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Funções: Injetividade e Sobrejetividade

C

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Introdução ao Cálculo – Funções – Parte 2

Injetividade e Sobrejetividade

Tópicos Adicionais
Injetividade e Sobrejetividade c)

f :R → R
1 Exercı́cios Introdutórios
x 7−→ f ( x ) = 3x − 4.
Exercı́cio 1. Sejam as funções

f :R → R Exercı́cio 4. Analise as funções abaixo e classifique-as


x 7−→ f ( x ) = 2x. em injetiva, sobrejetiva e bijetiva.

e a) f : [1, 1] → [4, 2].


g:R → R
x 7−→ g( x ) = x + 5.

É fácil perceber que ambas são bijetivas. Determine:

a) f (4). e) g ◦ f (2). i) f ◦ g( x ).
b) f (−2). f) f ◦ f (3). j) g ◦ f ( x ).
c) f −1 (4). g) f −1 ( x ). k) f ◦ f ( x ).

d) f ◦ g(2). h) g−1 ( x ). l) f ◦ f −1 ( x ).

Exercı́cio 2. Construa o gráfico das seguintes funções, b) g : [1, 2] → R.


determine o conjunto imagem e classifique-as em injetiva,
sobrejetiva ou bijetiva.

a)

f : {1, 2, 3, 4} → R
x → f ( x ) = 2x.

b)

f : {1, 2, 3, 4} → {2, 4, 6, 8}
x → f ( x ) = 2x.
c) h : (1, 2] → [−2, 3].
c)

f :R → R
x → f ( x ) = 2x.

Exercı́cio 3. Construa o gráfico das seguintes funções e


classifique-as em injetiva, sobrejetiva ou bijetiva.

a)

f : {1, 2, 3, 4} → R
x 7−→ f ( x ) = 3x − 4.

b)

f : {1, 2, 3, 4} → {−1, 2, 5, 8}
x 7−→ f ( x ) = 3x − 4. d) p : [−2, 1] → [−1, 4].

[Link] 1 matematica@[Link]
Exercı́cio 9. √ Seja f um função, de R em R, bijetiva tal
que f ( x ) = 3 x + 2. Determine f −1 (1).
Exercı́cio 10. Considere o trinômio de segundo grau
p( x ) = x2 − x + 1.

(a) Determine o número de soluções reais distintas da


equação p( x2 ) = x2 .

(b) Determine o número de soluções reais distintas da


equação p ◦ p( x ) = p( x ).

Exercı́cio 11.
Exercı́cio 12. √ Uma função real de variável real f é tal
que f (1/2) = a, sendo a um número real positivo, e
f ( x + 1) = x · f ( x ), para todo x ∈ R. Determine f (7/2).
Exercı́cio 5. Suponha que o número de indivı́duos de
x−2
uma determinada população seja dado pela função f : Exercı́cio 13. Seja a função f ( x ) = , de A em B,
1+x
R+ → R+ , f (t) = a · 2−bt , onde a variável t é dada em bijetora. Determine sua inversa.
anos e a e b são constantes. Se a população inicial (t = 0)
Exercı́cio 14. Seja uma função f , de A e B, sendo A e
é 1024 e após 10 anos seja a metade da inicial, determine:
B conjuntos que possibilitem a composição de f com ela
a) os valores de a e b. x+3
mesma. Se f ( x ) = , determine f ( f ( x )).
1−x
b) o tempo mı́nimo para que a população se reduza a 1/8 Exercı́cio 15. Seja f : R − {1} → R dada por f ( x ) =
da população inicial. 1
. Determine o valor de f 36 (9) onde f k indica
c) se essa função é injetiva, sobrejetiva ou bijetiva. 1−x
a composição sucessiva de k funções f . Por exemplo
Exercı́cio 6. Construa o gráfico das seguintes funções e f 3 ( x ) = f ◦ f ◦ f ( x ).
classifique-as em injetiva, sobrejetiva ou bijetiva. Exercı́cio 16. Seja f : R − {3} → R dada por f ( x ) =
5x + 1
a) . Determine o valor de k de modo que sua inversa
x−3
3y + 1
f : {1, 2, 3, 4} → R seja dada por f −1 ( x ) = .
y−k
x 7−→ f ( x ) = x2 .
3 Exercı́cios de Aprofundamento e de
b)
Exames
f : {1, 2, 3, 4} → {1, 4, 9, 16}
x 7−→ f ( x ) = x2 . Exercı́cio 17. Sejam A e B subconjuntos não-vazios de R
e f : A → B, g : B → A duas funções tais que f ◦ g = Id B ,
onde Id B é a função identidade em B. Então podemos
c)
afirmar que:
f :R → R a) f é sobrejetora.
x 7−→ f ( x ) = x2 .
b) f é injetora.

c) f é bijetora.
2 Exercı́cios de Fixação
d) g é injetora e par.
Exercı́cio 7. Sejam as funções f : R → R e g : R → R,
tais que g( x ) = 3x − 2 e f ◦ g( x ) = 6x + 1. Determine e) g é bijetora e ı́mpar.

a) f (4). Exercı́cio 18. Seja a função f : R − 2 → R − 3 definida


2x − 3
b) f ( x ). por f ( x ) = + 1 Sobre a sua inversa podemos ga-
x−2
rantir que:
Exercı́cio 8. Seja f um função, de R em R, bijetiva tal
que f ( x + 3) = 2x − 1. Determine f −1 ( x ). a) não está definida pois f não é injetora.

[Link] 2 matematica@[Link]
b) não está definida pois f não é sobrejetora.
y−2
c) está definida por f −1 (y) = , y 6= 3.
y−3
y+5
d) está definida por f −1 (y) = − 1, y 6= 3.
y−3
2y − 5
e) está definida por f −1 (y) = , y 6= 3.
y−3
Exercı́cio 19. Seja n um inteiro positivo ı́mpar e sejam
{ x1 , x2 , . . . , xn } números reais distintos. Encontre todas
as funções bijetivas

f : { x1 , x2 , . . . , x n } → { x1 , x2 , . . . , x n }

tais que

| f ( x1 ) − x1 | = | f ( x2 ) − x2 | = . . . = | f ( x n ) − x n |.

Exercı́cio 20. Suponha que existem funções injetivas f :


A → B e g : B → A. Mostre que existe uma bijeção entre
A e B.
Exercı́cio 21. Sejam m e n inteiros maiores que 1. Seja
S um conjunto com n elementos, e sejam A1 , A2 , . . . , Am
suconjuntos de S. Assuma que para quaisquer dois ele-
mentos x e y em S, existe um conjunto Ai tal que ou x
está em Ai e y não está em Ai ou x não está em Ai e y
está em Ai . Prove que n ≤ 2m .
Exercı́cio 22. Sejam n e k inteiros positivos tais que nk >
(k + 1)!. Considere o conjunto

M = {( x1 , x2 , . . . , xk )| xi ∈ {1, 2, . . . , n}, i = 1, 2, . . . , k}

Suponha que A é um subconjunto de M com (k + 1)! + 1


elementos. Prove que existem α = (α1 , α2 , . . . , αk )
e β = ( β 1 , β 2 , . . . , β k ) em A tais que (k + 1)! divide
( β 1 − α1 )( β 2 − α2 ) . . . (αn − β n ).

[Link] 3 matematica@[Link]
Respostas e Soluções.

1.

a) f (4) = 2 · 4 = 8.

b) f (−2) = 2 · (−2) = −4.

c) f −1 (4) = 2, pois, fazendo f ( x ) = 4, temos x = 2.

d) f ◦ g(2) = 14, pois g(2) = 7, daı́ f ( g(2)) = f (7) = 14.

e) g ◦ f (2) = 9, pois f (2) = 4, então g( f (2)) = g(4) = 9.

f) f ◦ f (3) = 12, pois f (3) = 6, daı́ f ( f (3)) = f (6) = 12.


c) Função injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ).
Função sobrejetiva, pois Im = CD. Assim, f é bije-
x f (x)
g) f −1 ( x ) = , pois x = . tiva.
2 2

h) g−1 ( x ) = x − 5, pois x = g( x ) − 5.

i) f ◦ g( x ) = 2g( x ) = 2( x + 5) = 2x + 10.

j) g ◦ f ( x ) = f ( x ) + 5 = 2x + 5.

k) f ◦ f ( x ) = 2 f ( x ) = 2 · 2x = 4x.

x
l) f ◦ f −1 ( x ) = 2 · = x.
2

2.

a) Im = {2, 4, 6, 8}. Função injetiva, pois x1 6= x2 →


f ( x1 ) 6= f ( x2 ), mas não sobrejetiva pois o contra-
3.
domı́nio R é diferente da Im = {2, 4, 6, 8}.
a) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ).

b) Im = {2, 4, 6, 8}. Função injetiva, pois x1 6= x2 →


f ( x1 ) 6= f ( x2 ). Função sobrejetiva, pois Im = CD. b) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ). Sobrejetiva,
Assim, f é bijetiva. pois Im = CD. Assim, f é bijetiva.

[Link] 4 matematica@[Link]
6.

a) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ).

c) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ). Sobrejetiva,


pois Im = CD. Assim, f é bijetiva.

b) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ). Sobrejetiva,


pois Im = CD. Assim, f é bijetiva.

4.
a) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ). Sobrejetiva,
pois Im = CD. Assim, f é bijetiva.
b) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ). c) Nem sobrejetiva, nem injetiva.
c) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ).
d) Injetiva, pois x1 6= x2 → f ( x1 ) 6= f ( x2 ). Sobrejetiva,
pois Im = CD. Assim, p é bijetiva.

5.
a) a · 2−b·0 = 1024, donde temos a = 1024. Depois de
10 anos, ficamos com 1024 · 2−10b = 512, que simplifi-
cando, chegamos a b = 1/10.
b) 1024 · 2−t = 128, donde temos t = 7 anos.
c) Como a população é decrescente, mas nunca negativa,
iniciando em 1024, a função não pode ser sobrejetiva,
pois CD 6= Im. Agora, se tomarmos f (t1 ) = f (t2 ),
temos que 1024 · 2−t1 /10 = 1024 · 2−t2 /10 , o que implica
em t1 = t2 , ou seja, a função f é injetiva.

[Link] 5 matematica@[Link]
7. 13.

a) Se queremos f (4), devemos ter g( x ) = 4, sendo que x−2


y =
isso ocorre para x = 2. Portanto, temos f (4) = 1+x
f ( g(2)) = 6 · 2 + 1 = 13. y + yx = x−2
yx − x = −y − 2
b) Se f ( g( x )) = f (3x − 2) = 6x + 1, então fazendo x =
k+2 k+2 x ( y − 1) = − y − 2
,temos f (k ) = 6 · + 1 = 2k + 5, ou seja, y+2
3 3 x = .
f ( x ) = 2x + 5. 1−y

8. Substituindo x por k − 3, temos f (k − 3 + 3) = 2(k − x+2


Portanto, temos que f −1 ( x ) = .
3) − 1, ou seja, f (k) = 2k − 7. Temos então que f ( x ) = 1−x
2x − 7. Como queremos a inversa, basta isolar x, ou seja, 14.
f (x) + 7 x+7
x= . Concluı́mos que f −1 ( x ) = . f (x) + 3
2 2 f ( f ( x )) =
1 − f (x)
9. A inversa de f −1( x ) = ( x − 2)3 . Assim, x+3
=
1−x
f −1(1) = (1 − 2)3 = −1. x+3
+3
10. (Extraı́do da OBM − 2014) = 1−x
x+3
1−
1−x
(a) −2x + 6
= 1−x
p( x2 ) = x2 −2x − 2
( x 2 )2 − ( x 2 ) + 1 = x2 1−x
( x 2 − 1)2 = 0 −2( x − 3)
=
x2 − 1 = 0 −2( x + 1)
x = ±1. ( x − 3)
= .
( x + 1)
Teremos então que o número de soluções reais distin-
tas é 2. 1−x
15. Temos f ◦ f ( x ) = − e f ◦ f ◦ f (x) =
x
(b) Seja p( x ) = y. Queremos determinar as raı́zes de 1−x
f (− ) = x. Portanto a cada três interados a função
p(y) = y, ou seja, y2 − y + 1 = y ⇔ (y − 1)2 = 0. x
Devemos ter y = 1 e consequentemente x2 − x + 1 = retoma o seu valor incial e assim f 36 (9) = 9.
1, que implica em raı́zes 0 e 1, ou seja, duas soluções 16. Temos
reais distintas.
5x + 1
12. Inicialmente, fazendo x = 1/2, temos y =
x−3
    √ xy − 3y = 5x + 1
1 1 1 a
f +1 = · f = . 3y + 1
2 2 2 2 x = .
y−5
Agora, com x = 3/2, ficamos com
Portanto, k = 5.
    √
3 3 3 3 a 17. (Extraı́do do Vestibular do ITA) A resposta correta é a
f +1 = · f = .
2 2 2 4 letra A. Para ver que f é sobrejetora, considere qualquer
b ∈ B. Então
Por fim, seguindo para x = 5/2, chegaremos a b = Id B (b) = f ( g(b)).

Portanto, b é um elemento da imagem de f e, assim,
   
5 5 5 15 a
f +1 = · f = , podemos concluir que a imagem de f é o conjunto B.
2 2 2 8
Para ver que os demais itens são falsos, considere as

seguintes funções: f : {−1, 1} → {1}, g : {1} → {−1, 1}
 
7 15 a
ou seja, f = . com f ( x ) = x2 e g( x ) = 1.
2 8

[Link] 6 matematica@[Link]
18. (Extraı́do do Vestibular do ITA) Suponha que f ( x ) = y. 22. Considere a função
Como y 6= 3, temos
f : A → Z/2Z × Z/3Z × . . . × Z/(k + 1)Z
2x − 3
y = +1 que associa para cada k-upla ( x1 , x2 , . . . , xk ) a k-upla
x−2
1 de restos ( x1 (mod 2), x2 (mod 3), . . . , xk (mod k + 1)).
y−3 = Como A possui mais que (k + 1)! elementos, f não é inje-
x−2
1 tiva e portanto existem α e β com mesma imagem. Eles
x−2 = satisfazem o desejado pelo enunciado.
y−3
2y − 5
x = .
y−3

Então a inversa está definida e seu valor é f −1 (y) =


2y − 5
, para y 6= 3. Resposta correta na letra E.
y−3

19. Seja c = | f ( xi ) − xi |. Como f ( xi ) = x± c, somando


todas essas equações obtemos

f ( x1 ) + f ( x2 ) + . . . + f ( xn ) = x1 + x2 + . . . + xn ± c ± c + . . . ± c.

Sendo f uma bijeção, podemos concluir que

±c ± c + . . . ± c = 0

Dado que n é ı́mpar, isso só é possı́vel se c = 0, ou seja,


f ( xi ) = xi e a função é a identidade.

20. (Teorema de Cantor-Bernstein-Schroeder) Dado


x ∈ B, podemos construir uma sequência ( xi )i≥0 de pré-
imagens associadas às duas funções da seguinte forma:

1) Para i ı́mpar, xi+1 = f −1 ( xi ) se xi ∈ f ( A)

2) Para i par, xi+1 = g−1 ( xi ) se xi ∈ g( B)

Tal sequência pode ser infinita, parar em um elemento


de B ou parar em um elemento de A, para cada um
desses casos, coloquemos x nos conjuntos C∞ , CB e C A ,
respectivamente. Isso define uma partição do conjunto
B. Analogamente podemos definir uma partição de A =
D∞ D A DB . Defina a função h : A → B, por:
S S

[
h( x ) = f ( x ) se x ∈ D∞ DA
−1
h( x ) = g ( x ) se x ∈ DB .

Essa é a bijeção procurada.

21. Vamos associar a cada elemento de S uma m-upla de


0’s e 1’1 do seguinte modo:

i → ( a1 , a2 , . . . , a n ),
Elaborado por Tiago Miranda e Cleber Assis
com a j = 1 se i ∈ A j e 0 caso contrário. O conjunto de Produzido por Arquimedes Curso de Ensino
todas as m-uplas de 0’s e 1’s tem 2m elementos. Pelo contato@[Link]
enunciado a aplicação acima é injetiva, logo, n ≤ 2m .

[Link] 7 matematica@[Link]

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