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Importância da Cooperalfa na Economia Regional

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

CAMPUS CHAPECÓ

CURSO DE GEOGRAFIA

PEDRO LEITE RODRIGUES DE SOUZA

RELATÓRIO DE CAMPO:

COOPERALFA

CHAPECÓ

2018
INTRODUÇÃO

O estudo da matéria de regiões e redes tem por objetivo estudar as relações entre as
cidades e as regiões. Entendendo que no quadro atual as relações são bastante
dinâmicas e que agregam relações no âmbito econômico nas competências das
formas espaciais - ora em circunstâncias locais, ora em circunstâncias globais.

O trabalho de campo realizado no dia 02/11/2018 tem por objetivo, dentro das
características regionais do perímetro de Chapecó – SC e redondezas, por meio de
bases teóricas tentar identificar as relações que se estabelecem na região entre a
COOPERALFA e o sistema produtivo e econômico desse espaço geográfico.

O trabalho foi dividido em três paradas, a primeira participamos de uma apresentação


a qual foi ministrada por um dos representantes da cooperativa, em que o mesmo
dissertou acerca de características como: perfil, missão, principais valores,
fundadores, administração, gestão, áreas de atuação, unidades e etc. A segunda
fomos recebidos pelo responsável na parte de marketing da cooperativa onde nos
relatou um pouco sobre como e quais são os processos e instrumentos para explorar,
criar e entregar valores na satisfação às necessidades de um mercado-alvo com lucro.
Grandes empresas: uso do território e a produção do espaço regional

- Descrever a importância da Cooperalfa na economia regional

As cooperativas costumam apresentar-se como associações de sujeitos que se unem


de forma voluntária a satisfazer necessidades econômicas, sociais, culturais e ou
políticas em comum entre os associados. Essas são empresas autônomas em que os
próprios membros são os donos e gerenciam-nas de maneira democrática. Sendo
assim, nesse ambiente cooperativista o objetivo é atender as necessidades de todo o
grupo garantindo o bem-estar de cada integrante.

O Cooperalfa em se tratando de números possui 19.130 famílias associadas das quais


atingem no ano de 2017 um faturamento de R$ 2,8 bilhões com um crescimento de
5,5% em relação ao ano de 2016. Esse aumento nos mostra um saldo positivo na
missão de gerar valor ao agronegócio na região, por meio da cooperação onde mais
de 80% da base associativa da cooperativa é de agricultores familiares. Participando
de todo o processo de produção, beneficiamento, armazenamento e industrialização
agropecuária, tornando o associado um agente ativo na participação do mercado
externo e interno.

Essa em seu processo de desenvolvimento passa a ser um instrumento de grande


importância na difusão de tecnologias e efetivação de políticas de desenvolvimento
econômico da região, atuando como elo de ligação entre o produtor rural e o governo,
sempre em busca do fortalecimento do sistema de produção da região comprometida
com a própria filosofia de trabalho.

- Descrever seus ramos de atuação;

Para isso a Cooperalfa conta com quatro áreas de atuação:

- Nutri alfa atuando na parte de nutrição de animais como todo uma linha de rações
e suplementos minerais para bovinos de leite, bovinos de corte, suínos e aves;

- Semalfa atuando no ramo na produção de sementes, onde até o ano de 1996


produzia apenas para atender a demanda de seus associados. A partir do ano de
1997 ocorreu um processo de ampliação na produção com o objetivo de atender
outras regiões do Sul, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Não o bastante em 2005 a
cooperativa passa a ser certificada como multiplicadora de sementes.

- Cota Capital seria um valor financeiro que deve ser inteirado para associar-se a uma
cooperativa, já que esta é uma associação de pessoas com interesses comuns (todos
são sócios do negócio) e para isso supõe-se uma participação econômica de uma ou
mais cotas-capital garantindo assim vantagens de se ter acesso a produtos e serviços.

- Silos Cooperalfa “Silos armazenam muito mais do que grãos, guardam a confiança
do associado na sua cooperativa”. Entre todo o ciclo de produção a armazenagem é
uma parte do processo de grande importância, por isso a cooperativa possui uma
sólida estrutura de armazenamento de grãos com 54 pontos de recebimento que
abrange os estados de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul e capacidade
total de 12,6 milhões de sacas.

Outros ramos de atuação da cooperativa seria as suas redes de supermercados, lojas


agropecuárias e postos de combustíveis. Estímulo a comercialização da produção dos
associados (milho, soja, trigo, feijão, suinocultura, avicultura e leite).

- Analisar a relação da empresa com a economia global;

Podemos chamar de globalização econômica a relação entre os países a partir da


economia. Esse processo se realiza através de dois aspectos: o econômico porque a
fluxo de mercadorias e o financeiro pois existe fluxo de capital.

A revolução industrial provocou uma verdadeira ascensão dos meios de comunicação


e com isso a viabilização da mundialização da economia pois o dinheiro e as
mercadorias passaram a ter um maior alcance além das fronteiras favorecendo
grandes corporações.

Sabemos que o cultivo da soja é amplamente propagado e representa uma das


principais atividades agrícolas do mundo e, em especial, do Brasil. Segundo dados da
EPAGRI a produção brasileira do grão de soja foi de 75 milhões de toneladas ficando
atrás apenas do Estados Unidos que ocupa o primeiro lugar.
Legitimando sua importância em nível nacional, no mesmo ano, a tipologia de
produtos básicos - que necessitam da soja - foi responsável por 47,8% das
exportações brasileira.

Santa Catarina foi o décimo maior estado brasileiro produtor de soja em 2011. As
principais microrregiões produtoras do estado em 2010 foram: Xanxerê (31,2% da
produção e 28,9% da área plantada), Canoinhas (24,5% da produção e 22,3% da área
plantada), Chapecó (14,9% da produção e 16,1% da área plantada) e Curitibanos
(14,4% da produção e 14,8% da área plantada). Para estas regiões, a cadeia de soja
é economicamente essencial. Para a microrregião de Xanxerê, por exemplo, a
produção de soja representou 8,2% do seu PIB em 2009, isso sem considerar a
participação dos demais agentes da cadeia produtiva de soja nesta localidade
(EPAGRI, 2011).

Com isso podemos observas a importância da atividade exportadora em essencial


para o desenvolvimento da região e do país, pois possibilita o pagamento de dívidas
contraídas e também de extrema importância gera a criação de milhares de novos
empregos.

- Relacionar a visita de campo com ao menos uma temática tratada durante o


curso;

Os debates acerca da noção de região, de regionalismo e do processo de


regionalização embora não se restringindo a apenas os geógrafos encontra entre eles
os mais acalorados adeptos, mas também está inserido em práticas econômicas e
políticas.

Contudo enquanto categoria de estudo que permite revelar geográficos dos


fenômenos sociais foram vários os que proclamaram a morte da região, muito
presenciado nos debates atuais acerca dos efeitos da homogeneizadores do processo
de globalização

Porém a realidade nos mostra outra ótica a respeito dessas formulações,

a questão regional retoma hoje sua força, pela proliferação efetiva de


regionalismos, identidades regionais e de novas-velhas desigualdades
regionais (...) Nesse sentido, apesar da propalada globalização
homogeneizadora, o que vemos, concomitantemente, é uma permanente
reconstrução da heterogeneidade e/ou da fragmentação via novas
desigualdades e recriação da diferença nos diversos recantos do planeta
(HAESBAERT, 2010, p. 15).

E dentro desse contexto que o presente texto trabalha a ideia da necessidade da


criação de políticas públicas no intuito da redução das desigualdades regionais no que
diz respeito ao seu processo de desenvolvimento econômico. Faz-se necessário a
articulação das entidades governamentais junto a sociedade civil no planejamento e
incentivo dessas políticas na redução do subdesenvolvimento de regiões
marginalizadas pelo processo de globalização que só atende a regiões as quais
possuem requisitos para se inserir na competitividade na busca pelo destaque nas
economias regionais e ate mesmo globais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Uma proposta de trabalho de campo semelhante ao que nos foi dado para turmas do
ensino médio seria:

- Uma visita a empresa BRF ou Aurora pra entender um pouco mais sobre o sistema
de produção e distribuição com o intuito de aproximar os alunos a dinâmica das
empresas na região;

- Utilização de textos referentes a temática como apoio;

- Sites que possam aprimorar a pesquisa como o IBGE;

- Desenvolver um breve resumo sobre os assuntos abordados;

- Organizar seminário com base no resumo e conhecimentos adquiridos;


REFERÊNCIAS

http://www.cooperalfa.com.br/

https://comercioexteriorintensivo.wordpress.com/2013/02/20/a-importancia-da-
exportacao-para-o-pais/

file:///C:/Users/Pedro%20Leite/Downloads/3450-12229-1-PB.pdf

https://cooperativismodecredito.coop.br/2015/02/cooperativismo-e-alternativa-para-a-
economia-brasileira/

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