ARREBATAMENTO
ARREBATAMENTO
ARREBATAMENTO
Oarrebat
ament odaIgr
ejaéum dosev entospr
ofét
icos
maiscomov enteseempolgantesdaBíbl
ia.El
eé
cl
aramenteensinadoem 1Tess4.15-18,ondeoapóstol
o
Paulonosforneceosseguint
esdetal
hes:
“Dizemo-vos,pois,
istopelapalav r
adoSenhor :quenós, os
quef i
carmosv iv
ospar aav indadoSenhor , não
precederemososquedor mem.Por queomesmoSenhor
descerádocéucom al ari
do, ecom v ozdear canj
o,ecom
atrombet adeDeus; eosquemor reram em Crist
o
ressuscit
arãoprimeiro;depois,nós,osquef i
carmosv iv
os,
seremosar rebat
adosj untament ecom elesnasnuv ens,a
encontraroSenhornosar es,eassim estaremossempr e
com oSenhor .Portanto,consolai-
vosunsaosout roscom
estaspalavras.
”
Estapassagem dasEscrit
urasdeli
nei
aci ncoestági
osdo
arrebat
ament o:(
1)oprópri
oSenhordescer ádocéucom
alari
doecom som det r
ombet a;
(2)osmor t
osem Crist
o
ressusci
tarãopri
meiro;
(3)nósqueestivermosv i
vose
permanecer mosnaterr
aseremos“ ar
rebatados”(gr
.:
harpazo)juntament
ecom elesnasnuv ens;(4)
encontr ar
emosoSenhor ;e( 5)estar
emossempr ecom Ele.
Oapóst ol
oPaulotambém r evelouoquechamoude
“mistério”arespei
todoarrebatament o.Em 1Cor
ínt
ios
15.51-53, el
eexpli
couqueal gunscrentesnãodor
miriam
(morrer i
am),masosseuscor posseriam
i
nstant aneamentetransf
ormados.
OSEVENTOSDOARREBATAMENTO
ABEM-
AVENTURADAESPERANÇA
Asmaisdetr
ezent
asref
erênci
asbíbl
i
casàsegundav
inda
deCr
ist
oclar
amentemostram queasuav
olt
apossui
duasf asesdi stintas.Osel ement oscont rastantesnão
podem serf undidosem um úni coev ent o( vejaoar ti
go
i
nt i
tulado“ SegundaVi ndadeCr isto”)
.Napr imei r
af ase,
Elev ir
áder epent epar aarrebatarasuaI grejanosar ese
l
ev artodososcr entespar aacasadoseuPai ,em
cumpr iment oàpr omessaem João14. 1-3.Al i,
eles
compar ecer ãoant eoTr ibunaldeCr isto( 2Co5. 8-10).
Enquant ooscr entesest iverem nocéu, aquel esdei xados
par atrásnat errasof r
erãoasangúst iasdoper íodode
seteanosdaTr ibulação.Nasegundaf asedasegunda
vindadeJesus( amani festaçãodagl ór i
a) ,El
ev ol t
aráà
terraem poderegr andegl óriapar aest abel eceroseu
reinomi l
enial.Todaasegundav indat em si docompar ada
aumapeçaem doi sat os( oarrebatament oeo
apar eciment odagl ór i
a)com um i nt
erv alodeset eanos( a
Tribulação) .Oapóst oloPaulof azdistinçãoent r
easduas
fasesem Ti to2. 13, ondeser efereaoar rebat ament o
como“ abem- avent uradaesper ança”eav olt
adeCr i
stoà
terracomo“ oapar eciment o”(ou“ mani fest ação” )da
glória.
0QUESI
GNI
FICAARREBATAMENTO?
Apalav
ra“arr
ebatamento”vem dapal
avr
alat
inar
apt
us,
queasBíbl
iaslat
inast
raduzem comoapalav
ragr
ega
harpazõ,usadacat orzev ezesnoNT.Ai déi
abásicaé
“removerouar r
ebat arrepent i
nament e”.Èumapal av
ra
usadapelosescr i
toresdoNTem r ef
erênciaarouboou
saque(Mt11. 12;12.29; 13.19; Jo10.12,28-
29)ou
remoção( Jo6.15;At8. 39; 23.10;Jd23) .
0ARREBATAMENTOSERÁPRÉ-
TRI
BULACI
ONAL?
AI
grej
aNãoEst
ánaTer
raem Apocal
i
pse4—18
AmudançadeJoãodest asinst r
uçõesdet alhadasài grej
a
paraum absolutosi lêncioar espeitodest apormui tos
capít
ulosseri
ai mpr essionant eet otalment einesperada,
sedef atoaIgrejacont i
nuassenat erradur antea
Tri
bulação.SeaI grej afossepassarpel aTr ibulação(a
septuagésimasemanadeDn9) ,entãocer tament eo
estudomai sdetalhadodosev entosdaTr ibulaçãoincluir
ia
i
nstruçõesparaaI gr eja,oquenãoocor re.Aúni ca
expli
caçãoparaest af r
eqüent emençãoàI gr ej
aem
Apocalipse1;2;3eat otalausênci adestanat erraaté
Apocalipse22.16éum ar r
ebat ament opr é-tr
ibulaci
onal,
queirát r
ansf
eriraIgr ejadat errapar aocéuant esda
Tri
bulação.
Um Ar
rebat
ament
oPós-
Tri
bul
aci
onal
EIncoer
ent
e
SeDeuspr eservarmi
raculosamenteaI grej
adurantea
Tri
bulação,porqueha-ver
iaum arrebatamento?Seépar a
evi
tarairadeDeusnoAr magedom (aof im daTr
ibulação),
ent
ãoporqueDeusnãocont inuar
iaprotegendoossant os
nater
ra( comodef endeopós- t
ri
bulacioni
smo)assi m
comoEl epr ot
egeuIsrael
(vejaEx8.22; 9.
4,26;10.23;11.7)
dasuairader ramadasobreoFar aóeoEgi to?Além disso,
seopropósi todoarrebat
ament oépar aqueossant os
vi
vosevitem oAr magedom, porquet ambém r essuscit
ar
ossantos( quejáestãoimunes)aomesmot empo?
ATr
ibul
açãoNãoÊI
minent
e
Portodasasepístol
asdoNT, Deusdeixoumui t
as
i
nstr
uçõesparaaI gr
eja,inclui
ndoadvertênci
as,masnem
umav ezoscrentessãoav isadosasepr epar
arem par
a
ent
rarepassarpelaTribulação(aseptuagési
masemana
deDaniel
).
ONTadv er
tevigorosamentearespeit
odoer rofutur
oe
dosfalsosprofet
asquev ir
ão(At20.29-30;2Pe2. 1;
1Jo
4.
1-3;Jd4)econt raav i
daímpia(Ef4.25—5. 7;1Ts4.3-
8;
Hb12.1).ONTat émesmoadmoest aoscr entesa
per
sev er
arem em mei oàtr
ibul
açãoat ual(
1Ts2. 13-
14;
2
Ts1.4;etodaaepí stol
ade1Pedr o).Noent anto,oNT
cal
a-seabsolut
ament
earespei
todaIgrej
aseprepar
ar
par
aaTr i
bulação,
comodescri
toem Apocal
i
pse6—18.
AsEscr it
urascertament enãosilenciari
am sobreeste
perí
ododet empoi mpor t
anteetr aumáticoparaaIgreja.
Seoar rebatament ofosseocorrerem par t
edur ant
eouno
fi
nal daTribul
ação, ser
iadeesper arqueasepí stol
as
ensinassem apr esença,opropósi t
o, eacondutadaI grej
a
duranteoper í
odo.Noent ant
o,nãoencont r
amos
absolutamentenadadest eensi
no.Apenasum
arr
ebat amentopr é-t
ri
bulaci
onalexplicasatisf
atori
ament e
afaltadet ai
sinstruções.
OCont
eúdode1Tess4.
13-
18
Suponhamoshipotet
icamente,porum moment
o,queo
arr
ebatamentonãosej apr
é-t
ri
bulaci
onal
.Oque
esper
aríamosencontrarem 1Tess4?Comoistose
comparacom oqueobser vamosal i
?
Esperar
íamosqueost essal
onicensesestivessem al
egr
es
pel
ofatodeseusent esqueri
dosest ar
em em casacom o
Senhorenãoterem depassarpeloshor r
oresda
Tri
bulação.Masdescobr i
mosqueost essal
onicenses
estãonav er
dadeangust i
adoset emerosospelofatode
seusentesqueridosterem per
didooar r
ebatamento.
Apenasapossi bil
i
dadedeum ar rebat
amentopr é-
tr
ibul
acionalj
usti
ficaestaangústi
a.
Também esper arí
amosqueost essalonicenses
esti
v essem angust iadosdevidoàsuapr ópri
atr
ibul
ação
i
mi nente, em vezdeest arem angusti
adosporcausados
entesquer i
dos.Além disso,esperar
íamosqueest i
vessem
curiososquant oàsuaf utur
acondenação.Masos
tessalonicensesnãot êm medoouper guntasarespeit
o
daf uturaTr i
bulação.
Finalment e,esper
ar í
amosquePaul o,mesmonaausênci a
dei nteresseoudeper guntasporpar t
edos
tessaloni censes,fornecessei nstruçõeseexor t
açõespar
a
umapr ov açãot ãosupr ema, quef ariacom quea
tri
bulaçãoqueest avam enf r
entandopar ecesse
mi croscópi ca.Masnãoencont ramosnem mesmouma
únicai ndicaçãodequal querimi nent etri
bulaçãodesse
ti
po.Dadoocenár ioem 1Tessal oni censes4, apenasa
possi bil
idadedoar r
ebat ament opr é-tri
bulacionalf
az
sent i
do.
João14.
1-3FazPar
alel
ocom 1Tess4.
13-
18
João14- 1-3ser efereàv ol
t adeCr istoout rav ez .Nãose
tratadeumapr omessadequet odososcr entesi rãoa
Cr i
stoporocasi ãodamor te.Antes, otext oser efereao
arrebatament odaI greja.Obser veospar alelospr óxi
mos
entreaspr omessasdeJoão14. 1-3e1Tess4. 13- 18.
Pr i
meiro,considereaspr omessasdeest armoscom
Cr i
sto:
“ [
..
.]paraqueondeeuest iver,estejaisv ós
também”( Jo14. 3),e“Assi m estaremossempr ecom o
Senhor”( 1Ts4. 17).Em segundol ugar,obser v eas
promessasdeconsol ação: “Nãoset ur
beov osso
coração”( Jo14. 1)
,e“ Por t
ant o,
consol ai-vosunsaos
outroscom est aspal av r
as”( 1Ts4. 18).
Jesusdisseaosdiscí
pulosqueEl eestavaindoparaa
casadeseuPai (
céu)par apreparar
-l
hesum l ugar
.El
e
prometeuquevolt
ariaeosr eceberi
adef ormaque
pudessem est
arcom Ele,ondeEleestivesse.
Embor aaf r
ase“ondeeuest i
ver”sugir
aumapr esença
contí
nuaem ger al
,aquisigni
fi
caapr esençanocéuem
part
icular
.OSenhordi sseaosfari
seusem João7. 34:
“Aondeeuest ouvósnãopodei svir”
.Elenãofal
avasobre
asuamor adi
aatualnat er
ra,
masant es,asuapresença
ressurr
etaàmãodi rei
tadoPai.Em João14.3:
“ondeeu
esti
ver”devesigni
fi
car“nocéu”,
ouapassagem 14.1-
3
nãot er
iasent
ido.
OAr
rebat
ament
oeaVol
ta
1. Noar
rebat
ament
o,Cr
ist
ovem nosar
esev
olt
apar
ao
céu(1Ts4.17)
.Namanif
estaçãodaglóri
a,Cr
ist
ovem
par
aat er
rapar
ahabi
tarerei
nar(Mt25.31-
32).
2. Noarr
ebatament
o,Cr
istor
eúneosseus( 1Ts4.16-
17)
.
Namanif
estaçãodagl
óri
a,osanj
osreúnem oselei
tos(
Mt
24.
31)
.
3. Noar rebat
amento,Cr
ist
ovem paradarogal
ardão(1
Ts4.17).Namanifest
açãodaglór
ia,El
evem par
ajulgar
(Mt25.31-46).
4. Noar rebat
amento,ar
essur
rei
çãoéproeminent
e(1Ts
4.
15-16).Namanifest
açãodaglór
ia,
aressur
rei
çãonãoé
mencionada.
5. Noarrebat
ament
o,oscr
entesdei-
xamater
ra(
1Tes4
.15-
17).Namanif
est
açãodagl
ória,
osincr
édulossão
l
evadosdaterr
a(Mt24.
37-
41).
6. Noarrebat
ament o,
osi
ncrédulospermanecem na
ter
ra.Namanif
estaçãodagl
ória,oscrent
espermanecem
naterr
a(Mt25.34).
7. Or ei
nodeCr i
stonaterr
anãoémenci onadono
arr
ebatamento.Namanifestaçãodagl
óri
a,Cri
stov
em
paraestabel
eceroseureinonaterr
a
(
Mt25.
31,
34)
.
8.Noarrebat
ament o,
oscr entesr
eceberãocor pos
gl
ori
fi
cados(1Co15. 51-57).Namanifestaçãodagl ór
ia,
ossobrevi
ventesnãoreceberãocorposglorif
icados.
APr
omessadeLi
vrament
o
Em Apocali
pse3.10:Jesuspr omet
eu:“
Euteguardareida
[
gr.
:ek,“f
ora”]hor
adat entaçãoquehádevirsobretodoo
mundo”.Estapassagem deixaclar
oqueaintençãode
Cr
istoéguardaraIgrej
af oradoperí
ododaTribul
ação.
Apreposiçãogregaekadmiti
damentetem aidéi
abásica
desaída.Masistonãoésempr eassi
m.Doisexemplos
not
áveissão2Cor ínt
ios1.
10e1Tess1. 10.Napassagem
deCorínti
os,Paul
onar r
aoseuliv
ramentodamor t
efeito
porDeus.Paul
onãosai
udamor
te,
masant
esf
oisal
vodo
peri
godemor t
epot
enci
al.
Aindamaisconv
incent
eé1Tess1. 10.Aqui,
Pauloafir
ma
queJesusestál
ivr
andooscrentesdair
af ut
ura.Aidéi
a
nãoésair
,mas,antes,
prot
egê-l
osdaentradanairadivi
na.
SeApocalipse3. 10si
gnif
icaimuni dadeouproteção
“dent
ro”,
comoout rasposiçõesprocuram i
nsistir
, ent
ão
vári
ascontradiçõesseapresent am comoresultado.
Primei
ro,seem Apocal i
pse3. 10apr ot
eçãoli
mi ta-se
apenasàpr oteçãodairadeDeusenãodadeSat anás,
entãoApocalipse3.10negaopedi dodenossoSenhorem
João17.15.
Segundo, seApocalipse3.10signi
ficaimuni dadetot
al,
entãoquev al
ortem apr omessat endoem v i
sta
Apocal i
pse6. 9-
11; 7.14,ondeháabundânci ademár t
ir
es?
Omar tí
riodossantosem l argaescaladur antea
Tri
bul açãoexigequeapr omessapar aaIgrejade
Fi
ladél f
iasejaint
erpretadacomo“ guar dandof or
a”dahora
dat entação,enão“ guardandodent ro”desta.
AIgrejadeveserli
vradadai raf
utura.Em 1Tes1. 10,o
apóstoloPaulonosdizquedev emos“ esperardoscéusa
seuFilho,
aquem r essuscit
oudosmor t
os,asaber ,
Jesus,
quenosl i
vradairafutura”
.Ocont ext
odapassagem
apontaparaoar r
ebatament o.AIgrej
adeveserr emovida
daterraantesqueaTr ibul
açãocomece, afim deser
l
ivr
adadai rafut
ura.
AI grej
anãoest ádestinadapar aaira.Conforme1Tess
5.9,“Deusnãonosdest inoupar aair
a,maspar aa
aquisiçãodasal v
ação, pornossoSenhorJesusCr ist
o”.
Mai sumav ez,ocontextodapassagem most raquese
tr
at adoar r
ebatament o.PelofatodeaTr ibul
açãoenv ol
ver
especificamenteairadeDeus, epelofatodeoscr ist
ãos
nãoest arem desti
nadosàsuai ra,aIgr
ejadeveser
arrebatada,ti
radadocami nho,ant
esqueaTr i
bulação
comece.
PERGUNTASERESPOSTAS
Em pri
meirolugar,esteter
mogr egopoder eferi
r-
set anto
aum encontrodent r
odaci dade( Mc14- 13;Lc17.12)
comoàsaí dadaci dadepar aencont rarevolt
ar(Mt25. 6;
At28.15)
.Assim, ousodest afraseespecí f
icanãoé, de
nenhum modo, decisi
vo.Em segundol ugar
,lembre-sede
quenamani f
est açãodaglór i
a,Cristoestávindoparaum
povohosti
lem ger al
,queacabar ál ut
andocont r
aEleno
Armagedom.Oar r
ebatamentopré-t
ri
bul
aci
onalretrat
a
melhoroRei r
esgatando,at
ravésdeum arr
ebatament o,
os
seusseguidoresf i
éisqueestãopresosem um mundo
hosti
l
,equepost eri
ormenteoacompanharãoquandoEl e
vol
taràterraparader r
otarosseusinimi
goseest abel
ecer
oseur ei
no( Ap19.11-16).
2. Porque, em 1Tessaloni
censes5.6,Paul
oinst
ruios
crentesavigi
arem comoumapr epar
açãoparao“Diado
Senhor”,seelesnãoir
ãov ê-
lo,umavezqueterãosido
arrebat
adosant esdaTri
bulação?
4. Um arr
ebatament
opré-
tr
ibul
aci
onalnãor
esul
taem
duassegundasvi
ndasdeCrist
o,aopassoqueas
Escr
it
urasensi
nam queháapenasumasegundav i
nda?
5. Seopr
é-t
ri
bul
aáoni
smoév
erdadei
ro,
porque
Apocal
i
pse4.1-
19.
20nãomenci
onaaI
grej
anocéu?
6. PorqueApocali
psesedir
igeàI gr
ejaseaIgrej
anão
passar
ápeloper
íododeTri
-bulaçãoem vir
tudedo
arr
ebatament
o?
7. Atr
ombet
amenci
onadaem 1Tess4-16e1Corínti
os
15.
52éamesmadeJoel
2.1;
Mateus24.31;eApocali
pse
11.
15?
Ast r
ombetasem JoelenoNTsãousadaspar
avári
os
propósi
tosdi
sti
ntos.Atr
ombetadeJoel2.
1éuma
tr
ombetadealarmeav i
sandoqueodi
adoSenhorest
á
próximo( vejaJr6. 1)
.At rombet ade1Tess4. 17e1
Cor í
ntios15. 52anunci aaapr oximaçãodor ei(v
ejaSl
47.5).At r
ombet adeMat eus24. 31édeconv ocação,para
reunir(v ej
aÊx19. 16;Ne4. 20; Jl2.15).Atr
ombet ade
Apocal ipse11. 15anunci av i
tór i
a( v
eja1Sm 13.3).As
Escriturasnãoof erecem nenhumar azãoquelevea
equipar arat rombet adoar rebat amentocom quaisquer
destasout rastrombet as.Por tanto,est
estext
osnão
podem serusadospar adet ermi narotempoouahor ado
arrebatament o.
Umadaspr i
ncipaiscar acterí
sti
casdoar rebatament oé
queest eser
ár epentino, i
nesperadoesur preendent e.
“DaqueleDiaehor ani nguém sabe” ,
def ormaque
devemosv iver“apercebidos[ .
..
]porqueoFi lhodoHomem
hádev iràhoraem quenãopensei s”(Mt24. 36,44).
Soment eum arrebatament opré-t
ri
bulacionalpreservaum
ret
ornoi mi
nente( “aqual quermoment o”)deCr isto.Ao
l
ongodaser as, oscrent estêm entendidooar rebatamento
comoi minente.Nadapoder iamot i
varmai sabuscade
umav idasantadoquesaberqueJesuspodev ira
qualquermoment o.
—Ti
m LaHay
eeRi
char
dMay
hue
BI
BLI
OGRAFI
A
Hi
ndson,Ed.Ear
th’
sFinal
Hour
.Eugene,
OR:
Har
vest
HousePubli
sher
s,1999.
LaHaye,Tim.TheRapt
ure.Eugene,
OR:
Har
vestHouse
Publ
ishers,2002.
Stant
on,Ceral
d.Keptf
rom t
heHour
.Mi
ami
:Schoet
tl
e
Publi
shi
ng,1991.
Walv
oor
d,JohnJ.TheBlessedHopeandt
heTr
i-
bul
ati
on.
Cr
andRapi
ds:Zonder
van,1986.
-
.TheRapt
ureQuest
ion.Gr
andRapi
ds:
Zonder
van,
1967.
Wood,Leon.I
stheRapt
ureNext
?Gr
andRapi
ds:
Zonder
van,
1966.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>
ARREBATAMENTO,
HISTÓRI
ADO
ARREBATAMENTO,
HISTÓRI
ADO
Oscr í
ti
cosdoar rebatament opré-t
ri
bul aci
onal
fr
eqüent ement ecitam af al
tadebasehi st
óricadest a
vi
são.Porv ár i
osanos, osoponent esdaposi çãodo
arrebatament opré-tr
ibulacionaltêm ar gumentadoque
estef oiinvent adoporJohnDar by ,
em meadosdosanos
de1800, equej amai sf oimenci onadoant esdi sso.
Argument oscomoest eger almenteal egam que, pelofato
deoensi not ermenosdeduzent osanos, elenãopodeser
bíbli
co, ouoscr entest eriam defendidoest epont odev i
sta
mui tosanosant es.Em úl ti
maanál ise, averdadebí bli
ca
dev eserdet erminadapel oclaroensi nodasEscr i
turas,e
nãopel omodocomooensi not em sidov i
stoaol ongoda
históri
a.Noent anto,umaquant idadesubst anci alde
evidênciasr ev elaumacr ençanoar rebatament opr é-
tr
ibulacional muitoant esdeJohnDar by.
PATRI
ARCASDAI
GREJAPRI
MITI
VA
Osdocument osmai santigosdaI grejaPr imiti
va(incl
uindo
ocânondoNT)r efl
etem um clar opr é-milenial
ismo.Mas
umadiscussãomenorcer caar elaçãodoar rebatament o
com aTribul
ação.Ospr é-tr
ibula-cionistasapont am paraa
cl
aracrençadaIgrejaPrimitivanai mi nênci acomosi nal
dequeopr é-
tri
bulacioni
smoer adef endi doporpel o
menosalgunsdaquel esquev i
ver am nost emposmai s
ant
igos.
Comoer atípicoem t odasasár easdat eologiadaI gr
ej a
Primiti
va,ospont osdev istainiciaisdepr ofecianão
estavam desenv olvidoseàsv ezeser am cont raditór i
os,
contendoum campof ért
ilpar adesenv olviment odev ári
os
ediversospont osdev istateol ógicos.Encont rarum pr é-
tr
ibulacioni
smocl aro“soletrado”pel ospat riar
casdaI greja
Primiti
vaédi fí
cil
, masal gunsel ement ospr é- t
ribulacionai s
sãoní t
idos.Quandosi stemat izadoscom osseusout ros
pontosdev istapr oféti
cos, estesel ement oscont radizem
opós- tr
ibulacionismoeapoi am opr é-tri
bulaci onismo.Por
exempl o,ospat riarcasapost ólicosensi nav am cl arament e
acaract erí
sticapr é-tr
ibulacional daimi nênci adav olt
ado
SenhorJesusCr isto.
Um examesuper fici
aldospat r
iar
casdaI grejaPr
imit
iva
revel
aqueel eser am predominantementepr é-mi
leni
ali
stas
ouquili
astas.Ex i
stem clarosexemplosnosescr i
tosde
Barnabé(100—105) ,Papias(60—130),JustinoMárti
r
(110—165),Iri
-neu( 120—202) ,
Tertul
i
ano( 145—220),
Hipólit
o( 185—236) ,Cipri
ano( 200-250),eLactâncio
(260—330) .Ospat riar
casdaI grejaPr i
miti
vaesper avam
fervorosament equeaI grej
aest ivessesof r
endoesendo
perseguidaquandooSenhorv olt
asse.Noent ant o,eles
também acr edi
tavam nor etornoi minentedeCr isto,queé
umacar acterí
sti
cacent raldopensament opré-
tri
bulacional.Estafalt
adepr ecisãot em l
evadoaum
debateent reosest udiososquant oacomoi nterpretaros
escrit
osdospat ri
arcasdaI gr ejaPrimiti
va.
Expressõesdei minênciaabundam nospat r
iarcas
apostóli
cos.Clement edeRoma( 90—100) ,I
náciode
Antioquia(98—117) ,ODi daquê[ Ainstruçãodosdoze
apóstolos](100—160) ,
AEpí stoladeBar nabé( 117—138),
eOPast ordeHer mas( 96—150)—t odosf al
am da
i
mi nência.Suasafir
maçõest êm abundânci ade
exortaçõespar a“vi
giar
”,“esperar”,
e“ estarpr eparado”
paraav indadoSenhorem br eve.Além di sso, OPastorde
Hermas( 1.
4.2)fal
adeescapardaTr i
bul ação:
Vósescapast esdaGr andeTr ibulaçãoem v ir
tudeda
vossaf é,eporquenãoduv idast esnapr esençadet al
Besta.Ide,port
anto,econt ai aosel ei
tosdoSenhoros
seusat ospoderosos, edizei ael esqueest aBest aéum
ti
podaGr andeTribulaçãoqueest áseapr oxi
mando.Se
entãov ospreparardes,ev osar rependerdesdet odoo
vossocor ação,ev osconv erterdesaoSenhor ,será
possívelescapardesdel a;sim, seov ossocor açãof or
puroeimacul
ado,epassar
desorest
odosdi asdas
vossasvi
dasser
vindoaoSenhori
rr
epreensi
vel
mente.
Noentanto,ni
nguém,podepr oduzirumaafi
rmaçãoclar
a
deescatol
ogiapatr
ís-
ticaarespeit
odoarrebat
amento.
Maspodemosconcl uiroseguinte:
• El
esesper
avam umavindal
i
ter
aldeCr
ist
osegui
dade
um r
einodemil
anosli
ter
al.
• Elesacredi
tavam nav
indaiminentedeCr
ist
ocom
ocasi
onaisinf
erênci
aspré-
tr
ibul
acionai
s.
• El
esest
avam sendopersegui
dospelogov
ernoromano,
masnãoequi
par
ar am i
stocom afut
urair
atr
ibul
aci
onal
.
Lar
ryCr
utchf
iel
d(p.77)cor
ret
ament
econcl
ui,
Estaopi ni
ãodospat ri
arcassobr eaiminência,e,nos
escri
tosdeal guns, r
ef er
ênci asaescapardot empoda
Tri
bulação, const i
tuioquepodeserdef i
nido,paraci
tar
Eri
ckson, “
sement esdasquai sadoutr
inado
arr
ebat ament opr é-t
ribulacionalpoder
iasedesenv ol
ver
[.
..
]”Senãof ossepel oenf raquecimentodaexegesesadi a,
tr
azidapel oal egori
s-moal exandri
anoemai st ar
depor
Agostinho,quest iona-sequet ipodeprodutoestas
sement espoder i
am t ergerado—mui t
oant esdeJ.N.
Darbyedosécul oXI X.
AI
GREJAMEDI
EVAL
Ef
rém deNi
síbi
s(306—373)
CodexAmi
ati
nus(
690—716)
Estemanuscr i
tolat
inosi gnifi
cati
vodaI nglaterrafoi
comi ssi
onadoporAbbotCeol f
ri
d, dosmost eirosde
JarroweWear -mout hem Nor t
humber land.Not ít
ulodo
Salmo22( Salmo23naVul gata),apareceosegui nte:
“Sal
modeDav i,avozdaI gr
ejadepoi sdeserar r
ebatada”.
Af r
asel at
inapostr apti
smum cont ém um v erbodar ai
z
rapi
o, si
gnifi
cando“ capturar,ousai rcorrendo” .Estetí
tul
o
nãoét r
ansportadoapar t i
rdaVul gatadeJer ônimoe
assim éprov avel
ment eopr odutodomost eir
oJar row.
Embor anãoconclusiv
oeaindanecessi
tandodeum
estudoadici
onal,par
ecequeoCodexAmi ati
nus
apresentaum outroexempl
odepensament opr
é-
tr
ibulaci
onalnaIdadeMédia.
I
rmãoDol
cino(
1307)
AERADAREFORMA
Amai sclar
aref erência(senãoamai sdesenv ol vida)pré-
Darby ,deum ar rebatament opré-t
ribulacionalv em de
Mor ganEdwar ds( 1722—1795) ,quev iaum ar rebat amento
disti
ntoocorrert rêsanosemei oant esdoi ní
ciodo
Mi l
ênio.Edwar dsf oium pregador, evangelist
a, histori
ador
eeducadorbat istaquef undouaRhodeI slandCol lege
(BrownUni versity).Duranteosseusdi asdeest udant eno
Semi nári
oBat i
st aBr i
stolnaInglaterr
a( 1742—1744) ,el
e
escreveuumadi ssertaçãosobreapr ofeciabíblica.A
dissertaçãof oi publi
cadanaFi ladélf
ia,em 1788,como
DoisExer cíci
osAcadêmi cossobr eAssunt osqueLev am
osSegui ntesTí tul
os:Milênio,
Ul t
imasNov i
dades.Edwards
escrev eu: “Adistânci
aent reapr i
meiraeasegunda
ressurreiçãoser ádepoucomai sdemi lanos[.
..
]devido
aof atodequeossant osmor tosserãor essusci
tados,e
osv ivost ransformadosna‘ manifestação’ou
‘
apar eciment o’deCr ist
o‘ nosares’(1Ts4. 17)”
.
• El
eacredi
taquepassar
ãomai
sdemi
lanosent
reas
r
essur
rei
ções,
• Eleassoci
aapr
imei
rar
essur
rei
çãocom o
ar
rebat
amentode1Tes4.
17.
• El
eassociaoencont
rodoscr
ent
escom Cr
ist
onos
ar
escom João14.2.
• Elevêoscr
entesdesapar
ecendonocéudur
ant
eo
per
íododaTri
bul
ação.
NãohádúvidadequeMorganEdwar
dseraum pré-
tr
ibul
aci
oni
sta,
apr
oximadament
ecem anosant
esde
Darby.
AI
GREJAMODERNA
Quandoof uturismocomeçouasubst i
tuirohi st
ori
cismo
dentrodoscí rculospr é-mil
eniaisnosanosde1820, os
proponent esmoder nosdopr é-tri
bulacionismo
dispensaci onal entr
aram em cena.Porv oltade1818,
Wi l
li
am Wi ther byelabor ouum t r
abalhoquet inha
vi
r t
ualment et odasascar acterí
sticasdof ut
ur i
smo
moder no.JohnNel sonDar by( 1800—1882)af i
rmater
entendi dopel aprimei r
av ezoseupont odev istado
arrebat ament o,comor esul
tadodeum est udobí bl
i
co
pessoal f
eitodur anteum per íododeconv alescençana
casadesuai rmã, ocor r
idodedezembr ode1826aj aneir
o
de1827.Foi elequem popul ar i
zouav ersãomoder nada
doutrinadeum ar r
ebat ament opré-tr
ibulacional.
Adout ri
nadoar rebat amentoespalhou-sepelomundo
atravésdoMov iment oBrethr
en( “
Ir
mãos” ),doqualDarby
eraassociado.Par ecequeat ravésdosseusescr it
os,ou
atravésdasv i
sit
aspessoai sàAmér icadoNor te,
esta
versãodepr é-
tri
bul acioni
smopr opagou-se,chegandoa
todososev angélicosamer icanos.Doisantigos
proponentesdest epont odev ist
aincluem opresbit
eri
ano
JamesH.Br ookes( 1830—1897)eobat i
staJ.R.Graves
(1820—1889) .
Aposi çãopr é-
tri
bulaci
onal seespal houat ravésda
i
nfluênci adaer adaConf erênci aBí bli
caNi agar a( NY,
1878—1909) ,erecebeuumaampl aexposi çãonas
popular espubl i
caçõespr ofét icasTheTr ut
h, OurHope,
TheWat chwor d,eMar anat ha.El at ambém f oi divulgada
nolivrodeWi l
l
iam Backs- t
onechamadoJesusi sCor ni
ng
(1909) ,napopul arScofieldRef erenceBi bl
e(1909)deC.I .
Scofield, eout rasobras.Pr oemi nent epr of
essor esbíbli
cos
pré-t
ribul aci
onai sarti
cularam aposi çãonoci rcui t
oda
conferênci abí bli
canossécul osXI XeXX, i
nclui ndoAmoC.
Gaebel ein( 1861—1945) ,A.J.Gor don( 1836—1895) ,
JamesM.Cr ay(1851—1935) ,R.A.Tor rey(1856—1928) ,
HarryI r
onsi de( 1876—1951) ,JohnF.St r
ombeck
(1881—1959) ,
LewisSper ryChaf er( 1871—1952) ,
AlvaJ.
McCl ain( 1888—1968) ,Char lesLeeFei nberg( 1909—1995) ,
J.Dwi ghtPent ecost,JohnF.Wal voor d(1910—2002) ,
CharlesRy rie,eTim LaHay e.
—ThomasI
ceeJamesSt
it
zinger
BI
BLI
OGRAFI
A
Benware,Paul
.Underst
andi
ngEndTi
mesPr
o-phecy
.
Chicago:
MoodyPr ess,
1995.
Cl
ouse,Rober tC.“
JosephMede(1586—1638) ”
.Em The
NewInternati
onalDict
ionar
yoft
heChrist
ianChurch.Ed.J.
D.Douglas,ed.rev
.GrandRapi
ds:Zonerv
an,1978.
Crutchf
iel
d,Larr
y.“TheBlessedHopeandt heTr
ibul
ati
on
i
nt heApostoli
cFathers”
.Em Whent heTr umpetSounds.
Eds.TimothyDemyeThomasI ce.Eugene,OR:Harv
est
HousePubl i
shers,
1995.
Gumerl
ock,
Francis.“
ARaptur
eCi t
ati
onintheFourt
eent
h
Cent
ury
”.Bi
bli
othecaSacr
a.Vol.159,n°635(2002)
.
Hannah,John.OurLegacy
:TheHistoryofChri
sti
an
Doctr
ine.Col
oradoSpri
ngs:Nav
-Press,2001.
Stit
zinger,
James.“TheRapt
ureinTwent
yCen-
tur
iesof
Bibli
calInt
erpr
etat
ion"
.Master
’sSemi
nar
yJour
nal,13.
2
(Outonode2002) ,
pp.149-
171.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>
ARREBATAMENTOPARCI
AL
ARREBATAMENTOPARCI
AL
Algunscomentari
stasdaBí bl
i
ajásugerir
am queo
arrebat
amento,mencionadoem 1Tess4. 16-
17e1
Cor í
nti
os15.
51-52,seráapenasparci
alenãoi nclui
rá
todososquecreem.Ar gumentam queapar t
icipaçãono
arrebat
amentonãosebasei anasalvação,masquese
tratadeal
gocondicional
,baseadonacondutadapessoa.
Estateori
aseapóiaem passagensdoNTqueenf ati
zam a
vi
gil
ânciaeaobedi ência(Mt25.1-13;1Ts5.4-
8;Hb9.28).
Deacor docom est
av isão,apenaspar t
edaIgr
ejaé
arr
ebatada.Aparteremanescent eficapar
aenfrent
ara
Tribulação,parcial
menteounot odo.Taistext
osbí bl
i
cos
nav erdadediferenciam oscrentesgenuínos,quesão
arrebatados,daquelesqueapenaspr ofessam o
cristi
anismo,quesãodei xadosparatrás.Textos
relaci
onadosàsegundav i
ndadeCr i
stosãocom
freqüênciautil
izadoserroneament epararespaldarateor
ia
doar rebatament oparci
al.
ASBASESDATEORI
ADOARREBATAMENTOPARCI
AL
Oar r
ebat amentopodeocor reraqualquermoment oe
i
ncluir
át odososcr entes(1Ts4. 13-
17).Nossafideli
dade
aCr i
stoenossaobedi ênci
aàsuaPal avrasão,sem dúv i
da,
determinantesparaanossar ecompensa.AsEscr i
turas,
porém, nãofalam,em nenhum moment o,quealguns
crent
espoder iam correrori
scodeper deralgumapar teda
suasalv ação(1Co3. 15).
Algumaspessoasaceitam ateor
iadoarr
ebatament o
parci
alporcrer
em queopecadoeadesobedi ênci
a
i
mpossi bi
li
tam ai
dadocr i
stãoparaosbraçosdeCr i
sto,
demodoqueser i
anecessári
aapuniçãodaTr ibul
ação.Ao
expli
carestavi
são,Waugh(p.108)escr
ev eu:
Poisnãosãopoucos—al gunssãoapl i
cadosepi edosos
estudantesdaBí bli
a—osquecr êem nat r
asl adaçãode
apenasumapar teexpect anteepr eparadadoscr ent es.
Elesacreditam que, apar ti
rdeLucas21. 36, pode-se
facil
ment econcl ui
rqueaquel esquenão“ vigiarem”não
poderão“ escapardet odasest ascoisasquet êm de
suceder”.Nãoser ão,portanto,achadosdi gnosde“ estar
em pédi antedoFi l
hodoHomem” .Depassagenscomo
Fil
ipenses3. 20;Tito2.12-13;2Ti móteo4. 8eHebr eus
9.28,el
esapr eendem queser ãoarrebatadosapenasos
quet i
verem “esper ado”,“buscado”e“ amadosuav inda”.
Um dospr i
ncipaispr obl
emascom est avisãoéqueel a
necessar i
ament enegapar tedov alordamor tedeCr i
sto
nacr uz.Segundoessest eól
ogos, asboasobr asdo
cri
stãodãoael eumaboaposi çãojuntoaDeus, tornando-
oqual i
ficadopar aoar rebatament o.Algunsdef ensor esde
talposiçãobasei am- senav isãowesl eyanadequea
santifi
caçãopl enaénecessár iaparaqueapessoasej a
l
evadanoar r
ebat amento.Redenção, noent anto,
si gnif
ica
em essênci aqueCr i
stopagoucompl etament eopr eço
pel
osnossospecados.Comot odosospecadosf or am
punidoser emidos, Deusnãov ol
taráapuni roscr istãos,
dei
xando- osdef oradoar rebatament o.
Osdef ensoresdoar r
ebatament oparcialr
ecorrem aai nda
outr
aspassagenspar acompr ovarsuav i
são( Mt25. 1-13;
Ef2.21-22;5.27,30;1Co15. 23).Quando, porém,
est
udamosest estextosem seucont exto,veri
fi
camosque
nãorespaldam av i
sãodeum ar r
ebatament opar cial.Após
est
udarost extosquef undament am oar r
ebatament o
par
cial,Dawson( p.46)escreveu:“Essaspassagens
cl
arament edemonst ram quecadamembr odaI greja,o
cor
podeCr isto,quet enhaverdadeir
ament enasci dode
novoser áarrebatadonaocasi ãodor etornodoSenhor ”.
OSPROBLEMASDAVI
SÃODEUM ARREBATAMENTO
PARCI
AL
Ateoriadoarrebatament oparcialnãoconsegueser
convi
ncentepori númerosout rosmot i
vos.Em primei r
o
l
ugar,1Cor í
ntios15.51dizque“ todos”seremos
tr
ansformados.Em segundol ugar,um arr
ebatament o
parci
allogi
cament eexigir
iaque, em paral
elo,
houv esse
umar essur
reiçãopar ci
al,
quenãoéensi nadaem
nenhumapar tedasEscr it
uras.Em terceir
olugar,um
arr
ebatamentopar ci
al r
eduziri
aepr ati
cament eeli
mi nari
a
anecessidadedoTr ibunaldeCr ist
o.Em quartolugar,
cri
ariaum tipode“purgatór
io”naterr
apar aoscrentesque
fossem deixados.Em quint
o,oarrebatamentoparcialnão
éensi nadoem nenhumapar tedasEscr i
tur
as.O
arrebatamentodaI gr
ejaserátot
al,pl
enoecompl eto,não
parcial.
DwightPentecostopôs-seaoarrebat
ament
oparcial
pel
o
fat
odeest eestarfundamentadonossegui
ntes“
mal-
entendi
dos”:
1. Oar r
ebatamentoparci
alfundamenta-
seem uma
compreensãoer r
ôneadovalordamortedeCri
sto,
morment equantoaoseuvalorparal
iv
raropecadorda
condenaçãoet omá-l
oacei
távelaDeus.
2. Osdefensoresdoar
rebat
amentoparci
alsão
obr
igadosanegaradoutri
naneot
estament
áriadauni
dade
docorpodeCristo.
3. Nadef esadessavi
são,épr
eci
sor
epudi
ara
completudedaressur
rei
çãodoscr
ent
esno
arr
ebatamento.
4-Ospar
tidár
iosdoarr
ebat
amentopar
cial
confundem os
ensi
nosdasEscri
tur
asquantoàsr
ecompensas.
5. Um def
ensordoarr
ebatament
opar
cial
nãoconsegue
enxer
garasdi
fer
ençasentr
ealeieagr
aça.
6. Um defensordoarr
ebat
amentoparci
altem
necessar
iamentedenegaradi
sti
nçãoentr
eI sr
ael
ea
I
greja.
7. Aquel
esquecr
êem em um ar
rebatament
opar
cial
col
ocam par
tedaI
grej
afi
elnaTri
bulação.
Mui t
osdesses,com sinceri
dade,acr
edit
am queé
necessári
oexortarosout r
oscrentesaprepar ar-
separao
arr
ebatamento,enãoapenasconf i
arqueser ão
arr
ebatadosindependentementedecomov i
vam.Est e
cuidadoécertamentenecessário,masnãot em nadaav er
com adeterminaçãodequem ser áounãoar rebatado.
Umasol uçãodefini
ti
vapar aestaquest
ãor equeruma
corret
acompr eensãodadout ri
nadasalvaçãoeuma
exegesedaspassagensbí bli
casacercadoar rebatamento.
—El
merTownseRi
char
dMay
hue
BI
BLI
OGRAFI
A
Clouse,R.C.“Rapt
ureoftheChur
ch”,
em Evangeli
cal
Dicti
onaryofTheology,
edit
adoporWalt
erEl
well.Grand
Rapids:BakerBooks,1984.
Dawson.
J.E.M.Pr
esentDayPr
obl
ems.London:
Picker
ing
&I
ngal
l
s,1940.
LaHaye,Tim.TheRapt
ure.Eugene,
Oregon:
Har
vestHouse
Publ
ishers,2002.
Pentecost,
J.Dwight
.Thi
ngst
oCome.Gr
andRapi
ds:
Zondervan,1975.
Waugh,Thomas.WhenJesusComes.London:
Char
lesH.
Kel
l
y,1901.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>
ARREBATAMENTOPRÉ-
IRA
ARREBATAMENTOPRÉ-
IRA
Ateoriadoarrebatament
opr é-i
raensi
naqueoDi ado
Senhor,otempodai radi
vinasobreaterra,
terái
níci
oem
al
gum moment odurant
easegundamet adeda
septuagési
masemanadeDani el
,equeoar r
ebatament
o
daIgrej
aopr ecederái
medi at
amente(Rosenthal
,p.35)
.
Deacor docom est aopi nião,oDi adoSenhorser á
i
ntroduz idopel asper t
urbaçõescósmi casassoci adasao
sextosel odoj uízoet erái ní
ciocom aaber turadosét imo
selo.AI grejasof r
eráper seguiçãopel oAnt icri
stodurante
ospr i
mei r
os63mesesdasept uagési masemanade
Daniel,embor aproponent esdest epontodev i
staaf i
rmem
queapr esençadest aper seguiçãonãoi nvali
daabem-
aventuradaesper ança( Tt2.13) .Nav erdade,ossel ossão
agar antiadasegur ançaet ernapar aoscr entesque
sofrerem omar t
ír
iodur anteest eperíodode63meses.O
Anticri
stopodef erirosseuscor pos,masnãoassuas
almas, domesmomodoqueSat anást r
atouaJó
(Rosent hal,pp.144- 45).Esteper íodode63meseséum
tempodai r
adohomem, quedev eserdisti
ntodos21
mesesf inaisdaTr ibulação,nosquai somundo
experiment aráai radeDeus, ouoDi adoSenhor .
0PRI
NCÍ
PIODASDORES
Aprimei rametadedaseptuagésimasemanadeDani el(3
anosemei o)éini
ciadaquandooAnt i
cri
stofirmaum
concer t
oparaprotegerI
srael(
Dn9. 27).Duranteeste
perí
odo, ocorr
em aabertur
adospr i
meirosquat r
oselos
(Ap6. 1-
8)eaapost asi
a(2Ts2. 3-4)
.Também hav erá
guerraser umoresdeguerras,naçãosel evantarácontr
a
nação, f
alsosmessiasaparecerão,efomes, terr
emot ose
pestesocor r
erãoem vári
oslugares(Mt24. 4-8).
AGRANDETRI
BULAÇÃO
ODI
ADOSENHOR
Rosent hal ci
taum r abinojudeufrancêschamadoRashi
quev i
v euent re1040e1105comoaut ori
dadenousoda
palavrahebr aica,quesi gni
fi
calit
eralment e“f
icarpar
ado”.
ElealegaqueMi guel ,
em Daniel12.1,serácolocadode
l
adoouf icar
ái nativ
oem suaf unçãoespeci aldeguardião
deI sr
ael .Ainat i
vi
dadedeMi guelconst i
tuiaremoçãoda
resist
ênci aqueat ualmenteli
mitaai mpiedadedeSat anás
(Rosent hal,pp.256- 257).
PRÉ-
IRAEI
MINÊNCI
A
Adout
ri
nadai
minênci
adef
endequeCr
ist
opodev
irpar
a
arrebat arasuaI grejaaqual quermoment o.Oscr entesna
IgrejaPr i
mi t
iva,i
nclui ndooapóst oloPaul o,criam que
Cristopoder i
av i
rdur ant eoper íododesuasv idas(1Ts
1.10; 4. 13-15;Tt2.13) .AI grejav êestadout ri
nacomoum
i
ncent ivopar aomi nistérioepar aav idacr i
stã.Ser áque
i
stosi gni f
icaqueav olt
adeCr istopar abuscaraI greja
ocor rer áaqual quermoment o, sem qual quersi nal,
um
event oquenãoser ápr ecedi dopornenhum ev ento
prof etizadoequeai ndanãof oi cumpr i
do?Osque
def endem oar r
ebat ament opr é-ir
aar gument am queCr i
sto
poder i
av i
rem qual querger ação, masqueossi nais
anunci arãoot empoger al.Est essi naisincluem: (1)o
surgi ment odoAnt icristo,(2)guer raser umor esde
guer ras, (3)fome, (4)pest e,e( 5)per turbaçãocósmi ca.Os
quedef endem oar r
ebat ament opr é-i
raenf ati
zam a
expect ativadoscr ent escom r elaçãoaor etornodeCr isto
em v ezdesuai mi nênci a.Est aexpect ati
v adav olt
ade
Cristoéocat ali
sadorpar aumav idasant a.
PRÉ-
IRAEPRÉ-
TRI
BULAÇÃO
Pelof
atodeateori
apré-ir
aserfr
eqüen-
tementedescri
ta
poral
gunscomopré-tr
i-
bulaci
onal
,éimportant
enotarque
ateor
ianaver
dadedivergedopontodev i
stado
arr
ebat
amentopré-
tri
bulaci
onal
.Quatr
oáreassãodignas
denot
a:
AI
radoHomem eaI
radeDeus
ASegundaVi
ndaeoAr
rebat
ament
o
Osquedef
endem oar
rebat
ament
opré-
ir
aencontram o
ar
rebat
ament
oem Mateus24.
40-
41eLucas17.20-37.
Estaspassagenssãosi mil
aresar econheci daspassagens
quef alam doar rebatament o(Jo14. 1-3; 1Co15. 51-53;1
Ts4. 13-18) ,
por ém nãodescr evem omesmoev ento.No
arrebatament o, oscr entesseencont r
am com Cr i
stonos
ares;nasegundav inda,ospésdeCr istot ocam omont e
dasOl i
veiras(Zc14. 4).Noar r
ebat ament o,ossant osno
céunãov êm par aat erra;
nasegundav inda, Cri
stol ider
a
osexér citosdocéuquev ir
ãoàt erra( Ap19. 11-
16) .No
arrebatament o, oscr entessãot iradosdat erra,
por ém os
descr entessãodei xadospar aqueent rem naTr i
bul ação;
nasegundav inda, osdescr entessãot iradosdat erra,eos
crentessãodei xadospar aqueent rem nor einomi lenial
.
Aquel
equeResi
ste
Opont odev i
stapré-i
radef endeai déiabastanteinventiv
a
dequeMi guel ,oarcanjo,éaquel equer esist
e.Este
conceitof alha,l
evando- seem consi deraçãoomi nistéri
o
protetorespeci aldeMi guel em r
elaçãoaI srael
.Ospr é-
tr
ibulacionistasgeralment ev êem oEspí r
itoSantocomo
aquelequer esist
eeent endem queEl eper manecenat er
ra,
masper mi t
equeSat anáscauseomal quepreval
ece
duranteoper íododaTr ibulação.
I
minênci
a
Ospr é-tr
ibul
acionist
asdef endem queoar r
ebatament oda
Igr
ejaéabem- av
enturadaesper ança( Tt2.13),par aaqual
oscr entesolham.Éum ev entoquepodeocor rer“a
qualquermoment o”enãopr eci
saserpr ecedidopor
nenhum out roeventopr of
ético.Comor esultado,eleéum
catal
isadorpar aumav i
dasant aepar aumaexpect ati
v a
posterior.Osquedef endem oar rebatament opr é-i
rav êem
pel
omenosci ncosinaisquedev em ocor r
erprimei r
o,e
depreciam aidéiadeum ar r
ebatament o“ aqual quer
moment o”,r
eferi
ndo-seàexpect ativaem v ezdai minência.
Aposiçãodoarrebatamentopr é-
ir
aeaposiçãodo
ar
rebatamentopré-t
ribul
aci
o-nalsãocl
arament
edist
int
as,
easEscrit
urasfavorecem opré-t
ri
bul
aci
onismo.
—TonyKessi
nger
BI
BLI
OGRAFI
A
LaHaye,Tim.TheRapt
ure.Eugene,
OR:
Har
vestHouse
Publ
ishers,2002.
MarcosLean,
JohnA.“ AnotherLookAt
osRosent
haf
sPre-
WrathRaptur
e”.Bi
bli
othecaSacra148,Out
ubr
ode1991,
pp.388-
398.
Rosent
hal
,Mar
vin.ThePre-
WrathRapt
ureof
theChur
ch.
Nashvi
l
le:
ThomasNelson,1990.
Stanton,
Ceral
dB.“AReviewoft
hePre-
WrathRapt
ureof
theChurch”
.Bibl
i
othecaSacr
a148,
Janeir
ode1991,pp.
91-112.
VanKampen,Rober
t.TheRaptur
eQuest
ionAnswer
ed.
CrandRapi
ds:
Flemi
ngRev el
l
,1997.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>
ARREBATAMENTO
ONTensinaqueocrenteser
áremovi
dodaterrapor
Cr
ist
oantesdoder
ramament odai
radeDeus,que
pr
eceder
áasegundavindadeCri
stopar
arei
narsobrea
ter
ra(
1Ts4.14-17;
5.9;
cf.1Co15.51-
53)
.Exist
em t
rês
pri
nci
pai
sopi
niõesquantoàocasi
ãodoarrebat
amento:
1.
At eoriadoarrebatament oantesdat ri
bul ação.Est ateori
a
ensinaqueCr i
stopodev irparalevarosseusaqual quer
moment o,
sustentandoqueest eev entonãoser á
precedi dopornenhum si nalespecí f
ico(Mt24. 36, 42ss.,
50; 25.13;Ap3.3).Oar rebatament oser ásucedi doporum
períododeset eanosdur anteoqual oAnt i
crist
of aráurna
al
iançacom I srael,eaquebr ar
ádepoi sdet rêsanose
mei o.Osúl t
imost rêsanosemei odor einadodo
Ant i
cristoser
ãooper íododaGr andeTr i
bul ação
menci onadoporCr ist
oem Mat eus24. 21.Est eser á
seguidopel oretornodeCr i
stocom osseussant ospar a
gov ernaromundocom j usti
ça( Zc14.3-5; Jd14) .
2.
Ateori
adoarr
ebatamentodurant
eat r
ibul
ação.De
acor
docom est
aopinião(cf
.J.Oli
verBuswell
,Jr.
,
Syst
emati
cTheology,
II,
456),oscr
entesserãotomados
nomei odoper íododeset eanosdaal i
ançaf eit
apel o
Ant i
cristocom Israel.Cri
stov i
rá"comoum l adrãode
noite”,istoé,derepent eeinesperadament enoquedi z
respeitoaodescr ente( Mt24.43; 1Ts5.4; Ap16. 15),mas
nãonoquedi zrespeitoaocr enteporquehav erási nai
s.O
mundopar ecer
áest arem paz( 1Ts5. 3),oTempl oterá
sidoreconst ruí
do( Mt24. 15),umat r
éguaj áterásidof ei
ta
port r
êsanosemei opel osjudeuscom um gr andedi t
ador.
EntãooTempl oserár epenti
nament epr ofanado( Mt
24.15; cf.Dn9.27),Oscr ist
ãosescapar ãodaGr ande
Tribulação.
3.
At eori
adoar rependimentodepoi sdat ribul
ação.De
acordocom est aopi ni
ão,pertodof inal daGr ande
Tribul
ação,eexat amenteant esdoder ramament odas
setetaçasdai radeDeus, ocorr eráoar rebatament o.Os
argument osport r
ásdestaopi niãosãoossegui ntes:(a)
Paulodizqueocr ist
ãonãoest ádest i
nadopar aai r
a
assim comoosout r
os(1Ts5. 9) .(6)Amençãodav i
nda
deCr i
stocomoum l adrãodenoi teéencont r
adamui t
o
depois,noliv
rodeApocal ipse; nav er dade, entr
easext ae
asét i
mat açadai ra(Ap16. 15;cf.Mt24. 43;1Ts5. 4).(c)
Oscr i
stãosnuncaescapar am dat ribulaçãoeda
perseguiçãoem nenhum moment oanteriornahist
óri
a;e
porquedev eri
am escaparnof i
nal
dost empos?( d)Em
Mat eus24.15ss.,Cri
stofaladeumaf ormaquepode
sugerirqueocr enteparti
cipar
ádaTribulação.“
Quando,
pois,vir
desoabomi náveldadesol
ação...fuj
am paraos
mont es”.
Ospr é-
mi l
eni ali
stassábiosdi vergem uni f
ormement e
daquelesquedef endem out rasopi niões,v i
stoqueest aé
umaquest ãodei mpor t
ânci amenorcompar adacom t oda
aquest ãoquant oasehav eráounãoum r einomileni alna
terr
a.Ospós- tri
bulacioni
st asenf ati
zam quenãohav eria
nenhum pr ejuízoem sef or taleceroscr istãosepr epar á-
l
ospar aenf rentarem aGr andeTr i
bulação, mesmoque
elesnãopassem porel a;mashav eriaum gr andepr ejuízo
em atenuá-la, casoelesr ealment et enham queat rav essá-
l
a.Ospr é-
tri
bul acioni
stas, especialment e,enfati
zam a
dist
inçãoent reI sraeleai greja,sustentandoqueoper í
odo
daGr andeTr ibulaçãosódi zr espeitoaI sr
ael .
Vej
aCr
ist
o,Vi
ndade;
Escat
ologi
a.
R.A.K.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>
Ar
rebat
ament
o_Secr
eto?
Oquevocêspodem di
zersobr
eacr
ençapopul
ardo
ar
rebat
amentosecr
eto?
Si
mplesmentenãoestánaBíbl
i
a.Oversoquefal
ade
manei
ramaisvívi
dasobreossant
ossendolev
adosao
Céuestánocapí
tulo4de1Tessal
oni
censes:
Aqui t
emosum chamado, avozdoAr canjo,
eatrombeta
deDeus.Nenhumadessascoi sasindicar
iaumav i
nda
secreta.Nãoéporacasoqueesset extoéchamadode“o
versomai sbar
ulhent
odaBíbl
ia”.
Oarr ebatamentosecretofoibaseadonum processoda
teol
ogi aconheci
dacomodi spensacionali
smo,ensi
nado
em mui tasescol
asdeBí bl
iaquepr epar
avam mini
str
os
paraospúl pi
tosnorte-americanos.Aordem doseventos
ensinadaporest esi
stemaé:
1º:Oar
rebatament
o(r
essur
rei
çãodosj
ust
os,
sant
os
sendol
evadosaocéu)
;
2º
:Agr
andet
ri
bul
ação;
3º
:Asegundav
inda(
nar
eal
i
dade,
ater
cei
ra)em podere
gl
óri
a;
4º
:Omi
l
êni
o.
Est
aor
dem dif
eredaor
dem apr
esent
adanasEscr
it
uras.
Ei
sosevent
osnaordem comoest
ãonaBíbl
ia:
Mat
eus24
1º
:Agr
andet
ri
bul
ação(
Mat
eus24:
29)
;
2º:Oescureci
mentodoSol
edal
ua,
aquedadeest
rel
as
(Mateus24:29);
3º:Av i
ndaglor
iosadoSal
vadorem poderemaj
est
ade
(Mateus24:30);
4º
:Oar
rebat
ament
ovi
sív
eldosj
ust
os(
Mat
eus24:
31)
.
Mar
cos13
1º
:At
ri
bul
ação(
Mar
cos13:
24)
;
2º:Oescureci
mentodoSol
edaLua,
aquedadasest
rel
as
(Marcos13:24-25)
;
3º:
Segundav
indadeCr
ist
oem poderegl
óri
a(Mar
cos13:
26);
4º
:Ossant
ossãol
evadospar
aocéu(
Mar
cos13:
31)
.
Lucas21
1º
:Osev
ent
osdat
ri
bul
ação(
Lucas21:
25-
26)
;
2º
:Si
nai
snoSol
,naLua,
enasest
rel
as(
Lucas21:
25)
;
3º:
Segundav
indadeCr
ist
oem poderegl
óri
a(Lucas21:
27).
1Tess4
1º:
Segundav
indadeJesusem poderegl
óri
a(1Tess4:
16);
2º
:Ar
essur
rei
çãodosj
ust
os(
1Tess4:
16)
;
3º:Ossant
ossãol
evadospar
aocéudemanei
rav
isí
vel
(1
Tess4:17).
Apocal
i
pse6
1º:Terr
emot
o,escur
eci
mentodoSol,aLuasetorna
sangueeaquedadasestr
elas-met
eoros(Apocal
ipse
6:12-
13);
2º:Segundavi
ndadeJesuscom poderemui
tagl
óri
a
(Apocal
ipse6:
14-17)
.
Joel
2
1º
:Escur
eci
ment
odoSol
edaLua(
Joel
2:31)
;
2º:
Segundav
indadeJesusem gl
óri
aemaj
est
ade(
Joel
2:
32);
Nãoésurpr
eendent
equenenhumadasr ef
erênci
as
bí
bli
casdêaordem di
spensaci
onal
i
stadosevent
os?
Seoarrebat
ament osecret
onãoébíbli
co,porquet
ant
os
pr
egadorescri
stãossincer
osfal
am sobreel
e?
Cadav ezmai
sospregador
escrist
ãossincer
osestão
descobri
ndoquenãoébíbl
i
coeest ãoabandonandoesse
ensi
namento.Comoum escri
toraf
irma:
“Oafastament
omagnéticodoArr
ebatamentopodeser
descri
tocomoumar uademãoúnicasem ninguém na
contr
amão–ej ásepensaem aumentaralargur
apara
suport
armaistráf
ego”(
DaveMcPherson,TheGreat
Raptur
eHoax,pág.13).
-Ah,i
ssoéf
ácil-el
erespondeudesembar
açadament
e.
Lei
a1Tess4:16.
-Maseuj
áli
,eéov
ersomai
srui
doso(
bar
ulhent
o)da
Bí
bli
a!
ODr.Bingham deuiní
cioaumaprof
undapesqui
sadas
Escr
it
uras.Maistar
deeleescr
eveu:
“
Assemanasquesesegui ram àquelai
nocenteperguntae
oprobl
emaem quemecol ocou,éumaoutrahistór
ia.Se
vocêaceit
aateori
adeum ar r
ebatamentosecret
oda
i
grej
a,tent
efazerest
aperguntaparavocêmesmo”( H.A.
I
ronsi
de,TheGreatParent
hesis,
pág.23).
W.J.Eerdman,um dosmai or
esexposi
toresdateori
ado
arr
ebatamentosecr
eto,eum dosedit
oresconsult
oresda
Scofi
eldRef
erenceBibl
e,escr
eveu:
“Sealguém menospr ezasseacr ençadequeJesusv i
ráa
qualquermoment o,comosei ssotir
asseoseusossego,
seri
asuf i
cienter
espondercom aspal avrasdodi
tado:
‘
Melhoradecepçãodav erdadedoqueaf al
sapr
omessa
doer r
o’”(
Ibidem,pág.35).
Outr
osimportanteslí
derescr
ist
ãosquemudar am seu
pontodevi
stasão: Charl
esR.Eerdman,A.J.Gordon,
HenryW.Fr
ost ,Dr.Har
oldOckenga,Phi
l
lipMauro,George
Ladd,emui
tosout ros.
Existem al
gunspr egadoreset eól
ogosquenãor ecusam a
teoriadoar r
ebatament o,
masquet êm expr
essado
dúv i
dasquant oàsuav al
i
dade.HarryIronsi
de,um dos
mai orespromotoresdat eori
a,confessouaR.St anley
Pay ne,daestaçãoder ádiodeMoodyWMBI :“
Eusei queo
processoqueensi noéchei odef al
has, masestoumui to
velhoej áescrevimuitosoutrosli
vrosparafazerqual quer
mudança”( DaveMcPher son,
TheGr eatRaptureHoax, pág.
86).
Mesmoaquel esqueensinar
am ouaindaensinam ateori
a
doarrebatament
oadmitem queelanãoestánaBí bli
a.C.
I.
Scof
ield,aut
ordaBí
bli
adeRef er
ênciaScofi
eld,r
etratouo
arr
ebatament
ocomoal gocomplet ament enov o,algoque
nãofoimenci
onadopelosprofet
asbí bl
icos.[C.I.Scof
iel
d,
“TheRetur
nofChri
sti
inRelati
ont ot heChur ch”(AVolta
deCrist
oem Rel
açãoàI gr
eja)
,BibliothecaSacr aCIX,1952,
pág.5].
JohnWalvoorddiz:“Apart
idadai grej
adaTer ra
obvi
ament ecausaráum grandealvoroço,emboraaBíbl
i
a
nuncapareçareferi
r-
sedir
etament eaisto”(John
Walvoor
d,“Christ
´sOli
vetDiscourseont heEndohthe
Age”,Bi
bli
othecaSacraCXXVI I
I,1971,p.114).
Wi
l
li
am Her
ri
sondi
z:
Exi
stem t
rêsrazõesporqueest
apassagem nãoser
efer
e
aum arr
ebatamentosecret
o:
1.Nocont
extodeMat
eus,
vemosumaapar
içãol
i
ter
ale
vi
sív
eldeCri
sto:
“
Porque,
assi
m comoor elâmpagosaidoori
ent
eese
mostr
aatéoocident
e,assim ser
átambém avi
ndado
f
il
hodohomem”( Mateus24: 27);
“.
..t
odasast
ri
bosdat
err
a”v
erãoSuachegada(
Mat
eus
24:30);
Suav i
ndaser
á“sobreasnuvensdocéu,
com podere
grandegl
óri
a”(Mateus24:
30) ;
Seusanj
osvãor
euni
roselei
toscom um “
clamorde
tr
ombetas”(
Mat
eus24:31).
2.Tudoqueestárel
aci
onadoànat ur
ezadeumavinda
secr
etaéatr
ibuí
doa“ f
alsoscr
ist
os”.(Mat
eus24:
24-26)
;
Osteól
ogosdi spensaci
onali
stasnãoensinam queo
arr
ebat
amentoéencont r
adoem Mat eus24.JohnDar by,
um doscr
iador esdoensinodoarrebatamentosecret
o,e
JohnWalvoord, um i
mportant
eteólogodispensaci
onali
sta,
di
zem:
“Éimport
anteterem mente,noestudodeMat eus24;25,
queoarrebatamentonãoémenci onadonessescapít
ulos”
.
(VerKel
l
y ,
TheWr it
ingsofJ.N.Darby,v
olumeI V,
págs.52,
53)
“.
..oar
rebat
amentonãoéencont r
adoem lugarnenhum
em Mateus,
Marcos,ouLucas(ouem qualqueroutr
aparte
doSermãodaMont anha)
.(VerJohnWalvoord,“Chr
ist
’s
Ol
ivetDiscour
seont heEndoft
heAge”
,Bi
bli
otecaSacr
a
CXXVIII
,1971,pág.114)
.
Paulodizem 1Tess5:2queav i
ndadeCr i
stoserácomo
um “ladr
ãodenoit
e”.Um l
adrãovem sem fazerbar
ulho,
e
estaémi nhar
azãoparaacredi
tarnoarr
ebatamento
secreto.
Ailust
raçãodeum “ladrão”quev em ànoiteéusadat r
ês
vezesnaBí bl
i
a:porCristo,
em Mat eus24:43;Paulo.em 1
Tess5:2eporJoão, em Apocalipse3:3.Exist
em duas
perguntasquepreci
sam ser espondidasem relaçãoa
estaspassagens:
Qualopropósi
todai l
ust
ração?Ser
iai
nconcebív
el assumi
r
queav i
ndadeCr i
stoser
iacomoum ladrãoem todosos
aspect
os.Eleédesonestoquantoum l
adrão?El
eédi gno
dedesprezoquantoum l
adrão?
Também poderiasercomentadoquenem t odosos
l
adrõesfazem seutr
abalhoem si
lênci
o.Algunsdel
essão
bem vi
olent
os.Geral
ment e,
seusarrombament osv
êm
acompanhadosdemui tobarul
hoeconf usão.
1Tess5começacom oassunt o“dost emposedas
estações”(1Tess5: 1) .Osversos1Tess5: 3-4falam
sobrear epent
inadest r
uiçãoquev i
rá.Pauloestáf alando
clar
ament equeasegundav i
ndadeCr i
st oserátão
repenti
naquant oadol adrãoquechegaànoi te.El
enão
estáfalandosobr enenhum outroaspect odeum ladr ão,
e
nãohánenhum f undament oparafazeralguma
compar açãoentreCristoeum ladrão,além daquef oi
propostapeloprópriotexto.
Apocali
pse3:3diz:“
E,senãovi
giardes,v
irei
sobr eticomo
um ladrão,
enãosaberásaquehor asobretivir
ei”.Mais
umav ez,aanalogi
adoladrãoi
l
ustraSeuapar eci
ment o
repenti
no.Nenhum dostext
osref
ere-seaoev ent
ocomo
sendosecreto.
Qualocontext
odaspassagens?Todasastrêsfal
am
sobr
eumaapar içãopúbl
i
ca.Oli
vrodoApocali
psediz:“
Eis
quevem com asnuvensetodool
hoov er
á”.Apocali
pse
1:
7.
1Tessalonicenses5:3completa:“
Pois,
que,quando
disser
em: Hápazesegur ança,entãol
hessobrevi
rá
repenti
nadestrui
ção”.Jáateoriadoarr
ebatamento
ensinaquear epenti
nadestr
uiçãonãov i
rásobeeles,
mas
quecont i
nuarãonumat r
ibul
açãodeset eanos.Al
go
total
menteocont rár
iodoqueacabamosdel erem 1Tess
5:3.
Nenhumadasilust
raçõesdo“l
adrãodenoi
te”sugereuma
vi
ndasecr
eta.Apenassetir
adasdeseucontext
o..
.
Qualéoerroem cr
erqueJesus“
jáv
eio”ouque“
vir
á
secr
etamente?
”
Primeir
o:ist
onãoéensi nadopelasEscri
tur
as.Segundo:
todoaquelequepr at
icaouaceit
aalgoquenãoév erdade,
fi
caráforador ei
nodoscéus(Apocali
pse22: 15).Tercei
ro:
crerqueCr i
stojávei
oouque“ ar
rebatar
áai grej
a
secretament e”tr
aráconsequenciasmui toséri
asàs
pessoasqueadv ogam talcr
ença, poisest ar
ãototalment
e
desprepar adasquandoJesusv ierem gl óri
a(Mateus
24:30-31) .Assim,el
asf i
carãoapav oradasaov ero
Senhor ,poisnãoacredi
tavam naSuav indav i
sív
el.Tai
s
pessoasf arãopartedaquelaclassemenci onadaem
Apocal i
pse6: 14-
17:
Aov erJesusnocéusem t
eracr
edit
adoqueElevi
ri
aem
gl
óriaapessoaserápegadesurpr
esa.Vej
aoquãoé
i
mpor tant
eacredi
tar
mosnavolt
aglori
osadoSenhor
JesusCr i
stoconf
ormeéensi
nadanaBíbli
a!
LogoEl
evol
tar
áem gl
óri
aemaj
est
adepar
anosbuscar
:
“Então,aparecer
ánocéuosinaldoFi
lhodoHomem;
todosospov osdater
rasel
amentar
ãoev er
ãooFi l
hodo
Homem v i
ndosobreasnuvensdocéu,com poderemui
ta
glór
ia”.Mateus24:30.
“Ent
ão,sever
áoFi l
hodoHomem v i
ndonumanuv
em,
com poderegrandegl
óri
a”.Lucas21:27.
“Quandovi
eroFi l
hodoHomem nasuamajestadeet
odos
osanjoscom ele,
então,
seassent
aránot
ronodasua
glór
ia”Mateus25:31.
Portant
o,acei
teover
dadei
roensi
nobíbl
i
cosobr
eo
assuntoesigaoconsel
hodoSenhor
:
“Portant
o,vi
giai
,porquenãosabeisem quedi
av em o
vossoSenhor.Porisso,f
icai
também vósapercebi
dos;
porque,àhoraem quenãocui dai
s,oFi
lhodoHomem
vir
á”.Mateus24:42,44.
Vi
gieePr
epar
e-se!Jesusest
ávol
tando!
“Aquel
equedátest
emunhodest
ascoisasdiz:
Certament
e,
venhosem demor
a.Amém!Vem,SenhorJesus!”
Apocal
ipse22:
20.
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>
ARREBATAMENTODAI
GREJA,
O
ARREBATAMENTODAI GREJA, O.Umaexpr essãousada
pelospré-mileni
staspar asereferirem àuni ãodai grej
a
com Cr i
stonaSuaSegundaVi nda( dol atimr apio,
"arr
ebatado").Aprincipalpassagem bí blicanaqual este
ensinament oébaseadoé1Ts4. 15- 17: "
Or a,aindav os
declaramos, porpalavradoSenhor ,isto:nós, osv i
vos,os
quef i
carmosat éàv i
ndadoSenhor , demodoal gum
precederemososquedor mem.Por quant ooSenhor
mesmo, dadaasuapal avradeor dem, ouv idaav ozdo
arcanjo,eressoadaat r
ombet adeDeus, descerádoscéus,
eosmor tosem Cr i
storessuscitarãopr imei r
o;depoi snós,
osv iv
os,osquef icarmos, ser
emosar rebat ados
j
unt amentecom el es,entr
enuv ens, par aoencont r
odo
Senhornosar
es,
eassi
m est
aremospar
asempr
ecom o
Senhor"
.
Pré-Tri
bulacionismoeaOr igem daControv
érsiado
Arrebatament o.Adespeit
odat ent
ati
vados
di
spensaci onali
stasdeidentif
icart
odosospré-mil
enist
as
com aspect ospeculi
aresdopensament odeles,t
aiscomo
oarrebat ament opr é-tr
ibul acionista, fi
caóbv ioque, no
decursodamai orpar tedahi stór
iadai greja,aquel esque
ensinavam opr é-mi l
eni smonãot inham uma
i
nterpretaçãot ãopor menor izadadost emposdof i
m.At é
ocomeçodosécul oXI X, aquel escr entesquedi scuti
am o
arr
ebat ament oacr edi t
av am queel eocor rerí
aj untocom a
volt
adeCr i
stonof im doper íododat r
ibulação.A
contri
buiçãodeJohnNel sonDar byàescat ologi alevou
muitoscr istãosaensi nar em queav ol
tadeCr istosedar i
a
em duaset apas: uma, par abuscarSeussant osno
arr
ebat ament o,eaout ra, com Seussant ospar acont r
olar
omundonof im dagr andet ribulação.Segundoest a
i
nterpretaçãodaspr ofeciasbí bli
cas, entreest esdoi s
eventosser iacumpr idaasept uagési masemanapr edi
ta
porDani el (
9.24-27)eoant i
cr i
stov i
ri
acom poder .Com a
i
grejasai ndodecena.Deusr eati
v ari
anaquel et empoSeu
tr
atament ocom I srael.
OPont odeVist
aMi d-
Tri
bul
aci
onist
a.Um doslí
der
esna
apresent
açãodeum pontodevi
stadifer
ent
edo
arr
ebatamentofoiHarol
dJohnOckenga,um l
í
derno
mov i
mentoevangéli
coquesedesenvolv
eunosEstados
Uni dosdepoi sdaSegundaGuer raMundi al .Num br eve
test emunhopessoal em Chr istianLi fe( "VidaCr i
st ã" )(fev .
de1955) ,citoumui tasdi fi
culdadesassoci adascom opr é-
tri
bul aci onismo.Est asincluíram oaspect osecr etodo
arrebat ament o, or eav ivament oaserexper iment ado
dur ant eat ri
bul ação, adespei todar emoçãodoEspí ri
to
Sant o, ear eduçãodai mpor tânci adai grejaenv olv i
dana
escat ologi adi spensaci onalista.Out r
osl íder esev angél icos
acr escent aram suascr íti
casàposi çãopr é- tri
bul aci oni sta.
Asmodi ficaçõesquedef endiam er am super ficiais,
i
ncl ui ndoal imi taçãodai radeDeuscont raomundo( Ap
16- 18)aospr i
mei r
ost rêsanosemei oant esdabat alhado
Armagedom.I nf l
uenci adospel amençãor epet i
dadet rês
anosemei o( quar ent aedoi smeses)em Dn7, 9e12, eem
Ap11e12, argument av am af av ordeum per í
odo
abr ev iadodet ribulação.Comoapoi odest ear gument o,
citav am Dn7. 25quei ndicaqueai grejaest ar ásuj eitaao
gov er not irânicodoant icri
stodur ant et rêsanosemei o.
Dn9. 27t ambém i ndi caqueogov ernant emundi al dof i
m
dost emposf ar áum 118-Ar rebat ament odaI grej a, O
acor docom oscr i
st ãoseosj udeus, dandogar ant iasda
l
iber dader eli
gi osa, masquepassar á, depoi s,al ev ara
efeit oasegundaet apadoseupl ano, esupr imi ráas
obser v ânciasr eli
giosas.Acr edi tav a-sequev ár i
as
passagensdoNTt ambém apoi av am omi d- t r
ibul a-
cioni smo, i
nclui ndoAp12. 14, quepr edi zumaf ugada
i
grejaparaodesertoduranteospr i
meirostrêsanose
meiodoper í
ododat ri
bul
ação.Além disso,osmi d-
tr
ibul
acioni
stasacredi
tavam queopont odev ist
adelesse
encaixanodiscur
sodoMont edasOl i
veir
as( Mt24;Mc13;
eLc12)mel hordoqueai nt
erpr
etaçãopré-t
r i
bul
aci
onist
a.
Osmi d-tr
ibulacionistasdecl ar am queoar r
ebat ament o
deveocor rerdepoi sdecer tossinai spr
edit
osedaf ase
preli
minardat ribulação, conf ormeadescr içãoem Mt
24.10-27.Oev ent onãoser ásecr eto,massi m
acompanhadoporumademonst raçãoimpr essionante,
i
ncluindoum al tobr adoeor essoardat rombet a(1Ts4. 16;
Ap11. 15;14.2).Est esinal dramát icoatr
air
áaat ençãodas
pessoasnãosal v ase, quandoest asperceber em queos
cri
stãosdesapar ecer am, v
irãopar aCr i
stoem númer os
tãograndesquehav eráum r eavivamentoem gr ande
escala(Ap7. 9,14) .
Vejat
ambém SEGUNDAVINDADECRI STO;
ESCATOLOGÍ
A;DISPENSAÇÃO,DI
SPENSACIONA-USMO;
MILÊNIO,
CONCEITOSDO;DARBY,JOHNNELSON.
Bibli
ogr af i
a.0.T.Al li
s,Prophecyandt heChurch; R.
Ander son, TheCor ningPr í
nce;E.S.Engli
sh,Rethinkingthe
Rapt ure; R.H.Gundr y,TheChur chandtheTribulation;G.E.
Ladd, TheBl essedHope; D.MacPher son,TheIncr edibl
e
Cov er-Up; P.Maur o,TheSev entyWeeksandt heGr eat
Tribulation; J.B.Pay ne,TheI mminentAppearingofChr i
st;
J.D.Pent ecost,Thingst oCome; A.Reese,The
Appr oachi ngAdv entofChr i
st;J.F.St
rombeck, Firstthe
Rapt ure; J.F.Wal voord,TheRapt ureOuesti
on; L.J.Wood,
IstheRapt ureNext ?
<<Ant
.I
níci
oPr
óx.
>>