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Ministério da Educação

Universidade Tecnológica Federal do Paraná


Câmpus Curitiba
Eletromagnetismo 2: Linhas e Antenas

1° Lista de Exercícios - Ondas Planas e Ondas em Meios Com


Perdas

[Link] De Almeida Prado Pohl

Monitor: Pedro Schuves Marodin


SUMÁRIO

Sumário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
1 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
2 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
3 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
4 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
5 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
6 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
7 Problema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
Leis de Maxwell


 ® = 𝜌𝑣
∇·D (Lei de Gauss)




 ® =0
∇·B (Lei de Gauss para o campo magnético)
®

® = − 𝜕B


® ×E
∇ (Lei de Faraday da indução) (1)

 𝜕𝑡
®

® = J® + 𝜕 D (Lei de Ampère-Maxwell)




 ® ×H

 𝜕𝑡

1 Problema
Derive a equação de onda para a intensidade de campo elétrico (equação de Helmholtz)
para um meio dielétrico ideal, não-magnético, isotrópico, linear e não-homogêneo, no qual
𝜀 = 𝜀(𝑟). Considere a dependência temporal 𝐸 = 𝐸 (𝑟) · 𝑒 𝑗 ·𝜔·𝑡

• Dielétrico: Um meio dielétrico é um tipo de material que, quando submetido a um campo


elétrico, não permite que cargas elétricas livres se movam através dele. Em vez disso, o
dielétrico sofre uma polarização interna devido à orientação de suas moléculas ou átomos,
que possuem momentos de dipolo elétrico. Isso gera um campo elétrico induzido que se opõe
parcialmente ao campo aplicado externamente. Em um meio dielétrico ideal, a densidade de
carga livre é zero, ou seja, não há cargas elétricas móveis dentro do material. Isso significa
que, mesmo na presença de um campo elétrico externo, o dielétrico não conduz corrente
elétrica, pois não há elétrons ou íons livres que possam se mover pelo material. As cargas
que influenciam o comportamento do dielétrico estão ligadas a átomos ou moléculas, o que
define suas propriedades de polarização sem modificar a condição 𝜌𝑣 = 0

• Linear: significa que a densidade de polarização elétrica 𝑃® dentro do material aumentará em


proporção direta ao campo elétrico 𝐸® aplicado externamente. Isso é o que torna a constante
dielétrica uma quantidade útil.

𝐷® = 𝜀 · 𝐸® (2)

• Isotrópico significa que a polarizabilidade dielétrica não varia com a direção de aplicação
do campo elétrico no material.

• Não-Homogêneo: significa que a polarizabilidade dielétrica, e consequentemente a per-


missividade elétrica (𝜀), varia de um ponto para outro dentro do material. Isso significa
que, em diferentes regiões do meio, as propriedades dielétricas podem mudar devido a
variações na composição ou na estrutura do material ao longo de sua extensão. Em um meio
não homogêneo, o comportamento elétrico local do material não é uniforme, o que pode
resultar em diferentes respostas ao campo elétrico aplicado dependendo da posição dentro
do material.

𝜀 = 𝜀(𝑟) (3)

• Não-Magnético: Um meio não magnético é um material em que os efeitos magnéticos são


insignificantes ou ausentes. Isso significa que o material tem uma permeabilidade magnética
igual ou muito próxima à do espaço livre (denotada por 𝜇0 ) e não responde significativamente
ou gera campos magnéticos. Em tal meio, não há magnetização permanente, e ele não exibe
interações fortes com campos magnéticos externos, ao contrário de materiais ferromagnéticos,
como ferro, cobalto ou níquel.

® = 0 ∴ 𝐵® = 𝜇0 · 𝐻®
𝑀 (4)

Sabendo dos termos teóricos podemos começar com os cálculos. A base é toda proveniente
das equações de Maxwell apresentadas em (1).Com base nas informações anteriores também
concluímos que:




 𝐷® = 𝜀(𝑟) · 𝐸®
 𝐵® = 𝜇0 · 𝐻®


(5)

 𝜌𝑣 = 0
 𝐽® = 0


Derivação da equação da onda em função do campo elétrico 𝐸®

®
® × 𝐸® = −𝜇0 𝜕 𝐻 = − 𝑗𝜔 · 𝜇0 · 𝐻®
∇ (6)
𝜕𝑡

®
® × 𝐻® = 𝜕 𝐷 = 𝑗𝜔 · 𝜀(𝑟) · 𝐸®
∇ (7)
𝜕𝑡

Logo
 
  ® 𝜕 ∇® × 𝐻®  
®× ∇
∇ ® × 𝜕 𝐻 = −𝜇0
® × 𝐸® = −𝜇0 · ∇ ® × 𝐻®
= − 𝑗𝜔 · 𝜇 𝑜 · ∇ (8)
𝜕𝑡 𝜕𝑡

®
Do cálculo diferencial com múltiplas váriaveis, sabemos que que para um vetor qualquer "𝐹"
   
®× ∇
∇ ® × 𝐹® = ∇ ∇ · 𝐹® − ∇2 𝐹® (9)

Substituindo o vetor campo elétrico temos que


   
® ® ® ®
∇ × ∇ × 𝐸 = ∇ ∇ · 𝐸 − ∇2 𝐸® (10)

Mas sabemos que para um meio dielétrico ideal 𝜌𝑣 = 0, logo


h i
® · 𝐷® = 0 → ∇ · 𝜀(𝑟) 𝐸® = 0
∇ (11)

𝐸® · ∇ · 𝜀(𝑟) + 𝜀(𝑟)∇ · 𝐸® = 0 (12)

portanto
𝐸® · ∇ · 𝜀(𝑟)
∇ · 𝐸® = − (13)
𝜀(𝑟)

Com isso, substituindo (13) e (8) em (10) obtemos que


!
    ® · ∇ · 𝜀(𝑟)
𝐸
®× ∇
∇ ® × 𝐸® = − 𝑗𝜔 · 𝜇 𝑜 · ∇
® × 𝐻® = ∇ − − ∇2 𝐸® (14)
𝜀(𝑟)

Mas da equação (7) sabemos a expressão do rotacional do campo magnético, logo


!
𝐸® · ∇ · 𝜀(𝑟) 2®
h
®
i
∇ − − ∇ 𝐸 = − 𝑗𝜔 · 𝜇 𝑜 · 𝑗𝜔 · 𝜀(𝑟) · 𝐸 (15)
𝜀(𝑟)

Dessa forma, encontramos que


!
®
𝐸 · ∇ · 𝜀(𝑟)
∇2 𝐸® + ∇ + 𝜔2 · 𝜇 𝑜 · 𝜀(𝑟) · 𝐸® = 0 (16)
𝜀(𝑟)

2 Problema
® 10 · sin(𝜔 · 𝑡 − 4 · 𝑧) 𝑎®𝑥 [mA/m] em um material onde 𝜎 = 0, 𝜇 = 𝜇0 e 𝜀 = 4 · 𝜀0 ,
Se 𝐻=
calcule.

(a) Cálculo de 𝜆
Primeiramente devemos analisar a equação do campo magnético

𝐻® = 𝐻0 · sin(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑥 (17)

Dessa forma, analisando a equação com os valores fornecida no enunciado temos que

𝐻® = 10 · sin(𝜔 · 𝑡 − 4 · 𝑧) 𝑎®𝑥 (18)

Logo

2·𝜋
𝛽=4= (19)
𝜆

Dessa forma temos que 𝜆

2·𝜋 2·𝜋 𝜋
𝜆= = = [m] (20)
𝛽 4 2
(b) Cálculo de 𝜔
Primeiramente devemos calcular a velocidade de propagação da onda 𝑣 com base nos
valores fornecidos das constantes de permissividade elétrica e permeabilidade magnética

1
𝑣=√ (21)
𝜇·𝜀

Sabemos que 𝜇 = 𝜇0 e também que 𝜀 = 4 · 𝜀0 , portanto

1
𝑣 = √︁ ≈ 1.5 · 108 [m/s] (22)
(𝜇0 ) · (4 · 𝜀0 )

Tendo a velocidade de propagação 𝑣 e o comprimento de onda 𝜆 calculado anteriormente


em (??), temos que

√ 1
𝑣 (𝜇0 )·(4·𝜀 0 ) 1 𝑐
𝑣=𝜆· 𝑓 ∴ 𝑓 = = 𝜋 = √ = [Hz] (23)
𝜆 2 𝜋 · 𝜇0 · 𝜀 0 𝜋

Portanto como 𝜔 = 2 · 𝜋 · 𝑓 , temos que

𝑐
𝜔=2·𝜋· = 2 · 𝑐 ≈ 6 · 108 [rad/s] (24)
𝜋

(c) Cálculo de 𝐽® e 𝐽®𝑑


Como nos foi informado no enunciado que o valor de 𝜎 = 0 isso implica que a densidade
de corrente de condução 𝐽® será

𝐽® = 𝜎 · 𝐸® ∴ 𝐽® = 0 (25)

Já para o cálculo da corrente de deslocamento 𝐽®𝑑 devemos analisar a direção de oscilação


do campo magnético para dessa forma encontrar a direção de oscilação do campo elétrica e com
isso encontrar o que foi pedido

𝑘®

𝑃®

𝑗®
𝐸®
𝐻®

®𝑖
Dado que

𝜕 𝐷® 𝜕 𝐸®
𝐽®𝑑 = =𝜀 (26)
𝜕𝑡 𝜕𝑡

E que

𝐸 0 = 𝐻0 · 𝜂 (27)

Devemos primeiro calcular o valor de 𝜂, esse sendo


√︂ √︂
𝜇 𝜇0
𝜂= = = 60 · 𝜋 (28)
𝜀 4 · 𝜀0

Com isso, substituindo (??) e o valor de 𝐻0 fornecido, em (11), obtemos

𝐸 0 = 10 · 60 · 𝜋 = 600 · 𝜋 (29)

Com isso, da análise da equação do campo magnético, esse que é perpendicular ao campo
elétrico, obtemos

𝐸® = −600 · 𝜋 · sin(𝜔 · 𝑡 − 4 · 𝑧) 𝑗® [V/m] (30)

Dessa forma diferenciando (30) como indicado em (26) obtemos

𝜕
𝐽®𝑑 = −4 · 𝜀0 · [600 · 𝜋 · sin(𝜔 · 𝑡 − 4 · 𝑧) 𝑗®] = 𝑗 · 4 · 𝜔 · 𝜀0 · 𝐸® (31)
𝜕𝑡
3 Problema

Sabendo-se que 𝐻® = 30 · 𝜋 · sin(2 · 108 · 𝑡 − 2 · 𝜋 · 𝑧) 𝑎®𝑥 [mA/m], determine a expres-


são do campo 𝐸® em notação fasorial em um meio material onde 𝜇𝑟 = 1, 𝜀𝑟 = 9 e 𝜎 = 0 [S/m].
Determine também: a velocidade da onda no meio, a impedância intrínseca e esboce um
gráfico para representar 𝐸® e 𝐻® em um sistema de coordenadas cartesiano. Mostre no
gráfico em que sentido a onda se propaga

(a) Velocidade de onda 𝑣


Primeiramente, da equação fornecida no enunciado respectiva ao campo magnético,
podemos perceber que

𝐻® = 30 · 𝜋 · sin(2 · 108 · 𝑡 − 2 · 𝜋 · 𝑧) 𝑎®𝑥 [mA/m] (32)

Logo concluímos que

 𝐻0 = 30 · 𝜋



𝜔 = 2 · 108 (33)
 𝛽=2·𝜋


Com os valores encontrados anteriormente, e também os fornecidos no enunciado podemos
progredir na resolução do exercício
Para encontrar qual a velocidade de propagação da onda 𝑣, temos que
1
𝑣=√ (34)
𝜇·𝜀
Sabemos que 𝜇 = 𝜇0 e também que 𝜀 = 9 · 𝜀0 , portanto
1
𝑣 = √︁ ≈ 1 · 108 [m/s] (35)
(𝜇0 ) · (9 · 𝜀0 )

(b) Impedância intrínseca 𝜂


Sabemos que
√︂ √︄
𝜇 1 · 𝜇0 120𝜋
𝜂= ∴𝜂= = ≈ 125,664 [Ω] (36)
𝜀 9 · 𝜀0 3

(c) Expressão do Campo elétrico 𝐸®

𝐸 0 = 𝐻0 · 𝜂 ∴ 𝐸 0 = 40𝜋 · 30 · 𝜋 ≈ 11843,525 (37)

Com isso, concluímos com base nas componentes de amplitude encontradas anteriormente
em (37), que

𝐸® = −30 · 𝜋 · 687,975 · sin(2 · 108 · 𝑡 − 2 · 𝜋 · 𝑧) 𝑎®𝑦 [V/m] (38)


Figura 1 – Plotagem dos campos utilizando MATLAB

(D) Esboço gráfico de 𝐸® e 𝐻® com a direção de propagação da onda

𝑘®

𝑃®
𝑗®
𝐸® 𝐻®

®𝑖
4 Problema

Em um meio sem perdas, onde 𝜂 = 60𝜋 ; 𝜇𝑟 = 1 e 𝐻® = −0,1 · cos(𝜔 · 𝑡 − 𝑧) 𝑎®𝑥 + 0,5 · cos(𝜔 · 𝑡 − 𝑧) 𝑎®𝑦
[A/m], calcule.

(a) Cálculo de 𝜀𝑟
Dado o valor da permeabilidade magnética relativa do meio, essa sendo 𝜇𝑟 = 1, e também
dado o valor da impedância instrínseca do meio, essa sendo 𝜂 = 60 · 𝜋, fica fácil encontrar o
valor da permissividade elétrica.
√︂ √︂
𝜇 1 · 𝜇0
𝜂= ∴𝜂= (39)
𝜀 𝜀
Dessa forma, isolando 𝜀 da equação (39), temos que
𝜇0 𝜇0 1 𝜇0
𝜀= 2
= 2
∴ 𝜀𝑟 = 2
· =4 (40)
𝜂 3600 · 𝜋 3600 · 𝜋 𝜀0

(b) Cálculo de 𝜔
Para calcular 𝜔 devemos novamente, como no 1° problema, analisar a equação da onda do
campo magnétio. Nós temos que

𝐻® = −0,1 · cos(𝜔 · 𝑡 − 1 · 𝑧) 𝑎®𝑥 + 0,5 · sin(𝜔 · 𝑡 − 1 · 𝑧) 𝑎®𝑦 (41)

Dessa forma, identificando constante de fase 𝛽 = 1, fica fácil encontrar o valor de 𝜔


2·𝜋 2·𝜋
𝛽= ∴𝜆= =2·𝜋 (42)
𝜆 𝛽
Tendo o valor de 𝜆, podemos relacionar tal com a frequência 𝑓 e a velocidade de propagação
da onda 𝑣

𝑣=𝜆· 𝑓 (43)

Mas sabemos também que a equação da velocidade de propagação é dada com base nos
parâmetros calculados na alternativa anterior, (a).
1 1 60 · 𝜋
𝑣=√ = √︃ ∴𝑣= (44)
𝜇·𝜀 𝜇0
𝜇0 · 3600·𝜋 𝜇0
2

Logo substituindo 𝑣 e 𝛽 na equação (43) obtemos que


60 · 𝜋
=2·𝜋· 𝑓 (45)
𝜇0
𝜔
Mas também sabemos que 𝑓 = 2·𝜋 , logo substituindo em (44) temos que
60 · 𝜋 𝜔 60 · 𝜋
=2·𝜋· ∴𝜔= =𝑣 (46)
𝜇0 2·𝜋 𝜇0
(c) Cálculo de Campo 𝐸®

𝑘®

−®𝑖
𝐻𝑥
𝐻®
𝑗®
𝐸𝑦
𝐸𝑥 𝐸®
®𝑖

𝐸 0 = 𝐻0 · 𝜂 ∴ 𝐸 0 = 60 · 𝜋 · 𝐻0 (47)

Seperando as componentes temos que



𝐸 0 𝑥 = 60 · 𝜋 · 𝐻0 𝑦 = 60 · 𝜋 · 0.5 = 94.25
(48)
𝐸 0 𝑦 = 60 · 𝜋 · 𝐻0 𝑥 = 60 · 𝜋 · 0.1 = 18.85

Com isso, concluímos com base nas componentes de amplitude encontradas anteriormente
em (106), que

𝐸® = 94.25 sin(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑥 + 18.85 cos(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑦 [V/m] (49)

Outra forma de resolver esse problema seria através da lei de Maxwell-Ampere, essa
que como verificado no inicio do documento é

®
® × 𝐻® = 𝐽® + 𝜕 𝐷
∇ (50)
𝜕𝑡

Dado a condição de que 𝜎 = 0, implicando em 𝐽® = 0, fica fácil relacionar o campo


magnético com o campo elétrico

®
® × 𝐻® = 𝜕 𝐷
∇ (51)
𝜕𝑡

Dado que o rotacional do campo magnético é dado por

𝑖ˆ 𝑗ˆ 𝑘ˆ      
𝜕𝐻 𝜕𝐻 𝑦 𝜕𝐻 𝜕𝐻 𝜕𝐻 𝑦 𝜕𝐻𝑥
∇ × 𝐻® = = 𝑖ˆ − 𝑗ˆ + 𝑘ˆ
𝜕 𝜕 𝜕 𝑧 𝑧 𝑥
𝜕𝑥 𝜕𝑦 𝜕𝑧 − − − (52)
𝜕𝑦 𝜕𝑧 𝜕𝑥 𝜕𝑧 𝜕𝑥 𝜕𝑦
𝐻𝑥 𝐻 𝑦 𝐻 𝑧

Como o campo magnético não tem componentes no eixo 𝑧, e tem apenas dependência na
váriavel 𝑧, podemos simplificar a equação (52), obtendo
  
𝜕𝐻 𝑦 𝜕𝐻
∇ × 𝐻® = 𝑖ˆ − + 𝑗ˆ
𝑥
(53)
𝜕𝑧 𝜕𝑧
Portanto temos que

® ®
   
𝜕𝐻
ˆ𝑖 − 𝑦 + 𝑗ˆ 𝜕𝐻𝑥 = 𝜕 𝐷 = 𝜀 𝜕 𝐸 (54)
𝜕𝑧 𝜕𝑧 𝜕𝑡 𝜕𝑡

Para encontrar o campo elétrico deveremos realizar as derivadas parciais do campo


magnético

𝜕𝐻 𝑦
= [−0.5 · cos(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧)]




 𝜕𝑧
(55)
 𝜕𝐻 𝑥


 𝜕𝑧 = [0.1 · sin(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧)]

Agora, basta integrar ambos os lados em relação ao tempo que obteremos a equação do
campo elétrico 𝐸
∫  
𝜕𝐻 𝑦 𝜕𝐻𝑥
𝜀 · 𝐸® = − 𝑎ˆ 𝑥 + 𝑎ˆ 𝑦 𝑑𝑡 (56)
𝜕𝑧 𝜕𝑧


= [0.5 · cos(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧)] 𝑎ˆ 𝑥 + [0.1 · sin(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧)] 𝑎ˆ 𝑦 𝑑𝑡 (57)

Portanto, resolvendo (106) encontramos que

1
𝐸® =
 
· 0.5 · sin(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑥 + 0.1 · cos(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑦 (58)
𝜀·𝜔
= 94.25 · sin(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑥 + 18.85 · cos(𝜔 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑦 [V/m] (59)
5 Problema
Uma onda plana propagando-se em um meio com 𝜀𝑟 = 8 e 𝜇𝑟 = 2 tem um campo
elétrico na forma 𝐸® = 0,5 · 𝑒 − 3 sin(108 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑥 [V/m].
𝑧

Determine:

(a) Cálculo de 𝑣
Primeiramente vamos começar analisando a equação fornecida para o campo elétrico e
também os outros dados presentes no enunciado
𝑧
𝐸® = 0,5 · 𝑒 − 3 sin(108 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧) 𝑎®𝑥 [V/m] (60)

Com isso, analisando (60) concluímos que o coeficiente de atenuação 𝛼 = 13 , e que a


frequência angular é 𝜔 = 108
Também sabemos que 𝜀𝑟 = 8 e 𝜇𝑟 = 2, como

𝜀
 𝜀𝑟 =


 𝜀0 ∴ 𝜀 = 8 · 𝜀0
(61)
𝜇
 𝜇𝑟 = ∴ 𝜀 = 2 · 𝜇0

 𝜇0

Tendo os valores de 𝜇 e 𝜀 podemos calcular a velocidade de fase 𝑣 da onda

1 1 𝑐
𝑣=√ = √︁ = (62)
𝜇·𝜀 8 · 2 · 𝜇0 · 𝜀 0 4

(b) Cálculo de 𝛽
Logo, sabendo que

2·𝜋
𝛽= (63)
𝜆

E que 𝜆 pode ser escrito como

𝑣 𝑣 2·𝜋·𝑣
𝜆= = 𝜔 = (64)
𝑓 2·𝜋 𝜔

Portanto substituindo (62) em (64) encontramos que

2·𝜋 𝜔 4
𝛽= 2·𝜋·𝑣
= = rad/m (65)
𝜔
𝑣 3
(c) Cálculo da tangente de perdas tan(𝛿)
Tendo 𝛼 fornecido no enunciado, e já calculado 𝛽, podemos relacionar a sequações gerais
de 𝛼 e 𝛽 para encontrar a tangente de perdas, lembrando que

𝜎
tan(𝛿) = (66)
𝜔·𝜀

e também que
√︄ √︃ 

 𝜇𝜀  𝜎
 2
𝛽=𝜔 2 1 + 𝜔𝜀 + 1








√︄ √︃ (67)

 

 𝜇𝜀  𝜎 2
 𝛼=𝜔 2


 1 + 𝜔𝜀 − 1

Para facilitar as manipulações algébricas vamos chamar

𝜎
 𝜏 ≡ 𝜔𝜀



√ (68)
 𝜉 ≡ 1 + 𝜏2

Dessa forma, se realizarmos a divisão do coeficiente de atenuação pela constante de fase


obtemos
√︄ √︃ 
𝜇𝜀  𝜎 2
𝜔 2 1 + 𝜔𝜀 − 1 √︁
𝛼 𝜉−1
= √︄  = √︁𝜉 + 1 (69)
𝛽 √︃
 𝜎 2
𝜇𝜀
𝜔 2 1 + 𝜔𝜀 +1

Consequentemente, elevando ambos os lados ao quadrado temos que


 2
𝛼 𝜉−1
= (70)
𝛽 𝜉+1

Novamente para facilitar, podemos definir


 2
𝛼
≡𝜓 (71)
𝛽

Portanto

𝜉−1
𝜓= ∴ 𝜉 ·𝜓+𝜓 =𝜉−1 (72)
𝜉+1

Colocando tudo em função de 𝜉 temos que


𝜓+1
𝜉 ·𝜓+𝜓 =𝜉−1∴ 𝜓+1=𝜉−𝜉 ·𝜓 →𝜉 =− (73)
𝜓−1

Agora substituindo 𝜓 e 𝜉 em (73) encontramos que

 2 v
u
u  2
𝛼
u
+ 1 u  𝛼 + 1 
u
𝛽 t  𝛽 𝜎
−  2 = 1 + 𝜏 2 ∴ 𝜏 = −   2  −1= ≡ tan(𝛿) (74)

𝛼  𝛼  𝜔·𝜀
𝛽 −1  𝛽 − 1
 

Podemos concluir também que


v
u

 u
u   𝛼 2  

 t  𝛽 + 1 

 u
u 

 

𝜎= −   2  − 1 · 𝜔 · 𝜀 ≈ 0.000323156 [S] ≡ 323.156 [𝜇S] (75)
  𝛼  
  𝛽 − 1 

 


 

(d) Impedância da Onda 𝜂


Temos que
√︄
𝑗𝜔 · 𝜇
𝜂= (76)
𝜎 + 𝑗𝜔 · 𝜀

Com isso, basta substituir os valores calculados anteriormente


√︄
𝑗 · 108 ·
𝜂= = 188.312 1.307◦ (77)
𝜎 + 𝑗𝜔 · 𝜀

(e) O campo 𝐻®
Calculado o valor da impedância, podemos relacionar as amplitudes do campo elétrico
com a do campo magnético

𝐸®
𝑧
0,5 · 𝑒 − 3 sin(108 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧)
𝐻® = = (78)
|𝜂| · 𝑒 𝑗 𝜃 𝜂 188.312 1.307◦

Dessa forma obtemos que

0.5 𝑧
𝐻® = − · 𝑒 − 3 sin(108 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑧 − 1.307◦ ) 𝑎®𝑦 (79)
188.312
6 Problema
Uma onda plana propagando-se ao longo de +𝑦 em um meio  com perdas (𝜀𝑟 = 4,
𝜎 = 10−2 mhos/m e 𝜇𝑟 = 2) tem o campo 𝐸® = 30 · cos 109 · 𝜋 · 𝑡 + 𝜋4 𝑎®𝑧 [V/m] em 𝑦 = 0.

• Encontre:

(a) O campo 𝐸® em 𝑦 = 1 [m] e 𝑡 = 2 [ns]


Primeiramente, devemos realizar o cálculo dos valores da constante de atenuação 𝛼 e da
constante de fase 𝛽, esse que é dado pelas equações
√︄ √︃ 

  𝜎 2
𝜇𝜀
𝛽=𝜔 2 1 + 𝜔𝜀 + 1








√︄ √︃ (80)

 

 𝜇𝜀  𝜎 2



 𝛼 = 𝜔 2 1 + 𝜔𝜀 −1

Como no enunciado foram dados os valores de todas as váriaveis presentes nas equação
acima, basta substituir esses para obter as constantes desejadas


 𝜀𝑟 = 4 → 𝜀 = 4 · 𝜀 0
𝜇𝑟 = 2 → 𝜇 = 2 · 𝜇 0



(81)

 𝜎 = 10−2
𝜔 = 109 · 𝜋



Logo
 v
t √︂ !
 h i 2
𝛽 = (109 · 𝜋) (4·𝜀0 )·(2·𝜇 0) 10−2

1 + (109 ·𝜋)·(4·𝜀 + 1 → 𝛽 = 29.663 [rad/m]




 2 0)



v (82)

 t √︂ !
 h i2
(4·𝜀 )·(2·𝜇 ) 10 −2
− 1 → 𝛼 = 1.331 [m−1 ]

𝛼 = (109 · 𝜋) 0 0
1 + (109 ·𝜋)·(4·𝜀




 2 0)

No enunciado foi informado que esta é uma onda plana propagando-se no eixo +𝑦, portanto,
sua constante de fase 𝛽 e seu coeficiente de atenuação 𝛼 são influenciados apenas pela variação
nas coordenadas do eixo 𝑦. Logo, a equação contendo 𝑦 e 𝑡 como váriaveis é dada por
 𝜋  −𝛼·𝑦
® 9
𝐸 (𝑦,𝑡) = 30 · cos 10 · 𝜋 · 𝑡 − 𝛽 · 𝑦 + ·𝑒 𝑎®𝑧 (83)
4
Como é pedido agora o campo em 𝑦 = 1 [m] e 𝑡 = 2 [ns], basta substituir os respectivos
parâmetros na função acima, obtendo-se
 𝜋  −1.331·1
𝐸® (1 , 2 · 10−9 ) = 30 · cos 109 · 𝜋 · 2 · 10−9 − 29.6626 · 1 + ·𝑒 𝑎®𝑧 V/m (84)
4
Portanto temos

𝐸® (1 , 2 · 10−9 ) = 7.3180 𝑎®𝑧 [V/m] (85)


(b) A distância percorrida pela onda para ter uma mudança de fase de 10°
Da equação fornecida no enunciado, temos uma situação inicial, em 𝑦 = 0, de 𝜙 = 𝜋4 .
Convertendo 10° para radianos, temos que 10◦ = 18
𝜋
, portanto temos que para uma mudança de
10° na fase
𝜋 𝜋
𝛽·𝑦= ∴𝑦= = 5.884 [mm] (86)
18 18 · 𝛽

(c) A distância percorrida pela onda para ter sua amplitude reduzida de
40%
Para ter sua amplitude reduzida por 40%, temos que a parte exponencial foi tal que

𝐸®𝛼·𝑦 30 · 𝑒 −𝛼·𝑦
1 − 0.4 = 0.6 = ∴ (87)
𝐸®0 30 · 𝑒 −𝛼·0

Logo colocando tal equação em função de 𝑦 obtemos

ln (0.6)
𝑦=− = 0.3838 [m] (88)
1.331

(d) O campo 𝐻® em 𝑦 = 2 [m] e 𝑡 = 2 [ns]


Podemos relacionar a impedância intrinseca da onda 𝜂 com o campo elétrico e com o
campo magnético
Temos que
√︄
𝑗𝜔 · 𝜇
𝜂= (89)
𝜎 + 𝑗𝜔 · 𝜀

Com isso, basta substituir os valores calculados anteriormente


√︄
𝑗 (109 · 𝜋) · (2 · 4 · 𝜋 · 10−7 )
𝜂= = 720.1964 + 𝑗125.5794 ≡ 731.06 9.8911◦ (90)
10−2 + 𝑗 (109 · 𝜋) · (8.85 · 10−12 )

Calculado o valor da impedância, podemos relacionar as amplitudes do campo elétrico


com a do campo magnético

𝐸®
𝐻® = (91)
|𝜂| · 𝑒 𝑗 𝜃 𝜂

Substituindo os valores temos que


( )
𝐸®0 30 𝜋
𝐻® (𝑦, 𝑡) = ℜ 𝑒 −(𝛼+ 𝑗 𝛽)𝑦 𝑒 𝑗𝜔𝑡 = cos(109 𝜋·𝑡−29.663·𝑦+ −44.986◦ )·𝑒 −133.132·𝑧
|𝜂| · 𝑒 𝑗 𝜃 𝜂 731.06 4
(92)
7 Problema
Considere uma onda plana uniforme com amplitude de campo elétrico igual a
1000 V/m propagando-se na direção +𝑧 na frequência de 100 MHz em uma região com as
1
seguintes constantes: 𝜇𝑟 = 1, 𝜀𝑟 = 4, e 𝜎 = 𝜔𝜀 . Calcule:

(a) 𝛼 (atenuação)
Primeiramente, devemos encontrar os valores absolutos da permissividade elétrica e
permeabilidade magnética do meio

 𝜀 = 𝜀𝑟 · 𝜀 𝑜 ∴ 𝜀 = 4 · 𝜀 𝑜



(93)
 𝜇 = 𝜇𝑟 · 𝜇 𝑜 ∴ 𝜇 = 𝜇 𝑜

Com tais valores podemos obter o valor da condutividade 𝜎 do meio

1 1
𝜎= ∴𝜎= (94)
𝜔𝜀 2 · 𝜋 · 100 · 106 · 4 · 𝜀 0

Basta agora substituir tais valores na fórmula geral do coeficiente de atenuação visto
anteriormente
v
u
t "√︂ #
𝜇𝜀  𝜎 2
𝛼=𝜔 1+ −1 (95)
2 𝜔𝜀
v
u
u v
u
u 
 u
t " #2 

t 𝜇0 · 4 · 𝜀 0
u 

 1 


6
= 2 · 𝜋 · 100 · 10 1+ 2
− 1 (96)
2 
 2 · 𝜋 · 100 · 106 · 4 · 𝜀0
 

 
 
≈ 133.132 [m−1 ] (97)

(b) 𝛽 (constante de fase)


Fazemos o mesmo para a constante de fase 𝛽
v
u
t "√︂ #
𝜇𝜀  𝜎 2
𝛽=𝜔 1+ +1 (98)
2 𝜔𝜀
v
u
u v
u
u 
 u
t " #2 

t 𝜇0 · 4 · 𝜀 0
u 

 1 


6
= 2 · 𝜋 · 100 · 10 1+ 2 + 1 (99)
2 
 2 · 𝜋 · 100 · 106 · 4 · 𝜀0 

 
 
≈ 133.191 [rad/m] (100)
(c) 𝜂 (impedância)
Temos que
√︄
𝑗𝜔 · 𝜇
𝜂= (101)
𝜎 + 𝑗𝜔 · 𝜀

Com isso, basta substituir os valores calculados anteriormente


v
t
𝑗 (2 · 𝜋 · 100 · 106 ) · (4 · 𝜋 · 10−7 )
𝜂= 1
≈ 2.095 44.997◦ (102)
(2·𝜋100·106 )·(8.85·10−12 )
+ 𝑗 (2 · 𝜋 · 100 · 106 ) · (8.85 · 10−12 )

(d) 𝛿 (tangente de perdas)


1
Temos que a tangente de perdas é dada por, considerando que 𝜎 = 𝜔𝜀 :

𝜎 1
tan(𝛿) = = 2 2 (103)
𝜔·𝜀 𝜔 ·𝜀

Portanto

1
tan(𝛿) =  2 = 2021.314 (104)
2 · 𝜋 · 100 · 106 · 4 · 𝜀0

Com isso também podemos encontrar o valor de 𝜃 𝑛


 
1
arctan
( 4·100·2·𝜋·106 ·𝜀0 ) 2
2 · 𝜃 𝑛 = arctan(𝛿) ∴ 𝜃 𝑛 = = 44.986◦ (105)
2

(e) expressão fasorial para 𝐸® (𝑧,𝑡) e 𝐻® (𝑧,𝑡)


Sabemos que

𝐸®
𝜂= (106)
𝐻®

Para encontrar as expressões fasoriais dos campos elétrico 𝐸® (𝑧,𝑡) e magnético 𝐻® (𝑧,𝑡),saemos
que a onda plana se propaga ao longo do eixo +𝑧, com os vetores 𝐸® e 𝐻® perpendiculares entre si e
à direção de propagação. Vamos começar com a expressão geral para uma onda eletromagnética
se propagando em um meio com atenuação.
Sabemos também que o vetor de poyting é dado pelo produto vetorial entre 𝐸® e 𝐻, ® logo
para resultar apenas em uma propagação no eixo +𝑧,
Dado que 𝛼 e 𝛽 já foram calculados anteriormente, a forma da onda eletromagnética pode
ser escrita como:
Expressão fasorial para 𝐸® (𝑧, 𝑡)

A expressão fasorial para o campo elétrico 𝐸® (𝑧) (considerando apenas a dependência no


espaço, sem o termo de tempo) é:

𝐸® (𝑧) = 𝐸®0 𝑒 −(𝛼+ 𝑗 𝛽)𝑧 (107)

A expressão completa no domínio do tempo 𝐸® (𝑧, 𝑡) fica:


n o
𝐸® (𝑧, 𝑡) = ℜ 𝐸®0 𝑒 −(𝛼+ 𝑗 𝛽)𝑧 𝑒 𝑗𝜔𝑡 = 𝐸 0 𝑒 −𝛼𝑧 cos(𝜔𝑡 − 𝛽𝑧) (108)

onde 𝜔 = 2 · 𝜋 · 100 MHz = 2 · 𝜋 · 100 · 106 rad/s.

Expressão fasorial para 𝐻® (𝑧, 𝑡)

𝐸®
A partir da relação de impedância do meio |𝜂| · 𝑒 𝑗 𝜃 𝜂 , temos 𝐻® = |𝜂|·𝑒 𝑗 𝜃 𝜂
na direção ortogonal
®
à 𝐸.

𝐸®0
𝐻® (𝑧) = 𝑒 −(𝛼+ 𝑗 𝛽)𝑧 (109)
|𝜂| · 𝑒 𝑗 𝜃 𝜂

Assim, a expressão completa para 𝐻® (𝑧, 𝑡) no domínio do tempo é:


( )
𝐸®0 −(𝛼+ 𝑗 𝛽)𝑧 𝑗𝜔𝑡 𝐸 0 −𝛼𝑧
𝐻® (𝑧, 𝑡) = ℜ 𝑒 𝑒 = 𝑒 cos(𝜔𝑡 − 𝛽𝑧 − 𝜃 𝑛 ) (110)
|𝜂| · 𝑒 𝑗 𝜃 𝜂 |𝜂|

Substituindo os valores temos que


( )
𝐸®0 1000
𝐻® (𝑧, 𝑡) = ℜ 𝑒 −(𝛼+ 𝑗 𝛽)𝑧 𝑒 𝑗𝜔𝑡 = cos(2·𝜋·100·106 ·𝑡−133.191·𝑧−44.986◦ )·𝑒 −133.132·𝑧
|𝜂| · 𝑒 𝜂
𝑗 𝜃 2.095
(111)

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