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NEE Relatório

Relatório de Necessidades Educativas Especiais
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Resumo
As necessidades educativas especiais são aquelas que são direccionadas a alunos que apresentam
algumas deficiências, sejam visuais, físicas, auditivas, sensoriais, emocionais, entre outras, que devido
a isso, apresentam dificuldades de aprendizagem, precisando dessa forma de uma educação especial de
acordo com o seu caso (deficiência), a fim de poder lograr êxitos no seu aprendizado. O presente
trabalho tem como objectivo informar acerca de assuntos relacionados com estratégias de atendimento
de alunos com deficiência audiovisual na escola inclusiva, estudo de caso da Escola Primária 1⁰ e 2⁰
Graus Anexa ao IFP de Chicuque. Para a materialização do trabalho foi usado o método bibliográfico,
entrevista semi-estruturada e a observação directa que consistiu na deslocação para o campo em estudo
para a assistência de aula. Do estudo feito, conclui-se que para facilitar o aprendizado do aluno com
NEE, a professora organiza os alunos em fila, deixando o aluno com deficiência audiovisual como
primeira pessoa na fila.

Palavras-chave: Necessidades Educativas; Aluno; salas inclusivas; deficiência audiovisual

Introdução
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Nas últimas décadas muitos governos, incluindo o nosso, estão empenhados na emancipação a
educação básica inclusiva e de qualidade para todos, mais particularmente na promoção de
alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). O presente trabalho que é
desenvolvido no contexto do aprendizado da cadeira de Necessidades Educativas Especiais,
vai focalizar as estratégias de atendimento de aluno com NEE na Escola Primária 1⁰ e 2⁰
Graus Anexa ao IFP de Chicuque.

Objectivos
Objectivo Geral
 Analisar as estratégias de atendimento do aluno com deficiência audiovisual na Escola
Primária 1⁰ e 2⁰ Graus Anexa ao IFP de Chicuque.

Objectivos específicos
 Identificar os comportamentos que o aluno com deficiência audiovisional apresenta em
sala de aulas;
 Explicar as dificuldades que a professora apresenta na mediação dos conteúdos para com
o aluno com deficiência audiovisional e;
 Identificar as metodologias avançadas pela professora para tornar fácil o aprendizado ao
aluno em estudo.

Metodologia
Para a materialização e organização do trabalho foram usados os seguintes métodos: revisão
bibliográfica que consistia na leitura de obras já publicadas, para a posterior análise, síntese e
selecção dos conteúdos; observação directa, que consistia na deslocação para o campo em
estudo para a assistência de aula na turma do aluno com deficiência audiovisual, e foi também
usada a entrevista semi-estruturada que é uma técnica de recolha de dados, em que o
pesquisador, dependendo do tipo de entrevista, se desloca para o campo a fim de recolher os
dados de um certo facto e apurar a sua veracidade. Esta foi direccionada a professora do aluno
de modo a ter dados sobre os comportamentos do aluno na sala de aula, assim como as
dificuldades que esta enfrenta na mediação dos conteúdos para o aluno em causa.

1. Necessidades Educativas Especiais


1.1. Breve Historial da Educação Especial
Os princípios que norteiam o atendimento de alunos com Necessidades Educativas Especiais
(NEE) são essencialmente dois: o da integração e o princípio da inclusão. Estes dois
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princípios surgem devido a um clima de descriminação que se reporta a países como a Suécia,
os Estados unidos e o Canada, sujeitos a indivíduos portadores de uma problemática
específica denominados de excepcionais (CORREIA, 2008: 38).

Nos anos sessenta e setenta surgem movimentos de carácter social e até legislativo cujo
objectivo era o de assegurar os direitos do indivíduo à liberdade e à igualdade de
oportunidade. Em termos filosóficos, e tendo como presente o individuo a preocupação
apontou-se no sentido de Igualdades de oportunidades surgindo então um princípio,
inicialmente chamado de valorização e normalização enunciado por diversos autores
(ibdi:42).

A expressão NEE, responde ao princípio da progressiva democratização das sociedades,


reflectindo o postulado na filosofia da integração e proporcionando uma igualdade de direitos,
nomeadamente no que diz respeito à discriminação tendo em conta as características
intelectuais, sensoriais, físicas e socioeconómicas da criança e do adolescente em idade
escolar (CORREIA, 2008:44).

Há uma necessidade educativa especial quando um problema físico, sensorial, intelectual,


emocional ou social afecta a aprendizagem ao ponto de serem necessários acessos especiais
ao currículo para que o aluno possa receber uma educação apropriada.

1.2. Definição de Conceitos


Necessidades Educativas Especiais
Referem-se a um atraso, desordem ou uma imaturidade no desenvolvimento de um ou mais
processos de fala, linguagem, leitura, de soletrar, da escrita, da matemática ou da aritmética,
resultantes de uma possível disfunção cerebral e ou distúrbio emocional ou comportamental e
não resultante da deficiência mental de privação sensorial ou de factores culturais ou
pedagógicos. (CRUZ, 2009:94)

Alunos com Necessidades Educativas Especiais


Alunos Com necessidades educativos especiais são aqueles que por exibirem determinadas
condições específicas, podem necessitar de apoio de serviços educativos durante todo ou parte
do seu percurso escolar, de forma a facilitar o seu desenvolvimento académico, pessoal e
socioemocional (CORREIA, 2008:45).
Inclusão
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Inclusão é o movimento da sociedade voltado para produzir igualdade de oportunidades para


todos. Quando focados sob ângulo individual, a inclusão supõem que cada um tenha
oportunidades de fazer suas próprias escolhas, em consequência, construir sua própria
identidade pessoal e social (CARNEIRO, 2008:29).

A inclusão de alunos com dificuldades de aprendizagem nas escolas e salas de aula comuns
faz parte de um vasto movimento em prol dos direitos humanos, à escala mundial, que
reclama a inclusão total de todos os indivíduos com deficiências em todos os aspectos da vida.
A inclusão significa a oportunidade de indivíduos com uma deficiência participarem
cabalmente em todas as actividades educativas, laborais, de consumo, de diversão,
comunitárias e domésticas que caracterizam a sociedade quotidiana (TILSTONE, 2003:33).

Educação inclusiva
Educação inclusiva, conjunto de processos educacionais de corrente de execução de políticas
articuladas de qualquer forma de segregação e de isolamento. Essas politicas buscam alargar o
acesso a escola, ampliar a participação e assegurar a permanência de todos os alunos nela,
independentemente das suas particularidades (idem).

Escola Inclusiva, instituição de ensino aberta à matrícula de todos os alunos


independentemente. Este conceito é a base de sustentação da compressão escola que, alem de
trabalhar o conhecimento universal nas suas manifestações contemporâneas, tem, também a
responsabilidade de objectivar o processo de aprendizagem de acordo com as particularidades
de cada aluno (ibid:30).

Aluno com deficiência


Aluno com deficiência, individuo com uma restrição física, mental ou sensorial de natureza
permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais actividades
essenciais da vida diária, causada ou gravada pelo ambiente económico e social.
(CARNEIRO, 2008:30)

1.3. Classificação das Necessidades Educativas Especiais


Olhando para a diversidade dos alunos e o apoio que lhes prestamos, ela varia de caso para
caso. No entanto, CORREIA (2008: 49) diz que as NEE dividem-se em dois grupos:

a) Permanentes
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Quando a adaptação curricular é generalizada e objecto de avaliação sistemática dinâmica


sequencial de acordo com os progressos do aluno no seu percurso escolar. Fazem parte deste
grupo alunos cujas alterações significativas no seu desenvolvimento foram provocadas por
problemas orgânicos funcionais e por défices socioculturais e económicas graves. Abrangem
problemas de fórum sensorial, intelectual, físico, emocional e outros problemas ligados à
saúde do indivíduo.

b) Temporárias
Quando a adaptação do currículo escolar é parcial e se realiza de acordo com as características
do aluno, num certo momento do seu percurso escolar, é o caso de problemas de leitura,
escrita ou cálculo, atraso ou perturbações menos graves do nível do desenvolvimento motor,
perceptivo, linguístico ou sócio emocional. Esses casos exigem modificação parcial do
currículo escolar adaptando-o às características do aluno num determinado momento do seu
desenvolvimento.

Portanto, as NEE geralmente se relacionam com dificuldade de aprendizagem sob ponto de


vista de apoio. Assim, um aluno com NEE não é necessariamente aluno com deficiência, pois
há alunos com dificuldade de aprendizagem que não apresentam deficiência, todavia
apresentando NEE, portanto os alunos com deficiência não acarretam necessariamente NEE
(CORREIA, 2008:50).

2. Alunos com NEE na Escola Primária 1⁰ e 2⁰ Graus Anexa ao IFP de Chicuque


2.1 Estratégias de Atendimento de Alunos com Deficiências Audiovisuais
Escola Primária 1⁰ e 2⁰ Graus Anexa ao IFP de Chicuque, está situada no bairro de Chicuque
no distrito Municipal da Maxixe, no lado direito da estrada nacional no 1 (EN1) no sentido
Sul – Norte, acerca de 7Km do cruzamento com a EN1. Trata-se de uma instituição pública
que se encontra no meio rural com alunos de diversos pontos do Distrito.
Esta escola apresenta alunos com Necessidades Educativas Especiais, que estão integrados em
turmas com alunos “normais”, o que leva a perceber que esta é uma escola que integra todas
as crianças, sendo dessa forma uma escola que possui turmas inclusivas (turmas em que se
encontram alunos com Necessidades Educativas Especiais e alunos normais), o que contribui
para a não existência de um acto de discriminação, dando a oportunidade de uma convivência
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social entres eles, pois segundo TILSTONE, (2003:34) todas as crianças tem o direito de
aprender e brincar em conjunto; não devendo ser desvalorizadas ou discriminadas sendo
excluídas ou enviadas para outro local devido à sua deficiência ou dificuldade de
aprendizagem; e não existem quaisquer razões legítimas para separar crianças durante o seu
período da sua escolaridade. Devem estar juntas e não necessitam de ser protegidas umas das
outras

CORREIA (2008:47) assume que a inclusão dos alunos com NEE numa turma normal obriga
à criação de condições que facilitem o desenvolvimento social e escolar do aluno, situação
esta que passa pela sensibilização de todos os elementos da comunidade escolar e pelo
desenvolvimento de um plano educativo individual, flexível e adequado a cada aluno.

Ao se incluírem alunos audiovisuais no ensino regular é necessário garantir a sua


possibilidade de acesso aos conhecimentos que estão a ser trabalhados, além do respeito pela
sua condição sociolinguística e pelo seu modo peculiar de funcionamento. É então importante
o reconhecimento de que estes alunos necessitam de apoio específico, e assim precisam de ter
acesso a apoios tecnológicos e humanos, de forma permanente ou temporária. Só assim é
possível garantir o desenvolvimento escolar e social destes alunos.

No que tange as particularidades dos alunos com Necessidades Educativas Especiais, no caso
da Escola Primária 1⁰ e 2⁰ Graus Anexa ao IFP de Chicuque verificou-se numa primeira fase
que o aluno com deficiência audiovisual se defere dos alunos “normais” que pois este
apresenta dificuldades de aprendizagem que segundo CORREIA, (2008:38) as dificuldades de
aprendizagem específicas dizem respeito à forma como o indivíduo processa a informação, a
recebe, a integra, a retêm e a exprime tendo em conta as suas capacidades e o conjunto das
suas realizações. As dificuldades de aprendizagem especificas podem manifestar-se nas áreas
da escrita, da matemática e ou resolução de problemas, envolvendo défices que implicam
problemas de memoria, perceptivos, motores, de linguagem, de pensamento e ou
metacognitivos.

No entanto o estudo desenvolveu-se centrado numa aluna com dificuldades de aprendizagem


devido a deficiência audiovisual, onde a aluna tem dificuldades de ver o que a professora
escreve no quadro e de ouvir a explanação oral da professor, facto que requer um apoio
educativo especial que pode-se verificar na implementação de certos métodos mais adequados
a sua deficiência de modo a tornar eficaz o seu aprendizado.
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Durante a assistência das aulas na turma da 2ª classe, onde se encontra integrado o aluno com
deficiência audiovisual, notou-se que este apresenta dificuldades em ouvir a explicação oral
da professora e também apresenta dificuldades para ver os exercícios, apontamentos,
respostas que o professor passa no quadro, o que tem influenciado negativamente no seu
processo de ensino aprendizagem, o que também espelha o índice de reprovações do mesmo,
pois segundo a professora este é o terceiro ano que o aluno frequenta a mesma classe (2ª
Classe).

2.2.Identificação da aluna
A aluna em estudo responde pelo nome de Olinda António Samuel, tem 7 anos de idade
nascida aos 12/03/2017, frequenta a 2ª classe e ela padece da deficiência audiovisual. Ela
reside no bairro de Chicuque na cidade da Maxixe, província de Inhambane, com pais sem
condições condignas para ajudar a criança no seu tratamento.
2.3.História do aluno em causa
Olinda António Samuel começou a frequentar a escola no ano de 2023, na Escola Primária 1⁰
e 2⁰ Graus Anexa ao IFP de Chicuque, onde na primeira classe se notou a patologia no
processo de ensino e aprendizagem. A patologia começa a nota-se no 2 ⁰ trimestre do ano
lectivo 2023 onde o professor informou a direcção da escola, por sua vez a direcção pediu a
presença dos pais na escola para informar essa situação. Os pais informaram a direcção que já
haviam notado essa deficiência em casa.
2.4.Descrição do problema ou condição na origem da Necessidades Educativas Especiais
A deficiência da menino Olinda começou a ter efeito quando tinha 4 anos de idade afirma a
família da criança. As dificuldades se agudizaram na parte auditiva e visual da criança, onde
não conseguia ouvir os chamamentos e ver alguns objectos, dificuldades de se enquadrar nas
brincadeiras com outras crianças na comunidade. A família afirma que a doença ou patologia
que a menina padece é hereditário e não adquirido. Essa doença primeiramente retardou a fala
da criança por seu 2 anos e meio, onde a família sentiu se preocupado com esse retardo. A
família deixou ingressar a criança sabendo da dificuldade que iria enfrentar para o seu
enquadramento. O nível da deficiência que a criança tem é:
Moderada: a perda auditiva e visual está entre quarenta e setenta decibéis. Esses limites se
encontram no nível da percepção da palavra; é frequente o atraso de linguagem e as alterações
articulatórias, havendo, em alguns casos, problemas linguísticos mais graves. Em geral, os
indivíduos com surdez e visual moderada identificam as palavras mais significativas,
apresentando dificuldade em compreender outros termos de relação e/ou frases gramaticais.
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Sua compreensão verbal está intimamente ligada a sua aptidão individual para a percepção
visual.

2.5. Estratégias Usas pelo Professor para o Atendimento do Aluno


No que tange a motivação, os dados colhidos mostram que a professora a qual lecciona na
turma da 2ª classe consegue motiva-la de forma que ele se sinta integrado no ambiente dos
seus colegas, mas devido ao seu problema de audição e visão, a professora tem enfrentado
dificuldades na mediação dos conteúdos, não conseguindo colocá-lo a mesmo nível de
percepção com os seus colegas.

Deste modo, tomam-se medidas pelo professor de forma a fazer um acompanhamento por
perto, a organização de alunos em fila estado este sentado em frente e sendo a primeira pessoa
da fila de modo a ouvir minimamente a explicação do professor e ver no quadro. Após a
explanação comum o professor faz um acompanhamento particular/ especial a este aluno de
modo a fazer perceber os pontos que este não conseguiu ouvir e corrigir os possíveis erros
escritos que possam existir pelo facto de não ter visto bem os conteúdos escritos no quadro.

O professor também tem orientado aos colegas que sentam próximo a este para que o ajudem,
explicando-os alguns exercícios, assim como a escrever correctamente as palavras ou
números, disponibilizando assim os seus cadernos para que este copie o que não vê no quadro,
apesar de também ter dificuldades de ler o que vem nos cadernos.

2.6. Sugestões para Melhorar Atendimento do Aluno com Deficiência Audiovisual


Devido ao facto do aluno apresentar uma dupla deficiência (auditiva e visual), e a professora
não ter formação em educação inclusiva, a mediação dos conteúdos por parte da professora
encara mais dificuldades o que influencia negativamente na assimilação por parte do aluno
com NEE.
Torna-se necessário que a professora tenha um auxílio de um profissional em educação
inclusiva para ajuda-la em directrizes para tornar flexível o aprendizado do aluno. À direcção
da Escola que crie condições de compra de alguns equipamentos que possam ajudar o aluno a
aprender ao mesmo nível com os seus colegas.

Por último apoiar a estratégia usada pela professora de Localização do aluno na sala de aula
(colocação do aluno com NEE nas filas de frente pode ajuda-lo a entender melhor as questões
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e a minimizar os problemas de comportamentos que eventualmente possam aliciar), pois na


falta de equipamentos qualificados, a estratégia é de grande valia no aprendizado do aluno.

Conclusão
Após uma longa abordagem sobre a temática acima descrita e nas diversas consultas
bibliográficas de forma a colher dados relacionados com o tema, conclui-se numa primeira
fase que alunos com Necessidades Educativas Especiais são aqueles que apresentarem certas
condições especiais (deficiências), precisam de um apoio educativo especial de forma a
integra-los no PEA, logrando bons êxitos no seu aprendizado.

Conclui-se ainda que o aluno com NEE, apresentam uma particularidade em geral que é a
dificuldade de aprendizagem, onde esta dificuldade surge devido a deficiências sua
deficiência audiovisual e psicomotores. Estas deficiências contribuem maioritariamente de
modo a que este aluno não logre altos sucessos no seu aprendizado pois este tem dificuldades
de ver e ouvir os aspectos que perfazem os conteúdos leccionados, principalmente na
disciplina de matemática.

Portanto para tornar face o aprendizado do aluno, a professora opta pela estratégia de
organização de espaço organizando os alunos em fila, deixando o aluno com deficiência
audiovisual como primeira pessoa na fila. Também tem optado pelo apelo aos colegas do
aluno para que participem activamente no aprendizado do seu colega ajudando-o em aspectos
que estejam em seu alcance.
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Referencias Bibliográficas
CARNEIRO, Moaci Alves. O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns:
possibilidades e limitações. 2º ed., Vozes, 2008.

CORREIA, M. Luís. Inclusão e necessidades educativas especiais: um guia para educadores


e professores. Porto editora, 2ª Ed., Porto. 2008.

CRUZ, Victor. Dificuldades de aprendizagem específicas. Edições técnicas lda, Lisboa. 2009.

TILSTONE, Christina et all: Promover a Educação inclusiva; Instituto Piaget, Lisboa. 1995.

SANTOS, Martinez dos. Educação inclusiva e a Declaração de Salamanca: consequências ao


sistema educacional brasileiro. Lisboa, 2000
12

APÊNDICE
13

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA – MAXIXE


FICHA DE ENTREVISTA

Escola Primária Completa de Nhatitima


Nome do professor:
Classe ___ Disciplina__________________ Turma_______
Data: __/___/2016

1. Na turma onde lecciona existe (m) aluno/s com alguma necessidade educativa especial?
Sim___
Não___
a) Em que reside a sua necessidade educativa/ qual é a deficiência que apresenta?
2. Quais são os comportamentos que apresenta em sala de aula devido a sua deficiência?
3. Quais são as dificuldades que tem enfrentado na leccionação dos conteúdos ao aluno com
necessidade educativa especial?
4. Quais são as estratégias que avança para facultar a aprendizagem do aluno com NEE
5. Tem formação em educação especial?
FIM

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