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Manual do Aluno da Força Nacional

Manual
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA

SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA


SECRETARIA DE GESTÃO E ENSINO EM SEGURANÇA PÚBLICA
DIRETORIA DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA
CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

MANUAL DO ALUNO
CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

2. HISTÓRICO DA DIRETORIA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

3. FINALIDADE DO CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

4. BRASÃO DA FORÇA NACIONAL

5. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

6 SUBORDINAÇÃO E CANAL DE COMANDO

7. SÃO CONSIDERADAS FALTAS DISCIPLINARES

8. UNIFORMES E TRAJES CIVIS

9. APRESENTAÇÃO PESSOAL

10. FREQUÊNCIA E PONTUALIDADE

11. REPRESENTANTES DO PELOTÃO OU TURMA (01, XERIFE E SUBXERIFE)

12. DIREITOS, DEVERES E PROIBIÇÕES

13. AVALIAÇÃO DOS DISCENTES NA ÁREA AFETIVA

14. ROTINA

15. AVALIAÇÕES ESCRITAS E PRÁTICAS

16. ENXOVAL

17. DISPOSIÇÕES FINAIS

ANEXO “A” – ORAÇÃO DO FORÇA NACIONAL

ANEXO “B” – CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO;

ANEXO “C” – JURAMENTO DA FORÇA NACIONAL;

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CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

1. INTRODUÇÃO

A Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP) parabeniza a todos os


mobilizados que ora ingressam como Alunos do Centro de Treinamento e Capacitação, onde
serão submetidos a treinamentos que fazem parte das diretrizes do Ministério da Justiça e
Segurança Pública (MJSP).
Os cursos buscam a capacitação dos futuros integrantes da Força Nacional de
Segurança Pública (FNSP), para atuarem de acordo com o Plano Nacional de Segurança
Pública, bem como a qualificação necessária através da utilização de técnicas e procedimentos
padronizados, preparando os profissionais para atuarem de forma conjunta e coesa em todas
as operações atinentes à FNSP.
Para este fim, os cursos foram estruturados conforme carga horária prevista no projeto
pedagógico de cada Instrução de Nivelamento de Conhecimento (INC), Readaptação,
Complementação, Estágios, Cursos, Treinamento etc. Sendo acompanhadas diariamente por
um coordenador, pelo apoio administrativo e por todo o corpo docente.
Para ultrapassarem barreiras, os alunos mobilizados serão motivados diariamente, a
buscarem o autocontrole e a resistência às adversidades, fatores indicativos dos verdadeiros
profissionais de segurança pública.
Todas as orientações deste Manual visam o aprimoramento técnico-profissional do
discente que comporá o efetivo que será empregado nas operações da DFNSP, bem como
incentiva o melhoramento do condicionamento físico e o surgimento da integração, do
espírito de corpo e respeito necessários entre os profissionais das diferentes instituições
militares e civis, militares da reserva, que compõem o atual efetivo da Força Nacional.
A partir deste momento, as senhoras e os senhores iniciam uma nova caminhada,
pontuada nos valores que nos são tão caros: a hierarquia, a disciplina, a lealdade, a
camaradagem, a probidade a honestidade e o respeito aos militares e aos civis que nos
antecederam, que nos deixaram uma futura Instituição vencedora, e que sempre cumpriu a
palavra empenhada, “Preparados Para Tudo”.
As suas respectivas instituições confiam na capacidade de todos vocês, as senhoras e
os senhores foram voluntários e se submeteram a um rigoroso processo seletivo em seus
Estados e, de hoje em diante, a nossa Força Nacional acredita na vontade, na experiência, na
competência e no bom senso, que vocês já demonstraram possuir ao longo de suas carreiras e

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 2-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

que nortearão suas decisões de forma serena nas turbulências, imparcial frente às querelas,
segura nas incertezas e permanente quanto aos seus valores.
O Brasil tem a certeza de contar com a abnegação de cada um de vocês, saibam honrar
vossas corporações de origem e o nome desta Diretoria, que no transcorrer dos anos vêm
capacitando valorosos e ilibados profissionais, verdadeiros “Guardiões da Sociedade”,
inteiramente dedicados à instituição, à comunidade e ao bem-estar social.
Sejam primorosos nos treinamentos, aproveitem, usufruam da técnica, esperamos que
busquem o constante aprimoramento e assimilem os ensinamentos que lhes serão
apresentados. É importante que neste momento em que estão na condição de alunos vocês
valorizem esta oportunidade, aprendam, tirem suas dúvidas, exijam o melhor da metodologia
para salvaguardar suas preciosas vidas.
Senhoras e senhores, nunca se esqueçam que o bem mais precioso depois da vida, é a
família! Lembrem dos seus queridos, cumpram o compromisso com as suas famílias.
Por fim, não esqueçam, jamais, que em nossa profissão somos parcelas de uma soma,
um organismo e que atuando individualmente ou em conjunto, fardados ou não,
representaremos nossa Força Nacional e reforçando a admiração, o respeito e a confiança que
lhes dispensa a sociedade brasileira, colocando sempre o interesse coletivo acima do
individual.

Tenham todos um excelente curso!

FORÇA! BRASIL!
PREPARADOS PARA TUDO!
PELA PÁTRIA!

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 3-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

2. HISTÓRICO DA DIRETORIA DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA


PÚBLICA

O Departamento da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP) teve a sua criação


baseada na Força de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) e trata-se de um
programa de cooperação do governo federal. A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP)
é amparada pelo Decreto nº 5.289 de 29 de novembro de 2004, em consideração ao disposto
nos arts. 144 e 241 da Constituição e o princípio de solidariedade federativa que orienta o
desenvolvimento das atividades do sistema único de segurança pública. Recentemente, o
Decreto nº 9.150, de 04 de setembro de 2017, alterou a sua designação para Diretoria da Força
Nacional de Segurança Pública (DFNSP).
A Medida Provisória nº 821, de 26 de fevereiro de 2018, alterou a Lei nº 13.502, de 1º
de novembro de 2017, que dispõe sobre organização básica da Presidência da República e dos
Ministérios, para criar o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), onde a Secretaria
Nacional de Segurança Pública (SENASP) passou a compor esta nova Pasta que, por efeito, a
DFNSP está na estrutura do MJSP .
A DFNSP tem a sua sede administrativa na Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF,
é subordinada à SENASP e é estruturada pelas seguintes Coordenações Gerais: Coordenação-
Geral de Planejamento e Operações da Força Nacional (CGPLAN), Coordenação-Geral de
Administração (CGAD) e Coordenação-Geral de Polícia Judiciária e Perícia (CGPJ).
A atuação da FNSP ocorre no território nacional, mediante solicitação do governador do
respectivo Estado ou do Distrito Federal e com a devida autorização do titular do Ministério
da Justiça e Segurança Pública. Dessa forma, a Força Nacional poderá apoiar a Polícia
Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros ou os órgãos oficiais de Perícia Forense nas
atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública, à segurança das
pessoas e do patrimônio, atuando também em emergências e calamidades públicas com o
objetivo precípuo de efetivar, entre as Unidades da Federação, nos momentos de grave
perturbação da Ordem Pública, visando cumprir metas preestabelecidas.
Também mediante autorização do Ministro do MJSP, a Força Nacional de Segurança
Pública poderá apoiar operações específicas de outros órgãos federais - a exemplo da Polícia
Federal, da Polícia Rodoviária Federal ou do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis ou mesmo outros ministérios do governo federal. Em 2019
Bombeiros especialistas em busca e salvamento realizaram a primeira missão internacional da
Força Nacional de Segurança Pública em Moçambique, onde auxiliaram equipes locais no
resgate às vítimas do ciclone tropical que atingiu mais de 1,8 milhão de pessoas no sudeste da

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 4-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

África.
Em cumprimento ao pacto de solidariedade federativa para apoio, cooperação e
interação com os órgãos de Segurança Pública dos entes federados, a DFNSP já desenvolveu
desde sua criação mais de 260 operações, em 25 estados da Federação e no Distrito Federal,
no período de 2004 a 2019.
Foram executados os mais diversos tipos de missões: patrulhamento de fronteiras,
policiamento ostensivo, combate a crimes ambientais, policiamento em áreas indígenas,
segurança em grandes eventos, proteção a pessoas ameaçadas, apoio aéreo, apoio em
investigação de crimes, segurança em penitenciária, apoio a desastres climáticos e ambientais
e apoio na segurança de patrimônios públicos durante as manifestações populares.
O efetivo da FNSP compreende profissionais especializados, mobilizados e prontos
para atuarem em apoio e sob a coordenação de outros órgãos subordinados aos Governos
Estaduais, do Distrito Federal e Federal do Brasil, tendo a capacidade de estar a pronto
emprego em qualquer lugar do território nacional, em até 24 horas após a determinação do
titular da Pasta da Segurança Pública.
O Governo Federal preocupado e disposto a acompanhar a evolução que ocorre
constantemente no tocante a Segurança Pública, somado com a dificuldade de completar o
efetivo da FNSP, a SENASP iniciou mobilizações de policiais militares da reserva
remunerada, de policiais civis aposentados e de antigos militares das Forças Armadas que
serviram em caráter temporário. Tal iniciativa foi regulada pela Medida Provisória nº 755 de
19 de dezembro de 2016 e, posteriormente, foi revogada pela Lei nº 13.500, de 26 de outubro
de 2017.

3. FINALIDADE DO CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO/BEPE

Com o intuito de acompanhar o constante crescimento da Diretoria da Força Nacional


de Segurança Pública, o Diretor da FNSP verificou a necessidade de criar um setor de ensino
específico a fim de buscar incessantemente a modernidade, a excelência e que desenvolva,
incansavelmente, novas técnicas para aperfeiçoar o binômio ensino-aprendizagem.
Para a consecução desta arquitetura, foi criada o Centro de Treinamento e Capacitação
/BEPE (CTC) que por sua vez, está subordinada ao Batalhão Escola de Pronto Emprego.
O escopo do CTC é capacitar e doutrinar os recursos humanos pertencentes à FNSP,
realizar a pesquisa e a experimentação de novas técnicas para manter a constante evolução da
tropa, aprimoramento e diretrizes com intuito de proporcionar operadores eficazes e eficientes

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 5-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

para a excelência do cumprimento das missões determinadas à DFNSP. Para isso, o CTC
realiza, por meio de Estágios, Cursos, Treinamentos, Instruções, Capacitações, Readaptações
e Instruções de Nivelamento de Conhecimento (INC), toda a fase preparatória e de
qualificação dos mobilizados da FNSP.
A porta de entrada para o candidato, provável futuro integrante da FNSP, é a Instrução
de Nivelamento de Conhecimento. Durante o período da Instrução será o momento em que
todos os procedimentos teóricos, técnicos e táticos da atividade fim da Força Nacional serão
ministrados aos alunos de forma clara e coesa pelo Corpo Docente do CTC e instrutores
convidados de outras Instituições Estaduais, do Distrito Federal e Federal, para que ao final da
INC ou de qualquer outra capacitação, todos os mobilizados formados sejam exímios
operadores, que executam com destreza e excelência todas as teorias e técnicas doutrinárias
da DFNSP.
O Corpo Docente do CTC e demais convidados, são escolhidos minuciosamente com
base em suas experiências teóricas e práticas, certificações e destreza na arte de ensinar.
A título de conhecimento, vale mencionar os Estágios de Readaptação para aqueles que
já estiveram mobilizados e que retornam à FNSP. Nas referidas readaptações, são
compartilhados os conhecimentos, a fim de se revisar as técnicas e métodos utilizados e
aperfeiçoados pela DFNSP.

4. BRASÃO DA FORÇA NACIONAL

O Brasão é composto pela inscrição horizontal “FORÇA NACIONAL” em sua parte


superior, com o corpo central apresentando fundo “xadrez” nas cores brancas e cinza médio,
que representam a disponibilidade de atuação diuturna.
A espada sobrepondo-se à balança representa o símbolo
consagrado da Justiça, e, por conseguinte, do Ministério da
Justiça e Segurança Pública, com a inscrição de seu nome na
parte inferior.
O mapa do Brasil trespassado longitudinalmente por três
raios, equidistantes entre si, representam a rapidez no
atendimento ao chamado para o restabelecimento e manutenção
da ordem pública em qualquer ponto do território brasileiro.
Representa a Polícia Militar a figura composta por duas pistolas Clark; os Bombeiros
Militares a tocha, as machadinhas e as chamas; a Polícia Judiciária o escudo, nas cores preta e
branca, com uma balança ao centro; e os Profissionais de Perícia o microscópio, em suas

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 6-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

diversas atividades.
Todos os símbolos das forças de segurança consolidam a proposta de união de
distintas categorias profissionais, e, por consequência, suas corporações e suas respectivas
competências para garantirem, pela primeira vez no Brasil, o ciclo completo de Segurança
Pública.

5. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Este Manual do Aluno tem por finalidade regular e orientar a padronização dos alunos,
suas condutas e deveres diários, durante o tempo que estiverem à disposição do Centro de
Treinamento e Capacitação/BEPE, na condição de aluno, a fim de cultuar os valores mais
caros dos agentes de Segurança Pública e manter a disciplina e a hierarquia, milenar, que são
os alicerces primários nas dependências de todas as Instituições de ensino militar e civil.
Consideram-se alunos, os policiais militares da ativa e da reserva, bombeiros militares,
policiais civis ativos e aposentados, profissionais da perícia. A condição de aluno perdura
desde a matrícula até a conclusão das atividades de ensino ou o desligamento do curso e os
conhecimentos (teórico e técnico) a serem exigidos serão os mesmos, independente do posto,
graduação ou cargo do aluno.
As atividades de ensino serão realizadas de acordo com o Projeto Pedagógico do
Curso, ementas e suas bibliografias, devidamente aprovadas pela Secretaria de Gestão e
Ensino em Segurança Pública (SEGEN).
Todos os participantes que se deslocarem com passagens aéreas custeadas pela
SENASP deverão guardar seus comprovantes (cartão de embarque), os quais serão recolhidos
pela Coordenação Geral de Mobilização (CGMOB), a fim de ser realizada a prestação de
contas junto à União. As passagens emitidas pela SENASP não poderão ter suas datas ou
trechos alterados. Também pela CGMOB, será verificado em loco a Carteira Nacional de
Habilitação, original (devidamente na validade) e a cópia da Certidão de Origem emitida
(devidamente assinada) pela Instituição ou pelo Estado de Origem do candidato.
A Seção de Saúde Operacional (SSOP), realizará a verificação em loco da Certidão de
Origem (especificamente no que trata da área de saúde, apto ou inapto) e da Carteira de
Vacinação com as seguintes vacinas em dia: Febre Amarela, Hepatite B e dupla adulto
(difteria e tétano).
Orientamos que os alunos levem apenas o necessário para a realização do curso e
suprimento de suas necessidades pessoais. Portar materiais supérfluos e carga demasiada
poderá acarretar transtornos futuros, tendo em vista que no acionamento para cumprir

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 7-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

qualquer missão de incumbência da DFNSP, em qualquer lugar do Brasil, durante os


embarques em viaturas e/ou em aeronaves militares ou civis, cada mobilizado adentrará no
transporte carregando SOMENTE o mochilão de viagem e a mochila tática da Força Nacional
(serão disponibilizadas pela DFNSP) e, é autorizado um único material pessoal do
mobilizado, uma mochila preta OU uma pasta preta para o acondicionamento de notebook do
mobilizado e demais pertences que couberem dentro.
Caso algum discente necessite, haverá atendimento emergencial diário nos Polos de
ensino, sendo executado pela equipe de resgate da Força Nacional, que atenderá prontamente
às emergências, encaminhando o candidato ou o aluno ao local adequado para recebimento do
tratamento médico. Em caso de restrição médica, à coordenação do curso deverá ser
comunicada imediatamente para que seja tomada as medidas cabíveis ao caso.
O CTC ou a coordenação do curso (de cada Polo) complementará este Manual do
Aluno com a execução de uma apresentação aos candidatos e/ou aos alunos, onde será levado
ao conhecimento assuntos no âmbito geral e uma provável necessidade de aquisição de
material pessoal e/ou coletivo específico para a realização de alguma instrução ou
padronização.
Se houver necessidade e com a devida autorização do Comandante do CTC, o
Supervisor do curso está autorizado a baixar normas e aplicar diretrizes complementares a
este Manual do Aluno ao corpo discente, por escrito e assinada, que sejam pontuais de seus
Polos de ensino;
Todo o corpo discente poderá ser submetido a escalas de serviço, diante da
necessidade do Polo de ensino.
Todos os mobilizados ao se apresentar na DFNSP, já deverão estar cadastrados no
Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp). O cadastro é realizado pelo
link https://seguranca.sinesp.gov.br/sinesp-seguranca/login.jsf
O mobilizado na condição de aluno do CTC não poderá solicitar nenhum tipo de
Dispensa para se ausentar do curso. A única exceção será a Dispensa Emergencial onde o
discente terá que confeccionar uma Parte contendo as exposições do motivo ao pleito e com
documentos comprobatórios devidamente anexados, direcionada ao Supervisor do curso ao
qual ele está vinculado. A coordenação do curso elucidará demais informações no tocante
Dispensa Emergencial.

Tendo em vista a Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública ser um Programa


de Governo no organograma estrutural da Pasta da Segurança Pública da Esplanada dos

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CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

Ministérios, os regulamentos militares de continência, honras, sinais de respeito e cerimonial


militar que serão aplicados na DFNSP serão os que são executados pela Presidência da
República, pela Casa Civil da Presidência da República e pelo Exército Brasileiro.

6. SUBORDINAÇÃO E CANAL DE COMANDO

O aluno estará diretamente subordinado a coordenação do curso, do Polo onde está


lotado, e é o ÚNICO canal de comunicação funcional do aluno com o CTC ou quaisquer
outros órgãos de superior hierarquia ao CTC.
Dentro dos Pelotões e/ou Turmas, qualquer alteração ou necessidade do aluno deve ser
comunicada imediatamente ao representante do turno (Xerife), que repassará as informações à
coordenação do curso e, se for o caso, esta informará ao CTC e, se necessário, passará ao
escalão superior.
SOMENTE o Xerife do Pelotão ou Turma terá acesso em qualquer momento à
coordenação do curso.
Caso seja desrespeitada a cadeia de comando mencionada nos parágrafos acima, o
aluno, independente do posto/graduação, será submetido às regras disciplinares da DFNSP.

7. SÃO CONSIDERADAS FALTAS DISCIPLINARES:

No decorrer das atividades escolares, constantemente, os alunos serão observados e


avaliados individualmente e coletivamente em diversos aspectos, o que constituirá subsídio
para o relatório final que será apresentado ao Diretor da Força Nacional.

7.1 - ASSIDUIDADE
7.1.1 - Faltar à aula, instrução ou qualquer outro ato em que deveria estar presente,
sem justificativa.

7.2 - PONTUALIDADE
7.2.1 - Chegar atrasado.

7.3 - INTERESSE PELO ENSINO


7.3.1 - Qualquer atitude que leve a falta de interesse pelo ensino.

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 9-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

7.3.2 - Não apresentar o material exigido previamente.

7.4 - APRESENTAÇÃO PESSOAL


7.4.1 - Vestir-se de maneira irregular ou com uniforme diverso do estabelecido para a
respectiva instrução e por este Manual do Aluno;
7.4.2 - Cabelos de forma distinta do padrão exigido, coturno sem estar engraxado e
sem brilho, material pessoal sujo e sem conservação.

7.5 - CORREÇÃO DE ATITUDES


7.5.1 - Deixar de prestar os sinais de respeito e apresentações regulamentares aos
superiores hierárquicos, incluindo a coordenação do curso e o corpo docente;
7.5.2 - Comportar-se de modo irregular em forma ou de maneira diversa da
estabelecida para a ocasião;
7.5.3 - Faltar com a postura e compostura;
7.5.4 - Entrar em vias de fato ou causar lesões corporais em outrem;
7.5.5 - Desrespeitar as normas da DFNSP;
7.5.6 - Usar palavras de calão;
7.5.7 - Não cultivar os princípios da ordem e da disciplina;
7.5.8 - Não preservar a limpeza das instalações;
7.5.9 - Não obedecer às ordens do Representante de Turma (xerife) ou de seu
substituto ou ainda dificultar suas determinações;
7.5.10 - Perturbar o silêncio ou promover algazarra;
7.5.11 - Deixar de comunicar de imediato qualquer tipo de problema a coordenação do
curso.

7.6 - CONSERVAÇÃO DO MATERIAL CAUTELADO


7.6.1 - Entregar armamento ou equipamento sujo ou malconservado;
7.6.2 - Não restituir material no prazo devido.

7.7 - RESPEITO AOS VALORES E DEVERES


7.7.1 - Deixar de cultuar os símbolos pátrios;
7.7.2 - Faltar com a camaradagem;
7.7.3 - Deixar de assumir a responsabilidade por seus atos;
7.7.4 - Deixar de cultuar a hierarquia e a disciplina.

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 10-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

7.8 - OUTRAS DISPOSIÇÕES


7.8.1 - Utilizar notebook (computador) particular, telefone celular ou equipamento que
se assemelhe, durante as instruções, sem a permissão do instrutor ou da coordenação;
7.8.2 - Executar qualquer ato de indisciplina que represente ameaça à manutenção do
respeito, à hierarquia e/ou disciplina, causando exemplo negativo aos demais alunos;
7.8.3 - Utilizar qualquer meio ilícito para execução de avaliações ou exercícios. Os
recursos ilícitos são incompatíveis com a dignidade pessoal e profissional do mobilizado;
7.8.4 - Entrar ou circular em recintos exclusivos de ocupantes do sexo oposto;
7.8.5 - Entrar, permanecer ou circular, sem autorização, em áreas determinadas pela
coordenação e de instrução, inclusive no interior da reserva de armamento e adjacências;
7.8.6 - Guardar produto inflamável, arma, munição, explosivo ou substância proscrita,
sem conhecimento ou autorização da coordenação do curso;
7.8.7 - Simular doença ou lesão para esquivar-se de suas obrigações e atividades;
7.8.8 - Representar a FNSP ou por ela tomar compromisso, sem estar para isso
autorizado;
7.8.9 - Faltar com respeito com os pares (alunos), com o corpo docente e com a
coordenação;
7.8.10 - Deixar de cumprir alguma das previsões contidas neste Manual do Aluno, na
apresentação que será exibida aos alunos ou nos demais informativos levados ao
conhecimento do corpo discente;
7.8.11 - As Faltas Disciplinares poderão ser objeto de Procedimento de Averiguação
Preliminar, bem como outras sanções administrativas e acadêmicas;
7.8.12 - A depender da gravidade da situação e da falta, poderá haver o desligamento
do curso e consequente desmobilização, sem prejuízo das responsabilidades administrativas
junto à sua instituição de origem e/ou justiça comum ou militar;
7.8.13 - Em caso de Falta Disciplinar de natureza grave, classificada conforme
avaliação da coordenação do curso, ou o cometimento de várias faltas disciplinares, será
instituído um COLEGIADO, a fim de deliberar sobre a decisão e medida a ser adotada,
inclusive podendo o discente ser desligado do curso.
O Colegiado será composto por:
01) Supervisor do Curso;
02) Coordenador do Curso;
03) Comandante do Centro de Treinamento e Capacitação;
04) Representante do corpo docente, do mesmo curso;

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 11-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

05) Representante do corpo discente, do mesmo curso;


OBS: Os casos omissos não mencionados neste manual, na apresentação que será exibida aos
alunos ou nos demais informativos levados ao conhecimento do corpo discente, serão
definidos pelo Supervisor do curso, em comum acordo com o Comandante do CTC.

8. UNIFORME E TRAJES CIVIS

8.1 - O uniforme ostentado pelo integrante da Força Nacional é a representação do


Programa de Governo perante a sociedade. Todo ato inconveniente ou irregular praticado pelo
mobilizado recairá sobre a imagem da Força Nacional de Segurança Pública. Portanto, o
aluno deverá ostentar seu uniforme com correção e dignidade.
8.2 - O uniforme e o equipamento serão ajustados pelo aluno de forma que se sinta
confortável, facilitando as ações profissionais, sem incômodos ou impedimentos físicos
devido ao excesso de ajustamento.
8.3 - Os uniformes utilizados nas instruções serão aqueles previstos no Regulamento
de Uniformes da DFNSP ou conforme a instrução prevista no QTS ou determinado pela
coordenação do curso ou do CTC, devidamente numerado na sua antiguidade do Pelotão e/ou
Turma.
8.4 - Durante o período de curso os alunos farão uso do uniforme operacional da
DFNSP e do uniforme de educação física, de acordo com as atividades programadas;
8.5 - Todos os alunos militares deverão utilizar a manga da gandola desdobrada e os
profissionais de Polícia Judiciaria e de Perícia, deverão manter a camisa por dentro da calça;
8.6 - Somente será autorizado a utilização de trajes civis, no deslocamento de entrada
e saída do Polo de ensino, nos eventos e horários devidamente definidos pela coordenação do
curso (proibido a entrada no Polo de ensino trajando bermuda, chinelos e camisa cavada);
8.6.1 - As alunas, em trajes civis, são proibidas de usarem blusas decotadas e
de alças, roupas curtas e/ou transparentes. Entende-se como roupas curtas qualquer uma que,
quando a aluna estiver em pé, esteja com mais de quatro dedos acima do joelho;
8.6.2 - Eventuais dúvidas com relação a uniformes e vestimentas deverão ser
sanadas com a coordenação imediata do curso, que poderá instituir as alterações necessárias
para adequar a vestimenta à instrução ou ao Polo de ensino;
8.7 - Os alunos deverão portar mochila tática da DFNSP, devendo manter todos seus
pertences e material no interior da mochila, somente ficando exposto o material orientado pela
coordenação do curso;

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 12-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

8.8 - Os alunos militares e civis deverão afixar identificação numérica, em suas


especificas antiguidades, os militares conforme regulamento militar do Exército Brasileiro e
os civis conforme regulamento em vigor da Polícia Judiciária e Perícia, com esparadrapo
branco no tamanho de 10x10cm, os números serão pintados da cor preta no esparadrapo e
com a forma numérica de 35 milímetros, na parte superior direita frontal da
camiseta/fardamento, na parte superior direita da frente e na retaguarda central do colete, bem
como na parte detrás da mochila tática e, em qualquer outro lugar do fardamento e/ou material
escolar determinado pela coordenação (será exibido os detalhes da afixação da numérica na
apresentação do CTC ou da coordenação do curso).
8.9 - Quando ocorrer integração entre militares e civis no mesmo Pelotão/Turma, a
antiguidade numérica entre eles será definida da seguinte forma:
8.9.1 - Entre Oficiais Militares, Delegados, Médicos Legistas e Peritos, pelo tempo de
serviço;
8.9.2 - Entre Agentes, Papiloscopistas e Praças Militares pelo tempo de serviço.
OBS: os identificados no item 8.9.1 serão sempre mais antigos dos do item 8.9.2 – entre
os militares do mesmo posto/graduação, os da ativa tem precedência aos militares da
reserva. No que trata da antiguidade entre os militares da reserva, o mais antigo será o
que tiver mais tempo no posto/graduação, quando estava na ativa.

9. APRESENTAÇÃO PESSOAL

A correta apresentação pessoal do mobilizado da Força Nacional demonstra a


disciplina, a motivação profissional e o respeito, além de manter a identidade e a credibilidade
da DFNSP perante a opinião pública. A composição e o uso dos uniformes devem ser
rigorosamente observados, com o fiel cumprimento das prescrições relativas à apresentação
pessoal contidas neste Manual do Aluno, na apresentação da coordenação aos alunos e no
possível complemento que poderá ser realizado pelo CTC e/ou pela coordenação do curso,
por escrito.
Constitui-se fator primordial na apresentação pessoal do mobilizado o uso correto do
uniforme, o zelo e o capricho com cada uma de suas peças, o asseio pessoal (o cuidado com
os cabelos, a higiene corporal e bucal), o uso de adornos AUTORIZADOS e pontuais, a
limpeza e o brilho dos calçados, o fardamento, o equipamento corretamente ajustado no corpo
do mobilizado e devidamente limpo.
9.1 - Será utilizada a amarração no coturno modelo “Padrão Cruzado”, com a primeira
volta do cadarço por cima, ao finalizar o padrão cruzado o laço não poderá estar aparecendo,

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 13-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

engraxado e brilhando e meias da cor preta. Quando se tratar de tênis do uniforme de


educação física, sugere-se da cor escura e é obrigatório o uso de meias pretas de cano médio.
9.1.1 - Na condição de aluno, é PROIBIDO utilizar coturno que não pegue brilho.
9.1.2 - Após formado, poderá utilizar as amarrações “paraquedista” ou modelo
“soltura rápida” mais utilizado em missões na selva, pantanal e em outras, quando a segurança
assim a exigir, particularmente nas atividades em meio aquático.
9.2 - A manga da gandola do uniforme digitalizada deverá estar esticada até o pulso
constantemente, contendo do lado direito a bandeira do Brasil e a Bandeira do Estado de
origem do mobilizado ou do Distrito Federal, com suas cores e definições originais sem
conter alterações.
9.2.1 - Enquanto estiver na condição de aluno de INC, o mobilizado NÃO poderá
utilizar no uniforme digitalizado os distintivos da Força Nacional, da INC e de cursos que
tenha realizado. Não poderá utilizar, também, nenhuma forma de identificação de nome,
patente/graduação. SOMENTE a numérica.
9.3 - Para os militares, com exceção dos Bombeiros, a camisa preta manga curta será
utilizada por dentro da calça e por baixo da gandola digitalizada, com o Brasão da Força
Nacional exposto do lado direito do peito e do lado esquerdo a numérica, estando a mesma
fixada paralela ao Brasão e nas costas da camisa deverá estar exposto a escrita “Força
Nacional”. Os detalhes da camisa preta, também serão o executado pelo efetivo da Polícia
Judiciaria e pelos profissionais de Perícia. Para os Bombeiros mantém os detalhes só que a cor
da camisa será vermelha.
9.3.1 - Para os militares, com exceção dos Bombeiros, e para os efetivos da Polícia
Judiciaria e pelos profissionais de Perícia a camisa preta cavada de educação física será
sempre utilizada por dentro do short, com o Brasão da Força Nacional exposto do lado
esquerdo do peito e do lado direito a numérica, estando a mesma fixada paralela ao Brasão e
nas costas da camisa deverá estar exposto a escrita “Força Nacional”. Para os Bombeiros
mantém os detalhes só que a cor da camisa é vermelha.
9.3.2 - No dia da formatura de final de curso, obrigatoriamente, no lugar da numérica
em ambas camisas (a cavada e a de manga curta) de cor preta e a especifica dos Bombeiros -
cor vermelha, deverão estar identificando o mobilizado da seguinte forma: posto/graduação
(abreviado) e o nome de guerra do mobilizado ambos na cor amarela e a tipagem sanguínea e
fator RH na cor vermelha, todas as identificações deverão ser bordadas (tipagem sanguínea e
fator RH das camisas dos Bombeiros militares, deverá ser bordado da cor preta). A
coordenação do curso vai orientar os detalhes de padronização, tamanho e fonte de como

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 14-33


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deverá ser o bordado.


9.3.3 - Os alunos serão orientados quanto a padronização dos modelos, cores, tamanho
da fonte e demais detalhes, para o mobilizado mandar confeccionar a tarjeta do nome e a do
posto/graduação que vai exposto na gandola do digitalizado, no colete balístico e no tático.
9.3.4 - Na condição de aluno, o mobilizado só poderá retirar a gandola se for orientado
pela coordenação do curso.
9.3.5 - As mulheres militares e civis deverão utilizar top preto, por baixo da camisa
regata de educação física.
9.3.6 - O cinto do uniforme da calça digitalizada é da cor preta e a fivela preta.
9.4 - O short de educação física para os militares (masculino e feminino) será na cor
preto, bordado na cor amarelo “FN” do lado inferior esquerdo. Quando se tratar de Oficial, ele
deverá conter duas listas amarelas em ambos os lados. Quando se tratar de Subtenentes e
Sargentos, ele deverá conter uma lista amarela em ambos os lados e quando se tratar de Cabos
e Soldados, não terá nenhuma lista em nenhum dos lados.
9.4.1 – O efetivo da Polícia Judiciária e os profissionais de Perícia (masculino e
feminino) o short não contém nenhuma lista e mantém as cores e o bordado, conforme o short
dos militares.
9.5 - Nas atividades aquáticas, os alunos militares e civis do sexo masculino deverão
utilizar sunga preta sem detalhes coloridos e as mulheres maiô preto, sem detalhes coloridos.
9.6 - O aluno deverá utilizar a bombacha para regular o tamanho e a altura da boca da
calça do uniforme digitalizado, usando o coturno como referência. A calça do digitalizado
deverá estar balizada com o coturno, de forma que NÃO pode estar muito embaixo
escondendo parte do coturno e nem para cima aparecendo a meia preta.
9.7 - Os alunos militares do sexo masculino deverão usar seus cabelos “aparado curto”
o corte de cabelo em que se usa para a parte inferior (nuca) e lateral do crânio a máquina n° 1
e, para a parte superior do crânio, a máquina n° 2; o “pé do cabelo” deverá ser aparado com
tesoura ou com navalha, mantendo-se bem nítidos os contornos junto às orelhas e ao pescoço.
9.7.1 - As costeletas devem ter o comprimento até a altura correspondente à metade do
pavilhão auricular.
9.7.2 - O corte de cabelo deve ser mantido nos padrões já descritos e renovado no
período máximo de 7 (sete) dias.
9.7.3 - Para os alunos militares e civis, de ambos os sexos, é vedado o uso de corte de
cabelo tipo “moicano” ou “topete”, com ou sem gel fixador e o uso de franja, pastinha e
outros penteados similares, que cubram a testa, ainda que parcialmente.

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9.7.4 - É vedado raspar a cabeça ou adotar corte de cabelo com máquina inferior a nº
1, exceção feita à recomendação médica ou calvície. (É considerado calvo o militar cuja
queda de cabelo tenha atingido área superior a 40% da superfície do couro cabeludo).
9.7.5 - Na condição de aluno, é proibido bigode para os militares.
9.8 - O militar deve manter permanentemente a barba raspada em toda sua extensão,
com a única exceção do militar ser dispensado, temporariamente, da obrigação de raspar a
barba será por orientação médica, homologada por médico e levado ao conhecimento do
escalão superior, por escrito e com a devida orientação médica assinada e contendo o CID e o
registro do CRM do profissional.
9.9 - As unhas do militar e do civil do sexo masculino devem ser tratadas, mantidas
permanentemente aparadas e com comprimento reduzido, sem nenhum tipo de tintura
colorida.
9.10 - Na condição de aluno, no que trata ao uso de acessórios por parte dos militares e
do efetivo da Polícia Judiciária e os profissionais de Perícia, de ambos os sexos, não será
permitido o uso de cordão no pescoço, de pulseiras, pingentes e adornos no tornozelo e, no
tocante anel, só será liberado o uso de aliança.
9.10.1 - Não será permitido o uso de óculos escuros (de sol), durante o expediente de
aulas, nas instruções, nas formaturas e nos intervalos.
9.10.2 - Só será autorizada a utilização dos óculos em questão no caso de correção
visual, com apresentação de prescrição médica devidamente assinada e contendo o número do
registro no CRM do profissional e, nas instruções que o aluno realizará disparo com arma de
fogo.
9.11 - As alunas militares podem utilizar soltos os cabelos curtos. É considerado curto
o cabelo cujo comprimento máximo tangencie a parte superior da gola do uniforme
digitalizado e pode ser utilizado solto com todos os uniformes, sendo que o mesmo deve ser
mantido penteado e bem apresentado. Pode ter franja, desde que o seu comprimento não
exceda a linha das sobrancelhas e, ao utilizar cobertura, a franja da militar não fique à mostra
e deve ser cuidadosamente penteado e arrumado o cabelo curto e volumoso, a fim de
possibilitar o uso correto da boina e a manutenção da estética e da harmonia na apresentação
pessoal da militar.
9.11.1 - Os demais comprimentos de cabelos que não respeite a tangencia do item
acima, consequentemente, impeçam que seja mantido solto. Sendo assim, deverá ser mantido
penteado e bem apresentado, preso firmemente em coque, sem pontas soltas. O coque deverá
ser fixado por elásticos, grampos ou presilhas, e redes da cor preta para cabelos (“redinha”),

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mantendo a tonalidade da cor do cabelo e a discrição.


9.11.2 - A coloração artificial do cabelo pode ser feita somente nas cores naturais do
cabelo humano (loiro, loiro escuro, ruivo, castanho, castanho escuro, preto, grisalho e branco),
em tonalidades discretas e compatíveis com o uso do uniforme, sendo vedada a alternância de
cores na coloração artificial.
9.11.3 - Outras considerações acerca do cabelo feminino é que as orelhas devem
permanecer sempre à mostra, independentemente do comprimento e do penteado do cabelo. O
cabelo volumoso exige especial atenção da militar para não comprometer a sua apresentação
pessoal e o uso correto da boina.
9.11.4 - Independentemente do comprimento do cabelo do seguimento feminino
militar e civil, quando estiver trajando o uniforme de educação física, é permitido o penteado
“rabo de cavalo” ou com trança única.
9.11.5 - Quanto às unhas do segmento feminino militar e civil, na condição de aluna,
devem ser tratadas, mantidas permanentemente aparadas e com comprimento reduzido. As
unhas das mãos e dos pés podem ser pintadas SOMENTE com esmalte em cores claras ou
discretas, desde que sejam observadas as seguintes prescrições das cores de esmaltes
autorizadas, são elas: 1. incolor (base); 2. branco (transparente, cremoso ou cintilante); 3. rosa
(tons claros); 4. tons terrosos (cremoso ou cintilante); e 5. “francesinha” (unha com esmalte
branco transparente e extremidade da unha com esmalte branco).
9.11.6 - A cor das unhas pintadas, do segmento feminino militar e civil, deve ser única
para todos os dedos das mãos e é vedado o uso de adornos, como apliques desenhados,
colados ou sobrepostos.
9.11.7 - Quanto ao uso de outros acessórios na condição de discente, para o segmento
feminino e masculino, militar e civil, o uso do brinco é permitido apenas 1 (um) brinco no
lóbulo inferior de cada orelha, nas seguintes condições: a) o tipo de brinco e o seu tamanho
devem ser discretos, não excedendo o lóbulo da orelha; b) as argolas ou os brincos com
pingentes não poderão ser autorizados; e c) a pessoa que apresentar mais de um furo na orelha
deve utilizar o brinco no furo existente no lóbulo e é vedado o uso de piercing em partes do
corpo que fiquem expostas quando a/o militar/civil estiver trajando qualquer uniforme.
9.11.8 - A maquiagem para o segmento feminino militar e civil pode ser utilizada
desde que em tons discretos, aplicada de forma suave e compatível com a cor da pele, sendo
proibidas as cores extravagantes e chamativas. Da mesma forma com a utilização de batons.
9.12 - Os Policiais Civis e Peritos, do sexo masculino, deverão se apresentar
diariamente com a barba aparada e cabelo bem apresentado, de forma que não destoe dos

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demais mobilizados civis e que fique nítida a boa apresentação e asseado.


9.13 - As Policiais Civis e profissionais da Perícia, do sexo feminino, deverão se
apresentar diariamente com os cabelos presos, bem arrumados e de forma apresentável e
asseados. Demais informações sobre o tema será estabelecido pela Coordenação do curso.

10. DA FREQUÊNCIA E PONTUALIDADE

10.1 - As atividades escolares obedecerão ao Projeto Pedagógico do Curso,


devidamente aprovado pela Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública (SEGEN), às
ementas e suas bibliografias e ao Quadro de Trabalho Semanal, elaborados pelo Centro e
Treinamento e Capacitação / BEPE e aprovadas pelo Diretor da DFNSP.
10.2 - A frequência e a pontualidade são obrigatórias, sendo apuradas ao fim de cada
aula ou atividade programada. A falta ou atraso não justificados do aluno o Xerife ou o mais
antigo do Pelotão/Turma, deverá comunicar à coordenação do curso para as providências
cabíveis.
10.3 - É obrigatória a presença em 100% das atividades do curso, sendo que o abono
de faltas, em caráter excepcional, é de até 10% do curso, desde que justificada, sendo
criteriosamente analisada pelo Comando do CTC/BEPE;
10.4 - Conforme exposto no Projeto Pedagógico, devidamente aprovado pela SEGEN,
só serão considerados aprovados os alunos que obtiverem a frequência mínima de 90% da
carga horária total do curso e que forem considerados aprovados nas avaliações existentes.
10.5 - A não participação do discente em atividade de ensino terá que ser justificada
POR ESCRITO e devidamente comprovada;
10.6 - A pontualidade dos alunos e suas condutas individuais e coletivas serão
observadas e controladas criteriosamente pela coordenação do curso.

11. REPRESENTANTE DE PELOTÃO OU TURMA (01, XERIFE E SUBXERIFE)

Cada Pelotão ou Turma, composto por no máximo 40 (quarenta) alunos, será


representado pelo seu componente com maior ascendência funcional sobre os demais, os
quais serão denominados “01 e/ou Xerife”.
O Xerife pode ser escolhido aleatoriamente pela coordenação do curso, o 01 sempre

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 18-33


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será o mais antigo hierarquicamente, portanto, são os representantes do Pelotão ou da Turma,


sendo os responsáveis pela comunicação entre o corpo discente e a coordenação do curso, nos
mais diversos assuntos e demais atribuições.

11.1 - Compete ao representante do Pelotão ou Turma (Xerife):


11.1.1 - comandar, quando um instrutor adentrar a sala de aula: “Pelotão ou Turma,
atenção”, devendo todos os alunos ficarem de pé, em posição respeitosa, até que seja
autorizado que fiquem à vontade. Em caso do instrutor militar ser do mesmo posto/graduação
ou superior ao do Xerife ou o instrutor for civil, deverá executar a devida apresentação da
turma, informando as alterações existentes, discriminando o período e motivo de atraso ou
ausência, comunicando, também, à coordenação do curso. Em caso do instrutor ser mais
moderno que o Xerife, todos os alunos deverão ficar de pé, em posição respeitosa, até que seja
autorizado que fiquem à vontade, não precisa executar a apresentação da turma ao instrutor,
entretanto, o Xerife terá que informar as alterações existentes, discriminando o período e
motivo de atraso ou ausência, comunicando, também, à coordenação do curso.
11.1.2 - Ligar-se diretamente à coordenação do curso, para o trato de assuntos de
interesse do Pelotão/Turma, respeitando as prescrições regulamentares;
11.1.3 - Fazer com que o Pelotão/Turma compareça pontualmente às atividades
programadas nos locais adequados e com o uniforme determinado, informando à coordenação
eventuais novidades ou alterações (alunos em atraso, faltosos com destino ignorado ou em
atendimento médico etc.);
11.1.4 - Reunir e executar a conferência do efetivo do Pelotão/Turma antes de cada
instrução, dentro ou fora da sala de aula, sem atrasos, bem como buscar com a coordenação
do curso a lista de chamada para que seja assinada pelos alunos durante a instrução;
11.1.5 - Conferir rigorosamente a lista de chamada, observando se os dados do corpo
docente e da matéria confere com a que será assinada pelo corpo discente;
11.1.6 - Fiscalizar para que os discentes assinem devidamente no lugar correto que
indique seus respectivos nomes;
11.1.7 - No caso de impedimento, deverá escalar outro aluno para assumir
momentaneamente a respectiva função ou substituí-lo nas demais obrigações, bem como um
aluno para auxiliá-lo;
11.1.8 - Após 15 (quinze) minutos em sala de aula, sem a chegada de instrutor, deverá
imediatamente informar à coordenação;
11.1.9 - Encarregar-se da disciplina do Pelotão/Turma em situações diversas;

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11.1.10 - Fiscalizar e confeccionar a escala de serviço para efetuar a limpeza diária da


sala de aula, controlar e manutenir os materiais de responsabilidade do Pelotão, arrumação e
alinhamento das carteiras. Quando o Pelotão/Turma não estiver em sala, esta deve estar
trancada, com janelas fechadas, luzes apagadas e ar-condicionado desligado;
11.1.11 - Transmitir ao Pelotão/Turma todas as ordens e orientações da coordenação
do curso;
11.1.12 - Apenas o Xerife do Pelotão/Turma poderá dirigir-se à coordenação do curso,
levando as solicitações e informações dos outros membros de seu turno, a fim de serem
avaliadas;
11.1.13 - Informar ao docente, com antecedência de 10 (dez) minutos, a proximidade
do término das aulas, bem como o término do período da instrução;
11.1.14 - Informar à coordenação quando o docente exceder os limites dos horários
estabelecidos;
11.1.15 - Coordenar a forma como será feito e quem irá executar o agradecimento ao
docente que finalizou a carga horária total de sua disciplina;
11.1.16 - Informar o final das atividades ao término da última aula, recolhendo a lista
de chamada devidamente assinada e entregando-a a coordenação do curso, dando ordem para
que o Pelotão ou Turma aguarde a liberação, que será feita exclusivamente pela coordenação
do curso;
11.1.17 - Verificar quem está portando arma particular ou da instituição de origem,
elaborar uma lista e informar à coordenação imediata do curso para fins de controle;
11.1.18 - Elaborar imediata comunicação à coordenação do curso quando ocorra lesão
durante a atividade física ou em instrução;
11.1.19 - Manter a disciplina do Pelotão/Turma em sala de aula e nas atividades
externas;
11.1.20 - Informar à coordenação, quando solicitado pelo docente, quaisquer meios
auxiliares de ensino necessários e que não estejam disponíveis na sala de aula para que seja
providenciado;
11.1.21 - Escalar o responsável por cautelar junto à coordenação do curso qualquer
material que seja necessário para a execução das instruções, dentro e fora da sala de aula;
11.1.22 - Criar um grupo de whatsApp específico do Pelotão/Turma, com todo o
efetivo do turno;
11.1.23 - Escalar o responsável por fazer os registros fotográficos durante as
instruções e postar no grupo de whatsApp do Pelotão/Turma;

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 20-33


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11.1.24 - Deslocar o Pelotão/Turma em forma, ordenadamente em ritmo acelerado


(correndo), salvo ordem em contrário da coordenação e manter a organização em atividades
externas ao Polo de formação. Lembrar que o deslocamento nos corredores ou locais estreitos
será realizado em coluna;
11.1.25 - Elaborar plano de chamada eficaz do Pelotão/Turma, mantendo atualizadas
as informações pessoais dos alunos e passar para a coordenação do curso;
11.1.26 - Diariamente, realizar inspeções de apresentação pessoal e determinar a
arrumação padronizada, do material pessoal dos alunos em sala de aula;
11.1.27 - Conferir o material carga existente na sala de aula e expor na porta da sala;
11.1.28 - Escalar seus auxiliares F1, F3 e F4 (a coordenação explicará os pontuais
incumbências desses auxiliares).

11.2 - Compete ao Sub Xerife:


11.2.1 - Responder pelo Xerife quando de sua ausência ou impossibilidade de estar
presente na instrução;
11.2.2 - Recolher o material didático fornecido pelos instrutores em mídia para
posterior repasse aos demais alunos;
11.2.3 - Auxiliar o Xerife no cumprimento de suas missões, assumindo, se necessário,
seus deveres e responsabilidades integralmente.

12. DIREITOS, DEVERES E PROIBIÇÕES

12.1 - São direitos do aluno:


12.1.1 - Solicitar ao docente todo e qualquer esclarecimento que julgar necessário à
boa compreensão do assunto que lhe for ministrado;
12.1.2 - Solicitar à coordenação do curso esclarecimentos sobre assuntos relacionados
às atividades de ensino e de aprendizagem, ou pessoais;
12.1.3 - Ser encaminhado para receber atendimento médico emergencial, quando
necessário;
12.1.4 - Receber transporte para as instruções programadas para áreas externas;
12.1.5 - Apresentar trabalhos ou oferecer sugestões escritas que sirvam para o
desenvolvimento da disciplina, da atividade de ensino e aprendizagem ou da própria FNSP;
12.1.6 - Frequentar somente as dependências que lhe forem franqueadas;
12.1.7 - Receber o material didático correspondente ao curso em que esteja

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 21-33


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devidamente matriculado ou requisitar aos docentes que lhe seja repassado, salvo se conteúdo
sigiloso ou restrito (incumbência do Sub Xerife);
12.1.8 - Ser tratado com respeito pela coordenação do curso, pelo corpo docente e
pelos seus pares (alunos)

12.2 - São deveres do aluno:


12.2.1 - Observar e aplicar os valores, as normas, os regulamentos e os princípios
doutrinários da Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública;
12.2.2 - Ter respeito com o corpo docente, com a coordenação do curso e com seus
pares alunos, independente da antiguidade;
12.2.3 - Colaborar e fazer cumprir todas as obrigações atribuídas ao representante do
Pelotão ou Turma (Xerife - independente da antiguidade), recordando-o de eventuais detalhes,
caso passem despercebidos;
12.2.4 - Tratar os docentes como senhor instrutor, independente da antiguidade;
12.2.5 - Estar pronto para as atividades no horário determinado pela coordenação;
12.2.6 - É vedado o uso do aparelho celular ou rádio transceptor durante paradas,
formaturas, desfiles e em sala de aula ou qualquer tipo de atividade, avaliação ou instrução,
devendo, nesses casos, os aparelhos estarem desligados, salvo se devidamente autorizado pela
Coordenação imediata do curso ou pelos instrutores;
12.2.7 - Observando o princípio básico da segurança, formar as cangas dentro de seus
Pelotões/Turma e os mesmos serão responsáveis um pelo outro, não podendo ocorrer
deslocamentos de forma individualizada, sendo exigido o mínimo de 02 (dois) alunos,
denominados “cangas”, no ritmo acelerado (correndo). Salvo juízo diverso da coordenação do
curso;
12.2.8 - Todo o corpo discente deverá estar totalmente padronizado com seus
materiais;
12.2.9 - Se apresentar diariamente na formatura matinal com o cabelo cortado, barba
feita, coturno engraxado e brilhando, conforme exposto no item 09 “Apresentação Pessoal”,
deste Manual do Aluno e com todo material determinado previamente pela coordenação do
curso;
12.2.10 - Estar munido diariamente dos respectivos documentos pessoais, identidade
funcional e, principalmente, da Carteira Nacional de Habilitação, dentro da validade sem
suspenção;

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 22-33


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12.2.11 - Os alunos que forem desligados do curso deverão devolver imediatamente à


coordenação do curso todo o material cautelado pelo Depósito de Suprimento da DFNSP, nas
mesmas condições no momento ao qual foi cautelado e, deverão aguardar a desmobilização e
emissão das passagens, cumprindo expediente administrativo e colaborando com as
necessidades da coordenação imediata do curso (o traje o qual o desligado utilizará durante o
expediente será definido pela coordenação do curso);
12.2.12 - Os deslocamentos de todos os alunos serão realizados em forma (quando em
grupos) ou no mínimo em dupla;
12.2.13 – Se caso for autorizado pelo instrutor, os locais de instrução, enquanto
acontecem às aulas, poderão ficar mais à vontade, sem prejuízo a padronização coletiva, não
sendo permitido, no entanto, dormir em sala ou desviar sua atenção;
12.2.14 - Ser cortês e atencioso, procurando manter um ambiente escolar fraterno e
agradável, zelar pela boa conservação do patrimônio, pela limpeza da sala de aula e do Polo
do curso;
12.2.15 - Comunicar ao Xerife caso esteja portando alguma arma de fogo, que
informará imediatamente à Coordenação do curso, para regularização e controle;
12.2.16 - Sanar as pendências quanto ao ajuste do uniforme, aquisição de apetrechos e
nome de guerra até 07 (sete) dias após ter recebido o material;
12.2.17 - Devolver nas mesmas condições o material acautelado, caso não esteja, o
mobilizado poderá ter que ressarcir a União por meio de Guia de Recolhimento da União
(GRU);
12.2.18 - Conhecer, respeitar e observar as normas éticas e de comportamento
vigentes, obedecendo rigorosamente às prescrições de segurança e as recomendações de
ordem técnica e disciplinar relativas às instruções e exercícios práticos;
12.2.19 - Dirigir-se às seções administrativas somente se forem convocados por algum
membro da coordenação do curso ou se for por interesse pessoal, que obedeça a cadeia de
comando;
12.2.20 - Utilizar o armamento, equipamento e material de instrução de acordo com os
padrões estabelecidos em normas de segurança, pelos Instrutores e/ou pelos fabricantes;
12.2.21 - Cuidar corretamente de seu uniforme, armamento e equipamento, a fim de
evitar extravio ou dano, o aluno tem total responsabilidade por seus materiais;
12.2.22 - Entregar ao Xerife ou ao integrante da coordenação, com a possível
brevidade, qualquer objeto encontrado, caso não identifique o proprietário;
12.2.23 - Caso ocorra, comunicar imediatamente a coordenação do curso o

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 23-33


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envolvimento em ocorrência policial, qualquer tipo de acidente, situação de saúde pessoal ou


com outros alunos por qualquer meio de comunicação, especialmente via telefone e, caso haja
necessidade, posteriormente, por escrito;
12.2.24 - Executar manuseio de arma de fogo em local determinado pela coordenação;
12.2.25 - Decorar o Hino Nacional Brasileiro, a Canção do expedicionário e o
juramento da Força Nacional, até ao fim da primeira semana de Instrução.

12.3 - Vedações aos alunos:


12.3.1 - O consumo de alimentos durante as instruções, sobretudo em salas de aula, é
permitido SOMENTE o consumo de água, podendo essa ser transportada em garrafa discreta
de no mínimo 1L e no máximo 1,5 L e o seu modelo será padronizado pelo Xerife de cada
Pelotão/Turma. Não estão autorizados consumos de bebidas diversas como chimarrão ou
tereré;
12.3.2 - Sair dos locais de instrução sem autorização do instrutor, inda assim, saídas
somente estão autorizadas para a ingestão de água, uso do banheiro ou para resolver
pendências administrativas exigidas pela coordenação;
12.3.3 - Na condição de aluno em INC, fora do expediente de instrução e das
dependências do Polo de formação, é expressamente proibido o uso de qualquer tipo de
material ou peças do uniforme que possuam identificação da Força Nacional;
12.3.4 - Fumar nas dependências do curso, salvo se houver locais especificados pela
coordenação (“fumódromos”) e apenas durante os intervalos;
12.3.5 - Usar aparelho celular nos momentos das instruções;
12.3.5.1 - Em situação pontual, o aparelho de telefone poderá ser utilizado com a
devida autorização do instrutor ou de alguém da coordenação;
12.3.6 - Usar óculos escuros (de sol) nas instruções e nas formaturas;
12.3.6.1 - Só será autorizada a utilização dos óculos em questão no caso de correção
visual, com apresentação de prescrição médica devidamente assinada e contendo o número do
registro no CRM do profissional e, nas instruções que o aluno realizará disparo com arma de
fogo, para proteção individual;
12.3.7 - Adentrar nas dependências do Polo de formação trajando bermuda, calções,
shorts, chinelos e camisetas regata;
12.3.8 - Promover trotes ou qualquer brincadeira que ofenda a dignidade da pessoa
humana;
12.3.9 - A falta de conduta profissional e de educação, como exemplo: manter os pés

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 24-33


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sobre as carteiras e cadeiras ou apoiados nas paredes, debruçar-se sobre balcões ou carteiras;
12.3.10 - Utilização de bornal;
12.3.11 - Utilizar-se dos processos fraudulentos na realização de provas e trabalhos,
bem como a adulteração de documentação;
12.3.12 - É expressamente proibido tratar pelo nome, independente da antiguidade, as
seguintes figuras: os instrutores, o Supervisor, o Coordenador, os Monitores e o efetivo
administrativo da coordenação, independente da antiguidade. (forma correta: senhor/senhora
instrutor/instrutora, Supervisor/Supervisora, Coordenador/Coordenadora, Monitor/Monitora -
Apoio Adm.: senhor/senhora Capitão, Tenente, Sargento, Cabo, Soldado);

13. AVALIAÇÃO DOS DISCENTES NA ÁREA AFETIVA

Pela característica das missões atribuídas a um Força Nacional, a área afetiva se


reveste de fundamental importância no perfil do concludente. Entretanto, o pouco tempo de
realização do curso dificulta, sobremaneira, o desenvolvimento por completo desses atributos.
Assim, é imprescindível que os candidatos estejam preparados desde o início para serem
avaliados nessa área, pois serão criadas situações para que os candidatos/alunos demonstrem/
evidenciem e aprimorem tais atributos.
13.1 - ADAPTABILIDADE: adaptar-se de maneira apropriada a mudanças de
situação.
13.2 - AUTOCONFIANÇA: capacidade de demonstrar segurança e convicção em suas
atitudes, nas diferentes circunstâncias.
13.3 - COOPERAÇÃO: capacidade de contribuir espontaneamente para o trabalho de
alguém e/ou de uma equipe.
13.4 - CORAGEM: capacidade para agir de forma firme e destemida, diante de
situações difíceis e perigosas, seguindo as normas de segurança.
13.5 - CRIATIVIDADE: capacidade de produzir novos dados, ideias e/ou realizar
combinações originais, na busca de uma solução eficiente e eficaz.
13.6 - DECISÃO: capacidade de optar pela alternativa mais adequada, com convicção
em tempo útil.
13.7 - DINAMISMO: capacidade de atuar ativamente com intenção determinada.
13.8 - EQUILÍBRIO EMOCIONAL: capacidade de controlar as próprias reações para
continuar a agir, apropriadamente, nas diferentes situações.
13.9 - LIDERANÇA: capacidade de dirigir, de executar ação de comando, orientar e

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 25-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

propiciar modificações nas atitudes dos membros de um grupo, visando atingir os propósitos
da instituição.
13.10 - ORGANIZAÇÃO: capacidade de desenvolver atividades de forma sistemática
e eficiente, individualmente e coletivamente.
13.11 - PERSISTÊNCIA: capacidade de manter-se em ação continuadamente, a fim de
executar uma tarefa vencendo as dificuldades encontradas.
13.12 - RESISTÊNCIA: capacidade de suportar, pelo maior tempo possível, a fadiga
resultante de esforços físicos e/ou mentais, mantendo a eficiência.
13.13 - RESPONSABILIDADE: capacidade de cumprir suas atribuições assumindo e
enfrentando as consequências de suas atitudes e decisões.
13.14 - ZELO: capacidade de cuidar dos bens móveis e imóveis que estão, ou não, sob
sua responsabilidade.

14. ROTINA

Será utilizada a rotina apresentada abaixo, podendo ocorrer alterações nos horários,
que serão descritos no Quadro de Trabalho Semanal (QTS) ou repassadas pela coordenação.

07h30min - Xerife apresentando o Pelotão/Turma ao Oficial designado pela


Coordenação (com ou sem alteração) formatura matinal para controle do efetivo, cântico de
canções, hasteamento do pavilhão nacional, inspeção de material e pessoal e informações
gerais;
08h00min - Início das instruções matutinas;
08h00min às 10h00min - Instruções conforme o QTS;
10h00min às 10h20min - Intervalo das instruções;
10h20min às 12h20min - Instruções conforme o QTS;
12h20min - Formatura de término das instruções matutinas (será orientado pela
Coordenação);
12h20min às 13h45min - Intervalo para o almoço;
13h50min - Xerife apresentando o Pelotão/Turma ao Oficial designado pela
Coordenação (com ou sem alteração) controle e conferência do efetivo;
14h00min - Início das instruções vespertinas;
14h00min às 16h00min - Instruções conforme o QTS;
16h00min às 16h20min - Intervalo das instruções;

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16h20min às 18h20min - Instruções conforme o QTS;


18h20min às 18h30 - Intervalo das instruções;
18h30min às 20h30min - efetivo à disposição da coordenação para orientações ou
outras atividades.

Observações:
a) qualquer alteração nos horários será informada pela coordenação do curso.
b) as formaturas diárias serão sempre comandadas pela equipe da coordenação,
havendo o recolhimento das alterações por escrito junto aos xerifes.
c) após a formatura, os alunos deslocar-se-ão para o local previamente determinado de
suas atividades;
d) após o intervalo do almoço, no horário das 13h50min, haverá nova formatura para
verificação de alterações, faltas e atrasos, salvo determinação em contrário da coordenação ou
necessidade de adequação de planejamento;
e) durante as formaturas e/ou após as instruções previstas em QTS, poderão ser
realizados exercícios de vivacidade, a fim de contribuir com o condicionamento físico,
disciplina e espírito de corpo dos alunos.

15. AVALIAÇÕES ESCRITAS E PRÁTICAS

Somente os profissionais que concluírem com êxito esta capacitação estarão APTOS a a
operarem pela Força Nacional de Segurança Pública em qualquer local do País.
15.1 - Durante o curso os discentes serão submetidos a provas onde podem ser
considerados aprovados ou reprovados. São elas: provas teóricas com o conteúdo apresentado
aos discentes durante o curso, prova prática de tiro (pistola e carabina) e prova prática de
direção veicular (com viatura da Força Nacional);
15.2 - A nota mínima para ser considerado aprovado em qualquer uma das provas é 7,0
(sete);
15.3 - Em casos que o discente não consiga atingir a média mínima 7,0 (sete), deverá
ser oportunizada a ele uma segunda avaliação que será realizada de acordo com o Quadro de
Trabalho Semana, as avaliações de recuperação (teórica e prática) deverão ser aplicadas em
até 24 horas;
15.4 - O aluno que utilizar meios ilícitos para a realização em qualquer uma das
avaliações será desligado imediatamente do curso;

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15.5 - No que trata da recuperação: O discente que não atingir a nota mínima 7,0 em
cada avaliação teórica, terá direito a uma avaliação de recuperação com a mesma estrutura da
avaliação anterior. Na avaliação prática, o aluno terá direito a refazer a avaliação uma única
vez utilizando novo formulário com os mesmos procedimentos. Caso não atinja a nota mínima
nas avaliações de recuperação, o discente será desligado do curso;
15.6 - Para fins de classificação, mesmo que o discente atinja nota superior a 7,0 na
prova de recuperação, a nota máxima considerada será 7,0 pontos. As avaliações de
recuperação (teórica e prática) deverão ser aplicadas em até 24 horas;
15.7 - No que trata de avaliação de segunda chamada: Terá direito a esta avaliação,
apenas os discentes que, em razão do serviço ou missão de natureza designada pela DFNSP,
confeccionar um requerimento padrão, (a coordenação do Polo fornecerá o documento para
ser preenchido pelo discente), para que possa ser submetido à avaliação teórica/prática ou de
recuperação, em data a ser definida pelo Centro de Treinamento e Capacitação. Além desse
caso, terá direito se o aluno for apresentado à justiça por determinação judicial expressa ou por
motivo de doença devidamente comprovada por meio de atestado médico, com assinatura do
profissional em medicina e com o CID;
15.8 - No que trata dos recursos: O discente que desejar interpor recurso a qualquer
uma das avaliações, deverá o fazer através de parte individual, digitada e assinada, em até 24h
após receber o resultado dela, e direcionada a coordenação do curso que analisará juntamente
com a Centro de Treinamento e Capacitação. Em última instância, em até 24h após receber a
solução, o discente que ainda se sentir prejudicado, poderá interpor novo recurso;
15.9 - Em oportuno, a coordenação do curso apresentará mais detalhes ao corpo
discente e sanará as dúvidas;

16. ENXOVAL
O corpo discente deverá estar munido de materiais individuais (kits), onde a
aquisição será a cargo de cada aluno. Para os Militares fardamento operacional completo do
seu Estado de origem, (cinto de guarnição: porta carregador e coldre para pistola; coturno;
cobertura; SEM colete balístico). Seguem as especificações dos kits, demais materiais e
sugestões de quantidade, para aprestamento individual:
16.1 - KIT 1º SOCORROS: 02 pacotes de gaze, 01 rolo de esparadrapo pequeno, 02
pacotes de atadura de 10cm, agulha descartável, pinça e 04 pares de luvas de procedimento;
16.2 - KIT HIGIENE: escova de dente, pasta de dente, fio dental, sabonete (barra ou
líquido), toalha pequena, creme de barbear, aparelho de barbear, cortador de unha;

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16.3 - KIT DE MANUTENÇÃO DE UNIFORME: agulha para costura, linha preta, 02


pares de bombacha, graxa preta e escova para limpeza do coturno;
16.4 - KIT DE MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO: óleo de armamento, pincel
pequeno, pedaços de pano, escova pequena, cordéis para limpeza do cano (.40 e 5,56mm);
16.5 - KIT ANOTAÇÕES: caderno para anotações em sala de aula e caderneta
pequena escura e sem desenhos (sugestão de tamanho – 10x15), caneta (preta ou azul), lápis e
borracha;
16.6 - 01 (um) par de protetores auriculares (em seu estojo), óculos de proteção
individual para disparo com arma de fogo (transparente incolor);
16.7 - 01 (uma) lanterna tipo mag-lite ou led pequena, 01 (um) apito (cor PRETO)
ancorado por cadarço de velame e um cabo solteiro (cor PRETO) de 06 metros de
comprimento e 12 milímetros de diâmetro, com certificação (somente os Bombeiros deverão
adquirir o cabo solteiro da cor LARANJA e com as mesmas especificações);
16.8 - Tênis para educação física (sugere-se tênis na cor escura), 03 pares de meias
pretas cano médio (para utilização com tênis), 03 pares de meias pretas cano longo (para
utilização com coturno);
16.9 - Para o segmento masculino: sunga preta sem detalhes coloridos e para o
segmento feminino: maiô preto sem detalhes coloridos;
16.10 - 1 (um) rolo de fita isolante preta;
16.11 - Específico aos Bombeiros Militares: 1 (um) par de luva de vaqueta para rapel
(sem cor específica);
16.12 - Específico aos Bombeiros Militares: máscara de proteção respiratória contra
poeira descartável (sem cor específica);
16.13 - Específico aos Bombeiros Militares: joelheira em polímero articulada (sem cor
específica);
16.14 - para os candidatos serem submetidos ao Teste de Aptidão Física (TAF), todos
os militares deverão trazer o uniforme de educação física de suas Instituições de origem e
todos os policiais civis e profissionais de perícia deverão estar providos com os uniformes de
educação física de suas Instituições de origem, caso não haja uniforme estabelecido pela
Instituição, deverão estar munidos de short escuro e camisa branca sem estampa cavada
(segmento feminino civil e militar, com top da cor preta por baixo da camisa).
16.15 – KIT DE PROTEÇÃO SANITÁRIA: 180 máscaras de proteção facial
descartáveis na cor branca; 90 pares de luvas descartáveis na cor branca; 01 óculos de
proteção individual constando no item 16.6 será de uso obrigatório; álcool em gel.

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 29-33


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16.15.1 - OBSERVAÇÕES GERAIS:


16.15.2 - Sugerimos a aquisição coletiva, antecipada, de formas numéricas de 0
a 9 de 35mm e de rolos de esparadrapo de 10cm, da cor branca (para a confecção das
identificações individuais);
16.15.3 - Os Kits deverão estar acondicionados em potes com rosca tipo
“tupperware”; - Na tampa deverá constar o nome do Kit e o número do Aluno (o número pode
ser escrito com caneta de retro preta); - Na parte externa do pote deverá haver uma relação do
material constante do Kit a ser padronizada pelo Xerife do Turno. Exemplo de Identificação
dos Kits:

PARA EXPOR NA TAMPA

Kit: KIT MNT ARMT


Aluno 101

PARA EXPOR NA LATERAL


Material: óleo de armamento, pincel pequeno, pano, escova pequena, cordéis para limpeza do cano

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17. DISPOSIÇÕES FINAIS


17.1 - Os casos omissos neste Manual do Aluno serão tratados pelo Comandante do
Centro de Treinamento e Capacitação;
17.2 - Qualquer dúvida do corpo discente será sanada pela coordenação do curso o
qual ele está vinculado;
17.3 - Se houver necessidade, o corpo discente poderá ser submetido a escala de
serviços, onde serão definidas pelo Coordenador do Polo com assessoria do Supervisor do
curso;
17.4 - Se houver necessidade, a DFNSP poderá escalar o corpo discente para
atividades extracurriculares e poderão ser submetidos a serviços fora das instalações do Polo;
17.5 - Toda solicitação por parte do aluno deve ser escrita e direcionada ao Supervisor
imediato do curso, obedecendo a cadeia de comando;
17.6 - Todo material sob a carga do aluno é de sua responsabilidade. Os danos
porventura existentes deverão ser imediatamente informados ao representante do
Pelotão/Turma, que repassará a informação à Coordenação ou diretamente ao docente para
troca ou recolhimento do material;
17.7 - O discente que não comparecer a quaisquer instruções sem justificativa, bem
como, o que se recusar a participar de atividades práticas das disciplinas ou oficinas que
demandem tal empenho, sem motivo justificável, sendo analisada a reincidência como fator
agravante, será DESLIGADO imediatamente do curso;
17.8 - Enquanto mobilizado e lotado na DFNSP, ele não poderá devolver nenhum
material cautelado pelo Depósito de Suprimento da DFNSP;
17.9 - Após formado, o então Aluno será submetido ao Manual da CGPLAN;
17.10 - Este Manual do Aluno entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se
as disposições em contrário.

Brasília-DF, 11 de março de 2021.

Cleiton José Cruz – CAP PMPR


Coordenador Pedagógico

Inacio Williams do Nascimento Delgado - MAJ PMPI


Comandante do CTC

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CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

ANEXO A

ORAÇÃO DO FORÇA NACIONAL

Senhor!
Deus dos Exércitos e nosso Criador
Capacita-nos hoje e sempre, para cumprirmos nossa missão constitucional.
Zelando por nossas vidas e integridade física,
Pela vida e integridade física do povo e pelo patrimônio.
Orienta-nos na aplicação da lei.
Quando passarmos pelo vale da sombra da morte,
Combatendo contra os oponentes da paz social,
Estejas conosco e nos proteja.
Ajuda-nos a agirmos com ações oportunas,
Proporcionais e necessárias
À manutenção da ordem pública.
Daí- nos sabedoria, estratégias, táticas e técnicas
Eficientes e eficazes para sermos vitoriosos
Não permitas que fracassemos
E nem que envergonhemos a ti Deus
Às nossas famílias, aos nossos superiores, aos nossos pares e subordinados
Às nossas corporações, ao povo brasileiro e a nossa nação
Que ao findar cada missão
Possamos nos orgulhar pela resposta aceitável proporcionada
E pela tranquilidade garantida ao povo
De Ti, por Ti e para Ti são todas as coisas. Amém.

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 32-33


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ANEXO B
CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO
Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 33-33


CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO

ANEXO C

JURAMENTO DA FORÇA NACIONAL

"AO CONCLUIR A INSTRUÇÃO DE NIVELAMENTO DE


CONHECIMENTO;
DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA;
PROMETO CUMPRIR RIGOROSAMENTE AS ORDENS;
DAS AUTORIDADES A QUE ESTIVER SUBORDINADO;
DEDICAR-ME INTEIRAMENTE À PRESERVAÇÃO DA
ORDEM PÚBLICA;
À INTEGRIDADE DAS INSTITUIÇÕES;
E À SEGURANÇA DA SOCIEDADE BRASILEIRA;
MESMO COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA!

FORÇA!!!
BRASIL!!!"

MANUAL DO ALUNO / DFNSP 34-33

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