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Sogrape: História e Vinhos de Portugal

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Diogo Pinto
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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IMPORTANTE

Esta apresentação é propriedade da Sogrape Wine Academy (SWA)


e não pode ser copiada, comercializada ou usada, na totalidade ou em partes,
para outros fins que não sejam os de formação conduzidas pela Sogrape,
sem a devida autorização da SWA.

Contactos
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[Link]
REGIÕES PORTUGUESAS SOGRAPE
CURSO DE VINHO FERNANDO FERRAMENTAS

Lígia Marques DipWSET


Sogrape Wine Academy

2
SOGRAPE VINHOS

3
SOGRAPE | Início

Em 1942, Fernando van Zeller Guedes e um grupo de amigos


funda no Norte de Portugal a empresa Sogrape.

A sigla SOGRAPE deriva da escritura pública – Sociedade


Comercial dos Grandes Vinhos de Mesa de Portugal.

80 anos depois, liderada pela 3ª geração da família Guedes, a


Sogrape é a mais importante empresa de vinhos de Portugal.
Fernando Van Zeller Guedes (1903-1987)

4
SOGRAPE | Mateus

Criado pouco depois da fundação, o conceito inovador de


Mateus – um vinho rosado, fresco e ligeiramente pétillant,
numa garrafa inspirada nos cantis dos soldados da Iª
Grande Guerra – teve um grande sucesso rapidamente,
tornando-se o vinho português mais exportado de sempre.

5
MATEUS

6
© MATEUS 2021 - ALL RIGHTS RESERVED - STRICTLY CONFIDENTIAL - UNAUTHORIZED REPRODUCTION OR DISTRIBUTION.
Brand Portfolio

Gama

Mateus Original
Mateus Original tem uma cor muito atrativa e brilhante e a
vivacidade cativante dos vinhos jovens.

Mateus Rosé é um vinho rosé de cor muito apelativa e


brilhante. Globalmente, é um vinho fresco e sedutor com boa
intensidade aromática e toda a jovialidade dos vinhos jovens.
Na boca, é muito equilibrado e tentador, brilhantemente
complementado por um final suave e ligeiramente «pétillant».
Servir frio (6ºC-8ºC), em copo flute ou tipo tulipa.

Álcool: 11% | CO2: 2,8 g/L | Açúcar residual: 15 g/L | pH: 3,2 - 3,3

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Gama

Mateus Original
Mateus Original é produzido com uvas tintas de várias regiões
de Portugal, sendo um “Vinho Rosé”

Mateus Rosé Original é produzido a partir de uvas tintas –


sobretudo Baga, Rufete, Tinta Barroca, Touriga Franca –
provenientes de várias regiões em Portugal, com destaque
para as Beiras e Trás-os-Montes.
Os vinhos são vinificados maioritariamente nas adegas da
Sogrape da Anadia (Bairrada) e da Bemposta (Bragança, junto
ao Douro Internacional).

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Gama

Mateus Original
Mateus Original é vinificado pelo método tradicional de
produção de rosés, sem contacto com películas.

A vinificação de Mateus Rosé Original segue o método


tradicional dos vinhos brancos, e a fermentação é lenta, sem
películas das uvas, em cubas de aço inox sob temperatura
controlada de 16ºC. A vinificação ocorre ao longo do ano para
garantir maior frescura. Todo o processo é extremamente
cuidado para garantir consistentemente a manutenção do
estilo, cor e frescura única de Mateus.

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Gama

Mateus Original
Mateus Original é um vinho muito versátil, ideal para
consumir simples ou a acompanhar comidas do mundo

• Mariscos, Sushi e sashimi, Peixes gordos


• Saladas, Pizzas, Massas
• Legumes (grelhados, estufados, fritos)
• Tapas e petiscos
• Comida internacional condimentada
• Hambúrgueres, sanduíches, tostas e wraps
• Queijos (salgados, pasta semi-dura a firme)
• Tábua mista (charcutaria e queijos)

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Mateus

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Mateus
80 Anos – Edição Limitada
Música [eletrónica, fado, rock]
Brand Portfolio

Mateus
Mateus continua a ser uma das marcas prioritárias da
Sogrape, com vendas de c.20 milhões garrafas/ano, e
presença em 120 mercados.

O sucesso de Mateus Rosé marcou o futuro da empresa,


permitindo investir em múltiplas regiões em Portugal e no
mundo.
SOGRAPE | Mundo

Presença mundial com operações de produção e distribuição


15
SOGRAPE | Marcas

Vinhos e Marcas de Qualidade Superior


16
SOGRAPE | Hoje

Hoje liderada por Fernando da Cunha Guedes


(Presidente e 3ªgeração da família fundadora)

Sogrape tem o sonho


de ser admirada como a mais bem sucedida
empresa familiar de vinhos do mundo.

17
SOGRAPE EM PORTUGAL
PRINCIPAIS REGIÕES

18
O VINHO EM PORTUGAL

Na União Europeia e em Portugal, de acordo com legislação aplicável,


produz-se:

1. Vinhos com Indicação Geográfica - IG


• DOP ou DOC – Denominação de Origem Protegida / Controlada
Ex: DOC Douro, DOC Dão, etc.
• IGP ou Regional – Indicação Geográfica Protegida
Ex: Vinho Regional Minho, Alentejano, Duriense…

2. Vinho
• vinho com indicação de ano e/ou casta
• simplesmente «Vinho»

19
O VINHO EM PORTUGAL

Portugal tem várias regiões vitivinícolas que produzem 31 DOC e 14 IG/Regional.

DOP | DOC IG | Regional

Fonte:
[Link] 20
O VINHO EM PORTUGAL

Fonte:
[Link] 21
PORTUGAL | Sogrape

A Sogrape produz vinho nas principais regiões de Portugal.

Douro (DOC + Vinho do Porto):


Quinta da Leda, Quinta do Seixo, Quinta do Porto,
Quinta do Caêdo, Quinta do Vau, Quinta do Sairrão,
Quinta do Cavernelho, Tapada do Castanheiro

Vinhos Verdes, Quinta de Azevedo

Dão, Quinta dos Carvalhais

Bairrada, Quinta de Pedralvites, Quinta de Barzomba

Lisboa, Quinta da Romeira

Alentejo, Herdade do Peso, Quinta do Centro


22
VINHO VERDE
QUINTA DE AZEVEDO

23
VINHO VERDE

QUINTA DE AZEVEDO
Lama | DO Vinho Verde
24
VINHO VERDE

A frescura, leveza e expressão aromática com destaque


para as notas frutadas e florais, definem e diferenciam o
Vinho Verde.

Os mais típicos são os brancos, com aromas frutados e florais,


notas de frutos citrinos, maçã madura e peras, dependendo das
castas. Na boca são vinhos leves e frescos e com teores alcoólicos
pouco elevados. Harmoniosos e com uma acidez viva, são vinhos
perfeitos servidos simples ou a acompanhar aperitivos e comidas
ligeiras, sobretudo para consumo enquanto jovens.

25
VINHO VERDE

Demarcada em 1908, a Região dos Vinhos Verdes localiza-se


no noroeste de Portugal, na zona do Entre-Douro-e-Minho.

A região é delimitada pelo rio Minho (N), pelo rio Douro


e serras da Freita, Arada e Montemuro (S), pelas serras da
Peneda, Gerês, Cabreira e Marão (E) e Oceano Atlântico (O).
A área de vinha é de c.20.000 hectares.

O clima é de tipo Marítimo, com invernos não muito frios e


com bastante chuva, e verões amenos e pouco pluviosos.

26
VINHO VERDE

A Região dos Vinhos Verdes assenta em solos


predominantemente de origem granítica. Em geral, são solos
pouco férteis e com baixa capacidade de retenção de água.

As principais castas são:

BRANCAS: Loureiro, Arinto/Pedernã, Trajadura e


Alvarinho

TINTAS: Vinhão, Espadeiro, Padeiro, Borraçal

27
VINHO VERDE

A Região dos Vinhos Verdes tem 9 sub-regiões,


definidas de acordo com variações nos tipos de solos
e microclimas, com diferentes castas recomendadas à
produção de vinhos, espumantes e aguardentes,
controlados e certificados pela CVRVV –
Comissão Vitivinícola Regional dos Vinhos Verdes.

A Quinta de Azevedo está na sub-região Cávado.


Fonte:
[Link]
28
VINHO VERDE | Quinta de Azevedo

QUINTA DE AZEVEDO
Lama | DO Vinho Verde
29
QUINTA DE AZEVEDO

A Quinta de Azevedo localiza-se em Lama,


junto a Barcelos (sub-região Cávado),
e ocupa uma área de 40ha (c. 36ha vinha).

Os domínios de Azevedo datam do Seculo XI por


doação real à família Azevedo. A propriedade foi
adquirida pela Sogrape em 1982, que restaurou e
requalificou o magnífico solar, instalou a adega e
plantou vinha com as castas Loureiro e Alvarinho.

30
QUINTA DE AZEVEDO

Os solos são sobretudo franco-arenosos com distintas


manchas e alguma argila, que ajuda a reter água
e a atingir melhores maturações.

O relevo é suave mas com alguma inclinação.


As vinhas estão plantadas numa orientação N-S,
beneficiando a videira do sol nascente–poente.

Quinta de Azevedo é uma vinha premiada (CVRVV)


e pratica-se viticultura sustentável em modo de
Produção Integrada.

31
QUINTA DE AZEVEDO

Quinta de Azevedo está


plantada exclusivamente
com castas brancas.

Destacam as castas
Loureiro (predominante)
e Alvarinho.

Condução em Cordão Royat bilateral, a 90cm solo, com área foliar de c.1,30m.
32
QUINTA DE AZEVEDO

João Porto
Diretor Viticultura

33
QUINTA DE AZEVEDO | Adega

A Quinta de Azevedo é servida por uma adega bem equipada e dimensionada onde são
vinificadas as uvas próprias da Quinta e uvas compradas a lavradores da região.
QUINTA DE AZEVEDO
SOGRAPE

35
QUINTA DE AZEVEDO

A equipa de enologia
é liderada por Diogo Sepúlveda

36
VINHO VERDE

37
LISBOA
QUINTA DA ROMEIRA

40
LISBOA

Localizada na faixa litoral centro de Portugal a


região «Lisboa» (antiga Estremadura) é ampla que
integra zonas antigas de produção de vinhos,
como Bucelas, Carcavelos, Óbidos e Colares, e de
aguardentes, como a Lourinhã.

Criada em 2008, a CVRLx – Comissão Vitivinícola


da Região de Lisboa certifica os vinhos da região.

Fonte: IVV
41
LISBOA

A região produz vinhos tintos, brancos, rosados,


espumantes, licorosos e aguardentes sob várias DO/IG:

• DO Encostas D’Aire (T, B, R, e “Medieval de Ourém”)


• DO Óbidos (Tintos, Brancos, Rosados e Espumantes)
• DO Alenquer (Tinto, Branco)
• DO Arruda (Tinto, Branco)
• DO Torres Vedras (Tinto, Branco)
• DO Lourinhã (Aguardente Vínica)
• DO Bucelas (Branco, Espumante)
• DO Colares (Tinto, Branco)
• DO Carcavelos (Licoroso Branco/Tinto)
+
• IGP Lisboa (T, B, R, Espumante, Licoroso e “Vinho Leve”)

Fonte: IVV | [Link]


42
LISBOA

A região é limitada pelo estuário do Tejo (S/SE), o


Atlântico (O) e por várias serras (E, N) até às Beiras.

O clima é sobretudo de tipo marítimo, temperado e


sem grande amplitudes térmicas. A pluviosidade
ronda os 600-700m mas a proximidade do mar traz
mais humidade e frescura, sobretudo no verão.
Região de transição entre zonas de ventos húmidos
e permanentes de Oeste, e zonas de verões secos.

A área de vinha é de c. 19.000 hectares.

Fonte: IVV
43
LISBOA

Os solos são maioritariamente argilo-calcários e


argilo-arenosos. O relevo não é muito acentuado.

É grande a variedade de castas e por sub-região.


Destacam as brancas Arinto, Fernão Pires e Rabo de
Ovelha (e Chardonnay, Sauvignon Blanc e Viognier)
e as tintas Aragonez, Castelão e Trincadeira (mais
Cabernet Sauvignon, Syrah e Merlot).

Os vinhos caracterizam-se pela sua fruta viva e


agradável e, em geral, são bebidos novos.
Os brancos são frescos e com alguma mineralidade
e os tintos são encorpados, com fruta e macios.

Fonte: Grandes Escolhas


44
Quinta da Romeira

45
Quinta da Romeira

46
Quinta da Romeira

A Quinta da Romeira existe desde 1703 mas a plantação


de vinha e a produção de vinhos nestas terras é muito
anterior. Foi adquirida pela Sogrape em 2019, marcando
a entrada da empresa na região «Lisboa».

Situa-se em Bucelas e tem 130 hectares de área, 75 vinha


A propriedade tem também uma casa do séc. XVIII,
jardins, e instalações de vinificação, engarrafamento, e
armazém com capacidade acima dos 20.000 hl.

47
Quinta da Romeira

A Quinta da Romeira recebeu convidados ilustres na


sua história, como o Duque de Wellington ou o Marquês
de Pombal, grandes apreciadores dos vinhos da região.

A propriedade teve diferentes donos ao longo dos


séculos, incluindo os Condes de Castelo Melhor. Em
1703, o 3º Conde enviou os seus melhores vinhos para
Inglaterra e, em honra de Catarina de Bragança, Rainha
de Inglaterra, institui em Bucelas o “Morgado de Santa
Catherina”, área que incluía a Quinta da Romeira e
nome que inspira o vinho de topo de gama da marca.

48
Quinta da Romeira

49
Quinta da Romeira

A Quinta da Romeira é fundamental em Bucelas.


Do total de c.160ha de vinha da região, 75ha pertencem
à Quinta da Romeira. A vinha plantada é também a
maior mancha da casta Arinto em Portugal.

Arinto é muito sensível ao terroir e aqui pode combinar


Acidez, Textura e Maturação. As várias parcelas da
quinta com diferentes altitudes, encostas e exposições
permitem grande diversidade de uvas, essencial para os
lotes finais. Os vinhos têm um grande equilíbrio de
frescura, riqueza de sabor, volume de boca, muita
persistência e ganham muito com o passar do tempo.

50
Quinta da Romeira

A vindima tipicamente ocorre em


meados de setembro.

As uvas colhidas no ponto ideal de


maturação são rapidamente levadas
para a adega, onde chegam em
excelentes condições.

A vinificação é cuidada e adaptada às


uvas e ao vinho que se quer obter, de
acordo com a opção de enologia.

51
Quinta da Romeira | Gama

PROVA RÉGIA
é um emblemático embaixador
dos vinhos de Bucelas.

Com mais de duas décadas de história, e


produzido totalmente a partir de Arinto,
transporta a leveza e a frescura do terroir
da única DO exclusiva para vinhos brancos
em Portugal.

Prova Régia
Arinto

52
Quinta da Romeira | Gama

MORGADO STA. CATHERINA


referência dos vinhos Arinto da região de
Bucelas, transportando a herança secular
dos grandes vinhos brancos da região.

A história do Morgado de Santa Catherina,


no qual se incluía a Quinta da Romeira,
remonta a 1703, ano em que foi instituído,
cumprindo as intenções de D. Catarina de
Bragança, rainha consorte de Inglaterra.

Morgado de Sta. Catherina


Arinto

53
DÃO
QUINTA DOS CARVALHAIS

56
DÃO

Os vinhos do Dão são conhecidos pela sua fineza,


complexidade e elegância.

São vinhos gastronómicos, de grande equilíbrio,


com boa acidez, aromas e sabores intensos e delicados,
e finais longos. Brancos e tintos, em lote ou monovarietais, o
seu perfil e grande potencial de envelhecimento intensifica a
natural complexidade, promovendo uma maturidade única.

57
DÃO

Demarcada em 1908, a Região do Dão localiza-se no centro-


norte de Portugal, no chamado Planalto Beirão, um enclave
montanhoso de orientação NE-SO, entre os 200-700 metros.

A região é rodeada por montanhas que a delimitam em todas


as direções e protegem da influência marítima (O), dos ventos
frios (N), do clima continental Ibérico (E) e da chuva (S).

A área de vinha é de c.14.000 hectares.


Fonte: IVV

58
DÃO

O clima é sobretudo de tipo mediterrânico moderado,


com verões quentes e secos, prolongados frequentemente
até ao Equinócio, e invernos chuvosos frios.

Aproximadamente 50% das vinhas está plantada entre


os 400m e 500m de altitude.

A vinha instala-se na sua maioria (97%) em solos de


origem granítica, caracterizados por uma textura arenosa
ou franco-arenosa, de boa drenagem.

59
DÃO

A Região do Dão é reconhecida pela qualidade dos tintos e


longevidade dos brancos. Das 50 castas permitidas, 18
(brancas/tintas) são as mais recomendadas para Dão DOC.

TINTAS: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Alfrocheiro, Jaen,


Trincadeira,…

BRANCAS: Encruzado, Gouveio, Bical, Cerceal, Arinto…

60
DÃO

A Região Demarcada do Dão tem


7 sub-regiões: Alva, Besteiros,
Castendo, Serra da Estrela,
Silgueiros, Terras de Azurara e
Terras de Senhorim.

A Quinta dos Carvalhais localiza-se


em Espinho no concelho de
Mangualde, que integra a
sub-região Terras de Azurara.

Fonte:
[Link] 61
Quinta dos Carvalhais representa a arte,
a autenticidade e a qualidade dos melhores vinhos do Dão,
sendo referência da região.
QUINTA DOS CARVALHAIS

Propriedade da Sogrape desde 1988, a Quinta dos Carvalhais


é uma das principais referências da Região do Dão há décadas.

A Quinta dos Carvalhais localiza-se em Espinho, Mangualde,


e ocupa uma área total de 105ha (50ha sob vinha).
Para além da casa e lagar antigos, inclui uma adega exemplar
e um armazém de barricas.

A QUINTA

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QUINTA DOS CARVALHAIS

Predominam os solos de origem granítica, de textura arenosa


a franco-arenosa, de boa drenagem, e algum xisto.

Estão identificados 9 tipos de solo diferentes.

A irrigação não é utilizada pois os solos retém água suficiente


para a videira. O relevo é suave sem inclinações dramáticas.

A QUINTA

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QUINTA DOS CARVALHAIS

Castas tintas – Touriga Nacional, Tinta Roriz, Alfrocheiro e Jaen


Castas brancas – Encruzado e Gouveio

A QUINTA

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QUINTA DOS CARVALHAIS

A QUINTA

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ADEGA

Construída em 1990 a adega está implantada para funcionar


por gravidade, permitindo o melhor tratamento às uvas.
Grande capacidade instalada para fermentação e guarda,
com cubas inox de diferentes tamanhos, adequadas às
necessidades e ao minifúndio da região.

A linha de pequenos volumes, destinada aos vinhos da mais


alta qualidade, vinifica em separado as uvas da quinta.

A ADEGA

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A ADEGA

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ARMAZÉM DE BARRICAS

A sala de barricas da Quinta dos Carvalhais tem ótimas


condições naturais para o envelhecimento de vinhos de alta
qualidade, em vasilhas de madeira de carvalho de vários
tamanhos, origens e tanoarias.

Vinhos brancos e tintos evoluem ao longo de períodos


variáveis e, após muitas provas de acompanhamento e
seleção, são elaborados os lotes finais.

A ADEGA

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ENOLOGIA

Desde 2012, a enologia da Quinta dos Carvalhais e dos


vinhos do Dão da Sogrape, está entregue a Beatriz Cabral de
Almeida.

Fundamental no renascer da região e herdeira dos seus


saberes antigos, a Quinta dos Carvalhais e os vinhos são
sinónimo de excelência do Dão.

A ENÓLOGA

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QUINTA DOS CARVALHAIS

A GAMA

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ALENTEJO
HERDADE DO PESO

76
ALENTEJO

Brancos, rosés e tintos são vinhos expressivos,


de grande exuberância aromática.

Ao paladar são vinhos cheios, redondos e suaves,


com teores alcoólicos normalmente altos. Muito versáteis
e saborosos, podem ser consumidos simples ou com
refeições dando grande prazer em consumo jovem e,
em alguns casos, envelhecendo muito bem.

77
ALENTEJO

A Região do Alentejo localiza-se no sudeste de Portugal e


caracteriza-se pela presença da planície, interrompida por
algumas elevações e por serras de pequena e média altitude
que influenciam o clima e as condições das respetivas regiões.

• Serra de S. Mamede (1,025m) – a Norte, Portalegre


• Serra da Ossa (653m) -- Borba, Estremoz e Redondo
• Serra da Adiça (518m) – mais a sul, Moura e Serpa
• Serras de Portel (418m) e do Mendro (407m) –Vidigueira

Apesar da grande extensão, a área de vinha é de 21.000 ha.

78
ALENTEJO

O Alentejo apresenta clima sobretudo quente e seco, de


características mediterrânicas com acentuada continentalidade.
Os invernos são frios a muito frios, com chuva (variável),
e os verões extremamente quentes e secos, registando
elevadas amplitudes térmicas.

O Alentejo é provavelmente a região com maior diversidade


de solos. Em geral, são pobres em matéria orgânica e a sua
capacidade de retenção de água varia com a estrutura dos
vários solos. A prática da rega está difundida.

Herdade do Peso

79
ALENTEJO

Dadas as temperaturas extremas, predominam as castas


tintas mas também algumas brancas.

TINTAS: Aragonez, Alfrocheiro, Alicante Bouschet,


Syrah, Touriga Nacional, …

BRANCAS: Antão Vaz (Vidigueira), Arinto, Roupeiro,


Fernão Pires, …

Herdade do Peso

80
ALENTEJO

A Região Demarcada do Alentejo


divide-se em 8 sub-regiões.

De norte para sul, encontramos as


sub-regiões de Portalegre, Borba,
Redondo, Évora, Reguengos, Granja-
Amareleja, Vidigueira e Moura.

A Herdade do Peso localiza-se junto


à Vidigueira.

Fonte:
[Link] 81
SEJA RESPONSÁVEL. BEBA COM MODERAÇÃO.
A Sogrape produz vinhos no Alentejo
desde 1991, e tem 2 propriedades:
em 1996 adquiriu a Herdade do Peso
(Vidigueira, a sul), e em 2018 a
Quinta do Centro (Portalegre, a norte).

Alentejo Seja responsável. Beba com moderação.


Herdade do Peso localiza-se na
Vidigueira (Baixo Alentejo).

O clima é influenciado pelas serras


vizinhas que permitem frescura numa
região quente, e grandes diferenças
térmicas dia/noite, que ajudam a fase
final da maturação.

Clima Seja responsável. Beba com moderação.


Área total de 456 hectares
que inclui 160ha vinha,
20ha com barragem de água e olival.
É cuidada em modo de Produção
Integrada (Viticultura Sustentável)

Viticultura Seja responsável. Beba com moderação.


Grande diversidade de parcelas,
com 12 tipos de solos diferentes.

Várias instalações meteorológicas


registam dados na Herdade do Peso
(temperatura, humidade, ventos, etc.),
apoiando a viticultura e gestão da vinha.

Microzonagem é a caracterização aprofundada da


natureza dos solos; foi feita com centenas de
sondagens e múltiplas fossas pedológicas.

Solos Seja responsável. Beba com moderação.


A viticultura de pormenor (cuidados
em verde, área de folhas, nº cachos…)
permite cuidar cada videira da melhor
forma e escolher os melhores locais
para a produção de cada tipo de vinho.

A rega é computorizada e aplicada em


função da necessidade da casta e do
estilo de vinho que se quer obter.

Viticultura Seja responsável. Beba com moderação.


As castas de uva plantadas na Herdade
do Peso são sobretudo tintas.

Tintas
➢ Aragonez
➢ Alicante Bouschet
➢ Touriga Nacional
➢ Syrah
➢ Petit Verdot
➢ Cabernet Sauvignon

Castas Seja responsável. Beba com moderação.


A Herdade do Peso mantém a longa
tradição da região da Vidigueira em
vinhos brancos, com as castas:

Brancas
➢ Antão Vaz
➢ Arinto
➢ Chardonnay

Castas Seja responsável. Beba com moderação.


Em 2020 a área de vinha aumentou
com a plantação de mais c.40ha
com as castas tradicionais da região.
Atualmente a área de vinha na
Herdade do Peso é de cerca 160ha.

Vinha Seja responsável. Beba com moderação.


O trabalho começa na vinha,
procurando a diferença e identidade
das uvas para a transmitir ao vinho.

O enólogo responsável pelos


vinhos do Alentejo da Sogrape é
Luís Cabral de Almeida.

Seleção Seja responsável. Beba com moderação.


Uvas de qualidade são vindimadas à
mão, colocadas em caixas pequenas,
e mantidas em câmara de frio durante
a noite para terem a temperatura ideal
antes da vinificação.

A Sogrape usa uvas próprias e compra


uvas a viticultores privados na região.

Seleção na vinha Seja responsável. Beba com moderação.


A adega da Herdade do Peso está
bem equipada com tecnologia para
brancos e tintos que permitem
respeitar e mostrar o melhor destas
uvas de qualidade.

Em 2022, terminou a construção de


uma nova adega que aumentou e
melhorou a capacidade produtiva.

Adega Seja responsável. Beba com moderação.


Adega Seja responsável. Beba com moderação.
As uvas são desengaçadas e
esmagadas antes de ser fermentadas
com a melhor tecnologia.

Para vinhos de mais alta qualidade,


faz-se seleção manual de cachos e de
bagos, e as uvas seguem em tapete
rolante para cubas inox onde são
vinificadas com a melhor tecnologia e
menor intervenção.

Seleção na adega Seja responsável. Beba com moderação.


Enologia cuidada Seja responsável. Beba com moderação.
Após cuidada vinificação, os vinhos
passam um tempo de estágio em inox
ou madeira, por períodos variáveis.

As provas realizadas ao longo desta


fase permitem escolher os melhores
vinhos para a criação dos lotes finais.

Enologia cuidada Seja responsável. Beba com moderação.


Na Herdade do Peso nascem vinhos com alma, com sentido de lugar e carácter próprio.

Gama Seja responsável. Beba com moderação.


Na Herdade do Peso nascem vinhos com alma, com sentido de lugar e carácter próprio.
Herdade do Peso é Vidigueira de Corpo e Alma.

Herdade do Peso
Pela Natureza…

Gama Seja responsável. Beba com moderação.


DOURO
CASA FERREIRINHA

102
DOURO

REGIÃO DEMARCADA DO DOURO


Uma das grandes regiões de vinho do Mundo!

Os brancos, rosés e tintos jovens são intensos, aromáticos e frutados,


com uma grande frescura e equilíbrio, apesar do clima extremo.

Os brancos de guarda são ricos e complexos, com boa fruta e acidez


equilibrada, bom volume de boca.

Os tintos topo de gama são intensos, poderosos e estruturados,


com grande concentração e riqueza de aromas e sabores.
Longos, persistentes, únicos…

103
DOURO

REGIÃO DEMARCADA DO DOURO

No Nordeste de Portugal, estende-se ao longo do Rio Douro


de Barqueiros (Mesão Frio) até Barca d’Alva. Limitada por
sistemas montanhosos a oeste, norte e sul e Espanha a este.
Área de vinha c.44.000 hectares.

A mais antiga região de vinhos demarcada e regulamentada


do mundo. Vinhos certificados pelo IVDP- Instituto dos
Vinhos do Douro e Porto, (DOs Douro e Porto, IG Duriense).

104
DOURO

DOURO – Clima

O clima na região é de tipo mediterrânico e continental.

Os invernos são frios a muito frios, com chuva, e os verões


quentes a muito quentes e secos. As condições climáticas do
Douro são extremadas – “ 9 meses de inverno e 3 de inferno ”.

105
DOURO

O Douro tem 3 sub-regiões, definidas pela diferenças orográficas e climáticas


ao longo da sua extensão: Baixo Corgo (O), Cima Corgo (C), e Douro Superior (E).

Baixo Cima
Corgo Corgo
Douro
Superior
DOURO

Gradualmente, de oeste para este, diminui a humidade e aumenta a temperatura,


em resultado da proteção dos montanhas do Marão (O), que bloqueiam a influência
atlântica, pelo gradual afastamento do mar e pela orografia diversa ao longo da região.
DOURO

Predominam os solos de xisto, de rocha desintegrada e


pedregosos.

Permitem a infiltração da água e das raízes, essenciais para a


sobrevivência da planta em períodos muito secos ou muito
quentes, e formam uma camada protetora que retém o calor
à superfície, mantendo o solo fresco para a planta.
DOURO

A orografia é variada e a vinha está instalada em parcelas


com inclinações, exposições e altitudes diferentes, criando
ampla diversidade de condições de viticultura.

Zonas mais altas e viradas as norte são mais frescas;


zonas mais baixas e viradas a sul-sudoeste são mais quentes
e recebem sol mais intenso.
DOURO

Na região são identificadas e permitidas mais de


100 variedades de uva, brancas e tintas.

Tintas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz,


Tinto Cão, Tinta Barroca, …

Brancas: Malvasia Fina, Viosinho, Gouveio, Códega,


Rabigato, …
DOURO

111
DOURO | Sogrape

A Sogrape tem mais de 600ha de vinha plantada no Douro, nas 3 sub-regiões:


Baixo Corgo – Quinta do Cavernelho (Vila Real).
Cima Corgo – Quinta do Seixo e Quinta do Porto (Pinhão), Quinta do Caêdo,
Quinta do Vau e Quinta do Sairrão (zona de São João da Pesqueira).
Douro Superior – Tapada do Castanheiro (Meda) e Quinta da Leda (Foz Coa).

Quinta do Seixo Quinta da Leda


DOURO | Sogrape

Quinta do Porto Quinta do Sairrão

Quinta do Caêdo Quinta do Vau

113
DOURO | Sogrape
DOURO

A vindima decorre normalmente entre setembro e outubro.


Vindima manual de uvas com boa maturação e bom estado sanitário.
Transporte em caixas e tinas para adegas.

Quinta do Seixo, Cima Corgo


DOURO

À chegada à adega as uvas são descarregadas para tegões, desengaçadas e


cuidadosamente esmagadas, e seguem para cubas inox ou lagares
onde são fermentadas, com ou sem as películas.
CASA FERREIRINHA
“a grande embaixadora do Vale do Douro”
Joshua Green, Wine & Spirits Magazine, USA

117
Casa Ferreirinha

Casa Ferreirinha ganha o nome a partir da “Ferreirinha”, nome


pelo qual ficou conhecida Dona Antónia A. Ferreira (séc. XIX).

Nos anos 40 do séx. XX, Fernando Nicolau de Almeida,


idealizava um vinho tinto do Douro assente na mesma filosofia
de qualidade e de guarda dos Portos Vintage. Quando ainda
ninguém pensava em fazer bons vinhos tintos no Alto Douro,
nasce o primeiro «Barca Velha» da colheita de 1952.

118
Casa Ferreirinha

Quando ainda ninguém pensava em fazer bons vinhos tintos no


Alto Douro, nasce o primeiro «Barca Velha» da colheita de 1952.

Barca Velha é um vinho grandioso cuja cuidadosa produção


nasce do saber do Homem que escolhe as uvas, o momento e a
forma de vinificar e todo o cuidado e tempo de maturação.
É preciso ter conhecimento e saber esperar, cuidar, provar,
afinar. Em 70 anos, apenas 20 colheitas foram declaradas.

1952, 1953, 1954, 1955, 1957,


1964, 1965, 1966, 1978, 1981,
1982, 1983, 1985, 1991, 1995,
1999, 2000, 2004, 2008, 2011.

119
Casa Ferreirinha

Em 1960 nasce outra grande referência da Casa Ferreirinha,


o Reserva Especial, declarado em anos especiais.
Em 60+ anos, apenas 17 colheitas.

Ao longo dos anos surgem outros vinhos com perfis


diferenciados e expressivos do melhor do Douro,
como os clássicos Vinha Grande (1960), Esteva (1984),
ou mais recentemente, o atrativo Papa Figos (2010),
para além do superior Quinta da Leda (1997).
1960, 1962, 1974, 1977,
1980, 1984, 1986, 1989, 1990,
1992, 1994, 1996, 1997,
2001, 2003., 2007, 2009.

120
Casa Ferreirinha

A prestigiada equipa de enologia da Casa Ferreirinha apenas


conheceu três lideranças em 70 anos de história o que garante
uma consistência e constância de estilo ímpares.

Todos eles chegaram a trabalhar em conjunto: Fernando


Nicolau de Almeida, José Maria Soares Franco, e, desde 2007,
Luís Sottomayor.

ENÓLOGO DO ANO 2017 [Revista de Vinhos]

FORTIFIED WINEMAKER OF THE YEAR,


[International Wine Challenge 2022 Awards]

121
A grande pioneira e melhor embaixadora dos vinhos de alta qualidade do Douro desde 1952,
Casa Ferreirinha é a marca que melhor representa a autenticidade,
excelência e sabores genuínos da região.

Papa Figos
Rosé | Branco | Tinto

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CASA FERREIRINHA BRANCOS

PLANALTO PAPA FIGOS VINHA GRANDE

• Variedade de castas • Variedade de castas • 4 castas


• Zonas + altas/frescas • Zonas + altas/frescas • Uvas próprias; zonas altas
Baixo Corgo Douro Superior Cima Corgo/Douro Superior
• Vinificação em inox • Vinificação em inox • Fermentação em inox e
• Estágio inox 6 meses • Estágio inox 6 meses madeira (50/50)
• Estágio em inox e madeira
8 meses

123
CASA FERREIRINHA ROSÉS

PAPA FIGOS Rosé VINHA GRANDE Rosé

• 4 castas ([Link] +50%) • 100% Touriga Nacional


• Zonas + altas/frescas • Uvas próprias Quinta Sairrão
Douro Superior (uvas >500m (Douro Superior)
próprias e compradas) • Fermentação em inox
• Vinificação em inox • Estágio em inox e barricas de
• Estágio curto carvalho francês usada, 5 meses

124
CASA FERREIRINHA TINTOS

ESTEVA PAPA FIGOS Tinto VINHA GRANDE Tinto

• Variedade de castas • Variedade de castas • 4 castas


• Vinhas Baixo e Cima • Vinhas Douro Superior • Uvas próprias e compradas.
Corgo (mais frescas) (mais quente) • Cima Corgo (+ fresco)
• Vinificação em inox • Vinificação em inox Douro Superior (+ quente)
• Estágio inox • Estágio inox/cimento • Fermentação em inox
• Consumo jovem • Consumo jovem • Estágio madeira usada 1 ano
• Consumir / Guardar

125
CASA FERREIRINHA TINTOS

CALLABRIGA QUINTA DA LEDA CASTAS ESCONDIDAS

• 3 castas; uvas próprias • 4 castas; uvas próprias • Seleção de castas menos


e compradas • Só Quinta da Leda usadas e de vinhas velhas
• Douro Superior • Douro Superior • Vinhas próprias e alguns
Fermentação em inox • Fermentação em inox viticultores
• Estágio 12 meses • Estágio 18 meses • Vinificação em inox
• Barricas carvalho francês • Barricas carvalho francês • Maturação barricas e tonéis
usadas (75%) + carvalho novas + usadas (50/50) carvalho francês c.18 meses
americano novo (25%)

126
CASA FERREIRINHA TINTOS

TINTA FRANCISCA BARCA VELHA


(Ex. Especialidades CF) RESERVA ESPECIAL

• 100% casta • 4 castas; uvas próprias e


• Uvas próprias da Quinta do Seixo compradas a várias altitudes
(Cima Corgo) • Douro Superior e Cima Corgo
• Fermentação em inox • Fermentação em inox
• Estágio 24 meses • Estágio média 16 a 18 meses
• Barricas usadas carvalho francês • Barricas novas carvalho francês

127
VINHO DO PORTO

135
VINHO DO PORTO

Vinho licoroso naturalmente doce, jovem ou envelhecido, com grande diversidade e


riqueza de cores, aromas e sabores.
É produzido exclusivamente na Região Demarcada do Douro em Portugal e certificado
pelo IVDP – Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, de acordo com as regras da DO Porto.

Fonte: IVDP
VINHO DO PORTO

AUTORIZAÇÃO DE PRODUÇÃO
A quantidade de Vinho do Porto produzida anualmente é regulamentada e o total permitido
é estabelecido pelo Conselho Interprofessional e divulgado pelo ‘Comunicado de Vindima’
do IVDP antes de cada vindima. Em 2022 foram autorizadas 116.000 pipas (550 litros).
VINHO DO PORTO

DOURO | Cadastro
As vinhas na região do Douro estão sujeitas a avaliação e a registo em ficha cadastral.
A soma das pontuações dos vários parâmetros considerados (localização, altitude, exposição,
solo, castas, idade, rendimento,...) dá a avaliação final e uma classificação por letra (A a F).

• LETRA “A” - acima de 1.200 Pontos


• LETRA “B” - 1.001 a 1.200 Pontos
• LETRA “C” - 801 a 1.000 Pontos
• LETRA “D” - 601 a 800 Pontos
• LETRA “E” - 401 a 600 Pontos
• LETRA “F” - 201 a 400 Pontos
VINHO DO PORTO

DOURO | Cadastro
Ex: Parcela Quinta do Seixo “A”

Localização 580
Altitude 240
Abrigo 45
Exposição 71
Rocha mãe 100
Declive 71
Elementos grosseiros 70
Encepamento 124
Sistema de condução 100
Idade da Vinha 30
Densidade plantação 50
Rendimento 120
1,601
VINHO DO PORTO

AGUARDENTAÇÃO
Para a produção de Vinho do Porto, a fermentação é parada pela adição de aguardente vínica
(77% álcool, incolor, aroma natural, não envelhecida e aprovada pelo IVDP).
VINHO DO PORTO

VINHO DO PORTO
A aguardentação neutraliza as leveduras e inibe a fermentação,
aumentando o teor de álcool e retendo o açúcar das uvas ainda não transformado.
O resultado é um vinho naturalmente doce (±100 g/L açúcar residual) e com ±20% álcool.
VINHO DO PORTO

ENVELHECIMENTO
Os Vinhos do Porto Ferreira, Sandeman e Offley envelhecem, por períodos variáveis,
nas tradicionais Caves de [Link] em condições ideais de temperatura e humidade.
VINHO DO PORTO

ENVELHECIMENTO

Depois de provados, os novos Portos são


guardados de acordo com o seu potencial:

• Grande volume (balseiro / tonél)


Sobretudo para vinhos do Porto brancos e tintos
poderosos e/ou destinados a longa guarda

• Pequeno volume (pipas)


Vinhos do Porto tintos delicados, e vinhos velhos
VINHO DO PORTO

EVOLUÇÃO | PROVA

Durante o período de envelhecimento em cave


os vinhos são sistematicamente provados e
monitorizados pela equipa de Enologia,
que atua com correções como necessário.

« O processo de fabrico, baseado na tradição, inclui (…) a lotação de vinhos e o envelhecimento ».


VINHO DO PORTO

LOTE
O Porto é sempre um vinho de lote, de vinhos de um ou de vários anos.
Afinados e passados ao longo de gerações, o cuidado na cave e o lote de vinhos são uma
arte e técnica que garante ao consumidor consistência de qualidade e do estilo da Marca.

« O processo de fabrico, baseado na tradição, inclui (…) a lotação de vinhos e o envelhecimento ».


VINHO DO PORTO

EVOLUÇÃO

Tintos evoluem de cores mais intensas para cores


mais leves, de tons violáceos profundos para rubi,
vermelho, granada, topázio e âmbar.

Brancos tornam-se progressivamente mais escuros,


passando de amarelos ricos a tons dourados,
de ouro velho e âmbar.

Os aromas e sabores iniciais, frutados e exuberantes, tornam-se maduros e secos.


VINHO DO PORTO

ESTILOS | CATEGORIAS

Os Vinhos do Porto variam em estilo (cores, aromas e sabores em resultado da idade


e do tipo de envelhecimento) e em categoria, clássica ou especial.

Fonte: IVDP
VINHO DO PORTO

VINTAGE Vinho de
COLHEITA LBV uma só
vindima
Categoria
C/ INDICAÇÃO DE IDADE
Especial
(10, 20, 30, 40, 50 ANOS)
Vinho de
RESERVA lote, várias
vindimas
Menção
Tradicional BRANCO TAWNY RUBY ROSE
ou Clássica

Fonte: IVDP
PORTO BRANCO

“ O Vinho do Porto branco apresenta-se em vários estilos, nomeadamente associados a períodos de envelhecimento mais ou menos prolongados
e diferentes graus de doçura, que resultam do modo como é conduzida a sua elaboração” | [Link]
PORTO BRANCO

Vinhos muito atrativos, leves jovens e frescos, ou com mais idade,


ricos e muito complexos.

Vinhos intensos e aromáticos, com aromas florais, tropicais,


de citrinos, mel, fruta passa e frutos secos.

Envelhecidos em madeira e engarrafados prontos a consumir.


A idade média é variável, entre 3 e mais de 50 anos.

Extra-Seco, Seco, Meio Seco, Doce, Muito Doce (Lágrima)


<40 g/L | 40-65 | 65-85 | 85 – 130 | >130 g/L

Categoria: Branco, Reserva, Indicação de Idade (lotes) Colheita (1 só ano)

“ O Vinho do Porto branco apresenta-se em vários estilos, nomeadamente associados a períodos de envelhecimento mais ou menos prolongados
e diferentes graus de doçura, que resultam do modo como é conduzida a sua elaboração” | [Link]
PORTO BRANCO | Exemplo

“ O Vinho do Porto branco apresenta-se em vários estilos, nomeadamente associados a períodos de envelhecimento mais ou menos prolongados
e diferentes graus de doçura, que resultam do modo como é conduzida a sua elaboração” | [Link]
PORTO BRANCO

FERREIRA DONA ANTÓNIA RESERVA BRANCO


Cor amarela dourada. Aroma muito intenso, com notas de compota de laranja
amarga, notas florais, madeira exótica e frutos secos, e levemente especiado a
caril e pimenta. O envelhecimento em madeira enobrece-o, complexando e
dando-lhe a riqueza necessária. Na boca tem boa estrutura, bom equilíbrio
entre a acidez e doçura, notas de frutos secos e um final longo e delicado.

• Castas: 30% Malvasia Fina, 20% Códega, 20% Viosinho, 20% Rabigato, 10% Arinto
• Lote de vinhos de idades compreendidas entre 4 e 9 anos; idade média de 7 anos.
• Álcool: 20% | Acidez Total: 3,84 g/l (ácido tartártico) | Açúcar: 120 g/l | pH: 3,37

“ O Vinho do Porto branco apresenta-se em vários estilos, nomeadamente associados a períodos de envelhecimento mais ou menos prolongados
e diferentes graus de doçura, que resultam do modo como é conduzida a sua elaboração” | [Link]
PORTO BRANCO

Servir frio simples ou em cocktails, como aperitivo ou com


entradas salgadas e sobremesas frescas, fruta tropical, gelados…

“ O Vinho do Porto branco apresenta-se em vários estilos, nomeadamente associados a períodos de envelhecimento mais ou menos prolongados
e diferentes graus de doçura, que resultam do modo como é conduzida a sua elaboração” | [Link]
PORTO RUBY

“São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens.
Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, LBV e Vintage.” | [Link]
PORTO RUBY

Perfil : Vinhos jovens, intensos e poderosos


Cor : Vermelho rubi com nuances e intensidades variáveis
Prova : Intensos e ricos, encorpados e frutados, a lembrar frutos
vermelhos e pretos, chocolate e especiarias
Idade : Média de cerca de 3-5 anos; envelhecem em grandes
balseiros e tonéis; pouca oxidação mantém juventude.
Exceto Vintage, são engarrafados prontos a consumir.
Categoria: Ruby + Ruby Reserva (lotes de vários anos, envelhecidos em madeira)
LBV + Vintage (vinhos de 1 só ano, envelhecidos em madeira e garrafa)

“São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens.
Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, LBV e Vintage.” | [Link]
PORTO RUBY | Exemplo

“São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens.
Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, LBV e Vintage.” | [Link]
PORTO RUBY

Servir simples, «on the rocks» ou em cocktails.


Ideais com sobremesas de chocolate, cheesecake,
frutos silvestres, queijos intensos de pasta mole...
Surpreendentes com pratos salgados…

“São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens.
Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, LBV e Vintage.” | [Link]
PORTO | LBV Late Bottled Vintage

Vinho do Porto de muito boa qualidade,


de um só ano indicado no rótulo, tinto e encorpado,
engarrafado 4–6 anos após vindima.

Vinho de um só ano, permite usufruir da identidade


e do perfil único da colheita. Normalmente são
engarrafados prontos a consumir mas pela sua elevada
qualidade evoluem bem em garrafa mais alguns anos.

“ Vinho do Porto com características organolépticas de elevada qualidade, proveniente de uma só vindima, tinto e encorpado, no momento da aprovação,
de aroma e paladar finos, reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação (…).” | [Link]
PORTO VINTAGE

“Vinho do Porto com características organolépticas de excecional qualidade, proveniente de uma só vindima, retinto e encorpado, no momento da aprovação,
de aroma e paladar muito finos, reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação e data correspondente.” | [Link]
PORTO VINTAGE

Vinho de um só ano de qualidade excecional,


selecionado pelas suas características extraordinárias
para envelhecer em garrafa ao longo de décadas.

Engarrafado no 2º ano após vindima e mantido em cave


para evoluir em garrafa. A garrafa deve ser mantida deitada.
Com o tempo, forma depósito sendo aconselhável a decantação
para evitar sedimentos. Uma vez aberto, deve ser consumido em
c.24 horas, para melhor usufruir das suas características únicas.

“Vinho do Porto com características organolépticas de excecional qualidade, proveniente de uma só vindima, retinto e encorpado, no momento da aprovação,
de aroma e paladar muito finos, reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação e data correspondente.” | [Link]
PORTO VINTAGE

“Vinho do Porto com características organolépticas de excecional qualidade, proveniente de uma só vindima, retinto e encorpado, no momento da aprovação,
de aroma e paladar muito finos, reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação e data correspondente.” | [Link]
PORTO VINTAGE

Porto Vintage termina uma refeição em beleza!


Na boa tradição inglesa, um Vintage velho acompanha
magnificamente com queijo Stilton e frutos secos.
Vintages jovens são fantásticos com sobremesas de chocolate.

“Vinho do Porto com características organolépticas de excecional qualidade, proveniente de uma só vindima, retinto e encorpado, no momento da aprovação,
de aroma e paladar muito finos, reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação e data correspondente.” | [Link]
PORTO TAWNY

“São vinhos em que a cor apresenta evolução, devendo integrar-se nas sub-classes de cor tinto-alourado, alourado ou alourado-claro.
As categorias existentes são: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com Indicação de Idade (10 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos) e Colheita” | [Link]
PORTO TAWNY

Perfil : Vinhos de caráter mais evoluído, ricos e elegantes


Cor : Vermelhos alourados e tawny, tons topázio e âmbar
Prova : Aromas e sabores maduros, complexos e elegantes, a
fruta passa e seca, nozes, compotas, tostados, especiarias
Idade : Variável, entre 3-4 e mais de 50 anos de idade média.
Envelhecem em madeira; pequenos volumes favorecem
oxidação; engarrafados prontos a consumir.
Categoria : Tawny + Tawny Reserva (lotes de vários anos)
Colheita (vinhos de 1 só ano, envelhecidos mínimo 7 anos em madeira)
Tawny com Indicação de Idade (lotes de vários anos)

“São vinhos em que a cor apresenta evolução, devendo integrar-se nas sub-classes de cor tinto-alourado, alourado ou alourado-claro.
As categorias existentes são: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com Indicação de Idade (10 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos) e Colheita” | [Link]
PORTO TAWNY | Exemplo

“São vinhos em que a cor apresenta evolução, devendo integrar-se nas sub-classes de cor tinto-alourado, alourado ou alourado-claro.
As categorias existentes são: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com Indicação de Idade (10 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos) e Colheita” | [Link]
PORTO TAWNY

Servir fresco simples ou cocktail. Muito versáteis,


são ótimos como aperitivo, com entradas salgadas,
sobremesas ricas e queijos curados ou azuis.

“São vinhos em que a cor apresenta evolução, devendo integrar-se nas sub-classes de cor tinto-alourado, alourado ou alourado-claro.
As categorias existentes são: Tawny, Tawny Reserva, Tawny com Indicação de Idade (10 anos, 20 anos, 30 anos e 40 anos) e Colheita” | [Link]
PORTO TAWNY
Tawnies Velhos com Indicação de Idade

Vinhos do Porto com idade média de 10, 20, 30, 40 e 50 anos,


apresentando as características e evolução típicas da idade.

Vinhos de qualidade muito elevada a excecional,


envelhecidos em madeira longos anos e engarrafados
prontos a consumir. Resultam do lote cuidadoso de vinhos
de vários anos, escolhidos para manter o estilo da Casa.

“ Vinho do Porto com características organolépticas de elevada qualidade, obtido por lotação de vinhos de diversos anos que estagiaram em madeira, (…)
e reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação. A idade mencionada no rótulo exprime o carácter do vinho no que respeita às características
organolépticas conferidas pelo envelhecimento em casco, correspondentes à idade indicada. “ | [Link]
PORTO TAWNY
Tawnies Velhos com Indicação de Idade

“ Vinho do Porto com características organolépticas de elevada qualidade, obtido por lotação de vinhos de diversos anos que estagiaram em madeira, (…)
e reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação. A idade mencionada no rótulo exprime o carácter do vinho no que respeita às características
organolépticas conferidas pelo envelhecimento em casco, correspondentes à idade indicada. “ | [Link]
PORTO TAWNY | Prova

Elegantes, refinados, complexos e com grande


vivacidade, os Vinhos do Porto Tawny Velhos
são perfeitos para terminar uma boa refeição ou
ser a inspiração para uma conversa relaxada.

Aperfeiçoados ao longo de décadas,


são vinhos raros e deliciosos,
moldados pelo Homem e pelo Tempo.

“ Vinho do Porto com características organolépticas de elevada qualidade, obtido por lotação de vinhos de diversos anos que estagiaram em madeira, (…)
e reconhecido pelo IVDP, IP com direito ao uso da designação. A idade mencionada no rótulo exprime o carácter do vinho no que respeita às características
organolépticas conferidas pelo envelhecimento em casco, correspondentes à idade indicada. “ | [Link]
Personificada pela imagem icónica do “The Don”, Sandeman é a marca de Vinho do Porto global.
Com mais de 225 anos de excelência, é apreciada pela sua qualidade e sabor, mistério e sedução.
Fundada em 1737, Offley é a marca de Vinho do Porto irreverente,
que alia modernidade a quase três séculos de experiência.
Desde a sua origem em 1751, Ferreira é «a» Marca de Vinho do Porto Portuguesa,
sinónimo de vinhos autênticos e de excelência, símbolo de um país e de uma cultura que dignifica.
CHEERS!
[Link]@[Link]
Sogrape Wine Academy

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