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Orixás

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Com a Iyalorixá Márcia d´Oxum

O candomblé é uma religião de origem africana. Há algumas vertentes


dessa religião que, no Brasil, são chamadas de nações. Nações são sítios
religiosos africanos, distintos entre si. Entre nós temos as seguintes: Ketu,
nação que fala iorubá; Jeje, que fala ewe-fon; e Angola, nação que fala
línguas bantus.

No Brasil, a nação mais abrangente é a Ketu, de cultura religiosa iorubá.


É originária do oeste africano, mais precisamente da baía do Benin, de
onde partiram em maior quantidade os escravos que aqui se fixaram,
principalmente nas regiões que hoje são os estados da Bahia e
Pernambuco. Em solo africano, o candomblé brasileiro da nação Ketu é
conhecido como a tradicional religião iorubá. (para saber mais, clique
aqui)

A religião tradicional iorubá da cultura iorubá, tanto na África como no


Brasil, é uma interação fácil de ser identificada em muitos aspectos. As
vestes, os adornos, as músicas, os nomes atribuídos a cada pessoa
dentro desse universo estão estreitamente ligados à religião. Hábitos
nigerianos, como comer com as mãos, por exemplo, são utilizados
naturalmente, mesmo pelos não-religiosos, nas cerimônias iorubás.

CELEBRAÇÃO DAS FORÇAS DA NATUREZA

Esse mundo iorubá nada mais é do que o mundo encantado dos orixás ,
divindades que, abaixo de Olodumaré, Deus supremo, nos protegem com
suas energias provenientes da natureza. Entre os orixás podemos
associar Xangô ao fogo e ao trovão; Oyá (Iansã), ao raio e ao vento;
Oxum, à água doce dos rios; Oxumarê, ao arco-íris; Nanã é orixá
associado à chuva; Ossain, às folhas; Oxóssi é o orixá da floresta, e
assim com todos os demais.

A tradicional religião iorubá é um culto à natureza, é a celebração da


ecologia, onde o natural se sobrepõe ao artificial porque é de origem
divina. Os orixás que protegem os seres humanos, nessa visão religiosa,
não são santos distantes dos nossos atos cotidianos. Ao contrário, eles se
tornam presentes nas cerimônias religiosas e vêm dançar conosco
celebrando a vida, encantando nossa existência com a alegria que
sempre caracterizou o africano, numa festa de ritmo e cores. O religioso
iorubá vive intensamente o presente em comunhão com os orixás, em paz
com sua natureza humana. A meta a ser perseguida não é a perfeição, é
a felicidade.
As lendas dos orixás, uma das riquezas da história oral dessa tradição
religiosa, nos ensinam, em linguagem simbólica, que no mundo iorubá as
pessoas são como os deuses -- simples e sábios na consciência de suas
imperfeições. O destino, por exemplo, é um aspecto importante na cultura
iorubá. É o que torna a vida das pessoas verdadeiramente palpitante. E
cabe a Orunmilá, orixá da sabedoria, comunicar-se conosco, por meio das
práticas divinatórias, fazendo interagir ainda mais homens e deuses na
festa da vida.

Outra característica fundamental: a religião iorubá não acredita em carma.


Ou seja, não se acredita que as pessoas passem por determinados
problemas por estarem pagando algo que fizeram em vidas anteriores.
Acredita-se que o destino é mutável, o que dá coerência aos rituais do
candomblé. Quando fazemos, por exemplo, uma oferenda para modificar
alguma situação, estamos, na verdade, interferindo no destino. Essa
crença na mutabilidade do destino fica ainda mais evidente em casos de
pessoas que são iniciadas no candomblé: é como se elas nascessem
novamente, reescrevendo seus destinos pelos orixás.

Quanto à morte, a visão do candomblé tem por base a ancestralidade.


Mas essa é uma outra história, que ficará para uma próxima oportunidade.

Conheça uma das mais importantes lendas dos orixás:

No princípio dos tempos existiam dois mundos: o Orum, o espaço sagrado


dos orixás, e o Aiyê, o espaço dos seres vivos. Os orixás são os santos
do candomblé, representantes das forças da natureza, que têm ligação
direta com os elementos água, fogo, terra e ar, e tudo o que está contido
neles.

No Aiyê, então, só existia água. Foi quando Olodumaré, Deus supremo


dos iorubás, resolveu recriar o espaço para a humanidade. Para essa
tarefa incumbiu seu filho primogênito, Orixanilá (o nome mais sagrado de
Oxalá). Entregou-lhe um saco (apo iuá) contendo ingredientes especiais --
a terra inicial, a galinha de cinco dedos, uma pomba e um camaleão. A
terra deveria ser lançada sobre a imensidão das águas. A galinha de
cinco dedos deveria ir ciscando a terra para alargá-la o mais que pudesse.
A pomba, ao voar, orientaria a extensão da terra expandida. E o
camaleão, atento à tudo, observaria a execução da tarefa atribuída a
Orixanilá, para reportar os fatos à Olodumaré.
Assim, com seu cajado (opaxorô) e o saco da criação (apo iuá) Orixanilá
iniciou sua caminhada do Orum para o Aiyê, o planeta Terra habitado
pelos seres vivos. Entretanto, no meio do caminho, sentiu-se cansado e
com sede. Parou para descansar e bebeu um pouco de emu (vinho da
palmeira do dendezeiro). A interrupção de sua jornada, por outro lado, era
a oportunidade que seu irmão caçula, Odudua, precisava para competir
perante os olhos de seu pai, Olodumaré, nessa tarefa de grande
importância. Então enquanto Orixanilá dormia, Odudua pediu a seu pai
que ele cumprisse tal tarefa, o que foi permitido. Olodumaré, por sua vez,
lhe disse com autoridade: "Assuma a missão de criar a terra dos seres
vivos", o que foi feito prontamente.

Depois da galinha ciscar a terra, a pomba orientar a sua expansão e o


camaleão verificar se a tarefa foi cumprida, no terceiro dia Odudua criou a
terra firme, que passou a chamar-se Ilê Ifé (que no idioma iorubá significa
"terra que foi sendo ciscada"). Criou ainda, do barro e da água, bonecos
inanimados de todas as formas e de todas as cores esculpidas por suas
mãos. Orixanilá mostrou-se, perante o pai, arrependido do seu ato de
irresponsabilidade. E para que não se sentisse tão humilhado, Olodumaré
resolveu, em um supremo ato de inspiração, dar a Orixanilá outra tarefa
de tanta importância quanto a primeira, e ainda mais nobre: a de conceber
a vida nos bonecos inanimados. E assim ele soprou nas narinas do
boneco de barro, criando os seres humanos.

Esse sopro da vida é chamado pelos iorubás de emi. Assim, Odudua é o


criador de Ilê Ifé, primeira cidade do mundo para os iorubás. E Orixanilá é
o concessor da vida, aquele que dela dispõe, por ter criado os seres
humanos.

Exu:
Difícil definir bem esse orixá. Exu é o guardião dos templos, das casas, das
cidades e das pessoas. Exu também é vaidoso e viril. Se tratado com
consideração, reage mostrando-se serviçal e prestativo. Esquecer de lhe
fazer oferendas, por outro lado, significa esperar dele um reação à altura.
Por essa razão, Exu talvez seja o mais humano dos Orixás, nem
completamente mau, nem completamente bom. É o intermediário entre os
homens e os deuses. Antes de qualquer outro, Exu é quem deve receber
primeiro as oferendas. Justamente para neutralizar mal-entendidos na
relação dos seres humanos com os deuses e, até mesmo, dos deuses
entre si.
Seu instrumento de culto é o ogó (bastão ou cetro em forma de falo para
mostrar virilidade e para que ele possa se transportar entre o mundo dos
vivos e o mundo dos Orixás).

Os colares em sua reverência são de contas vermelhas e pretas.

Dia da semana, segunda-feira.

OGUM
Ogum foi o filho mais velho de Odudua, o fundador de Ifé. Era um temível
guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos e, entre suas
gloriosas vitórias, conquistou cidades como Ará, onde entronou o seu
filho, e Ire, usando aí, ele mesmo, o título de Onirê - senhor da cidade de
Irê.

Como orixá, é o deus do ferro e protetor de todos que trabalham com


esse metal (ferreiros, agricultores, escultores, mecânicos etc.) e dos
militares.

Seus fiéis usam colares de contas de vidro azul-marinho ou verde


[Link] instrumentos de culto são dois facões chamados ada.

Seu dia é a terça-feira.

OXÓSSI
Orixá rei da nação Ketu, deus da caça e da fartura. Seu habitat é a
floresta. Teve várias esposas, mas a sua predileta foi Oxum. A
curiosidade e a observação são características de Oxossi, orixá também
da alegria, que gosta de agir à noite, como os caçadores.

Seus instrumentos de culto são o ofá (arco e flecha), lanças, facas e


demais objetos de caça.

Seus fiéis usam colares de contas azul-turquesa ou verde fosco.

As quintas-feiras são dedicadas a Oxóssi.

LOGUN EDÉ
Este jovem Orixá, filho do Orixá Erinlé e Oxum Iepondá, nasceu na cidade
de Ilexá (ilê-casa; xá-iroxá). Vive seis meses com a mãe, período em que
adquire a personalidade de Oxum, e seis meses com o pai, quando
incorpora a característica de um grande caçador.

Seus instrumentos de culto são o Ofá e o Abebé (leque de metal nobre


em formato de folha).

Sua conta é azul turquesa e amarelo-ouro.

O dia de Logun Edé é a quinta-feira.

OBALUAÊ (OMOLU)
Obaluaê, conhecido na África como "Rei Dono da Terra", ou Omolu, "Filho
do Senhor". São esses os nomes geralmente dados ao deus da varíola e
das doenças contagiosas. Além do poder de curar tais doenças, perigosas
até de serem pronunciadas, é o orixá que cura as enfermidades ósseas.
Melhor definindo, é quem pune os malfeitores e insolentes.

Seu instrumento de culto é o xaxará (feito de talos de folhas de


dendezeiro, palhas da costa e búzios).

As pessoas que lhe são consagradas usam dois tipos de colares: um feito
de pequenos discos enfiados, chamado de lagdbá, e outro de contas de
vidro brancas e pretas, e na cor terracota rajada de preto e branco.

Dia da semana, segunda-feira.

OSSAIN
Divindade das folhas, Ossain usa seus segredos para o preparo de
poções mágicas. Originário da cidade de Irawo, na Nigéria, é um orixá
que esconde a perna esquerda, lado secreto de sua força. Sua
importância no Candomblé é fundamental e nenhuma cerimônia pode ser
feita sem a sua presença.

Seu instrumento de culto é o opa Ossain (um cetro em forma de um haste


de ferro que tem na extremidade superior um pássaro chamado oguê).

As pessoas dedicadas a Ossain usam colares de contas verdes e


brancas.
O dia da semana consagrado a este orixá é quinta-feira.

OXUMARÉ
Divindade simbolizada pelo arco-íris e pela serpente que se liga ao
próprio rabo em contínua renovação, este orixá é filho de Nanã e fiel
amigo de Xangô. Grande Babalaô (sacerdote de Ifá), Oxumaré representa
o crescimento e a prosperidade, a mobilidade e a atividade. Ser
tridimensional, sofre a mutação entre homem, serpente e arco-íris.

Seu instrumento de culto é uma lança envolvida por uma serpente.

Seus fiéis usam colares de vidro de contas verdes e amarelas ou


amarelas e pretas.

Seu dia da semana é terça-feira.

XANGÔ
Xangô foi o terceiro Alafin de Oyó (Rei de Oyó). Filho de Oranian e Torosi
- a filha de Elempê, rei dos tapás - cresceu no país de sua mãe, indo
instalar-se, mais tarde, em Kossô. Em seguida, com seu povo, dirigiu-se
para Oyó, onde estabeleceu a cidade que recebeu o nome de Kossô,
conservando assim seu título de Obá Kossô. Do ponto de vista divino, o
orixá permanece filho de Oranian e tem três divindades como esposa -
Oyá, Oxum e Obá. Xangô é viril, atrevido e justiceiro. De personalidade
muito forte, é o senhor dos raios, castiga os mentirosos, os ladrões e os
malfeitores.

O seu instrumento de culto é o oxê (machado de dupla face).

Na Bahia, como na África, seus fiéis usam colares de contas vermelhas e


brancas ou marrons e brancas.

Quarta-feira é o dia de Xangô.

IANSÃ (OYÁ)
Iansã (Oyá) é a divindade dos ventos, das tempestades e do rio Niger,
que em Iorubá chama-se "Odo Oyá". Foi a primeira mulher de Xangô e
tinha um temperamento ardente e impetuoso. Antes de se tornar mulher
de Xangô, Iansã (Oyá) viveu com Ogum. Lamentando não ter filhos,
consultou um Babalaô que a aconselhou fazer oferendas, entre essas um
tecido vermelho. Cumprida a obrigação, tornou-se mãe de nove crianças,
o que, em iorubá, se exprime pela frase "Iyá omo mesan", origem de seu
nome Iansã.

Seus instrumentos de culto são uma adaga, que simboliza a sua


personalidade guerreira, e o iruexim (rabo de búfalo).

Os filhos de Iansã (Oyá)usam colares de contas de vidro na cor grená.

Seu dia da semana é quarta-feira.

OBÁ
Terceira esposa de Xangô, esta divindade é originária do rio Oba, na
Nigéria. Corpulenta e destemida, a grande guerreira dança empunhando,
na mão direita, sua espada e um escudo, que lhe serve para cobrir sua
orelha esquerda, lembrando os fatos relatados em uma famosa lenda, que
faz referência à sua rivalidade com Oxum, na disputa por Xangô.

Seus instrumentos de culto são o ada (espada), o escudo e o ofá (arco e


flecha).

Os colares para Obá são de contas vermelhas e amarelas.

O dia da semana que lhe é dedicado é a quarta-feira.

EUÁ
Divindade do rio de mesmo nome localizado em terras iorubás, na
Nigéria, Euá é a deusa da beleza, amiga de Orunmilá, chefe conselheiro
do povo de Ifé e sempre consultado sobre os rumos a serem tomados
nas grandes decisões. Euá se esconde, eventualmente, em florestas de
iko (palha da costa).

Seus instrumentos de culto são uma cabaça e o ofá.

Suas contas são de cor vermelha.

NANÃ
Nanã Buruku é uma orixá muito antiga e por isso muito respeitada e
reverenciada. É considerada uma das mais antigas divindades das águas.
Não das águas turbulentas de alto mar, como Iemanjá, nem das águas
calmas dos rios, reino de Oxum, mas das águas paradas dos lagos e dos
lamacentos pântanos, que lembram as águas primordiais que Odudua
encontrou no mundo, quando iniciou a criação deste.

Seu instrumento de culto é o ibiri (cetro de palha da costa, talos de


dendezeiro e búzios).

Os filhos de Nanã devem usar colares de cor branca com listras azuis.

Seu dia na semana é a terça-feira.

OXUM
Oxum é a divindade do rio de mesmo nome, que corre na Nigéria. Foi a
segunda mulher de Xangô, tendo vivido antes com Ogum, Orunmilá e
Oxóssi. As mulheres que desejam ter filhos ou têm problemas de
gestação apelam para Oxum, pois ela controla a fertilidade e é a
protetora das crianças. É chamada de Iyalodê, título conferido à pessoa
que ocupa o lugar mais importante entre todas as mulheres em uma
cidade da região de origem de Oxum. Além disso, Oxum é a rainha de
todos os rios e exerce seu poder sobre a água doce, sem a qual não
haveria vida na Terra.

Seus instrumentos de culto são o abebé (leque de metal nobre com


espelhos) e uma espada.

Para reverenciar esse orixá usa-se, entre outros símbolos e adereços,


colares na cor amarelo-ouro.

O dia da semana dedicado a Oxum é o sábado.

IEMANJÁ
O nome Iemanjá vem da tradução do iorubá "Mãe cujos filhos são peixes".
É o orixá dos Egbá, nação estabelecida entre Ifé e Ibadan, onde existe o
rio que lhe deu o nome. Devido a conflitos entre nações, seus
assentamentos (objetos e símbolos sagrados) foram transportados para o
rio Ogum, que passou a ser a sua morada. Certa vez, Iemanjá, cansada
de sua permanência em Ifé, fugiu. Seu marido Odudua, rei de Ifé, partiu
em sua procura. Para se proteger do cerco dos soldados do rei, Iemanjá
quebrou, a conselho da mãe, Olokun, uma garrafa contendo um
preparado para ser usado em caso de perigo. Na mesma hora formou-se
no local um rio que a levou para Okun (o oceano), casa de Olokun.
Iemanjá é evocada e reverenciada por pescadores e por quem vive em
contato com o mar.

Seus instrumentos de culto são o abebé e a espada.

Seus colares são de contas de vidro transparentes.

Dia da semana, domingo.

OXALÁ
Divindade maior dos religiosos iorubás, abaixo de Olodumaré. Oxalá tem
o poder de conceder a vida por meio do emi (sopro da vida). Veste-se e
usa contas brancas, inclusive de marfim. O seu alá (pano branco) cobre e
protege não só os que lhe são consagrados, mas todos os adeptos do
Candomblé, ainda que dedicados a outro orixá.

Seu instrumento de culto é o opaxorô (o cetro que tem o poder).

As pessoas consagradas a Oxalá devem usar colares de contas brancas.

Seu dia da semana é a sexta-feira.

IFÁ (ORUNMILÁ)
No Candomblé, cultuar Ifá, também conhecido como Orunmilá, é
fundamental. Divindade da sabedoria para os religiosos iorubás, nada se
faz sem antes consultá-lo. Seu objeto principal é o opon Ifá, tábua
sagrada onde os odus (signos iorubás) são marcados no pó ierosum (pó
de uma árvore sagrada, corroída naturalmente pelos cupins),
constituindo-se numa espécie de enciclopédia oral das tradições dos
religiosos iorubás. Os porta-vozes de Ifá são os babalaôs, "pais do
segredo" ou sacerdotes de Ifá.

Seu instrumento de culto é o opon Ifá.

O dia da semana que lhe é dedicado é a sexta-feira.


As ilustrações desta página são de Goya Lopes

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