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JULGAMENTO

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ROTEIRO

JUIZA: todos em seus devidos lugares. Declaro aberto o caso 1897 (possível violência
contra mulheres).
JUIZ: passo a palavra para a vítima relatar o acontecimento.
VÍTIMA: Eu estava em casa como todos os dias, esperando o Pedro chegar, foi quando
vi o carro dele parando na frente de casa e poucos minutos depois, Pedro entra em
casa e me olha com um olhar de ódio, me pega pelo braço e me joga contra a parede
afirmando que eu estava traindo ele com meu primo. (com voz de choro ) nem pude
me defender, naquele momento começou as agressões de todo tipo que se pode
imaginar, com cabos de vassoura, copos e socos no corpo. Minha sorte foi que alguém
chamou a polícia e eles chegaram a tempo de pegar Pedro em flagrante com um cabo
na mão, me espancando.
JUIZA: a palavra está com o advogado de defesa do Réu.
DR. MARCÉLO: (fala livre)
JUIZ: peço que o Réu dê seu depoimento.
RÉU: a poucos messes, traí minha esposa Marianne com uma colega de trabalho, notei
que Marianne estava estranha então descobri que de algum jeito ela soube da traição.
DR. RUY BARBOSA: excelência, o Réu está confessando uma traição... ótimos motivos
pra incriminar a vítima né?
DR. MARCELO: protesto!
JUIZ: protesto aceito ( bate o martelo) peço que os advogados fiquem em silêncio
enquanto o Réu dá o seu depoimento.
RÉU: bom continuando .... um dia cheguei cansado do trabalho e ouvi gritos de socorro
dentro da minha casa, óbvio que fui correndo ver o que tinha acontecido com
Marianne, mas quando entrei vi ela se cortando com pedaços de vidros e se batendo
com cabos de madeira gritando por ajuda, pensei que ela estivesse com algum tipo de
crise , mas não era só pra ferrar a minha vida. Logo depois a polícia chegou e me viu
com um cabo na mão tentando acalmar ela, e como todo mundo, pensaram que eu
estava agredindo minha própria esposa.
ADVOGADOS DA VÍTIMA: vossa excelência está claro que o Réu está mentindo.
Criando uma história totalmente sem sentido apenas para fugir de sua sentença.
ADVOGADOS DO RÉU: protesto! Quais são as suas provas para alegar que o réu está
mentindo?
JUIZ: protesto aceito!
JUIZA: agora daremos início aos depoimentos das testemunhas. Tanto da vítima
quanto do Réu!
POLÍCIAIS: ( Buscam a primeira testemunha )
JUIZ: Jefferson otávio com o testemunho a favor do Réu, você jura dizer somente a
verdade neste julgamento?
JEFFERSON: eu juro!
JUIZA: prossiga com o seu depoimento.
JEFFERSON: Olá boa tarde. Me chamo Jefferson e sou vizinho do casal a quase um ano.
Naquela noite, eu ouvi gritos de socorro claramente vindo de Marianne, mas quando
fui ajudar percebi que Pedro não estava em casa então chamei a polícia por que
poderia ser um ladrão, quando a polícia chegou vi eles levando Pedro.
ADVOGADOS DA VÍTIMA: se você foi ajudar, viu o que Marianne estava fazendo em si
mesmo, segundo o depoimento do Réu ?
JEFFERSON: não. Confesso que quando achei que era um ladrão, fiquei com medo e fui
embora, liguei para a polícia quando já estava em minha casa.
ADVOGADOS DO RÉU: Então você alega que Marianne estava fazendo algo contra o
próprio corpo pra incriminar o Réu?
JEFFERSON: sim. Por que não havia ninguém na casa além dela.
JUIZA: testemunha encerrada. ( bate o martelo)
JUIZ: entre a testemunha a favor da vítima.
JUIZA: Júlio César, você jura dizer somente a verdade neste julgamento?
JULIO: SIM!
JUIZ: declaro testemunho aberto! ( bate o martelo)
JULIO: olá boa tarde, me chamo Júlio César e sou o primo de Marianne. Venho
informar que nunca tive nenhum tipo de relação sexual com minha prima Marianne e
que as agressões de Paulo contra ela, foram sem motivo algum.
ADVOGADOS DA VÍTIMA: como você descreveria a relação do casal?
JULIO: eles passavam a maior parte do tempo brigando.
JUIZ: testemunho encerrado! ( bate o martelo)
JUIZA: com a palavra os advogados do réu!
DR. JOSÉ ROBERTO: (mostra imagens).
[Link]ÉLO: como vocês podem ver, eu consegui imagens das câmeras de segurança
onde Marianne corta seu próprio corpo, sozinha em sua casa. Provando a inocência do
réu.
DR. PAULO: protesto ! por que essas provas não foram mostradas no início do
julgamento?
JUIZA: negado! (bate o martelo)
[Link]É : um tempo depois do ocorrido, fui no local procurar por provas e vi uma
câmera de segurança mas quando fui ver o histórico, Afirmo que Marianne avia
apagado. Mas com ajuda de meu colega consegui recuperar as filmagens!
JUIZ: depois de uma conversa com minha colega juíza, chegamos a uma decisão.
JUIZA: declaramos o réu inocente de todas as acusações. ( bate o martelo)
JUIZ: declaro Marianne culpada e pagará sua pena na penitenciária regional de São
Luiz -Ma!
PERSONAGENS:

Réu: wellison
Vítima: jamilly
Advogados do réu:
[Link] (Luiz Gustavo)
[Link]é Roberto ( thyago)
Advogados da vítima:
[Link] ( Ryan)
[Link] Barbosa ( Pedro Paulo)
JUIZA: Ana Julia
JUIZ: Otávio
POLICIAIS:
Dayllan
Lucas Gabriel
TESTEMUNHO DO RÉU:
Jefferson Otávio
TESTEMUNHO DA VÍTIMA:
Júlio César

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