INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DA HUÍLA
ISCED – HUÍLA
SECÇÃO DE INVESTIGAÇÃO E ENSINO DE PSICOLOGIA
ANTEPROJECTO DE INVESTIGAÇÃO
AUTO-ESTIMA – MOTIVAÇÃO E SUCESSO ESCOLAR
(um estudo com alunos da 9ª classe da escola nº 960
Kauvi – Matala)
AUTORA: Beatriz João Chilandula
LUBANGO
2019
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DA HUÍLA
ISCED – HUÍLA
SECÇÃO DE INVESTIGAÇÃO E ENSINO DE PSICOLOGIA
ANTEPROJECTO DE INVESTIGAÇÃO
AUTO-ESTIMA – MOTIVAÇÃO E SUCESSO ESCOLAR
(um estudo com alunos da 9ª classe da escola nº 960
Kauvi – Matala)
AUTOR: Beatriz João Chilandula
O ORIENTADOR: MSc. João Francisco Cabral
LUBANGO
2019
ÍNDEICE
1. INTRODUÇÃO………………………………………………………………………..
2. DEFINIÇÃO DE CONCEITOS – CHAVE………………………………………….
3. ANTECEDENTES E JUSTIFICAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO…………………….
4. REVISÃO DA LITERATURA………………………………………………………..
5. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA DA INVESTIGAÇÁO…………………………
6. OBJECTIVO GERAL E OBJECTIVOS ESPECÍFICOS DA INVESTIGAÇÃO...
6.1. OBJECTIVO GERAL………………………………………………………………
6.2. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS……………………………………………………
7. OPCÇÕES METODOLÓGICAS……………………………………………………
7.1. MÉTODO DESCRITIVO…………………………………………………………..
7.2. TIPO DE PESQUISA………………………………………………………………
8. DETERMINAÇAO DA POPULAÇAO E AMOSTRA……………………………...
8.1. POPULAÇÃO………………………………………………………………………
8.2. AMOSTRA………………………………………………………………………….
8.2.1. CRITERIOS DE SELEÇÃO A APLICAR NA AMOSTRA……………………
9. INSTRUMENTO A APLIAR DURANTE O PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO..
10. PROCEDIMENTOS NA UTILIZAÇÃO DO INSTRUMENTO…………………..
11. RELEVÂNCIA DO ESTUDO………………………………………………………
12. CRONOGRAMA DE ACTIVIDADE ………………………………………………
14. POSSÍVEL ESTRUTURA DO ESTUDO…………………………………………
REFERÊNÇIAS BIBLIOGRÁFICAS…………………………………………………..
1. INTRODUÇÃO
Cada ser humano é movido de uma necessidade que o faz movimentar, a
procura de satisfação desta necessidade obriga muitas vezes as pessoas se
comportarem de formas diferentes uma das outras. O processo de
aprendizagem em muitos casos, leva os indivíduos a terem uma apreciação
daquilo que são suas capacidades, habilidades e competências, levando-os a
ter um conceito de aprovação e/ou desaprovação sobre si mesmo. E, “o
professor deverá ter, também, o papel de descodificador dos problemas e, se
possível ser um contribuinte para a sua solução” (Cardoso, 2013).
É de estrema importância ter noções sobre aquilo que sabemos ou não fazer,
pois, só assim, predispomo-nos em querer aprender a aprender mais e melhor
tudo o que ainda não se sabe. Exemplo, numa sala de aula quando um aluno
predispôs-se em fazer uma tarefa, cuja mesma já foi exercitada várias vezes
em casa, escola ou em outros locais o mesmo apresenta uma confiança de si
próprio, de suas capacidade e possui uma auto-estima elevado, comovido por
uma motivação de sobrepor-se a avaliação dos demais colegas e professores
leva-o a obter o sucesso escolar.
Nesta perspectiva, Sucesso Escolar: se confina mais as aprendizagens e
rendimento curricular, o desenvolvimento psicossocial do aluno e um conjunto
mais amplo de competências transversais que podem e devem ser promovidas
durante um curso de ensino, (Almeida, 2002).
Desta feita, a proposta desta pesquisa, intitulada “Auto-estima, motivação e
sucesso escolar” surge a ânsia de querer diagnosticar os estados
motivacionais dos alunos do I ciclo, mais concretamente da 9ª classe sobre o
que os leva a ter bom sucesso na escola. Assim, pretende-se com este
anteprojecto apresentar um conjunto de requisitos necessários para que se
possa prosseguir com as investigações.
Quer-se aqui realçar que a investigação basear-se em critérios éticos, sem se
expor a natureza ou individualidade dos inquiridos, apenas seus dados-
respostas serão codificados. Assim, as iniciativas dos alunos, o diálogo, os
diferentes estágios de desenvolvimento cognitivo e a autonomia terão que ser
considerados nesta investigação para que aconteça não somente o saber
fazer, mas, acima de tudo o saber por que está sendo feito.
2. DEFINIÇÃO DE CONCEITOS - CHAVE
Auto-estima: é uma implicação do valor que uma pessoa atribui aos diversos
elementos do conceito que ela tem de si mesmo (componente avaliativa ou
afectiva do auto-conceito). Doron. R (2001).
Motivação: “o conjunto de processos psicológicos e fisiológicos que levam um
individuo a agir, isto é, a desencadear uma acção, a orientá-lo em função de
certos objectivos” (Mesquita & Duarte, 1996).
Sucesso escolar: o sucesso escolar diz respeito ao aproveitamento positivo
das crianças na escola (Almeida, 2002).
3. ANTECEDENTES E JUSTIFICAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO
3.1. Antecedentes
A percepção que os agentes educativos têm sobre os alunos tem constituído a
base para se traçar políticas e estratégias eficientes para que os objectivos
sejam alcançados durante um ano lectivo. O sucesso escolar ou fracasso dos
alunos em cada final de ano lectivo muitas vezes estão isentos das margens da
escola. A motivação está permanentemente ligada ao processo docente-
educativo e através dela, pode-se chegar mais facilmente a um desempenho
escolar positivo, atingido resultado desejáveis (Moraes & Varela, 2007).
A título de exemplo, na escola ora a investigar nota-se por parte de certos
alunos, sobretudo aqueles que estão a frequentar a 9ª classe que os mesmos
não apresentam confiança sobre si próprio, não apresentam índices de
“desafios” ou competições académicas juntos dos demais colegas de turma
(mostrando que aprendeu e pode ir mais além do que o (a) professor (a)
ensina).
Estudos revelam que, “quando uma criança de capacidade intelectual média ou
superior, e de um ambiente social e educacional adequado, fracassa nos
estudos, trata-se de um problema de motivação” (Kelly 1955). Neste caso trata-
se de encontrar motivos adequados e usar de uma orientação e direcção
suficiente dos interesses e esforços que foram despertados.
Existem muitos factores que concorrem para que os alunos consigam alcançar
seus objectivos na escola. Tudo começa com o “eu” o aluno sujeito aprendente
tem que estar dotado de sua consciência, sobre si próprio e de seus interesses.
Por outra, segundo dados de certos professores na mesma escola, se tem
notado, em plena aula, alunos muito apáticos, supostamente desmotivados na
assistência as aulas, outros com fuga de concentração na aprendizagem e,
ainda assim alguns que parecem não saberem do motivo que os traz a escola.
Segundo Kelly (1955), “pedagogicamente motivar significa fornecer um
incentivo, isto é, estimular a vontade de aprender”. Mas, para que haja
aprendizagem, tem antes de haver vontade, o aluno tem que saber como se
processa essa aprendizagem em si próprio. Todavia, o “eu” ou a auto-estima
“sentimento de confiança no próprio valor como pessoa SIM. Amor-próprio”
deve existir no aluno. Seguidamente a motivação.
O termo motivação indica o que impele ou incita o aluno a actividade,
apresentar intencionalmente ao aluno por intermédio de elogio e censura,
prémios e castigos; conhecimentos dos resultados; competição e rivalidade, os
motivos adequados e convenientes, juntos a uma orientação e uma direcção
necessária para que possa avaliar e aprecia valor dos motivos.
O sucesso escolar fruto do acto da aprendizagem face a auto-estima e aos
motivos nos alunos a que o estudo pretende investigar, tem sido tarefa dos
professores. Isto significa os mesmos têm impulsionado os aluno a agir e, o
motivo, causa e razão sendo é um factor interno que inicia, dirige e integra o
comportamento humano parece não se faz presente. Desta feita, a motivação
no aluno “deve ser entendida como um meio para alcançar o processo escolar,
e para cumprir tal premissa o aluno deve sentir em casa e na escola um
ambiente favorável ao seu interesse pessoal” (Simão, 2005) deste modo
fortalecendo a sua auto-estima.
3.2. Justificativa
Este anteprojecto é requisito parcial para a elaboração da investigação e
procura demonstrar o quão é tão importante ter em conta os aspectos ligados a
auto-estima e a motivação dos alunos, não só para que os mesmos tenham
nota de si mesmo bem como os mesmos saibam acompanhar milimetricamente
o processo de suas aprendizagem. Isto é, suas capacidades, habilidades no
desempenho de suas próprias aprendizagens.
Este estudo será de grande relevância, pois que, também permitirá não só os
professores, bem como pais e encarregados de educação a aprender a lidar
com seus filhos em casa, facto que qualquer atitude negativa desemboca-se
numa má aprendizagem na escola. De realçar que as torturas ou agressões
físicas e psicológicas, os constantes desincentivos e falta de elogios por parte
dos pais e ou encarregados de educação, também em certos professores ao
persistirem em chamar nomes menos dignos aos alunos, principalmente
quando não acertam nas tarefas contribuem de forma negativa sobre o
conceito que o aluno tem de si próprio perante outros, levando a ter mesmo um
índice baixo de auto-estima.
Com o presente estudo, também procurar-se-á fazer compreender nos alunos
em causa, a importâncias que a auto-estima e a motivação não só na escola,
bem como também em casa, constituem os incentivos para o sucesso escolar.
De forma geral, pretender-se-á trabalhar com os professores e os outros
elementos envolvidos no processo de ensino desta instituição de modo que
verem cada aluno como um potencial, arranjando formas de motiva-los. Isto é,
fazer-lhes intender como desenvolver a auto-estima e a motivação, também a
relação que têm esses dois factores e o seu papel no sucesso escolar.
4. REVISÃO DA LITERATURA
Durante décadas passadas, a motivação passou a desempenhar um papel
muito importante nas teorias da aprendizagem. A motivação é uma das
dimensões psicológicas mais importantes na área da educação, e tem sido
considerada como um factor determinante no que tange ao nível de qualidade
da aprendizagem e do desempenho (Pereira, 2011).
Assim sendo, Fernandes (2009), revela que “a motivação enquanto um factor
fundamental para o desempenho de qualquer actividade, pode ser classificada
como intrínseca ou extrínseca”. Assim, devido á existência de muitas teorias de
motivação, sendo que cada uma delas envolve uma longa explicação, irá
considerar-se aqui nesta investigação conceitos representativos das teorias da
aprendizagem cognitiva, relacionando-a a auto-estima.
Tendo em conta o desenvolvimento cognitivo dos alunos os mesmos muitas
vezes têm vindo a apresentar padrões de comportamentos que muitas vezes
vêm ou não a justificar do seu sucesso na escola. A auto-estima e a motivação
nos alunos, tem vindo a ser caracterizada como factor essencial e crucial nas
actividades académicas desenvolvidas na sala de aula. A falta destes dois
elementos tem contribuindo negativamente na aprendizagem dos alunos.
Sendo que Para Libâneo (1994,), “a motivação influi na aprendizagem e a
aprendizagem influi na motivação” e ambos estão ligados a auto-estima, sendo
que cada aluno sente-se bem quando sabe que sabe de certo modo qualquer
uma das disciplinas em sala de aula.
O desenvolvimento do aluno deve ser compreendido de forma holística e a
compreensão das diferenças individuais no desenvolvimento saudável e
patológico implica a consideração das transacções que ocorrem ao longo do
tempo entre indivíduo e contextos sociais e ecológicos.
Pode-se realçar que os alunos nem sempre têm o mesmo desenvolvimento
intelectual, é norma encontrar numa turma alunos emotivos e ainda outros com
problemas de falta de formar autoconceito que o impossibilita ter auto-estima.
Quando os adultos reagem positivamente ao desempenho bem-sucedido e
punem o fracasso, por exemplo, gritando, culpando, repreendendo, o aluno
começa a duvidar de si próprio, de sua capacidade de corresponder as
expectativas face as suas competências e habilidades fazendo com que o
mesmo forma um conceito negativo (por incapacidade) de si próprio levando a
um baixo auto-estima.
Condeloro (2007) afirma que existem inúmeras variáveis de motivação e estas
podem ser naturais, ou seja, porque e necessária a sobrevivência. Essas
fontes são os motivos que surgem de acordo com a necessidade particular de
cada indivíduo. Porém, nem sempre o aluno é capaz de se auto-motivar, dali a
necessidade de estímulos. Isso é comum em sala de aula, em que há alunos
que não se interessam pelo conhecimento.
Muitos pais e até mesmo professores apresentam dificuldade em compreender
que elogiar o bom desempenho do aluno faz com que aumenta não só a sua
eficácia mais sim a autoconfiança no aluno, motivando-o para superar futuros
obstáculo e assim obter sucesso escolar. Uma vez que “ o objectivo da
educação é auxiliar o aluno a adquirir conhecimentos e habilidades. Um
objectivo relacionado é encorajar os alunos a quererem adquiri-los”
(Klausmeier, 1977).
A auto-eficácia, autoconceito que desencadeia na auto-estima, é uma
manifestação de comportamento que não surgi apenas na escola, em muitos
casos manifesta-se e desenvolve-se na escola mas é na verdade muito antes
da escola onde os alunos vêm recebendo incentivos verbais e não só, fazendo
com que os mesmos tenham uma noção acerca de si próprios, e de suas
capacidades. Segundo Klausmeier, (1977), afirma que:
“a tendência para conseguir sucesso é uma disposição motivacional
aprendida. A tendência para conseguir sucesso em relação a qualquer
tarefa ou actividade é uma função de três variáveis: o motivo para conseguir
sucesso; a probabilidade de que o desempeno da tarefa será seguido de
sucesso e a relativa atracção para se obter o sucesso, referido com o valor
de incentivo ao sucesso”.
Relativamente ao sucesso escolar, quer-se aqui realçar que, os pais precisam
encorajar os filhos em seus esforços para conseguir executar urna tarefa
académica, pois, que “para aprender um conteúdo ou matéria, é preciso que o
aluno tenha um objectivo que o motive durante o período de tempo em que
precisa para realizar as actividades” (Ferreira 2002). É fulcral que se saiba
estimular a auto-estima e ajudar a lidar com os sentimentos através do
desenvolvimento de estratégias para lidar com os problemas, dificuldades de
aprendizagem ou insucesso escolar (Tavares & Alarcão 2005).
Para o aluno ter uma auto-estima e motivação positiva, os pais devem ser
facilitadores no clima emocional em casa, aceitação da criança, o amor com a
família, os cuidados que prestam expectativas em relação ao que virá ser no
futuro não se esquecendo dos mesmo serem aceites entre os amigos e
colegas de escola, isto também influencia a ter uma auto-estima elevada.
Estudos feitos, (Klausmeier 1977, apud Piletti 1987), demonstram que a
desmotivação, o desinteresse se dão na maioria das vezes, por problemas de
autoconceito, baixa auto-estima, factores que influenciam significativamente na
aprendizagem. Outros autores (Brookover, Thomas & Patterson 1964),
justificam que “existe uma relação positiva entre auto-estima e rendimento
escolar”. Uma vez que das condições para o sucesso escolar é a manutenção
de uma boa auto-estima.
Uma auto-estima positiva está associada a um bom rendimento (Bermúdez,
2001). Segundo o autor não há sucesso escolar sem auto-estima, porque é
com auto-estima que o aluno tem a capacidade de entender a matéria e ter o
sucesso escolar. Quando se está frente a alunos com baixa auto-estima a
probabilidade de não haver sucesso escolar é maior, o aluno não acredita em
si próprio e contribui para o fracasso ou insucesso escolar.
É na escola onde existe todo o conjunto de professores capazes de poder
ajudar e acompanhar não só os alunos como também os familiares dos
mesmos, podendo neste caso, orientá-los, com vista a que os pais possam e
consigam perceber as dificuldades ou lacunas deixadas pela escola e serem
preenchidas no seio familiar.
Afirma, (Marques s.d, citado por Villas-Boas, 2001)
parece caber à escola dar o primeiro passo no sentido de preencher a
lacuna existente em termos de comunicação “positiva” não só entre a escola
e a família, mas também entre estas e a comunidade, mas esta
comunicação não deverá fazer-se num sentido único, sendo desta forma
fundamental que os professores sintam necessidade de “ouvirem os pais e
partilharem com eles algum poder de decisão”.
No processo motivacional face ao sucesso escolar dos alunos, Atkinson,1965
citado por Klausmeier 1977), afirma que “para além dos incentivos como: auto-
estima; autoconceito; auto-eficácia e até as habilidades, para se atingir o
sucesso na escola é antes demais necessário que exista factores:
1. Motivo para atingir o sucesso: o motivo para conseguir sucesso tem um
motivo corolário, evitar o fracasso. Um individuo “aluno” pode realizar
uma tarefa com entusiasmo e rigor, com um fim de vivenciar o possível
sucesso, ou pode fugir dela, visando evitar o possível fracasso.
2. Probabilidade de sucesso: a probabilidade de sucesso em qualquer
tarefa é uma avaliação subjectiva, feita pelo individuo, e pode variar de
muito alta até muito baixa. De acordo com a teoria da motivação para a
realização de Atkinson a probabilidade de sucesso está directamente
relacionada com a atracção relativa de conseguir sucesso, ou com o
valor de incentivo para o sucesso no indivíduo.
3. Valor do incentivo para o sucesso: em geral, o valor do incentivo para o
sucesso só é maior para tarefas mais difíceis do que para a mais fácies.
Quando o aluno está desmotivado a sua aprendizagem fica prejudicada. O
professor deve ter sensibilidade e estar atento para reconhecer o aluno nessas
condições. Só assim ele terá norte para buscar uma fonte de motivação que
provoque o querer aprender nesse aluno.
Segundo o autor antes citado alega que,
Os motivo para conseguir sucesso e o motivo pata evitar o fracasso podem
agora ser relacionados. Um individuo motivado pelo sucesso será atraído
para uma tarefa na qual a probabilidade do sucesso ou fracasso seja de
50/50, visto que o valor de incentivo é alto neste nível de probabilidade.
Entretanto, um individuo motivado para evitar o fracasso irá evitar
uma tarefa neste nível de dificuldade. Preferirá uma tarefa muito fácil,
na qual a probabilidade de evitar o fracasso seja alta ou,
possivelmente, uma tarefa muito difícil, poi, apesar de não ser capaz
de terminar a tarefa, será devidamente reconhecido por escolhido a
tarefa difícil.
De notar, que a auto-estima e motivação no aluno, sugere muito claramente a
busca do reconhecimento de si próprio como uma pessoa de valor. Ela é
acompanhada pelo sentimento desconfiança, valor, força e utilidades. Os
obstáculos a esse sentimento produzem sentimento de inferioridade, fraqueza
ou desamparo. Como referiu (Coopersmith 1967, citado por Klausmeier, 1977)
“ o sucesso de um aluno na escola é extremamente afectado pelo seu senso
de auto-estima”
Por isso, Perrenoud s.d, citado por Pereira, 2008), refere que a educação
precisa de mudar e que as mudanças podem ser negociadas entre os
diferentes agentes educativos, cabendo à escola o papel de as tornar mais
visíveis e reais, ficando as famílias mais interessadas, próximas e conscientes
da sua importância.
5. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA DA INVESTIGAÇÃO
A definição de um problema deve ser feita através de um raciocínio indutivo.
No primeiro caso, são observados vários fenómenos singulares e a partir
deles procura-se chegar a algo que os unifica. No raciocínio indutivo, parti-
sedo particular para o geral. No raciocínio dedutivo, parte-se não das
observações singulares mas das teorias existentes (Marques 1999).
Neste caso, parte-se de ideias gerais para extrair deles dados particulares. isto
é, parte de um conjunto de premissas para sua verificação . Um problema deve
ser concreto e real e deve ser operacionalizável. O problema deve estar
formulado de forma clara e perceptível para as outras pessoas (Marques,
1999).
“Na formulação de um problema deve haver clareza concisão e objectividade”
(Marconi & Lacatos 2002). De acordo com a situação real descrita e a situação
ideal desejada formulou-se a seguinte pergunta principal da pesquisa: Que
Como a auto-estima e motivação concorrem para o sucesso escolar nos alunos
da 9ª classe da escola nº 960 Cauvi no município da Matala?
6. OBJECTIVO GERAL E OBJECTIVOS ESPECÍFICOS DA INVESTIGAÇÃO
Qualquer pesquisa científica, para seu desenvolvimento, exige de qualquer
forma objectivos que irão determinar os possíveis conteúdos, e estes os
principais métodos de operação para se atingir o pretendido. Assim, na
investigação a ser realizada não fugira à regra. Para o efeito, basteirar-se-á nos
seguintes objectivos:
6.1. OBJECTIVO GERAL
“Termo que designa uma meta de ensino a ser alcançada durante uma
sequência alargada de ensino, por exemplo, um ano, um semestre ou um
trimestre” (Marques, 1999) este tipo de objectivo, começa-se por identificar os
grandes traços dos perfis desejados para os níveis de escolaridade, em termos
de conhecimentos, atitudes e aptidões a adquirir. Assim, procurar-se com o
presente estudo o seguinte:
1. Compreender os efeitos da auto-estima e da motivação no sucesso escolar
dos alunos da 9ª classe.
6.2. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
Para a materialização das intenções prescritas nesta investigação, delimitar-se-
á como passos os seguintes:
1. Revisar a Literatura específica;
2. Diagnosticar a auto-estima e o estado motivacional dos alunos em
causa;
3. Levantar possíveis factores que concorrem para a falta de auto-estima e
motivação nos alunos;
4. Predefinir estratégias/ modelos sugestivos que visem a ultrapassar os
alunos com problemas e falta de auto-estima e motivação em contesto
escolar;
5. Contactar a Direcção da escola para o estabelecimento do contracto de
confiança;
6. Elaborar, contextualizar e aplicar o instrumento de recolha de dados
(Inquérito de tipo questionário) direccionado aos alunos em causa;
7. Elaborar a monografia;
8. Elaborar conclusões e sugestões tendo em conta os dados estatísticos.
7. OPCÇÕES METODOLÓGICAS
Entende-se por metodologia como sendo “a observação sistemática dos
fenómenos da realidade através de uma sucessão de passos orientados por
conhecimentos teóricos, buscando explicar as causas desses fenómenos, suas
correlações e aspectos relevantes” (Goldenberg 1997). Com o intuito de se
atingir os objectivos preconizados servir-se-á das metodologias que se
empregarão durante e pesquisa que se levará a cabo nesta investigação. Para
todos efeitos, o design a ser utilizado será de tipo descritivo,
7.1. MÉTODO DESCRITIVO
Segundo Ventura (2003), o design pode ser definido como o conjunto de
procedimentos e orientações a que a investigação deve estabelecer, tendo em
vista o rigor e o valor prático da informação. Para a presente investigação,
optar-se-á no uso do design descritivo. Pois, a mesma oferecerá maior
rigorosidade e fidelidade na interpretação dos dados.
Na perspectiva de Andrade (2002), ilustra-nos que a pesquisa descritiva
preocupa-se em observar os factos, regista-los, analisa-los, classifica-los e
interpreta-los e o pesquisador não interfere nele. Assim, os fenómenos de
natureza humanos são estudados, mas não são manipulados.
Para além deste método, outros métodos serão utilizados a fim de se
compreender os aspectos já estudados sobre o tema, e se perceber melhor os
dados a recolher na fase empírica, tais como:
Métodos de Nível teórico: Analise-Síntese, Hipotético-Dedutivo
Sistemático.
Métodos de Nível Empírico: Funcionalista, Experimental e de
Observação.
A nível dos métodos empíricos privilegiar-se-á a observação científica
que “consiste na percepção directa do objecto de investigação” Ricardo
(2009), visto que a pesquisa exigirá não só observar mas também viver
o processo para melhor identificar as causas do problema.
Métodos de Nível estatístico - matemático: Estatístico que será
utilizado na fase da interpretação dos dados a obter. Far-se-á recurso ao
método estatístico, porque de acordo Quelets.s.d, citado por Maconi &
Lakatos (2002):
“os processos estatísticos permitem obter, de conjuntos complexos,
representações simples e constatar se essas verificações simplificadas têm
relações entre si; visto que também fornece uma descrição quantitativa da
sociedade, considerada como um todo organizado”.
Pesquisa bibliográfica: “[...] abrange toda bibliografia já tornada pública
em relação ao tema estudado, desde publicações avulsas, boletins,
jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, materiais
cartográficos, etc. [...] e sua finalidade é colocar o pesquisador em
contacto directo com tudo o que foi escrito, dito ou filmado sobre
determinado assunto [...]” (Lakatos & Marconi 2001).
7.2. TIPO DE PESQUISA
Esta investigação centrar-se-á num contexto social pouco formalizado e onde
as estruturas organizacionais “escola” e a informação apresentarão ainda
grandes limitações de disponibilidade, com grandes necessidades de
desenvolvimento e compreensão da respectiva dinâmica ou fenómeno em
causa. Portanto, optar-se-á por isso por uma abordagem de cunho quantitativa
à investigação.
É um tipo de investigação de carácter indutivo-descritivo, em que o investigador
desenvolve conceitos, ideias e entendimentos a partir de padrões encontrados
nos dados, em vez de tentar comprovar modelos, teorias ou verificar hipóteses
já existentes nesses mesmos dados existentes
Assim, a pesquisa descritiva preocupa-se em observar os factos, regista-los,
analisa-los, classifica-los e interpreta-los e o pesquisador não interfere nele.
Assim, os fenómenos da natureza e humanos são estudados, mas não são
manipulados (Andrade 2002).
8. DETERMINAÇAO DA POPULAÇAO E AMOSTRA
8.1. POPULAÇÃO
Define (Coutinho 2011), população como o conjunto de pessoas ou elementos
a quem se pretende generalizar os resultados e que partilham uma
característica comum. Na presente investigação, ter-se-á como população,
todos os alunos matriculados no presente ano lectivo e que estejam a
frequentar a 9ª classe da respectiva escola.
8.2. AMOSTRA
Para o mesmo autor, a amostra “é um grupo de sujeitos seleccionados para
representar a população inteira de onde são provenientes” (Coutinho, 2011).
Desta feita, na presente investigação se pretende utilizar uma amostragem de
tipo senso.
8.2.1. CRITERIOS DE SELEÇÃO A APLICAR NA AMOSTRA
Com perspectiva de tornar a amostra representativa utilizar-se-á a para
investigação uma amostragem de tipo senso. Optar-se-á pelo uso desta
técnica, por se pretender investigar apenas uma parte da população existente
na escola, isto é, investigar-se-á apenas alunos da 9ª classe. Sendo que, a
escola não possui números de turmas amplas.
9. INSTRUMENTO A APLIAR DURANTE O PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO
A escolha da técnica para a recolha de dados incide assim no método
quantitativo. Num estudo de carácter descritivo a recolha de dados pode vir de
diversas técnicas Heaton (2004) incluindo entrevistas, questionários, notas de
observações entre outras. Desta forma, para vir dar suporte a este estudo
aptar-se-á uma metodologia única, de questionário.
De acordo com Fortin (2000) apud (Bartolomeu, 2016, p. 46), afirmam que “o
questionário auxilia a organizar, normalizar e a controlar os dados, para que as
informações procuradas e obtidas possam ser colhidas de forma rigorosa”. Por
outra, o questionário “constitui o meio mais rápido e barato de obtenção de
informações, além de não exigir treinamento do pessoal e garantir o
anonimato” (Gil, 2002).
Para o autor, o questionário consiste basicamente em traduzir os objectivos
específicos da pesquisa em itens bem redigidos. Segundo (Cervo & Bervian
2002), são de opinião que o uso desta técnica de colecta de dados “refere-se a
um meio de obter respostas às questões por uma fórmula que o próprio
informante preenche”. E no mesmo pode conter:
O mesmo pode conter perguntas abertas e/ou fechadas. As abertas
possibilitam respostas mais ricas e variadas e as fechadas maiores
facilidades na tabulação e análise dos dados.
Portanto, optar-se-á pela utilização desta ferramenta por ser uma forma
eficiente de obter os dados desejados e por considerar que, à medida
que o respondente for indagado em função das perguntas, facilitará a
adaptação da linguagem e o enriquecimento da colecta dos dados.
10. PROCEDIMENTOS NA UTILIZAÇÃO DO INSTRUMENTO
Antes da aplicação dos inquéritos aos alunos far-se-á o pré-teste do referido
instrumento com a finalidade ver se o instrumento apresenta problemas de
preenchimento, de seguida, adapta-lo ao contexto dos participantes e evitar
possíveis ambiguidades.
No decorrer dessa investigação será necessário ter em consideração uma série
de procedimentos de forma a garantir a correcta recolha e análise de dados
garantindo critérios éticos de consentimento. Assim, serão antes esclarecidos
sobre o motivo do preenchimento e o objectivo da investigação, também lhes
serão garantido o anonimato de suas individualidades utilizando apenas as
informações para fins académicos ou de investigação.
A aplicação e recolha do instrumento se dará de forma colectiva, para evitar
interferências no modo de preenchimento por parte dos alunos das demais
turmas. De salientar, que os mesmos serão aplicados fora das horas normais
de aulas, isto é, aproveitando a cada 15 minutos de intervalo maior e serão
aplicados no mesmo dia nos dois turnos (manhã e tarde)
11. RELEVÂNCIA DO ESTUDO
Tendo em conta a investigação ora a vir a efectuar-se, e com a conclusão da
mesma espera-se o seguinte:
A nível teórico:
Que esta investigação sirva de consulta bibliográfica aos alunos que
apresentam índices baixo de auto-estima e fraca motivação.
Que esta investigação ajude na compreensão de professores, pais e
encarregados de educação sobre a importância de motivar os filhos e/ou
alunos nas de modo a se ultrapassar questões de insucesso.
A nível prático:
Espera-se que depois de lida e compreendida a monografia a elaborar
sente-se na prática um impacto positivo no que respeita a maneira de
ser e estar com os alunos emotivos ou que apresentam um índice baixo
de auto-estima.
Que na vida prática, os professores diversificam as estratégias de
ensino pois, ver-se-á no decorrer das aulas que cada aluno apresenta
um autoconceito sobre si mesmo diferente do outro e outros ainda
apresentarão um índice alto de auto-estima relativamente aos demais.
12. CRONOGRAMA DE ACTIVIDADE
Para se obter uma investigação enorme, geralmente precisa-se da elaboração
de um plano de cronograma de actividades no tempo eficiente e eficaz. A
tabela a baixo, irá demonstrar o plano de acções a ser realizadas.
Períodos
Actividades Ju Ou No De
Julh Agost Set
n t v z
Levantamento bibliográfico X
Definição do problema de pesquisa X
Definição dos objectivos da
X X X
investigação
Revisão geral de literatura X X
Definição dos procedimentos
X
metodológicos
Elaboração do instrumento de
coleta de dados e respectiva X X
aplicação
Elaboração, revisáo e conclusáo da
X
monografia
Revisão geral da monografia e
X
entrega
Defesa da monografia X
13. PLANO ORÇAMENTAL
Para o mundo académico, é sabido que, todo e qualquer envolvimento de
investigação científica, exige consigo um investimento de recursos enormes
monetariamente inerentes a custos. Assim, este trabalho não irá desobedecer
a regra e, de uma forma probabilística, estará ou está estimado num orçamento
aproximado de 537.450.00 (Quinhentos e Trinta e sete mil e quatrocentos e
cinquenta kwanzas) e, distribuído da seguinte maneira:
Designação Quantidade Valor monetário
Aparador de Lápis 2 Caixa 1.000.00 Kz
Borracha 1 Caixa 5.00.00 Kz
Computador com Impressora 01 250.000.00 Kz
Discos Graváveis CDR 1 Caixa 1.500.00 Kz
Esferográficas 1 Caixa 1.000.00 Kz
Lápis de Carvão 1 Caixa 500.00 Kz
Papel 2 Caixa 8.000.00 Kz
Pen Drive 04 8.000.00 Kz
Total 08 270.500.00 Kz
14. POSSÍVEL ESTRUTURA DO ESTUDO
Assim, ter-se-á como estrutura do estudo os seguintes passos: uma introdução
que salientará: a) situação problemática; b) caracterização da situação real e
actual; c) caracterização da situação ideal desejada; d) formulação do
problema; e) definição de conceitos – chave; f) objectos de investigação; g)
campo de acção; h) determinação da população; i) determinação da amostra; e
j) metodologia utilizada e suas respectivas vantagens e desvantagens.
De conformidade com os aspectos acima em epígrafe, esta investigação
contará com dois capítulos, nomeadamente:
CAPITULO I: Fundamentos teóricos: Sustentará com base em alguns
teóricos que darão maior contributo acerca do tema em questão;
CAPITULO II: Fundamentação metodológica: Caracterizar-se-á a escola
ora a investigar, a caracterização da população alvo de estudo, os
métodos e técnicas a utilizar e os objectivos a alcançar, não obstante as
conclusões e sugestões.
Apresentar-se-á de seguida os anexos, onde poderá ser inserido alguns
elementos secundários resultantes de uma pesquisa científica. Exemplo:
algumas imagens fotográficas e outros elementos como apêndices etc..
REFERÊNÇIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Almeida, L. (2002). Factores de sucesso/insucesso no ensino superior.
In Actas do Seminário “Sucesso e insucesso no ensino superior”. Braga.
2. Andrade, M. (2002). Como preparar trabalho para cursos pós
graduação: noções práticas. 5ª- Ed. São Paulo: Atlas Editora.
3. Bartolomeu, J. (2016). Avaliação Por Objectivo - Estratégia Eficaz para a
Avaliação de Desempenho do Capital Humano na. Repartiação Fiscal do
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4. Cardoso, J. (2013). O professor do futuro. Lisboa – Guerra e Paz S.A.
5. Cervo, A. & Bervian, S. (2002). Metodologia Cientifica, 5ª ed. São Paulo:
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6. Coutinho, C. P. (2011). Metodologia de Investigação em Ciências
Sociais e Humanas: Teoria e Prática. Porto: Edições Almedina.
7. Ferreira, D. (2002). A inclusão de crianças com NEE no ensino regular.
Tese de Mestrado, Escola Superior de Educação Almeida Garrett,
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10. Heaton, J. (2004). Reworking Qualitative Data. London: Sage
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12. Klausmeier, H. J. (1977). MANUAL DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL-
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14. Marconi, A. & Lakatos, E. (2001). Técnicas de pesquisa. 4 Edição. São
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15. Marconi, A. & Lakatos, E. (2002). Técnicas de pesquisa: panejamento e
execução de pesquisa, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração,
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16. Marques, R. (1999). Modelos Pedagógicos Actuais. Lisboa: Plátano
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17. Pereira, M. (2008). O envolvimento dos pais na escola. Jornal dos
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sociedade e a famílias revista serviço social e sociedades 48 ano XVI.:
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19. Ventura, M. (2013). Metodologia de Investigação Cientifica. Lubango:
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20. Villas-Boas, (2001). Educar com os pais. 1ª Edição. Lisboa.
OUTROS DOCUMENTOS CONSULTADOS
1. Associação dos Psicólogos Americanos (2010). Manual de Publicações
da Associação Americana de Psicologia. 6 Edição – Washington, de
APA.
2. Santos, F. (2011). Citação de fontes na escrita científica: guia de estudo
(labReport nº 3). Porto: faculdade psicologia e de ciências da Educação,
laboratário de neuropsicologia. Disponível em: [Link]
Pt/labpsi/data files09labreports) labresport 3. Pdf.