DIFO - Bula
DIFO - Bula
GRUPO G1 FUNGICIDA
Conteúdo: vide rótulo.
Classe: Fungicida sistêmico do grupo químico triazol
Tipo de Formulação: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*)
SHARDA DO BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E AGROQUÍMICOS LTDA.
Rua da Consolação, 222 - Cjt. 608 Bairro Consolação - São Paulo/SP - CEP 01302-000
Tel/Fax: (11) 3129-7423 - CNPJ 11.426.444/0001-00
Registro da empresa na CDA/SAA/SP nº 965
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO/ FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Difo Técnico - Registro MAPA nº 40518
LIER CHEMICAL CO. LTD.
Economic and Technical Development Zone,
Mianyang Sichuan, China
FORMULADOR:
LIER CHEMICAL CO. LTD.
Economic and Technical Development Zone, Mianyang Sichuan, China.
IMPORTADOR:
AGROVANT COMERCIO DE PRODUTOS AGRICOLAS LTDA.
Rua Jaime Ribeiro n⁰ 409-C, bairro Vila Industrial - Jaboticabal / SP - CEP 14884-100
CNPJ 05.830.454/0001-03 Registro da empresa na CDA/SAA/SP nº 579
No do Lote ou Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
1/14
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
DIFO 250 EC é uma fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, indicado para uso preventivo e
curativo. A aplicação foliar ocorre nos primeiros sintomas das doenças, podendo ser realizada a
pulverização via terrestre e via aérea.
INDICAÇÕES DE USO:
CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E
VOLUME DE CALDA:
DOENÇA DOSE ¹ Volume
Época, Número e
CULTURA Nome Comum / de calda
p.c L/ha Intervalo de Aplicação
Nome científico L/ha
As aplicações se iniciam com o
aparecimento dos primeiros sintomas
Falso-oídio; Ramulária da doença, com reaplicação entre 10 a
Algodão 0,3 L/ha 200 a 400
Ramularia areola 15 dias.
Efetuar no máximo 3 aplicações
durante o ciclo da cultura.
Mancha-preta; Mancha foliar
Pseudocercospora personata As aplicações se iniciam com o
Verrugose aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Sphaceloma arachidis das doenças. Reaplicar sempre que
0,35 L/ha 100 a 200
houver sintomas de reinfecção da
Cercosporiose;
doença. Efetuar no máximo 3
Mancha-castanha
aplicações durante o ciclo da cultura.
Cercospora arachidicola
Iniciar a aplicação preventiva na época
Sigatoka-negra de ocorrência das chuvas e reaplicar
0,4 L/ha
Mycosphaerella fijiensis se necessário a cada 30 dias após a
500 a primeira aplicação para Sigatoka-
Banana
Mal-de-Sigatoka; 1000 amarela e a cada 14-21 dias para
Sigatoka-amarela 0,2 L/ha Sigatoka-negra. Realizar no máximo 3
Mycosphaerella musicola aplicações na safra da cultura.
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Antracnose; Realizar uma única aplicação para
Podridão floral dos citros o controle da verrugose, quando a
Colletotrichum gloeosporioides planta estiver no estágio de botão
floral. Para antracnose iniciar
aplicações quando a planta estiver
20 mL/100 L
Citros 500 a 1000 no estágio de palito de fósforo.
Verrugose; água
Reaplicar após 15 dias se
Verrugose-da-laranja-doce necessário, em condições
Elsinoe australis climáticas favoráveis à doença.
Realizar no máximo 2 aplicações
no ciclo da cultura.
Mancha-angular Iniciar o controle com o
Phaeoisariopsis griseola aparecimento dos primeiros
Feijão 0,3 L/ha 100 a 200 sintomas das doenças. Realizar no
Ferrugem máximo 3 aplicações com intervalo
Uromyces appendiculatus de 14-15 dias.
Sarna; Sarna-da-macieira A primeira aplicação se inicia
Venturia inaequalis quando observado que 50% das
Oídio gemas estão com as pontas
Podosphaera leucotricha verdes, estádio fenológico “C”,
14 mL/100 L
Maçã 800 a 1500 preventivamente antes da infecção
água
Entomosporiose; da doença. Reaplicar sempre que
Requeima houver re-infestação. Realizar no
Entomosporium mespili máximo 7 aplicações no decorrer
da safra da cultura.
Antracnose; A aplicação deve ser iniciada com
50 mL/100 L
Podridão pedincular o intumescimento das gemas
água
Colletotrichum gloeosporioides florais ou antes da abertura das
Manga 500 a 1000 flores. Reaplicar a cada 14 dias,
Cinza; Oídio 20 mL/100 L prosseguindo até a formação do
Oidium mangiferae água fruto. Realizar no máximo 3
aplicações no decorrer da safra.
A primeira aplicação deve iniciar
com o aparecimento dos primeiros
sintomas. Reaplicar a cada 14
Mancha-foliar 40 mL/100 L
Morango 100 a 200 dias se necessário, em condições
Mycosphaerella fragariae água
climáticas favoráveis à doença.
Realizar no máximo 6 aplicações
no ciclo da cultura.
As aplicações são realizadas
preventivamente, desde o início do
Podridão-parda;
30 mL/100 L desenvolvimento dos frutos, com
Pêssego Podridão dos frutos 800 a 1300
àgua intervalo de aplicação de 7 dias.
Monilinia fructicola
Realizar no máximo 3 aplicações
no decorrer da safra da cultura.
A primeira aplicação deve iniciar
com o aparecimento dos primeiros
Cercosporiose; sintomas da doença. Reaplicar a
30 mL/100 L
Pimentão Mancha-de-Cercospora 200 a 400 cada 7 dias se necessário, em
àgua
Cercospora capsici condições climáticas favoráveis à
doença. Realizar no máximo 6
aplicações no ciclo da cultura.
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Mancha-das-folhas; As aplicações se iniciam quando
80 mL/100 L
Mancha-negra as brotações atingirem 5 cm de
água
Diplocarpon rosae comprimento, em intervalos de 7
Rosa 200 a 400
dias entre as aplicações, sempre
Branco-da-roseira; Oídio 30 mL/100 L
que houver condições ideais para
Sphaerotheca pannosa água
o desenvolvimento da doença.
Para o controle de antracnose,
Mancha-parda; Septoriose 0,15 - 0,2
phomopsis-da-semente, mancha-
Septoria glycines L/ha
parda e crestamento foliar: Aplicar
preventivamente até o estádio
Phomopsis-da-semente
fenológico R 5.1 (grãos
Phomopsis sojae
0,3 L/ha perceptíveis ao tato a 10% de
Antracnose enchimento da vagem). Para o
Colletotrichum dematium controle de oídio: Aplicar o produto
quando as plantas apresentarem
Soja Crestamento-foliar; 100 a 200
até 20% de área foliar atacada,
Mancha-púrpura-da- 0,15 - 0,2 examinando-se as duas faces da
semente L/ha
folha, reaplicar em intervalos
Cercospora kikuchii
máximos de 14 dias, caso as
condições sejam favoráveis para o
Oídio desenvolvimento da doença ou
0,15 L/ha reaplicar no estádio fenológico R
Microsphaera diffusa
5.1. Realize no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura.
Mancha-de-Alternaria; A primeira aplicação deve iniciar
Pinta-preta com o aparecimento dos primeiros
Alternaria solani sintomas da doença. Reaplicar a
cada 7 dias sempre que houver
50 mL/100 L
Tomate 200 a 800 condições favoráveis para o
Pinta-preta-pequena; água
desenvolvimento da doença, em
Septoriose
elevadas temperaturas e chuva.
Septoria lycopersici
Realizar no máximo 3 aplicações
no ciclo da cultura.
Antracnose 8 mL/100 L A primeira aplicação deve iniciar
Elsinoe ampelina água com o aparecimento dos primeiros
Cercospora; sintomas da doença. Reaplicar a
Uva Mancha-das-folhas 200 a 800 cada 14 dias se necessário, em
12 mL/100 L
Pseudocercospora vitis condições climáticas favoráveis à
água
Oídio doença. Realizar no máximo 4
Uncinula necator aplicações no ciclo da cultura.
Notas:
( ¹ ) 1 litro do produto comercial DIFO 250 EC contém 250 g do ingrediente ativo difenoconazole.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do DIFO 250 EC deve ser por pulverização da parte aérea das plantas com a dose
recomendada para cada cultura no controle da doença específica, utilizando o volume de calda
adequado para que haja uma boa cobertura da planta e evitando escorrimento da calda. O volume
de calda recomendado varia de acordo com a cultura, estágio de desenvolvimento da planta e
condições climáticas. A aplicação por pulverização do produto se faz com equipamentos terrestres
com pulverizadores costais (manual ou motorizado; estacionário com mangueira e tubo
atomizador), tratores com barra e através e equipamentos aéreos com aeronaves (Ipanema,
Pawnne e Agwagon), dependendo da cultura. Consulte um Engenheiro Agrônomo para melhor
recomendação.
Aplicação terrestre:
Para se ter uma boa aplicação terrestre, com cobertura uniforme na parte aérea da planta, a
pulverização deve ser realizada com temperatura inferior a 27°C, umidade relativa acima de 60% e
ventos com velocidade inferior a 15 km/hora sem rajadas de vento. Os equipamentos devem estar
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com boa calibração trabalhando com pressões entre 40 e 60 libras e bicos apropriados,
produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm e densidade de 50 a 70 gotas/cm².
Aplicação aérea:
Utiliza-se pulverização do DIFO 250 EC por aeronaves nas culturas do amendoim, banana e soja.
As condições ambientais adequadas para a pulverização são de temperatura inferior a 27°C,
umidade relativa superior a 60% e ventos inferiores a 10 km/hora sem rajadas de vento, evitando
perdas por deriva e evaporação. A largura da faixa de aplicação é de 15 -18 metros. A altura ideal
de vôo é de 2 a 4 metros. O volume de calda realizada na aplicação aérea é de Baixo Volume
(BV) 15 a 40 L/ha. Utilizar bicos cônico da série D/45, produzindo gotas de 80µm, com uma
cobertura no alvo de 60 gotas/cm².
INTERVALO DE SEGURANÇA:
INTERVALO DE SEGURANÇA
CULTURAS
(DIAS)
Morango 1
Banana, Manga e Pimentão e Tomate 3
Maçã 5
Batata, Cebola, Citros e Uva 7
Pêssego 10
Feijão 14
Cenoura 15
Algodão 21
Amendoim 22
Soja 30
Café (a)
Rosa (b)
(a) Não determinado devido à modalidade de emprego (b) Uso não alimentar.
LIMITAÇÃO DE USO
O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as recomendações de
uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e reentrada na cultura
após a aplicação.
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TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho
das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro químico contra vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral
e luvas de nitrila.
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- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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filtro químico contra vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
nitrila.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
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Em animais, o fígado é o principal órgão-alvo e foi observado:
Sinais e sintomas
Dérmica Irritante leve. Não sensibilizante dérmico.
Ocular Irritante leve.
Inalatório Baixa toxicidade.
Oral Baixa toxicidade.
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permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se
necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina,
hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar
oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter
internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Contraindicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não relatados em humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT-ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos e notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 3129-7423.
Efeitos crônicos:
Estudos cumulativos e subcrônicos em ratos, camundongos, coelhos e cães com administrações
repetidas do produto mostraram algumas reações adaptativas do fígado refletindo a sobrecarga
funcional deste órgão a altas doses; essas alterações foram reversíveis e não foram
correlacionadas com alterações histopatológicas.
Estudos crônicos de dieta de 2 anos em ratos demonstraram que o fígado é o órgão alvo, e que
este reagiu ao aumento da carga funcional com alterações adaptativas reversíveis. Não foram
observados efeitos carcinogênicos em ratos.
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
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- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aero agrícolas.
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EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
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