Orientações para Emergências Clínicas
Orientações para Emergências Clínicas
Emergências Clínicas
Prof. JeffersonIgor
ORIENTAÇÕES INICIAIS
INÍCIO 05/11/2022
60 FALTAS:
TÉRMINO
HORAS 25% DA CARGA HORÁRIA
DA DISCIPLINA = 3 TURNOS.
AVALIAÇÕES
MÉDIA: 6,0
HORÁRIO: 08:00 ÀS 17:00
3 FALTAS = RECUPERAÇÃO
ENCONTROS: SÁBADOS
FERIADOS PREVISTOS: NÃO HÁ
ORIENTAÇÕES INICIAIS
USO DE CELULAR
ATRASOS DE ALUNO
É PROIBIDO O USO DE
CELULARES E OUTROS DEVERÁ SENTAR NA CADEIRA
ELETRÔNICOS EM SALA DE AULA. DISPONÍVEL, SEM CAUSAR
TRANSTORNO OU PREJUÍZO NA AULA.
CONVERSAS PARALELAS
LANCHES EM SALA
É PROIBIDO O EXCESSO DE
CONVERSAS EM SALA DE AULA. É PROIBIDO O CONSUMO DE
ALIMENTOS EM SALA DE AULA.
CRONOGRAMA –Emergências Clínicas
VISITA TÉCNICA
AVALIAÇÃO TEÓRICA
*Cronograma sujeito a alteração mediante aviso do professor e/ou coordenação.
“O destino dos feridos repousa nas mãos daquele
que aplica o primeiro curativo”.
NICHOLAS SENN
Imagem: Simulação de Atendimento ao Trauma. Fotografia gentilmente cedida pelo Núcleo de Urgência e Emergência Pré-hospitalar – NUEMPH, Universidade Federal do Ceará. 2019.
ENFERMAGEM
PRÉ-HOSPITALAR
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
Art. 135 - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à
criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e
iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública:
• REDE CEGONHA
• REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
• REDE DE CUIDADO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA
• REDE DE ATENÇÃO ÀS DOENÇAS E CONDIÇÕES CRÔNICAS
• REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
EPIDEMIOLOGIA
Fonte: Boletim Epidemiológico das DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS. Governo do Estado do Ceará, 2021.
EPIDEMIOLOGIA
Fonte: Boletim Epidemiológico das MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS. Governo do Estado do Ceará, 2021.
EPIDEMIOLOGIA
A REDE DE ATENÇÃO AS URGÊNCIAS -RUE
COMPREENDENDO OS
COMPONENTES DA REDE
I. PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E VIGILÂNCIA EM SAÚDE
• Acolhimento com
classificação de risco;
• Demanda espontânea;
• Sala de observação;
III. SERVIÇO DE ANTEDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIAS
▪ Médico;
▪ Operador de Frota;
▪ Telefonistas
Auxiliares em
Regulação Médica –
TARM.
PRIMÁRIO:
POPULAÇÃO → SAMU
SECUNDÁRIO:
SERVIÇO DE SAÚDE → SAMU
IV. SALAS DE ESTABILIZAÇÃO
Deverá atender às
necessidades assistenciais
de estabilização do paciente
grave/crítico em municípios
de grandes distâncias e/ou
isolamento geográfico, bem
como lugares de difícil
acesso.
V. FORÇA NACIONAL DO SUS
▪ Complexidade
intermediária;
▪ Objetivo de
contrarreferência;
▪ Atendimento pré-hospitalar;
▪ Funcionamento 24 horas.
VII. COMPONENTE HOSPITALAR
1 3
2 4
5 6 8
A. Ambulância de Transporte –
veículo destinado ao transporte em
decúbito horizontal de pacientes que
não apresentam risco de vida, para
remoções simples e de caráter
eletivo. Tripulada por 2 profissionais,
sendo um o motorista e o outro um
Técnico ou Auxiliar de enfermagem.
TIPO B – SUPORTE BÁSICO
B. Unidade de suporte
básico de vida terrestre
(USB) – viatura tripulada por
no mínimo dois profissionais,
sendo um condutor de
veículo de urgência e um
técnico ou auxiliar de
enfermagem.
TIPO C – RESGATE
C. Ambulância de Resgate –
veículo de atendimento de
urgências pré-hospitalares de
pacientes vítimas de acidentes ou
pacientes em locais de difícil
acesso, com equipamentos de
salvamento (terrestre, aquático e
em alturas).
TIPO D – SUPORTE AVANÇADO
D. Unidade de Suporte
Avançado (UTI Móvel) –
Viatura tripulada por no
mínimo 3 (três)
profissionais, sendo um
condutor de veículo de
urgência, um enfermeiro e
um médico.
TIPO E – AERONAVE DE TRANSPORTE MÉDICO
E. Equipe de Aeromédico –
aeronave com equipe
composta por no mínimo
um médico e um
enfermeiro;
TIPO F –EMBARCAÇÃO DE TRANSPORTE MÉDICO
F. Equipe de embarcação –
contando com o condutor
da embarcação e um
auxiliar/ técnico de
enfermagem, em casos de
suporte básico de vida, e
um médico e um
enfermeiro, em casos de
suporte avançado de vida.
UNIDADE DO TIPO F
RESUMO
Veículo de intervenção
rápida (VIR) – veículo
tripulado por no mínimo
um condutor de veículo de
urgência, um médico e um
enfermeiro.
MOTOLÂNCIA
Normatiza a implementação de
diretrizes assistenciais e a
administração de medicamentos
para a equipe de enfermagem
que atua na modalidade Suporte
Básico de Vida e reconhece o
Suporte Intermediário de Vida
em serviços públicos e privados.
ADAPTAÇÕES
SAMU “psiquiátrico”.
ORGANIZAÇÃO DO
SERVIÇO PRÉ-HOSPITALAR
MÓVEL LOCAL
SAMU LOCAL
SAMU CEARÁ
121 bases
3 CRM
Todo o Ceará
Fonte: GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, 2022.
100 VEÍCULOS
19 USA
2 USI
54 USB
21 USB 4X4
2 MOTOLÂNCIAS
2 AEROMÉDICOS
Fonte: GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, 2018.
192 190
193 199
CIOPS
CIOPAER
ACOLHIMENTO COM
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
ACOLHIMENTO
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
1950 – 1970
PERÍODO ANTIGO ERA FARRINGTON
PHTLS –9ed
REFERÊNCIAS
• Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010: Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do SUS. • Portaria nº 1.600, de 7 de julho de 2011:
Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no SUS. • Portaria nº 344, de 19 de fevereiro de 2002: Institui a Política Nacional de
Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito: mobilizando a sociedade e promovendo saúde. • Portaria nº 936, de 18 de maio de 2004: Dispõe sobre a estruturação da
Rede Nacional de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde e a Implantação e Implementação de Núcleos de Prevenção à Violência em Estados e Municípios. • Portaria nº 2.488,
de 21 de outubro de 2011: Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde
da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). • Portaria nº 1.010, de 21 de maio de 2012: Redefine as diretrizes para a implantação do Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e sua Central de Regulação das Urgências, componente da Rede de Atenção às Urgências. • Portaria nº 443, de 9 de junho de 2011:
Aprovar a criação da Força Nacional de Saúde do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), sob a gestão do Ministério da Saúde. A Força Nacional de Saúde do SUS deverá ser organizada na
lógica de aglutinar esforços para garantir a integralidade da assistência em situações de risco ou emergenciais a que esteja exposta à população brasileira, e, especialmente, os povos
indígenas e grupos populacionais localizados em território de difícil acesso, devendo conduzir suas atividades segundo os princípios de equidade, integralidade e universalidade. •
Portaria nº 1.171, de 5 de junho de 2012: Dispõe sobre o incentivo financeiro de investimento para construção e ampliação no âmbito do Componente Unidade de Pronto
Atendimento (UPA 24h) e do conjunto de serviços de urgência 24 horas da Rede de Atenção às Urgências, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. 82 •
Portaria nº 2.648, de 07 de novembro de 2011: Redefine as diretrizes para implantação do Componente Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) e do conjunto de serviços de
urgência 24 (vinte e quatro) horas da Rede de Atenção às Urgências, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. • Portaria nº 2.395, de 11 de outubro de
2011: Organiza o Componente Hospitalar da Rede de Atenção às Urgências no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). • Portaria nº 2.527, de 27 de outubro de 2011: Redefine a
Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). • Portaria nº 1.533, de 15 de julho de 2012: Altera e acresce dispositivos à Portaria nº 2.527/GM/ MS, de 27 de
outubro de 2011, que redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). • Portaria nº 1.663, de 06 de agosto de 2012: Dispõe sobre o Programa SOS
Emergências no âmbito da Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE). • Portaria nº 2.994, de 23 de dezembro de 2011: Aprova a Linha de Cuidado do Infarto Agudo do
Miocárdio e o Protocolo de Síndromes Coronarianas Agudas, cria e altera procedimentos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS.
• Portaria nº 665, de 12 de abril de 2012: Dispõe sobre os critérios de habilitação dos estabelecimentos hospitalares como Centro de Atendimento de Urgência aos Pacientes com
Acidente Vascular Cerebral (AVC), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), institui o respectivo incentivo financeiro e aprova a Linha de Cuidados em AVC. • Consulta Pública nº
17, datada de 29 de agosto de 2012: Fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, para que sejam apresentadas contribuições
relativas ao texto da “Linha de Cuidado ao Trauma”. • Portaria nº 2.809, de 7 de dezembro de 2012: Estabelece a organização dos Cuidados Prolongados para retaguarda à Rede de
Atenção às Urgências e Emergências (RUE) e às demais Redes Temáticas de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
ENFERMAGEM
PRÉ-HOSPITALAR
SUPORTE BÁSICO
DE VIDA - 1
Prof. Jefferson Igor
EPIDEMIOLOGIA
ABRIR
CARDIÔMETRO
Acesso em 03/03/2022 http://www.cardiometro.com.br/
EPIDEMIOLOGIA
ÓBITOS
POR DCV
Doenças Cardiovasculares
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
MOTIVOS PARA APRENDER
ANATOMIA
E FISIOLOGIA
CARDIOVASCULAR
O CORAÇÃO
DIFERENCIANDO POR FAIXA ETÁRIA
INCONSCIÊNCIA OU IRRESPONSIVIDADE
CHECANDO RESPONSIVIDADE
ESTÍMULO TÁTIL
Toque nos dois ombros
ESTÍMULO VERBAL
Chame em voz alta
“Senhor? Senhor?”
SINAIS CLÍNICOS
ESTÍMULO TÁTIL
Estímulo plantar
SINAIS CLÍNICOS
RESPIRAÇÃO AUSENTE PULSO CENTRAL
OU GASPING AUSENTE
Inspecione: Verifique
há expansão o pulso
que indica carotídeo
ventilações? proximal
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
ENCONTRANDO O PULSO CAROTÍDEO
SINAIS CLÍNICOS
ONDE ESTÁ O
PROBLEMA?
INCONSCIÊNCIA
CHAMAR
IDENTIFICAR INICIAR RCP
AJUDAR
C
COMPRESSÕES
→ A
ABRIR VIA AÉREA
→ B
BOA VENTILAÇÃO
FLUXO DE ATENDIMENTO
C – A - B
Compressões Abrir Via Aérea Boa Ventilação
COMPRESSÕES TORÁCICAS
Localização: metade
inferior do esterno
Frequência:
100 a 120 por minuto
Profundidade:
Idealmente 5 e não
mais que 6 centímetros
COMPRESSÕES TORÁCICAS
Evite flexionar
os braços
durante as
compressões!
COMPRESSÕES TORÁCICAS CRIANÇAS
Profundidade:
5 centímetros
COMPRESSÕES TORÁCICAS BEBÊS
PROFUNDIDADE: 4 CENTÍMETROS
COMPRESSÕES TORÁCICAS
POSICIONAMENTO
DO SOCORRISTA
POSICIONAMENTO
DA VÍTIMA
COMPRESSÕES TORÁCICAS
TROCA DE SOCORRISTA
CHIN-LIFT JAW-THRUST
ELEVAÇÃO DO MENTO ANTERIORIZAÇÃO DA MANDÍBULA
MANOBRAS DE ABERTURA DE VIAS AÉREAS
ELEVAÇÃO
DO MENTO
Chin-lift
MANOBRAS DE ABERTURA DE VIAS AÉREAS
ANTERIORIZAÇÃO
DA MANDÍBULA
Jaw-Thrust
C – A - B
Compressões Abrir Via Aérea Boa Ventilação
RELAÇÃO COMPRESSÃO/VENTILAÇÃO
Duas ventilações de resgate com duração de um segundo cada
uma e que produzam elevação visível do tórax.
• Fadiga do socorrista.
DESVANTAGENS
• Possibilidade de distensão gástrica.
TÉCNICA DE VENTILAÇÃO MANUAL C -E
VENTILAÇÃO BOCA A BOCA
EVITAR COMPRIMIR
VENTILAÇÕES ENTRE
EXCESSIVAS 5 E 6 CM
5 PASSOS
PARA UMA
RCP DE ALTA
QUALIDADE
PERMITIR O
EVITAR RETORNO
INTERRUPÇÕES
DO TÓRAX
CADEIA DE
SOBREVIVÊNCIA
CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA -AHA
PARADA
RESPIRATÓRIA
PARADA RESPIRATÓRIA -PR
PODE SER A
•
CONSEQUÊNCIA DOS
OUTROS RITMOS.
• RITMO DE PIOR
PROGNÓSTICO.
DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
ACESSO PÚBLICO AO DEA
100 mil brasileiros poderiam ser salvos por ano caso um DEA
estivesse disponível em todos os locais que as leis determinam. (COSTA; MIYADAHIRA, 2008).
ACESSO PÚBLICO AO DEA
https://www.gramado.rs.gov.br/noticias/fabrican
te-doa-desfibriladores-e-prefeitura-instala-em-
pontos-estrategicos
POSIÇÃO DAS PÁS
POSIÇÃO
ANTEROAPICAL
1. LOGO ABAIXO DA
CLAVÍCULA
DIREITA
2. ÁPICE CARDÍACO
CUIDADOS NO USO DO DEA
SE HOUVER MARCAPASSO: 08
CM DE DISTÂNCIA OU ADOTAR
POSIÇÃO ANTERO-POSTERIOR.
EM GESTANTES: POSIÇÃO
ANTERO-POSTERIOR
EM BEBÊS E CRIANÇAS
PEQUENAS QUANDO NÃO
HOUVER PÁS PEDIÁTRICAS:
POSIÇÃO ANTEROPOSTERIOR
FLUXO –USO DO DEA
SOBRE A DESMONITORIZAÇÃO
INTERRUPÇÃO DA RCP OU
DECISÃO DE NÃO REANIMAÇÃO
INTERRUPÇÃO DA RCP
▪ Decapitação
▪ Segmentação de tronco
▪ Carbonização
▪ Livores de Hipóstase
▪ Rigidez cadavérica
DECISÃO DE NÃO REANIMAR
ATIVIDADE DE FIXAÇÃO:
SALVE JOÃO PEDRO
CLIQUE AQUI
https://avasus.ufrn.br/local/EBSERH-QUIZ/
CHAME AJUDE E SOLICITE UM DEA
BUQUE-O SE ESTIVER SOZINHO
PULSO E VENTILAÇÃO
AUSENTES OU GASPING
ADMINISTRAR CHOQUE
E REINICIAR A RCP COM
COMPRESSÕES
INICIE A RCP
SOLICITE UM DEA
OU BUSQUE-O SE
ESTIVER SOZINHO
REINICIAR A RCP
REFERÊNCIAS
BRASIL. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH- Unidade 2 – Reanimação Cardiopulmonar. BRASIL. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH- Unidade 3
Ritmos cardíacos de parada cardiorrespiratória e desfibrilador externo automático. Suporte Avançado de Vida em Cardiologia – ACLS, 4ª Edição. AMERICAN HEART ASSOCIATION.
Aspectos mais Relevantes das Diretrizes da American Heart Association sobre Ressuscitação Cardiopulmonar e Atendimento Cardiovascular de Emergência. Currents in Emergency
Cardiovascular Care, v. 16, n. 4, 2006. ______. Destaques das diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP e ACE. USA, 2010. ______. Destaques das diretrizes da American
Heart Association 2015 para RCP e ACE. USA, 2015. CUNHA, C. Conhecimento Teórico Dos Enfermeiros De Hospital Público Sobre Reanimação Cardiopulmonar. M et al. Biosci. J.,
Uberlândia, v. 29, n. 5, p. 1395-1402, 2013. GUIMARÃES, H. P. et al. Uma breve história da ressuscitação cardiopulmonar. Rev Bras Clin Med, v.7, p.177-187, 2009. GUIMARÃES, M. R.
Revisão de literatura: reanimação cardiopulmonar. Revista de Iniciação Científica da Universidade Vale do Rio Verde, Três Corações, v. 5, n. 1, p. 3-12, 2015. TIMERMAN, S. et al.
Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação (ILCOR): Papel nas Novas Diretrizes de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência 2005-2010. Arq
Bras Cardiol, v. 87, p.201-e208, 2006
ENFERMAGEM
PRÉ-HOSPITALAR
AÇÕES PARA O CUIDADO NO ALÍVIO DA
OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS
OBSTRUÇÃO DE
VIAS
OVACE
No Brasil, é classificada como acidente por causa externa.
AÉREAS POR
CORPOS
ESTRANHOS
TEMPO DE TOLERÂNCIA À ISQUEMIA
4 - 6 MINUTOS
RINS, FÍGADO, TGI
45 - 90 MINUTOS
MÚSCULO, OSSO, PELE
4 - 6 HORAS
EPIDEMIOLOGIA
100 casos
São recebidos por mês no IJF.
95%
Das mortes por engasgos ocorrem no ambiente doméstico.
90%
Das mortes por aspiração ocorrem em menores de 5 anos.
EPIDEMIOLOGIA
CRIANÇAS ADULTOS
ALIMENTOS
ALIMENTOS
BALÕES
DENTES
MOEDAS
PRÓTESES DENTÁRIAS
BRINQUEDOS
PROPOSTAS
fonte: Diário do Nordeste. Versão virtual. Matéria publicada em 19 de Agosto de 2021. Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/
LEI LUCAS
LEI Nº 13.722,
DE 4 DE OUTUBRO DE 2018.
Torna obrigatória a capacitação em
noções básicas de primeiros socorros
de professores e funcionários de
estabelecimentos de ensino públicos
e privados de educação básica e de
estabelecimentos de recreação
infantil.
FISIOLOGIA DA DEGLUTIÇÃO:
OVACE EM ADULTOS
E CRIANÇAS
SAIBA DIFERENCIAR
CONDUTA EXPECTANTE
OBS: Não ofereça líquidos e alimentos nem dê golpes nas costas das vítimas.
OVACE TOTAL EM ADULTOS E CRIANÇAS CONSCIENTES
VOCÊ CONSEGUE
RESPIRAR?
MANOBRA DE HEIMLICH* →
*Compressões abdominais.
E SE EU ESTIVER
SOZINHO?
ADULTOS INCONSCIENTES
Ao realizar a abertura de via aérea, se você ver que o objeto pode ser facilmente
removível, retire com os dedos ou pinça. Caso não seja possível remover, forneça
uma insuflação, se o ar não passar ou o tórax não expandir, reposicione e insufle
novamente. Retome as compressões torácicas.
DEDOS EM PINÇA
ADULTOS E CRIANÇAS INCONSCIENTES
Ano: 2010 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2010 - TJ-SP - Agente de Fiscalização Judiciária
OVACE EM BEBÊS
SAIBA DIFERENCIAR
▪ Tosse fraca ou
▪ Capaz de Tossir incapacidade de tossir
▪ Choro ▪ Incapacidade de chorar
▪ Possível Cianose
OVACE PARCIAL EM BEBÊS
CONDUTA EXPECTANTE
OBS: Não ofereça líquidos e alimentos, não dê golpes nas costas das vítimas
e nem a coloque de cabeça para baixo.
OVACE TOTAL EM BEBÊS RESPONSIVOS
CONTRAINDICAÇÕES
BEBÊS INCONSCIENTES
OBSTRUÇÃO TOTAL
REMOVER INSUFLAR, SE NÃO
OBSTRUÇÃO PARCIAL COM DEDOS HOUVER PASSAGEM DE
PRINCIPAL SINAL EM FORMA AR, REPOSICIONAR E
INSUFLAR NOVAMENTE
Tosse fraca ou incapacidade de tossir DE PINÇA
Incapacidade de chorar
PRINCIPAL SINAL:
Capaz de Tossir de Maneira Forçada OBJETO OBJETO NÃO
Capaz de chorar CONDUTA REMOVÍVEL REMOVÍVEL
Novas recomendações
sugerem a combinação de
manobras, utilizando
5 “golpes” no dorso das
vítimas e 5 compressões
abdominais (Heimlich) em
adultos e crianças.
Sugere contraindicação do
uso rotineiro de
dispositivos de sucção para
remoção de corpos
estranhos.
PRÉ-
SÍNCOPE
1. Assumir posição segura
2. Manobras de Contrapressão
INTERVENÇÕES NA SÍNCOPE
SÍNCOPE
ESTADO
ESTADO PÓS-ICTAL DO MAL EPILÉPTICO
Estado pós crise epiléptica Crises com mais de 5 minutos
caracterizado por sono profundo, cefaleia, ou recorrentes, sem retorno ao
confusão, flacidez ou dor muscular. estado mental inicial.
FASES DAS CRÍTICAS EPILÉPTICAS
TÔNICA CLÔNICA
PRINCIPAIS CAUSAS
CRISE FEBRIL NA
SEPSE OU INFECÇÕES
INFÂNCIA
MEDICAMENTOS
TRAUMAS FÍSICOS
ESPECÍFICOS
ABSTINÊNCIA E ABUSO DE
HIPO/HIPERGLICEMIA SUBSTÂNCIAS
CAUSA
DESCONHECIDA
CURIOSIDADES NA CONVULSÃO
▪ Não tente abrir a boca da vítima, nem colocar qualquer objeto entre os dentes ou na boca.
▪ Não é incomum que a vítima não responda ou fique confusa por um curto período de tempo
após uma convulsão.
PÓS-ICTAL
Ao se aproximar, você faz uma impressão inicial e vê que o paciente está consciente
QUANDO SUSPEITAR?
INÍCIO SÚBITO DE DÉFICITS NEUROLÓGICOS FOCAIS:
A probabilidade de AVC é de 72% quando há aparecimento súbito de uma destas três características e torna-se maior que 95% quandoestão presentes os três parâmetros.
ADAPTAÇÃO – MNEMÔNICO S.A.M.U.
O QUE FAZER?
▪ TRANSTORNO DE PÂNICO
▪ TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA
Sinais e sintomas:
SUSPEITA
TRANSPORTE RÁPIDO
SIBILOS
DISPNEIA
APERTO NO TÓRAX
TOSSE
VENT. SUPERFICIAL
EM ADULTOS E CRIANÇAS: GERALMENTE 4-8 JATOS DE SALBUTAMOL A CADA 20 MINUTOS ATÉ 3 VEZES
“Não existem métodos fáceis
para resolver problemas difíceis.”
René Descartes
M.G.S. 67 anos
Professora Aposentada
Antecedentes pessoais
História do Problema Atual M.G.S. é hipertensa diagnosticada há 15 anos, não comparece para
M.G.S. foi levada à UAPS pelo filho, consulta na UAPS há 2 anos. Não faz atividades físicas e refere
dificuldade em adotar dieta hipossódica.
que suspeitou que ela estivesse
com “pressão alta” visto que ela História social
Viúva e reside com o filho que passa a maior parte do dia
estava falando de forma estranha trabalhando. Não está inserida em atividades de lazer.
e há dias queixava-se de cefaleia. Antecedentes familiares
O filho refere que a viu pela última Mãe faleceu por volta dos 60 anos por problemas cardíacos.
vez há 2 horas e que parecia tudo
Medicamentos em uso
normal. Losartana Potássica 50 mg 1-0-0
Carvedilol 25 mg 1-0-1
ESTUDO DE CASO
Exame Físico
Escala pré-hospitalar de AVC de Cincinnati
CHECK-LIST DE HABILIDADES:
❑ Identificar os sinais sugestivos de acidente vascular cerebral.
❑ Aplicar a Escala de Cincinnati reconhecendo seus achados
normais e anormais.
❑ Chamar ajuda.
❑ Oferecer conforto para a vítima.
❑ Verificar HGT quando adequado.
CASO 2
P.L.A.
ESTUDO DE CASO
P.L.A. 17 anos
Estudante
Antecedentes pessoais
História do Problema Atual Os funcionários da escola e os colegas de P.L.A. afirmam que ela
P.L.A. estava em uma atividade não tem nenhum problema de saúde conhecido e é a primeira vez
cultural da escola, segundo que esta situação acontece.
colegas tudo parecia normal História social
quando ela ficou parada por P.L.A. é uma aluna ativa e participativa nas atividades da escola.
minutos.
ESTUDO DE CASO
Exame Físico
Avaliar segurança do local e impressão geral da vítima
Aguardando a chegada do
socorro a crise chega ao fim
após 3 minutos, P.L.A.
retorna mais sonolenta e
você percebe que ela teve
incontinência urinária e que
sua boca está sangrando.
ESTUDO DE CASO
CHECK-LIST DE HABILIDADES:
❑ Identificar que se trata de uma crise epiléptica tônico-clônica.
❑ Proteger a vítima de novas lesões durante a crise.
❑ Chamar ajuda.
❑ Manter posição lateral de segurança quando estado de
consciência reduzido.
❑ Evitar estimulação excessiva.
❑ Proteger a vítima de constrangimentos.
CASO 3
G.S.P.
ESTUDO DE CASO
G.S.P. 7 anos
Estudante
Passado médico
História do Problema Atual O pai informa que o recentemente o filho recebeu o diagnóstico de
São 11:30 de uma manhã de Diabetes Mellitus do tipo 1.
sábado e você encontra seu Antecedentes Pessoais
vizinho com o filho, G.S.P., fazendo G.S.P. é uma criança tímida e está com dificuldade de se acostumar
com o novo estilo de vida após o descobrimento da doença.
compras em uma feira local.
Cumprimentando o vizinho, você Antecedentes familiares
percebe que a criança começa Sem informações relevantes.
SINAIS E SINTOMAS:
AVALIAR O PACIENTE SE POSSÍVEL,
REALIZE O HGT
Palidez e sudorese
Déficit de atenção
Confusão
Vertigem
Tremor
ESTUDO DE CASO
O glicosímetro não estava disponível
Prossiga o atendimento
seguir comandos
simples ou se é
seguro engolir.
ESTUDO DE CASO
Finalize o
atendimento.
ESTUDO DE CASO
CHECK-LIST DE HABILIDADES:
❑ Correlacionar a história colhida, os sinais e sintomas e suspeitar de
hipoglicemia.
❑ Verificar glicemia, quando possível.
❑ Tratar como hipoglicemia mesmo na ausência de glicosímetro.
❑ Avaliar a possibilidade e segurança de oferecer carboidrato via oral.
❑ Ofertar 20g de carboidrato de rápida absorção escolhendo adequadamente o
que pode ser ingerido.
❑ Aguardar 15 minutos após ingestão do carboidrato.
❑ Identificar sinais de piora e necessidade de chamar ajuda.
❑ Identificar sinais de melhora e ofertar refeição completa quando adequado.
CASO 4
Vítima Desconhecida
ESTUDO DE CASO
Desconhecido ± 30 anos
Sem informações
VERIFIQUE O PULSO E
VENTILAÇÃO
Desfecho:
Agora é possível sentir o
pulso e o paciente está com
expansão torácica
CHECK-LIST DE HABILIDADES
❑ Reconhecer o sinal indicativo de dor cardíaca: Sinal de Levine.
❑ Checar segurança da cena antes de iniciar o atendimento.
❑ Checar responsividade com estímulo tátil e verbal.
❑ Chamar ajuda pedindo para alguém próximo ligar 192.
❑ Solicitar um DEA.
❑ Checar pulso e ventilação simultaneamente em até 10 segundos.
❑ Iniciar a reanimação cardiopulmonar com compressões torácicas.
❑ Executar as compressões com alta qualidade.
❑ Abrir via aérea utilizando a manobra adequada.
❑ Oferecer ventilações de resgate com duração de 1 segundo cada com visível
elevação do tórax.
❑ Manter RCP na relação ventilação-compressão 30:2.
ESTUDO DE CASO
CHECK-LIST DE HABILIDADES
❑ Posicionar o DEA adequadamente ao lado da vítima mais próximo da cabeça.
❑ Iniciar o uso do DEA pressionando o botão ligar.
❑ Seguir as instruções do DEA.
❑ Posicionar as pás de forma adequada no tórax do paciente.
❑ Não interromper as compressões enquanto instala o DEA.
❑ Afastar-se do paciente durante a análise do ritmo cardíaco.
❑ Trocar de socorrista durante a análise dor ritmo.
❑ Afastar-se e se certificar de que todos afastaram para garantir um choque seguro.
❑ Reiniciar com compressões torácicas após o choque.
❑ Garantir RCP de alta qualidade por 2 minutos até a próxima análise do ritmo.
❑ Checar pulso central em um ritmo cardíaco “não chocável” seguido de um ritmo em que
houve choque.
❑ Reconhecer sinais de retorno da circulação espontânea.
CASO 5
L.A.D.
ESTUDO DE CASO
L.A.D. 25 anos
Publicitário
1º PASSO 2º PASSO
Pergunte se a vítima é Explique que você irá ajudar, se
capaz de tossir
posicione atras da vítima, posicione
os braços na altura da crista ilíaca,
coloque sua mão dominante
fechada com o polegar para fora e
a segunda mão espalmada e faça
movimentos repetidos para dentro
e para cima até que objeto seja
expelido.
ESTUDO DE CASO
CHECK-LIST DE HABILIDADES
❑ Identificar os riscos presentes na cena que podem levar à obstrução de vias aéreas.
❑ Identificar os sinais de obstrução parcial.
❑ Identificar o agravamento da situação, evoluindo para obstrução total.
❑ Checar a segurança da cena.
❑ Explicar à vítima que você vai ajudar.
❑ Se posicionar atrás da vítima de forma a impedir que ela caia se houver perda da
consciência.
❑ Colocar os braços na altura da crista ilíaca.
❑ Posicionar a mão dominante fechada com o polegar pra fora entre o umbigo e o apêndice
xifoide.
❑ Colocar a segunda mão espalmada sob a primeira.
❑ Realizar movimentos para dentro e para cima, como um “J” invertido até expelir o objeto.
FIM!