0% acharam este documento útil (0 voto)
40 visualizações61 páginas

PCR

Enviado por

Heloiza.freire
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
40 visualizações61 páginas

PCR

Enviado por

Heloiza.freire
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

PCR

RUIVANDRO DE OLIVEIRA AMORIM


MÉDICO RESIDENTE EM TERAPIA INTENSIVA / CLINICA MÉDICA.
MEDICINA ABC - FUABC
O QUE É A
PARADA CARDIORESPIRATORIA
Perda repentina de circulação sanguínea
Por uma incapacidade do coração em
bombear sangue.
POR QUE PODE ACONTECER
PCR?
A parada cardíaca súbita acontece quando o
coração deixa de bombear sangue para o
corpo causando desmaio imediato e fazendo com
que a pessoa deixe de respirar e não tenha pulso.
SINTOMAS INCLUEM:
PERDA DE CONCIENCIA;

RESPIRAÇÃO AUSENTE OU ANORMAL;

PODE HAVER DOR NO PEITO = DOR PRECORDIAL;

NÁUSEAS.
SINAIS E SINTOMAS

DOR TORACICA
Objetivos
Padronizar o
atendimento na
PCR

Qualificar a
assistência

Reverter a PCR
AMERICAN HEART ASSOCIATION

A cada 5 anos tem uma nova atualização


Ultima atualização: final de 2015
SUCESSO DO ATENDIMENTO A PCR

• Depende de uma sequência de procedimentos


sistematizada em uma corrente de sobrevivência

• Elos: ações com impacto na sobrevivência e que não


podem ser consideradas isoladamente.
• EVIDÊNVIAS CIENTIFICAS apontam a necessidade de mudança
de foco e de fluxo, alterando toda a sequência de ações da RCP
(Ressucitação Cardio Respira).
E PORQUE FAZER TUDO ISSO?

EDUCAÇÃO

IMPLEMENTAÇÃO

TREINAMENTO
Habilidades adquiridas após
um treinamento em RCP
SE PERDEM EM 3 A 6 MESES
(SEM USO).
Quanto maior a chance de atender uma PCR,
Maior a necessidade de treinamento.
Ver habilidades, Procedimentos,
Dispositivos.
Por isso temos que passar COM
BASTANTE CALMA.
ACLS

ENSINA A SEQÜÊNCIA CORRETA


DAS AÇÕES PARA AJUDAR A
SALVAR VIDAS
DIAGNÓSTICO DE PCR
• SINAIS CLINICOS

Respiração
Inconsciência
PCR Ausente

Pulso Ausente
Dificuldade DE RESPIRAR
CURIOSIDADES
CURIOSIDADES
O QUE FAZER APÓS O
RECONHECIMENTO DA PCR?
O QUE FAZER APÓS O
RECONHECIMENTO DA PCR?
Iniciar RCP = Suporte
Solicitar Ajuda RESSUSCITAÇÃO Avançado de
CARDIO PULMONAR Vida
Básica

Cuidados Pós - Desfibrilar se


PCR necessário
SUPORTE BÁSICO DE VIDA

1. VERIFICAR A SEGURANÇA DA CENA


SUPORTE BÁSICO DE VIDA

2. AVALIAR CONSCIÊNCIA
SUPORTE BÁSICO DE VIDA

3. CHAMAR AJUDA /SAMU 192


SUPORTE BÁSICO DE VIDA

4. AUSÊNCIA DE PULSO CAROTÍDEO E FEMURAL


Suporte Básico de Vida
IniciarIMEDIATAMENTE manobras para voltar a
circulação em órgãos nobres (coração e cérebro) e a oxigenação.
C-A-B-D-primário.
C – Assistência circulatória;
A – Abertura das vias aéreas;
B – Respiração / Ventilação;
D – Desfibrilação.
MANOBRAS NA RCR

C – Assistência Circulatória
SENTIR O PULSO NÃO PODE passar DE 10 segundos, se não
sentir:
Iniciar compressão torácica eficiente;
Frequência de COMPRESSÕES no mínimo 100/min. (100–120 min)
CICLO DE COMPRESSÕES = 2 MINUTOS
ONDE E COMO FAZER AS COMPRESSÕES
MANOBRAS NA RCR
A – Abertura das vias aéreas

Alinhamento da cabeça com o tronco;


Extensão do pescoço;
Tração anterior da mandíbula.
MANOBRAS NA RCR
B – Respiração / Ventilação

Ventilação com Ambú;

Ventilação Boca a Boca;

Ventilação Boca Nariz;

Ventilação Boca Estoma.


COMPRESSÃO / VENTILAÇÃO
D - Desfibrilação
MODALIDADES ELÉTRICAS DA PCR

RITIMOS CHOCAVEIS
Fibrilação Ventricular (FV):

Taquicardia Ventricular (TV):


MODALIDADES ELÉTRICAS DA
PCR

RITIMOS NÃO CHOCAVEIS


Assistolia;

Atividade Elétrica sem Pulso.


Revisão

C COMPRESSÕES /
CIRCULAÇÃO
A ABERTURA DE VIAS
AÉREAS

B RESPIRAÇÃO
VENTILAÇÃO
D DESFIBRILAÇÃO
Suporte Avançado de Vida
Equipamentos adequados para maior
oxigenação e ventilação associados ao uso
de medicamentos e à busca do
diagnóstico.
Chamado de A – B – C – D secundário
Sequência do Suporte
AVANÇADO
• C – Circulação (acesso venoso e monitoração);

• A – Abertura das vias aéreas;

• B – Respiração / Ventilação;

• D – Medicamentos e diagnóstico diferencial.


C- Circulação (acesso venoso)
Acesso venoso, preferencialmente periférico e nos
membros superiores (veia ante cubital).
Preparar material de CVC.
Manobras da SAV
A- Abertura das vias aéreas
A intubação traqueal deve ser realizada, após o terceiro ciclo, de
RCP, por profissional médico. Cada tentativa pode ter o tempo de 30
segundos.
B- Ventilação
Logo após a intubação deve-se testar a posição do tubo dentro
da traquéia. Inicia-se a ausculta pelo epigástrio, segue-se a do
pulmão esquerdo e depois do direito.
Prováveis causas de PCR em AESP/ ASSISTOLIA

• 5 H’s 5 T’s
• Hipovolemia Trombos Coronária
• Hipoxia Trombose Pulmonar
• Hiponatremia Tensão no Pneumotórax
• H+ (Acidose) Tamponamento Cardíaco
• Hipo/Hipercalemia Toxinas (intoxicação)
D- DISGNOSTICO PROVAVEL
Diferencial

O DIAGNÓSTICO da provável causa


da PCR é fundamental para uma RCP mais eficaz, já que
algumas delas podem ser facilmente revertidas.
MEDICAMENTOS

ADRENALINA (EPNEFRINA):
Vasoconstritor, russucitação cardiopulmonar,
broncodilatador.
1ml por dose. Usada a cada 3 – 5 minutos
Quando usar: O Coração esta parado.
MEDICAMENTOS

AMIODARONA (ANCORON):
Tratamento e profilaxia de FV, TV, TSV.
300mg 1ª dose 150mg 2ª dose
Quando usar: FV ou TV após o 3º ciclo.
CURIOSIDADES

Porque tem que ver o traçado do ECG quando esta no atendimento da PCR?

Porque se pede Gasometria Arterial?

O que acontece nas pupilas quando se coloca a luz nos olhos?

Para que pede para colocar a Tabua embaixo do paciente quando esta sendo
feito as compressoe?
MIOSE
MIDRIASE
CUIDADOS PÓS-REANIMAÇÃO

• Exame clínico completo;


• Monitoração cardíaca contínua e ECG completo;
• Acesso venoso;
• Avaliação dos outros procedimentos invasivos,
• Radiografia do tórax;
• Exames laboratoriais;
• Medicamentos para manutenção.
Porque parou???

• 5 H’s 5 T’s
Tamponamento cardíaco
• Hipotermia Trauma (pneumotórax)
• H+ (acidose) Temperatura (hipotermia)
• Hipovolemia Tromboembolismo pulmonar
• Hipoxia Trombose coronariana
• Hipercalemia intoxicação
CUIDADOS DO PACIENTE

O médico que está coordenando o atendimento à PCR decide o


momento de outro procedimento, levando em conta as
informações da equipe quanto à estabilização dos parâmetros
vitais e das condições adequadas para a melhoria do quadro vital
do paciente.
ATRIBUIÇÃO DE CADA PROFISSIONAL
NO ATENDIMENTO À PCR

American Heart Association (AHA):


• Um na ventilação;
• Um na compressão torácica;
• Um administrando o tempo (droga e ciclo de
compressões);
• Um na manipulação dos medicamentos;
• Um no comando, próximo ao monitor/ECG
O Auxiliar/Técnico de enfermagem

• Aproximação do carro de emergência;

• Preparo da medicação;

• Obtenção de via de acesso venoso.


Ao Enfermeiro

• Instala o monitor, no caso de não haver possibilidade ou


necessidade de realizar a desfibrilação, ou quando as
três primeiras tentativas não tiveram sucesso;
• Auxilia nas manobras de RCP, assumindo a ventilação ou a
compressão torácica quando necessidade.
Fisioterapeuta

Assume a ventilação e auxilia o médico na Intubação e na


utilização do Ventilador Mecânico. Auxilia nas Manobras de RCP.
ABANDONO DAS MANOBRAS DE
RESSUSCITAÇÃO
• Situações em que se autorizam a interrupção das
manobras de ressuscitação;

• Situações em que não há indicação para inicio das


manobras de RCP.
RECOMENDAÇÕES UNIVERSAIS

• Luvas de procedimento: para punção venosa,


administração de medicações, aspiração de cavidade oral
e outras;
• Óculos e máscara: de proteção para intubação e
aspiração traqueal, se houver secreção abundante ou
risco conhecido;
• Aventais: caso haja probabilidade de drenagens ou
indicação precisa prévia.
Tempo é crucial na PCR e pode
salvar vidas.
Bibliografia

• Livros:
• Unidade de emergência ( condutas em medicina de urgência.
• Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) 2018.
• UTI – ADULTO MANUAL PRÁTICO.
• APOSTILA CARDIOLOGIA – MEDCURSO.
• HARRISON – MEDICINA INTERNA 17 EDIÇÃO.
OBRIGADO - AGRADECIMENTOS

• Prof. Dr. RENE CAMPERO – Cirurgião Cardíaco – • Dra. Izabella - Plantonista - Reumatologista
Intensivista – Plantonista UTI CHMSA.
• Dr. Dilendson – Plantonista - Cirurgião Gastrico
• Dr. Aldemir de Oliveira da Silva – INTENSIVISTA -
Coordenador Responsável - UTI Adulto CHM. • Dr. Jorge Villegas Pantoja – Cirurgião Cardíaco,
Intesivísta.
• Dr. Agnaldo Muchon Cardiologista -Intensivista – Diarista
Encarregado UTI Adulto CHMSA • Dr. Jorge W. Rabelo – Intensivista / Cardiologista
• Dr. Marcelo Pitarelli Medico Cardiologista Diarista • Enfermeira Sandra Cristina - Coordenadora Encarregada
CHMSA da UTI Adulto CHMSA.
• Dr. Marcelo Prazeres Medico Plantonista Residente de • Enfermeira Ana Maria da Rocha – Especialista em Terapia
Anestesiologia; Intensiva e Encarregada da UTI Adulto CHMSA.
• Prof. Dr. Roberto Douglas – Dr em Cardiologia e Terapia • Enfermeira Tatiana – Especializada em Urgência e
Intensiva - UTI CHMSA. Emergência
• Dra, Karem Vasconcellos Medica Especialista em Clínica • Equipe de enfermagem da UTI adulto CHM
Medica – Residente de Hematologia – Plantonista UTI • Equipe de colaboradores (Tatiana Sec. Responsável da
CHMSA. coordenação medica, Senhor Antônio, Enf. assistente
• Dra. Rafaela Gervasio – Medica diarista responsável em Aninha, Luciana, Elaine)
Cuidados Paliatiativos.
AGRADECIMENTOS

PROFESSORA ANGELA AFFONSO – COORDENADORA DO CURSO DE ENFERMAGEM

PROFESSOR SILAS - PROFESSOR DO CURSO DE ENFERMAGEM

Você também pode gostar