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Espironolactona - Nova Literatura

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ESPIRONOLACTONA

· Diurético
· Anti-hipertensivo
· Anti-hipopotassêmico

Indicações:
São Paulo (11) 2067.5600
Estados edematosos (insuficiência cardíaca congestiva, cirrose hepática e sín-
Brasil 0800 10 50 08
drome nefrótica). Coadjuvante no tratamento da hipertensão. Diagnóstico e
tratamento a curto e longo prazo do hiperaldosteronismo primário. Prevenção e
tratamento da hipopotassemia.

www.purifarma.com.br
Propriedades:
Ambos os efeitos, diurético e anti-hipertensivo, ocorrem pela ação de bloqueio
do intercâmbio de sódio por potássio no túbulo distal renal, o que provoca um
aumento na secreção de água e sódio e a retenção de potássio. A espironolacto-
grupopurifarma na é um inibidor competitivo da aldosterona. É bem absorvida por via oral, com
uma biodisponibilidade maior que 90%. Sua união às proteínas é muito alta
(90%). Metaboliza-se rapidamente no fígado em canrenona (metabólito ativo
eliminado por via renal).

Purifarma
Contra-indicações:
Hiperpotassemia. A relação risco-benefício deverá ser avaliada na presença de
anúria ou disfunção renal, diabetes mellitus, nefropatia diabética, disfunção
hepática, hiponatremia, distúrbios menstruais, ginecomastia.

Dose Usual / Posologia:


Adultos - Antiedematoso: 25 a 200mg ao dia em 2 a 4 ingestões durante pelo
menos 5 dias; dose de manutenção: 75 a 400mg/dia em 2 a 4 ingestões. An-
ti-hipertensivo: 50 a 100mg em dose única diária em 2 a 4 ingestões durante
2 semanas; manutenção: ajustar a dose segundo as necessidades individuais
de cada paciente. Hiperaldosteronismo primário: 100 a 400mg por dia dividi-
dos em 2 a 4 ingestões antes da operação. Agente de diagnóstico: teste longo:
400mg por dia em 2 a 4 ingestões durante 3 a 4 semanas; teste curto: 400mg/
dia divididos em 2 a 4 ingestões diárias durante 4 dias. Dose máxima: 400mg/
dia. Dose pediátrica - 1 a 3mg/kg/dia como dose única ou dividido em 2 a 4 in-
gestões, reajustando a dose após 5 dias.

Precauções:
Evitar a ingestão excessiva de alimentos ricos em potássio, o uso de substitutos
do sal e outros suplementos de potássio. Nos idosos pode haver maior risco de
desenvolver hiperpotassemia. Doses maiores que 100mg/dia podem produzir
efeitos endócrinos ou antiandrogênicos.

Reações Adversas:
Podem aparecer sinais de hiperpotassemia (arritmias cardíacas), náuseas, vômi-
tos, diarreia e, com menor freqüência, ginecomastia (após vários meses de trat-
amento); torpor, tonturas, falta de energia, cefaleias. Em raras ocasiões: erupção
cutânea ou prurido (reação alérgica).
Interações Medicamentosas:
O uso simultâneo de cloreto de amônia pode produzir acidose sistêmica. O uso
de corticóides, ACTH e mineralocorticóides pode diminuir os efeitos natriuréti-
cos e diuréticos e reverter o efeito retentor de potássio. Pode diminuir o efeito
anti-hipertensivo ao associar estrogênios, AINE ou drogas simpaticomiméticas.
A dopamina pode aumentar o efeito diurético. O uso crônico ou excessivo de
laxantes pode reduzir as concentrações séricas de potássio e interferir no efeito
retentor de potássio.

Referências Bibliográficas:
1. P.R. Vade-mécum Brasil. 2006/2007
2. ANFARMAG. Manual de equivalência – 2ª edição. São Paulo. 2006.

São Paulo (11) 2067.5600


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