UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
FACULDADE DE ODONTOLOGIA
INTEGRAÇÃO MULTIDISCIPLINAR II
Prof. Dr.: Erick Nelo Pedreira.
Seios da Face:
Aspectos anatômicos,
fisiológicos e imagiológicos.
Equipe 3:
Adriano Robson da Costa Filho,
Eduardo de Almeida Gomes,
Isabelly Peixoto Celin, Laís Lobato Brito.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
FACULDADE DE ODONTOLOGIA
INTEGRAÇÃO MULTIDISCIPLINAR II
Prof. Dr.: Erick Nelo Pedreira.
Seios da Face
Aspectos anatômicos,
fisiológicos e imagiológicos.
Equipe 3:
Adriano Robson da Costa Filho,
Eduardo de Almeida Gomes,
Isabelly Peixoto Celin, Laís Lobato Brito.
Anatomia;
Fisiologia;
Introdução Radiografia;
Seios da Face:
Condições associadas;
Aspectos anatômicos,
fisiológicos e imagiológicos.
Aplicações na odontologia.
Características Gerais
Seios Paranasais
Cavidades ocas; Frontais
Localizados ao redor Etmoidais
da cavidade nasal;
Esfenoidais
Bilaterais;
Circulação de ar; Maxilares
Proteção das vias aéreas.
Características Gerais
Seios Paranasais
Seios Maxilares
Características
São os maiores;
Localização e limites anatômicos;
Vascularização e inervação:
- Ramos alveolares superiores
da artéria maxilar.
- Ramos alveolares superiores
do nervo trigêmeo.
Relação com os dentes superiores.
Seios Frontais
Características
Formato bastante irregular;
Localização;
Vascularização e inervação:
- Artéria etmoidal anterior, artéria
supraorbitária, artéria supratroclear;
- Nervo oftálmico, incluindo os seus
ramos supraorbitário e supratroclear.
Terminam de se formar apenas aos 7/8 anos.
Seios Esfenoidais
Características
Mais posteriores;
Forma grande e irregular;
Localização;
Vascularização e inervação:
- Artéria etmoidal posterior e ramos
nasais laterais posteriores.
- Nervos etmoidal posterior e ramo
orbitário do gânglio pterigopalatino.
Seios Etmoidais
Características
São formados por várias cavidades;
De 3 a 18 células aéreas etmoidais;
Seios individuais menores
Juntas, elas formam um seio que envolve os
meatos nasais anterior, médio e posterior
Vascularização e inervação:
- Artérias etmoidais anterior e posterior, e
também os ramos nasais laterais posteriores;
- Nervos etmoidais anterior e posterior e nasais
lateral posterior e laterais superior e inferior.
Fisiologia
Funções dos seios da face
Ressonância vocal;
Umidificação e aquecimento do ar;
Redução do peso do crânio;
Proteção.
Fisiologia
Drenagem
Mucosa sinovial
Estrutura: epitélio respiratório, submucosa
Produção de muco continua
Drenagem
Seios maxilares: meato médio
Seio frontal: meato médio
Seios etmoidais: meato superior e médio
Seios esfenoidais: meato superior
Ciclo de limpeza
Drenagem passiva, drenagem ativa,
efeito espirro-tosse.
Aplicações odontológicas
Aspectos anatômicos
considerações cirúrgicas
Relações com dentes maxilares,
cirúrgia de acesso
Diagnósticos
Radiografias panorãmicas e
tomografias
Patologia
Cistos, tumores e dor facial
Procedimentos estéticos
rinoplastias, cirurgia ortognática
Aspectos imagiológicos Tipos de exames de imagem
Exames de imagem Radiografias
Técnica de imagem médica que utiliza radiação
Importância ionizante para visualizar estruturas internas do corpo,
como ossos e órgãos.
Diagnóstico de condições patológicas
Avaliação de anomalias anatômicas
Tomografia Computadorizada (TC)
Planejamento de intervenções cirúrgicas Técnica de imagem médica que utiliza raios-X para
criar imagens detalhadas e transversais do corpo
Interpretações de sintomas
Avaliação de traumas
Ressonância Magnética (RM)
Técnica de imagem médica que utiliza um campo magnético
forte e ondas de rádio para produzir imagens detalhadas dos
órgãos e tecidos internos do corpo.
Exames de imagem
Tomografia R. Panorâmica
Ressonância Magnética Aparelho de Raio-X
Radiografia Póstero-anterior
Radiografia
Utiliza radiação ionizante que
passa pelo corpo e é
registrada em um detector
Exame realizado em poucos
minutos
Imagem bidimensional
Estruturas ósseas densas se
apresentam radiopacas e
estruturas menos densas são
radiolúcidas.
3-Seio frontal com septo
6-Seio Etmoidal
7-Seio Esfenoidal
10-Seio Maxilar
Exame Radiográfico
Radiografia Lateral Radiografia Panorâmica
3-Seio frontal com septo
Tomografia
Computadorizada
Exame realizado em poucos
segundos
Imagens em corte transversal
Reconstrução em vários eixos --
forma tridimensional (Solicitada
em pré-operatórios de cirurgias
ortognáticas)
Capturam os raios-X que passam
pelo corpo e os convertem em
imagens digitais.
Radiação iônizante
Tomografia
Computadorizada
Sinusite Aguda Sinusite Crônica
Observa-se secreção formando nível no antro Destaca-se o espessamento mucoso difuso dos seios
dos seios maxilares (setas). maxilares, assim como esclerose e espessamento de
suas paredes ósseas (setas).
Ressonância
Magnética
Geralmente, leva mais tempo
para ser realizada e o paciente
precisa ficar imóvel
Utiliza campo magnético e
ondas de rádio para obtenção
das imagens
Oferece imagens mais
detalhadas e em múltiplos
planos, de tecidos moles como
músculos, cérebro e articulações
Ressonância Magnética
Artigos Científicos
Radiografia do seio frontal na identificação
humana
ACESSE: ACESSE:
Sinusite
Inflamação da mucosa que reveste os
seios paranasais
Pode ser divida em relação ao tempo:
Sinusite Aguda, Subaguda, Crônica e
Recorrente
Localização:
Frontal, Maxilar , Etmoidal e Esfenoidal
Ou causa:
Viral, Bacteriana, Fúngica e Alérgica
Sinusite
Sinusite Aguda
Espessamento da mucosa (>4 mm).
Nível hidroaéreo (acúmulo de
secreção com interface ar-líquido).
Ocupação total ou parcial do seio por
secreção purulenta.
Sinusite Crônica
Espessamento difuso e persistente da
mucosa.
Opacificação completa ou parcial do
seio.
Osteíte e esclerose óssea
(espessamento do osso).
Calcificações intrassinusal (em casos
avançados).
Sinusite
Pólipos Nasais
Crescimentos benignos de tecido
inflamado que se formam na mucosa
nasal ou nos seios paranasais
Pode ser causado por alergias crônicas,
asma , sinusite crônica ou alergia crônica
P
Podem ter como sintomas:
Obstrução Nasal
Redução do Olfato
Dor facial
Pólipos Nasais
P
Mucocele
Lesão benigna caracterizada pelo
acúmulo de muco dentro de um seio
paranasal, resultante da obstrução do
ducto de drenagem.
O bloqueio do orifício de drenagem do
seio, muitas vezes causado por
inflamação crônica, trauma, cirurgias
prévias ou condições congênitas.
Mucocele
Mucocele
Relato de caso
Tumores
São raros, porém podem apresentar um
risco enorme ao paciente
Tipos Comuns:
Carcinoma escamoso (mais comum)
Adenocarcinoma
Melanoma
Sarcoma P
Fatores de Risco:
Exposição a poeira de madeira, couro
Inalação de produtos químicos
(fábricas)
Tabagismo
Referências:
Neil S. Norton, Ph.D. and Frank H. Netter, MD, Netter’s
Head and Neck Anatomy for Dentistry, 2nd Edition,
Elsevier Saunders, Chapter 12 The Paranasal Sinuses, Page
300 to 324.
Scangas GA, Gudis DA, Kennedy DW. The natural history
and clinical characteristics of paranasal sinus
mucoceles: a clinical review. Int Forum Allergy Rhinol.
2013;3:712-7.
2.Schwartz JH. The Skull. Em: Schwartz JH editor. Skeleton
keys: an introduction to human skeletal morphology,
development and analysis. New York: Oxford University
Press; 1995. p. 23-78
Obrigade