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Complicações da Circulação Extracorpórea

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ISBN 978-85-459-0773-2

O PERFUSIONISTA E AS COMPLICAÇÕES DA UTILIZAÇÃO DA TÉCNICA DE


CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA EM CIRURGIAS CARDIACAS: REVISÃO DA
LITERATURA

Andressa Dayana Pino Perez1; Priscilla Hellen Martinez Blanco Kashiwakura 2


1
Acadêmica do Curso de Biomedicina, Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR.
andressadayana@[Link]
2
Orientadora, Professora, Mestre, Priscilla Hellen Martinez Blanco Kashiwakura, UNICESUMAR.
[Link]@[Link]

RESUMO
Este projeto de pesquisa possui como objetivo descrever a atuação do Biomédico perfusionista, elucidar o
funcionamento da máquina de circulação extracorpórea e identificar possíveis complicações da utilização dessa técnica
em cirurgias cardiovasculares. Diante deste objetivo foi realizado uma revisão de literatura, através de livros e artigos,
utilizando-se das seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), International Journal of
Cardiovascular Sciences (IJCS), Revista eletrônica Fainor, Organização mundial da saúde (OMS). O levantamento do
material foi realizado durante o mês de julho utilizando os seguintes descritores (em português): complicações,
coração/pulmão, doenças cardiovasculares. Somente formam selecionados materiais publicados no período
compreendido de 2005 até 2017 e disponibilizado na íntegra de forma gratuita. Após o levantamento e análise dos
materiais descreve-se que a técnica de circulação extracorpórea é muito utilizada em cirurgias cardíacas, o biomédico
perfusionista está capacitado em operar os maquinários de circulação extracorpórea de cirurgias cardiovasculares. Por
outro lado, está técnica, pode trazer complicações devido a resposta do organismo a agressão que o aparelho pode
provocar, entre eles, ressalta-se a hemorragia, arritmia cardíaca, insuficiência renal, alterações neurológicas, resposta
inflamatória sistêmica do organismo, complicações respiratórias e complicações abdominais.

PALAVRAS-CHAVE: Complicações; Coração-pulmão; Doenças cardiovasculares.

1 INTRODUÇÃO

A técnica de circulação extracorpórea (CEC) ou perfusão, tem sido cada vez mais difundida
em práticas cirúrgicas cardiovasculares. A circulação extracorpórea consiste na substituição
temporária do coração e pulmão quando um paciente é submetido a intervenções cirúrgicas
cardíacas. Essa técnica baseia-se em aparelhos e máquinas capazes de realizar funções de
bombeamento e oxigenação do sangue (AMARANTE; SOUZA; CARVALHO; FILHO, 2013).
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a
principal causa de morte no mundo: mais pessoas morrem anualmente por essas enfermidades do
que por qualquer outra causa. De todas as cirurgias, a cardíaca é a mais explorada com grandes
evoluções e melhorias na técnica operatória e de circulação extracorpórea (LIMA; DINIZ; CÉSIO;
VASCONCELOS; GESTEIRA; MENEZES; BALTAR; SAMPAIO; AQUINO; ESCOBAR, 2005).
A circulação extracorpórea na cirurgia cardíaca é um procedimento muito utilizado permitindo
um campo cirúrgico limpo, preservando as características funcionais do coração e oferecendo
suporte e segurança a equipe médica. Por outro lado, a CEC pode trazer complicações devido a
resposta do organismo as agressões que o aparelho pode provocar (TORRATI; DANTAS, 2012).
O funcionamento da máquina coração-pulmão ocorre através do desvio do sangue do
coração. O Sangue venoso é desviado do coração e dos pulmões ao chegar ao átrio direito do
paciente, através de cânulas colocadas nas veias cavas superior e inferior. O sangue é
encaminhado para um reservatório da máquina coração-pulmão, sendo transferido para o
oxigenador que lhe fornece oxigênio, a seguir a bomba trás o sangue de volta para o sistema arterial

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e é distribuído para todos os órgãos. Após a reparação cardíaca o coração é posto de novo a
funcionar e a máquina coração-pulmão removida (SOUZA E ELIAS, 2006).
A perfusão exibe vários fatores de risco podendo acarretar em alterações orgânicas no pós-
operatório, a começar com o tempo de permanência em circulação extracorpórea, pois quanto maior
o tempo de exposição há CEC maior as possibilidades de complicações, além disso temos fatores
como: idade do paciente, sexo, história médica prévia (doenças de base existentes), medicação
utilizada no pré-operatório e fatores risco intraoperatório (tipo de cirurgia, uso de medicação
especifica, dentre outros) (SOARES; FERREIRA; GONÇALVES; ALVES; DAVID; HENRIQUES;
RIANI, 2011).
Além destas, existem complicações pertinentes a utilização da CEC na cirurgia cardíaca,
entre elas: hemorragias, arritmias cardíacas, insuficiência renal, alterações neurológicas, resposta
inflamatória sistêmica do organismo, complicações respiratórias e complicações abdominais. Essas
complicações aparecem durante a CEC ou nas primeiras horas de pós-operatório (SOUZA; ELIAS,
2006).
Apesar dos avanços nas técnicas de cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea há
grandes riscos de complicações em relação a sangramento excessivo perioperatório. São várias as
causas de hemorragia que o paciente pode apresentar após a cirurgia cardíaca. A principal causa de
sangramento em paciente com utilização da técnica de circulação extracorpórea (CEC) é a
hemostasia cirúrgica inadequada e a disfunção plaquetária transitória (CHOI; YOON; JOO; LEE;
JEON; LIM; LEE; AHN, 2017).
As arritmias podem ocorrer em 48% dos casos de cirurgia com circulação extracorpórea. Os
fatores que causam as arritmias são o trauma cirúrgico, agentes anestésicos, distúrbios eletrolíticos,
liberação de catecolaminas e alterações de equilíbrio ácido-base. As arritmias que são mais comuns
após a cirurgia cardíaca com utilização da CEC são as extrasístoles atriais, a fibrilação ou o “flutter”
atrial e extrasístoles ventriculares. O eletrocardiograma deve ser monitorado constantemente para
correções quando houver arritmias para que não ocorra alterações mais graves (SOUZA; ELIAS,
2006).
A insuficiência renal propiciada pela utilização da técnica de circulação extracorpórea pode
ser correspondente há várias causas, sendo elas, doenças renais preexistentes e inclui o emprego
de agentes nefrotóxicos, isquemia renal, hemólise, vaso constrição severa, hipotermia profunda e
hemodiluição extrema. A utilização de dialise é necessário em 1% das incidências de insuficiência
renal aguda, após cirurgia de revascularização do miocárdio, sendo muitas vezes relacionada com o
tempo do procedimento realizado (SOUZA, ELIAS, 2006).
Os danos neurológicos causados podem aumentar a mortalidade dos pacientes ou causar
perda de independência e piora na qualidade de vida. O dano de maior gravidade é o acidente
vascular encefálico (AVE), seguido de anormalidades neurocognitivas. A incidência dos danos
neurológicos e AVE associada a utilização da circulação extracorpórea, estima-se que esteja entre
3-6% das cirurgias (CARRAZEDO; ACCETTA; PINTO; COSTA, 2014).
A cirurgia cardíaca com utilização da circulação extracorpórea desencadeia uma resposta
inflamatório sistêmica e este evento ocorre devido a exposição do sangue ao equipamento coração-
pulmão. O aparecimento desta resposta inflamatória é mediado pela ativação do sistema
complemento, trombina, citocinas, neutrófilos, moléculas de adesão, mastócitos, dentre outros
mediadores (MARTINS; FILHO; SANTOS; ASSUNÇÃO; VIEIRA; VALÊNCIA; CARVALHO; JESSEN,
2012).
As complicações pulmonares representam a principal alteração após cirurgia cardíaca, é
considerada a de maior importância devido sua frequência e gravidade. Os fatores de risco pré-
operatório relacionado com as alterações pulmonares são: idade avançada, tabagismo, mal estado

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nutricional, doenças pulmonares prévias, função pulmonar alterada, e comorbidades associadas


dificultando a mecânica respiratória (CARACAS; PIRES; CRUZ; ROCHA, 2017).
São raras as alterações abdominais relacionados a utilização da técnica de circulação
extracorpórea, sendo tardiamente identificadas. Os pacientes podem apresentar leves graus de
icterícias e elevação das enzimas hepáticas devido a hipóxia ou por períodos de hipoperfusão,
estimando–se cerca de 10% a 20% dos pacientes operados (SOUZA; ELIAS, 2006).
O perfusionista faz parte da equipe médica e tem grande responsabilidade durante a
intervenção cirúrgica, pois através de seus cuidados está a vida do paciente que está sendo
operado. Durante o período de cirurgia com o sistema coração-pulmão artificial a fisiologia orgânica
deve ser monitorada com toda atenção para que se mantenha dentro dos parâmetros de
normalidades (BRAILE, 2010).
É de extrema importância o conhecimento teórico da fisiologia humana e o conhecimento dos
equipamentos e seus funcionamentos, e que haja o entrosamento de toda equipe de forma que
nenhum detalhe escape, evitando assim colocar em risco a vida do paciente. Além disso o
treinamento exaustivo leva a competência, responsabilidade e segurança destes profissionais na
hora de atuar, de forma que as decisões sejam automáticas e imediatas (BRAILE, 2010).
Deste modo, o objetivo deste estudo é descrever a atuação do Biomédico perfusionista,
elucidar o funcionamento da máquina de circulação extracorpórea e identificar possíveis
complicações da utilização dessa técnica em cirurgias cardiovasculares através de uma revisão
sistemática da literatura.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

Trata-se de uma revisão sistemática da literatura de revisão simples sobre a atuação do


Biomédico perfusionista, elucidar o funcionamento da máquina e identificar possíveis complicações
da utilização dessa técnica em cirurgias cardiovasculares.
A seleção do material foi realizada através de livros e artigos, utilizando-se das seguintes
bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), International Journal of
Cardiovascular Sciences (IJCS), Revista eletrônica Fainor, Organização mundial da saúde (OMS). O
levantamento do material foi realizado durante o mês de julho utilizando os seguintes descritores
(em português): complicações, coração/pulmão, doenças cardiovasculares. Somente formam
selecionados materiais publicados no período compreendido de 2005 até 2017 e disponibilizado na
íntegra de forma gratuita.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Através do material selecionado e mediante uma leitura exploratória, foi realizada análises
comparativa dos textos publicados, para selecionar o conteúdo e constituir o referencial teórico-
reflexivo do texto.
Dos artigos pesquisados, foram selecionados 10 de artigos nas bases de dados utilizadas,
destes materiais, 1 descrevia a temática da atuação do Biomédico perfusionista, 3 desenvolvia o
funcionamento da máquina e 6 identificavam as possíveis complicações da utilização dessa técnica
em cirurgias cardiovasculares. Além destes, foi utilizado o Livro Fundamentos da circulação
extracorpórea sobre o funcionamento da máquina coração-pulmão e algumas complicações.

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3.1 Biomédico perfusionista

A Biomedicina tem vários campos de atuação, dentre eles está a perfusão extracorpórea em
um vasto crescimento: é um método utilizado para auxiliar a equipe médica em cirurgias
cardiovasculares (BRAILE, 2010).
O biomédico perfusionista é um membro da equipe cirúrgica com pré-requisitos definidos na
área das ciências biológicas e da Saúde, com conhecimentos teóricos da fisiologia humana e
treinamento específico do equipamento e seu funcionamento. O perfusionista está capacitado em
operar os maquinários de circulação extracorpórea de cirurgias cardiovasculares, sendo o
responsável pela manutenção das atividades vitais do organismo, durante a realização da cirurgia, e
também manter o funcionamento da circulação sanguínea que no momento está sendo operada pela
máquina (BRAILE, 2010).

3.2 Perfusão extracorpórea

A Circulação Extracorpórea, também conhecida como Perfusão, consiste em um


procedimento com utilização de maquinas, aparelhos, circuitos e técnicas, capaz de realizar funções
de bombeamento e oxigenação do sangue, enquanto estes órgãos ficam excluídos da circulação
sistêmica (AMARANTE; SOUZA; CARVALHO; FILHO, 2013).
A Circulação extracorpórea foi uma das maiores conquistas na área da saúde. É um
procedimento muito utilizado, permitindo um campo cirúrgico limpo, preservando as características
funcionais do coração e oferecendo suporte e segurança a equipe médica. Por outro lado, a CEC
pode trazer complicações devido a resposta do organismo as agressões que o aparelho pode
provocar (TORRATI; DANTAS, 2012).

3.3 Complicações da Perfusão extracorpórea

Apesar dos avanços nas técnicas de cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea há
grandes riscos de complicações em relação a sangramento excessivo perioperatório. No caso das
arritmias, podem ocorrer em 48% dos casos de cirurgia com circulação extracorpórea. A
insuficiência renal pode ser correspondente há várias causas, sendo elas, doenças renais
preexistentes, isquemia renal, hemólise, vaso constrição severa, hipotermia profunda e hemodiluição
extrema. A utilização de dialise é necessário em 1% das incidências de insuficiência renal aguda,
após cirurgia de revascularização do miocárdio, sendo muitas vezes relacionada com o tempo do
procedimento realizado (CHOI; YOON; JOO; LEE; JEON; LIM; LEE; AHN, 2017); (SOUZA; ELIAS,
2006).
Os danos neurológicos de maior gravidade é o acidente vascular encefálico (AVE), seguido
de anormalidades neurocognitivas. A incidência dos danos neurológicos e AVE, estima-se que
esteja entre 3-6% das cirurgias. A Resposta inflamatório sistêmica ocorre devido a exposição do
sangue ao equipamento coração-pulmão (CARRAZEDO; ACCETTA; PINTO; COSTA, 2014);
(MARTINS; FILHO; SANTOS; ASSUNÇÃO; VIEIRA; VALÊNCIA; CARVALHO; JESSEN, 2012).
Das complicações, as pulmonares representam a principal alteração após cirurgia cardíaca, é
considerada a de maior importância devido sua frequência e gravidade. Já as complicações
abdominais são raras, estimando–se cerca de 10% a 20% dos pacientes operados (CARACAS;
PIRES; CRUZ; ROCHA, 2017); (SOUZA; ELIAS, 2006).
Essas complicações aparecem durante a CEC ou nas primeiras horas de pós-operatório
(SOUZA; ELIAS, 2006).

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4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Espera-se obter informação que permita conhecer melhor sobre o Biomédico perfusionista e
as complicações da utilização da técnica de circulação extracorpórea em cirurgias cardíacas, e com
isso estimular a importância desta profissão nos dias atuais. Há vários estudos relacionados aos
avanços da técnica, sendo de fácil acesso encontrar artigos relacionados. Espera-se, ainda, a
divulgação dos resultados desta pesquisa diante da comunidade e do meio cientifico.

REFERÊNCIAS

AMARANTE, Gabriela Bragança et al. HISTÓRIA E DESENVOLVIMENTO DA CIRCULAÇÃO


EXTRACORPÓREA NA CIRURGIA CARDÍACA. Atas de Ciências da Saúde (ISSN 2448-3753), v.
1, n. 4, 2013.

BRAILE, Domingo M. Circulação extracorpórea. Revista Brasileira de Cirurgia


Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery, v. 25, n. 4, p. 3-5, 2010.

CARACAS, Danilo Rocha Santos et al. COMPLICAÇÕES PULMONARES PÓS


REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO. Ciência & Desenvolvimento-Revista Eletrônica da
FAINOR, v. 10, n. 1, 2017.

CARRAZEDO, Mariana Accioly et al. Avaliação cognitiva em pacientes submetidos à


revascularização cirúrgica cardíaca. Rev Bras Cardiol, v. 27, n. 4, p. 254-259, 2014.

CHOI, Yoon Ji et al. A perda sanguínea excessiva no pós‐operatório de cirurgia cardíaca pode
ser prevista com o sistema de classificação da Sociedade Internacional de Trombose e
Hemostasia (ISTH). Brazilian Journal of Anesthesiology, 2017.

LIMA, Ricardo et al. Revascularização miocárdica em pacientes octogenários: estudo


retrospectivo e comparativo entre pacientes operados com e sem circulação
extracorpórea. Rev Bras Cir Cardiovasc, v. 20, n. 1, p. 8-13, 2005.

MARTINS, Gerez Fernandes et al. Trimetazidina e resposta inflamatória em cirurgia de


revascularização do miocárdio. Arq Bras Cardiol, v. 99, n. 2, p. 688-696, 2012.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Doenças cardiovasculares. Setembro. 2016. Disponível


em: < [Link]
cardiovasculares&Itemid=839>. Acesso em 22 abr. 2017.

SOARES, Gustavo Mattos Teixeira et al. Prevalência das principais complicações pós-
operatórias em cirurgias cardíacas. Rev Bras Cardiol, v. 24, n. 3, p. 139-146, 2011.

SOUZA, Maria Helena; ELIAS, Décio O. Fundamentos da circulação extracorpórea. 2. ed. Rio de
Janeiro: Centro Editorial Alfa Rio, 2006.

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TORRATI, Fernanda Gaspar et al. Circulação extracorpórea e complicações no período pós-


operatório imediato de cirurgias cardíacas. Acta Paulista de Enfermagem, v. 25, n. 3, p. 340-345,
2012.

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