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Mapa de Riscos

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1

Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas

MAPA DE RISCO
LABORATÓRIO DE QUÍMICA APLICADA

Mayza Ribeiro Santana Carvalho

Sete Lagoas - MG

2016
2

Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas

Apresentação do trabalho de Mapa de Risco do Laboratório de Química Aplicada , da


disciplina de Saúde e Segurança no Laboratório , apresentado no 1º módulo curso de Química
da Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas - MG.

Orientador: Profª Tianna Souza

Mayza Ribeiro Santana

Sete Lagoas – MG

2016
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Sumário

Introdução ............................................................................................................................4
Objetivo................................................................................................................................5
Mapa de Risco ......................................................................................................................6
Níveis de Iluminância ............................................................................................................8
Ergonomia.............................................................................................................................9
Referência ..........................................................................................................................10
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Introdução

O mapa de riscos é importante para as empresas, pois possibilita que o trabalhador


tenha uma visão mais cautelosa diante dos perigos identificados (BITENCOURT, QUELHAS
e LIMA, 1999). Já para o empregador, as informações mapeadas servirão para identificar os
pontos vulneráveis na planta baixa, fazendo com que haja uma preocupação maior nesses
pontos, de forma a evitar que ocorra uma paralisação ou mesmo queda na produção,
prejudicando a desempenho da empresa, devido à ocorrência de acidentes (BITENCOURT,
QUELHAS e LIMA, 1999).

O assunto que será tratado neste artigo segundo a ABEPRO (2008) se enquadra na área
de Engenharia do Trabalho na subárea Gestão de Riscos de Acidentes do Trabalho. Objetivo
geral do estudo foi elaborar um mapa de riscos do Laboratório de Química Aplicada (LQA),
da Escola Técnica Municipal de Sete Lagoas – MG , com o intuito de apontar e especificar os
tipos de riscos e suas localizações no laboratório.

Mapa de riscos é uma representação gráfica do conjunto de fatores como: riscos físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e acidentes, presentes nos locais de trabalho. A elaboração
do mapa de riscos proporciona aos trabalhadores uma visão mais cautelosa diante dos perigos
identificados, e fornece ao empregador os pontos vulneráveis na planta baixa, de forma a
evitar que ocorra uma paralisação ou mesmo queda na produção, prejudicando o desempenho
da empresa, devido à ocorrência de acidentes. Objetivo geral do estudo foi elaborar um Mapa
de riscos do Laboratório de Química Aplicada (LQA), com o intuito de apontar e especificar
os tipos de riscos e suas localizações no laboratório. Para coleta de dados utilizou-se de
observação direta intensiva do tipo participante com entrevista semi-estruturada. O método de
abordagem foi o qualitativo.

O artigo se classifica quanto aos fins como exploratório, descritivo, e explicativo e


quanto aos meios como pesquisa de campo, bibliográfico e estudo de caso. Ao término da
elaboração do mapa de riscos do LQA, verificou-se de que o mesmo apresenta riscos
biologicos, quimicos, fisicos, de acidentes, e ergonômicos, pois apresentam espaços
inadequados, produtos perigosos e não dispõem do uso de EPI.
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Objetivos

Objetivos Específicos foram: Distinguir o grau de gravidade de cada segmento onde


ficam os produtos e equipamentos; Verificar e aplicar a simbologia das cores de acordo com o
tipo de risco que o local representa, podendo este ser biológico, químico, físico, entre outros;
E por fim elaborar o Mapa de riscos do Laboratório.

O artigo está estruturado em seis sessões. Na primeira sessão encontra-se a introdução,


onde se trata da importância do mapa de riscos, da Engenharia de Segurança do Trabalho
segundo ABEPRO, e dos objetivos gerais e específicos do artigo.

A segunda sessão refere-se a fundamentação teórica, onde o assunto abordado é o mapa


de riscos. Na terceira sessão apresenta-se a revisão bibliográfica. A quarta sessão refere-se a
metodologia utilizada para a elaboração do artigo. Na quinta sessão é apresentado os
resultados e a discussão do mapa de riscos do LQA. E por fim, na quinta sessão encontra-se a
conclusão obtida ao término da pesquisa.
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Mapa de Risco

Para a elaboração do mapa de riscos deve-se seguir algumas etapas, conforme


mencionado Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria N.º 25, de 29 de Dezembro de 1994,
NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais:

1. Conhecer o processo de trabalho no local analisado, ou seja, os trabalhadores, os


instrumentos, materiais de trabalho e as atividades exercidas no ambiente de trabalho;

2. Identificar os riscos existentes no local analisado;

3. Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia, como por exemplo:


medidas de proteção coletiva; medidas de organização do trabalho, medidas de proteção
individual e medidas de higiene e conforto;

4. Identificar os indicadores de saúde, ou seja, as queixas mais frequentes e comuns


entre os trabalhadores expostos aos mesmos riscos, os acidentes de trabalho ocorridos, as
doenças profissionais diagnosticadas, e as causas mais frequentes de ausência ao trabalho;

5. Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local;

6. Elaborar o mapa de riscos, sobre o layout da empresa, indicando através de círculo: o


grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada na Tabela I; o número de
trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do círculo; a especialização do
agente; intensidade do risco, que deve ser representada por tamanhos diferentes de círculos e
causas mais freqüentes de ausência ao trabalho.

Classificações dos Riscos Ambientais A classificação dos Riscos Ambientais é definida


pelo Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria N.º 25, de 29 de Dezembro de 1994, NR 9 -
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. São cinco os principais riscos, como se pode
observar:
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A base para a construção do Mapa de riscos segundo UNESP (2012) é a planta baixa ou
esboço do local de trabalho, e os riscos são definidos pelos diâmetros dos círculos, que
representa o tamanho do risco, ou seja, a sua gravidade, como apresenta:
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Níveis de Iluminância
Iluminância é o “Limite da razão do fluxo luminoso recebido pela superfície em torno de
um ponto considerado, para a área da superfície quando esta tende para o zero”.

Níveis de ruído
Existem dois tipos de ruídos, como: ruído com caráter impulsivo, ou seja, ruído que
contém picos de energia acústica com duração menor do que 1 segundo e que se repetem a
intervalos maiores do que 1 s, por exemplo, martelagens, bateestacas, tiros e explosões, e
ruído com componentes tonais, que são ruídos com tons puros, como o som de apitos ou
zumbidos.
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Ergonomia
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de
2007, NR 17 – Ergonomias, os mobiliários dos postos de trabalho, para trabalhos executados
na posição sentada, devem ser planejados ou adaptados para esta posição.

As bancadas, mesas e escrivaninhas para trabalho manual sentado ou que tenha de ser
feito em pé, conforme Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho
de 2007, NR 17 – Ergonomia, para que assim possa proporcionar ao trabalhador condições de
boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos:

Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos
mínimos de conforto: “altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função
exercida; características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; borda frontal
arredondada; encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região
lombar” (Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de 2007, NR
17 – Ergonomia).

Os equipamentos eletrônicos utilizados segundo Ministério do Trabalho e Emprego,


Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de 2007, NR 17 – Ergonomia devem permitir o ajuste da
tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra reflexos, e proporcionar
corretos ângulos de visibilidade ao trabalhador; o teclado deve permitir ao trabalhador ajustá-
lo de acordo com as tarefas a serem executadas; a tela, o teclado e o suporte para documentos
devem ser colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olho teclado e olho-documento
sejam aproximadamente iguais; serem posicionados em superfícies de trabalho com altura
ajustável.

Considerações Finais
Com a elaboração do estudo, percebeu-se que o mapa de riscos dentro de um ambiente
de trabalho, é fundamental, pois possibilita aos trabalhadores ter uma visão mais cautelosa
diante dos possíveis perigos identificados. Por meio da elaboração gráfica dos riscos
existentes no LQA, foi possível identificar os riscos de cada ponto, possibilitando aos usuários
do laboratório visualizá-los de forma a prevenir os acidentes, sejam eles químicos, físicos,
biológicos entre outros.
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Referências

 ABEPRO – Associação Brasileira de Engenharia de Produção. Áreas e Sub-áreas de


Engenharia de Produção, 2008. Disponível em:. Acesso em: 18 Set. 2013.

 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10151: Acústica -


Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade –
Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.

 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10152: Níveis de


ruído para conforto acústico. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.

 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5413: Iluminância de


interiores. Rio de Janeiro: ABNT, 1992

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