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Alexa Riley - The Princess 04 - Forbidden Princess (AL2)

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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D I S P O N I B I L I Z A Ç Ã O : E VA B O L D

TRADUÇÃO: JULIANA, ADRIANA E T H AY

R E VI SÃ O : T H AY R I B E I R O
L E I T U R A F I N A L : E VA B O L D
F O R M A T A Ç Ã O : E VA B O L D
T HE PR I N C E S S S E R I E S …

ós nos apaixonamos por coroas e brilhos a


N um ponto sem retorno. Nosso melhor
conselho é que não fique presa aos
detalhes... apenas desfrute desse
maravilhoso romance! Cada livro é
independente com um felizes para sempre.
FORBIDDEN PRINCESS
by
Alexa Riley

Tabitha está destinada a casar com um rei e unir sua poderosa família com outra.
Mas ela nunca foi o tipo obediente, e decidiu fazer seu próprio destino.
Vlad dedicou a sua vida a proteger o seu rei e nunca pensou em tomar uma esposa. Mas
todas as apostas estão fora quando uma sexy princesa de cabelos escuros aparece.
Os dois são quentes e rápidos, mas quando os pais de Tabby aparecem, as coisas ficam
confusas. Eles podem renunciar a tradição e fazer o próprio caminho, ou cederão a
pressão?

Atenção: Ok, ok ... parem de perguntar. Eles conseguiram sua própria história.
Felizes agora?
Capítulo um

Tabitha
Ao fazer uma última onda no cabelo de Al, dou um passo para trás e analiso
minha obra.
"Você parece uma prostituta. Uma daquelas americanas," brinco, sorrindo. Acho que nós
1
acertamos em cheio. Minha obsessão com o filme Pretty Woman me deu a ideia de ir com
2
a aparência de Vivian Ward . Amo fazer o cabelo de Al, mas ela quase não me deixa mais
arrumá-la. Não é da mesma forma que quando éramos pequenas e fiz isso todos os dias
antes dela aprender a fazê-lo sozinha.
Ela não gosta de seus cabelos loiros longos, mas eu amo. Sempre me fazem pensar em
conto de fadas, o que parece adequado, dado que somos princesas.
"Enquanto não precisar me vestir como uma prostituta, é perfeito," ela diz, me fazendo
rir. Não acho que conseguiria fazer Alena mostrar muita pele, mesmo se a mantivesse
sentada e colocasse sua roupa de festa a força.
"Disse para usar uma simples roupa de festa." Ando até a cama, pegando um vestido que
sei que ficará perfeito. Falei para usá-lo há muito tempo, mas esteve guardado no fundo
do seu armário desde então. "Este."
Seguro o vestido verde, sabendo que fará seu cabelo loiro ainda mais brilhante. Ela pode
não gostar do cabelo, mas acho que a faz brilhar como uma estrela. Além disso, o vestido
é modesto, chegando até os joelhos, com mangas curtas. Vai ficar perfeito. Embora um
pouco perfeito demais para nossos planos. Este vestido pode não assustar seu futuro
marido.
"Não posso usar isso. Vou precisar de saltos."
Tenho que segurar uma risada. Alena é a pior com saltos. É realmente muito engraçado
vê-la neles. Ela parece um bebê aprendendo a andar.
"Sim. Já te vi de salto. Você é um acidente prestes a acontecer. Então é isto."
Pego um par de saltos pretos que combinam com o vestido. O ponto é fazê-la parecer
desarrumada se queremos assustar o homem exigindo sua mão em casamento. O homem
que levará minha irmã para longe. Tem sido sempre nós duas. Ainda lembro quando a
mãe a trouxe para casa do hospital. Pensei que seria minha para cuidar, proteger dos pais
de baixa qualidade que tivemos, e é isso que fiz. E isso é o que faço hoje.
Vamos fazer este potencial marido correr para as montanhas. Embora depois da imagem
que vi dele, não tenho certeza de que já fugiu de qualquer coisa na vida. Ele tinha os
olhos sobre minha doce e inocente irmã mais nova, e não sei se poderá ser impedido. Ela
é muito suave para um homem que parece que poder rasgar alguém ao meio com as
próprias mãos.
Entregando-lhe os saltos, pego meu próprio vestido. Ao contrário de Al, adoro vestir-me.
Cabelo, maquiagem e roupas são minha obsessão desde que aprendi a andar. Entro no
vestido vermelho apertado e puxo um pouco para me certificar de que está tudo no lugar.
"Espere, está tentando chamar a atenção dele para casar com você? Pensei que íamos
assustá-lo," diz Alena.
Vejo quando pânico ilumina seu rosto. Tentei e tomei o lugar de Al quando descobri que
alguém pediu sua mão. Sabia que ela não queria casar, assim como eu. Pelo menos não
com um rei. Não quero passar o resto da vida como realeza. Quero algo mais simples.
Mas para Alena eu faria qualquer coisa, inclusive perguntar se poderia tomar seu lugar.
Eu era mais velha e fui convidada várias vezes, mas a cada vez, meus pais recusavam. A
única coisa boa que já fizeram por mim. Mas, quando o rei Roman chamou por Al, nossos
pais questionaram e ele não quis nenhuma exceto ela. No meu entendimento, não acho
que tentar levá-lo a olhar para mim poderia funcionar. Ele tinha a intenção de ter Alena.
A única coisa que posso fazer é fazê-lo pensar que ela não é uma escolha tão boa.
Contudo, poderíamos chegar em algum resultado. Embora tenho a sensação de que não
vá funcionar. Alena nunca percebe o quanto realmente brilha sem sequer tentar.
Mas não imaginei a expressão em seu rosto. Existia ciúme lá? Talvez ela gosta do rei um
pouco mais do que está disposta a admitir.
"O que quiser," digo a ela. Porque vou fazer o que ela precisa que eu faça. Sempre fizemos
isso para a outra. Nós somos uma equipe. Uma equipe que está prestes a ser dividida.
"Meninas!" Minha mãe grita antes da porta abrir. "Vamos." Ela nos dá um olhar para se
certificar de que estamos apresentáveis, porque isso é tudo o que ela se preocupa. Ela vira
e vai para fora do quarto, um copo cheio de vinho na mão como sempre. Esperemos que
ela tenha o suficiente para não ser irritante esta noite.
Vejo Alena deslizar sobre os saltos e quase cair. Sorrio, incapaz de evitar, ao mesmo
tempo colocando os meus.
"Vamos." Enlaço meu braço no dela para ajudá-la a caminhar então não vai se machucar
antes mesmo de chegar lá. Caminhamos para a sala grande, com apenas alguns tropeços
ao longo do caminho.
"Não sei se posso fazer isso," sussurra Al. Odeio o tremor em sua voz. Faz um sentimento
de proteção crescer em mim. "Eu sou tão tímida. Não sei se posso fazer papel de boba."
"Estarei bem aqui. Nós vamos conseguir," a tranquilizo.
Não vou a lugar nenhum, e estarei aqui para fazer papel de boba junto com ela.
Esperemos que este rei vá pensar que somos desarrumadas e fugir, não querendo nada a
ver com a gente. Ela me olha e balança a cabeça.
Quando viramos o canto do corredor para a grande sala nós duas congelamos. Todo
mundo nos olha, mas meus olhos seguem um único ponto, e sinto cada parte do meu
corpo ganhar vida.
"Merda," sussurro para mim mesma.
O homem de pé contra a parede oposta tem os olhos sobre mim. Eles são os mais verdes
que já vi na vida. Seus braços gigantes estão cruzados sobre o peito, e sei
instantaneamente pela sua posição que é um guarda. Ele é como um tanque, com
grandes músculos e um peito amplo. O cabelo é espesso e escuro, e sei que nossos bebês
teriam o cabelo como o dele. Oh. Meu. Deus. Não posso acreditar que tive esse
pensamento.
Como se pudesse ler minha mente, um sorriso aparece em seus lábios cheios.
Alguém pisa na frente dele, bloqueando minha visão. Não sei se sou grata por isso ou
não. É então que noto Roman. Seus olhos estão focados totalmente na minha irmã. Ele
parece quase com raiva. É então que percebo que é porque ela está olhando para onde eu
olhava. O homem misterioso com olhos verdes. Posso ver o ciúme escrito em todo o rosto
de Roman.
"Querida, este é o rei Roman," ouço nossa mãe dizer.
Olho para ela e vejo que tem um sorriso gigante no rosto. Ela está muito feliz em passar
sua filha com tanta facilidade. Ela não importa-se que Alena não quer ir. Não, não a
minha mãe. Fico olhando-a por um momento, e pela primeira vez, realmente sinto ódio.
Perdida em meus devaneios, perco Roman vindo do outro lado da sala. Ele agarra Alena,
que estava tropeçando em seus sapatos. Ele puxa-a para si, e vejo minha irmã derreter-se
contra ele como se ela tivesse feito isso milhares de vezes.
Olho para trás, para meu homem misterioso, que agora se aproximou. Ele me olha
diretamente. Sinto que ele pode ver através das minhas roupas. O olhar vagueia sobre
mim como se eu lhe pertencesse, como se tivesse conhecimento pessoal do meu corpo.
Estou acostumada com homens me olhando, mas este parece diferente. Sei que ele me
quer, mas é mais que isso. Ele quer me possuir. O pensamento devia me irritar. É por isso
que nunca gostei dessa droga de casamento arranjado. Um homem aparecendo e
levando-me simplesmente não vai acontecer. Mas por que agora, com esse estranho, estou
sentindo um formigamento por todo o corpo com o pensamento?
"Oi," ouço Al dizer, e isto afasta meus olhos relutantemente do homem.
Sua voz é estranha e não soa como ela. Não posso evitar, mas suspiro. Sei que o som a
alcança, porque ela começa a lutar contra uma risada.
"Tabby," diz ela, com os olhos ainda fixos em Roman. Estou um pouco chocada que ela
está segurando seu olhar. "Acho que nosso plano está funcionando."
Os olhos dele estreitam para ela. Leva tudo de mim para não cair na gargalhada. Posso
sentir meu corpo tremer, querendo deixar o riso sair, mas o impeço.
"Não pode dizer em voz alta. Ele pode ouvir," digo pelo canto da boca, mas sei que todo
mundo pode me ouvir.
Roubo um olhar para meu homem misterioso de olhos verdes, querendo concentrar a
atenção nele, querendo ter certeza que aqueles olhos ainda estão em mim. Droga, talvez
esteja começando a sentir essa porcaria de propriedade, também. Sim, os olhos ainda
estão em mim, só que dessa vez ele está sorrindo. Faz com que não pareça tão mortal. Ao
contrário de Alena, não posso segurar um olhar fixo, então disfarço, sentindo meu rosto
esquentar por ter sido pega o admirando. Nunca sou tímida, mas algo sobre ele me faz
sentir assim.
"Roman." Meu homem misterioso fala pela primeira vez. "Acho que ela está bem." Olho
de volta para Alena, que ainda está nos braços do rei Roman, os pés balançando fora do
chão. Ele a coloca no chão e dá um passo para trás. Posso dizer que está lutando contra
isso. Ele não quer deixá-la ir.
"Tabby?" Diz Roman usando meu apelido, mas não me olha. Ele não vai ficar longe de sua
prometida.
"Não, sou Alena." Minha irmã corrige-o como se ela achasse que é um erro honesto. Sim
certo, este homem sabe quem ela é. Se tivesse que adivinhar, pela forma como ele está
agindo, sabe tudo sobre ela.
"Sei quem você é, minha princesa." Ele olha para mim, tirando os olhos de Alena pela
primeira vez desde que entramos. "Tabitha". Ele diz meu nome completo neste momento.
Apenas Alena me chama de Tabby. "Pode levar minha princesa para o quarto dela para
tirar estes sapatos ridículos antes que ela se machuque?"
"Ei, ela não é minha serva," Al responde, e a vejo endireitar os ombros de forma muito
característica.
"Ajudo Alena com coisas o tempo todo." Falo. Talvez se ele ache que ela precisa de mim,
possa ir com eles quando casarem. Seria uma briga com os meus pais, porque querem me
casar também, mas Roman é muito poderoso. Alena franze o cenho para o comentário
aleatório, claramente não entendendo. Posso dizer que este homem fará de tudo para tê-
la, então talvez agora posso convencê-lo de que preciso ir com ela. Isso é o que realmente
vem nos incomodando em todo este tempo, o pensamento de não ter uma a outra.
Sempre foi Al e eu.
"Então, ajude ela a remover a coisa que está pintada em seu rosto também," acrescenta
Roman.
Alena dá um passo longe dele, e acho que ela quer acertá-lo. Ela não está vendo o que eu
estou. Estou supondo que ele já viu fotos dela antes e ele quer aquela Al. Não está que
criamos na esperança de assustá-lo. Meio que gosto disso.
"Alena. Faça como lhe foi pedido," nossa mãe meio sussurra, meio repreende. Seu tom de
repreensão não é diferente, mesmo na frente de um rei. Não posso lutar contra um
revirar os olhos.
Roman vira para nossa mãe. Seu rosto está franzido, e posso dizer que ela está chateada.
Vamos ouvir sobre isso mais tarde.
"Você não lhe dá ordens. Ela será rainha dentro de uma semana e não recebe ordens." A
voz de Roman é severa e altiva. Apenas deu um comando, e será seguido. Ele ganhou
alguns pontos comigo ali mesmo. Ele levantou-se por ela e colocou nossa mãe em seu
lugar.
"Exceto de você, acho," ouço Alena dizer, olhando para o chão e dando mais um passo
longe de Roman. Claramente ela está tentando ganhar algum espaço dele.
"Todos os seus sussurros são demasiadamente altos. Mantenha eles em sua cabeça," digo
a ela, um pouco alto demais. Merda, somos terríveis nisso.
"Alena," diz Roman, chamando nossa atenção. Ele não parece irritado. Na verdade,
parece estar lutando contra um sorriso. Sim, somos definitivamente terríveis nisso.
"Por favor." A palavra, atada com urgência, vem de seus lábios, e posso dizer que não é
uma palavra que usa frequentemente.
Al agarra a minha mão e me puxa para fora, claramente querendo escapar. Olho por cima
do ombro para meu homem misterioso. Não sei seu nome, mas pelo olhar em seu rosto,
não acho que posso escapar dele.
Capítulo dois

Vlad

Quando as senhoras voltam ao andar de baixo, é hora do jantar. Cada um de nós


pega um assento à mesa, e escolho a cadeira em frente a Tabitha. Seu cabelo escuro está
em ondas pelas costas, e aperto meus dedos em punhos pela vontade de segurá-lo.
Ela não se parece com uma recatada princesa sóbria. As curvas exuberantes são como
algo saindo de uma revista. Seu corpo é feito para atos pecaminosos, e meu pau engrossa
com desejo como nunca antes.
Ela arqueia uma sobrancelha para mim, e vejo um brilho em seus olhos. Há um desafio
lá, mas não acho que ela está preparada para respondê-lo. Ainda não. Ela não tem ideia
do que provocar-me fará. Sou um homem que esqueceu suas próprias necessidades, e de
repente elas estão vivas e exigentes.
Pisco para ela e mordo meu lábio inferior para não sorrir. Quero ir para o outro lado da
mesa e puxá-la para meu colo. Vim hoje à noite para ajudar meu rei a encontrar sua noiva
e oferecer assistência. Como o chefe da segurança, nunca pensei muito em meu próprio
futuro. Estava sempre pensando no dele. Mas um olhar para a doce Tabitha e sei o que
quero. Todo esse tempo, eu apenas esperava. Até agora nunca vi uma mulher que me fez
querer mais. Até ela.
O jantar é lento, e a mesa que nos separa é uma irritação. Vejo Roman trocar algumas
palavras com sua mãe e, em seguida, Alena levantando-se de sua cadeira. Fico de pé,
juntando-me a ele antes mesmo que ele diga meu nome.
"Vlad." Roman fala para mim.
Dou um passo para a frente, pronto para cumprir as ordens do meu rei, mas também
para me aproximar de Tabitha. Vou usar qualquer desculpa para ficar ao lado dela. Ela
levanta-se e nos segue enquanto saímos da sala de jantar então Roman pode ter um
momento a sós com sua noiva.
Além disso, ele é tradicional. Não vai permitir Alena sozinha enquanto ainda não estão
casados. Então precisam de alguém para ir com eles, embora quando Roman quer
alguma coisa, ele consegue.
"Vou acompanhar a Princesa Tabitha de uma curta distância," digo, pegando sua mão na
minha.
O sentimento de vida pulsa na minha mão quando seus dedos envolvem em torno dos
meus. Há calor e paixão em suas veias, e anseio por ela. Estou desesperado para puxá-la
para mim e provar.
Ouço Roman falar com a Princesa Alena e caminho lentamente. Olho para a beleza ao
meu lado, e de repente meu peito dói. É um pensamento que não me ocorreu antes. Só
queria e pretendia reclamá-la.
Tabitha é de sangue real, e eu não. Ela é uma princesa que poderia muito bem ser
destinada a casar com um rei. Ela pode estar fora do meu alcance. Por um momento, o
pensamento dela com outra pessoa é esmagador, e quero matar todos os candidatos
possíveis. Afasto os pensamentos sombrios da cabeça, porque não há nada que possa
fazer sobre isso agora.
Olhando para cima, vejo Roman acenar, e paro de andar. Tabitha para ao meu lado
quando meu rei leva sua noiva para a fonte. Estamos além de um círculo de árvores que
estão em plena floração. O profundo tom ao luar faz Tabitha parecer uma deusa enviada
do céu.
"Está tentando ficar sozinho comigo?" Ela pergunta enquanto se afasta e caminha até
uma das árvores.
As pétalas das flores estão ao seu redor, e a visão enche cada centímetro do meu corpo
com fome.
"Doce Tabby," digo, caminhando até ela. "Não acredito que fomos propriamente
apresentados."
Pressiono-a contra a árvore e envolvo os braços em torno dela. Pressiono minha dureza
contra seu corpo e sinto suas curvas suaves me acolhendo.
"Sei quem você é." Sua respiração falha quando o comprimento duro do meu pau fica
entre suas pernas.
"Eu sou seu," digo simplesmente e coloco uma mecha de cabelo atrás da sua orelha.
Então me inclino e coloco os lábios contra a curva da mesma. "E você é minha."
"Extremamente cheio de si mesmo, não é?" Sua voz ofegante e excitada trai a confiança
que tenta demonstrar.
"Sinto o tremor de suas pernas, princesa. Importa-se de me deixar resolver isso para
você?" Esfrego as mãos em seus quadris cheios e aperto sua bunda. "Talvez devesse tomar
sua boca para ver se você corresponde tão bem quanto recebe."
"Você não ousaria." Seu desafio me faz rir enquanto movo os lábios em sua bochecha.
"Merda!" Grito, curvando-me. Dor atinge minha perna, e percebo que ela me chutou.
"Você é sempre tão áspera com sua sobremesa?"
"Então você é um doce?" Ela pergunta enquanto sorri. "Vou deixa-lo me beijar. Mas quero
algo em troca."
"Fale," digo, endireitando-me.
"É tão fácil?" Ela parece confusa, como se eu fosse de alguma forma enganá-la.
"Tente, Princesa."
"Quando o rei Roman se casar com minha irmã, quero ir com ela. Quero viver no palácio,
para que possamos ficar juntas."
"Está feito."
"Vlad, eu..."
Inclino-me bruscamente para ela e conecto minha boca na sua. Esperava que ela lutasse
comigo ou me afastasse. Mas o que não esperava é suas mãos envolvendo meu pescoço e
sua língua deslizando dentro da minha boca. Gemo em torno dela e em seguida a beijo
ferozmente.
O calor que inflama entre nós é suficiente para colocar fogo nesta floresta. Vou descendo
ambas as mãos e aperto sua bunda exuberante, levantando-a do chão. Suas pernas
envolvem minha cintura e se prendem atrás de mim. Pressiono meu pau duro contra ela
e esfrego, buscando desesperadamente algum tipo de alívio.
"Esse tipo de comportamento só está me excitando, Princesa. É o tipo de coisa que vai ter
seu muito pequeno traseiro espancado." Eu a beijo novamente até que está com falta de
ar. "Eu gosto de mal-humorada. Continue assim e vou colocá-la sobre meu joelho."
"Foda-se," ela geme pela conversa suja, e meus lábios se movem de seu pescoço para o
local entre os seios.
Quero tudo dela. Isso está me consumindo, e não sei se posso parar. "É isso que quer?
Porque vou te dar qualquer coisa, Tabitha."
Minhas palavras nunca foram mais verdadeiras. Se ela me pedisse para dar a vida por ela,
iria fazê-lo. A partir do momento em que a vi, ela reivindicou minha alma, e não há como
voltar atrás.
Convoco toda a força que tenho para liberar meu aperto de sua bunda e a coloco de pé.
"Tem que voltar para sua irmã ou vou jogá-la no chão e transar com você aqui."
Ela parece que foi violada, e isto não faz nada para aliviar a minha dor. Mas o sorriso
malicioso que ela me dá é quase a minha ruína.
"Você diz isso como se fosse uma coisa ruim," ela retruca, ajustando o vestido.
Alcanço e agarro seu braço antes dela virar e bato em sua bunda. "Em breve, Princesa.
Em breve."
Empurro-a na minha frente, precisando manter distância. Não quero fazer nada para
envergonhar sua família ou meu rei, e agora estou muito perto disso.
Vejo Roman dizer seu adeus a Alena, e pisco para Tabitha quando vou para seu lado.
Saímos do jardim e seguimos para a frente da propriedade, onde a limusine está
esperando.
"Você deveria trazer a irmã de Alena com ela quando vier para o palácio. É tradição ela
trazer alguém," digo. Melhor ir em frente e plantar a semente agora. E vendo o estado
semelhante do meu rei, sei que ele vai concordar com praticamente qualquer coisa.
"Está feito," ele concorda, e minhas esperanças aumentam.
A viagem de volta para o palácio é calma, e penso em Tabitha o tempo todo.
Normalmente sou fácil de lidar e as pessoas dizem que sorrio muito. Sou o chefe de
segurança, mas não levo a vida tão a sério. Mas, de repente, depois de um encontro, estou
pensando sobre meu futuro no palácio e ter uma esposa. Posso ter ambos?
Capítulo três

Tabitha

Dormi na cama com Alena, nossos dedos ainda entrelaçados. Ouço sua respiração
e sei que ela finalmente adormeceu. Rolo e olho para minha irmã, sentindo como tudo vai
ficar bem com ela. Seu futuro marido pode parecer um idiota, mas vi outra coisa lá,
também. Ele a quer e quer que ela o queira também. Ele anseia sua atenção, e sei que ele
vai tentar agradá-la para obtê-lo. Sei também que vai protegê-la. Foi adorável como se
preocupou com ela se machucar devido aos saltos.
Mais do que isso, a conheço melhor do que ninguém, e sei que ela está interessada nele.
Mesmo que não perceba totalmente ou compreenda. Algo sobre ele está mudando-a,
também. Vi quando começou a entrar em pânico com o pensamento de eu tentando
chamar sua atenção. Não acho que ninguém além dela poderia conseguir. Ele não podia
se forçar para longe dela o tempo suficiente para ver outras pessoas na sala.
Algumas vezes durante o jantar as pessoas tentaram falar com ele, mas era como se não
pudesse ouvi-los. Não sei como notei, com a forma como Vlad me provocou o tempo
todo. Algo sobre sua personalidade brincalhona e ainda dominante me fez querê-lo mais
e mais. Tive que morder o interior da boca para não sorrir várias vezes durante a refeição.
Ele gosta de me provocar, e gostei quando o fez. Mais do que jamais imaginei ser
possível.
Foi diferente do que estou acostumada. Um monte de homens pediu minha mão em
casamento. Mas não é assim com Vlad. Ele declarou que eu era sua, e é isso.
Ainda assim, me preocupo. Espero que o que Vlad disse seja verdade e eu possa ir com
eles. Tudo parece bom demais para ser real. Pensar dele me faz sorrir, e me pergunto
como seria ser sua. Como se realmente pertencesse a ele. Ou seja, se ele quis dizer essas
palavras. Pode ser a maneira como fala com cada mulher que deseja.
Franzi os lábios pensando nele dizendo essas coisas para alguém. Não gosto do jeito que
me faz sentir. Minha mãe sempre disse que os homens mantem amantes e olhos errantes.
Não acho que isso é algo que possa tolerar. Embora quando ela me disse isso, anos atrás,
depois de alguns homens começarem a pedir minha mão, senti alívio com a ideia. O
pensamento de quem me aprisionou, saindo e passando as noites na cama de sua amante
me confortou um pouco.
Embora com a forma como muitos dos homens me olhavam, não acho que teria a mesma
sorte. Sei que sou bonita. Na verdade, é a única coisa que as pessoas realmente falam. Às
vezes me pergunto se meu amor por ficar toda arrumada é porque é algo que gosto ou é
algo que está impregnado em mim.
"Roman." Ouço minha irmã murmurar em seu sono, afastando-me dos meus
pensamentos. Jogo a mão sobre a boca para não rir e acordá-la. Deslizando a outra ao
lado dela, saio da cama para não a acordar. Acho que talvez ela esteja melhor ficando
apenas com os sonhos que está tendo.
Na ponta dos pés vou até a porta, em seguida, fecho-a lentamente atrás de mim,
tentando não fazer barulho. Quando saio, vejo a minha mãe em pé no corredor, me
esperando. Ela sabe que, se não estou no meu quarto, estou com Alena. Ela tem outro
copo de vinho na mão, e ainda usa seu vestido de noite. Ela não se preocupou em mudar.
Seus lábios estão franzidos, e sei que estou pronta, mas tenho que saber o que é neste
momento. Poderia ser o nosso comportamento esta noite? Ou o fato de que estava no
quarto de Alena e sai mais tarde do que ela permite? Provavelmente todos os itens acima.
"Seu pai e eu recebemos um telefonema hoje à noite."
Meu estômago aperta quando medo sobe na minha garganta. Será que alguém pediu
minha mão em casamento? O pensamento envolve minha jugular, e não posso respirar.
Ela estala a língua, que é algo que faz quando está irritada.
"Parece que você vai com Alena quando ela se casar."
Não sei como ficar em pé com as palavras, mas consigo. Mantenho minhas emoções sob
controle e permaneço completamente imóvel quando processo as palavras.
Simplesmente aceno com um aviso porque sei que falar só vai irritá-la. Ela tem um
temperamento, e é algo de que sempre protegi Alena o melhor que pude.
Ela toma um longo gole de vinho antes dos olhos me fitarem mais uma vez. "Não pense
que porque está indo ficar com sua irmã não terá ofertas para sua mão. Ainda encontrará
potenciais maridos, enquanto ajuda sua irmã a se instalar. Uma vez que o Rei sentir que
Alena ficará bem sem você, te mandará de volta para casa. Vai fazer seu dever e encontrar
um casamento adequado. Olhe para o que Alena tem feito por nossa família. Karim é um
jogo maravilhoso, um que deve ter, para começar. "
O momento de alívio escapa e abre espaço para a frustração que sinto no controle podre
que minha mãe tem sobre mim.
"Realmente, vocês são muito dependentes uma da outra."
Ela balança a cabeça, como se o fato de Alena e eu sermos próximas fosse errado. O que
está errado é o tipo de mãe que ela é, mas mantenho isso para mim. É melhor não irritá-
la. Ela só faz a vida mais difícil, e sabe que a melhor maneira de chegar até mim é ir atrás
de Alena. Quando essa língua magoa Alena, rasga parte de mim também.
Então sorrio. Alena vai sair daqui em breve, e não acho que seu marido vá aguentar
qualquer merda da minha mãe. Especialmente quando sua noiva está em causa. Ele já
mostrou esta noite. Só tenho que fingir um pouco mais. E por Alena, fingiria para
sempre.
"Vai conhecer o príncipe Nelson na próxima semana." Com essas palavras, ela se afasta.
Inclino-me contra a parede e abaixo a cabeça. Nunca ouvi falar do príncipe Nelson antes,
mas tenho certeza que é como todos os outros que conheci. Egocêntrico e à procura de
algo bonito para colocar em seu braço.
Afasto-me e vou para meu quarto. Quero entrar em colapso na minha cama e talvez ter
um bom choro. A felicidade que sentia momentos atrás enquanto pensava sobre a vida
nova que Alena e eu poderíamos ter desaparece. Estava vivendo em minha cabeça.
Queria que Vlad fosse real, mas nem sei se ele realmente me quer ou quer rolar na cama
comigo por uma noite ou duas. O pensamento faz meu coração doer ainda mais. É muito
o que pensar ao mesmo tempo.
Abro a porta do quarto, e quase entro quando alguém agarra meu braço. Sou puxada para
dentro e a porta se fecha atrás de mim. O bloqueio encaixa no lugar, e de repente estou
presa.
"Vlad", digo, chocada ao vê-lo de pé no meu quarto. Ele ainda está usando o que usava no
jantar, mas o casaco sumiu. Meu coração bate com excitação por um momento até que
presto atenção para o olhar em seu rosto. Ele está furioso. Dou um passo para trás e
depois outro. Seus olhos estreitos em mim como se estivesse rastreando cada
movimento, esperando para atacar.
"Está aceitando pedidos para sua mão?", Ele rosna. O domínio brincalhão de antes se foi,
e em seu lugar está posse. Está vindo dele em ondas tão fortes que juro que posso senti-
las batendo contra meu corpo. "Pode manter-se me afastando, Princesa, mas não há fuga.
Eu disse que você é minha." Ele lentamente se aproxima, fechando a distância entre nós.
"E quis dizer isso."
Abro a boca para dizer-lhe para sair, mas ele é mais rápido do que seu tamanho sugere.
Está em mim como um animal, levantando-me fora de meus pés e me jogando por cima
do ombro. Ele espreita para a minha cama, joga-me nela, e me esforço para não gritar.
Ele me cobre com seu peso, como se para me impedir de fugir. Mas não quero. Abro
minhas pernas, deixando seu corpo grande aninhado entre elas quando ele me prende
num abraço. A tristeza que sentia derrete. Não sei como ele faz isso, mas me sinto
segura, mesmo com ele pairando sobre mim como um leão que está apenas pegando seu
jantar. Sua presença faz com que tudo seja instantaneamente melhor.
Ele pega minhas mãos, segurando-me com mais força. Não posso me impedir de levantar
os quadris, querendo-o mais perto. Querendo-o em cima de mim.
"Você é minha, Princesa. Minha ", ele rosna.
"Sua," concordo. Quero ele tão mal agora. Meu corpo dói. Não, não apenas meu corpo,
mas o coração também. Este homem é um guerreiro. Ele é um protetor, e sei que pela
primeira vez na minha vida, alguém vai cuidar de mim. Ele me abrigará, e quero cair
nessa. Cair na dele.
Um lento sorriso se espalha por seu rosto. "É bom que concorda, Princesa, porque vou
fazer algo que irá assegurar que ninguém possa tirá-la de mim."
Num movimento rápido, sinto minha calcinha ser arrancada do corpo.
Capítulo quatro

Vlad

"Sente o que está acontecendo entre nós, Princesa? " Jogo o pedaço de renda fora e
olho para sua buceta nua. "Sente minha reivindicação em você?"
"Oh Deus", ela geme, os olhos selvagens com paixão.
"Não, doce Tabitha. Só meu nome passa por seus lábios quando sua buceta está aberta
para eu sentir o gosto."
"Vlad, eu nunca…" Ela morde o lábio e depois dá de ombros.
"Estou tentando me controlar e se atreve a me tentar com essa conversa suja? Dizer-me
que sua pequena e linda buceta foi guardada para mim é o suficiente para me deixar
louco."
Ela me dá um sorriso que é ao mesmo tempo sexy e brincalhão. Não posso negar a ela ou
a mim mesmo por mais tempo, e me abaixo em seu corpo.
"Tire esse vestido e deixe-me ver o que é meu." Abro mais suas coxas e olho sua buceta
molhada. Os lábios rosados estão abertos apenas o suficiente para expor o clitóris.
Lambo meus lábios e deslizo as mãos debaixo de sua bunda, levantando-a até a minha
boca.
Gemo com o sabor de sua inocência e enterro o rosto tão profundo quanto posso. Sinto
suas coxas virem em volta do meu rosto, e as acolho. Quero ser cercado por sua buceta e
todas as belas curvas. Não há nenhuma maneira que consiga chegar perto o suficiente.
Olhando para cima, vejo suas mãos apertarem os lençóis ao lado, e paro. Relutantemente
tiro a boca do seu centro quente e lhe dou um olhar duro.
"Disse para tirar a roupa, princesa."
Ela se atrapalha com o tecido, e coloco minha boca de volta em sua buceta doce. Tento
segurar a risada quando a vejo fechar os olhos e desfrutar do prazer, mas, em seguida,
lembro-me do que estou fazendo. Ela desiste em algum momento, e ouço o rasgo do
tecido. Seu corpo está completamente nu para mim.
Sua cintura me leva até os seios cheios. Passo as mãos pelo corpo dela e esfrego os
mamilos. Os bicos duros imploram por meu toque, e dou um aperto nos dois.
"Vlad. O que está fazendo comigo?" Ela está sem ar, e as costas levantam da cama.
Mergulho a língua em sua inocência e de volta para o clitóris antes de circular o pequeno
botão. Seu corpo endurece, e ela aperta o travesseiro. Deito um dos meus braços pesados
na parte inferior do seu corpo e a mantenho para baixo, mantendo o equilíbrio, até
mesmo o ritmo.
"Ninguém além de mim ouve seu prazer, Princesa. Use o travesseiro se precisar."
Volto para os círculos lentos e vejo quando ela agarra o travesseiro e coloca-o sobre a
boca. Apenas um segundo depois ouço os gritos abafados de seu orgasmo e sinto a
umidade cobrir meu rosto. Absorvo seu mel e bebo-o como se fosse um prêmio que
ganhei.
Lambendo-a gentilmente, limpo seu orgasmo e permaneço ali por tanto tempo quanto
possível. Beijo o interior de suas coxas e faço amor com sua pele macia com minha boca.
Quero que ela se lembre da primeira vez que a comi e nunca esqueça do prazer que posso
dar.
Só quando acho que a última gota de seu corpo foi dada a mim, corro meu nariz ao longo
do interior de sua coxa. Beijo-a uma vez e, em seguida, mordo, marcando. Sinto seu corpo
ficar tenso novamente, e ela estremece de prazer quando lambo o lugar que marquei.
Gosto de ver isso lá, sabendo que o fiz. Quero reivindicá-la toda, e quero que o mundo
veja. Ainda não posso, mas vai servir. Por agora.
Tiro a minha roupa e fico ali, deixando-a me olhar. Olhar para o último homem que vai
ter. Seus olhos se alargam quando param em meu pau, o comprimento duro apontando
quase em linha reta até meu umbigo. Descendo a mão, acaricio a mim mesmo e sinto a
umidade na ponta. Espalho a umidade para cima e para baixo nele conforme me
masturbo na frente dela.
Suas coxas abrem um pouco mais, e, em seguida, os quadris sobem convidando.
"Você me quer, princesa?"
Ela balança a cabeça, mas espero, precisando ouvir as palavras.
"Faça amor comigo."
Subo na cama e beijo um caminho por cima do seu corpo, parando nos seios para
admirar sua doçura perfeita. Não posso esperar para prova-los quando eles estiverem
cheios de leite para nossos bebês. Ela vai estar redonda, madura e pronta para alimentar.
Esfrego meu pau através de seu desejo, lubrificando-o e preparando-o. É uma provocação
para nós dois, e não sei quanto tempo serei capaz de aguentar.
"Você é muito tentadora. Não vou aguentar," Rosno conforme deslizo a ponta dentro dela.
"Quero te sentir, Vlad. Você todo. Nunca quis alguém assim antes."
"E nunca irá querer. Isto é para você. Para nós dois."
Empurro dentro dela, deixando seu calor quente e úmido levar tudo de mim. Seu corpo
fica tenso, e beijo os lábios suavemente, tentando aliviar a dor.
"Nunca vou te machucar novamente, Tabitha," sussurro, e esfrego o nariz contra o dela.
Não quero que a primeira vez que faço amor com ela seja doloroso, mas romper sua
barreira é um lembrete de que ela é pura, que guardou-se para este momento. Para seu
marido. Para mim.
"Mova-se," ela geme conforme beijo seu pescoço e corro as mãos por todo o corpo sedoso.
"Ainda não," digo contra seu peito conforme minha boca cobre um de seus mamilos.
A sensação do bico duro é quase o suficiente para me fazer gozar. Mas seguro e espero
até que ela esteja quase impossível de se conter. Quero-a implorando por minhas
estocadas e no limite, tão perto quanto estou.
"Por favor, Vlad. Estou morrendo."
"Acha que deixaria minha princesa morrer? Não, não dou permissão." Sorrio, e ela tenta
fazer uma careta. Vejo o olhar em seu rosto quando saio e, em seguida, empurro
novamente.
Ela fecha os olhos e inclina a cabeça para trás enquanto os quadris sobem para receber
todo o meu pau. Olho para baixo entre nós e vejo meu pau desaparecer dentro dela. É
demais, e tenho que fechar os olhos com força para me controlar.
"Mais forte, Vlad," ela sussurra, e olho acima para ver a intensidade em seus olhos.
"Não há nada que não vá te dar, meu amor", digo conforme respondo ao seu pedido.
A sensação de levá-la, de possuí-la, está me derrubando. Seu corpo fica tenso com cada
impulso, e sei que está tão excitada quanto eu. Estamos a poucos momentos do que sei
que será o clímax mais intenso da minha vida.
"Não vou tirar, Princesa. É assim que vou conectá-la a mim para sempre. Nunca haverá o
dia que alguém virá para ter a sua mão. Você já vai ter meu bebê em seu ventre, e nada
pode ficar no meu caminho."
Sinto suas mãos irem para a minha bunda e me puxarem mais apertado para me segurar
dentro dela. "Faça isso," ela sussurra, e dou o que ambos queremos.
Seu corpo se agarra a mim conforme ela grita seu orgasmo. Tomo seus lábios para
silenciar o som, e esvazio meu pau dentro dela. A poderosa batida do meu coração se
conecta com o dela naquele momento, e o tempo para. Nossos prazeres se juntam em um
só, e sinto minha alma encontrar sua outra metade.
Quando interrompo o beijo, olho em seus olhos e mantenho seu rosto nas mãos.
"Para sempre, Princesa. Está ligada a mim para sempre. "
Capítulo cinco

Tabitha

Caminho de volta para o salão depois de ter certeza que tudo está como planejado.
A pobre da organizadora de casamentos está cansada. Estou surpresa que não teve um
ataque cardíaco ainda, especialmente com o novo marido de Alena mudando a data do
casamento. Ontem foi um turbilhão desde o momento em que meus pés bateram no
chão.
O que começou como um dia para o chá de casamento de Alena se transformou numa
corrida louca para ter tudo pronto para um casamento no dia seguinte. Mal tive tempo
para pensar sobre a noite anterior ou o que Vlad e eu fizemos.
Passo a mão na minha barriga e me pergunto se o que ele disse é verdade. Disse a ele
ontem a noite que queria cinco ou seis filhos. Ele disse que os primeiros três ou quatro
teriam que ser meninos se as meninas fossem parecidas com a mãe. Ele disse que
precisaria de apoio. Sorrio ao lembrar da conversa fácil que tivemos. Planejamos nossas
vidas sem nos preocupar com o mundo, como se eu pudesse fugir com ele e não ter
consequências.
Alena e eu não tivemos tempo para conversar. Ela esgueirou-se no meu quarto ontem à
noite com o marido em seus calcanhares. Foi naquele momento que soube que o homem
estava loucamente apaixonado por ela.
Mantenho-me afastada e a vejo sentada no colo do marido, sorrindo conforme ele
envolve os braços em volta dela. "Ela está livre", sussurro para mim mesma. "Ela está
feliz."
Meus olhos começam a encher de lágrimas de alegria. Eu a mantive longe de minha mãe,
e agora ela está nas mãos de um homem que vai protegê-la com sua vida. Vi isso ontem à
noite, quando ele explodiu em meu quarto e correu atrás dela. Praticamente implorou-lhe
para vir com ele. Tenho certeza de que antes da noite passada ele nunca implorou por
uma coisa em sua vida.
"Disse que tudo ficaria bem, princesa." Fico de pé quando sinto os lábios de Vlad contra
minha orelha. Inclino-me um pouco para trás, querendo sentir o calor de seu corpo.
"Prometi que sua irmã ficaria bem, e nunca vou quebrar uma promessa para você."
Viro e o olho. Ele realmente disse isso. Esgueirou-se para meu quarto, mais uma vez
ontem à noite. Ele estava em uma missão. Uma missão de se certificar de que soubesse
que pertencia a ele. E para garantir que o mundo soubesse também. Se ele conseguir me
engravidar não há maneira de escondê-lo. Deveria querer bater nele por causa disso, mas
tudo o que acontece é que me faz agarrá-lo ainda mais forte. Algo sobre sua maneira
primal comigo, junto com sua prepotência e tendências das cavernas, funciona. Talvez
porque quando estou com ele, não tenho que pensar. Ele cuida do que está acontecendo,
e é bom. Libertador.
"Ela realmente está, não é? Ele a ama." Olho para eles mais uma vez e sorrio quando o
vejo pegando-a e levando-a da sala. Tenho que segurar uma risada. Tenho certeza que
minha mãe quer morrer de vergonha da forma como sua filha foi levada do casamento.
Tudo é sobre aparências para ela.
"Pensei que ele estivesse louco," Vlad diz, e o olho. Ele está me observando, sem prestar
atenção a qualquer outra coisa. "Viu uma foto dela e se perdeu. Sabia que não havia como
pará-lo. Nunca o vi assim antes. Então fiquei para trás e não disse que ele estava louco,
porque sabia que não havia nada que pudesse fazer. "
Eu o observo conforme seus olhos vagueiam sobre meu rosto, e depois ficam suaves e
doces. Isso acontece quando ele me pega onde quer, geralmente após ter me colocado lá.
"Então você entrou na minha vida, e entendi. Você iluminou toda a sala, e então eu vi.
Você puxou uma parte primordial de mim. Uma parte de mim que não sabia que estava
lá. Ela estava deitada dormente, te esperando. Porque pertencia a você." Ele se inclina um
pouco mais para que sua respiração esteja contra meus lábios. "Você estava em um show.
Estava numa missão de proteger sua irmã. Aposto que vem fazendo isso por toda a vida,
não é? Certificando-se de que ela não tenha a atenção que não quer. Certificando-se de
que tenha o peso da ira da puta da sua mãe."
Suas mãos grandes vêm para cima para embalar meu rosto. "É meu trabalho protegê-la.
Ela é minha irmã," digo a ele.
"Eu sei, doce menina. Eu sei. Mas quem te protege?" Ele acaricia minhas bochechas com
os polegares. Não tenho uma resposta. Nós dois sabemos que deveria ter sido minha
mãe, mas ela me protegia tanto quanto um fazendeiro protege seu gado. "A partir de
agora, sua resposta a essa pergunta é o meu nome. Diga, Tabitha."
"Vlad me protege," digo instantaneamente, as palavras saindo dos meus lábios
facilmente.
"Com certeza que eu faço," ele rosna, antes que seus lábios estejam nos meus.
Esqueço onde estamos e me entrego a esse momento. Ele sempre me faz esquecer o que
há ao redor. Quando está perto de mim, tudo se derrete e não nenhuma preocupação no
mundo. Ele tem razão. Sei que vai me proteger. Posso sentir em meus ossos. Tenho
esperado por toda minha vida para este cavaleiro me resgatar. Meu cavaleiro.
Ele se afasta, a respiração pesada como a minha. "Não podemos fazer isso aqui. Não
gosto de pessoas vendo-a assim." Suas palavras possessivas me sacodem de volta à
realidade, e lembro onde estamos. Vou para trás um pouco, e o abraço de Vlad aperta por
um momento antes dele me liberar. Ele está me dando um aviso. É melhor eu não correr.
Não posso acreditar que esqueci que estamos numa sala cheia de gente e eu beijei
abertamente um homem. Uma princesa jamais deve se comportar assim com qualquer
homem que não seja seu marido. E mesmo assim, demonstrações públicas de afeto não
são bem vistas.
Posso ver o corpo inteiro de Vlad tencionar. Ele parece prestes a explodir. Ele não gosta de
nos esconder. Ele não gosta que, pela maior parte do dia a gente tenha que fingir que não
pertencemos um ao outro. Embora tenha certeza que se as pessoas olhassem
atentamente poderiam ver. Seus olhos sempre me seguem, e está me chamando de longe
para "ajudar" com alguma coisa, também conhecido como uma sessão de pegação em
algum quarto fechado. Ele me afastava, insistindo que precisava de mim, e eu acreditava.
Se não tivesse cedido aqueles momentos roubados acho que ele teria me colocado sobre
o ombro e tirado daqui há muito tempo.
Estico-me e toco seu braço, tentando deixa-lo sob controle. "Aqui não. Este é o casamento
da minha irmã." Ele relaxa um pouco com minhas palavras e toque, mas ainda posso vê-lo
lutando contra si mesmo. Sei que quer me pegar e jogar sobre o ombro. Mesmo o
conhecendo a pouco tempo, já sei seu movimento para chegar onde quer. Ele
simplesmente me pega e coloca lá.
"Você me teve perseguindo-a todo o dia." Acho que há uma sugestão de beicinho em sua
voz. "Você ficou andando por aí usando essa porra de vestido, e vai pagar por isso quando
chegarmos em casa."
"Você gosta de me perseguir," digo, numa provocação, vendo-o se acalmar um pouco.
Meu coração palpita com a palavra casa. Amo quando ele vira esse homem das cavernas
comigo, mesmo que este não seja o lugar ou a hora. Não essa noite.
Ele agarra meu quadril. "Gosto mais do que te pegar." Os dedos em meus quadris
flexionam e apertam. "Sua mala já está no meu carro. Vai para casa comigo esta noite."
Isso não é uma pergunta.
"Eu disse que iria," provoco, e reviro os olhos, fazendo-o sorrir. Amo a facilidade com que
nossa brincadeira vem. Fico tão à vontade perto dele e me sinto mais eu do que nunca.
"Vou fazer tudo se tornar realidade," diz ele, trazendo-me um pouco mais para ele, e sei
do que está falando. Na noite passada, quando estava deitada na cama, ele me perguntou
sobre meus sonhos. Se pudesse escolher minha vida, como seria? No escuro era fácil dar
vida ao que queria. Não queria ser uma princesa. Queria viver numa casa com um
homem que amasse, que me adorasse e me amasse também. Queria um rebanho de
crianças. "Vou dar tudo que sempre quis, Tabitha, mas sempre será uma princesa. Agora
vai ser só a minha princesa. "
Quero que seja verdade, ser apenas sua, mas sei que é apenas uma questão de tempo até
que as pessoas descubram o que temos feito. Não fomos cuidadosos. É difícil ser quando
se está apaixonado. É impossível sentir isso e não deixar aparecer de alguma forma. Sei
que alguém tentará tirar meu conto de fadas, mas tenho a sensação que meu cavaleiro
nunca vai deixar isso acontecer.
Capítulo seis

Vlad

Não paro até chegar ao meu quarto e chuto a porta atrás de mim. Tabitha ri
conforme a jogo na cama. Ela se senta e me observa tirar as roupas.
A viagem de volta para o palácio foi tranquila. Apenas nós dois, mas havia uma energia
no carro. Ela chiava e faiscava. Estamos altos com necessidade, e tenho a visão de estar
dentro dela. Talvez mais tarde possa mostrar-lhe o palácio e onde moro. Mas agora, a
única coisa que importa é o quanto ela quer que eu a foda.
Preciso fodê-la. Isso estava me deixando louco durante todo o dia, não poder mostrar
meu domínio sobre ela publicamente, mas tenho a sensação que as pessoas sabiam.
Sussurros começaram, e sei que terei que acabar com essa merda em breve.
"Tire esse vestido se quiser mantê-lo. Caso contrário, está prestes a ir para a lixeira," digo,
jogando meu cinto no chão e abrindo as calças.
Ela dá um passo para fora da cama e se vira, dando-me as costas. "Pode abri-lo?" Ela espia
por cima do ombro, e seus olhos estão ardendo de desejo.
Estendo a mão, abro-o e vejo conforme ela o balança para baixo de sua cintura e deixa
cair em seus pés. Rosno com a visão dela numa tanga de renda, e preciso marcá-la
novamente.
Indo por trás, eu a empurro para a cama e a deixo de joelhos com as pernas abertas. Pego
o pedaço de tecido que está cobrindo a sua bunda e dou um puxão. Sua calcinha
desintegra sob a minha mão e ela fica completamente nua, a bunda redonda no ar. Ela
solta um gemido. Ela gosta de revirar os olhos quando fico assim, pegando o que quero,
mas nós dois sabemos que ela adora. Pergunto-me se sabe que é a única pessoa que já me
fez sentir desse jeito. Nunca me senti tão territorial na vida. Ela ainda se inclina mais,
tentando se aproximar.
"Não tenho certeza se sabe disso, mas calcinhas não têm de ser rasgadas para serem
removidas."
Há atrevimento em sua voz, e bato a mão numa das bochechas redondas.
"Oh!", ela geme, e mexe-a para mim.
Bato na outra e a vejo agitar-se conforme a impressão cor de rosa da minha mão aparece.
"Continue com isso e não será capaz de sentar por uma semana," advirto, esfregando
meu pau ao longo da umidade suave de sua buceta. "Embora ainda possa deixá-la sentar
no meu rosto. Nunca tenho o suficiente dessa pequena buceta."
Ela geme e empurra de volta contra mim de novo, silenciosamente implorando para eu
lhe foder. Observo como meu pau brilha com seu mel, e uma gota de pré-sêmen na
ponta.
"Abra os lábios da sua buceta para mim. Eu quero o que é meu. "
Ela repousa o peito na cama na sua frente e abre as pernas. Então, alcança entre as pernas
e usa a mão para espalhar os lábios de sua buceta.
Empurro duro em seu aperto, e sua boceta gananciosa me puxa para dentro. Então sinto
seus dedos sobre minhas bolas conforme me seguro dentro dela e a deixo se ajustar ao
meu tamanho.
"Porra. Você vai me fazer gozar muito rápido," digo com os dentes cerrados, e a sinto
massageá-las novamente, tentando me levar ao limite. Deus, eu amo essa mulher.
Descendo, agarro seus pulsos e os afasto, fixando-os em seus lados. Eu a seguro lá e
começo a empurrar.
"Você adora me levar ao limite, Princesa. Não consigo decidir se quer uma bunda
dolorida ou se quer ver quão longe vou levá-la. "
Ela geme enquanto a fodo mais e mais profundamente. Sua bunda virada para cima está
tomando tudo o que dou e implorando por mais.
Inclino-me mais perto para que minha boca esteja ao lado do seu ouvido. "A resposta é
sim, Tabitha. Vou dar esse rabo vermelho, que está pedindo, e vou levá-la além de
qualquer coisa que seu coração deseja. A única resposta que vou sempre lhe dar é sim."
Descanso a testa em seu ombro e empurro com força, sentindo suas pernas tremerem.
Seus gemidos estão se transformando em súplicas, e ela está à beira de gozar.
"Diga que me ama quando gozar. Deixe-me ouvir você dizer isso pela primeira vez
quando meu pau está enterrado profundamente dentro de você. Eu te amo, Tabitha, de
modo que não se atreva a me negar."
"Vlad!", ela grita conforme sua buceta pulsa em volta de mim. "Eu te amo!"
O som é mais doce do que qualquer coisa que já ouvi, e quase caio em cima dela quando
gozo.
"Eu te amo. Eu te amo," ela sussurra mais e mais enquanto o orgasmo corre através de
seu corpo em ondas de prazer.
Quase desmaio com a intensidade do momento, sabendo que nada vai tirá-la de mim,
sabendo que ela é o amor da minha vida e em breve será a mãe dos nossos bebês.
De alguma forma arrasto ambos para cama sem sair de dentro dela. Deito de conchinha
em volta dela e possessivamente jogo meu corpo sobre o dela, prendendo-a.
"Não vou desaparecer em seu sono," diz ela, e posso ouvir o sorriso na sua voz.
"Você definitivamente não vai agora," digo, beijando seu pescoço. "Durma, doce princesa.
Tenho planos de fazer amor com você a noite toda, e vai precisar de descanso."
"Amo você, Vlad," ela sussurra novamente, e é tão doce como a primeira vez que ela disse
isso.
"Eu também te amo, Tabitha."
Capítulo sete

Tabitha

Vejo Vlad dar uma mordida enquanto estudo seu rosto com barba por fazer.
Estivemos trancados em sua casa por quase uma semana, saindo apenas algumas vezes
quando necessário, quando fui ver a minha irmã, e quando ele teve uma reunião para
limpar seu horário de trabalho para que pudesse ficar comigo enquanto resolvia morar
com ele. Acho que ele pode realmente estar levando este ato de homem das cavernas um
pouco longe demais. Ok, isso é mentira. Ainda estou apreciando as sensações
remanescentes que sua barba provocou minhas coxas esta manhã.
Ele sorri e engole a comida sem realmente mastigá-la, fazendo sons apreciativos. Estreito
os olhos, e ele sorri. Sei que está fingindo. Pego o prato de bolinhos e jogo no lixo antes
de colocá-lo na pia.
Sinto-o atrás de mim, e ele desliza as mãos em torno de meus quadris e me vira. Ele
levanta-me, colocando-me no balcão, em seguida, fica entre minhas pernas. "Comi cada
mordida," diz, e olho para o prato vazio.
"Bem, espero que não morra, porque meio que gosto de ter você por perto," digo, meio
chateada, meio provocativa, e isso o faz rir. Deus, sou a pior cozinheira, e isso está me
deixando absolutamente louca. Como vou para alimentar uma família se não posso
sequer cozinhar?
"Vou comer qualquer coisa que fizer." Ele tenta me convencer a não ficar perturbada, mas
é difícil. Cozinhei toda a semana e parece um fracasso após o outro.
"Quero que realmente goste, apesar de tudo."
"Adoro isso porque fez, e adoro isso porque posso sentar e vê-la se mover me fazendo
algo para comer. Amarei mais ainda quando estiver com os pés descalços e redonda com
meu bebê ao fazê-lo."
Envolvo os braços em volta de seu pescoço, a decepção com minhas habilidades
culinárias desaparecendo rapidamente.
"Eu te amo," digo antes de puxá-lo para um beijo. Sua boca encontra a minha, e só beijo-o
por um momento antes de me afastar. "Oh meu Deus, ainda posso sentir o muffin e é
terrível. Como comeu a coisa toda? "
Ele dá de ombros como se não fosse grande coisa, e não posso deixar de rir. Deus, eu o
amo. Ele faria qualquer coisa para me fazer feliz.
"Vou trazer um pouco de madeira para o fogo." Ele me puxa para fora do balcão e dá um
aperto firme na minha bunda. "Por que não pega seu livro, deita no sofá e me espera?"
"Hum", digo alegremente, sabendo o que virá. Só estive com Vlad uma semana, mas já
temos uma rotina. No final da tarde, deito no sofá em frente ao fogo enquanto ele traz
seu notebook para trabalhar. Mudei de leitura para tirar pequenos cochilos. Durante uma
soneca sei que vou acordar com sua boca entre minhas pernas.
É minha parte favorita do dia. Ok, talvez a segunda, porque a primeira é dormir com ele à
noite. Não tinha ideia que a vida poderia ser tão doce, e estou mergulhando, esperando
que nunca acabe. Não ouvi de minha mãe desde o casamento, e sei que ela sabe que algo
está acontecendo. Ela me olhou durante toda a noite no casamento, e Vlad não fez o seu
melhor em esconder que me queria, mesmo que achasse ter feito um bom trabalho em
disfarçar. Não tenho certeza que ele sabe o que disfarçar realmente significa.
Vejo-o sair, então vou para nosso quarto pegar meu livro. Fazendo meu caminho pelo
corredor, chego lá. Nosso quarto é o único neste piso. Cinco outros estão lá em cima. É
quase como se esta casa tivesse sido arrancada direto dos meus sonhos. Vlad mandou
construir anos atrás, e fica em frente ao castelo, nem mesmo a um quilômetro de
distância, e há uma pequena estrada que podemos usar para chegar a Alena e Roman.
Gosto de quão fácil é ver minha irmã.
Ele me disse que nunca pensou sobre o por que construiu uma casa tão grande se tinha
planos de nunca casar ou ter filhos. Mas após a primeira noite aqui, me disse que deve ter
sentido, no fundo, que eu viria. Ele construiu isso para mim. Posso ter chorado em cima
dele. Ele estava certo. Sempre me dá o que quero. Estava fazendo isso antes mesmo de
saber o que era. O que mais amo sobre a casa é que, embora seja grande, é também
aconchegante e intimista. É quente e parece um lar.
Pego meu livro da mesa de cabeceira e vou para a sala de estar, que é ligada a cozinha.
Penso em tentar cozinhar novamente, mas decido que realmente devo pedir alguns livros
de receitas ou algo assim primeiro. Mas não tenho vontade de sair de casa. Quero manter
o mundo exterior longe.
Pergunto-me se minha mãe está tentando me achar. Sei que deveria encontrar um
potencial marido há alguns dias, mas o dia chegou, passou e nada aconteceu.
Sentada no sofá estou surpresa quando ouço uma batida na porta da frente. Olho para a
porta que Vlad saiu e me pergunto o que devo fazer. Tenho uma forte sensação de que ele
não gostaria que eu atendesse. Além disso, estou vestindo somente sua camisa.
"Tabitha, abra a porta imediatamente."
Sinto um nó se formar na boca do meu estômago quando ouço a voz da minha mãe.
Aperto meu livro nas mãos, desesperada para fazer algo, além de encará-la, mas sei que
tenho que fazer. Não posso continuar vivendo com medo de que vou ser levada de Vlad a
qualquer momento.
Deixo cair o livro em cima da mesa e caminho até a porta. Abro-a, e vejo minha mãe
despenteada. Ela empurra, entrando na casa.
"Mãe, você não pode simplesmente entrar na casa de Vlad. Ele não te convidou" digo a
ela, endireitando as costas. Realmente não tenho nenhuma razão para temê-la agora. Ela
não pode machucar Alena, e no fundo, sei que Vlad nunca vai me deixar ir. Mesmo se isso
significar fugirmos juntos. Eu faria isso sem pensar duas vezes. Não vou perdê-lo. Sei
que existem leis em vigor para nos afastar.
"Oh, sua própria mãe não é convidada a casa de seu marido?" Seu olhar vai para o anel
que Vlad colocou no meu dedo na noite em que chegamos aqui. Ele disse que o viu e
soube que foi feito para mim.
Olho o anel bonito. É uma aliança simples cravejada de diamantes. Foi feito para uma
mulher que terá as mãos ocupadas, e planejo manter uma casa e cuidar de nossos filhos.
É perfeito, o anel mais bonito que já vi.
"Não estamos casados," digo a ela, adicionando um, "ainda".
"Vi o papel do casamento. Assinado pelo próprio rei!", ela rebate. "Como se atreve a
quebrar a tradição!" Ela balança a cabeça. "Sempre pensei que era melhor que todos." Não
tenho ideia do que ela está falando, e me pergunto se está bêbada. Quer dizer, mais
bêbada que o normal.
"Que porra está fazendo em nossa casa?" A voz de Vlad soa tão baixa e mortal, que me faz
saltar. Não o ouvi entrar. Ele deixa cair a madeira que carrega e move-se em direção a nós,
claramente numa missão.
"Você foi avisada que não está autorizada a estar a menos de cento e sessenta quilômetros
daqui.", Ele continua cortando a distância até minha mãe rapidamente.
"Cento e sessenta quilômetros? Ela nem vive tão longe daqui como poderia ... " Paro,
entendendo o que ele diz. Minha mãe não é permitida aqui?
"Foi-lhe dada as orientações e cinco dias para ir, mas está aqui, testando seu destino, e
sou a pessoa errada para brincar." Ele se inclina para minha mãe, nivelando-a com um
olhar duro. "Sabe que queria mais do que fazê-la sair. A única razão que não forcei é
porque minha princesa é doce e suave, e mesmo que não se importe com você, ainda é
sua mãe. Ela não gostaria de saber que eu te queria despojada de todos os títulos e na
rua."
Suspiro com as palavras de Vlad. Ele me olha. O olhar mortal que tinha se esvai. "Não
vou deixar ninguém pensar que pode assustá-la. Ou que viva com medo. Ela selou seu
destino no dia em que parou de agir como mãe e não protegeu o que foi trazido a este
mundo para ser meu." Meu coração derrete um pouco mais por este homem. Não sei
como ele continua fazendo isso, mas o faz.
"Tabitha." Minha mãe diz que como argumento, mais suave do que já a ouvi falar.
"Mãe, basta ir antes que ele mude de ideia. Antes de eu mudar de ideia sobre isso,
também," digo a ela.
"Tabitha," ela tenta novamente, e desta vez não consigo me impedir de gritar.
"Vá! E esqueça que Alena e eu existimos. Esqueça que foi mãe!" Grito, observando a raiva
torcer seu rosto. Sou grata por isso. Pela primeira vez na vida estou feliz de ver a raiva em
seu rosto. Torna tudo mais fácil. "Não que sequer foi uma para começar."
Sua boca cai aberta, e posso dizer que está prestes a falar, mas um rosnado baixo enche o
quarto e ela retorna a atenção para Vlad. Ela ouve o aviso e acena. Ela vira e sai pela
porta, e a fecho, sem tirar os olhos do Vlad.
"Será que estamos casados?" Pergunto a ele. Vejo um olhar tímido em seu rosto.
"Não fique com raiva," diz ele, colocando as mãos para cima como se eu pudesse atacá-lo.
Ele está certo, porque assim que ouço as palavras, corro, saltando em seus braços. Ele me
pega facilmente, e tomo sua boca na minha num beijo profundo e intenso.
Quando me afasto, noto que estou de costas no sofá, com ele pairando sobre mim.
"Posso ter feito algumas exigências para o rei."
"Você é um homem das cavernas."
"Estava me irritando, as pessoas falando que não era minha." Ele rosna de novo, me
fazendo rir.
"E se eu quisesse um casamento?" Pergunto, ainda sorrindo. Vejo seus olhos suavizarem
como sempre fazem quando ele me tem onde quer.
"Você quer um? Vou dar-lhe, se desejar. Sabe que vou te dar qualquer coisa que pedir. "
"Não," digo a ele. Não tenho que pensar. Alguém poderia pensar isso pela forma como
gosto de me vestir, que estaria muito feliz em ter um casamento, mas não quero. Tudo
que quero é ficar trancada com Vlad. Não quero gastar tempo num casamento quando
posso gastar meu tempo aqui sob o meu marido homem das cavernas.
Capítulo oito

Vlad
Vejo Tabitha e Alena no jardim conversando. Ela olha para mim e pisca, em
seguida, dando-me um pequeno aceno. Sinto uma dor no coração para ir até lá e segurá-
la, mas ainda assim fico deixando-as falar.
Ela queria contar a Alena o que aconteceu com sua mãe e sobre como estamos casados.
Ouvi as duas rirem e bufar, e depois Roman ri ao meu lado.
"Obrigado por colocar o decreto real a meu pedido," digo a ele.
"Bem, não há de que, mas não é como se me deu muita escolha."
"Oh, realmente?" Não pretendo saber o que ele está falando.
"Sim, acredito que quando ameaçou tirar minhas bolas e dar para os cães de caça, foi
quando decidi que era de meu melhor interesse dar o que queria."
Eu sorrio e tomo um gole da bebida.
"Bem, isso e o olhar louco que tinha. Eu sabia que terminaria bem. E sabia que faria
qualquer coisa para que isso acontecesse. Então, por lei, ela é sua agora."
"Como deve ser," digo, acenando para ele.
"Estou contente que Alena tem ela perto. Faria qualquer coisa para manter um sorriso em
seu rosto."
"Temos o mesmo objetivo:" Concordo enquanto as senhoras vêm se juntar a nós.
Tabitha vem direto para mim, e puxo-a para meu colo. Seu corpo se enrola, e ela deita a
cabeça no meu peito. Ficamos um longo tempo sob o sol, só aproveitando. Em algum
ponto Roman e Alena nos deixam, porque quando finalmente olho em volta percebemos
que estamos sozinhos.
"É um dia bonito," Tabitha diz, sentando para me olhar.
Coloco uma mecha de seu cabelo escuro atrás da orelha e vejo o sol brilhando como um
halo atrás dela.
"A coisa mais linda que já vi," digo, beijando cada bochecha antes de encontrar seus
lábios.
Ficamos desse jeito por horas, apenas nos beijando e abraçando. É o início de uma nova
vida para nós, e quero saborear cada segundo dela. Começando hoje.
Tenho meu mundo inteiro nos braços, e há mais por vir. Nossa verdadeira história está
apenas começando, e não posso esperar para virar a página.
Epílogo

Vlad
Nove meses depois ...

Enterro a língua em sua vagina doce e lambo o creme. Suas pernas estão
espalhadas, e o orgasmo ainda está pulsando através dela enquanto subo e deslizo meu
pau dentro.
"Porra. Você é tão apertada," digo através dos dentes cerrados, e lentamente entro e saio,
tentando não gozar muito cedo.
"Mais forte, Vlad."
Seguro-me, não dando a ela o que sei que ela quer. Sua barriga é tão redonda, e os peitos
cheios com leite. Vejo quando uma gota rola de um, e lambo os lábios, querendo saboreá-
la. Em vez disso fico onde estou. Não quero inclinar-me e colocar muito peso sobre ela.
Poderia dar à luz a qualquer momento.
"Eu não posso", digo, quando saio e volto a comer sua buceta.
Seus protestos se voltam para falas incoerentes quando chupo seu clitóris e ela goza
novamente. Ela é tão rápida para gozar desde que ficou grávida, exigindo meu pau a cada
hora do dia. Estive mais do que feliz em aliviar a dor, mas não posso dar a ela da forma
como implora. Sei que me quer forte e profundo, mas tenho que ter cuidado. Então, em
vez disso, cada vez que ela pede, devoro sua buceta até que ela goze na minha língua, o
que parece ser o suficiente.
"Foda-me, Vlad. Preciso do seu pau me enchendo."
Sento-me e deslize o pau em sua entrada. É quase doloroso, quão apertada ela é, e por
um segundo entro e saio dela, sentindo minhas bolas contra sua bunda exuberante.
Ela geme alto, e faço novamente, incapaz de negar-lhe por mais tempo. Seguro seus
quadris que se estenderam conforme a barriga cresceu. As curvas redondas de seu corpo
são perfeitas para segurar.
Vejo quando ela corre um dedo sobre um dos mamilos e molha-o com o leite. Então traz a
minha boca, e avidamente chupo. É como gasolina jogada nas chamas, e sou um animal
enlouquecido. Empurro mais e mais forte até Tabitha estar arranhando meu peito e
gritando em outro orgasmo.
Mergulhando dentro uma última vez, a sigo sobre a borda no paraíso. Jatos grossos de
sêmen enchem sua buceta ao ponto de escorrer para fora. Ela não pode conter tudo o que
tenho para dar, e o vejo se espalhar entre nós. A visão é suja e só me excita mais.
"Você fez de propósito," digo, tentando recuperar o fôlego.
Tabitha ri e me dá um sorriso malicioso.
Deito ao lado dela e a puxo para mim. A aninho contra meu peito e, em seguida, jogo a
perna por cima dela, enquanto minha mão repousa possessiva em sua barriga.
"Minha," digo, e mordisco seu ombro.
"Um dia desses eu posso não gostar tanto de seu comportamento de homem das
cavernas." Ela mexe a bunda contra mim, e dou-lhe uma leve palmada.
"Quer apostar?", movo os lábios para seu pescoço e, em seguida, beijo uma trilha até o
ombro.
"Jamais apostarei contra. Você trapaceia."
"Provavelmente está certa. Não há maneira que eu perca qualquer coisa a ver com você.
Você é o meu mundo, e está prestes a torná-lo ainda melhor." Esfrego sua barriga
novamente e fecho os olhos. "Eu te amo, Tabitha."
"Também te amo, Vlad. E, especialmente, o seu homem das cavernas interior."
Rosno contra sua pele, e ela ri. É o som mais doce, e me comprometo a passar o resto da
minha vida tendo certeza que vou ouvi-lo.
Epílogo

Vlad
Doze anos mais tarde ...

Vejo minha princesa brincar com nossos filhos. Eles estão correndo na feira que
veio para a cidade este fim de semana. Deus, não acho que ela poderia ficar mais linda
desde o primeiro dia em que pus os olhos nela, mas aqui estamos, todos estes anos mais
tarde, e ela é. Ela joga a cabeça para trás, e o cabelo escuro e brilhante salta enquanto ri
de algo que um dos nossos filhos disse. Em seguida, ela se inclina-se e beija-o.
O que quer que ele disse rendeu-lhe uma pilha de bilhetes para mais brinquedos. Ainda
me pergunto como que o corpo dela deu à luz cinco meninos. Duas gestações foram
gêmeos. Não acho que as mulheres adorem engravidar, mas ela sim. A maternidade é
algo que ela nasceu para fazer.
Tivemos sorte com o nosso último. Pensei que minha esposa iria me assassinar em
alguma noite em meu sono se não tivesse uma menina. Ela montou o quarto feminino na
terceira vez que descobriu estar grávida, certa de que seria uma menina naquela época,
apenas para descobrir que esperava gêmeos. Ela ainda estava animada com o
pensamento de ter gêmeos, mas sabia que ansiava por uma filha.
Nossa menina veio ao mundo com toda a atitude da mãe. Teve-nos envolvidos em seu
dedo mindinho como Tabitha a partir do momento em que gritou na sala de parto. Ela
também era quase idêntica a mãe, e agradeci a Deus naquele dia por ter cinco rapazes
para me ajudar a manter um olho sobre ela.
Cuidar de sua mãe é bastante difícil às vezes. Não importa que ela tenha uma horda de
crianças sempre correndo ao redor de seus pés, os homens ainda tentam chamar sua
atenção. Como a pessoa que está olhando para ela agora. Ele claramente não é daqui,
deve ser um turista ou algo assim. Continuo tentando ver se ele tem um filho junto e seja
apenas coincidência, mas nenhuma criança chegou perto do homem. E ele continua indo
para mais perto da minha princesa.
"É perfeito, papai."
Olho minha filha, que tem sua mão na minha enquanto senta numa cadeira recebendo
uma pintura de borboleta no rosto.
"É lindo. Mas não tão bonita quanto você," digo a ela, fazendo-a sorrir ainda mais.
"Ela é linda." Olho para o menino de pé com um dos meus meninos gêmeos, Nathan. Ele
chega até o amigo e lhe dá um soco no braço.
"Cuidado," ele rosna, e tenho que segurar uma risada. Minha filha revira os olhos,
parecendo mais com sua mãe do que nunca.
Olho para trás sobre a minha princesa, e agora vejo o homem que estava de olho antes de
ir falar com ela.
"Eu fico, pai," meu filho diz, pegando a mão da irmã da minha e segurando-a ele mesmo.
Inclino-me, beijando minha filha no topo da cabeça, em seguida, despenteando o cabelo
do meu menino antes de ir até minha esposa. Não consigo desviar o olhar por dois
segundos e alguém está tentando chegar a ela.
Ando por trás dela e envolvo um braço em sua cintura, puxando-a para meu corpo. Ela
relaxa como sempre faz, e nem sequer tenho que olhar para seu rosto para saber que
provavelmente dá o mesmo revirar de olhos que nossa filha fez.
"Você está de pé muito perto de minha esposa," digo ao homem que deu alguns passos
para trás.
"Stan está apenas..."
"De saída." Corto minha esposa. Tenho certeza que ela pensa que ele está sendo educado
e amigável, mas vejo através dessa merda. Vi no segundo que começou a olhar para ela.
"Não é, Stan?" Termino, dando-lhe um olhar que o envia correndo sem sequer um adeus.
Tabitha bate no meu peito. "Você é um homem das cavernas." Seguro-a mais perto e
enrolo ambos os braços em torno dela.
"Ele queria você," digo num rosnado baixo.
"Você acha que todo mundo me quer," diz ela, mas fica mais perto de mim, entrelaçando
os braços nos meus. Deus, tenho sorte que ela ama meu lado possessivo e dominante ou
este casamento teria afundado a muito tempo. Não que não gosto quando estou de
joelhos para ela. Como esta manhã, quando tinha uma de suas pernas por cima do ombro
...
Inclino-me, pressionando os lábios em sua boca e provando o seus lábios doces.
"Eles querem sua doçura," digo a ela.
"Vai ficar sem ela se continuar assim," ela brinca.
Nós dois sabemos que é uma mentira. Tomo sua boca outra vez, provando que ela nunca
negaria a mim. Não quando sabe que preciso dela para respirar.
"Você não sabia? A princesa proibida é sempre a mais doce."

FIM
Notas
[←1]
Filme Uma Linda Mulher.
[←2]
Personagem principal do filme Uma Linda Mulher.

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