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Intro

retentores

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Raveno Feitosa
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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BLACK PANTONE 165

Tipos Básicos Tipos Básicos


Legendas
B
BR - Vedação principal de
borracha com mola,
recoberto externamente com
borracha.

BRG - Vedação principal de


borracha com mola, proteção
contra poeira e recoberto
BA externamente com borracha.

BA - Vedação principal de
borracha com mola, e
diâmetro externo de metal.

BAG - Vedação principal de


borracha com mola, proteção
contra poeira e diâmetro
BAG externo de metal.

B- Vedação principal de
borracha com mola, diâmetro
externo de metal e com
tampa.

BG - Vedação principal de
borracha com mola, diâmetro
externo de metal, proteção
BG contra poeira e com tampa.

GR - Vedação principal de
borracha sem mola e
diâmetro externo recoberto
com borracha.

GA - Vedação principal de
borracha sem mola e
diâmetro externo de metal.
BR

Estrias do Lábio
(orientação)
L = Liso
H = Horário
AH = Anti-horário
BRG BI = Bidirecional
RE = Rosca esquerda

Edição da SABÓ SISTEMAS AUTOMOTIVOS LTDA. Material do Lábio


Rua Matteo Forte, 216 – Lapa – São Paulo – Brasil
CEP 05038-160 – Tel. Vendas: (11) 3677 2600 NBR = Nitrílica
Fax: (11) 3677 2841/2888 ACM = Poliacrílica
GA http://www.sabo.com.br
e-mail: [email protected] MVQ = Silicone
FPM = Fluorelastômero
© SABÓ SISTEMAS AUTOMOTIVOS LTDA. 2001
PU = Uretano
Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste
Catálogo poderá ser reproduzida, arquivada ou utili- CR = Neoprene
zada, nem copiada de forma alguma, por nenhum FE = Feltro
meio, eletrônico, impresso, fotocopiado, gravado, ou
ainda por qualquer outro meio, sem permissão escrita PTFE = Teflon
antecipada da Sabó Sistemas Automotivos Ltda. PH = Velumoide
GR Todo o material contido neste Catálogo foi compilado
CO = Couro
de fontes seguras de informação. Apesar de todo o
cuidado empregado em sua preparação, não é possí- NY = Nylon
vel garantir total exatidão destas informações e por M = Metal
consequência, nenhuma responsabilidade pode ser
aceita por eventuais erros, omissões, bem como per- PA = Amianto
das ou danos assim decorrentes. 05/01 HNBR = Hidrogenada
Retentores

Como Utilizar este Catálogo.................................................05

Função do Retentor..............................................................06

Índice
Características do Lábio de Vedação ..................................06

Materiais Elastoméricos .......................................................07

Recomendações quanto à Aplicação ..................................08

Recomendações quanto à Superfície do Eixo.....................09

Recomendações quanto às Condições de Montagem........10

Normalização de Medidas....................................................12

Conceitos Básicos de Construção .................................... 13

Tipos Básicos.................................................................... 14

Grupo A - Tipos Alternativos.............................................26

Tipos Especiais
Grupo B - Retentores com 2 Alturas .................................29

Grupo C - Retentores para Sistemas Hidráulicos .............31

Grupo D - Retentores para Movimento Axial ....................32

Grupo E - Pista para o Vedador ........................................34

Grupo F - Retentores para Haste de Válvulas..................35

Grupo G - Retentores para Vedação Externa ...................36

Grupo H - Tampão .............................................................37

Grupo I - Retentores Especiais ........................................38

Grupo J - Arruela para Vedação .......................................39

Grupo K - Retentores com Aba no Externo ......................40


Grupo L - Retentores Integrados ......................................41

Grupo M - Retentores com Pista Própria..........................42

Grupo N - Só Borracha ......................................................43

Grupo O - Retentores Fixados por Parafusos ...................44

Grupo P - Retentores de Metal e Ferro.............................45

Grupo Q - Retentores de Feltro .........................................46

Grupo R - Retentores Estampados ...................................47

Grupo S - Retentores em PTFE ........................................48

Grupo T - Sistema de Vedação.........................................49

Grupo U - Retentores Tipo “S”...........................................50

Índice Numérico (Ordem Crescente Nº Sabó).....................52

4
Retentores

Como utilizar este catálogo


Para consultar este catálogo veja as instruções abaixo:

00254 BAO LI
01033 BB LI
01997 BRO LI
(-)
01660 BAGE(06) H
02469 GRG LI
01988 BAGE LI
02911 BRAGP AH

Tipos Básicos Tipos Básicos


Retentores Legendas
B
Grupo

A Tipos Alternativos H BR - Vedação principal de


borracha com mola,

A B C D E F G recoberto externamente com


borracha.

Diâmetro Diâmetro do Altura do Número Material Diâmetro Diâmetro do Altura do Número Material Diâmetro Diâmetro do Altura do Número Material BRG - Vedação principal de
do Eixo Alojamento Retentor Sabó Tipo Orientação do Lábio Tipo Orientação Tipo Orientação
do Eixo Alojamento Retentor Sabó do Lábio do Eixo Alojamento Retentor Sabó do Lábio
borracha com mola, proteção
5,0 14,50 4,5 03254 BR LI NBR 12,7 25,30 9,5 01508 B LI NBR 30,0 47,00 8,0 02966 BRGG LI NBR
BA 6,0
6,0
10,00
16,00
2,5
6,5
02515
02873
GR
BRG
LI
LI
CR
NBR
12,7
12,7
25,35
25,35
6,4
6,4
00981
01966
GA
BA
LI
BI
NBR
NBR
I 30,0
30,0
50,00
52,00
7,0
7,0
02817
02936
BRAGF
BRAGP
H
H
FPM
ACM
contra poeira e recoberto
externamente com borracha.

BRG BRGE BRGE(02)


BA - Vedação principal de
6,4 16,05 6,4 00807 BA LI NBR 12,7 25,40 9,5 00129 BR LI NBR 30,0 72,00 6,5 02672 BRG BI NBR
borracha com mola, e
6,4 19,10 6,4 01685 BR LI NBR 12,7 28,50 9,5 00311 B LI NBR 31,0 43,00 10,3 03249 BRO LI NBR diâmetro externo de metal.
6,5 14,50 7,0 02306 BRG LI NBR 12,7 28,55 6,5 01957 BA BI NBR 31,0 50,00 8,0 02317 BRAGF H FPM
Tipos Básicos

7,0 16,00 7,0 02358 BA LI NBR 12,7 30,00 8,0 01097 BR LI NBR 31,0 62,10 4,0/5,5 02595 BRF LI FPM BAG - Vedação principal de
borracha com mola, proteção
7,7 14,65 5,0 07078 BR LI HNBR 13,0 26,00 7,0 02373 BRG LI NBR 31,8 44,73 6,4 03245 BRH LI NBR
contra poeira e diâmetro
7,8 13,80 3,6 02198 GR LI NBR 13,0 26,00 9,0 01074 BRG LI NBR 34,0 55,00 11,0/15,0 02152 BAGGG LI NBR externo de metal.
BAG
7,8 14,10 3,6 01984 GA LI NBR 14,0 20,00 3,5 02025 BA LI NBR BRGE(03) BRGE(04) BRGG 34,5 46,50 6,5 02482 GRG LI NBR
7,8 14,60 4,8 00482 GAF LI FPM 14,0 22,00 4,0 02569 BRGP LI ACM 35,0 48,00 7,0 02178 BRAGS H MVQ B- Vedação principal de
borracha com mola, diâmetro
8,0 14,00 3,0 02495 BRF LI FPM 14,0 22,00 5,0 03252 BRG BI NBR 35,0 48,00 11,0 03248 BRO LI NBR
externo de metal e com
8,0 14,00 3,0 02536 BR LI NBR 14,0 23,90 6,0 01717 GA LI NBR 35,0 48,50 5,0/7,0 02903 GRO LI NBR tampa.
8,0 15,00 3,0 02491 GR LI NBR 14,0 24,00 6,0 02162 BRG LI NBR 35,0 65,00 8,0 02481 BRAGF BI FPM
8,0 15,00 5,5 02762 BR LI NBR 38,0 50,00 8,0 02794 BRAGF H FPM BG - Vedação principal de
14,0 24,00 7,0 01389 BAG LI NBR
borracha com mola, diâmetro
8,0 16,00 7,0 02013 BAP H ACM 14,0 28,00 7,0 02308 BRG LI NBR 38,0 50,00 10,0/16,0 00954 BAE LI NBR
BRGGG BRGH BRGH externo de metal, proteção
BG 8,0 17,45 8,0 00198 BA LI NBR 14,0 32,00 10,0 01875 BR LI NBR 38,1 50,35 10,9 01803 BAG LI NBR contra poeira e com tampa.
8,0 18,00 5,0 01423 BR LI NBR 14,3 22,00 3,9 01977 GR LI NBR 38,1 57,10 11,0 00254 BAO LI NBR
GR - Vedação principal de
8,0 18,00 5,0 02163 BRG LI NBR 14,3 23,95 7,0 01835 BR LI NBR 38,1 63,45 19,0 01033 BB LI NBR
borracha sem mola e
8,0 22,00 8,0 01587 BR LI NBR 14,3 25,40 9,5 00716 B LI NBR 39,4 60,30 12,7 01997 BRO LI NBR diâmetro externo recoberto
8,5 16,00 6,5 00998 BR H NBR 14,3 28,50 6,4 00293 BR LI NBR 39,4 80,20 6,4/11,8 01660 BAGE (06) H NBR com borracha.
9,4 21,40 5,0 02248 GA LI NBR 14,3 28,50 9,5 00541 B LI NBR 40,0 50,00 5,0 02469 GRG LI NBR
BRGO BRGO(05) BHR GA - Vedação principal de

Tipos Alternativos
9,5 19,05 7,0 01853 BR H NBR 14,3 39,55 6,3 02334 BAG LI NBR 40,0 52,00 7,0 01988 BAGE LI NBR
borracha sem mola e
9,5 19,20 7,0 01093 BR LI NBR 15,0 21,00 3,0 02589 GR LI NBR 40,0 55,00 8,0 02911 BRAGP AH ACM diâmetro externo de metal.
BR 9,5 25,35 9,5 00089 B LI NBR 15,0 21,00 4,0 02130 BAG LI NBR NBR/
40,0 55,00 8,8 02859 BRGH LI FPM/
10,0 14,00 3,0 02135 GA LI NBR 15,0 21,00 5,0 07397 BRAGP LI ACM NY
10,0 19,00 6,5 02171 BR LI NBR 15,0 23,00 3,0 02639 GR LI NBR 40,0 56,00 7,0 02893 BRAGP H ACM
Estrias do Lábio
10,0 21,00 5,0 03005 BR AH NBR 15,0 24,00 7,0 00790 BR LI NBR 40,0 56,00 7,0 02844 BRAGF H FPM (orientação)
BRO FC GAE
10,0 22,00 7,0 01672 BR LI NBR 15,0 24,00 7,0 01929 BRG LI NBR 40,0 60,00 10,0/11,5 02741 BRGGP BI ACM
L = Liso
10,0 22,00 7,0 01904 BRP H ACM 15,0 24,00 7,4 01816 BA AH NBR 40,0 62,00 12,0 01684 BRGGG LI NBR
H = Horário
10,0 22,00 7,0 02160 BR AH NBR 15,0 25,00 7,0 02309 BRP AH ACM 40,0 66,00 7,0 07387 GAE LI NBR
10,0 30,00 7,0 00764 BA LI NBR 15,0 25,00 7,0 02454 BRG LI NBR
AH = Anti-horário
40,1 52,00 7,9 01988 BAGE LI NBR
BRG BI = Bidirecional
10,3 16,00 4,0 02001 GA LI NBR 15,0 26,00 6,0 02279 BAG LI NBR 41,0 73,00 13,0 02737 GB LI NBR
10,8 22,20 5,4 01067 BR LI NBR 15,0 28,00 7,0 00916 BA LI NBR 42,0 55,00 10,0 02682 BRAGF AH FPM RE = Rosca esquerda
GAE GAG GAO
11,0 17,00 4,0 01737 BR LI NBR 15,0 28,55 8,0 01076 B LI NBR 42,0 72,00 10,0 02494 BRAGF H FPM
11,0 17,00 4,0 02523 BRF LI FPM 15,0 30,00 5,0 00515 GA LI NBR 42,9 73,00 15,9 01996 BRO LI NBR
11,1 22,20 6,5 02474 BRG LI NBR 15,0 30,00 6,0 01915 BAGP LI ACM 44,4 53,95 8,6 01858 BAGE LI NBR Material do Lábio
11,1 25,40 6,0 01479 BR LI NBR 15,0 30,00 7,0 01677 BR LI NBR 44,5 57,07 10,9 01575 GGO LI NBR
NBR = Nitrílica
11,6 24,00 10,0 07408 BRGP LI ACM 15,0 30,00 7,0 01846 BAG LI NBR 44,5 59,25 6,0 01756 GAG LI NBR
ACM = Poliacrílica
GA 12,0 18,00 3,0 02638 GR LI NBR 15,0 30,00 8,0 00766 BA LI NBR 44,5 85,60 16,0 00695 GB LI NBR
12,0 19,00 5,0 05148 BR BI NBR GB GE GR MVQ = Silicone
15,0 30,00 10,0 01348 BR LI NBR 44,7 61,20 8,8 02862 BRAGF H FPM
12,0 20,00 5,0 02689 BAG LI NBR 15,0 32,00 7,0 01907 BR LI NBR 45,0 56,00 6,0/7,0 02905 BRGG LI NBR FPM = Fluorelastômero
12,0 21,00 4,0 03255 BR LI NBR 15,0 35,00 7,0 01058 BR LI NBR 45,0 73,12 13,0 02395 BAGG BI NBR PU = Uretano
12,0 22,00 5,0 02535 BRG LI NBR 15,0 35,00 7,0 01959 BAG LI NBR 47,0 58,00 7,0 02024 BRGG LI NBR CR = Neoprene
12,0 22,00 7,0 00289 BA LI NBR 15,0 35,10 10,0 01051 BR LI NBR 47,0 60,00 7,0 02965 BRGG LI NBR FE = Feltro
12,0 28,05 8,0 02792 BAG LI NBR 15,9 22,20 4,3 02335 BAG LI NBR 47,7 73,10 9,5/17,5 07395 BRAGGG BI NBR PTFE = Teflon
12,0 28,10 7,0 01420 BR LI NBR 15,9 23,80 4,8 00119 GA LI NBR GRE GRG GRG(09) 49,0 76,00 17,4 01199 GB LI NBR
GR PH = Velumoide
12,0 32,00 7,0 01445 BA LI NBR 15,9 25,35 6,4 01175 BA LI NBR 50,0 65,00 9,0 02818 BRAGF H FPM
CO = Couro
12,5 20,00 5,0 02360 BRF BI FPM 15,9 25,40 4,5 00286 BR LI NBR 50,0 80,00 12,0 02547 BRO LI NBR
NY = Nylon
12,5 25,00 8,0 03250 BRG LI NBR 15,9 28,50 7,0 01493 BR LI NBR 51,0 65,00 7,0 02777 BRAS H MVQ
M = Metal
12,6 21,40 5,0 02249 GA LI NBR 15,9 28,55 9,5 00156 B LI NBR 52,4 76,00 7,9 00974 GAO LI NBR
12,7 22,20 8,0 01559 BR LI NBR 15,9 30,00 6,0 01934 BAG H NBR 55,0 70,10 8,0 02656 BRAF AH FPM
PA = Amianto

12,7 22,20 8,0 02343 BAP LI ACM 15,9 30,30 4,5 01700 GR LI NBR GRG(86) GRGG GRO 57,5 74,00 8,5 05413 GRGG LI NBR HNBR = Hidrogenada

14 27

Ilustrações dos Retentores pelo diâmetro do eixo e agrupados Legendas


Tipos Básicos pela função (Tipos Básicos, Tipos Alternativos
e Tipos Especiais)

Como localizar o retentor desejado


1) Tipos Básicos (páginas 14 a 25)
Conhecendo-se o diâmetro do eixo, localizá-lo na coluna “Diâ-
metro do eixo” (A), onde encontrará as informações complemen-
tares: Diâmetro do alojamento (B), Altura do retentor (C), número
Sabó (D), Tipo (E), Orientação (F) e Material do lábio (G).

2) Tipos Alternativos e Tipos Especiais (páginas 26 a 50)


Conhecendo-se a função e o diâmetro do eixo, localizar dentro
dos Grupos A a U (H) o perfil do retentor desejado e, pelo diâme-
tro do eixo, chegar às informações complementares. As ilustra-
ções correspondentes (I) encontram-se ao lado do texto de cada
grupo, sendo que os tipos identificados com expoente numérico
(-) possuem perfil específico.

3) Índice Numérico (páginas 52 a 69)


Conhecendo-se o número Sabó, localize-o no Índice Numérico
onde encontrará o diâmetro do eixo. Caso o retentor encontrado
seja Tipo Alternativo ou Tipo Especial, estará indicado o grupo a
que pertence. Para informações complementares, proceder con-
forme descrito acima nos itens 1 e 2.

5
Retentores

Função do retentor
Fig. 1
O vedador do lábio ou retentor, como é
usualmente conhecido, é composto es-
sencialmente de uma membrana elasto-
mérica em forma de “lábio” e uma parte
estrutural metálica, que permite a fixa-
ção do lábio na posição correta de tra-
balho na aplicação.

O retentor tem por função primordial re-


ter óleos, graxas ou outros fluidos que
devam ser contidos no interior de uma
máquina ou um agregado mecânico.

O retentor é sempre aplicado entre duas


peças que tenham um movimento relati-
vo, por exemplo: entre um eixo que
transmite um movimento e a carcaça de
sustentação do mancal deste eixo (figu-
ra 1).

Ele cumpre esta função de vedação tan-


to na condição estática, de máquina pa-
rada, como na condição dinâmica, em
movimento, e também na variedade de
condições de temperatura e meio exter-
no para as quais a máquina está proje-
tada.

A vedação se dá pelo contato perma-


nente que ocorre entre a aresta do lábio
de vedação e o eixo da máquina. Para
completar a estanqueidade com o meio Fig. 2 Ilustração do Efeito Hidrodinâmico
externo, é preciso que haja também a
vedação entre a parte externa estrutural
do vedador e a carcaça.

Características do lábio de
vedação
Partindo-se do lábio convencional como Efeito hidrodi-
ilustrado na figura 2, pode-se obter uma nâmico para o área de con-
sentido horá- tato do lábio Lado Ar Lado
maior eficiência de vedação adicionan- rio de rotação sobre o eixo Óleo
do-se nervuras moldadas ao ângulo de do eixo
ar, que proporcionam o conhecido efeito
hidrodinâmico de vedação.
Este efeito hidrodinâmico promove o re- Efeito hidrodi-
fluxo ao óleo que, eventualmente, tenha nâmico para o área de con-
sentido anti- tato do lábio
ultrapassado a aresta de vedação, con- horário de rota- sobre o eixo
ferindo assim ao lábio uma maior capa- ção do eixo
cidade de estanqueidade, e ainda, uma
maior durabilidade, por garantir uma
permanente lubrificação na área de con-
tato sob a aresta de vedação. Efeito hidrodinâ-
mico para am- área de con-
Existem várias formas geométricas de bos os sentidos tato do lábio
de rotação do ei- sobre o eixo
nervuras hidrodinâmicas, cuja escolha é xo. Bidirecional
determinada pelas condições de aplica-
ção do vedador.
Exemplos de configuração das nervuras bidirecionais

6
Retentores

Materiais elastoméricos
Como já citado anteriormente, a vedação se dá por meio da in-
terferência do lábio elastomérico sobre o eixo. Esta condição de
trabalho provoca o aparecimento de uma força de atrito na área
do lábio com a direção do movimento do eixo e sentido contrário
ao mesmo.

A força de atrito e a velocidade periférica do eixo tornam-se res-


ponsáveis por uma geração de calor localizada na área de conta-
to do lábio, que tende a promover a degeneração do material e o
desgaste do lábio de vedação.
A contenção destes efeitos é conseguida primordialmente pela
escolha correta do material elastomérico. É de suma importância
que esta escolha seja definida em conjunto com o fabricante do
vedador, pois há uma série de fatores de projeto que devem ser
igualmente considerados para conferir uma vida prolongada ao
vedador.
Na figura 3 estão mostradas as várias qualidades de elastô-
meros e recomendações genéricas de uso para os diferente flui-
dos e limites de temperaturas de trabalho.
Automãtica (A.T.F.)
de acordo com as Normas

Óleos para motor

Álcool + Aditivos
Óleos p/ Transm.
Óleo para Caixa
mínima de trabalho (ºC)

Fig. 3
Óleos Hipóides
Código do elastômero,

Limite de temperatura

Óleo Motor 2T
de Mudanças
ISO 1629 e DIN 3761

Gasolina +
Tipo de Borracha

Graxa

Limites de Temperatura máxima de trabalho (ºC) Aplicações Gerais

Material normalmente utilizado para máquinas e


NBR Nitrílica -35 110 110 110 120 90 100 100 equipamentos industriais. Muito utilizado na indústria
automotiva para aplicações gerais.

Material largamente utilizado para motores e


ACM Poliacríica -15 130 120 120 130 - - -
transmissões na indústria automobilística.

Material usualmente empregado em motores de ele-


MVQ Silicone -50 150 - - 130 - - - vado desempenho e em conversores de torque de
transmissões automáticas.

Fluorelastô- Material empregado em motores e transmissões, al-


FPM -30 150 150 150 150 - 125 125
metro tamente solicitados.

Na figura 4 é mostrado um ábado que


indica os limites de velocidade periférica RPM Fig. 4
m/s
do eixo para cada material, prevendo- 40
30000 15000 10000 9000 8000 7000 6000 5000 4500 4000

se que haja uma boa lubrificação do lá-


MVQ FPM
bio e também que a pressão interna da 3500
35
máquina seja praticamente igual à pres-
são externa. 3000
30
Estas considerações para escolha do
Velocidade Periférica do eixo

material ela tomérico devem ser consi- 2500


deradas somente como umaorientação 25

geral. Recomendamos portanto, que


ACM 2000
para cada nova aplicação de vedador, o 20

projeto seja previamente discutido com


a Engenharia de Produtos da Sabó. 1500
15

NBR
10 1000
9
8
7
6
5 500
4
3
2
1
0
CONFORME NORMA DIN 3761 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 170 180 190 200
Diâmetro do eixo mm
NBR Nítrica ACM Poliacrilíca MVQ e FPM Silicone e Fluorelastômero

7
Retentores

Recomendações quanto à aplicação


Execução do alojamento:
(figura 5) Fig. 5
A seguir estão descritas as recomenda-
ções para execução do alojamento, as
quais se aplicam a todos os tipos de veda-
dores.

Para o diâmetro do furo do alojamento DF


deve ser prevista a tolerância ISO H8.

O vedador geralmente é retido no aloja-


mento por interferência entre os diâme-
tros do alojamento DF e o externo do
DR e sua montagem deve ser executa-
da com auxílio de uma prensa hidráuli-
ca. Os valores recomendados para esta
interferência, bem como as tolerâncias
de DF e DR, segundo a norma DIN
3761, estão mostrados na figura 6.

O acabamento da superfície do furo po-


derá ser obtido por usinagem fina com
rugosidade de até Rt 25µ.

Deste modo será garantida uma boa


retenção e estanqueidade entre o ren-
tentor e o alojamento.

Para se obter uma boa condição de


montagem do retentor, deve ser previs- Fig. 6
to um chanfro de entrada no início do
alojamento, com inclinação da ordem Tolerância de D F e D R e interferência resultante
de 5º a 15º, numa profundidade de 0,8 Dimensões em milímetro
mm mínimo. Os cantos desta superfície
chanfrada deverão estar livres de rebar- Retentor tipo BR Retentor tipo BA ou B
bas de usinagem.
Tol. D F Interferência Interferência
ø Nominal Tol. D R Tol. D R
(H8) Resultante Resultante
Execução do eixo de trabalho:
(figura 5) 0 + 0,30 + 0,300 + 0,20 + 0,200
de 10 a 18
Para o diâmetro do eixo d deverá ser + 27 + 0,15 + 0,123 + 0,10 + 0,073
prevista a tolerância conforme reco- 0 + 0,30 + 0,300 + 0,20 + 0,200
de 18 a 30
mendação da norma DIN 3761, ISO + 33 + 0,15 + 0,117 + 0,10 + 0,067
h11.
de 30 a 50 0 + 0,30 + 0,300 + 0,20 + 0,200
+ 39 + 0,15 + 0,111 + 0,10 + 0,061

de 50 a 80 0 + 0,35 + 0,350 + 0,23 + 0,230


+ 46 + 0,20 + 0,154 + 0,13 + 0,084

de 80 a 120 0 + 0,35 + 0,350 + 0,25 + 0,250


+ 54 + 0,20 + 0,146 + 0,15 + 0,096

de 120 a 180 0 + 0,45 + 0,450 + 0,28 + 0,280


+ 63 + 0,25 + 0,187 + 0,18 + 0,117

de 180 a 300 0 + 0,45 + 0,450 + 0,30 + 0,300


+ 72 + 0,25 + 0,178 + 0,20 + 0,128

Exemplos de utilização:
— Cálculo de D F = ø + Tol. D F ........................Ex. D F mín = 65 + 0.000 = 65.000

D F máx = 65 + 0.046 = 65.046

— Cálculo de D R = ø + Tol. D R .........................Ex. D R mín = 65 + 0.200 = 65.200

D R máx = 65 + 0.350 = 65.350

Cálculo da Interferência Resultante:

Int.máx = D R máx – D F mín ....................................Ex. 65.350 – 65.000 = 0.350 = Int.máx


Int.min = D R mín – D F máx ......................................Ex. 65.200 – 65.046 = 0.154 = Int.mín

8
Retentores

Recomendações quanto à superfície do eixo


Fig. 7
Objetivando conferir uma boa durabilidade e eficiência de traba-
lho ao retentor, a superfície do eixo onde trabalho o lábio deverá
atender as seguintes exigências:
• O acabamento final desta superfície deve ser obtido por opera-
ção de retífica de topo com valores de rugosidade RA dentro de
0,2 a 0,5 µ ou Rt de 1.60 a 4.0 µ. Nesta operação de retífica, de-
verão ser evitados os movimentos transversais do rebolo, que
possam imprimir riscos com orientação helicoidal na superfície
do eixo.

• A superfície de trabalho do lábio do retentor deve ser isenta de Mancal


danificações, tais como: batidas, sulcos, trincas, falhas de mate- Excentricidade
rial, oxidações ou deformações. Estática

• A dureza do eixo na região de trabalho do retentor deverá estar


acima de 28 RC.

Visando uma boa condição de montagem, de modo que o lábio Alojamento


do retentor não sofra danificações ou deformações no ato da ins-
talação, é recomendável que os cantos dos eixos sejam chanfra-
dos com inclinação de 15 a 25º ou arredondados com raio de 0,6 Fig. 8
0,4
a 1,0 mm na região que passa sob o lábio. Os cantos devem ser mm
arredondados e livres de rebarbas.
Excentricidade Estática 0,3
É importante também que o lábio de vedação durante a instala-
0,2
ção do vedador evite contato direto com regiões do eixo conten-
LTI

do rasgos de chaveta, entalhados ou com usinagem grosseira.


0,1
Caso isto seja inevitável, deve-se prover uma luva protetora com
superfície em seu diâmetro externo respeitando as mesmas 0
recomendações sugeridas para o eixo de trabalho. 20 60 100 140 180 220 260
0 40 80 120 160 200 240 280
Tolerâncias de excentricidade do alojamento: Diâmetro do eixo
mm
Devido a inevitáveis variações de usinagem do alojamento e do
mancal, é previsto que haja uma certa excentricidade entre os mes-
mos. Em outras palavras, a linha de centro geométrico do alojamen-
to do retentor não coincide exatamente com a linha de centro efetiva
de giro do eixo (figura 7). A distância entre estas duas linhas de cen- Fig. 9
tros, assim definida como excentricidade estática, deverá ser manti-
da dentro dos limites estreitos indicados na figura 8.

Tolerâncias de excentricidade do eixo:


Igualmente é previsto que na usinagem do eixo haja uma certa
excentricidade entre a linha de centro efetiva de giro do eixo e a
linha de centro do diâmetro da pista de trabalho do retentor (figu-
ra 9). A excentricidade dinâmica, assim definida, também deverá
Mancal
estar contida dentro dos valores recomendados na figura 10.

Para valores muito acima dos recomendados, haverá o risco do Excentricidade


Dinâmica
lábio de vedação, devido à sua inércia, não conseguir manter o
contato com o eixo. Principalmente no caso de elevadas veloci-
dades angulares.

Eixo

Fig. 10
0,5
mm
0,4
Excentricidade Estática

0,35
0,3
0,25
LTI

0,2 MVQ
0,15
0,1 NBR
0,05 ACM
0 FPM
0 1000 2000 3000 4000 5000 min–1 7000
Rotação
RPM

9
Retentores

Recomendações quanto às
Fig. 11
condições de montagem
1 – Cuidados no armazenamento:
Durante o período de armazenamento,
os retentores deverão ser mantidos na
própria embalagem Sabó, estocados
em local limpo e de forma apropriada,
com temperaturas médias recomenda-
das entre 10 a 40 °C, livre de conta-
minações e manipulações desnecessá-
rias que possam provocar deformações
ou danificações.

2 – Cuidados na manipulação do re-


tentor:
Ao ser desembalado para a monta-
gem, recomenda-se todo cuidado pos-
sível para não tocar desnecessaria-
mente no lábio de vedação, de modo a
não introduzir deformações, danifi-
cações ou deposição de elementos es-
tranhos na aresta de vedação que pos-
sam comprometer o bom desempenho
na aplicação.

3 – Cuidados na pré-lubrificação
do retentor:
Para garantir uma instalação perfeita
do retentor no furo do alojamento e
também para propiciar a lubrificação
inicial da aresta de vedação, por oca-
sião dos primeiros giros no funciona-
mento do agregado, recomenda-se
pré-lubrificar o lábio do retentor, no
próprio fluido da aplicação, manten-
do-o em recipiente apropriado e per-
feitamente protegido de contamina-
ções externas.

4 – Montagem do retentor no alo-


jamento:
A prensagem do retentor na sede
deverá ser feita mediante o uso de
uma prensa mecânica ou hidráulica,
utilizando-se dispositivos apropria-
dos que atendam as seguintes re-
comendações:
• Deve-se garantir uma perfeita pré-
centralização do retentor, de modo
que o mesmo seja prensado na posi-
ção correta no alojamento.
• A superfície de apoio no dispositivo
do retentor deverá estar o mais próxi-
mo possível do diâmetro externo do
retentor, de modo a evitar deforma-
ções no ato da prensagem.
• De forma alguma o dispositivo deve
danificar o lábio de vedação.
Na figura 11 estão ilustrados alguns
tipos de dispositivos usualmente em-
pregados.

10
Retentores

5 – Montagem do retentor no eixo


de trabalho: Fig. 12
Não havendo possibilidade de chan-
frar ou arredondar as superfícies do
eixo sobre as quais deve ser introdu-
zido o retentor, ou então, no caso do
retentor ter que passar obrigatoria-
mente por uma região irregular, como
entalhados ou rasgos de chaveta, re-
comenda-se o uso de uma luva de
proteção para o lábio, conforme ilus-
trado na figura 12, observando que o
diâmetro da luva não deforme o lábio.
É de extrema importância que estas
luvas estejam com as superfícies ex-
ternas, por onde passa o lábio do re-
tentor, bem polidas, perfeitamente lim-
pas e livres de danificações ou ares-
tas vivas, provocadas por batidas
durante o seu manuseio constante.

6 – Cuidados na substituição do re-


tentor:
Em princípio, sempre que houver a des-
montagem de um agregado, por qual-
quer motivo que implique na desmonta-
gem do retentor ou do eixo de trabalho
após o uso, recomenda-se a reposição
do retentor por um novo.
Quando a substituição do eixo não
for possível, a aresta de vedação do
novo retentor não deverá trabalhar
na mesma pista deixada pelo reten-
tor anterior. Sempre dever-se-á mon-
tá-lo deslocado para o lado interior,
observando-se que o eixo esteja em
perfeitas condições, livres de defei-
tos, deposições sólidas ou oxidação.
Não lixar a superfície do eixo.
Muitas vezes, devido ao estado da su-
perfície do furo do alojamento, é inevitá-
vel o uso de massa de vedação no ex-
terno do retentor para garantir a estan-
queidade através do furo do alojamento.

Nestes casos deve-se tomar cuidado


para que essa massa de vedação não
atinja o lábio de vedação ou o eixo de
trabalho, pois, em tais casos, poderá im-
pedir o bom desempenho do retentor e
acarretar vazamento.

11
Retentores

Normalização de medidas dos retentores b


segundo a norma DIN 3761
c c
Na figura 13 estão indicadas as medidas do diâmetro do eixo,
diâmetro nominal do alojamento e altura dos retentores reco-
mendados pela Norma DIN 3761.

d
Fig. 13

Diametro Diametro Diametro


c c c
do eixo Φ b do eixo Φ b do eixo Φ b
min. min. min.
d d d
16 40 90
6 7 0.3 70 10 0.5
22 42 100
7 22 7 0.3 30 47 7 0.4 95
72 10 0.5
22 52 100
8 7 0.3
24 62 95
75 10 0.5
22 45 100
9 24 7 0.3 32 47 7 0.4 78 100 10 0.5
26 52 100
80 10 0.5
22 47 110
10 24 7 0.3 50 110
35 7 0.4 85 12 0.8
26 52 120
22 62 110
11 7 0.3 90 12 0.8
26 47 120
22 50 120
36 7 0.4 95 12 0.8
24 52 125
12 7 0.3
28 62 120
30 52 100 125 12 0.8
24 38 55 7 0.4 130
28 62 130
14 7 0.3 105 12 0.8
30 52 140
35 55 130
40 7 0.4 110 12 0.8
26 62 140
30 72 140
15 7 0.3 115 12 0.8
32 55 150
35 42 62 8 0.4 150
120 12 0.8
28 72 160
30 60 150
16 7 0.3 125 12 0.8
32 62 160
45 8 0.4
35 65 160
130 12 0.8
28 72 170
30 62 135 170 12 0.8
48 8 0.4
17 32 7 0.3 72 140 170 15 1
35 65 145 175 15 1
40 68 150 180 15 1
50 8 0.4
30 72 160 190 15 1
32 80 170 200 15 1
18 7 0.3
35 68 180 210 15 1
52 8 0.4
40 72 190 220 15 1
30 70 200 230 15 1
32 72 210 240 15 1
55 8 0.4
20 35 7 0.3 80 220 250 15 1
40 85 230 260 15 1
47 70 240 270 15 1
32 72 250 280 15 1
56 8 0.4
35 80 260 300 20 1
22 7 0.3
40 85 280 320 20 1
47 72 300 340 20 1
58 8 0.4
35 80 320 360 20 1
37 75 340 380 20 1
24 7 0.3
40 80 360 400 20 1
60 8 0.4
47 85 380 420 20 1
35 90 400 440 20 1
40 85 420 460 20 1
62 10 0.5
25 42 7 0.3 90 440 480 20 1
47 85 460 500 20 1
63 10 0.5
52 90 480 520 20 1
37 85 500 540 20 1
26 42 7 0.3 65 90 10 0.5
47 100
40 90
68 10 0.5
28 47 7 0.4 100
52

1) Tolerâncias permissíveis para Φ, vide fig. 6


12
Retentores

Conceitos básicos de
construção 7

1. Membrana elastomérica (ou lábio)


1.a. Ângulo de ar BR 4
1.b. Aresta de vedação 4a 5c
6 5
1.c. Ângulo de óleo
5d 5b
1.d. Região de cobertura da mola 5a
5e
1.e. Alojamento de mola
4b
1.f. Região interna do lábio 1f
3 1d 6
1.g. Região de engaste do lábio
1e
2. Mola de tração

3. Região interna do vedador, even- 8


tualmente recoberta por material elas- 6 1c 2
1g
tomérico. 1a 1b
4. Anel de reforço metálico ou carcaça. 1
4.a. Porção cilíndrica de sustentação
9
4.b. Flange radial de engaste

5. Cobertura externa elastomérica


5.a. Borda

5.b. Chanfro da borda

5.c. Superfície cilíndrica externa ou


diâmetro externo

5.d. Chanfro das costas

5.e. Costas

6. Filetes de escoamento de moldagem

7. Carcaça externa metálica

8. Vedação auxiliar

9. Carcaça interna metálica

13

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