânico
(c) Materiais vulcânicos com dimensão inferior a 2 mm. (5) Magma

10. Ordene as letras de A a E de modo a reconstituir uma possível sequência cronológica dos acontecimentos relacionados com
uma erupção e a formação de uma nuvem piroclástica no vulcão Sakurajima. E – A – B – C – D
A. O magma desloca-se da câmara magmática para a superfície através da chaminé vulcânica.
B. A diminuição da pressão perto da superfície origina a separação da fração gasosa antes da erupção.
C. O magma e os gases são libertados pelo vulcão de forma violenta.
D. A elevada densidade faz com que lava, gases e poeiras sejam transportados ao longo das vertentes do vulcão.
E. Formação do magma a partir da fusão de materiais pré-existentes.

11. As rochas da crusta oceânica mais antigas que se conhecem têm cerca de 200 M.a., ao passo que já foram descobertas rochas
com milhares de milhões de anos na crusta continental. Explique este facto, tendo em conta a tectónica de placas e as
propriedades da crusta oceânica.
• As rochas do fundo oceânico podem sofrer subducção nos limites convergentes, o que faz com que as rochas mais antigas tenham
uma idade inferior às rochas continentais mais antigas, que não sofrem subducção nos limites convergentes.
• A subducção ocorre porque as rochas da crusta oceânica são mais densas que as rochas da crusta continental e tendem a afundar-se
no manto ou são mais antigas e densas (mais frias) que outras rochas da crusta oceânica e também sofrem afundamento sob estas nos
limites convergentes do tipo oceânico-oceânico.

FIM

Cecília Alves/Eduarda Jesus/Virgínia Carvalho 12

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