Azize Zulficar Azize
Elias Silvestre António Cheque
Sumaila Manuel
Vaz Elidio António
TEMA: Multiplexagem
(Licenciatura em engenharia electrónica)
Universidade Rovuma
Nampula
2024
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Azize Zulficar Azize
Elias Silvestre António Cheque
Sumaila Manuel
Vaz Elidio António
TEMA: Multiplexagem
O Trabalho de carácter avaliativo, com o temaː
Multiplexagem, da cadeira de Comunicação de
dados, da Faculdade de Engenharia e do curso de
licenciatura em engenharia electrónica, 3º ano.
Leccionada pelo docente:
Engo. Sidónio Cipriano Turra
Nampula
2024
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ÍNDICE
[Link]ÇÃO ............................................................................................................. 4
[Link] ............................................................................................................... 4
[Link] Geral ................................................................................................ 4
[Link] Específicos ..................................................................................... 4
Metodologia .................................................................................................................. 4
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................... 6
[Link] de Multiplexagem .................................................................................... 6
[Link]ância da Multiplexagem ............................................................................... 6
[Link] Geral .............................................................................................. 6
[Link] Técnicas de Multiplexagem ................................................................... 8
[Link] por Divisão de Tempo (TDM) ................................................ 8
[Link] por Divisão de Frequência (FDM) ........................................ 10
[Link] por Divisão de Comprimento de Onda (WDM) ................... 11
2.4.4. Multiplexagem por Divisão de Código (CDM) ............................................ 13
[Link] técnicas ............................................................................................... 15
CONCLUSÃO ................................................................................................................ 17
Referências bibliográficas .............................................................................................. 18
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[Link]ÇÃO
A multiplexagem é uma técnica essencial na comunicação moderna que permite a
transmissão simultânea de múltiplos sinais através de um único canal. Com o aumento
da demanda por comunicação eficiente, seja em telefonia, transmissão de dados ou
redes de internet, a multiplexagem se tornou uma solução viável para optimizar o uso de
recursos limitados.
As diversas técnicas de multiplexagem, como a divisão de tempo (TDM), divisão de
frequência (FDM), divisão de comprimento de onda (WDM) e divisão de código
(CDM), oferecem soluções específicas para diferentes necessidades e cenários de
aplicação. Este trabalho busca explorar o conceito, a importância e as principais técnicas
de multiplexagem, analisando suas aplicações práticas e impacto no cenário tecnológico
actual.
[Link]
[Link] Geral
Analisar as técnicas de multiplexagem, suas aplicações e impacto na
comunicação moderna.
[Link] Específicos
Definir e explicar o conceito de multiplexagem e sua importância em redes de
comunicação;
Descrever o funcionamento geral da multiplexação e a necessidade de
demultiplexação;
Apresentar as principais técnicas de multiplexagem, destacando suas vantagens e
desvantagens;
Exemplificar a aplicação prática de cada técnica em cenários do mundo real;
Comparar as diferentes técnicas de multiplexagem em termos de eficiência e
custo.
Metodologia
Para a realização deste trabalho, foi adoptada uma metodologia baseada em pesquisa
bibliográfica e análise qualitativa. Foram realizadas as seguintes etapas:
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Revisão da Literatura: Levantamento de informações em livros, artigos
académicos e fontes confiáveis sobre multiplexagem e suas técnicas.
Análise de Casos Práticos: Selecção de exemplos reais de aplicação das técnicas
de multiplexagem em diferentes sectores, como telecomunicações e redes de
dados.
Elaboração de Comparações: Desenvolvimento de uma tabela comparativa que
sintetiza as principais características das técnicas abordadas.
Síntese e Discussão: Compilação dos dados obtidos e elaboração de um texto
que sintetiza as informações, destacando a relevância da multiplexagem no
cenário actual.
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
[Link] de Multiplexagem
A multiplexagem pode ser definida como o processo de combinar múltiplos sinais em
um único canal de transmissão. Essa técnica é fundamental para maximizar a utilização
de recursos limitados, como canais de comunicação, e para optimizar sua capacidade de
transmissão.
Segundo Garcia (2017), "a multiplexagem é a espinha dorsal das redes de comunicação
modernas, permitindo que múltiplos sinais compartilhem os mesmos recursos de
maneira eficiente" (p. 45). Com essa técnica, pode-se aumentar a capacidade de
transmissão sem a necessidade de canais adicionais, o que é particularmente vantajoso
em sistemas com recursos limitados.
De acordo com Tanenbaum (2016), a multiplexagem é essencial em ambientes onde a
demanda por largura de banda é alta, como em redes de telefonia, transmissão de dados
e serviços de streaming.
[Link]ância da Multiplexagem
A importância da multiplexagem reside em sua capacidade de permitir a transmissão
simultânea de múltiplas informações, minimizando a necessidade de infra-estrutura
adicional. Em cenários como chamadas telefónicas simultâneas e transmissão de
múltiplos canais de TV, a multiplexagem facilita a comunicação eficiente e económica.
Além disso, a multiplexagem contribui para a melhoria da qualidade do serviço,
reduzindo a latência e aumentando a confiabilidade na entrega de dados (Kurose &
Ross, 2017).
[Link] Geral
O processo de multiplexação envolve a combinação de múltiplos sinais em um único
meio de transmissão. Isso pode ser realizado de várias maneiras, dependendo da técnica
de multiplexação utilizada. O funcionamento geral é descrito nas seguintes etapas:
i. Multiplexação: Os sinais de entrada são combinados em um único sinal de
saída, utilizando uma técnica específica de multiplexação (TDM, FDM, WDM,
CDM).
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ii. Transmissão: O sinal combinado é transmitido através do meio de
comunicação.
iii. Demultiplexação: No receptor, o sinal combinado é separado de volta em seus
sinais de origem, permitindo que cada um deles seja entregue ao seu respectivo
destino.
A demultiplexação é uma etapa crítica no processo de multiplexação, pois permite a
recuperação dos sinais originais a partir do sinal combinado. No receptor, um
demultiplexador realiza essa função, utilizando informações específicas sobre como os
sinais foram multiplexados (Tanenbaum, 2016). A demultiplexação é especialmente
importante em aplicações que exigem baixa latência e alta confiabilidade, como
streaming de vídeo e comunicações em tempo real.
Portanto resume-se nas seguintes etapas do Processo de Multiplexação:
Entrada de Dados Múltiplos: Vários sinais ou fluxos de dados, como chamadas
telefónicas, sinais de vídeo ou pacotes de internet, chegam à fonte de
multiplexação.
Combinação dos Sinais: Os sinais são combinados de acordo com o método de
multiplexagem escolhido. Isso pode ser feito atribuindo diferentes frequências,
intervalos de tempo, comprimentos de onda ou códigos únicos a cada sinal.
Transmissão pelo Canal: Após a combinação dos sinais, o pacote de dados
multiplexados é transmitido pelo meio físico de transmissão, como um cabo de
fibra óptica, uma linha telefónica ou uma frequência de rádio.
Recepção no Destino: No destino, todo o conjunto de dados multiplexados é
recebido.
[Link]
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A demultiplexação "desfaz" o processo de multiplexação, utilizando a mesma técnica
aplicada na origem para identificar os diferentes sinais. Por exemplo:
No caso de TDM, o demultiplexador identifica os intervalos de tempo alocados
para cada fluxo de dados e separa os sinais correspondentes.
Para FDM, o demultiplexador separa os sinais com base nas diferentes
frequências utilizadas.
Em WDM, os diferentes comprimentos de onda são separados por filtros
específicos no receptor.
Em CDM, os sinais são extraídos utilizando os códigos exclusivos atribuídos a
cada canal de comunicação.
[Link] Técnicas de Multiplexagem
[Link] por Divisão de Tempo (TDM)
A multiplexagem por divisão de tempo (TDM - Time Division Multiplexing) aloca slots
de tempo para cada sinal em um canal compartilhado. Cada canal tem acesso ao meio de
transmissão de forma rotativa, durante um intervalo de tempo específico. Após um ciclo
completo, o processo se repete, permitindo a transmissão de múltiplos sinais ao longo
do tempo. Esses sistemas combinam várias chamadas em uma única linha, optimizando
o uso da largura de banda (Kurose & Ross, 2017).
[Link] n
conectividade/sistemas_conectividade_a04_f06_l.jpg
Vantagens
Facilidade de Implementação: TDM é amplamente usada em sistemas digitais,
como redes de telefonia e comunicação de dados, por sua fácil integração com
tecnologia digital.
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Baixo Custo: Sistemas de TDM são relativamente baratos para implementar em
comparação com outras técnicas mais sofisticadas.
Desvantagens
Latência: Em redes com alta demanda, pode haver atrasos significativos, pois os
sinais devem esperar sua vez de serem transmitidos.
Inflexibilidade: Cada canal tem um intervalo de tempo fixo, mesmo que não
esteja transmitindo dados.
Aplicações
TDM é amplamente usada em sistemas de telefonia digital e redes de dados, como o
sistema E1/T1, onde múltiplos canais de voz são combinados em uma única linha física,
optimizando o uso da infra-estrutura. Este método é ideal para comunicações de voz e
dados em sistemas digitais, mas é menos eficiente quando aplicado a sistemas de
transmissão de sinais analógicos.
Como afirma Garcia (2017), "a capacidade de transmitir múltiplos sinais
simultaneamente é o que permite a existência de redes de alta densidade de dados, como
as utilizadas para comunicação móvel, televisão digital e internet" (p. 60).
[Link]
Conforme o diagrama cada canal é alocado em um slot de tempo específico, permitindo
que os sinais compartilhem o mesmo meio de transmissão em diferentes momentos.
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Exemplo Prático: Sistema E1/T1
No contexto das telecomunicações, os sistemas E1 e T1 são exemplos clássicos de
TDM. Um sistema T1, comumente utilizado na América do Norte, pode transportar até
24 chamadas telefônicas simultâneas (cada chamada usando um slot de 64 Kbps). No
sistema E1, utilizado em muitos países fora dos Estados Unidos, são possíveis 30
chamadas simultâneas (com um total de 2 Mbps). Cada chamada ocupa um intervalo de
tempo específico, permitindo a multiplexação de múltiplas chamadas em uma única
linha física. Esses sistemas são fundamentais para a infra-estrutura de telefonia
moderna.
[Link] por Divisão de Frequência (FDM)
Na multiplexagem por divisão de frequência (FDM - Frequency Division Multiplexing),
os sinais são transmitidos simultaneamente, cada um sendo alocado em uma frequência
diferente dentro de um espectro compartilhado. Como cada canal usa uma frequência
distinta, os sinais podem ser transmitidos sem interferência. É usada na radiodifusão de
rádio e televisão, onde várias estações operam em diferentes frequências, garantindo a
qualidade da transmissão (Tanenbaum, 2016).
Vantagens
Transmissões Simultâneas: Permite que vários sinais sejam transmitidos ao
mesmo tempo, sem necessidade de esperar por slots de tempo.
Baixa Latência: Como os sinais são transmitidos de forma contínua, não há
tempo de espera, o que é vantajoso em sistemas de transmissão em tempo real.
Desvantagens
Maior Largura de Banda: FDM exige que o canal tenha uma grande largura de
banda disponível para suportar múltiplas frequências simultâneas.
Susceptível a Interferências: Problemas de interferência podem ocorrer se as
frequências dos canais não forem bem separadas.
Aplicações
FDM é usada em radiodifusão (FM/AM), sistemas de TV a cabo e redes móveis mais
antigas, como o GSM. Esta técnica é mais adequada para sinais analógicos,
diferentemente da TDM, que é preferida para sinais digitais. A comparação com TDM
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mostra que o FDM é mais eficiente para transmissões simultâneas contínuas, enquanto a
TDM é melhor para sistemas baseados em pacotes de dados.
[Link]
O diagrama ilustra cada canal que ocupa uma faixa de frequência distinta, permitindo
transmissões simultâneas em diferentes frequências.
Exemplo Prático: Transmissão de Rádio e Televisão
A radiodifusão FM e AM utiliza a multiplexação por divisão de frequência. Cada
estação de rádio é alocada em uma faixa específica de frequência no espectro,
permitindo que várias transmissões ocorram simultaneamente sem interferência. Por
exemplo, enquanto uma estação opera na frequência de 98.1 MHz (FM), outra pode
operar em 100.5 MHz. Essa alocação permite que ouvintes sintonizem diferentes
estações ao mesmo tempo, cada uma transmitindo seu conteúdo específico sem
interferências entre si.
[Link] por Divisão de Comprimento de Onda (WDM)
Segundo Kurose & Ross (2017), “Essa técnica é crucial para redes de fibra óptica e a
infra-estrutura da internet, especialmente em cabos submarinos”
A multiplexagem por divisão de comprimento de onda (WDM - Wavelength Division
Multiplexing) é uma técnica usada em redes de fibra óptica que permite a transmissão
simultânea de múltiplos sinais, cada um utilizando um comprimento de onda diferente
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da luz. Em termos simples, cada canal usa uma "cor" de luz distinta dentro da fibra
óptica.
[Link]
[Link]
Vantagens:
Alta Capacidade de Transmissão: WDM permite transmitir enormes
quantidades de dados, sendo extremamente eficiente para comunicações de
longa distância e internet de alta velocidade.
Escalabilidade: Pode-se adicionar novos canais ao sistema sem a necessidade de
modificar a infra-estrutura física existente.
Desvantagens:
Alto Custo de Implementação: O custo de equipamentos de WDM, como lasers
e filtros, ainda é elevado, o que limita sua aplicação a sistemas de
telecomunicações de grande escala.
Complexidade: Requer tecnologias avançadas para separar e combinar os
diferentes comprimentos de onda.
Aplicações
WDM é amplamente usada em redes de fibra óptica de longas distâncias, como cabos
submarinos para conexões internacionais de internet. Por exemplo, as infra-estruturas de
telecomunicações internacionais que conectam continentes são altamente dependentes
de WDM para transmitir grandes volumes de dados com alta eficiência.
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[Link]
Exemplo Prático: Internet Submarina
As redes de fibra óptica utilizam WDM para transmitir grandes volumes de dados por
longas distâncias. Um exemplo são os cabos de internet submarinos, que conectam
continentes. Esses cabos podem usar múltiplos comprimentos de onda simultaneamente,
permitindo a transmissão de terabits por segundo. Por exemplo, o cabo subsea MAREA,
que conecta os EUA à Espanha, usa tecnologia WDM para proporcionar uma
capacidade total de 200 Tbps. Isso torna possível o tráfego intenso de dados entre
diferentes continentes, sustentando uma parte significativa do tráfego global da internet.
2.4.4. Multiplexagem por Divisão de Código (CDM)
A multiplexagem por divisão de código (CDM - Code Division Multiplexing), também
conhecida como CDMA (Code Division Multiple Access), utiliza códigos exclusivos
para cada canal de dados. Cada sinal é modulado por um código específico e
transmitido simultaneamente em uma banda de frequência compartilhada. No receptor,
os dados são recuperados através da correlação com o código correcto.
Stallings (2018) afirma que, “essa técnica é fundamental em redes móveis, como a
tecnologia CDMA, que possibilita a comunicação simultânea entre muitos usuários.”
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Vantagens:
Alta Eficiência Espectral: Permite que muitos usuários compartilhem a mesma
banda de frequência, tornando o CDM altamente eficiente para comunicações
sem fio.
Resistência a Interferências: Graças ao uso de códigos únicos, os sinais têm
uma alta resistência à interferência entre si.
Desvantagens:
Processamento Complexo: A demultiplexação no receptor é complexa e exige
alto poder de processamento para separar os sinais correctamente.
Maior Latência em Ambientes Carregados: Em situações de alta demanda, o
processamento de múltiplos códigos pode levar a atrasos.
Aplicações
O CDM é amplamente usado em sistemas de telefonia móvel, como nas redes 3G
(CDMA). Foi essencial para o avanço da tecnologia celular, permitindo que mais
usuários se conectassem simultaneamente à rede, sem a necessidade de frequências
exclusivas para cada um.
[Link]
Exemplo Prático: Redes de Telefonia Móvel 3G
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A tecnologia CDMA (Código Division Multiple Access), que é um tipo de
multiplexação por divisão de código, é amplamente utilizada em redes de telefonia
móvel 3G. Cada usuário recebe um código único que permite que vários sinais sejam
transmitidos simultaneamente na mesma faixa de frequência. Por exemplo, durante uma
chamada telefónica em um sistema CDMA, o sinal da sua conversa é codificado com
um código exclusivo, permitindo que vários usuários compartilhem o mesmo espectro
sem interferência. Essa abordagem melhora a eficiência do uso do espectro e permite
uma maior densidade de usuários em áreas urbanas.
[Link] técnicas
i. Multiplexagem por Divisão de Polarização (PDM - Polarization Division
Multiplexing): Na PDM, utilizada principalmente em sistemas de fibra óptica,
diferentes sinais são transmitidos simultaneamente, mas com polarizações
diferentes. Isso dobra a capacidade de um canal de fibra sem a necessidade de
usar mais largura de banda. Por exemplo, duplica a capacidade de transmissão
em sistemas de fibra óptica ao utilizar diferentes polarizações da luz para
transmitir dois sinais simultaneamente (Ferreira, 2018, p. 92).
ii. Multiplexagem Espacial (Spatial Division Multiplexing - SDM) : Na SDM,
sinais diferentes são transmitidos simultaneamente em caminhos espaciais
diferentes. Isso pode ser feito em múltiplas fibras ópticas ou em múltiplas
antenas em sistemas sem fio (MIMO - Multiple Input Multiple Output).
iii. Multiplexagem de Divisão Ortogonal de Frequência (OFDM - Orthogonal
Frequency Division Multiplexing) É uma técnica avançada onde várias
subportadoras ortogonais transmitem dados em paralelo, cada uma com uma
pequena parte da largura de banda total. É amplamente utilizada em tecnologias
como Wi-Fi, LTE e 5G.
[Link]ção entre as Técnicas de Multiplexagem
A tabela abaixo resume a comparação entre as principais técnicas de multiplexagem em
termos de capacidade de transmissão, custo de implementação, aplicações típicas e
limitações:
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Técnica Capacidade Custo de Aplicações Limitações
de Implementação Típicas
Transmissão
TDM Moderada Baixo Telefonia Latência em
digital, E1/T1 alta demanda
FDM Moderada Moderado Radiodifusão, Exige maior
TV a cabo largura de
banda
WDM Alta Alto Redes de fibra Custo elevado
óptica, internet de
submarina implementação
CDM Alta Moderado Telefonia Processamento
móvel complexo no
(CDMA), redes receptor
3G
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CONCLUSÃO
A multiplexagem desempenha um papel fundamental na optimização da comunicação,
permitindo que múltiplos sinais sejam transmitidos de maneira eficiente através de um
único canal. As diferentes técnicas de multiplexagem, como TDM, FDM, WDM e
CDM, possuem características distintas que as tornam mais adequadas para aplicações
específicas. Através dos exemplos práticos apresentados, ficou evidente que a
multiplexagem não apenas melhora a utilização dos recursos disponíveis, mas também é
essencial para suportar o crescimento contínuo das redes de comunicação,
especialmente em um mundo onde a demanda por dados e conectividade está em
constante expansão.
O estudo da multiplexagem revela sua importância não apenas na eficiência das
comunicações, mas também na evolução das tecnologias de transmissão. À medida que
novas demandas surgem e as tecnologias avançam, a capacidade de adaptar e aplicar
diferentes técnicas de multiplexagem se tornará ainda mais crucial. As inovações em
multiplexagem, como o desenvolvimento de novas tecnologias de WDM para suportar
maiores capacidades de transmissão, são vitais para garantir a continuidade do
crescimento das redes de comunicação.
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Referências bibliográficas
1. Ferreira, M. J. (2018). Redes de fibra óptica e suas aplicações em
telecomunicações. São Paulo: Editora Universitária.
2. Garcia, P. H. (2017). Fundamentos de telecomunicações: teoria e prática. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira.
3. Kurose, J. F., & Ross, K. W. (2017). Redes de Computadores: Uma Abordagem
de Sistema e Aproximações. Pearson.
4. Stallings, W. (2018). Data and Computer Communications. Pearson.
5. Tanenbaum, A. S. (2016). Redes de Computadores. Pearson.
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