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(Leitura) Biodiversidade - Livro

resumo de leitura livro de biodiversidade

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BIODIVERSIDADE - UMA INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1: O QUE É BIODIVERSIDADE - AULA 1

- Elemento mais fundamental da biodiversidade: ESPÉCIES


- Biodiversidade é a VARIEDADE da vida - se refere à variação de todos os níveis biológicos de
organização (organismos, população, comunidade, ecossistema, biosfera…)
- Assim, é possível analisar o grau de biodiversidade de uma pequena comunidade, de um
ecossistema e da Terra inteira
- Em 5 de Junho de 1992, na Conferência das Nações Unidas, foi assinado um tratado sobre A
Convenção da Diversidade Biológica (CBD), que propôs a definição de biodiversidade mais
usada e aceita hoje em dia - DIVERSIDADE DENTRO DAS ESPÉCIES, ENTRE AS
ESPÉCIES E ENTRE ESPÉCIES E ECOSSISTEMAS
- O conceito de biodiversidade serve como conceito unificante

ELEMENTOS DA BIODIVERSIDADE (DIMENSÕES)

- DIVERSIDADE ECOLÓGICA
- Abrange as escalas de diferenças ecológicas de populações (de nichos à hábitos, a
biomas)

- Biomas
- Biorregiões
- Paisagens
- Ecossistemas
- Habitats
- Nichos
- Populações

- DIVERSIDADE GENÉTICA
- Corresponde à variação genética entre indivíduos de uma mesma população e entre
populações

- Populações
- Indivíduos
- Cromossomos
- Genes
- Nucleotídeos

- DIVERSIDADE DE ORGANISMOS/ESPÉCIES
- Corresponde à hierarquia taxonômica e seus componentes (espécies, gênero…)

- Domínios ou Reinos
- Filos
- Famílias
- Gêneros
- Espécies
- Subespécies
- Populações
- Indivíduos

- Quando se trata de Diversidade de Espécies, a maior parte dos elementos são vistos como
conceitos humanos convenientes para colocar os seres vivos em “caixinhas”
evolucionárias
- Ainda, há debate sobre quantos reinos taxonômicos deveriam existir - atualmente, a
classificação mais aceita é a de três domínios (Archaea, Bacteria e Eukarya)
- Além disso, o conceito de “diferentes hábitats” é de difícil definição pois na vida real não
existe o começo ou final de nenhum hábitat - os elementos da biodiversidade NÃO SÃO
INDEPENDENTES
- Mesmo quando nos deparamos com certa dificuldade de definir ou aplicar alguns
conceitos básicos da biodiversidade, os mesmos ainda são IMPORTANTES ferramentas
para pensar e estudar a biodiversidade
- Elemento fundamental da biodiversidade: espécies

ESPÉCIES

- Do mesmo modo que existem diversas definições para a biodiversidade, também existem
diferentes perspectivas sobre espécie, podendo enxergar “espécie” como:

- Espécie biológica
- cruzamento natural entre populações que não reproduzem com outros grupos

- Espécie de coesão
- pequenos grupos que compartilham mecanismos de coesão (nicho…)

- Espécie ecológica
- Linhagem diferente em algum aspecto de outras linhagens
- Evolui separada de todas as outras

- Especie evolutiva
- Uma linhagem ÚNICA e distinta das outras, tendo suas próprias tendências
evolutivas e destino histórico

- Espécie morfológica
- Pequenas populações naturais separadas por uma pequena diferença de caracteres
que possa ter surgido

- Espécie filogenética
- Pequeno grupo de organismos que são distintos porém possuem padrão de
ancestralidade e descendência

- Espécie de reconhecimento
- Grupo de organismos que se reconhecem com o propósito de cruzamento e
fertilização

APLICAÇÃO PRÁTICA

- Para a aplicação prática do conceito, a mais comum é a aplicação MORFOLÓGICA, no entanto,


também possui problemas, como:
- A análise morfológica de uma espécie pode não refletir ligações reais que
“juntam”organismos em uma unidade natural

MEDINDO BIODIVERSIDADE

- É importante medir a biodiversidade para entender como ela tem mudado com o tempo, entre
outras questões
- Muitas das medidas de biodiversidade tem dois componentes: o número de “unidades” e o grau
de diferença entre elas
- A variedade dos elementos de possível análise da biodiversidade impede que haja uma medida
única da biodiversidade - é impossível determinar categoricamente a biodiversidade de uma área
ou grupo de organismos
- Medidas de biodiversidade são comumente usadas para tomada de decisões acerca da
conservação da biodiversidade
- Já na diversidade genética, a determinação de sequências de nucleotídeos é um dos maiores meios
de medir a diversidade genética
- Organismos multicelulares tendem a ter mais DNA do que organismos unicelulares
- Maior complexidade morfológica - maior o tamanho do genoma
- A comparação genômica sugere a existência de vários segmentos de genes universais - sugerindo
a existência de um set de sequências de DNA que TODAS as células devem ter
- Maior divergência na sequência de nucleotídeos - maior diversidade taxonômica (mais distantes
os organismos estão)
- Dificuldades associadas à utilização da diversidade genética como forma de medir a
biodiversidade:
- A compreensão limitada de como a diversidade genética se relaciona com os resultados
de sua expressão (como o fenótipo se relaciona com o genótipo)
- Ainda, existem poucos dados disponíveis acerca da diversidade genética através do
tempo e espaço

- Normalmente, a biodiversidade é mais facilmente medida por RIQUEZA DE ESPÉCIES - o


número de espécies
- Benefícios da medição da biodiversidade pela riqueza de espécies:
- Aplicação prática é fácil
- Já há muita informação existente sobre o número de espécies existente
- A possibilidade de substituição de outras medidas para o uso da riqueza de espécies -
exemplo de análise feita: geralmente grandes números de espécies carregam maior
número de diversidade genética, assim, estamos inferindo algo sobre a genética com base
na riqueza de espécies
- Ampla alicação

- Limitações do uso da riqueza de espécies na medição da biodiversidade


- A definição do que é uma espécie
- Diferentes tipos de diversidade

CAPÍTULO 2: BIODIVERSIDADE ATRAVÉS DO TEMPO - AULA 2

- Para entender a estrutura atual e futura da biodiversidade, é importante compreender como esta
surgiu e como se transformou com o passar do tempo
- A obtenção de informações acerca da biodiversidade se dá através de duas fontes principais:
- Análise de dados provenientes de registros fósseis
- Análise de dados moleculares

REGISTROS FÓSSEIS

- O rico registro fóssil possibilitou a descoberta e análise da história da vida na Terra


- O registro fóssil não é perfeito - o registro é muito melhor para alguns períodos do que outros
- Uma pequena porcentagem da biodiversidade deixou fósseis - não conseguimos analisar a
TOTALIDADE da biodiversidade através deles
- Além disso, apenas uma pequena parte de todos os fósseis deixados foram recuperados
- Ainda, existem grupos de seres vivos que possuem/possuiam maior tendência de deixar fósseis -
há tendência de encontrar fósseis de seres vivos mais abundantes, com maior área de distribuição
e que viveram por maiores períodos de tempo
- O pouco que conseguimos encontrar não retrata fielmente a história
- Mesmo que longe de ser completado, o registro fóssil ainda é importante para prover
informações sobre períodos da vida na Terra

EVIDÊNCIA MOLECULAR

- Mesmo que registro fóssil seja o mais usado hoje em dia, a análise molecular tem crescido
significativamente
- A comparação de dados moleculares permite a criação de árvores filogenéticas - sendo possível
encontrar o quão próximas evolutivamente as espécies são
- Através da análise filogenética, o tempo de diferentes eventos evolucionários pode ser estimado
- Registro fóssil nem sempre “concorda” com as informações descobertas na análise molecular
- Os registros fósseis não são geralmente usados para estimar o período de primeiras aparições de
grupos pois há baixas chances de que indivíduos tão antigos tenham se mantido fossilizados e que
nós os encontremos
- Do mesmo modo, a estimativa de surgimento de grupos através de análise molecular se dá através
de interpretações da dinâmica da natureza e do relógio molecular
- Assim, um caminho útil para desvendar segredos do passado da biodiversidade é utilizar registros
fósseis e análise molecular

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