0% acharam este documento útil (0 voto)
47 visualizações24 páginas

Prótese Fixa: Tipos e Preparos Dentários

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
47 visualizações24 páginas

Prótese Fixa: Tipos e Preparos Dentários

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

@odontoisadora

Prótese Pré Clínica


Prótese Fixa

Aulas ministradas pelo Prof. Dr. Marcelo


Franca Soares, na Universidade Cidade
de São Paulo. E como bibliogra a de
base utilizo o livro: Prótese Fixa do Luiz
Fernando Pegoraro. Não são todos os espaços intercalares,
que podemos fazer a PPF. “Quanto maior
Aula 9: 20 de abril de 2023 for os “”braços””= pônticos + retentores,
maior será a força nos pilares”.
Por isso que temos que avaliar as raizes
Prótese Fixa dos pilares, para ver se eles aguentam a
Reabilitação Oral PPF.

A higiene de uma PPF, deve ser feita com


É uma ponte fixa. as escovas interdentais, pois não é
Toda prótese que vai recuperar parte possível passar fio dental, pois a PPF é
deste elemento perdido, ou seja, é sondada.
dentosuportada.
Vantagens Desvantagens
Componentes de uma PPF:
Boa aceitação, Desgaste dos dentes
adaptação e conforto de suporte
• Retentores;
Transmissão dê forças Alto custo de material
• Pôntico; de maneiras favoráveis
• Conector;
Não há deslocamento Técnica de execução
elaborada
Higienização mais
trabalhosa

Tipos:

1. Inlay/ Onlay
• Inlay: mantém a oclusão pelas cúspides
naturais;
• Onlay: recobre as cúspides;

O desgaste dos pilares, atinge esmalte e


dentina, e ela que vai receber a PPF.
fi
@odontoisadora
2. Metálica - RMF (restauração COM ou SEM tratamento endodôntico
metálica fundida / incrustação) (COM — o preparo pode ser maior; o
• Cerâmica; dente é mais seco);
• Cerômeros;
• Resina composta. Quantidade de remanescente coronário
• Podemos fazer com os metais (dente de suporte):
nobres.
Coroa: Coroa total ou parcial (tipo de material);
Prótese Parcial Fixa - Ponte Fixa
Preparo extracoronário ou
2 ou mais dentes com coroas e/ou Inlay/ intracoronário;
Onlay/conectados
• Conexão rígida;
• Conexão semi-rígida; Requisitos básicos - Moldagem

Escolha adequada do material de


moldagem;

Extensão do preparo no sulco gengival;

Nitidez do término cervical;

Saúde do tecido gengival;

Metálica; Coroas provisórias — Técnicas de Confecção


Metalo-plástica (veneer);
Metalo-cerâmica; Com molde de alginato ou com molde
Cerâmica (metal free); de silicona;

Técnica do casquete ou casca de ovo


Sequência clínica de uma prótese xa (egg shell);

- Avaliação do dente suporte - tipo de Técnica da matriz de plástico;


PPF-definição do preparo.
- Preparo coronário. Técnica do dente de estoque;
- Moldagem.
- Confecção do provisório (fazer uma Técnica dos dentes prensados;
coroa temporária.
- Prova do copping + escolha da cor. Técnica da “bolinha”;
- Cimentação.

Prova do Copping e Escolha da Cor


Avaliação do dente suporte - tipo de PPF -
de nição do preparo Cimentação temporária, cimentação final e
agentes cimentastes em prótese fixa.
Hígido ou restaurado (dentina reacional,
a dentina está desorganizada);
fi
fi
@odontoisadora
Aula 10: 27 de abril de 2023 Preservação da estrutura dental

Princípios biológicos mecânicos & ➡ Indicação de preparos


conservadores:
estéticos dos preparos — PPF
Preparos parciais:
Devemos associar o Exame Clínico ➕ Estéticos
Radiografias ➕ Análise da oclusão ➕
- Inlay, Onlay, Overlay, faceta laminada.
Metálicos
Modelos de estudo ➕ Estética. - MOD com cobertura oclusal;
- Preparo 4/5 (4 partes de 5 estão
preparadas).
Força de deslocamento 🟰 TRAÇÃO
Preparos totais:
- Coroa total metálica;
A coroa dentária durante o processo - Coroa “Veneer”;
mastigatório pode sofrer algumas - Coroa oca de porcelana;
mudanças, como o deslocamento, e por - Coroa metalocerâmica;
isso fazemos o preparo, para a coroa estar - Coroa “metal free” com infraestrutura;
fixa, mas não é só isso que gera
Tudo que for coroa. A forma de
estabilidade.
fazer a coroa não muda, o que
muda é o volume entre uma e
Quais são as forças que ela pode
outra.
sofrer:
O preparo para metalocerâmica é
1. Tração = puxar;
diferente, temos que desgastar
2. Cisalhamento = arrastar (para frente e
mais (o que muda é o volume e o
para trás), são forcas laterolaterais;
termino do preparo).
3. Compressão = apertamento;
4. Torção = forças oblíquas que podem
fazer a coroa girar;
Biomecânica do preparo
O preparo que vou realizar no dente tem
que oferecer características mecânicas e ➡ Retenção;
biomecânicas, ou seja, o preparo tem uma Resistência às forças de tração no
responsabilidade grande. sentido axial (todas as paredes laterais
dos dentes). Irá “segurar” “prender”.
O cimento ajuda a retenção.
Princípios fundamentais dos preparos
dentários Retenção ➕ (positiva)
É um preparo total.
1. Preservação da estrutura dental. A parte interna da coroa (da
2. Biomecânica do preparo. prótese) vai “roçar” na parede externa do
3. Eixo de inserção. preparo.
4. Formas de resistência e proteção (todo
contorno, altura e largura). Retenção ➖ (negativa)
5. Terminações marginais — margem
Inlay e Onlay
gengival. A parte final, ou seja, a
A parede externa da prótese
cervical, deve estar bem adaptada.
roca na parede interna do dente.
6. Inclinação das paredes.
@odontoisadora
Fatores que influenciam na Inclinação das paredes axiais 🟰
retenção:
conicidade.
- Extensão da área de atrito (quanto
maior a área tiver de atrito, melhor).
Quanto mais largo e mais
- Conicidade das paredes axiais.
alto, conseguimos uma ótima estabilidade.

Retenção 🟰 área de atrito


ESTABILIDADE 🟰 ÁREA DE
Se tiver altura 🟰 , e largura ≠ TRAVAMENTO
(aumento a área de atrito). A área de travamento tem haver
com a altura, pois na hora que o paciente
morde, a coroa não sai do preparo. Se o
Conicidade dos preparos — 0°
preparo for raso e baixo a coroa escapa.
Paredes axiais paralelas, fazemos Se deixar o preparo muito baixo,
na dentística, e é o ideal para ter atrito. perdemos estabilidade e retenção.
Se formos colocar uma coroa em uma
parede paralela, não tem espaço para o Sistema auxiliar de retenção
cimento escoar, e nem irá caber a coroa. - Caixa;
Então deve ter uma ligeira conicidade. - Sulco;
Ou seja, o preparo tem que ser - Orifício.
cônico, e o grau de conicidade é 6º, possui Quanto usamos os sistemas
3º de cada lado. auxiliares, melhoramos a área de
*A broca deve ser tronco cônica, o quanto travamento.
mais inclinar a mão, mais vou deixar o
preparo impulsivo. Quanto mais cônico,
vou ter menos retenção. Quanto ➕ cônico ➖
retenção.
Quanto ➕ conicidade ➖ retenção.
Quanto ➕ cônico ➖ a área
Preservação da expulsividade do preparo: de travamento.
Uma visão binocular, ou seja, olhar “Quanto mais “apontar” a
o preparo com os dois olhos não agregará cabeça do dente, mais a
e não será uma visão boa, por isso temos coroa vai estar “presa”.
que achar o nosso olho diretor, uma
visão monocular, um olho só.
Para saber qual é o meu olho Eixo de inserção
diretor, desenhe uma estrela em
uma folha e coloque a 1m de - Plano frontal
distância de você, faça um triângulo Arco superior — verticalizado;
com a mão, e estique os braços a Arco inferior — lingualizado;
sua frente, feche um dos olhos, Quando o C.D. for fazer o
caso veja a estrela, este é o seu preparo, precisa respeitar está inclinação,
olho diretor, se não ver, tente com o para dar a espessura correta e a
outro olho. conicidade.

➡ Estabilidade; Único eixo de inserção: quando o


Resistência ao deslocamento frente dente está torno, exemplo, temos que
às forças oblíquas. compensar. Tenho que pensar no eixo de
inserção e na conicidade, ou seja, o C.D.
Relação largura X altura 🟰 área de terá que desgastar mais uma face que
outra.
travamento.
- Plano sagital
@odontoisadora
Formas de resistência e proteção Ombro ou Degrau: A parede axial
do preparo forma um ângulo de 90°
• Desgaste uniforme acompanhando a com a parede cervical. É indicado
anatomia oclusal; para coroas de porcelana pura
(jaqueta) com 1,0 a 1,2 mm de
• Cúspide de suporte com desgaste maior espessura.
e em dois planos;
Cúspides de suporte: 2. Ombro biselado
V: vestibular
I: inferiores
P: palatina
S: superiores
As VIPS, ou seja, a
vestibular dos inferiores, e a palatina dos
superiores.
Para dar proteção aos preparos,
são desagastados em 2 planos.

• Ranhuras e degraus em restaurações


parciais;

Términos cervicais

É o contorno que sai da parede cervical da Ombro Arredondado ou


coroa, o C.D. precisa dar um colar Biselado: tem indicação para coroa
cervical, e o mesmo deve ser nítido e de cerâmica, e tem como
regular para conseguir uma adaptação características: permite espessura
melhor. adequada da cerâmica na região
cervical, garantindo resistência
contra a forças oclusais, apresenta
Quanto ➕ inclinado o término, melhor ele
maior discrepância marginal em
é, ou seja, a adaptação da coroa é melhor. relação aos demais términos, pode
apresentar maior dificuldade no
Tipos: escoamento do cimento, necessita
1. Ombro reto de maior quantidade de desgaste
nas faces axiais, incisal e oclusal. É
um ângulo interno arredondado
entre a parede axial e gengival.
Utiliza-se ponta diamantada
cilíndrica com diâmetro de 1mm
com extremidade reta e ângulo
arredondado.

3. Lâmina de faca: o C.D. não consegue


delimitar o final do preparo.

4. Chanfro simples: o C.D. utiliza a


broca tronco cônica para dar está
“voltinha”. Os chanfros em geral tem
indicação universal para os preparos.
@odontoisadora

5. Chanfro grosso/profundo: a volta é


mais profunda, o C.D. entra quase
com toda a broca, já no simples,
apenas metade.

6. Chanfro grosso biselado: quanto


mais entrar com a broca, mais
necessidade tenho de biselar.

Chanfrado: indicado para coroas


metalocerâmicas e tem como
características: boa adaptação da
margem, menor concentração de
estresse nessa região, melhor
escoamento de cimento. É feito de
um segmento de círculo, ¼ de
circulo. Utiliza-se ponta diamantada
cilíndrica com diâmetro de 1,2mm. 7. Degrau inclinado 135º: possui um
ombro com uma inclinação. Usamos a
Chanferete: é um segmento de broca tronco cônica com trompedo.
círculo menor que o chanfrado e é
indicado para coroas totais Tipos (2):
metálicas (2º e 3º molares) e tem
como características: mesmas 1. Junta deslizante
vantagens do chanfrado e deve ser - Lâmina de faca;
utilizado somente em coroas - Chanfro;
metálicas. Utiliza-se ponta - Chanfro grosso biselado;
diamantada cilíndrica com diâmetro - Ombro ou degrau biselado;
de 1,2mm. - Degrau inclinado 135º;

2. Junta topo a topo


- Ombro ou degrau;
- Chanfro grosso ou profundo;
Adaptação marginal da junta topo a
topo:

Deve ter uma adaptação em que ganho!


Não pioro a adaptação.

Espaço biológico:

Localização da terminação marginal

Supra-sulcular: aquém da margem


gengival;
Gengival: nível da margem gengival;
Intra-sulcular: dentro do epitélio
sulcular;
Sub-sulcular: invasão do espaço
biológico;
@odontoisadora
devemos unir as canaletas na oclusal, não
Quando invado a inserção apenas na V e L, assim daremos forma ao
conjuntiva, temos que fazer aumento de preparo.
coroa clínica. O desgaste dos dentes inferiores
em dois planos pela cúspide de suporte.
A canaleta é uma referência para
Limite gengival dos preparos desgaste.
O término do preparo deve ser em
- Região estética: preparo intra-sulcular chanfro, cuidado para dar finalizar o
(0,5mm da crista marginal); término em lâmina de faca.
Melhor adaptação e melhor Devemos trabalhar com leveza.
moldagem. Temos que arredondar toda a
- Região não estética: preparo gengival beirada da cúspide, com a broca 3139
ou supra-sulcular. fazemos isso.
Com o olho diretor, temos que ver o
término do preparo, paredes e deve estar
Na prática… com uma expulsividade boa.
Usamos a broca 3139F, para dar
alisamento em todo o preparo.
Preparo do 1MI direito.
E a broca 3139FF, para realizar
Para iniciar o desgaste para
mais um acabamento no preparo.
preparo do provisório inicio com a broca
Com a broca multilaminada, 7664,
3139 em pé, para aplainamento de
para dar o acabamento e alisamento
bossas. Apenas diminuo um pouco todas
final.
as faces dos dentes, menos a oclusal.
Quando possui dentes vizinhos,
para fazer este aplainamento de bossas
posso usar a broca 2200. Podendo utilizar
o sistema de matrizes para ajudar,
Temos que remover o ponto de
contato e crista marginal!.
Com a broca 3131 fazemos as
caixas oclusais (canaleta central),
iniciamos pelo sulco central do dente em
que estamos preparando.
Para fazer as canaletas usamos a
broca 3145, e iniciamos pelas verticais, @odontoisadora
fazendo 3 canaletas na V, em primeiro
plano, (fazer a canaleta com meia broca),
após emendamos para as cúspides, em
segundo plano. Após iremos para a Preparo do provisório no 1MI
lingual, fazendo apenas 2 canaletas
(temos que lembrar que a lingual é mais direito…
verticalizada). Na oclusal também fazemos
as canaletas, acompanhando as que já Usamos a técnica da muralha
fizemos, e o termino delas será na Manipulamos a silicona pesada, e
canaleta do sulco central. coloco no local onde vou trabalhar,
Usamos a broca 3139 novamente, temos que esperar a sua
para unirmos as canaletas e dar forma polimerização. A sua manipulação e
ao preparo e termino do preparo, e englobando a massa pesada com o
devemos trabalhar com a broca reta seu ativo que ajuda a
apoiando sempre a mão nos dentes polimerização.
vizinhos para ter firmeza na mão. Também
@odontoisadora
Após com a silicona leve, repetimos Para fazer a técnica da bolinha…
o mesmo procedimento,
manipulando com uma placa de O preparo é o mesmo, desde a
vidro e espátula 36. Usamos a vaselina até a fase plástica da resina
seringa de moldagem, e injetamos acrílica, faço uma bolinha e coloco direto
diretamente no dente, e o resto no preparo, com o auxilio do monômero e
carregamos a muralha construída de uma espatula vai agregando a resina
com a pasta pesada, e espera no preparo.
polimerizar. Lembrando que devemos ter a
Após recortar os excessos com um anatomia, e a técnica da bolinha é mais
estilete ou bisturi. difícil. E a desvantagem é dar ponto de
contato.
O primeiro passo é vaselinar o O acabamento é igual a técnica da
dente em que iremos preparar e a muralha muralha.
com o auxilio de um pincel. A vaselina
neste caso atua como o papel de um Cel-
Lac.
Após com o auxilio de um dappen
de vidro e uma espátula reta e a 7,
colocamos resina acrílica e o monômero e
o manipulamos. Enquanto a resina está
líquida é mais fácil para carregar a
muralha com a espátula 7, colocando a
resina no dente em que preciso fazer o
provisório, vou carregar até a “boca”.
Iremos aguardar um pouco a sua
polimerização (final da fase plástica,
conseguimos ver porque ela vai perdendo
o brilho), para levar em encontro com o
dente.
Na boca do paciente para controlar
a polimerização e contração da resina,
ponho e tiro a muralha, lembrando que a
boca do paciente é quente, então
polimeriza mais rápido.
Não deixar a muralha solta em
boca, o Cd deve controlar e segurar a
muralha.
Com o provisório pronto temos que
dar acabamento.
Usamos a Maxicut para dar
acabamento, e com as borrachas
damos o polimento ao preparo, e temos
que conseguir ver o término do mesmo.
Após iremos cimentar o provisório.
Usamos cimento de hidróxido de cálcio
➕ base/catalizador, preparamos e
carregamos no provisório. Removemos os
excessos, quando o cimento tomar presa.
@odontoisadora
Aula 11: 04 de maio de 2023 VANTAGENS DESVANTAGENS

1 sessão clínica Menor rigidez (???)


Retentores Intrarradiculares
Núcleos & Pinos Cor favorável Maior película de
cimento
Retentores = pino. Módulo de elasticidade
Nós CD’s aproveitamos a estrutura interna é diferente da dentina
do dente, fazemos o preparo do conduto
Pequena película de
que já está tratado endodonticamente, e cimento ( bra
usamos a parte externa para o pino se anatômicos)
encaixar na raiz. E usamos núcleos
metálicos e de fibra de vidro.
A menor rigidez limita a indicação
universal, ou seja, não é em todos os
casos!
De nição
Só teremos a maior película de cimento se
fizer a técnica indireta.
Núcleos são responsáveis por repor
A chance de fratura é bem maior nos
estrutura dentária perdida, para conseguir
fundidos do que os pré-fabricados, devido
a forma coronária com atuar, largura e
a sua vantagem de modulo de
conicidade adequados para conseguir
elasticidade.
retenção e estabilidade das próteses
dentárias.
Podem ser confeccionados por:
Tipos de núcleos/pinos
Técnica direta
- Preenchimento;
• Núcleos metálicos fundidos - Com ou sem pinos de retenção
- NiCr;
intrarradicular ou intradentinário;
- AgPd;
- Au;
Técnica indireta
- Ti; - Núcleos fundidos;
- Aço; - Metálicos;
- CuAl; - Cerâmicas injetadas;
- Núcleos usinados (CAD/CAM);
Os dentes sofrem diminuição da
VANTAGENS DESVANTAGENS hidratação da dentina após tratamento
endodôntico, tornando-se mais friáveis.
Boa adaptação 2 sessões clínicas

Boa rigidez Custo laboratorial O percentual de água contido na dentina


radicular de um dente tratado
Radiopacidade Possibilidade de efeito endodonticamente é 50% menor do que
cunha
na dentina coronária em um dente vital.
Pequena película de Cor desfavorável
cimento A medida que um dente vital envelhece, a
dentina peritubular vai sendo
gradativamente depositada e diminui a
• Pinos pré-fabricados hidratação da dentina.
- Metálicos (lisos e rosqueáveis);
- Cerâmicos (ZrO2);
- Resina reforçados por fibra: Carbono; Resistência à fratura do dente
fi
fi
@odontoisadora
A resistência à fratura está relacionada a Comprimento;
quantidade de tecido dentinário removida Diâmetro do pino;
durante a abertura. Inclinação das paredes.

Uma abertura para acesso endodôntico


convencional pode diminuir a resiliência Medidas do comprimento do retentor
dentária em 5%.
• Igual ao da coroa clínica;
Uma restauração MOD pode diminuir a • Maior que o da coroa clínica;
resiliência dentária em 60%. • Igual a metade do comprimento da raiz;
• Igual a 2/3 do comprimento da raiz;
• Igual a 4/5 do comprimento da raiz;
Propriocepção = memória • 1/2 do pino deve estar inserido entre a
crista óssea alveolar e o ápice.
Existem evidências de que o limiar de
propriocepção em dentes tratados É ideal que tenhamos 2/3 de
endodonticamente diminui 57% em comprimento. Se deixarmos o
comparação a dentes vitais. comprimento do núcleo na altura da crista
óssea. É necessário que metade do
Significa que há diminuição da núcleo esteja abaixo da crista, caso
sensibilidade a contatos oclusais contrário fraturamos o dente.
excessivos.
Para fazer o preparo do conduto
Para fazer o preparo dos usamos as brocas gates e peeso.
provisórios, inicio preparando o topo da Usamos a gates para desobturar o
raiz e a parte interna do conduto, que já conduto, e a peeso para alargar o
está tratada endodonticamente. conduto. Relembrando a odontometria,
Primeiro fazemos o preparo do sempre temos que medir o canal e ver se
topo, para sabermos a quantidade de a broca comporta, caso for maior, usar um
material que podemos remover. stop para não trepanar.
Para o conduto, temos que dar uma
forma de entrada, lembrando que cada um
deles tem a sua forma individual, não Como copiar o preparo que zemos?
podendo deixar tão fino, para não correr o
risco de fratura. 1. Técnica de confecção do núcleo;
Temos que remover 2/3 de material 2. Técnica direta - modelagem;
que está no conduto causado pelo sistema 3. Técnica indireta - moldagem
endodôntico, porém TEMOS QUE
DEIXAR 4mm de material obturador, caso Técnica indireta - Moldagem
não for possível, tenho que diminuir a
anatomia do cone. Iremos realizar a Silicona.
Com o auxilio da seringa,
Ex: 24mm ❎ 2/3 = 48/3 = 16mm. depositamos o material leve no conduto e
também na coroa, colocamos o “pino”, que
Fazemos o preparo do topo da raiz com pode ser o cabo do microbrush, e por cima
a broca 2135. o material pesado.
Após a polimerização, vou ter o
molde, vazo com gesso tipo 4, obtenho o
modelo de gesso, e um “buraquinho no
O Preparo do Conduto, deve se basear meio”, e encaminhamos para o laboratório.
em: O núcleo será fundido, em cima do
modelo.
fi
@odontoisadora
O núcleo será instalado em Pinos de resina reforçados por bras
cavidade oral com o auxilio de um
cimento. O pino ideal provê retenção e suporte ao
Após a cimentação fazemos o preenchimento, transferindo as forças de
provisório, e fazemos a técnica que forma a não aumentar a não aumentar a
preferirmos, a melhor a ser usada é a da suscetibilidade da raiz à fratura.
muralha.
- Módulo de elasticidade semelhante ao
da dentina;
Técnica direta - Modelagem - Melhor distribuição de estresse;
- Facilidade de remoção;
Iremos confeccionar o núcleo, ou seja, já - Promoção de monobloco;
vou estar com ele preparado.
Modelagem 🟰 copiar a parte interna do O menor módulo de elasticidade dos pinos
de resina reforçados por fibra reduz o risco
conduto.
de fratura radicular, porém pode
Temos que vaselinar o conduto, passar
concentrar o estresse entre cimento e
Duraley no conduto, e dar o formato pro
pino, resultando em perda de adesão.
preparo, terei que construir a anatomia.
Não são em todos os casos que o pino de
O preparo é igual, não muda nada.
fibra é indicado.
Neste caso, usamos o PinJet
1. Pinos de bra de vidro normal

Aplicamos o ácido fluorídrico no pino,


espera 20 segundos, e seca com a
seringa, temos que esperar a sua
evaporação.
Após aplicamos o cigano,
esperamos evaporar e aplicamos o
adesivo.
Após o passo a passo segue o
mesmo da dentística ➡ ataque ácido ➡
lava bem ➡ aplica o adesivo.
O preparo do conduto não muda!
Ainda no preparo do pino, aplica,os
o cimento dual e fotopolimeriza, mesmo
sendo cimento dual! E já podemos
Depois vaselina na parte interna do construir o munhão, que é construir a
conduto. parte do preparo em si.
E injetamos duraley 🟰 copiar a
parte interna do conduto. 2. Pinos de bra de vidro - anatômico
Para a parte coronária, usamos o
pincel para construir coronária em duraley, O preparo é igual, o que muda é o
e depois iremos dar formato a esse isolamento do conduto com glicerina.
preparo. Antes de aplicar resina de carga no
Todo o conjunto é levado para o pino, ele deve estar cilanizado, e após
laboratório, e ele funde. Neste caso não colocamos resina e inserimos a cavidade.
possui modelo. E fazemos a mesma sequência da
Provamos, cimentamos e fazemos dentística, pois há resina.
o provisório.
fi
fi
fi
@odontoisadora
- Temos uma ➕ retenção mecânica. Proteção pulpar
- Protege mais o dente.
- Evitar desgaste excessivo.
- Cimento provisório com ação curativa.
- Limpar o preparo com detergente
Coroas provisórias = temporárias especifico e depois com hidróxido de
cálcio P.A.
- Para substituir tecidos dentários e/ou - Evitar exotermia de RAAQ (resina
rebordo alveolar de modo transitório. acrílica ativada quimicamente).
- Até que a restauração permanente - Adaptação marginal.
esteja pronta, ou seja, é uma coroa
transitória.
- Até que ocorra recuperação dos tecidos Proteção periodontal
do complexo dentinopulpar.
- Até que ocorra a recuperação dos A forma e a adaptação marginal são
tecidos gengivais. responsáveis pela recuperação e boa
saúde periodontal, mantendo a
homeostasia da região.
Indicação
A adaptação cervical e volume da
- Qualquer tipo de tratamento com restauração mantém o formato gengival e
prótese de um ou mais elementos, em evita sua migração ou crescimento para
dentes ou implantes, exige a confecção cima do preparo. Além de que devemos
de restaurações provisórias, que ter saúde gengival e uma margem bem
facilitam a confecção da prótese definida.
permanente.
- O sucesso da prótese permanente pode Contorno cervical e interdental adequado.
estar diretamente relacionado à
qualidade das restaurações provisórias. Caso a ameia interproxima esteja
inflamada tenho que dar saúde a papila.

Causas de insucesso Devemos usar o cimento adequado para


preservação.
- Coroas provisórias que se descolam
com facilidade e frequentemente,
muitas vezes em situações Temos que levar em consideração:
inconvenientes.
- Desajustes ou fraturas marginais que
Proteção pulpar;
provocam sensibilidade a variações
Proteção periodontal;
térmicas ou consumo de açúcar.
- Adaptação cervical;
Inflamação gengival e sangramento
Contorno;
localizado.
- Ameia interproximal;
Contatos proximais insuficientes ou
Higiene oral e controle do biofilme;
inadequados, causando impacção
alimentar.
- Formas anatômicas inadequadas
Técnicas de confecção
(sobrecontorno ou subcontorno).
- Cor incompatível com a dos dentes
1. Com molde de alginato ou com molde
vizinhos ou antagônicos, principalmente
de silicona;
nos dentes anteriores.
Com ALGINATO: moldo com
alginato antes de fazer o preparo. Após a
moldagem, coloco resina acrílica no dente
@odontoisadora
em que será preparado, levo em posição e Nós CD’s fazemos o preparo no
espero a sua polimerização, ou seja, o dente, e enviamos para o laboratório, que
preparo ficara 🟰 dente. vai esculpir em cera, o protético vai utilizar
a silicona (muralha), após ele remove o
Com a SILICONA, é o mesmo
dente em cera, faz o preparo do dencor,
procedimento, realizamos a muralha, com
que é a resina acrílica com cor, coloca na
a pasta pesada e leve, e fazemos 🟰 o muralha, e leva até o preparo, e após
alginato. fazemos o acabamento e polimento.
Temos que dar acabamento e
polimento ao preparo. 6. Técnica da “bolinha”.

A vantagem da muralha ;e que Após o preparo pronto, fazemos


copiamos igual. A desvantagem é que não uma bolinha de resina acrílica, e
pode colocar muita resina, pois esculpimos toda a anatomia do dente.
dificultamos o acabamento. Após dar acabamento e polimento.

2. Técnica do casquete ou casca de ovo


(egg shell);
Em vez de levar em cavidade oral,
colocamos resina no molde (muralha), e
com o pincel vou construindo.
A desvantagem é que não fica igual
anteriormente, temos que construir a
anatomia do zero.

3. Técnica da matriz de plástico;


Está técnica usamos a
plastificadora.
É ótimo utilizar quando fazemos
provisório imediato.
Ou seja, moldamos com alginato,
vazo, e faço o modelo plastificado, irei
obter uma placa. Removo o dente que terá
o provisório, protege com papel alumínio
(isso ajudará a proteger o curativo) pós
exodontia, reembaso e coloco o provisório.

4. Técnica do dente de estoque;


Dente de estoque, é 🟰 dente que
construimos a prótese total.
Vou desgastar para que ele fique
adaptado, e completo com resina.
A vantagem é bem estético.
A desvantagem é que devemos ter
mais habilidade para o reembasamento
das paredes linguais e vestibulares. O
laboratório que constrói os provisórios.
Lembrando, deve ter uma ótima
adaptação marginal e cervical.

5. Técnica dos dentes prensados;


@odontoisadora
Aula 12: 11 de maio de 2023 - Intra-sulcular: dentro do epitélio
sulcular.
Moldagem dos preparos - Sub-sulcular: invasão do espaço
biológico.
Requisitos básicos para moldagem
Dependendo, temos que fazer o aumento
- Escolha adequada do material de de coroa clínica.
moldagem;
👀 Ei, fique esperto, em breve uma tabela
- Extensão do preparo no sulco gengival incrível para você 👀
(preciso saber o quanto invadiu o
sulco);
Requisitos dos materiais de moldagem
- Nitidez do término cervical;
- Tempo de trabalho adequado;
- Saúde do tecido gengival; - Reprodutibilidade dos detalhes com
- Réplica exata do dente preparado; exatidão;
- Estabilidade dimensional;
- -
- Detalhes da terminação marginal; Resistência à fratura;
- Biocompatibilidade;
- Compatibilidade com os diferentes
- Além das margens — perfil de
materiais para obtenção dos modelos.
emergência, deve ser nítido e regular;
Ex: gesso.
Perfil de emergência: relaciona- - Ter sabor e odor agraváveis.
se com o posicionamento
harmônico do tecido gengival
sobre as paredes da restauração.
Tipos de materiais:
Na região do sulco gengival, o
contorno da restauração deve
1. Hidrocolóides
apresentar uma forma plana para
- Reversíveis;
harmonizar-se com a superfície
- Irreversíveis (alginato);
também plena da raiz.

- Outros dentes e tecidos adjacentes; 2. Poliéster

- Fidelidade e nitidez; 3. Elastômeros


- Silicone de condensação;
- Isento de bolhas, falhas ou repuxos. - Silicone de adição;

Hidrocolóides Irreversíveis (alginato)


Pré-requisitos do molde

• Saúde periodontal Vantagens Desvantagens


- Educação do paciente;
Rapidez Deve ser vazado
- Limpeza profissional; imediatamente após
- Preparos dentais; desinfecção

Baixo custo Precisa individualizar a


• Localização das margens dos preparos moleira com cera
dentais utilidade (suporte ao
- Supra-sulcular: aquém da margem material)
gengival;
- Gengival: nível da margem gengival;
@odontoisadora
Vantagens Desvantagens A silicona leve, é um material fluído,
tem mais facilidade de “rasgar”. A
Fácil manipulação Baixa reprodução de silicona pesada, não tem a
detalhes capacidade de copiar direito.
Hidro lia Neste caso, moldou tem que vazar.

Condensação 🟰 material pesado e leve,


Indicações e ambos devem ser misturados com
catalizador.
- Moldagem de estudo; Para realizar a moldagem preciso fazer
- Moldagem de antagonista; primeiro com a pasta pesada, e depois
- Moldagem de transferência; com a leve.
A silicona de condensação, a moldagem é
em dois passos.
Poliéter

Indicações Silicone de polimerização por adição

- Moldagem de trabalho em PPF; Há uma reação de adição por grupos


- Moldagem de transferência de terminais vinílicos, não há subproduto
implantes; volátil, ou seja, tem uma estabilidade
- Moldagem de casquete; dimensional.
- Moldagem funcional em PT.

É diferente da silicona.
Temos 2 tipos de silicona:
polimerizado por condensação e adição. A
diferença é: a silicona de polimerização
por condensação, possui um subproduto,
que é o álcool (etílico ou metílico), e sofre
evaporação após ser moldado, ou seja, há
contração de polimerização.

Silicone de polimerização por condensação

Vantagens Desvantagens

Simplicidade da Hidrófobo (preciso de


técnica um meio bem seco
para fazer a moldagem, Há a necessidade de acoplar a seringa em
se não tenho bolha) uma pistola, que é um injetor. A vantagem
de usar o misturador, é que já vem pronto.
Boa resistência ao Menor estabilidade
rasgamento dimensional
Temos duas pastas pesadas, e um
material mais fluído, e um menos fluído
Boa recuperação Silicone uido com (light e regular). Dependendo do perfil do
elástica menor rigidez meu paciente.
Odor agradável Silicona denso com
pouca capacidade de
copiar detalhes

Menor custo
fi
fl
@odontoisadora
Vantagens Desvantagens 4. Eletro-cirúrgico;
5. Laser de diodo;
Inodoros Liberação de
hidrogênio

Alta precisão Não posso manusear Método mecânico


com luvas de látex,
pois interfere na - Anel de cobre;
polimerização - Casquete de resina = duraley;
Recuperação elástica Custo - Fio de algodão;
Alta estabilidade
É para facilitar na hora da
dimensional
moldagem.
Resistência à ruptura

Podem ser facilmente


desinfectados Método químico
Pode ser realizado o 2ª 1. Adstringentes
preenchimento - Sulfato férrico 21%;
Disponível em várias - Cloreto de alumínio 5 a 25%;
viscosidades • Veículo: glicol aquoso // pH:
1,2 // fabricante: premier;
Temos que esperar para vazar devido a • Cloreto de alumínio, sulfato de
liberação de hidrogênio, se não posso hidroxiquinoleina e álcool
causar bolhas. etílico // fabricante: denstly;

Obs: em alguns novos materiais contem 2. Vasoconstritores


desoxidantes que previnem esse escape - Adrenalina;
de gazes. - Noradrenalina;

As luvas de látex possuem a presença de


ditiocarbamatos, ele inibe o tempo de Método químico-mecânico
polimerização.
Usamos o fio retrator.

Seleção da moldeira 1. Com 2 fios


- Fundo de sulco: fio mais fino sem
Para escolher o tamanho da moldeira de impregnar no liquido;
estoque ideal para o meu paciente, é - Entrada do sulco: fio mais grosso
quando a provamos e tem uma folga entre impregnado no líquido.
o dente e o fundo da moldeira, isso é
importante para o escoamento do material, Técnica:
além de que a moldeira deve encaixar até Usamos como preferência o
os últimos dentes do paciente. fio tricotado, pegamos o fio com diâmetro
menor (n° 000), sem molhar no
hemostático, e inserimos com o auxílio de
Afastamento gengival uma espatula, devemos inserir no sulco.
Este fio menor deve ficar 7
Métodos: minutos em cavidade, pois pode necrosar.
Com o fio tricotado mais
1. Mecânico; grosso (n° 0 ou 1) impregnado no
2. Químico; hemostático inserimos no sulco e fazemos
3. Químico-mecânico; a moldagem.
@odontoisadora
2. Com 1 fio impregnado Prova do copping e escolha da cor
Técnica: Coroa metalo-cerâmica
Temos que umidificar no
hemostático (solução química), Possui metal por dentro, e cerâmica por
adstringente ou vasocontritora. fora. Quando é metal free, só alteramos o
Temos que torcer o fio tipo de material interno.
umedecido. Obs: se for utilizar silicona de
adição não manipular com luvas de látex.
Inserir o fio com o auxilio de
uma espátula, como exemplo, o
Hollenback n°35.

Tipos de fio:

• Fio trançado: os fios Pro Retract


possuem feixes de fibras
monofilamentares dispostos
paralelamente entre si, além do
trançado, conferindo ao produto
capacidade de absorção também por
Prova do copping
capilaridade. Ele é mais paralelo.
• Fio tricotado: este fio retém mais o - Sucesso da moldagem;
hemostático e não desfia, é melhor, pois - Sucesso do trabalho protético;
é mais espesso. - Critérios clínicos para aprovação ou
reprovação.

Adaptação no modelo 🆚 Adaptação na


boca

Provamos primeiro no modelo, e depois na


boca, temos que analisar se as
informações “batem”.

1. Adaptação marginal
• Modelo
Afastamento gengival: A borda do copy deve estar adaptado. Não
pode ter espaço da borda do copy e do
• Sulco profundo e gengiva espessa: preparo.
técnica dos 2 fios. Consigo manter a
gengiva afastada. • Boca
Usamos o carbono líquido, e pintamos por
• Sulco raso e frágil: técnica de 1 fio fino - dentro do copy, posiciono-o em cima do
2 voltas. Na hora de moldar, tenho que preparo. Caso tenha uma transferência é
remover o fio. porque deve fazer ajuste (está impedindo
da coroa entrar).
Tempo médio de permanência do Outra forma de evidenciar é utilizando a
fio: 5 a 7 minutos. silicona leve, onde rasgar, temos que fazer
ajuste.
@odontoisadora
• Raio X periapical 5. Seleção da cor
Para analisar se temos “degrau”.

• Sonda exploradora
Devemos passar a ponta da sonda na
cervical do dente com a coroa instalada,
assim conseguiremos ver se tem algo
“pegando”.

2. Margem cervical
Integridade da margem gengival.
Temos que ver se está Adaptada ou 6. Transferência para aplicação do
Desajustada. Fazemos isso com a ponta material estético
do explorador. Para fazer a prova do copy e
realizar a cimentação.

Se o degrau for negativo ➖ , temos


que realizar uma nova moldagem, ou seja,
faltou material.
Se o degrau for positivo ➕ , ou
positivo acentuado ➕ ➕ , só fazemos os
desgastes, ou seja, sobrou material.

3. Ajuste oclusal
Não pode encostar o dente
antagonista na superfície do copy, pois em
cima do mesmo irá ser instalada a
porcelana, e ela que vai encostar no dente
antagonista.
Sempre bater carbono e fazer os
ajustes.

4. Registro intermaxilar
Pedimos para o paciente morder
um bloquinho de cera 7, para realizar o
registro.
@odontoisadora
@odontoisadora
Aula 13: 18 de maio de 2023 E depois sempre enviar pro
laboratório e glazear. Mas o CD
Prova da coroa e cimentação consegue polir com as borrachas.

Adaptação no modelo 🆚 Adaptação na Cimentação temporária, cimentação nal


boca e agentes cimentastes em prótese xa

Agora iremos fazer o ajuste funcional e


Temporária 🟰 provisório;
estético.
Final 🟰 coroa finalizada, pronta pra
cimentação;
Ajustes prévios 🆚 Ajustes clínicos
A cimentação é um procedimento clínico
Ajustes prévios: que visa a fixação de uma restauração
• Avaliação das superfícies internadas das indireta à parte coronária ou radicular do
coroas; elemento dental por meio de um agente
• Eliminação dos excessos marginais; cimentante previamente selecionado.
• Eliminação dos excessos de cerâmica
da cinta metálico-lingual; Os cimentos dentais são responsáveis
pela união entre o material restaurador
Ajustes clínicos: indireto (metálico, resinoso ou cerâmico) e
• Ajustes do contato proximal; a estrutura dental devidamente preparada
Tira de carbono, entre o dente e a para recebê-lo.
coroa, e desgasto levemente até
fazer a adaptação da coroa, com União entre a PT e o dente.
broca diamantada.
Saberemos se o acentamento desta A seleção desses cimentos deve ser
coroa está bom, se o mesmo determinada pelas condições clínicas
estiver encaixando igual no dente inerentes a cada caso, pelas propriedades
do paciente, e no modelo do físicas do material restaurador indireto, e
laboratório. pelas características físicas e biológicas
do material cimentado.
• Ajuste do contato dos pônticos;
O sucesso clínico da próteses está
• Verificação das margens cervicais intimamente relacionado ao procedimento
(áreas de isquemia, perfil de de cimentação. Embora o estabelecimento
emergência); de formas otimizadas de retenção e
Após todas as adaptações resistência no preparo dental seja de
necessárias na peca, envio para o extrema importância, o cimento
laboratório para Glazear, deixar a odontológico deve ser utilizado para atuar
peca com brilho. como barreira contra inflamação
Um copy bom é: boa adaptação do bacteriana, selando a interface entre o
copy e bom volume do copy. dente e a restauração, unindo-os por
algum meio de interação superficial, seja
• Ajuste oclusal. ela mecânica e/ou química.
Temos que “bater” carbono. Temos
que buscar pontos de contatos
pontiformes e contatos simultâneos O agente cimentante deve apresentar:
bilaterais.
Biocompatibilidade;
Retenção;
fi
fi
@odontoisadora
Propriedades mecânicas: resistência à Agentes para cimentação nal
tração, à fratura e à fadiga;
• Cimento de Fosfato de Zinco
Pequena espessura de película:
adaptação satisfatória; • Cimento de Ionômero de Vidro
Cimento de Ionômero de Vidro
Facilidade de uso: tempos de trabalho Convencional
e de presa suficientes para permitir o Cimento de Ionômero de Vidro
posicionamento da restauração; Modificado por Resina

Radiopacidade; • Cimentos Resinosos


Baixa solubilidade aos fluídos bucais;
Boa estética;
Cimento de Fosfato de Zinco

Os mecanismos de retenção de uma O cimento de fosfato de zinco é o mais


restauração sobre um dente preparado utilizado por ter uma ampla gama de
podem ser divididos em união: aplicação em cimentação e pelo alto
índice de sucesso apresentado por longos
Mecânica: cimento de fosfato de zinco períodos.
(metalo cerâmica e os núcleos);
Micromecânica / adesividade: A sua apresentação é um pó branco que
cimentos resinosos; consiste principalmente de óxido de zinco,
Química: cimentos de policarboxilato e com até 10% de óxido de magnésio. E um
ionoméricos. líquido incolor que é uma solução aquosa
de ácido fosfórico com concentração de 45
a 64%.
Agentes para cimentação provisória:
Com o ácido fosfórico atinge a
• Cimento de Hidróxido de Cálcio polpa vital.
É um ótimo cimento temporário,
porque tem uma ação terapêutica Tempo de trabalho: de 3 a 6 minutos.
na polpa, ajuda a formar a dentina Tempo de presa: de 5 a 14 minutos.
reacional. Porém, ele permite muita Esses dois tempos dependem do
infiltração bacteriana (fica muito procedimento de mistura adotado.
fedido). A saúde gengiva também é
comprometida. PH recém-manipulado: apresenta um pH
na faixa de 1,3 a 3,6. Esse valor baixo
• Cimento de Óxido de Zinco tende a persistir por um período
COM eugenol considerável, e pode levar até 24hrs para
SEM eugenol que o cimento adquira um pH próximo do
neutro.
É um ótimo cimento temporário Seu pH baixo no momento da
para dente vitalizado (ou HC) sem cimentação e seu uso foi muito
eugenol, porque com eugenol, censurado por contribuir para a
agride a polpa e inflama. irritação pulpar. Alguns autores,
Quando temos vitalidade, usamos porém, não encontraram esse efeito
com eugenol. irritante.

Preparamos em uma placa de vidro a


mistura, e ela tem que ficar em “ponto de
caramelo”. Se coloco o cimento em
fi
@odontoisadora
cavidade, com ele duo, ele não possui Cimento de Ionômero de Vidro
escoamento. O término da coroa e
cimentação deve chegar na margem Cimento de Ionômero de Vidro Convencional
gengival. Caso há falha, temos que iniciar
tudo novamente, do zero! É resultado de uma reação ácido-base
Não devemos encher de cimento, é uma decorrente da mistura (aglutinação) da
película fina. porção líquida, composta de copolímeros
do ácido polialcenóico, com o pó, que
O cimento de fosfato de zinco não contém particular vítreas de fluorosilicato
apresenta adesão química a nenhum de alumínio.
substrato, promovendo apenas retenção
mecânica. Portanto a altura, forma e área Características:
são fatores críticos para o seu sucesso. - Adesão as estruturas dentárias
Uma vantagem deste cimento é a sua - Baixa solubilidade;
estabilidade estrutural em longo prazo. - Melhor compatibilidade biológica;
- Liberação de flúor;
Sua indicação é para cimentação de
coroas e próteses parciais fixas Um controle efetivo durante sua presa
metálicas, metaloplásticas, inicial é bastante necessário, pois, se
metalocerâmicas ou totalmente exposto a umidade e saliva durante sua
cerâmicas (não fica estético). presa inicial, o mesmo pode apresentar
alta solubilidade e degradação marginal.
Vantagens Limitações
O cimento de ionômero de vidro
Baixo custo Falta de adesão à
convencional está indicado para a
estrutura dentária
(retenção mecânica) cimentação final de retentores
intraradiculares, coroas e próteses
Facilidade de trabalho Alta solubilidade parciais fixas com metal e sem metal.
Boas propriedades Possibilidade de
mecânicas causar irritação pulpar
e sensibilidade pós- Cimento de Ionômero de Vidro Modi cado por
operatória devido ao Resina
seu pH ácido.

Apresentar uma Este grupo de materiais foi desenvolvido


pequena espessura de para melhorar o desempenho clínico dos
película cimentos de ionômero de vidro pela
incorporação de uma matriz resinosa na
Tratamento de superfície: na cimentação sua composição.
com o fosfato de zinco, o tratamento da A maior vantagem desse cimento é a
superfície dentária poderá ser feito com facilidade de manipulação e uso, além de
agentes que removam os detritos pela sua adequada espessura de película,
forca de irrigação ou por meio de possuindo resistência a compressão
esfregaço, tais como: água oxigenada a superior ao fosfato de zinco e alguns
3%, hipoclorito de sódio, soluções à base ionômeros convencionais.
de clorexidina, detergentes aniônicos, ou
soluções à base de hidróxido de cálcio. O seu uso está indicado para coras e
próteses parciais fixas em cerômeros ou
cerâmica. Contudo, sua utilização para a
cimentação de restaurações totalmente
cerâmicas (tipo feldspática) é
desaconselhada, pois sua expansão tardia
poderia causar fraturas nas mesmas.
fi
@odontoisadora
Alguns dos cimentos de ionômero de vidro variedade de cores disponíveis, podendo-
modificado por resina exigem pré- se em alguns casos, permitir correções
tratamento da superfície dentária e estéticas na peça, devido a pequenos
utilização de adesivo dentinário, enquanto contrastes.
que outros dispensam este procedimento.

Cimentos Resinosos Autopolimerizáveis ou


Cimentos Resinosos Quimicamente Ativados

As restaurações adesivas indiretas São apresentados sob a forma de duas


necessitam de adequada cimentação, pastas. Após a mistura das pastas base e
através da utilização de cimentos catalisadora, apresentam uma reação de
resinosos, associados com sistemas peróxido-amina que inicia a reação de
adesivos. presa.

Estes cimentos apresentam melhora das Não apresentam características estéticas,


propriedades físico-mecânica quando pois apresentam coloração branco-opaco
comparados aos cimentos convencionais. e devem ser evitados para cimentações de
O seu uso clínico tem aumentado peças metal-free em dentes anteriores,
consideravelmente, assim como a devido a translucidez da peça, podendo
demanda por restaurações estéticas, haver perda no resultado estético final.
como as Inlays de porcelana e de resina
composta.
Cimentos Resinosos de Dupla Polimerização
De acordo com a reação de
polimerização, os cimentos resinosos São indicados quando as restaurações
podem ser classificados em: indiretas apresentam uma opacidade e
espessura que podem vir a interferir na
- Fotopolimerizáveis: polimerização
quantidade de energia luminosa que deve
pela emissão de luz visível; ser transmitida ao cimento.
- Autopolimerizáveis: polimerização por
reação química; Nestas situações, a intensidade da luz que
- Duais: polimerização por reação
alcança o cimento deve ser suficiente para
química e pela luz visível. iniciar o processo de polimerização, sendo
então necessária a presença de um
A seleção de qual formulação aplicar é catalisador que assegure a polimerização
baseada na finalidade do seu uso. máxima.

Os cimentos resinosos também podem ser


Cimentos Resinosos Fotopolimerizáveis usados na cimentação de coroas
metálicas ou pinos intra-radiculares.
Apresentam a vantagem clínica de Nestes casos a transmissão de luz não é
prolongar o tempo de trabalho e o efetiva, requerendo então o uso de
processo de assentamento da restauração cimentos resinosos autopolimerizáveis. No
indireta, porém o seu uso é limitado a entanto, alguns cimentos de dupla
situações em que a espessura e a cor da polimerização também são indicados para
restauração não afetam a capacidade da esta finalidade.
luz polimerizar o cimento, como, por
exemplo, na cimentação de facetas.

Uma outra opção interessante durante a


seleção desses cimentos é a ampla
@odontoisadora
Principais vantagens dos cimentos
resinosos

- Adesão às estruturas metálicas,


resinosas e de porcelana.
- Solubilidade muito baixa.
- Grande resistência a tensões.
- Possibilidade de seleção da cor do
agente cimentante.
- Estabilidade de cor.

Desvantagens dos cimentos resinosos

- Alto custo.
- Técnica de manipulação crítica.
- Necessidade de isolamento absoluto
durante a cimentação.
- Dificuldade de remoção dos excessso,
principalmente nas áreas proximais.

Segundo Agostinho et. Al. (2000) a


espessura da película do agente
cimentante pode determinar o
assentamento incompleto de coroas na
fase de cimentação

- Geometria do preparo;
- Acabamento do preparo;
- Vibração ou assentamento dinâmico
durante a cimentação;
- Força aplicada durante a cimentação;
- Viscosidade do cimento;
- Quantidade de carga presente nos
cimentos;
- Tipo de reação de presa.

São fatores que influenciam a espessura


final da película de cimento, conforme
relatado pelos autores.

Você também pode gostar