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Sarça Ardente: Deus Chama Moisés

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Exodo 3:1-9

Êxodo 3 é o capítulo da Bíblia que nos fala da convocação de Moisés para libertar o povo
de Israel do Egito. E acabamos de ler como Deus se revelou visivelmente (teofania) a
Moisés no monte Horebe, no meio de uma sarça ardente.

Neste episódio da sarça ardente, Deus revela a magnificência do Seu caráter. É uma
magnificência que contém duas verdades extraordinárias, indissociavelmente ligadas,
sem as quais Deus não poderia ser entendido ou adorado.

Reparem que Deus anuncia-se a si mesmo como “o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o
Deus de Isaque, e o Deus de Jacó” (Êxodo 3.6). Aqui, Deus identifica-se a si mesmo como o
Deus da aliança, aquele que soberanamente iniciou um relacionamento com o povo dele. A
primeira coisa que Deus quer que Moisés reconheça é que ele é um Deus que está com o
povo dele, que o livrará do Egito (v. 8) e que o redimiu para o propósito de adorar somente a
Ele (v. 12). Deus continua a realizar o propósito da aliança dele com Israel através de Moisés.
). Com isso Deus estava mostrando que não havia se esquecido de sua aliança com
Abraão e sua descendência.

Se lêssemos uns versículos mais, quando diz o seu nome “Eu SOU", portanto, Deus
identifica-se duas maneiras. Ele diz a Moisés que é o Deus da aliança, que está com o
povo dele, e que ele é o Deus que existe em si mesmo, o qual não precisa de nada a
fim de ser quem é e de fazer o que ele planeia fazer.

Isso nos leva à sarça ardente. O propósito daquele milagre não era simplesmente para que
Moisés pudesse ficar maravilhado; era para exibir o caráter duplo de Deus, que ele mesmo
havia anunciado a Moisés. A sarça ardente ilustra o que os teólogos chamam
de transcendência e imanência de Deus. A revelação da sarça ardente era uma revelação que
o “Eu Sou” é e sempre será totalmente independente e suficiente em si mesmo. Ele é total e
completamente Deus mesmo quando promete e planeia “descer” (Êxodo 3.8) para estar com
o povo dele e para redimi-lo. Inclusive, a sarça que ardia, mas não se consumia, era um
testemunho da autossuficiência infinita de Deus, o Deus que existe em si mesmo. Naquela
sarça, o Deus que é transcendente se revelou de forma pessoal no meio do fogo para
falar com Moisés.

Depois disso o Senhor falou a Moisés que havia visto a aflição de seu povo no Egito; Ele
havia ouvido o clamor dos israelitas e estava atento ao sofrimento deles (Êxodo 3:7).
Então havia chegado o momento de Deus livrar o seu povo escolhido da mão dos egípcios
e fazê-lo subir à Terra Prometida.
Aqui não podemos nos esquecer de que Israel era apenas um povo escravizado numa
terra estranha. Então como os israelitas seriam capazes de invadir e conquistar a terra de
povos fortemente estabelecidos? Esta questão desaparece diante do fato de que o
próprio Deus havia “descido” para livrar o seu povo e conduzi-lo à terra de sua promessa
(Êxodo 3:8). Este empreendimento não era de Moisés, era do próprio Deus. Moisés seria
apenas um instrumento guiado pelo verdadeiro Libertador.

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