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ARREBATAMENTO

Estudo temático.

Enviado por

Moreira Santos
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© © All Rights Reserved
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ARREBATAMENTO

ARREBATAMENTO

Oarrebat
ament odaIgr
ejaéum dosev entospr
ofét
icos
maiscomov enteseempolgantesdaBíbl
ia.El

cl
aramenteensinadoem 1Tess4.15-18,ondeoapóstol
o
Paulonosforneceosseguint
esdetal
hes:

“Dizemo-vos,pois,
istopelapalav r
adoSenhor :quenós, os
quef i
carmosv iv
ospar aav indadoSenhor , não
precederemososquedor mem.Por queomesmoSenhor
descerádocéucom al ari
do, ecom v ozdear canj
o,ecom
atrombet adeDeus; eosquemor reram em Crist
o
ressuscit
arãoprimeiro;depois,nós,osquef i
carmosv iv
os,
seremosar rebat
adosj untament ecom elesnasnuv ens,a
encontraroSenhornosar es,eassim estaremossempr e
com oSenhor .Portanto,consolai-
vosunsaosout roscom
estaspalavras.

Estapassagem dasEscrit
urasdeli
nei
aci ncoestági
osdo
arrebat
ament o:(
1)oprópri
oSenhordescer ádocéucom
alari
doecom som det r
ombet a;
(2)osmor t
osem Crist
o
ressusci
tarãopri
meiro;
(3)nósqueestivermosv i
vose
permanecer mosnaterr
aseremos“ ar
rebatados”(gr
.:
harpazo)juntament
ecom elesnasnuv ens;(4)
encontr ar
emosoSenhor ;e( 5)estar
emossempr ecom Ele.
Oapóst ol
oPaulotambém r evelouoquechamoude
“mistério”arespei
todoarrebatament o.Em 1Cor
ínt
ios
15.51-53, el
eexpli
couqueal gunscrentesnãodor
miriam
(morrer i
am),masosseuscor posseriam
i
nstant aneamentetransf
ormados.

“Eisaqui vosdigoum mi stéri


o:Nav er dade,nem todos
dormir emos,mast odosser emost ransf or
mados, num
moment o,num abr i
ref echardeol hos, anteaúlti
ma
trombet a;porqueat rombet asoará, eosmor tos
ressuscitarãoincorrupt
íveis,enósser emos
transformados.Por queconv ém quei stoqueécor r
uptí
vel
ser evi
stadai ncorrupti
bili
dadeequei stoqueémor t
alse
revist
adai mortal
idade.”

OSEVENTOSDOARREBATAMENTO

Assim aconteceránodi adoar rebatamento.Sem nenhum


avi
so, oscorposdet odososcr entesquemor r
eram desde
oDiadoPent ecostes,derepent e,ser
ãotransformados
em nov oscorposr essurr
etos,vivoseimor t
ais.Mesmo
aquelescujoscor poshámui t
ot emposedecompuser am,
oucujascinzasf oram espalhadassobr eosoceanos,
receber ãoum nov ocor po.Estenov ocorposer eunirácom
oespí ri
todapessoa, queJesust r
aráconsigo.Ent ãoos
corposdaquel esquei gualmenteaceitaram aCr ist
ocomo
oSal vadorequeest i
ver em viv
osnaocasi ãot ambém
serãoi nstant
aneament et r
ansformadosem nov oscorpos
i
mor t
ais.Juntos,todososcr entesserãotranspor t
ados
subitament eaoscéuspar aencontrar
em oSenhor .
Aquel esqueest iver
em v i
voser ej
eit
aram asal v
açãode
JesusCr i
stoper manecer ãoparat r
ás,naterra,e
testemunhar ãoum ev ent omi r
aculosodepr oporções
espant osas—or epent i
nodesapar ecimentoem massade
mi l
hõesemi lhõesdepessoasdaf acedat erra.

ABEM-
AVENTURADAESPERANÇA

Oarrebatament oéfreqüentement ereferi


docomo“ abem-
aventuradaesperança”(Tt2.13),porqueconcede
segurançaaoscr entesqueest ãopreocupadoscom a
Tri
bulação, eofer
ececonsolaçãoaosqueansei am r
euni
r-
secom osseusent esqueri
dosquepar t
ir
am,
compar ti
lhandoamesmaf éem Cr isto.

Asmaisdetr
ezent
asref
erênci
asbíbl
i
casàsegundav
inda
deCr
ist
oclar
amentemostram queasuav
olt
apossui
duasf asesdi stintas.Osel ement oscont rastantesnão
podem serf undidosem um úni coev ent o( vejaoar ti
go
i
nt i
tulado“ SegundaVi ndadeCr isto”)
.Napr imei r
af ase,
Elev ir
áder epent epar aarrebatarasuaI grejanosar ese
l
ev artodososcr entespar aacasadoseuPai ,em
cumpr iment oàpr omessaem João14. 1-3.Al i,
eles
compar ecer ãoant eoTr ibunaldeCr isto( 2Co5. 8-10).
Enquant ooscr entesest iverem nocéu, aquel esdei xados
par atrásnat errasof r
erãoasangúst iasdoper íodode
seteanosdaTr ibulação.Nasegundaf asedasegunda
vindadeJesus( amani festaçãodagl ór i
a) ,El
ev ol t
aráà
terraem poderegr andegl óriapar aest abel eceroseu
reinomi l
enial.Todaasegundav indat em si docompar ada
aumapeçaem doi sat os( oarrebatament oeo
apar eciment odagl ór i
a)com um i nt
erv alodeset eanos( a
Tribulação) .Oapóst oloPaulof azdistinçãoent r
easduas
fasesem Ti to2. 13, ondeser efereaoar rebat ament o
como“ abem- avent uradaesper ança”eav olt
adeCr i
stoà
terracomo“ oapar eciment o”(ou“ mani fest ação” )da
glória.

0QUESI
GNI
FICAARREBATAMENTO?

Apalav
ra“arr
ebatamento”vem dapal
avr
alat
inar
apt
us,
queasBíbl
iaslat
inast
raduzem comoapalav
ragr
ega
harpazõ,usadacat orzev ezesnoNT.Ai déi
abásicaé
“removerouar r
ebat arrepent i
nament e”.Èumapal av
ra
usadapelosescr i
toresdoNTem r ef
erênciaarouboou
saque(Mt11. 12;12.29; 13.19; Jo10.12,28-
29)ou
remoção( Jo6.15;At8. 39; 23.10;Jd23) .

ONTempr egaum terceir


ouso,cujoenfoqueapont apara
ofatodesermosl evadosparaocéu.Apal av
radescrevea
experi
ênci
ado“ ter
ceirocéu”dePaulo(2Co12. 2,4)ea
ascensãodeCr i
stoaocéu( Ap12.5).Obviamente,harpazõ
éapalavraperf
eitaparadescreverDeusrepenti
nament e
tomandoaI gr
ejadat err
aelevandoparaocéunapr i
meira
part
edasegundav i
ndadeCr i
sto.

0ARREBATAMENTOSERÁPRÉ-
TRI
BULACI
ONAL?

AI
grej
aNãoEst
ánaTer
raem Apocal
i
pse4—18

Otermocomum doNTpar a“igrej


a”(gr
.:ekkl
êsi
a)éusado
dezenovevezesem Apocal
ipse1—3, etrat
adaigrej
a
hi
stóri
cadoséculoI.Noentanto,Apocal
ipseusaigr
eja
maisumav ez—nof inal
dol i
vro(22.
16),ondeJoãovolt
a
adiri
gir
-seàigr
ejadosécul
oI .Maisint
eressant
eéof at
o
dequeem nenhumapassagem dur
ant
eoperíododa
Tr
ibul
açãootermoigr
ejaéusadoem r
efer
ênciaaos
cr
entesnater
ra.

AmudançadeJoãodest asinst r
uçõesdet alhadasài grej
a
paraum absolutosi lêncioar espeitodest apormui tos
capít
ulosseri
ai mpr essionant eet otalment einesperada,
sedef atoaIgrejacont i
nuassenat erradur antea
Tri
bulação.SeaI grej afossepassarpel aTr ibulação(a
septuagésimasemanadeDn9) ,entãocer tament eo
estudomai sdetalhadodosev entosdaTr ibulaçãoincluir
ia
i
nstruçõesparaaI gr eja,oquenãoocor re.Aúni ca
expli
caçãoparaest af r
eqüent emençãoàI gr ej
aem
Apocalipse1;2;3eat otalausênci adestanat erraaté
Apocalipse22.16éum ar r
ebat ament opr é-tr
ibulaci
onal,
queirát r
ansf
eriraIgr ejadat errapar aocéuant esda
Tri
bulação.

Um Ar
rebat
ament
oPós-
Tri
bul
aci
onal
EIncoer
ent
e

SeDeuspr eservarmi
raculosamenteaI grej
adurantea
Tri
bulação,porqueha-ver
iaum arrebatamento?Seépar a
evi
tarairadeDeusnoAr magedom (aof im daTr
ibulação),
ent
ãoporqueDeusnãocont inuar
iaprotegendoossant os
nater
ra( comodef endeopós- t
ri
bulacioni
smo)assi m
comoEl epr ot
egeuIsrael
(vejaEx8.22; 9.
4,26;10.23;11.7)
dasuairader ramadasobreoFar aóeoEgi to?Além disso,
seopropósi todoarrebat
ament oépar aqueossant os
vi
vosevitem oAr magedom, porquet ambém r essuscit
ar
ossantos( quejáestãoimunes)aomesmot empo?

Seoar rebatamentoocor resseem conexãocom a


manifestaçãodagl óriapós-tr
i-
bulaci
onaldonossoSenhor
,
asubseqüent esepar açãoentreov el
hasebodes(Mt25.31
-46)seri
ar edundante.Asepar açãoocorr
e-r
ianomesmo
atodat rasl
adação.

Set odososcr entesdaer adaTr i


bul açãof orem
arrebat adosegl ori
fi
cadosapósaTr ibulaçãoe
exat ament eantesdoi níci
odor einomi lenial,quem ent ão
restar ápar apov oarepr opagaror eino?AsEscr it
uras
i
ndi cam queDeusj ulgar áosdescr ent esv i
v osnof inal da
Tribul açãoeosr emov erádat er
ra( vejaMt13. 41-
42;
25.41) .Noent ant o,elast ambém ensi nam queascr ianças
nascer ãodoscr entesdur anteoMi l
êni o,equeest as
cri
ançasser ãocapazesdepecar( vejaI s65. 20;Ap20. 7-
10) .Istonãoser i
apossí velsetodososcr entesnat erra
fossem gl ori
fi
cadosat ravésdeum ar rebat ament opós-
tri
bul aci onal.
Um ar rebatament opós-tr
ibul
acionaleosupost oret
omo
i
medi at odaIgr ej
aàt er
ranãodei xatempopar aobema—
Tribunal deCristo(1Co3. 10-
15; 2Co5.10).Porestas
razões, um arrebatamentopós- t
ri
bulaci
onalnãofaz
nenhum sent idológico.Um arrebatamentopré-
tri
bulacional,
aocont r
ári
o,nãonosdei xacom estas
difi
culdadesinsuper ávei
s.

ATr
ibul
açãoNãoÊI
minent
e

Portodasasepístol
asdoNT, Deusdeixoumui t
as
i
nstr
uçõesparaaI gr
eja,inclui
ndoadvertênci
as,masnem
umav ezoscrentessãoav isadosasepr epar
arem par
a
ent
rarepassarpelaTribulação(aseptuagési
masemana
deDaniel
).

ONTadv er
tevigorosamentearespeit
odoer rofutur
oe
dosfalsosprofet
asquev ir
ão(At20.29-30;2Pe2. 1;
1Jo
4.
1-3;Jd4)econt raav i
daímpia(Ef4.25—5. 7;1Ts4.3-
8;
Hb12.1).ONTat émesmoadmoest aoscr entesa
per
sev er
arem em mei oàtr
ibul
açãoat ual(
1Ts2. 13-
14;
2
Ts1.4;etodaaepí stol
ade1Pedr o).Noent anto,oNT
cal
a-seabsolut
ament
earespei
todaIgrej
aseprepar
ar
par
aaTr i
bulação,
comodescri
toem Apocal
i
pse6—18.

AsEscr it
urascertament enãosilenciari
am sobreeste
perí
ododet empoi mpor t
anteetr aumáticoparaaIgreja.
Seoar rebatament ofosseocorrerem par t
edur ant
eouno
fi
nal daTribul
ação, ser
iadeesper arqueasepí stol
as
ensinassem apr esença,opropósi t
o, eacondutadaI grej
a
duranteoper í
odo.Noent ant
o,nãoencont r
amos
absolutamentenadadest eensi
no.Apenasum
arr
ebat amentopr é-t
ri
bulaci
onalexplicasatisf
atori
ament e
afaltadet ai
sinstruções.

OCont
eúdode1Tess4.
13-
18

Suponhamoshipotet
icamente,porum moment
o,queo
arr
ebatamentonãosej apr
é-t
ri
bulaci
onal
.Oque
esper
aríamosencontrarem 1Tess4?Comoistose
comparacom oqueobser vamosal i
?

Esperar
íamosqueost essal
onicensesestivessem al
egr
es
pel
ofatodeseusent esqueri
dosest ar
em em casacom o
Senhorenãoterem depassarpeloshor r
oresda
Tri
bulação.Masdescobr i
mosqueost essal
onicenses
estãonav er
dadeangust i
adoset emerosospelofatode
seusentesqueridosterem per
didooar r
ebatamento.
Apenasapossi bil
i
dadedeum ar rebat
amentopr é-
tr
ibul
acionalj
usti
ficaestaangústi
a.
Também esper arí
amosqueost essalonicenses
esti
v essem angust iadosdevidoàsuapr ópri
atr
ibul
ação
i
mi nente, em vezdeest arem angusti
adosporcausados
entesquer i
dos.Além disso,esperar
íamosqueest i
vessem
curiososquant oàsuaf utur
acondenação.Masos
tessalonicensesnãot êm medoouper guntasarespeit
o
daf uturaTr i
bulação.
Finalment e,esper
ar í
amosquePaul o,mesmonaausênci a
dei nteresseoudeper guntasporpar t
edos
tessaloni censes,fornecessei nstruçõeseexor t
açõespar
a
umapr ov açãot ãosupr ema, quef ariacom quea
tri
bulaçãoqueest avam enf r
entandopar ecesse
mi croscópi ca.Masnãoencont ramosnem mesmouma
únicai ndicaçãodequal querimi nent etri
bulaçãodesse
ti
po.Dadoocenár ioem 1Tessal oni censes4, apenasa
possi bil
idadedoar r
ebat ament opr é-tri
bulacionalf
az
sent i
do.

João14.
1-3FazPar
alel
ocom 1Tess4.
13-
18
João14- 1-3ser efereàv ol
t adeCr istoout rav ez .Nãose
tratadeumapr omessadequet odososcr entesi rãoa
Cr i
stoporocasi ãodamor te.Antes, otext oser efereao
arrebatament odaI greja.Obser veospar alelospr óxi
mos
entreaspr omessasdeJoão14. 1-3e1Tess4. 13- 18.
Pr i
meiro,considereaspr omessasdeest armoscom
Cr i
sto:
“ [
..
.]paraqueondeeuest iver,estejaisv ós
também”( Jo14. 3),e“Assi m estaremossempr ecom o
Senhor”( 1Ts4. 17).Em segundol ugar,obser v eas
promessasdeconsol ação: “Nãoset ur
beov osso
coração”( Jo14. 1)
,e“ Por t
ant o,
consol ai-vosunsaos
outroscom est aspal av r
as”( 1Ts4. 18).

Jesusdisseaosdiscí
pulosqueEl eestavaindoparaa
casadeseuPai (
céu)par apreparar
-l
hesum l ugar
.El
e
prometeuquevolt
ariaeosr eceberi
adef ormaque
pudessem est
arcom Ele,ondeEleestivesse.

Embor aaf r
ase“ondeeuest i
ver”sugir
aumapr esença
contí
nuaem ger al
,aquisigni
fi
caapr esençanocéuem
part
icular
.OSenhordi sseaosfari
seusem João7. 34:
“Aondeeuest ouvósnãopodei svir”
.Elenãofal
avasobre
asuamor adi
aatualnat er
ra,
masant es,asuapresença
ressurr
etaàmãodi rei
tadoPai.Em João14.3:
“ondeeu
esti
ver”devesigni
fi
car“nocéu”,
ouapassagem 14.1-
3
nãot er
iasent
ido.

Um arrebat ament opós-tri


bulacionalexigir
íaqueossant
os
encontrassem Cr i
stonosar esedescessem
i
medi atament eparaat err
asem passarporaqui l
oqueo
Senhorpr omet euem João14.Dev idoaof atodeJoão14
sereferiraoar rebatament o,apenasum anebat a-
mento
pré-
tr
ibul acionalsatisf
azal i
nguagem deJoão14. 1-
3e
permitequeossant osar r
ebat adoshabitem porum
perí
ododet emposi gnifi
cati
v ocom Cristonacasadeseu
Pai.

OAr
rebat
ament
oeaVol
ta

Umacompar açãodoar rebatament


o( 1Co15. 50-58;1Ts
4.
13-18)com amani festaçãodaglória(Mt24; 25)revel
a
pel
omenosoi tocont
rast esoudif
erençassignifi
cati
vas,
queexigem queoar r
ebat amentoocorraem um t empo
si
gnif
icati
vamentediferentedamani f
estaçãodagl óri
a:

1. Noar
rebat
ament
o,Cr
ist
ovem nosar
esev
olt
apar
ao
céu(1Ts4.17)
.Namanif
estaçãodaglóri
a,Cr
ist
ovem
par
aat er
rapar
ahabi
tarerei
nar(Mt25.31-
32).

2. Noarr
ebatament
o,Cr
istor
eúneosseus( 1Ts4.16-
17)
.
Namanif
estaçãodagl
óri
a,osanj
osreúnem oselei
tos(
Mt
24.
31)
.

3. Noar rebat
amento,Cr
ist
ovem paradarogal
ardão(1
Ts4.17).Namanifest
açãodaglór
ia,El
evem par
ajulgar
(Mt25.31-46).

4. Noar rebat
amento,ar
essur
rei
çãoéproeminent
e(1Ts
4.
15-16).Namanifest
açãodaglór
ia,
aressur
rei
çãonãoé
mencionada.

5. Noarrebat
ament
o,oscr
entesdei-
xamater
ra(
1Tes4
.15-
17).Namanif
est
açãodagl
ória,
osincr
édulossão
l
evadosdaterr
a(Mt24.
37-
41).

6. Noarrebat
ament o,
osi
ncrédulospermanecem na
ter
ra.Namanif
estaçãodagl
ória,oscrent
espermanecem
naterr
a(Mt25.34).
7. Or ei
nodeCr i
stonaterr
anãoémenci onadono
arr
ebatamento.Namanifestaçãodagl
óri
a,Cri
stov
em
paraestabel
eceroseureinonaterr
a

(
Mt25.
31,
34)
.

8.Noarrebat
ament o,
oscr entesr
eceberãocor pos
gl
ori
fi
cados(1Co15. 51-57).Namanifestaçãodagl ór
ia,
ossobrevi
ventesnãoreceberãocorposglorif
icados.

APr
omessadeLi
vrament
o

Em Apocali
pse3.10:Jesuspr omet
eu:“
Euteguardareida
[
gr.
:ek,“f
ora”]hor
adat entaçãoquehádevirsobretodoo
mundo”.Estapassagem deixaclar
oqueaintençãode
Cr
istoéguardaraIgrej
af oradoperí
ododaTribul
ação.

Apreposiçãogregaekadmiti
damentetem aidéi
abásica
desaída.Masistonãoésempr eassi
m.Doisexemplos
not
áveissão2Cor ínt
ios1.
10e1Tess1. 10.Napassagem
deCorínti
os,Paul
onar r
aoseuliv
ramentodamor t
efeito
porDeus.Paul
onãosai
udamor
te,
masant
esf
oisal
vodo
peri
godemor t
epot
enci
al.

Aindamaisconv
incent
eé1Tess1. 10.Aqui,
Pauloafir
ma
queJesusestál
ivr
andooscrentesdair
af ut
ura.Aidéi
a
nãoésair
,mas,antes,
prot
egê-l
osdaentradanairadivi
na.

SeApocalipse3. 10si
gnif
icaimuni dadeouproteção
“dent
ro”,
comoout rasposiçõesprocuram i
nsistir
, ent
ão
vári
ascontradiçõesseapresent am comoresultado.
Primei
ro,seem Apocal i
pse3. 10apr ot
eçãoli
mi ta-se
apenasàpr oteçãodairadeDeusenãodadeSat anás,
entãoApocalipse3.10negaopedi dodenossoSenhorem
João17.15.

Segundo, seApocalipse3.10signi
ficaimuni dadetot
al,
entãoquev al
ortem apr omessat endoem v i
sta
Apocal i
pse6. 9-
11; 7.14,ondeháabundânci ademár t
ir
es?
Omar tí
riodossantosem l argaescaladur antea
Tri
bul açãoexigequeapr omessapar aaIgrejade
Fi
ladél f
iasejaint
erpretadacomo“ guar dandof or
a”dahora
dat entação,enão“ guardandodent ro”desta.
AIgrejadeveserli
vradadai raf
utura.Em 1Tes1. 10,o
apóstoloPaulonosdizquedev emos“ esperardoscéusa
seuFilho,
aquem r essuscit
oudosmor t
os,asaber ,
Jesus,
quenosl i
vradairafutura”
.Ocont ext
odapassagem
apontaparaoar r
ebatament o.AIgrej
adeveserr emovida
daterraantesqueaTr ibul
açãocomece, afim deser
l
ivr
adadai rafut
ura.

AI grej
anãoest ádestinadapar aaira.Conforme1Tess
5.9,“Deusnãonosdest inoupar aair
a,maspar aa
aquisiçãodasal v
ação, pornossoSenhorJesusCr ist
o”.
Mai sumav ez,ocontextodapassagem most raquese
tr
at adoar r
ebatament o.PelofatodeaTr ibul
açãoenv ol
ver
especificamenteairadeDeus, epelofatodeoscr ist
ãos
nãoest arem desti
nadosàsuai ra,aIgr
ejadeveser
arrebatada,ti
radadocami nho,ant
esqueaTr i
bulação
comece.

SeaI grejaéar rebatadanof i


m.daTr i
bulação,nãorest
ará
ninguém par apov oaroMi l
ênio.Exatament eantesdo
i
níciodoMi l
ênio,todosospecador es(aquelesque
rejei
tar
em aJesusCr ist
ocomoSal vador)que
sobreviverem àTr i
bulação,serãolançadosnoi nfer
no
conformeMat eus25. 46.Seoar rebatament oocorr
esseno
fi
nal daTribulação,todososcr entestambém ser i
am
remov i
dosdat err
a,nãodei xandoninguém nat er
racom
um cor ponat uralpararepov oaroplanetaduranteo
Milênio.Os“ j
ust os”(“ovelhas”)queent r
am noMi l
ênio
sãoossant osquesobr evivem àTribulação—aquelesque
nãoer am salv osnomoment odoar rebatamento,masque
set omar am crentesdur anteaTr i
bulação.Paraqueisto
ocor r
a, oarr
ebat ament odev eacontecerantesda
Tri
bul ação,enãonoseuf inal.

PERGUNTASERESPOSTAS

1.Vistoque, em 1Tess4. 17,afrase“encontr


aroSenhor”
poder eferi
r-seaumaci dadeami stosasaindopara
encontraror ei
visi
tante,escol
tando-odev olt
aàcidade,
el
anãoi ndicadecididament eum ar r
ebatamentopós-
tr
ibulaci
onal ?

Em pri
meirolugar,esteter
mogr egopoder eferi
r-
set anto
aum encontrodent r
odaci dade( Mc14- 13;Lc17.12)
comoàsaí dadaci dadepar aencont rarevolt
ar(Mt25. 6;
At28.15)
.Assim, ousodest afraseespecí f
icanãoé, de
nenhum modo, decisi
vo.Em segundol ugar
,lembre-sede
quenamani f
est açãodaglór i
a,Cristoestávindoparaum
povohosti
lem ger al
,queacabar ál ut
andocont r
aEleno
Armagedom.Oar r
ebatamentopré-t
ri
bul
aci
onalretrat
a
melhoroRei r
esgatando,at
ravésdeum arr
ebatament o,
os
seusseguidoresf i
éisqueestãopresosem um mundo
hosti
l
,equepost eri
ormenteoacompanharãoquandoEl e
vol
taràterraparader r
otarosseusinimi
goseest abel
ecer
oseur ei
no( Ap19.11-16).

2. Porque, em 1Tessaloni
censes5.6,Paul
oinst
ruios
crentesavigi
arem comoumapr epar
açãoparao“Diado
Senhor”,seelesnãoir
ãov ê-
lo,umavezqueterãosido
arrebat
adosant esdaTri
bulação?

Em 1Tessal onicenses5. 6,Pauloexor taoscrentesa


vi
giarem ev i
v er
em pi edosament eem um cont extodo“Dia
doSenhor ”assim comoPedr ofazem 2Pedr o3.1415,
ondeaexper iênciado“ DiadoSenhor ”estáclaramenteno
fi
m doMi l
ênio(porqueosant igoscéuset erraserão
destr
uídosesubst ituídospornov os).Nestaspassagens,
háexortaçõesi nstruindoosv erdadeiroscrentesaviver
em
vi
daspi edosast endoem v i
staof uturojuí
zodeDeus
sobreosi ncrédulos.
3. Apassagem deMateus24.37-
42,ondeaspessoas
sãoti
radasdat
erra,
nãoensinaum ar
rebatament
opós-
tr
ibul
aci
onal
?
Nav er dade,Mateus24. 37-42ensinaexatament eo
contrár i
o.Pri
meiro,ensinaqueNoéeasuaf amíli
aforam
deixadosv i
vosenquant oomundoi ntei
rofoi r
eti
radoem
mor teej uí
zo.Estaéexat ament easeqüênci aaser
esperadanamani festaçãodagl óriadeCr i
stocomo
ensinadonaPar áboladoj oio(Mt13.24-43),naParábola
daRede( Mt13.47-50), enoj uí
zodas“ ovel
hasebodes”
dasnações( Mt25.31- 46).Em cadaum dest escasos,na
mani festaçãodaglória,osi ncr
édulossãor eti
radosem
j
uízo, eoscr ent
esjustosper manecem.

4. Um arr
ebatament
opré-
tr
ibul
aci
onalnãor
esul
taem
duassegundasvi
ndasdeCrist
o,aopassoqueas
Escr
it
urasensi
nam queháapenasumasegundav i
nda?

Demodonenhum.I ndependentementedaposi çãode


arr
ebatamentodefendida,asegundav i
ndadeCr ist
oéum
úni
coev ent
oqueocor reem duaspar t
es—Cr i
stovindo
nosaresparaarr
ebataraI gr
ejaeCristovindoàt er
rapara
subj
ugaromundoeest abel
eceroseur ei
no.

5. Seopr
é-t
ri
bul
aáoni
smoév
erdadei
ro,
porque
Apocal
i
pse4.1-
19.
20nãomenci
onaaI
grej
anocéu?

Év erdadequeapal avragr egapar a“igrej


a”( ekklêsia)não
éusadaem r elaçãoàI grejanocéuem Apocal i
pse4—19.
Noent anto, i
stonãosi gnificaqueaI grejaest ejainvisí
vel
.
Elaapar ecenocéupel omenosduasv ezes.Em
Apocal i
pse4; 5, os24anci ãossi mbol i
zam aI greja.A
frase“vós, sant osapóst olosepr ofetas”,em Apocal i
pse
18.20,clarament er efere-seàI gr
ej anocéu.Apocal ipse19
também r et r
ataaI greja( anoivadeCr i
sto)nocéuant es
doseur etomot riunfal.Quecenár i
odear r ebatament o,
nessest extos, mel horr epresentaaI grejanocéunest e
tempo?Um ar rebat ament opré-t
ribul
acional .

6. PorqueApocali
psesedir
igeàI gr
ejaseaIgrej
anão
passar
ápeloper
íododeTri
-bulaçãoem vir
tudedo
arr
ebatament
o?

NoAT, Deusadv ert


iaIsraelcom f r
eqüênciaquantoao
j
uízoi minente,emboraasger açõesquer eceberam a
profecianãof ossem passarporel e.TantoPaulo(1Ts5.6)
comoPedr o( 2Pe3.14-15)exor taram osseusleit
oresa
umav i
dapi edosareferi
ndo-seaoj uízofutur
oqueosseus
l
eitoresnãot estemunhar i
am.Joãosegui uomesmo
padrãoem Apocal
i
pse.El
ealer
touaIgrej
aquantoaos
j
uízosfut
urosdeDeusparaqueoscrentesadver
ti
ssem
adequadamenteomundoperdidoem r
elaçãoaojuí
zopor
vi
r.

7. Atr
ombet
amenci
onadaem 1Tess4-16e1Corínti
os
15.
52éamesmadeJoel
2.1;
Mateus24.31;eApocali
pse
11.
15?

Um est udocuidadosodosquasecem usosde“ trombeta”


ou“ t
rombe- t
as”noATal ertarapi dament eoest udanteda
Bíbli
apar anãoequipararast rombet asem quai squer
conjuntodet ext
ossem umagr andeev i
dênci acontextual
quev enhaacor robor
arest ainterpretação.Porexempl o,
tr
ombet assãousadaspar aav isar(Jr6. 1),paraadoração
elouvor( 2Cr20.28;Sl81. 3;150. 3;I
s27. 13),paravit
ória
(1Sm 13. 3),
paralembr ar(2Sm 2. 28; 18.16),paraalegrar-
se(2Sm 6. 15),parapronunci ament os( 2Sm 20. 1;1Reis
1.34;2Rs9. 13),eparadi spersão( 2Sm 20. 22),para
menci onaralgumas.

Ast r
ombetasem JoelenoNTsãousadaspar
avári
os
propósi
tosdi
sti
ntos.Atr
ombetadeJoel2.
1éuma
tr
ombetadealarmeav i
sandoqueodi
adoSenhorest
á
próximo( vejaJr6. 1)
.At rombet ade1Tess4. 17e1
Cor í
ntios15. 52anunci aaapr oximaçãodor ei(v
ejaSl
47.5).At r
ombet adeMat eus24. 31édeconv ocação,para
reunir(v ej
aÊx19. 16;Ne4. 20; Jl2.15).Atr
ombet ade
Apocal ipse11. 15anunci av i
tór i
a( v
eja1Sm 13.3).As
Escriturasnãoof erecem nenhumar azãoquelevea
equipar arat rombet adoar rebat amentocom quaisquer
destasout rastrombet as.Por tanto,est
estext
osnão
podem serusadospar adet ermi narotempoouahor ado
arrebatament o.

Umadaspr i
ncipaiscar acterí
sti
casdoar rebatament oé
queest eser
ár epentino, i
nesperadoesur preendent e.
“DaqueleDiaehor ani nguém sabe” ,
def ormaque
devemosv iver“apercebidos[ .
..
]porqueoFi lhodoHomem
hádev iràhoraem quenãopensei s”(Mt24. 36,44).
Soment eum arrebatament opré-t
ri
bulacionalpreservaum
ret
ornoi mi
nente( “aqual quermoment o”)deCr isto.Ao
l
ongodaser as, oscrent estêm entendidooar rebatamento
comoi minente.Nadapoder iamot i
varmai sabuscade
umav idasantadoquesaberqueJesuspodev ira
qualquermoment o.

—Ti
m LaHay
eeRi
char
dMay
hue
BI
BLI
OGRAFI
A

Hi
ndson,Ed.Ear
th’
sFinal
Hour
.Eugene,
OR:
Har
vest
HousePubli
sher
s,1999.

LaHaye,Tim.TheRapt
ure.Eugene,
OR:
Har
vestHouse
Publ
ishers,2002.

Stant
on,Ceral
d.Keptf
rom t
heHour
.Mi
ami
:Schoet
tl
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Publi
shi
ng,1991.

Walv
oor
d,JohnJ.TheBlessedHopeandt
heTr
i-
bul
ati
on.
Cr
andRapi
ds:Zonder
van,1986.

-
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ureQuest
ion.Gr
andRapi
ds:
Zonder
van,
1967.

Wood,Leon.I
stheRapt
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Zonder
van,
1966.
<<Ant
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níci
oPr
óx.
>>

ARREBATAMENTO,
HISTÓRI
ADO
ARREBATAMENTO,
HISTÓRI
ADO

Oscr í
ti
cosdoar rebatament opré-t
ri
bul aci
onal
fr
eqüent ement ecitam af al
tadebasehi st
óricadest a
vi
são.Porv ár i
osanos, osoponent esdaposi çãodo
arrebatament opré-tr
ibulacionaltêm ar gumentadoque
estef oiinvent adoporJohnDar by ,
em meadosdosanos
de1800, equej amai sf oimenci onadoant esdi sso.
Argument oscomoest eger almenteal egam que, pelofato
deoensi not ermenosdeduzent osanos, elenãopodeser
bíbli
co, ouoscr entest eriam defendidoest epont odev i
sta
mui tosanosant es.Em úl ti
maanál ise, averdadebí bli
ca
dev eserdet erminadapel oclaroensi nodasEscr i
turas,e
nãopel omodocomooensi not em sidov i
stoaol ongoda
históri
a.Noent anto,umaquant idadesubst anci alde
evidênciasr ev elaumacr ençanoar rebatament opr é-
tr
ibulacional muitoant esdeJohnDar by.

PATRI
ARCASDAI
GREJAPRI
MITI
VA
Osdocument osmai santigosdaI grejaPr imiti
va(incl
uindo
ocânondoNT)r efl
etem um clar opr é-milenial
ismo.Mas
umadiscussãomenorcer caar elaçãodoar rebatament o
com aTribul
ação.Ospr é-tr
ibula-cionistasapont am paraa
cl
aracrençadaIgrejaPrimitivanai mi nênci acomosi nal
dequeopr é-
tri
bulacioni
smoer adef endi doporpel o
menosalgunsdaquel esquev i
ver am nost emposmai s
ant
igos.
Comoer atípicoem t odasasár easdat eologiadaI gr
ej a
Primiti
va,ospont osdev istainiciaisdepr ofecianão
estavam desenv olvidoseàsv ezeser am cont raditór i
os,
contendoum campof ért
ilpar adesenv olviment odev ári
os
ediversospont osdev istateol ógicos.Encont rarum pr é-
tr
ibulacioni
smocl aro“soletrado”pel ospat riar
casdaI greja
Primiti
vaédi fí
cil
, masal gunsel ement ospr é- t
ribulacionai s
sãoní t
idos.Quandosi stemat izadoscom osseusout ros
pontosdev istapr oféti
cos, estesel ement oscont radizem
opós- tr
ibulacionismoeapoi am opr é-tri
bulaci onismo.Por
exempl o,ospat riarcasapost ólicosensi nav am cl arament e
acaract erí
sticapr é-tr
ibulacional daimi nênci adav olt
ado
SenhorJesusCr isto.
Um examesuper fici
aldospat r
iar
casdaI grejaPr
imit
iva
revel
aqueel eser am predominantementepr é-mi
leni
ali
stas
ouquili
astas.Ex i
stem clarosexemplosnosescr i
tosde
Barnabé(100—105) ,Papias(60—130),JustinoMárti
r
(110—165),Iri
-neu( 120—202) ,
Tertul
i
ano( 145—220),
Hipólit
o( 185—236) ,Cipri
ano( 200-250),eLactâncio
(260—330) .Ospat riar
casdaI grejaPr i
miti
vaesper avam
fervorosament equeaI grej
aest ivessesof r
endoesendo
perseguidaquandooSenhorv olt
asse.Noent ant o,eles
também acr edi
tavam nor etornoi minentedeCr isto,queé
umacar acterí
sti
cacent raldopensament opré-
tri
bulacional.Estafalt
adepr ecisãot em l
evadoaum
debateent reosest udiososquant oacomoi nterpretaros
escrit
osdospat ri
arcasdaI gr ejaPrimiti
va.
Expressõesdei minênciaabundam nospat r
iarcas
apostóli
cos.Clement edeRoma( 90—100) ,I
náciode
Antioquia(98—117) ,ODi daquê[ Ainstruçãodosdoze
apóstolos](100—160) ,
AEpí stoladeBar nabé( 117—138),
eOPast ordeHer mas( 96—150)—t odosf al
am da
i
mi nência.Suasafir
maçõest êm abundânci ade
exortaçõespar a“vi
giar
”,“esperar”,
e“ estarpr eparado”
paraav indadoSenhorem br eve.Além di sso, OPastorde
Hermas( 1.
4.2)fal
adeescapardaTr i
bul ação:
Vósescapast esdaGr andeTr ibulaçãoem v ir
tudeda
vossaf é,eporquenãoduv idast esnapr esençadet al
Besta.Ide,port
anto,econt ai aosel ei
tosdoSenhoros
seusat ospoderosos, edizei ael esqueest aBest aéum
ti
podaGr andeTribulaçãoqueest áseapr oxi
mando.Se
entãov ospreparardes,ev osar rependerdesdet odoo
vossocor ação,ev osconv erterdesaoSenhor ,será
possívelescapardesdel a;sim, seov ossocor açãof or
puroeimacul
ado,epassar
desorest
odosdi asdas
vossasvi
dasser
vindoaoSenhori
rr
epreensi
vel
mente.
Noentanto,ni
nguém,podepr oduzirumaafi
rmaçãoclar
a
deescatol
ogiapatr
ís-
ticaarespeit
odoarrebat
amento.
Maspodemosconcl uiroseguinte:
• El
esesper
avam umavindal
i
ter
aldeCr
ist
osegui
dade
um r
einodemil
anosli
ter
al.
• Elesacredi
tavam nav
indaiminentedeCr
ist
ocom
ocasi
onaisinf
erênci
aspré-
tr
ibul
acionai
s.
• El
esest
avam sendopersegui
dospelogov
ernoromano,
masnãoequi
par
ar am i
stocom afut
urair
atr
ibul
aci
onal
.
Lar
ryCr
utchf
iel
d(p.77)cor
ret
ament
econcl
ui,
Estaopi ni
ãodospat ri
arcassobr eaiminência,e,nos
escri
tosdeal guns, r
ef er
ênci asaescapardot empoda
Tri
bulação, const i
tuioquepodeserdef i
nido,paraci
tar
Eri
ckson, “
sement esdasquai sadoutr
inado
arr
ebat ament opr é-t
ribulacionalpoder
iasedesenv ol
ver
[.
..
]”Senãof ossepel oenf raquecimentodaexegesesadi a,
tr
azidapel oal egori
s-moal exandri
anoemai st ar
depor
Agostinho,quest iona-sequet ipodeprodutoestas
sement espoder i
am t ergerado—mui t
oant esdeJ.N.
Darbyedosécul oXI X.
AI
GREJAMEDI
EVAL

Oper íodoent reAgost inhoeaRenascençaf oi


ampl ament edomi nadopel o“entendiment oqueAgost i
nho
possuí adaI greja,easuaespi r
it
ual i
zaçãodoMi lênio
comoor ei
nadodeCr i
stonossant os”.Haviaapenas
“discussõesespor ádicasaqui ealideum Mi l
êni
of utur
oe
l
iteral
”( Han-nah, pp.315-316),tornandoosexempl osdo
pré-tr
ibulaci
oni smomui torar
os.Noent anto,uma
pesqui sahistóricacuidadosar eveloumui tasafi
rmações
pré-tr
ibulaci
onai shámui tonegli
genci adas.

Ef
rém deNi
síbi
s(306—373)

Efrém eraum escr i


torextremament ei
mpor tantee
prolí
fico.Também conheci docomoPseudo- Efrém,elefoi
um gr andeteólogodaant igaIgrejaOriental(
Bizanti
na).O
seui mportantesermão“ NosÚl timosDi as,oAnt i
cri
stoeo
Fim doMundo”( c.373)decl ar
a:“Todosossant ose
el
ei t
osdeDeusser ãoreuni dosant esdaTr i
bulaçãoque
estáporv ir
,eser ãolevadosaoSenhor ,paraqueem
nenhum moment opossam v eraconf usãoquedomi nao
mundoporcausadosnossospecados” .
Nest eser mão, Pseudo- Efr
ém desenv olveumael aborada
escat ologiabí bli
ca,inclui
ndoumadi stinçãoent r
eo
arrebat ament oeasegundav indadeCr isto.Eladescrev e
oar rebat ament oimi nente,seguidoporumaGr ande
Tribulaçãodet r
êsanosemei odedur açãosobogov erno
doAnt icri
sto,segui dopelav indadeCr isto,ader rot
ado
Ant i
cristo,eoest adoet erno.Oseupont odev istai
nclui
um par ênt esisent r
eocumpr iment
odasexagési manona
easept uagésimasemanadeDani el(Dn9. 24-27).Pseudo-
Efrém descr eveoar rebat
ament ocomo“ i
mi nente”e
precedendoaTr i
bul ação.

CodexAmi
ati
nus(
690—716)

Estemanuscr i
tolat
inosi gnifi
cati
vodaI nglaterrafoi
comi ssi
onadoporAbbotCeol f
ri
d, dosmost eirosde
JarroweWear -mout hem Nor t
humber land.Not ít
ulodo
Salmo22( Salmo23naVul gata),apareceosegui nte:
“Sal
modeDav i,avozdaI gr
ejadepoi sdeserar r
ebatada”.
Af r
asel at
inapostr apti
smum cont ém um v erbodar ai
z
rapi
o, si
gnifi
cando“ capturar,ousai rcorrendo” .Estetí
tul
o
nãoét r
ansportadoapar t i
rdaVul gatadeJer ônimoe
assim éprov avel
ment eopr odutodomost eir
oJar row.
Embor anãoconclusiv
oeaindanecessi
tandodeum
estudoadici
onal,par
ecequeoCodexAmi ati
nus
apresentaum outroexempl
odepensament opr
é-
tr
ibulaci
onalnaIdadeMédia.

I
rmãoDol
cino(
1307)

Um estudor ecentedot ext


odoséculoXI V,AHistór
iado
IrmãoDolcino,compost oem 1316porumaf onteanôni
ma,
revel
aoutrai mportantepassagem pré-
tr
ibul
acional
.Como
l
íderdosIrmãosApost óli
cosnonor t
edaI t
áli
a,oIrmão
Dolcinoconduziuoseupov oatrav
ésdet emposde
tremendaper seguiçãopapal.Umapessoadest egrupo
escreveuassegui ntespalavr
asespantosas:
OAnticri
stoestavaent
randonest emundodent r
odos
l
imit
esdodi t
operí
ododet rêsanosemei o;edepoisde
suavi
nda, entãoel
e[Dolci
no]eseussegui dor
esseriam
tr
ansferi
dospar aoParaí
so, noqualestãoEnoqueeEl i
as.
Edessemodoser i
am preservadosi
lesosdaperseguição
doAnt i
cri
sto.
Assi
m, oescri
tordestaHistór
iaacredi
tavaqueDolci
noe
seusseguidor
esseriam tr
ansfer
idosparaopar aí
so,
expr
essandoestacrençacom apal avral
atina
tr
ansfer
rentur
,ou“tr
asladação”,
um sinônimode
arr
ebatament
o.Dolci
noeseusseguidor
essereti
raram
paraasmontanhasdonortedaIt
áli
aparaaguar
dar em a
suaremoçãoporocasiãodoapar
ecimentodoAnticri
sto.
Acredi
ta-sequeasseit
ascomoosAl bi-
genses,
Lombar dos,eosWaldensesforam at
raí
dospar aopré-
mileni
ali
smo, maspoucoseconhecedosdet al
hesde
suascrençasdesdequeoscat óli
cosdestruí
ram assuas
obras,quandofor
am encontr
adas.
FrancisGumer l
ockéoi ndivíduoquedef endeaopi ni
ão
sobreoar r
ebatament odoI rmãoDol cino.Gumer lock(p.
80)escr eveu:“Osdol ci
nitasdef endi am umat eor
iade
arrebatament opré-t
ribulacional semel hant eàmesma
teori
anodi spensacionalismomoder no”
.Ai mport
ância
dessasant igasafirmaçõeséqueel ascl aramente
contradizem aquelesquet êm t entadodi zerqueas
afi
rmaçõessobr eoar r
ebat ament onãoexi stir
am antesde
1830.Gumer lock(p.361)acr editaqueest aéuma
afi
rmaçãodoar r
ebat ament opr é-tr
ibulacional,eele
conclui:
Esteparágraf
odeAHi stóriadoIrmãoDolcinoindicaque
nonortedaI t
áli
a,noiníciodoséculoXI V,
um ensinomuito
semelhanteaopr é-
tr
i-bulaci
oni
smomoder noestav a
sendopregado.Respondendoàscondi çõespolít
icase
ecl
esiásti
casangustiantes,Dol
cinotravouespeculações
detal
hadassobreescat ologiaeacredit
avaqueav i
ndado
Ant
icri
stoeraimi
nente.El
etambém acr
edi
tavaqueomei o
pel
oqual Deuspr
otegeri
aoseupovodaper segui
çãodo
Ant
icri
stoseri
aatr
avésdeum tr
asl
adodossant ospar
ao
par
aíso.

AERADAREFORMA

Depoi sdemai sdemi l anosdesupr essão,opré-


mileniali
smocomeçouaserr evi
vidocomor esult
adode
pelomenosquat rof atores.Primeiro,osRef or
mador es
vol
tar am paraospat riarcasbíbli
coseapost ól
icos.Istoos
expôsaum pr é-mileniali
smoor t
odoxo.Especi al
ment e
si
gnificati
vofoi oreapar ecimentodot ext
ocompl et ode
ContraHer esias,deI r
ineu( i
nclui
ndoosúl ti
mosci nco
capítulos)
,queadot aum f uturi
smoconsi st
enteel ançaa
septuagésimasemanadeDani elnof uturo.
Segundo,elesr
epudiavam boapar t
edaalegor
izaçãoque
dominavaahermenêut i
camedi evaladot
andouma
abordagem maislit
eral
,especi
almentenaáreada
exegesegramaticalehist
óri
ca.
Ter
ceiro, muit
osdosprotestantesent
raram em contato
com osj udeuseaprenderam hebrai
co,oqueosl evoua
per
gunt arseaspassagensquef al
am danaçãodeI srael
dev
eriam sert omadashistór
icaoualegori
-camentena
t
radi
çãodaI
dadeMédi
a.
Quarto,começandonof inal dosécul oXV, atr
aduçãoda
Bíbli
anasl í
nguasnat i
vasdopov o,pelaprimeiravezdesde
osdiasdaI grej
aPr imitiva,pr oduziuumaexpl osãode
l
eiturabíbl
icapelopúbl icoem ger al.I
storesultouem um
conheciment ogeral daBí bli
a, especial
ment edoAT, pel
a
pri
mei r
av eznahist óri
adaI gr ej
a.VistoqueoATf al
a
pri
mei r
ament edeI srael,levouapenasal gumasdécadas
paraaspessoascomeçar em apensarem I sraeleem seu
futur
o.Istotambém cont ribuiupar aum reavivamentodo
pré-mil
eniali
smo.
JosephMede( 1586—1638)éconsi deradoopai dopr é-
milenial
ismoi nglês,tendoescri
toClavi
sApocal yptica
(Chav edoApocal i
pse)em 1627,em que“ eletentou
const r
uirum esboçodoApocal i
psebaseadosoment eem
consideraçõesi nternas.Nestai
nterpr
etação,eledef endeu
opr é-mil
enia-l
ismodeum modot ãoeruditoqueest aobr a
continuouai nfluenciaraint
erpr
etaçãoes-catológicapor
séculos”(Clouse, p.646).
Incr
easeMat her(1639—1723),pr
esidentedoHarvard
College(1685),foium i
mpor t
antepuri
tanoamericano.No
quedi zrespeit
oàf utur
avindadeCristo,el
eescr
ev euque
ossant os“seri
am apanhadosnosar es”com
antecedência,dessemodoescapandodabat al
haf i
nal.
Out
roscomeçar
am af
alardoar
rebat
ament
o.Paul
Benwar
e(pp.197-
198)obser
va:
ORef ormadorf rancêsPet erJur ieu,em seul i
v ro
ApproachingDel ive-ranceoft heChur ch[Livrament o
FuturodaI greja](1687) , ensinouqueCr i
stov irianosar es
paraarrebat arossant osev ol t
ariaparaocéuant esda
batalhadoAr magedom.El ef al
oudeum ar rebat ament o
secretoant esdasuav indaem gl óriaedoj uízono
Armagedom.Ambososcoment áriosdePhi li
pDoddr idge
sobreoNT( 1738)edeJohnGi l
lsobreoNT( 1748)
usaram ot ermoar rebat ament oef al
aram dest ecomo
i
mi nente.Ficacl aroqueest eshomensacr edi tavam que
estav i
ndapr eceder áadesci dadeCr i
stoàt erraeot empo
dojuízo.JamesMackni ght( 1763)eThomasScot t(
1792)
ensinaram queosj ustosser ãot r
ansportadospar aocéu,
ondeest arãosegur osat équeot empodoj uízot ermine.

Amai sclar
aref erência(senãoamai sdesenv ol vida)pré-
Darby ,deum ar rebatament opré-t
ribulacionalv em de
Mor ganEdwar ds( 1722—1795) ,quev iaum ar rebat amento
disti
ntoocorrert rêsanosemei oant esdoi ní
ciodo
Mi l
ênio.Edwar dsf oium pregador, evangelist
a, histori
ador
eeducadorbat istaquef undouaRhodeI slandCol lege
(BrownUni versity).Duranteosseusdi asdeest udant eno
Semi nári
oBat i
st aBr i
stolnaInglaterr
a( 1742—1744) ,el
e
escreveuumadi ssertaçãosobreapr ofeciabíblica.A
dissertaçãof oi publi
cadanaFi ladélf
ia,em 1788,como
DoisExer cíci
osAcadêmi cossobr eAssunt osqueLev am
osSegui ntesTí tul
os:Milênio,
Ul t
imasNov i
dades.Edwards
escrev eu: “Adistânci
aent reapr i
meiraeasegunda
ressurreiçãoser ádepoucomai sdemi lanos[.
..
]devido
aof atodequeossant osmor tosserãor essusci
tados,e
osv ivost ransformadosna‘ manifestação’ou

apar eciment o’deCr ist
o‘ nosares’(1Ts4. 17)”
.

• El
eacredi
taquepassar
ãomai
sdemi
lanosent
reas
r
essur
rei
ções,

• Eleassoci
aapr
imei
rar
essur
rei
çãocom o
ar
rebat
amentode1Tes4.
17.

• El
eassociaoencont
rodoscr
ent
escom Cr
ist
onos
ar
escom João14.2.

• Elevêoscr
entesdesapar
ecendonocéudur
ant
eo
per
íododaTri
bul
ação.
NãohádúvidadequeMorganEdwar
dseraum pré-
tr
ibul
aci
oni
sta,
apr
oximadament
ecem anosant
esde
Darby.
AI
GREJAMODERNA

Quandoof uturismocomeçouasubst i
tuirohi st
ori
cismo
dentrodoscí rculospr é-mil
eniaisnosanosde1820, os
proponent esmoder nosdopr é-tri
bulacionismo
dispensaci onal entr
aram em cena.Porv oltade1818,
Wi l
li
am Wi ther byelabor ouum t r
abalhoquet inha
vi
r t
ualment et odasascar acterí
sticasdof ut
ur i
smo
moder no.JohnNel sonDar by( 1800—1882)af i
rmater
entendi dopel aprimei r
av ezoseupont odev istado
arrebat ament o,comor esul
tadodeum est udobí bl
i
co
pessoal f
eitodur anteum per íododeconv alescençana
casadesuai rmã, ocor r
idodedezembr ode1826aj aneir
o
de1827.Foi elequem popul ar i
zouav ersãomoder nada
doutrinadeum ar r
ebat ament opré-tr
ibulacional.
Adout ri
nadoar rebat amentoespalhou-sepelomundo
atravésdoMov iment oBrethr
en( “
Ir
mãos” ),doqualDarby
eraassociado.Par ecequeat ravésdosseusescr it
os,ou
atravésdasv i
sit
aspessoai sàAmér icadoNor te,
esta
versãodepr é-
tri
bul acioni
smopr opagou-se,chegandoa
todososev angélicosamer icanos.Doisantigos
proponentesdest epont odev ist
aincluem opresbit
eri
ano
JamesH.Br ookes( 1830—1897)eobat i
staJ.R.Graves
(1820—1889) .
Aposi çãopr é-
tri
bulaci
onal seespal houat ravésda
i
nfluênci adaer adaConf erênci aBí bli
caNi agar a( NY,
1878—1909) ,erecebeuumaampl aexposi çãonas
popular espubl i
caçõespr ofét icasTheTr ut
h, OurHope,
TheWat chwor d,eMar anat ha.El at ambém f oi divulgada
nolivrodeWi l
l
iam Backs- t
onechamadoJesusi sCor ni
ng
(1909) ,napopul arScofieldRef erenceBi bl
e(1909)deC.I .
Scofield, eout rasobras.Pr oemi nent epr of
essor esbíbli
cos
pré-t
ribul aci
onai sarti
cularam aposi çãonoci rcui t
oda
conferênci abí bli
canossécul osXI XeXX, i
nclui ndoAmoC.
Gaebel ein( 1861—1945) ,A.J.Gor don( 1836—1895) ,
JamesM.Cr ay(1851—1935) ,R.A.Tor rey(1856—1928) ,
HarryI r
onsi de( 1876—1951) ,JohnF.St r
ombeck
(1881—1959) ,
LewisSper ryChaf er( 1871—1952) ,
AlvaJ.
McCl ain( 1888—1968) ,Char lesLeeFei nberg( 1909—1995) ,
J.Dwi ghtPent ecost,JohnF.Wal voor d(1910—2002) ,
CharlesRy rie,eTim LaHay e.

Dur ant eosúl t


imos120anos, vár i
asescolas,faculdadese
di
v ersossemi náriosforam est abeleci
dosexpondoopr é-
tr
ibu- laci
oni smodi spensacional.Estesincluem Moody
BibleI nsti
tut e,BiolaUniv er
sit
y, Phil
adel
phiaBi bl
ical
Univ ersity
,Dal lasTheol ogicalSemi nary
,Gr aceTheol ogi
cal
Semi nary,Liber t
yUni versit
y,BobJonesUni versi
ty,
Mast er’
sCol l
egeandSemi nary, eoutr
os.Opr é-
tr
ibul acionismot ambém éumagr andeposi ção
doutrinár
iaem mui t
asi grej
asbat i
stas,presbi
ter
ianas,
pentecostais,ebí
blicasindependent es.Naf r
ent
epopular,
nadat em feit
omai spar apromov eraposi çãodo
arrebatamentopré-tri
bulaci
onal doqueaobr aLateGre-
at
PlanetEarth(1970)deHal Lindsayeasér i
ede12
volumesLef tBehind( 1995—2004)deTi m LaHay eeJerr
y
Jenkins.

—ThomasI
ceeJamesSt
it
zinger

BI
BLI
OGRAFI
A

Benware,Paul
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andi
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1995.
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yCen-
tur
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Bibli
calInt
erpr
etat
ion"
.Master
’sSemi
nar
yJour
nal,13.
2
(Outonode2002) ,
pp.149-
171.

<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>

ARREBATAMENTOPARCI
AL
ARREBATAMENTOPARCI
AL

Algunscomentari
stasdaBí bl
i
ajásugerir
am queo
arrebat
amento,mencionadoem 1Tess4. 16-
17e1
Cor í
nti
os15.
51-52,seráapenasparci
alenãoi nclui

todososquecreem.Ar gumentam queapar t
icipaçãono
arrebat
amentonãosebasei anasalvação,masquese
tratadeal
gocondicional
,baseadonacondutadapessoa.

Estateori
aseapóiaem passagensdoNTqueenf ati
zam a
vi
gil
ânciaeaobedi ência(Mt25.1-13;1Ts5.4-
8;Hb9.28).
Deacor docom est
av isão,apenaspar t
edaIgr
ejaé
arr
ebatada.Aparteremanescent eficapar
aenfrent
ara
Tribulação,parcial
menteounot odo.Taistext
osbí bl
i
cos
nav erdadediferenciam oscrentesgenuínos,quesão
arrebatados,daquelesqueapenaspr ofessam o
cristi
anismo,quesãodei xadosparatrás.Textos
relaci
onadosàsegundav i
ndadeCr i
stosãocom
freqüênciautil
izadoserroneament epararespaldarateor
ia
doar rebatament oparci
al.

ASBASESDATEORI
ADOARREBATAMENTOPARCI
AL

Oar r
ebat amentopodeocor reraqualquermoment oe
i
ncluir
át odososcr entes(1Ts4. 13-
17).Nossafideli
dade
aCr i
stoenossaobedi ênci
aàsuaPal avrasão,sem dúv i
da,
determinantesparaanossar ecompensa.AsEscr i
turas,
porém, nãofalam,em nenhum moment o,quealguns
crent
espoder iam correrori
scodeper deralgumapar teda
suasalv ação(1Co3. 15).

Algumaspessoasaceitam ateor
iadoarr
ebatament o
parci
alporcrer
em queopecadoeadesobedi ênci
a
i
mpossi bi
li
tam ai
dadocr i
stãoparaosbraçosdeCr i
sto,
demodoqueser i
anecessári
aapuniçãodaTr ibul
ação.Ao
expli
carestavi
são,Waugh(p.108)escr
ev eu:
Poisnãosãopoucos—al gunssãoapl i
cadosepi edosos
estudantesdaBí bli
a—osquecr êem nat r
asl adaçãode
apenasumapar teexpect anteepr eparadadoscr ent es.
Elesacreditam que, apar ti
rdeLucas21. 36, pode-se
facil
ment econcl ui
rqueaquel esquenão“ vigiarem”não
poderão“ escapardet odasest ascoisasquet êm de
suceder”.Nãoser ão,portanto,achadosdi gnosde“ estar
em pédi antedoFi l
hodoHomem” .Depassagenscomo
Fil
ipenses3. 20;Tito2.12-13;2Ti móteo4. 8eHebr eus
9.28,el
esapr eendem queser ãoarrebatadosapenasos
quet i
verem “esper ado”,“buscado”e“ amadosuav inda”.

Um dospr i
ncipaispr obl
emascom est avisãoéqueel a
necessar i
ament enegapar tedov alordamor tedeCr i
sto
nacr uz.Segundoessest eól
ogos, asboasobr asdo
cri
stãodãoael eumaboaposi çãojuntoaDeus, tornando-
oqual i
ficadopar aoar rebatament o.Algunsdef ensor esde
talposiçãobasei am- senav isãowesl eyanadequea
santifi
caçãopl enaénecessár iaparaqueapessoasej a
l
evadanoar r
ebat amento.Redenção, noent anto,
si gnif
ica
em essênci aqueCr i
stopagoucompl etament eopr eço
pel
osnossospecados.Comot odosospecadosf or am
punidoser emidos, Deusnãov ol
taráapuni roscr istãos,
dei
xando- osdef oradoar rebatament o.
Osdef ensoresdoar r
ebatament oparcialr
ecorrem aai nda
outr
aspassagenspar acompr ovarsuav i
são( Mt25. 1-13;
Ef2.21-22;5.27,30;1Co15. 23).Quando, porém,
est
udamosest estextosem seucont exto,veri
fi
camosque
nãorespaldam av i
sãodeum ar r
ebatament opar cial.Após
est
udarost extosquef undament am oar r
ebatament o
par
cial,Dawson( p.46)escreveu:“Essaspassagens
cl
arament edemonst ram quecadamembr odaI greja,o
cor
podeCr isto,quet enhaverdadeir
ament enasci dode
novoser áarrebatadonaocasi ãodor etornodoSenhor ”.

OSPROBLEMASDAVI
SÃODEUM ARREBATAMENTO
PARCI
AL

Ateoriadoarrebatament oparcialnãoconsegueser
convi
ncentepori númerosout rosmot i
vos.Em primei r
o
l
ugar,1Cor í
ntios15.51dizque“ todos”seremos
tr
ansformados.Em segundol ugar,um arr
ebatament o
parci
allogi
cament eexigir
iaque, em paral
elo,
houv esse
umar essur
reiçãopar ci
al,
quenãoéensi nadaem
nenhumapar tedasEscr it
uras.Em terceir
olugar,um
arr
ebatamentopar ci
al r
eduziri
aepr ati
cament eeli
mi nari
a
anecessidadedoTr ibunaldeCr ist
o.Em quartolugar,
cri
ariaum tipode“purgatór
io”naterr
apar aoscrentesque
fossem deixados.Em quint
o,oarrebatamentoparcialnão
éensi nadoem nenhumapar tedasEscr i
tur
as.O
arrebatamentodaI gr
ejaserátot
al,pl
enoecompl eto,não
parcial.

DwightPentecostopôs-seaoarrebat
ament
oparcial
pel
o
fat
odeest eestarfundamentadonossegui
ntes“
mal-
entendi
dos”:
1. Oar r
ebatamentoparci
alfundamenta-
seem uma
compreensãoer r
ôneadovalordamortedeCri
sto,
morment equantoaoseuvalorparal
iv
raropecadorda
condenaçãoet omá-l
oacei
távelaDeus.
2. Osdefensoresdoar
rebat
amentoparci
alsão
obr
igadosanegaradoutri
naneot
estament
áriadauni
dade
docorpodeCristo.
3. Nadef esadessavi
são,épr
eci
sor
epudi
ara
completudedaressur
rei
çãodoscr
ent
esno
arr
ebatamento.
4-Ospar
tidár
iosdoarr
ebat
amentopar
cial
confundem os
ensi
nosdasEscri
tur
asquantoàsr
ecompensas.
5. Um def
ensordoarr
ebatament
opar
cial
nãoconsegue
enxer
garasdi
fer
ençasentr
ealeieagr
aça.
6. Um defensordoarr
ebat
amentoparci
altem
necessar
iamentedenegaradi
sti
nçãoentr
eI sr
ael
ea
I
greja.
7. Aquel
esquecr
êem em um ar
rebatament
opar
cial
col
ocam par
tedaI
grej
afi
elnaTri
bulação.
Mui t
osdesses,com sinceri
dade,acr
edit
am queé
necessári
oexortarosout r
oscrentesaprepar ar-
separao
arr
ebatamento,enãoapenasconf i
arqueser ão
arr
ebatadosindependentementedecomov i
vam.Est e
cuidadoécertamentenecessário,masnãot em nadaav er
com adeterminaçãodequem ser áounãoar rebatado.
Umasol uçãodefini
ti
vapar aestaquest
ãor equeruma
corret
acompr eensãodadout ri
nadasalvaçãoeuma
exegesedaspassagensbí bli
casacercadoar rebatamento.
—El
merTownseRi
char
dMay
hue

BI
BLI
OGRAFI
A

Clouse,R.C.“Rapt
ureoftheChur
ch”,
em Evangeli
cal
Dicti
onaryofTheology,
edit
adoporWalt
erEl
well.Grand
Rapids:BakerBooks,1984.

Dawson.
J.E.M.Pr
esentDayPr
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ems.London:
Picker
ing
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ngal
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Waugh,Thomas.WhenJesusComes.London:
Char
lesH.
Kel
l
y,1901.

<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>

ARREBATAMENTOPRÉ-
IRA
ARREBATAMENTOPRÉ-
IRA

Ateoriadoarrebatament
opr é-i
raensi
naqueoDi ado
Senhor,otempodai radi
vinasobreaterra,
terái
níci
oem
al
gum moment odurant
easegundamet adeda
septuagési
masemanadeDani el
,equeoar r
ebatament
o
daIgrej
aopr ecederái
medi at
amente(Rosenthal
,p.35)
.
Deacor docom est aopi nião,oDi adoSenhorser á
i
ntroduz idopel asper t
urbaçõescósmi casassoci adasao
sextosel odoj uízoet erái ní
ciocom aaber turadosét imo
selo.AI grejasof r
eráper seguiçãopel oAnt icri
stodurante
ospr i
mei r
os63mesesdasept uagési masemanade
Daniel,embor aproponent esdest epontodev i
staaf i
rmem
queapr esençadest aper seguiçãonãoi nvali
daabem-
aventuradaesper ança( Tt2.13) .Nav erdade,ossel ossão
agar antiadasegur ançaet ernapar aoscr entesque
sofrerem omar t
ír
iodur anteest eperíodode63meses.O
Anticri
stopodef erirosseuscor pos,masnãoassuas
almas, domesmomodoqueSat anást r
atouaJó
(Rosent hal,pp.144- 45).Esteper íodode63meseséum
tempodai r
adohomem, quedev eserdisti
ntodos21
mesesf inaisdaTr ibulação,nosquai somundo
experiment aráai radeDeus, ouoDi adoSenhor .

Deacordocom osproponent esoriginaisdestepontode


vi
sta,
ot er
moar r
ebatamentopr é-i
radi st
ingueestaopinião
dasoutr
asposiçõessobr eoar r
ebat amento,afi
rmando
queaIgrej
aserásalv
adasmãosdoAnt icr
ist
oantesdai ra
deDeusserderramadasobr eat erra.Estaopini
ãodiverge
dasoutr
asnoquedi zrespeitoaot empoexat odoev ento
doarr
ebatamentoedasdef iniçõesdosev ent
osquel evam
àsegundav i
ndadeCr i
sto.
Aper spectiv
apr é-
ir
at eveoseui nícioem umaséri
ede
discussõesent reMar vi
nRosent haleRobertVanKampen
em 1986.Em 1990, Rosenthalapresentouoseuliv
ro,The
Pre-Wr athRaptureoftheChur ch,comoum nov o
entendi mentodoarrependiment o,daTr i
bul
açãoeda
segundav i
ndadeCr isto.Em 1992, VanKampenpublicou
aobr aTheSi gn,em queel etentouhar moni
zaras
passagensdot empodof im em ambososTest amentos
(VanKampen, p.13),eem 1997el elançouaobraThe
Raptur eQuesti
onAnswer ed,comoout r
oargumentopara
aposi çãopré-i
ra.

Osquedef endem oar rebatament opr é-i


raensinam quea
I
grejaentraránoper íododeset eanosquepr ecedeo
retor
nofísicodeCr istoàt erra(asept uagési
masemana
deDaniel)eenf r
entar áatribulaçãodest eperíodoeo
própri
oAnt icr
ist
o.Est asept uagésimasemanadeDani el
(Dn9.24-27)cont ém trêscar act
erísti
caspr i
ncipai
s:O
pri
ncípi
odasdor es,aGr andeTr ibulação,eoDi ado
Senhor.

0PRI
NCÍ
PIODASDORES
Aprimei rametadedaseptuagésimasemanadeDani el(3
anosemei o)éini
ciadaquandooAnt i
cri
stofirmaum
concer t
oparaprotegerI
srael(
Dn9. 27).Duranteeste
perí
odo, ocorr
em aabertur
adospr i
meirosquat r
oselos
(Ap6. 1-
8)eaapost asi
a(2Ts2. 3-4)
.Também hav erá
guerraser umoresdeguerras,naçãosel evantarácontr
a
nação, f
alsosmessiasaparecerão,efomes, terr
emot ose
pestesocor r
erãoem vári
oslugares(Mt24. 4-8).

AGRANDETRI
BULAÇÃO

Nomei odasept uagésimasemanadeDani el,oAnt icr


isto
usaráJerusalém comoseupost odecomandoem sua
art
imanhapar aprotegerIsrael(Dn11. 42- 45) .El
eer igi

umaest átuaasi mesmonoTempl o( 2Ts2. 3-4),eos
j
udeussedar ãocont adoseuv erdadei rocar átere
i
dentidade.Est eeventoéconheci docomo“ abomi nação
desolado-
ra”( Dn9.27;11. 31;Mt24. 15)edar áiní
cioao
perí
ododeper seguiçãot ãosev eraquel ev ouopr ópr i
o
Cri
stoadi zer:“E,seaquel esdiasnãof ossem abr ev i
ados,
nenhumacar nesesal varia;mas, porcausados
escolhi
dos, serãoabreviadosaquel esdi as”( Mt24. 22).
Esteéum t empodai radohomem cont raohomem,
quandoSat anásdar ápoderaoAnt icristopar atentar
exti
nguirosescol hi
dosdeDeus( Ap12. 12-17) .Aaber t
ura
doqui
ntosel
odáiní
cioàGrandeTr
ibul
ação,
eosext
o
sel
oafi
ndará(Ap6.
9-17)
.

ODI
ADOSENHOR

Estaéaexpr essãof inal dairadeDeus, result


andono
j
uízodi vi
no.Dur anteosext oselo,oshomensf ogem para
escapardest aira.ODi adoSenhorcomeçacom osét i
mo
selo.Anjost ocam trombet asanunciandoai radeDeuse
derramam t açasdei rasobr eaterr
adandoi nícioaos
result
antesj uí
zosdast rombet as.Osquedef endem o
arrebatament opré-i
rav êem nestaativi
dadeangel icaluma
disti
nçãoent reai r
adohomem cont r aohomem, na
aberturadossel os,eai radeDeuscont r
aai njustiça,
nos
j
uízosdast r
ombet asedast aças.Quandoosét i
mosel oé
aberto,osjuízosdast rombet asedast açassão
progressivament eli
ber ados, abr
angendoum ampl o
derramament odai r
adeDeus.

Deacor docom aquel


esquedefendem oar rebatamento
pré-
ir
a,oarrebatament
oocorrenaaber tur
adosét imoselo
em conjunt
ocom osom daúltimatr ombeta(1Co15, 51-
52).Assim,osétimosel
odáiníci
ot antoaoar r
ebatamento
daIgrej
acomoaoDi adoSenhor.Estav i
ndadeCr i
stoé
um eventoúnico,eocorre21mesesdepoi sda
abomi naçãodadesolação(queocor
renomei oda
septuagésimasemanadeDani el
).Duranteospróxi
mos21
meses, osjuí
zosdast r
ombetasedast açassão
executadoseCr i
stopermanececonti
nuamentenat er
ra.

TantoRosenthalcomoVanKampenar gumentam que


aquelequeresist
e,menci
onadoporPauloem 2Tess2.7,
éMiguel,oarcanjo.Oar
gumentobasei
a-senover
bo
hebrai
coamadem Dani el12.
1.

Rosent hal ci
taum r abinojudeufrancêschamadoRashi
quev i
v euent re1040e1105comoaut ori
dadenousoda
palavrahebr aica,quesi gni
fi
calit
eralment e“f
icarpar
ado”.
ElealegaqueMi guel ,
em Daniel12.1,serácolocadode
l
adoouf icar
ái nativ
oem suaf unçãoespeci aldeguardião
deI sr
ael .Ainat i
vi
dadedeMi guelconst i
tuiaremoçãoda
resist
ênci aqueat ualmenteli
mitaai mpiedadedeSat anás
(Rosent hal,pp.256- 257).

PRÉ-
IRAEI
MINÊNCI
A

Adout
ri
nadai
minênci
adef
endequeCr
ist
opodev
irpar
a
arrebat arasuaI grejaaqual quermoment o.Oscr entesna
IgrejaPr i
mi t
iva,i
nclui ndooapóst oloPaul o,criam que
Cristopoder i
av i
rdur ant eoper íododesuasv idas(1Ts
1.10; 4. 13-15;Tt2.13) .AI grejav êestadout ri
nacomoum
i
ncent ivopar aomi nistérioepar aav idacr i
stã.Ser áque
i
stosi gni f
icaqueav olt
adeCr istopar abuscaraI greja
ocor rer áaqual quermoment o, sem qual quersi nal,
um
event oquenãoser ápr ecedi dopornenhum ev ento
prof etizadoequeai ndanãof oi cumpr i
do?Osque
def endem oar r
ebat ament opr é-ir
aar gument am queCr i
sto
poder i
av i
rem qual querger ação, masqueossi nais
anunci arãoot empoger al.Est essi naisincluem: (1)o
surgi ment odoAnt icristo,(2)guer raser umor esde
guer ras, (3)fome, (4)pest e,e( 5)per turbaçãocósmi ca.Os
quedef endem oar r
ebat ament opr é-i
raenf ati
zam a
expect ativadoscr ent escom r elaçãoaor etornodeCr isto
em v ezdesuai mi nênci a.Est aexpect ati
v adav olt
ade
Cristoéocat ali
sadorpar aumav idasant a.

PRÉ-
IRAEPRÉ-
TRI
BULAÇÃO

Pelof
atodeateori
apré-ir
aserfr
eqüen-
tementedescri
ta
poral
gunscomopré-tr
i-
bulaci
onal
,éimportant
enotarque
ateor
ianaver
dadedivergedopontodev i
stado
arr
ebat
amentopré-
tri
bulaci
onal
.Quatr
oáreassãodignas
denot
a:
AI
radoHomem eaI
radeDeus

Adi visãodapr é-i


radasept uagésimasemanadeDani el
em tr êsseçõeséum esf orçoarbit
rári
o, t
orcendoa
verdadedequeasept uagési
masemanadeDani elcomo
um t odoéum t empodai r
adeDeus.Ospr é-
tri
bulaci onistasconsideram todooper íododeset eanos
comoum t empodai r
adeDeus.Apocal ipse6.16-17éuma
declar açãor esumi dadequeospr imeirosseisselos
contêm ai radoCor deir
o,sobaqual opov opergunta:
“Quem poder ásubsistir
?”Apassagem nãodi zqueo
derramament odai radeDeusai ndaest áporv ir
,como
alegam osquedef endem apr é-
ir
a,masqueai r
ajáestá
sendoder r
amada.Comoum cumpr i
ment odapr omessa
deApocal i
pse3. 10,aIgrejafoir
emov idada“ horada
tentação” ,nãoest andosuj ei
taaest acomoum t empode
menort ribulação.

ASegundaVi
ndaeoAr
rebat
ament
o

Osquedef
endem oar
rebat
ament
opré-
ir
aencontram o
ar
rebat
ament
oem Mateus24.
40-
41eLucas17.20-37.
Estaspassagenssãosi mil
aresar econheci daspassagens
quef alam doar rebatament o(Jo14. 1-3; 1Co15. 51-53;1
Ts4. 13-18) ,
por ém nãodescr evem omesmoev ento.No
arrebatament o, oscr entesseencont r
am com Cr i
stonos
ares;nasegundav inda,ospésdeCr istot ocam omont e
dasOl i
veiras(Zc14. 4).Noar r
ebat ament o,ossant osno
céunãov êm par aat erra;
nasegundav inda, Cri
stol ider
a
osexér citosdocéuquev ir
ãoàt erra( Ap19. 11-
16) .No
arrebatament o, oscr entessãot iradosdat erra,
por ém os
descr entessãodei xadospar aqueent rem naTr i
bul ação;
nasegundav inda, osdescr entessãot iradosdat erra,eos
crentessãodei xadospar aqueent rem nor einomi lenial
.

Aquel
equeResi
ste

Opont odev i
stapré-i
radef endeai déiabastanteinventiv
a
dequeMi guel ,oarcanjo,éaquel equer esist
e.Este
conceitof alha,l
evando- seem consi deraçãoomi nistéri
o
protetorespeci aldeMi guel em r
elaçãoaI srael
.Ospr é-
tr
ibulacionistasgeralment ev êem oEspí r
itoSantocomo
aquelequer esist
eeent endem queEl eper manecenat er
ra,
masper mi t
equeSat anáscauseomal quepreval
ece
duranteoper íododaTr ibulação.
I
minênci
a

Ospr é-tr
ibul
acionist
asdef endem queoar r
ebatament oda
Igr
ejaéabem- av
enturadaesper ança( Tt2.13),par aaqual
oscr entesolham.Éum ev entoquepodeocor rer“a
qualquermoment o”enãopr eci
saserpr ecedidopor
nenhum out roeventopr of
ético.Comor esultado,eleéum
catal
isadorpar aumav i
dasant aepar aumaexpect ati
v a
posterior.Osquedef endem oar rebatament opr é-i
rav êem
pel
omenosci ncosinaisquedev em ocor r
erprimei r
o,e
depreciam aidéiadeum ar r
ebatament o“ aqual quer
moment o”,r
eferi
ndo-seàexpect ativaem v ezdai minência.

Aposiçãodoarrebatamentopr é-
ir
aeaposiçãodo
ar
rebatamentopré-t
ribul
aci
o-nalsãocl
arament
edist
int
as,
easEscrit
urasfavorecem opré-t
ri
bul
aci
onismo.
—TonyKessi
nger

BI
BLI
OGRAFI
A

LaHaye,Tim.TheRapt
ure.Eugene,
OR:
Har
vestHouse
Publ
ishers,2002.
MarcosLean,
JohnA.“ AnotherLookAt
osRosent
haf
sPre-
WrathRaptur
e”.Bi
bli
othecaSacra148,Out
ubr
ode1991,
pp.388-
398.

Rosent
hal
,Mar
vin.ThePre-
WrathRapt
ureof
theChur
ch.
Nashvi
l
le:
ThomasNelson,1990.

Stanton,
Ceral
dB.“AReviewoft
hePre-
WrathRapt
ureof
theChurch”
.Bibl
i
othecaSacr
a148,
Janeir
ode1991,pp.
91-112.

VanKampen,Rober
t.TheRaptur
eQuest
ionAnswer
ed.
CrandRapi
ds:
Flemi
ngRev el
l
,1997.

<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>

ARREBATAMENTO
ONTensinaqueocrenteser
áremovi
dodaterrapor
Cr
ist
oantesdoder
ramament odai
radeDeus,que
pr
eceder
áasegundavindadeCri
stopar
arei
narsobrea
ter
ra(
1Ts4.14-17;
5.9;
cf.1Co15.51-
53)
.Exist
em t
rês
pri
nci
pai
sopi
niõesquantoàocasi
ãodoarrebat
amento:

1.

At eoriadoarrebatament oantesdat ri
bul ação.Est ateori
a
ensinaqueCr i
stopodev irparalevarosseusaqual quer
moment o,
sustentandoqueest eev entonãoser á
precedi dopornenhum si nalespecí f
ico(Mt24. 36, 42ss.,
50; 25.13;Ap3.3).Oar rebatament oser ásucedi doporum
períododeset eanosdur anteoqual oAnt i
crist
of aráurna
al
iançacom I srael,eaquebr ar
ádepoi sdet rêsanose
mei o.Osúl t
imost rêsanosemei odor einadodo
Ant i
cristoser
ãooper íododaGr andeTr i
bul ação
menci onadoporCr ist
oem Mat eus24. 21.Est eser á
seguidopel oretornodeCr i
stocom osseussant ospar a
gov ernaromundocom j usti
ça( Zc14.3-5; Jd14) .

2.

Ateori
adoarr
ebatamentodurant
eat r
ibul
ação.De
acor
docom est
aopinião(cf
.J.Oli
verBuswell
,Jr.
,
Syst
emati
cTheology,
II,
456),oscr
entesserãotomados
nomei odoper íododeset eanosdaal i
ançaf eit
apel o
Ant i
cristocom Israel.Cri
stov i
rá"comoum l adrãode
noite”,istoé,derepent eeinesperadament enoquedi z
respeitoaodescr ente( Mt24.43; 1Ts5.4; Ap16. 15),mas
nãonoquedi zrespeitoaocr enteporquehav erási nai
s.O
mundopar ecer
áest arem paz( 1Ts5. 3),oTempl oterá
sidoreconst ruí
do( Mt24. 15),umat r
éguaj áterásidof ei
ta
port r
êsanosemei opel osjudeuscom um gr andedi t
ador.
EntãooTempl oserár epenti
nament epr ofanado( Mt
24.15; cf.Dn9.27),Oscr ist
ãosescapar ãodaGr ande
Tribulação.

3.

At eori
adoar rependimentodepoi sdat ribul
ação.De
acordocom est aopi ni
ão,pertodof inal daGr ande
Tribul
ação,eexat amenteant esdoder ramament odas
setetaçasdai radeDeus, ocorr eráoar rebatament o.Os
argument osport r
ásdestaopi niãosãoossegui ntes:(a)
Paulodizqueocr ist
ãonãoest ádest i
nadopar aai r
a
assim comoosout r
os(1Ts5. 9) .(6)Amençãodav i
nda
deCr i
stocomoum l adrãodenoi teéencont r
adamui t
o
depois,noliv
rodeApocal ipse; nav er dade, entr
easext ae
asét i
mat açadai ra(Ap16. 15;cf.Mt24. 43;1Ts5. 4).(c)
Oscr i
stãosnuncaescapar am dat ribulaçãoeda
perseguiçãoem nenhum moment oanteriornahist
óri
a;e
porquedev eri
am escaparnof i
nal
dost empos?( d)Em
Mat eus24.15ss.,Cri
stofaladeumaf ormaquepode
sugerirqueocr enteparti
cipar
ádaTribulação.“
Quando,
pois,vir
desoabomi náveldadesol
ação...fuj
am paraos
mont es”.

Ospr é-
mi l
eni ali
stassábiosdi vergem uni f
ormement e
daquelesquedef endem out rasopi niões,v i
stoqueest aé
umaquest ãodei mpor t
ânci amenorcompar adacom t oda
aquest ãoquant oasehav eráounãoum r einomileni alna
terr
a.Ospós- tri
bulacioni
st asenf ati
zam quenãohav eria
nenhum pr ejuízoem sef or taleceroscr istãosepr epar á-
l
ospar aenf rentarem aGr andeTr i
bulação, mesmoque
elesnãopassem porel a;mashav eriaum gr andepr ejuízo
em atenuá-la, casoelesr ealment et enham queat rav essá-
l
a.Ospr é-
tri
bul acioni
stas, especialment e,enfati
zam a
dist
inçãoent reI sraeleai greja,sustentandoqueoper í
odo
daGr andeTr ibulaçãosódi zr espeitoaI sr
ael .
Vej
aCr
ist
o,Vi
ndade;
Escat
ologi
a.

R.A.K.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>

Ar
rebat
ament
o_Secr
eto?
Oquevocêspodem di
zersobr
eacr
ençapopul
ardo
ar
rebat
amentosecr
eto?

Si
mplesmentenãoestánaBíbl
i
a.Oversoquefal
ade
manei
ramaisvívi
dasobreossant
ossendolev
adosao
Céuestánocapí
tulo4de1Tessal
oni
censes:

“Porquant ooSenhormesmo, dadaasuapal avrade


ordem, ouv i
daav ozdoar canjo,eressoadaat rombet
ade
Deus, descer ádoscéus, eosmor t
osem Cr isto
ressuscitarãopr i
meiro;depois,nós,osv i
vos, osque
fi
carmos, seremosar rebatadosjuntamentecom el es,
entrenuv ens, par
aoencont rodoSenhornosar es,
e,
assim, estaremospar asempr ecom oSenhor ”.1Tess
4:16-17.

Aqui t
emosum chamado, avozdoAr canjo,
eatrombeta
deDeus.Nenhumadessascoi sasindicar
iaumav i
nda
secreta.Nãoéporacasoqueesset extoéchamadode“o
versomai sbar
ulhent
odaBíbl
ia”.
Oarr ebatamentosecretofoibaseadonum processoda
teol
ogi aconheci
dacomodi spensacionali
smo,ensi
nado
em mui tasescol
asdeBí bl
iaquepr epar
avam mini
str
os
paraospúl pi
tosnorte-americanos.Aordem doseventos
ensinadaporest esi
stemaé:

1º:Oar
rebatament
o(r
essur
rei
çãodosj
ust
os,
sant
os
sendol
evadosaocéu)
;


:Agr
andet
ri
bul
ação;

:Asegundav
inda(
nar
eal
i
dade,
ater
cei
ra)em podere
gl
óri
a;

:Omi
l
êni
o.

Est
aor
dem dif
eredaor
dem apr
esent
adanasEscr
it
uras.
Ei
sosevent
osnaordem comoest
ãonaBíbl
ia:

Mat
eus24


:Agr
andet
ri
bul
ação(
Mat
eus24:
29)
;
2º:Oescureci
mentodoSol
edal
ua,
aquedadeest
rel
as
(Mateus24:29);

3º:Av i
ndaglor
iosadoSal
vadorem poderemaj
est
ade
(Mateus24:30);


:Oar
rebat
ament
ovi
sív
eldosj
ust
os(
Mat
eus24:
31)
.

Mar
cos13


:At
ri
bul
ação(
Mar
cos13:
24)
;

2º:Oescureci
mentodoSol
edaLua,
aquedadasest
rel
as
(Marcos13:24-25)
;

3º:
Segundav
indadeCr
ist
oem poderegl
óri
a(Mar
cos13:
26);


:Ossant
ossãol
evadospar
aocéu(
Mar
cos13:
31)
.
Lucas21


:Osev
ent
osdat
ri
bul
ação(
Lucas21:
25-
26)
;


:Si
nai
snoSol
,naLua,
enasest
rel
as(
Lucas21:
25)
;

3º:
Segundav
indadeCr
ist
oem poderegl
óri
a(Lucas21:
27).

1Tess4

1º:
Segundav
indadeJesusem poderegl
óri
a(1Tess4:
16);


:Ar
essur
rei
çãodosj
ust
os(
1Tess4:
16)
;

3º:Ossant
ossãol
evadospar
aocéudemanei
rav
isí
vel
(1
Tess4:17).
Apocal
i
pse6

1º:Terr
emot
o,escur
eci
mentodoSol,aLuasetorna
sangueeaquedadasestr
elas-met
eoros(Apocal
ipse
6:12-
13);

2º:Segundavi
ndadeJesuscom poderemui
tagl
óri
a
(Apocal
ipse6:
14-17)
.

Joel
2


:Escur
eci
ment
odoSol
edaLua(
Joel
2:31)
;

2º:
Segundav
indadeJesusem gl
óri
aemaj
est
ade(
Joel
2:
32);

Nãoésurpr
eendent
equenenhumadasr ef
erênci
as

bli
casdêaordem di
spensaci
onal
i
stadosevent
os?

Seoarrebat
ament osecret
onãoébíbli
co,porquet
ant
os
pr
egadorescri
stãossincer
osfal
am sobreel
e?
Cadav ezmai
sospregador
escrist
ãossincer
osestão
descobri
ndoquenãoébíbl
i
coeest ãoabandonandoesse
ensi
namento.Comoum escri
toraf
irma:

“Oafastament
omagnéticodoArr
ebatamentopodeser
descri
tocomoumar uademãoúnicasem ninguém na
contr
amão–ej ásepensaem aumentaralargur
apara
suport
armaistráf
ego”(
DaveMcPherson,TheGreat
Raptur
eHoax,pág.13).

ODr .RolandV.Bi ngham, editordeEv angel


icalChr
isti
an
(Cri
stãoEv angéli
co),contacomosuaesposachegouael e
umanoi te:-Tenhoqueensi narsobr easegundav i
ndana
minhacl assedaescol adomi ni
calamanhã.Tenho
procuradopr ovasdoar r
ebat amentosecr et
o, masparece
quenãoconsi goencontrá-lasnaBí bli
a.Vocêpoderia,por
favor,meaj udaraencontr arostextos?”

-Ah,i
ssoéf
ácil-el
erespondeudesembar
açadament
e.
Lei
a1Tess4:16.

-Maseuj
áli
,eéov
ersomai
srui
doso(
bar
ulhent
o)da

bli
a!
ODr.Bingham deuiní
cioaumaprof
undapesqui
sadas
Escr
it
uras.Maistar
deeleescr
eveu:


Assemanasquesesegui ram àquelai
nocenteperguntae
oprobl
emaem quemecol ocou,éumaoutrahistór
ia.Se
vocêaceit
aateori
adeum ar r
ebatamentosecret
oda
i
grej
a,tent
efazerest
aperguntaparavocêmesmo”( H.A.
I
ronsi
de,TheGreatParent
hesis,
pág.23).

Um tempodepoi s,um ami goseu, G.CampbellMorgan,


escreveuumacar taaoSr .Bingham dizendo:“
Suponho
quepossodi zerque,atr
av ésdosanos, passeiporuma
experi
ênciamui t
oparecidacom asuaem r el
açãoaest as
questõespr oféti
cas.Afrase‘ ar
rebatamentosecret
o’foi
parami m, porlogotempo, muit
oquest i
onável
,e
absolutament esem garant i
as,esem basenasEscr i
turas”
(I
bidem, pág.13).

W.J.Eerdman,um dosmai or
esexposi
toresdateori
ado
arr
ebatamentosecr
eto,eum dosedit
oresconsult
oresda
Scofi
eldRef
erenceBibl
e,escr
eveu:
“Sealguém menospr ezasseacr ençadequeJesusv i
ráa
qualquermoment o,comosei ssotir
asseoseusossego,
seri
asuf i
cienter
espondercom aspal avrasdodi
tado:

Melhoradecepçãodav erdadedoqueaf al
sapr
omessa
doer r
o’”(
Ibidem,pág.35).

Outr
osimportanteslí
derescr
ist
ãosquemudar am seu
pontodevi
stasão: Charl
esR.Eerdman,A.J.Gordon,
HenryW.Fr
ost ,Dr.Har
oldOckenga,Phi
l
lipMauro,George
Ladd,emui
tosout ros.

Existem al
gunspr egadoreset eól
ogosquenãor ecusam a
teoriadoar r
ebatament o,
masquet êm expr
essado
dúv i
dasquant oàsuav al
i
dade.HarryIronsi
de,um dos
mai orespromotoresdat eori
a,confessouaR.St anley
Pay ne,daestaçãoder ádiodeMoodyWMBI :“
Eusei queo
processoqueensi noéchei odef al
has, masestoumui to
velhoej áescrevimuitosoutrosli
vrosparafazerqual quer
mudança”( DaveMcPher son,
TheGr eatRaptureHoax, pág.
86).

Mesmoaquel esqueensinar
am ouaindaensinam ateori
a
doarrebatament
oadmitem queelanãoestánaBí bli
a.C.
I.
Scof
ield,aut
ordaBí
bli
adeRef er
ênciaScofi
eld,r
etratouo
arr
ebatament
ocomoal gocomplet ament enov o,algoque
nãofoimenci
onadopelosprofet
asbí bl
icos.[C.I.Scof
iel
d,
“TheRetur
nofChri
sti
inRelati
ont ot heChur ch”(AVolta
deCrist
oem Rel
açãoàI gr
eja)
,BibliothecaSacr aCIX,1952,
pág.5].

JohnWalvoorddiz:“Apart
idadai grej
adaTer ra
obvi
ament ecausaráum grandealvoroço,emboraaBíbl
i
a
nuncapareçareferi
r-
sedir
etament eaisto”(John
Walvoor
d,“Christ
´sOli
vetDiscourseont heEndohthe
Age”,Bi
bli
othecaSacraCXXVI I
I,1971,p.114).

Wi
l
li
am Her
ri
sondi
z:

“Ofatodequeem l ugaralgum oNov oTest ament o


decl
araexpr essament equeoar rebat
ament opr ecedeou
nãoat r
ibulação, l
evaàconcl usãomai spr ofundadequeo
tempodoar rebatamentoem r elaçãoàgr andet ri
bulação
deveserdeduzi dodeumaanál i
secui dadosadas
passagensquesãor elevantes”.(Will
i
am K.Har ri
son,“The
Timeoft heRapt ureasIndicatedi nCertainScr iptur
es”[A
ÉpocadoAr rebatamentoIndicadaem Al gumasEscr itur
as]
.
Bibl
iot
hecaSacr aCXIV,1957, pág.318) .
Em Mateus24:40-41,l
emos:“Então,
estandodoi sno
campo, ser
álevadoum,edeixadoooutro;estandoduas
moendonomoi nhoser
álevadauma, edeixadaoutra”.
Issonãoprovaquehaveráum arr
ebatament osecretoda
i
gr ej
a?

Exi
stem t
rêsrazõesporqueest
apassagem nãoser
efer
e
aum arr
ebatamentosecret
o:

1.Nocont
extodeMat
eus,
vemosumaapar
içãol
i
ter
ale
vi
sív
eldeCri
sto:


Porque,
assi
m comoor elâmpagosaidoori
ent
eese
mostr
aatéoocident
e,assim ser
átambém avi
ndado
f
il
hodohomem”( Mateus24: 27);
“.
..t
odasast
ri
bosdat
err
a”v
erãoSuachegada(
Mat
eus
24:30);
Suav i
ndaser
á“sobreasnuvensdocéu,
com podere
grandegl
óri
a”(Mateus24:
30) ;
Seusanj
osvãor
euni
roselei
toscom um “
clamorde
tr
ombetas”(
Mat
eus24:31).
2.Tudoqueestárel
aci
onadoànat ur
ezadeumavinda
secr
etaéatr
ibuí
doa“ f
alsoscr
ist
os”.(Mat
eus24:
24-26)
;

3.Osquesãodei xadospar atr


ásnãopodem cont i
nuarem
seusafazeresnor maiscomoat eor
iadoarrebatament
o
secret
oensina.Seudest inoédescrit
onov ersoMateus24:
51:“esepará-
lo-á,edestinaráasuapartecom os
hipócr
it
as;alihaveráprantoerangerdedent es”
.

Osteól
ogosdi spensaci
onali
stasnãoensinam queo
arr
ebat
amentoéencont r
adoem Mat eus24.JohnDar by,
um doscr
iador esdoensinodoarrebatamentosecret
o,e
JohnWalvoord, um i
mportant
eteólogodispensaci
onali
sta,
di
zem:

“Éimport
anteterem mente,noestudodeMat eus24;25,
queoarrebatamentonãoémenci onadonessescapít
ulos”
.
(VerKel
l
y ,
TheWr it
ingsofJ.N.Darby,v
olumeI V,
págs.52,
53)

“.
..oar
rebat
amentonãoéencont r
adoem lugarnenhum
em Mateus,
Marcos,ouLucas(ouem qualqueroutr
aparte
doSermãodaMont anha)
.(VerJohnWalvoord,“Chr
ist
’s
Ol
ivetDiscour
seont heEndoft
heAge”
,Bi
bli
otecaSacr
a
CXXVIII
,1971,pág.114)
.

Paulodizem 1Tess5:2queav i
ndadeCr i
stoserácomo
um “ladr
ãodenoit
e”.Um l
adrãovem sem fazerbar
ulho,
e
estaémi nhar
azãoparaacredi
tarnoarr
ebatamento
secreto.

Ailust
raçãodeum “ladrão”quev em ànoiteéusadat r
ês
vezesnaBí bl
i
a:porCristo,
em Mat eus24:43;Paulo.em 1
Tess5:2eporJoão, em Apocalipse3:3.Exist
em duas
perguntasquepreci
sam ser espondidasem relaçãoa
estaspassagens:

Qualopropósi
todai l
ust
ração?Ser
iai
nconcebív
el assumi
r
queav i
ndadeCr i
stoser
iacomoum ladrãoem todosos
aspect
os.Eleédesonestoquantoum l
adrão?El
eédi gno
dedesprezoquantoum l
adrão?
Também poderiasercomentadoquenem t odosos
l
adrõesfazem seutr
abalhoem si
lênci
o.Algunsdel
essão
bem vi
olent
os.Geral
ment e,
seusarrombament osv
êm
acompanhadosdemui tobarul
hoeconf usão.
1Tess5começacom oassunt o“dost emposedas
estações”(1Tess5: 1) .Osversos1Tess5: 3-4falam
sobrear epent
inadest r
uiçãoquev i
rá.Pauloestáf alando
clar
ament equeasegundav i
ndadeCr i
st oserátão
repenti
naquant oadol adrãoquechegaànoi te.El
enão
estáfalandosobr enenhum outroaspect odeum ladr ão,
e
nãohánenhum f undament oparafazeralguma
compar açãoentreCristoeum ladrão,além daquef oi
propostapeloprópriotexto.

Ailustraçãodol adrãoem Mat eus24éusadaexat ament e


damesmamanei ra.OsversosMat eus24:36-
44f alam
sobreanat ur
ezainesperadadav indadeCr i
sto.Ele
i
ntroduzoassunt ocom aspal avr
as: “
Porém,daquel ediae
horani nguém sabe” ,
(Mat eus24:36)et erminacom as
pal
av ras:“Porisso,estai
vósaper cebi
dostambém; porque
oFilhodohomem hádev iràhoraem quenãopensei s”
(Mat eus24: 44) .

Apocali
pse3:3diz:“
E,senãovi
giardes,v
irei
sobr eticomo
um ladrão,
enãosaberásaquehor asobretivir
ei”.Mais
umav ez,aanalogi
adoladrãoi
l
ustraSeuapar eci
ment o
repenti
no.Nenhum dostext
osref
ere-seaoev ent
ocomo
sendosecreto.
Qualocontext
odaspassagens?Todasastrêsfal
am
sobr
eumaapar içãopúbl
i
ca.Oli
vrodoApocali
psediz:“
Eis
quevem com asnuvensetodool
hoov er
á”.Apocali
pse
1:
7.
1Tessalonicenses5:3completa:“
Pois,
que,quando
disser
em: Hápazesegur ança,entãol
hessobrevi

repenti
nadestrui
ção”.Jáateoriadoarr
ebatamento
ensinaquear epenti
nadestr
uiçãonãov i
rásobeeles,
mas
quecont i
nuarãonumat r
ibul
açãodeset eanos.Al
go
total
menteocont rár
iodoqueacabamosdel erem 1Tess
5:3.

Nenhumadasilust
raçõesdo“l
adrãodenoi
te”sugereuma
vi
ndasecr
eta.Apenassetir
adasdeseucontext
o..
.

Qualéoerroem cr
erqueJesus“
jáv
eio”ouque“
vir
á
secr
etamente?

Primeir
o:ist
onãoéensi nadopelasEscri
tur
as.Segundo:
todoaquelequepr at
icaouaceit
aalgoquenãoév erdade,
fi
caráforador ei
nodoscéus(Apocali
pse22: 15).Tercei
ro:
crerqueCr i
stojávei
oouque“ ar
rebatar
áai grej
a
secretament e”tr
aráconsequenciasmui toséri
asàs
pessoasqueadv ogam talcr
ença, poisest ar
ãototalment
e
desprepar adasquandoJesusv ierem gl óri
a(Mateus
24:30-31) .Assim,el
asf i
carãoapav oradasaov ero
Senhor ,poisnãoacredi
tavam naSuav indav i
sív
el.Tai
s
pessoasf arãopartedaquelaclassemenci onadaem
Apocal i
pse6: 14-
17:

“Eocéur ecolheu-secomoum per gaminhoquandose


enrola.Então,todososmont esei l
hasf or
am mov i
dosdo
seul ugar
.Osr ei
sdat err
a,osgrandes,oscomandant es,
osr i
cos,ospoder ososet odoescravoet odoli
vrese
esconderam nascav ernasenospenhascosdosmont ese
disseram aosmont eseaosr ochedos:Caísobrenóse
escondei-nosdaf acedaquelequeseassent anot ronoe
dai r
adoCor deir
o, por
quechegouogr andeDi adaira
deles;equem équepodesust er-
se?”

Aov erJesusnocéusem t
eracr
edit
adoqueElevi
ri
aem
gl
óriaapessoaserápegadesurpr
esa.Vej
aoquãoé
i
mpor tant
eacredi
tar
mosnavolt
aglori
osadoSenhor
JesusCr i
stoconf
ormeéensi
nadanaBíbli
a!

LogoEl
evol
tar
áem gl
óri
aemaj
est
adepar
anosbuscar
:
“Então,aparecer
ánocéuosinaldoFi
lhodoHomem;
todosospov osdater
rasel
amentar
ãoev er
ãooFi l
hodo
Homem v i
ndosobreasnuvensdocéu,com poderemui
ta
glór
ia”.Mateus24:30.

“Ent
ão,sever
áoFi l
hodoHomem v i
ndonumanuv
em,
com poderegrandegl
óri
a”.Lucas21:27.

“Quandovi
eroFi l
hodoHomem nasuamajestadeet
odos
osanjoscom ele,
então,
seassent
aránot
ronodasua
glór
ia”Mateus25:31.

Portant
o,acei
teover
dadei
roensi
nobíbl
i
cosobr
eo
assuntoesigaoconsel
hodoSenhor
:

“Portant
o,vi
giai
,porquenãosabeisem quedi
av em o
vossoSenhor.Porisso,f
icai
também vósapercebi
dos;
porque,àhoraem quenãocui dai
s,oFi
lhodoHomem
vir
á”.Mateus24:42,44.

Vi
gieePr
epar
e-se!Jesusest
ávol
tando!
“Aquel
equedátest
emunhodest
ascoisasdiz:
Certament
e,
venhosem demor
a.Amém!Vem,SenhorJesus!”
Apocal
ipse22:
20.

<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>

ARREBATAMENTODAI
GREJA,
O
ARREBATAMENTODAI GREJA, O.Umaexpr essãousada
pelospré-mileni
staspar asereferirem àuni ãodai grej
a
com Cr i
stonaSuaSegundaVi nda( dol atimr apio,
"arr
ebatado").Aprincipalpassagem bí blicanaqual este
ensinament oébaseadoé1Ts4. 15- 17: "
Or a,aindav os
declaramos, porpalavradoSenhor ,isto:nós, osv i
vos,os
quef i
carmosat éàv i
ndadoSenhor , demodoal gum
precederemososquedor mem.Por quant ooSenhor
mesmo, dadaasuapal avradeor dem, ouv idaav ozdo
arcanjo,eressoadaat r
ombet adeDeus, descerádoscéus,
eosmor tosem Cr i
storessuscitarãopr imei r
o;depoi snós,
osv iv
os,osquef icarmos, ser
emosar rebat ados
j
unt amentecom el es,entr
enuv ens, par aoencont r
odo
Senhornosar
es,
eassi
m est
aremospar
asempr
ecom o
Senhor"
.

Aspr incipaisdi visõesdai nterpretaçãodaspal av r


asde
Paulocent ralizam- senor elaci onament oent reot empodo
arrebatament oeoper íododet r
ibul açãoquemar caof im
daer a.Ospr é- t
ri
bul acionistasensi nam queai grejaser á
remov idaant esdest eperíododeset eanosedar evelação
doant icri
sto.Um segundogr upo, osmi d-t
ribulacionistas,
argument am queai grejaser áar rebat adadur antea
tri
bulação, depoi sdeoant i
cristot ersubi doaopoder ,mas
antesdosj ul gament ossev erosquepr epar am ocami nho
paraav oltadeCr i
sto,quev ir
áaf i
m deest abel eceroSeu
rei
nonat er
r a.Out raabor dagem aopr oblemaéadospós-
tri
bulacionist as,quecr êem queai gr ej
acont inuaráa
existi
rnomundodur anteat ribulaçãoi ntei
ra, equeser á
remov idanof im doper í
odoquandoCr i
stov olt
arem poder .

Pré-Tri
bulacionismoeaOr igem daControv
érsiado
Arrebatament o.Adespeit
odat ent
ati
vados
di
spensaci onali
stasdeidentif
icart
odosospré-mil
enist
as
com aspect ospeculi
aresdopensament odeles,t
aiscomo
oarrebat ament opr é-tr
ibul acionista, fi
caóbv ioque, no
decursodamai orpar tedahi stór
iadai greja,aquel esque
ensinavam opr é-mi l
eni smonãot inham uma
i
nterpretaçãot ãopor menor izadadost emposdof i
m.At é
ocomeçodosécul oXI X, aquel escr entesquedi scuti
am o
arr
ebat ament oacr edi t
av am queel eocor rerí
aj untocom a
volt
adeCr i
stonof im doper íododat r
ibulação.A
contri
buiçãodeJohnNel sonDar byàescat ologi alevou
muitoscr istãosaensi nar em queav ol
tadeCr istosedar i
a
em duaset apas: uma, par abuscarSeussant osno
arr
ebat ament o,eaout ra, com Seussant ospar acont r
olar
omundonof im dagr andet ribulação.Segundoest a
i
nterpretaçãodaspr ofeciasbí bli
cas, entreest esdoi s
eventosser iacumpr idaasept uagési masemanapr edi
ta
porDani el (
9.24-27)eoant i
cr i
stov i
ri
acom poder .Com a
i
grejasai ndodecena.Deusr eati
v ari
anaquel et empoSeu
tr
atament ocom I srael.

Asi déiasdeDar byt i


ver
am ampl ainfluênci
anaGr ã-
BretanhaenosEst adosUni dos.Mui t
osev angéli
cos
tornaram- sepré-t
ri
bulaci
onistasatravésdapr egaçãodos
evangel ist
asinter
denomi nacionai
snossécul osXI XeXX.
ABí bliadeScof i
eldbem comoospr i
ncipai
sinsti
tutos
bíbli
cosef acul
dadesdet eologiatai
scomooSemi nári
o
Teol ógicodeDal l
as,oSemi nárioTalbot,eoSemi nári
o
Teol ógico"Grace"também cont ri
buír
am paraa
popularidadedest
epont odev i
sta.Duranteostempos
conturbadosdadécadadesessent a,houveum
reavi
v amentodopont odev i
stapré-t
ri
bulacioni
stanum
nívelpopular,
atr
av ésdosli
vrosdeHal Lindseyedos
ministéri
osdospr egador
eseensi nadoresbíbli
cosque
empr egam osmei oselet
rôni
cosdecomuni cação.

Embor asejaóbv iaai nfluênciadeDar bynot rabal hodos


seussucessor es,émai sdi fí
cildeterminarcomoel e
chegouàcompr eensãodoar rebatament osecr et oant es
dat r
ibulação.Samuel P.Tr egell
es, membr odomov imento
IrmãosdePl ymout h,assi m comoDar by,alegouqueodi t
o
pontodev istat evesuaor i
gem num cul tocar ismát ico
diri
gidoporEdwar dIr
v ing,em 1832.Out rosest udi osos
afir
mam queonov omododeent enderoar r
ebat ament o
resultoudeumav isãopr oféti
cadadaaumaj ov em
escocesa, Mar garetMacDonal d,em 1830.El aal egav ater
i
nt r
ospeçãoespeci al
quant oàSegundaVi nda, ecomeçou
acompar t
il
harcom out rososeupont odev i
sta.Sua
condut aext áti
caeseusensi nosapocal í
pti
cos
provocar am umar enov açãocar i
smát i
canaEscóci a.
Impressi onadopel osr elatosdeum nov oPent ecost e,
Darbyv isit
ouocenár iodor eav i
vament o.Deacor docom
seupr ópr i
ot estemunhodadoem anospost eriores, ele
conheceuMar gar etMacDonal d,masr ejeit
ouas
alegaçõesquant oaum nov oderramament odoEspí r
it
o.A
despeit
odasuaoposiçãoàabordagem geralde
MacDonald,
algunsescri
tor
esacredi
tam queDar by
acei
touoconceit
odelaquantoaoarrebatamento,eo
adaptouaoseusist
ema.

Outrosest udiososacham quedev emosacei tara


expli
caçãodopr ópr i
oDar bysobr ecomochegouaoseu
pontodev istaescat ológi co.Baseou- seem seu
entendi ment odequeai grejaeI sraelsãoent idades
separ adasnasEscr i
turas.Quandoai grej aforr emov i
dado
mundo, entãopoder ãosercumpr idososev entos
proféticosquedi zem r espei toaI srael.Oant i
cristosubi r
á
aopoderpormei odepr omessasdepazàt erra,ef aráum
acordopar apr ot egeronov oEst adodeI srael
.Osj udeus,
noent anto, serãot r
aídospel oseunov obenf eitor,que
repent inament esuspender átodasascer i
môni as
rel
igiosast radici
onai seexi giráquel hepr estem cul to.
Aquel esquenãocooper arem ser ãoper seguidos.Est e
holocaust of i
nal contraopov oescol hidodeDeusol evará
aacei tarCr istocomoseuSal v ador.Pragasdev astarãoa
terr
adur ant eesteper í
ododet r i
bulaçãoe, fi
nalment e,a
batalhadoAr magedom r esultaránav oltaàt erra,vitori
osa,
pessoal ev isív
el, deCr istoeSeussant os.OSenhor ,então,
amar rar áSat anásdur ant emi lanos, er einaránat erracom
Seussegui doresdur ant eomi l
ênio.Segundoospr é-
milenist aspr é-tr
ibulacioni stas, t
odasaspr ofeciasque
dev er i
am tersi
documpr i
dasquandoCrist
ov eiopela
primei ravez,serãoreali
zadasnaSuaSegundaVi nda.A
rejeiçãodeCr i
stopelosjudeusnoséculoIforçouo
adiament odor ei
noat éaSegundaVinda.Opont odevi
sta
adot adoquant oài grej
aeàsuaposi çãonapr ofeci

cruci alparaaaceitaçãodoar r
ebatamentopré-tr
ibul
aci
o-
nistaeosi stemaqueel esustent
a.

Outroar gument oof


erecidoem pr oldoar r
ebatament opr é-
tri
bulaci
onistaéqueai nf l
uênciaconst r
angedor ado
Espíri
toSant odeveserr emov i
daant esdeoant i
crist
o
poderserr evelado(2Ts2. 6-8)
.PorqueoEspí ri
toestá
especialmenteassociadocom ai greja,segue-sequea
i
grejadev eráestarfor
adecenadepoi sdeoEspí r
itoterse
reti
rado.Entreasout r
asr azõesquepar ecem apoi aropr é-
tri
bulaci
onismoéai minênciadoar rebatament o.Seel e
podeocor r
eraqualquermoment o,nenhum si nalprévioda
tri
bulação,talcomoar ev el
açãodoant i
cri
sto,abat al
hado
Armagedom, ouaabomi naçãonot empl o,poderá
antecedero" bendit
oev ento".

OPont odeVist
aMi d-
Tri
bul
aci
onist
a.Um doslí
der
esna
apresent
açãodeum pontodevi
stadifer
ent
edo
arr
ebatamentofoiHarol
dJohnOckenga,um l
í
derno
mov i
mentoevangéli
coquesedesenvolv
eunosEstados
Uni dosdepoi sdaSegundaGuer raMundi al .Num br eve
test emunhopessoal em Chr istianLi fe( "VidaCr i
st ã" )(fev .
de1955) ,citoumui tasdi fi
culdadesassoci adascom opr é-
tri
bul aci onismo.Est asincluíram oaspect osecr etodo
arrebat ament o, or eav ivament oaserexper iment ado
dur ant eat ri
bul ação, adespei todar emoçãodoEspí ri
to
Sant o, ear eduçãodai mpor tânci adai grejaenv olv i
dana
escat ologi adi spensaci onalista.Out r
osl íder esev angél icos
acr escent aram suascr íti
casàposi çãopr é- tri
bul aci oni sta.
Asmodi ficaçõesquedef endiam er am super ficiais,
i
ncl ui ndoal imi taçãodai radeDeuscont raomundo( Ap
16- 18)aospr i
mei r
ost rêsanosemei oant esdabat alhado
Armagedom.I nf l
uenci adospel amençãor epet i
dadet rês
anosemei o( quar ent aedoi smeses)em Dn7, 9e12, eem
Ap11e12, argument av am af av ordeum per í
odo
abr ev iadodet ribulação.Comoapoi odest ear gument o,
citav am Dn7. 25quei ndicaqueai grejaest ar ásuj eitaao
gov er not irânicodoant icri
stodur ant et rêsanosemei o.
Dn9. 27t ambém i ndi caqueogov ernant emundi al dof i
m
dost emposf ar áum 118-Ar rebat ament odaI grej a, O
acor docom oscr i
st ãoseosj udeus, dandogar ant iasda
l
iber dader eli
gi osa, masquepassar á, depoi s,al ev ara
efeit oasegundaet apadoseupl ano, esupr imi ráas
obser v ânciasr eli
giosas.Acr edi tav a-sequev ár i
as
passagensdoNTt ambém apoi av am omi d- t r
ibul a-
cioni smo, i
nclui ndoAp12. 14, quepr edi zumaf ugada
i
grejaparaodesertoduranteospr i
meirostrêsanose
meiodoper í
ododat ri
bul
ação.Além disso,osmi d-
tr
ibul
acioni
stasacredi
tavam queopont odev ist
adelesse
encaixanodiscur
sodoMont edasOl i
veir
as( Mt24;Mc13;
eLc12)mel hordoqueai nt
erpr
etaçãopré-t
r i
bul
aci
onist
a.

Osmi d-tr
ibulacionistasdecl ar am queoar r
ebat ament o
deveocor rerdepoi sdecer tossinai spr
edit
osedaf ase
preli
minardat ribulação, conf ormeadescr içãoem Mt
24.10-27.Oev ent onãoser ásecr eto,massi m
acompanhadoporumademonst raçãoimpr essionante,
i
ncluindoum al tobr adoeor essoardat rombet a(1Ts4. 16;
Ap11. 15;14.2).Est esinal dramát icoatr
air
áaat ençãodas
pessoasnãosal v ase, quandoest asperceber em queos
cri
stãosdesapar ecer am, v
irãopar aCr i
stoem númer os
tãograndesquehav eráum r eavivamentoem gr ande
escala(Ap7. 9,14) .

OPont odeVi staPós-Tribul


acioni
sta.Muitosoutr
os
i
nt ér
pretesnãosesent iam àvontadecom af ort
e
disti
nçãoqueospr é-t
ri
bulaci
onistasfi
zer
am entreaIgrej
a
eIsrael.Cri
sto,segundoacreditav
am, vol
tari
apara
arrebatarosSeussant osepar aestabel
ecerSeur ei
no
mi l
enaraomesmot empo.Citavam numerosaspassagens
(Mt24. 27,29)queindicavam queaSegundaVi ndade
Crist
odev eserv i
sível
,públ
icaepost eri
oràtri
bul ação.O
argument obaseav a-senofat odequeosconsel hosdados
nasEscr it
ur asàsigrej
as,not ocanteaosúl t
imosdi as,não
fazem sent i
doseai gr
ejanãot iverdepassarpel a
tri
bulação.Porexempl o,ai
gr ejaéordenadaaf ugirpara
asmont anhasquandoocor r erem certoseventos, t
ais
comooest abeleci
ment odoabomi náveldadesol açãono
l
ugarsant o( Mt24.15-
20).

Mui tosar gument ossuger i


dosporaquel esquedef endem
opont odev i
stapós-tri
-bul acionistasãodecl aradosem
oposi çãoàposi çãopré-tribul
acioni sta,quetem si doa
i
nt erpretaçãomai sgeralment esust entadaentreospr é-
mi l
enist asnorte-americanosdosécul oXX.Incluídas
nestascr í
ti
cashásugest õesdequeav olt
aimi nent ede
Cristonãor equerum ar rebatament opr é-t
ri
bulacionista.
Ospós- tri
bulacionist
ast ambém i ndicam adi fi
culdadeem
resolverquai spassagensdasEscr iturasseapl i
cam a
Israel,equai sdelassãor elevantespar aaIgrej
a.Al ém
disso, argument am queháumaf altanot áveldeensi nos
explícitosnoNTar espeitodoar rebat amento.
Osdefensoresdaposi
çãopós- t
ri
bulaci
onistadif
erem
ent
resiquantoàapli
caçãodasEscr i
turasprofét
icaseaos
por
menor esdavol
tadeCr i
sto.JohnWal voorddetect
ou
ent
reelesquatr
oescolasdeinterpr
etação.Apr i
meira
delas, opós- tri
bul acionismocl ássi co, ér epr esent adapel a
obr adeJ.Bar tonPay ne,queensi nouqueai grej asempr e
tem est adonat r
ibul açãoe, portant o, agr andet ri
bulação
j
áf oi cumpr i
da, nasuamai orpar te.Osegundogr upo
princi pal dospós- tri
bulacionistaséoquemant ém a
posi çãosemi clás-si caqueseachanaobr adeAl exander
Reese.Ent reav ariedadedecr ençassust ent adaspor
estaspessoas, amai scomum éadequet odoocur soda
histór iadai grejaéumaer adet ribulação, masque, além
dela, hav er áum per íodofuturodegr andet ri
bul ação.Uma
tercei racat egor i
adei nterpretaçãopós- tribul aci onistaé
chamadaf uturista, eéapr esent adademodocompet ente
nosl iv rosdeGeor geE.Ladd.Acei taum per íodof uturode
trêsanosemei o, ouset eanos, det ribulaçãoent rea
present eer aeaSegundaVi ndadeCr i
sto.Foi levadoa
estaconcl usãoporumai nterpr etaçãol iter al deAp8- 18.
Um pr é- mi -lenistaf irme,eleacr edi taqueoar r
ebat ament o
pré-tribul acionist af oium acr ésci moàsEscr i
tur asque, por
i
ssomesmo, obscur eceuoev ent ov er dadei rament e
i
mpor tant e, opr ópr i
oapar eciment odeCr istopar a
i
naugur aroSeur eino.Um quar topont odev i
staéode
Rober tH.Gundr y,queWal voor dchamadei nter pretação
pós- tribulaci onal dispensa-ci onal .Gundr ycombi nade
modoor iginal osar gument ospr é-tribulaci oni stascom a
aceit açãodoar rebat ament opós- tribulaci oni sta.
AI nter
pr etaçãodoAr rebatament oPar cial.Além dos
pont osdev i
st apré-
tri
bul a-cionista,mi d-tr
ibulacionist
ae
pós-tri
bul acionistadoar rebatament o,tem hav i
doaquel es
quear gument am af avordeumat eori
adoar rebatament o
parcial.Estepequenogr upodepr é-tri
bulaci onist
asensi na
quesoment eosquef orem f iéi
snai gr
ej aser ão
arrebatadosnoi ní
ciodat r
ibutação.Osdemai sser ão
arrebatadosdur anteoper í
ododeset eanos, ounof i
m
dele.Segundoest esintérpretes,aquel esquef or
em mai s
l
eai saCr i
stoser ãolevadospr imeiro,eosmai smundanos
serãoar rebat adosmai st arde.Embor aest epont odev i
sta
sejacondenadopel amai oriadospr é-mi lenistas,o
respeitadoG.H.Langodef endia.

Conclusão.Ai nterpretaçãodoar rebatament ot em


provocadoal gumasdi ferençasdeopi niãoent r eos
evangéli
cos.Aquel esquedef endem um ar rebat amento
pré-t
ri
bula-cionistatêm si doacusadosdet erem uma
ati
tudesev erament el i
mitadapar acom ai grejaeasua
missão,acul tur
aeaeducação, eosev entosda
atuali
dade.Embor aal gunsdi s-pensaci onalistasdêem
mot i
voai sto,porconsi der arem suaposi çãoquasecomo
doutri
naf undament al daf é,amai ori
ar ej
eitari
aacr íti
ca
acimacomogener alizaçãosem base.I nsisti
ríam quesua
posiçãonãoexcl uinem umaét i
casoci alalt
ament e
desenvolvida,nem umapol í
ti
cader ej
eiçãodomundo, no
sent
idocor
ret
odest
aexpr
essão.R.G.CLOUSE

Vejat
ambém SEGUNDAVINDADECRI STO;
ESCATOLOGÍ
A;DISPENSAÇÃO,DI
SPENSACIONA-USMO;
MILÊNIO,
CONCEITOSDO;DARBY,JOHNNELSON.

Bibli
ogr af i
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IstheRapt ureNext ?

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