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Ética Profissional

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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema: Contributo da Ética Profissional no Trabalho.

João Castelo Branco: 708210568

Curso: Ensino de Português


Disciplina: Ética Profissional
Docente:
Ano de Frequência: 4o ano

Gurué, Maio de 2024


1

Classificação
Categorias Indicadores Padrões Nota
Pontuação
do Subtotal
máxima
tutor
 Índice 0.5
 Introdução 0.5
Aspectos
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 2.0
problema)
Introdução  Descrição dos
1.0
objectivos
 Metodologia adequada
2.0
ao objecto do trabalho
 Articulação e domínio
do discurso académico
Conteúdo (expressão escrita 3.0
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão  Revisão bibliográfica
nacional e internacional
2.0
relevante na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.5
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e
Aspectos tamanho de letra,
Formatação 1.0
gerais paragrafo, espaçamento
entre linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 2.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia
Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
1. Introdução ........................................................................................................................... 3

1.1. Objectivos ........................................................................................................................ 4

1.2. Metodologia ..................................................................................................................... 4

2. Contributo da ética profissional no trabalho....................................................................... 5

2.1. Conceito da Ética Profissional ............................................................................................. 5

2.2. Ética profissional, relações sociais e individualismo ...................................................... 5

2.3. Vocação para o Colectivo da Ética Profissional .............................................................. 6

2.4. Classes profissionais e as virtudes da responsabilidade e da lealdade. ........................... 7

2.5. Virtudes profissionais ...................................................................................................... 8

2.5.1. Tipos de virtudes profissionais. ........................................................................................ 8

3. Conclusão ......................................................................................................................... 10

4. Referências Bibliográficas ................................................................................................ 11


3

1. Introdução
O presente trabalho aborda sobre contributo da ética profissional no trabalho. Ao falarmos de
ética profissional estamos nos referindoao caráter normativo e até jurídico que regulamenta
determinada profissão a partir de estatutos ecódigos específicos. Assim temos a ética médica,
do advogado, do biólogo, do psicólogo, etc,relacionada em seus respectivos códigos de ética.
Ética profissional é o conjunto de normas éticas que formam a consciência do profissional
erepresentam imperativos de sua conduta. São normas de conduta que deveriam ser colocadas
em pratica no exercício de qualquer profissão. A Ética baseia-se em uma filosofia de valores
compatíveis com a natureza e o fim de todo serhumano. A classe profissional é um grupo dentro
da sociedade, específico, definido por suaespecialidade de desempenho de tarefa. A divisão do
trabalho é antiga e está ligada à vocação de cada um para determinadas tarefas e
àscircunstâncias que obrigam, muitas vezes, a assumir esse ou aquele trabalho; ficou prático
para ohomem, em comunidade, transferir tarefas e executar a sua.
O presente trabalho obedece a seguinte estrutura: Uma Introdução, objectivos, metodologia,
desenvolvimento, conclusão e referência bibliografia.
4

[Link]
Geral:
 Conhecer o contributo da ética profissional no trabalho.

Específicos:

 Conceituar a Ética Profissional;


 Descrever a vocação para o Colectivo da Ética Profissional;
 Apresentar as classes profissionais e as virtudes da responsabilidade e da lealdade.

[Link]

Metodologia é o campo em que se estuda os melhores métodos praticados em determinada área


para a produção do conhecimento (Ludke e André,1999). Para estes autores a pesquisa pode ser
diferenciada quanto à natureza, aos métodos (ou abordagens metodológicas), quanto aos
objectivos e quanto aos procedimentos.
Para o presente trabalho foram usados uns elementos constituintes do processo metodológico
que de certa maneira contribuiu a realização do mesmo, a consulta bibliográfica que envolve a
leitura e análise de informação adquirida.
5

2. Contributo da ética profissional no trabalho.

2.1. Conceito da Ética Profissional

Segundo Diniz, M. H. (2006), Ética profissional é o conjunto de normas éticas que formam a
consciência do profissional e representam imperativos de sua conduta. (p.21).
Abbagnano, Nicola. (2000), diz que a ética profissional é a aplicação de valores humanos sobre
o comportamento, resultando em uma postura transparente nas atividades produtivas. É também
o respeito às regras, convenções e limites, sejam eles impostos por leis ou sugeridos pelas
convenções sociais no trabalho. (p.65).
Diniz, M. H. (2006), sustenta que:
A ética profissional possui uma grande importância por orientar ao bom cumprimento de todas
as atividades de uma profissão, seguindo os princípios determinados pela sociedade e por
grupos de trabalho. Cada profissão tem o seu próprio código de ética, que pode variar
ligeiramente, graças a diferentes áreas de atuação. No entanto, há elementos da ética
profissional que são universais, como a honestidade, a competência, a responsabilidade com a
profissão, com colegas e com a sociedade. (p.25).

2.2. Ética profissional, relações sociais e individualismo

Segundo Paulo Sostenes Moreira Rangel a ética profissional e um conjunto de normas


deconduta que deverão ser postas em pratica no exercício de qualquer profissão. Seria a
acçãoreguladora da ética agindo no desempenho das profissões, fazendo com que o
profissionalrespeite seu semelhante quando no exercício da sua profissã[Link] atinge todas as
profissões. E quando falamos de ética profissional estamos nos referindo aocarácter normativo
e ate jurídico que regula determinada profissão a partir de estatuto e códigoespecifico. O
indivíduo que tem ética profissional cumpre com todas as atividades de sua profissão,seguindo
os princípios determinados pela sociedade e pelo seu grupo de trabalho.
Segundo Boff, Leonardo. (2003), Cada profissão tem o seu próprio código de ética, que pode
variar ligeiramente, graças adiferentes áreas de atuação. (p.23).
Aquele que só se preocupa com os lucros, geralmente, tende a ter menor consciência de grupo
ea ele pouco importa o que ocorre com a sua comunidade e muito menos com a sociedade. O
número dos que trabalham visando primordialmente o rendimento é muito grande,
fazendoassim com que as classes procurem defender-se contra a dilapidação de seus conceitos,
6

tutelandoo trabalho e zelando para que uma luta encarniçada não ocorra na disputa dos serviços,
poisficam vulneráveis ao individualismo. A consciência de grupo tem surgido mais por
interesse de defesa do que por altruísmo, poisgarantida a liberdade de trabalho, se não se regular
e tutelar a conduta, o individualismo podetransformar a vida dos profissionais em reciprocidade
de agressão. Tal luta quase sempre se processa em virtude da ambição de uns em cima de outros,
e que emnome dessas ambições, podem ser praticadas, por exemplo, quebras de sigilo. A tutela
do trabalho processa-se pelo caminho da exigência de uma ética imposta através dosconselhos
profissionais. As normas devem ser condizentes com as diversas formas de prestar oserviço de
organizar o profissional para esse fim. (Boff, Leonardo. 2003,p.32).
Diniz, M. H. (2006), salienta que:
A conduta profissional, muitas vezes, pode tornar-se agressiva e inconveniente e esta é uma
dasfortes razões pelas quais os códigos de ética quase sempre buscam maior abrangência.
Assim, aonos referirmos à classe, ao social, não nos reportamos apenas a situações isoladas ou
modelos particulares, mas a situações gerais. O egoísmo desenfreado de poucos pode atingir
um número expressivo de pessoas e até mesmoinfluenciar o destino de nações, partindo da
ausência de conduta virtuosa de minorias poderosas, preocupadas apenas com seus
[Link] que a conduta do ser humano pode tender ao egoísmo, mas, para os interesses
de umaclasse, de toda uma sociedade, é preciso que se acomode às normas, porque estas devem
estarapoiadas em princípios de virtude, assim a ética tem sido o caminho justo e adequado, para
o benefício geral. (p.29).

2.3. Vocação para o Colectivo da Ética Profissional

Egresso de uma vida inculta, baseada apenas em instintos, o homem, sobre a terra, foi-se
organizando, na busca de maior estabilidade vital, cedendo parcelas do referido
individualismo para se beneficiar da união, da divisão do trabalho e assim da proteção da vida
em comum. A organização social foi e continua a ser um progresso, na definição das funções
dos cidadãos e taldefinição acentua, gradativamente, o limite de acção das classes. (Boff,
Leonardo. 2003,p.38).
A vocação para o coletivo já não se encontra, nos dias atuais, com a mesma eficácia nos
grandescentros, como ainda é encontrado em núcleos menores e, poucas cidades de maior
dimensão, possuem o espírito comunitário, enfrentando com grande dificuldade as questões
classistas. Parece-nos pouco entendido, que existe um bem comum a defender do qualum
7

númeroexpressivo de pessoas dependem para o bem-estar próprio e o de seus semelhantes,


tendo assimuma inequívoca interação.
Abbagnano, Nicola. (2000), sustenta que o progresso do individualismo gera sempre o risco da
transgressão ética assim, é imperativa anecessidade de uma tutela sobre o trabalho, através de
normas éticas. Aquele que só se preocupa com os lucros, geralmente, tende a ter menor
consciência de grupo. Fascinado pela preocupação monetária, a ele pouco importa o que ocorre
com a sua comunidadee muito menos com a sociedade. O individualismo pode transformar a
vida dos profissionais emreciprocidade de agressão, como: propaganda enganosa, calunias,
difamações, tramas, tudo naânsia de ganhar mercado e subtrair clientela e oportunidades do
colega, reduzindo aconcorrência. (p.53).
O egoísmo desenfreado de poucos pode atingir um número expressivo de pessoas e até,
atravésdelas influenciar o destino das nações, partindo da ausência de conduta virtuosa poucas
pessoas ou um determinado grupo de pessoas tendo em conta as actividades em causa de
minorias poderosas, preocupadas apenas com seus lucros. A ética tem sido o caminho justo, a
dequado, para o benefício geral. Sabemos que entre a sociedade de hoje e aquela primitiva não
existem mais níveis decomparação, quanto à complexidade; devemos reconhecer, porém, que,
nos núcleos menores, osentido de solidariedade era bem mais acentuado, assim como os rigores
éticos, e poucas cidadesde maior dimensão possuem, na actualidade, o espírito comunitário;
também, com dificuldades,enfrentam as questões classistas. A vocação para o colectivo já não
se encontra, nos dias actuais, com a mesma pujança nos grandes centros. (Abbagnano,
Nicola. 2000,p.87).

2.4. Classes profissionais e as virtudes da responsabilidade e da lealdade.

Segundo Abbagnano, Nicola. (2000), uma classe profissional caracteriza-se pela


homogeneidade do trabalho executado, pela natureza do conhecimento exigido para tal
execução e pela identidade de habilitação para o exercício damesma. (p.75).
Boff, Leonardo. (2003), afirma que a classe profissional é um grupo dentro da sociedade,
específico, definido por suaespecialidade de desempenho de tarefa. A divisão do trabalho é
antiga e está ligada à vocação de cada um para determinadas tarefas e àscircunstâncias que
obrigam, muitas vezes, a assumir esse ou aquele trabalho; ficou prático para ohomem, em
comunidade, transferir tarefas e executar a sua. A união dos que realizam o mesmotrabalho foi
uma evolução natural e hoje se acha não só regulada por lei, mas consolidada eminstituições
fortíssimas de classe, como os códigos de ética. (p.64).
8

2.5. Virtudes profissionais

Não obstante os deveres de um profissional, os quais são obrigatórios, devem ser levadas em
conta as qualidades pessoais que concorrem para o enriquecimento de sua atuação
profissional,facilitando o exercício da profissão. Muitas destas qualidades poderão ser
adquiridas com esforço e boa vontade, aumentando nestecaso o mérito do profissional que, no
decorrer de sua atividade, consegue incorporá-las à sua personalidade, tentando vivenciá-las ao
lado dos deveres profissionais. O consultor dinamarquês Clauss Moller faz uma associação
entre as virtudes lealdade,responsabilidade e iniciativa como fundamentais para a formação de
recursos humanos em umartigo publicado na revista exame. Segundo Clauss Moller o futuro de
uma carreira dependedessas virtudes: O senso de responsabilidade é o elemento fundamental
da empregabilidade. Semresponsabilidade a pessoa não pode demonstrar lealdade, nem espírito
de iniciativa. Uma pessoa que se sinta responsável pelos resultados da equipe terá maior
probabilidade de agir de maneiramais favorável aos interesses da equipe e de seus clientes,
dentro e fora da organização. A consciência de que se possui uma influência real constitui uma
experiência pessoal muito importante. (Clauss Muller, 1996, p. 103-104)

2.5.1. Tipos de virtudes profissionais.

1. Honestidade: A honestidade está relacionada com a confiança que nos é depositada, com
aresponsabilidade perante o bem de terceiros e a manutenção de seus direitos. É muito
fácilencontrar a falta de honestidade quanto existe a fascinação pelos lucros, privilégios e
benefíciosfáceis, pelo enriquecimento ilícito em cargos que outorgam autoridade e que têm a
confiançacolectiva de uma colectividade. Já Aristóteles (1992, p.75) em sua "Ética a
Nicômanos"analisava a questão da honestidade.
2. Sigilo: O respeito aos segredos das pessoas, dos negócios, das empresas,
deve serdesenvolvido na formação de futuros profissionais, pois trata-se de algo muito
importante. Umainformação sigilosa é algo que nos é confiado e cuja preservação de silêncio é
obrigatória.
3. Competência: Competência, sob o ponto de vista funcional, é o exercício
do conhecimentode forma adequada e persistente a um trabalho ou profissão. Devemos buscá-
la sempre. A funçãode um citarista é tocar cítara, e a de um bom citarista é tocá-la bem
(Aristóteles, p.24).
9

4. Prudência: Todo trabalho, para ser executado, exige muita segurança. A prudência,fazendo
com que o profissional analise situações complexas e difíceis com mais facilidade e deforma
mais profunda e minuciosa, contribui para a maior segurança, principalmente das decisõesa
serem tomadas. a prudência é indispensável nos casos de decisões sérias e graves, pois evita
os julgamentos apressados e as lutas ou discussões inúteis.
5. Coragem: Todo profissional precisa ter coragem, pois "o homem que evita e teme a tudo,não
enfrenta coisa alguma, torna-se um covarde" (Aristóteles, p.37). A coragem nos ajuda areagir
às críticas, quando injustas, e a nos defender dignamente quando estamos cônscios denosso
dever. Nos ajuda a não ter medo de defender a verdade e a justiça, principalmente
quando estas foremde real interesse para outrem ou para o bem comum. Temos que ter coragem
para tomardecisões, indispensáveis e importantes, para a eficiência do trabalho, sem levar em
conta possíveis atitudes ou actos de desagrado dos chefes ou colegas.
6. Perseverança: Qualidade difícil de ser encontrada, mas necessária, pois todo trabalho
estásujeito a incompreensões, insucessos e fracassos que precisam ser superados, prosseguindo
o profissional em seu trabalho, sem entregar-se a decepções ou mágoas. É louvável a
perseverançados profissionais que precisam enfrentar os problemas do subdesenvolvimento.
7. Compreensão: Qualidade que ajuda muito um profissional, porque é bem aceite
pelos quedele dependem, em termos de trabalho, facilitando a aproximação e o diálogo, tão
importante norelacionamento profissional. É bom, porém, não confundir compreensão com
fraqueza, para que o profissional não se deixelevar por opiniões ou atitudes, nem sempre,
válidas para eficiência do seu trabalho, para que nãose percam os verdadeiros objectivos
a serem alcançados pela profissão.
9. Humildade: O profissional precisa ter humildade suficiente para admitir que não é o dono
da verdade e que o bom senso e a inteligência são propriedade de um grande número de
pessoas..
10. Imparcialidade: É uma qualidade tão importante que assume as características do
dever, pois se destina a se contrapor aos preconceitos, a reagir contra os mitos (em nossa époc
adinheiro, técnica, sexo etc, a defender os verdadeiros valores sociais e éticos,
assumindo principalmente uma posição justa nas situações que terá que enfrentar. Para ser jus
to é precisoser imparcial, logo a justiça depende muito da imparcialidade.
11. Optimismo: Em face das perspectivas das sociedades modernas, o profissional
precisa edeve ser optimista, para acreditar na capacidade de realização da pessoa humana, no
poder dodesenvolvimento, enfrentando o futuro com energia e bom-humor
10

3. Conclusão
Concluindo o presente trabalho constata-se que a ética profissional possui uma grande
importância por orientar ao bom cumprimento de todas as atividades de uma profissão,
seguindo os princípios determinados pela sociedade e por grupos de trabalho. Cada profissão
tem o seu próprio código de ética, que pode variar ligeiramente, graças a diferentes áreas de
atuação, visto que a vocação para o colectivo já não se encontra, nos dias actuais, com a mesma
pujança nos grandes centros. No entanto, há elementos da ética profissional que são universais,
como a honestidade, a competência, a responsabilidade com a profissão, com colegas e com a
sociedade. Uma classe profissional caracteriza-se pela homogeneidade do trabalho executado,
pela naturezado conhecimento exigido para tal execução e pela identidade de habilitação para
o exercício damesma. O profissional precisa ter humildade suficiente para admitir que não é o
dono da verdade e que o bom senso e a inteligência são propriedade de um grande número de
pessoas..

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4. Referências Bibliográficas
Abbagnano, Nicola. (2000). Dicionário de Filosofia. 4ª edição. São Paulo: Martins Fontes.
Aquino, C. P. (1996). Administração de recursos humanos: uma introdução. São Paulo: Atlas.
Aricó, Carlos Roberto. (1986). Reflexões sobre a loucura. São Paulo: Ícone.
Aristóteles. (2003). Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret.
Aristóteles. (2000). Coleção "Os Pensadores". Rio de Janeiro: Nova Cultural.
Boff, Leonardo. (2003). Graça e Experiência Humana – A graça libertadora no mundo.
Petrópolis:Vozes.
Diniz, M. H. (2006). O Estado atual do Biodireito. 3ª ed. São Paulo: Editora Saraiva.
Francisconi, Carlos F. M. (2006). Ética Aplicada à Pesquisa. In: [Link]ção para
Comitês de Ética em Pesquisa - CEPS. Ministério da Saúde, Secretaria deCiência, Tecnologia
e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. Brasília:Ministério da Saúde.

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