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Funções e Estruturas do Olfato

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Anildo Barros
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O olfato é um dos cinco sentidos básicos e refere-se à capacidade de

captar odores com o sistema olfativo.


No homem e demais vertebrados, o órgão olfativo se forma a partir de um
espessamento epidérmico situado na região etmoidiana do crânio, a
neurorrecepção somente será activada após as moléculas das substâncias
odoríferas serem dissolvidas no muco que recobre a membrana pituitária.

Função do Olfacto
O órgão responsável pelo olfato varia de acordo com as espécies. Enquanto
os seres humanos utilizam o nariz para perceber os odores, os insetos utilizam
as antenas. De extrema utilidade, o olfato auxilia na sobrevivência dos
animais, que conseguem sentir o cheiro do seu predador para fugir.
Principal Função
O olfato é um sentido muito importante, pois, além de auxiliar na percepção
do ambiente alertando sobre substâncias nocivas, atua junto com a gustação
na alimentação. O olfato ajuda a identificar os alimentos por meio do odor.

Estrutura do Olfato
As narinas são os órgãos responsáveis pela captação dos odores. Em
humanos, podemos encontrar na região superior das fossas nasais o epitélio
olfativo, que é formado por células especializadas (quimioceptores de olfato)
dotadas de prolongamentos muito sensíveis (cílios olfatórios).

Parte Do Cérebro É Responsável Pelo Olfato


Córtex: essa é a parte externa, conhecida popularmente por massa cinzenta.
Essa região é responsável pela competência de pensar e interpretar o que é
enviado pelos cinco sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato

O que é a memória olfativa


Memória olfativa é aquele cheiro que te faz lembrar de algum momento vivido,
o ser humano tem uma capacidade incrível de associar cheiros e
gerar memória no cérebro, em uma área chamada de sistema límbico que é de
onde provém as nossas emoções, portanto os cheiros têm o poder de interferir
no comportamento humano e no ..
Desfunção olfactiva

 disosmia: distorção do olfato;


 fantosmia: alucinação olfativa, onde o indivíduo percebe cheiros
desagradáveis;
 hiperosmia: aumento exagerado da sensibilidade do olfato;
 hiposmia: redução da capacidade do olfato;
 parosmia: perversão do olfato;
 síndrome da referência olfativa: distúrbio psicológico que faz com que o
paciente pense ter um forte odor corporal

O olfato e as emoções
 A percepção é um processo que influi na trajetória de crescimento e
reorganização do cérebro com vista a este se ir adaptando melhor ao
ambiente e conseguir agir com mais eficiência inserido nele. E a parte
mais antiga do cérebro, o rinencéfalo (cujo nome é composto por duas
palavras significando «cheiro» e «cérebro»), que compreende as áreas
olfativas e límbicas, parece ter-se desenvolvido inicialmente a partir de
estruturas olfativas. O que indica que provavelmente a capacidade para
experimentar e expressar emoções se terá desenvolvido a partir da
habilidade para processar os odores. Só mais tarde
na evolução darwiniana se parecem ter desenvolvido outras estruturas
límbicas como o complexo amígdala-hipocampo.
 Como no caso das emoções básicas, a resposta imediata aos odores
transmite uma mensagem simples e binária: ou se gosta ou não se
gosta; fazem-nos aproximar ou evitar. E verifica-se que, quando uma
pessoa sofre um trauma que a faz perder o olfato, o impacto se torna por
vezes devastador: as experiências de fazer amor ou mesmo passear
numa manhã primaveril ficam extremamente diminuídas. E há casos em
que se verifica que há uma diminuição de intensidade mesmo em todas
as experiências emocionais.
 As memórias que incluem lembrança de odores têm tendência para ser
mais intensas e emocionalmente mais fortes. Um odor que tenha sido
encontrado só uma vez na vida pode ficar associado a uma única
experiência e então a sua memória pode ser evocada automaticamente
quando voltamos a reencontrar esse odor. E a primeira associação feita
com um odor parece interferir com a formação de associações
subsequentes (existe uma interferência proactiva). É o caso da aversão
a um tipo de comida. A aversão pode ter sido causada por um mal estar
que ocorreu num determinado momento apenas por coincidência, nada
tendo a ver com o odor em si; e, no entanto, será muito difícil que ela
não volte sempre a aparecer no futuro associada a esse odor.

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