CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS
ACADEMIA DE BOMBEIROS MILITAR
Curso de Formação de Sargentos – CFS BM 2024
ORDEM UNIDA
Professor: 1º Ten BM Mendonça
SUMÁRIO
1 – Comando e meios de Comando
2 – Vozes de Comando
3 – Execução por tempos
4 – Métodos e processos de instrução
1 – COMANDOS E MEIOS DE COMANDO
Na Ordem Unida, para transmitir sua vontade à tropa, o comandante pode empregar
a voz, o gesto, a corneta (ou clarim) e/ou apito.
✓ Aqui neste Curso empregaremos apenas a “Voz” para transmitir comando à
tropa.
2 – VOZES DE COMANDO
❑ São formas padronizadas, pelas quais o comandante de uma fração exprime,
verbalmente, a ordem.
❑ A voz constitui o meio de comando mais empregado na Ordem Unida.
❑ Deve ser usada, sempre que possível, pois permite execução simultânea e
imediata.
❑ As vozes de comando constam, geralmente, da voz de advertência, comando
propriamente dito e da voz de execução.
2 – VOZES DE COMANDO
a) A voz de advertência é um alerta que se dá à tropa, prevenindo-a para o
comando que será enunciado. Exemplos: “PRIMEIRO PELOTÃO!” ou “ESCOLA!”
ou “ESQUADRÃO!”.
✓ A voz de advertência pode ser omitida, quando se enuncia uma sequência de
comandos. Exemplo: “PRIMEIRA COMPANHIA! - SENTIDO! OMBRO-ARMA! -
APRESENTAR-ARMA! - OLHAR À DIREITA! - OLHAR FRENTE!”.
✓ Não há, portanto, necessidade de repetir-se a voz de advertência antes de cada
comando.
2 – VOZES DE COMANDO
b) O comando propriamente dito tem por finalidade indicar o movimento a ser
realizado pelos executantes. Exemplos: “DIREITA!”, “ORDINÁRIO!”, “PELA
ESQUERDA!”, “ACELERADO!”, “CINCO PASSOS EM FRENTE!”.
✓ Às vezes, o comando propriamente dito impõe a realização de certos
movimentos, que devem ser executados pelos militares antes da voz de
execução. Exemplo: (tropa armada, na posição de “Sentido”) “ESCOLA! DIREITA
(os militares executam o movimento de “Arma Suspensa”), VOLVER!”.
✓ A palavra “DIREITA” é um comando propriamente dito e comporta-se, neste caso,
como uma voz de execução, para o movimento de “Arma Suspensa”.
2 – VOZES DE COMANDO
✓ Torna-se, então, necessário que o comandante enuncie estes comandos de
maneira enérgica, definindo com exatidão o momento do movimento
preparatório e dando aos militares o tempo suficiente para realizarem o
movimento, ficando em condições de receberem a voz de execução.
✓ O comando propriamente dito, em princípio, deve ser longo e pronunciado
pausadamente. Este cuidado é importante em comandos propriamente ditos que
correspondem à execução de movimentos preparatórios, como foi citado acima.
2 – VOZES DE COMANDO
c) A voz de execução tem por finalidade determinar o exato momento em que o
movimento deve começar ou cessar.
✓ A voz de execução deve ser curta, viva, enérgica e segura. Tem que ser mais breve
que o comando propriamente dito e mais incisiva.
✓ Quando a voz de execução for constituída por uma palavra oxítona (que tem a
tônica na última sílaba), é aconselhável o alongamento na enunciação da(s)
sílaba(s) inicial(ais), seguido de uma enérgica emissão da sílaba final. Exemplos:
“PERFI-LAR!” - “CO-BRIR!” - “VOL-VER!” “DES-CAN-SAR!”.
2 – VOZES DE COMANDO
✓ Quando, porém, a tônica da voz de execução cair na penúltima sílaba, é
imprescindível destacar essa tonicidade com precisão. Nestes casos, a(s) sílaba(s)
final(ais) praticamente não se pronuncia(m). Exemplos: “MAR-CHE!”, “AL-TO!”,
“EM FREN-TE!”, “ORDI-NÁ-RIO”, “AR-MA!”, “PAS-SO!”.
2 – VOZES DE COMANDO
❑ As vozes de comando são claras, enérgicas e de intensidade proporcional ao
efetivo dos executantes.
❑ O comandante emite as vozes de comando na posição de Sentido, com a frente
voltada para a tropa, de um local em que possa ser ouvido e visto por todos os
militares.
❑ Nos desfiles, o comandante dará as vozes de comando com a face voltada para o
lado oposto àquele em que estiver a autoridade (ou o símbolo) a quem será
prestada a continência.
2 – VOZES DE COMANDO
❑ Quando o comando for direcionado para toda a tropa, os comandantes
subordinados não o repetirão para suas frações. Caso contrário, repetirão o
comando ou, se necessário, emitirão comandos complementares para as
mesmas.
❑ As vozes de comando devem ser rigorosamente padronizadas, para que a
execução seja sempre uniforme. Para isso, é necessário que os instrutores de
Ordem Unida pratiquem individualmente, antes de comandarem uma tropa.
3 – EXECUÇÃO POR TEMPOS
❑ Para fins de treinamento, todos os movimentos podem ser subdivididos e
executados por tempos.
❑ Após a voz de execução, os diversos tempos dos movimentos são executados aos
comandos intercalados: “TEMPO 1!”, “TEMPO 2!”, “TEMPO 3!” etc.
❑ Para a realização de movimento por tempos, a voz de comando deve ser
precedida da advertência “POR TEMPOS!”.
❑ Após essa voz, todos os comandos continuam a ser executados por tempos, até
que seja dado um comando precedido pela advertência “A COMANDO!”.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
❑ Os exercícios de Ordem Unida são executados de modo uniforme, buscando-se
habilidade, automatismo e padrões individuais e coletivos na execução de
determinados movimentos de emprego frequente, bem como, o
desenvolvimento e a manutenção da disciplina e da atitude militar.
❑ Cada militar deve exercer, continuamente, durante os exercícios, a autocrítica e a
avaliação crítica do desempenho do grupo.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
A instrução da Ordem Unida deve ser orientada como se segue:
a) o ensino da Ordem Unida para o militar inexperiente será, inicialmente
individualizado. O militar, tendo compreendido o fim a atingir em cada movimento,
procura alcançá-lo, sempre auxiliado pelo instrutor ou monitor;
b) a instrução coletiva só é iniciada após o militar ter conseguido desembaraço na
execução individual dos movimentos;
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
c) as sessões coletivas devem ser encerradas com exercícios no âmbito das
subunidades, para obtenção de uniformidade e padronização;
d) a instrução tem desenvolvimento gradual, isto é, começa pelas partes mais
simples, atingindo, progressivamente, as mais difíceis; e
e) os exercícios são metódicos, precisos, frequentes e ministrados em sessões de
curta duração. Assim conduzidos, tornam-se de grande valor para o
desenvolvimento do autocontrole e do espírito de coesão. É um grande erro realizar
sessões de Ordem Unida de longa duração.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
❑ O rendimento da instrução de Ordem Unida está diretamente ligado à motivação
dos participantes. O instrutor deve estar consciente de que a Ordem Unida bem
ministrada diminui a insegurança, a timidez e a falta de desenvoltura no
instruendo, conseguindo deste, reflexos de obediência e espírito de corpo.
❑ Na escolha do local para instrução de Ordem Unida, o instrutor deve evitar
lugares em que há exposição a ruídos, que, além de distrair a atenção do
instruendo, dificultam o entendimento dos comandos de voz. Enquadram-se,
neste caso, as proximidades de estacionamentos, estandes de tiro, banda de
música e quadra de desportos.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
❑ A instrução de Ordem Unida deve ser ministrada segundo os processos descritos
a seguir: reunir para a instrução, instrução individual sem comando, instrução
individual mediante comando ou comando em conjunto.
Reunir para a instrução
Os instruendos são reunidos para a instrução em turmas pequenas. Essas turmas,
sempre que possível, corresponderão às frações orgânicas da subunidade, de modo
que os mesmos militares sejam sempre confiados aos mesmos instrutores e
monitores.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
Os instruendos são dispostos em fileiras, conforme o efetivo, a natureza do exercício
e os espaços disponíveis. As fileiras ficam a quatro passos de distância umas das
outras e, dentro de cada fileira, os instruendos a quatro passos de intervalo, de
forma que não perturbem uns aos outros e não haja qualquer preocupação de
conjunto. O instrutor coloca-se à frente da turma, à distância suficiente para que
todos os instruendos o vejam, possam ouvir facilmente as suas explicações e sejam
por ele vistos. Os monitores ficam nas proximidades dos instruendos de cuja
observação estejam encarregados (Fig 1).
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
Fig 1 - Formação em linha com duas fileiras voltadas para o interior
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
A formação para a instrução, anterior indicada, pode ser tomada mediante comando
de voz.
O instrutor designa o militar-base pelo nome e comanda:
“A TANTOS PASSOS, ABRIR INTERVALOS ENTRE OS MILITARES, MARCHE!” e “A
TANTOS PASSOS, ABRIR DISTÂNCIA ENTRE OS MILITARES, MARCHE!”.
Os intervalos e as distâncias normais são retomados ao comando de:
“COLUNA POR UM (DOIS, TRÊS...) MARCHE!”.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
Para permitir que os instrutores tenham ampla observação sobre os instruendos e
possam controlar melhor a execução dos diversos movimentos é adotado o
dispositivo em forma de “U” (Fig 2).
Pode ser adotada a formação em linha, com duas fileiras voltadas para o interior,
permitindo uma maior fixação dos padrões e também para que cada militar possa
corrigir o instruendo da frente, enquanto este executa os movimentos.
4 – MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO
Fig 2 - Dispositivo em “U”
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS
ACADEMIA DE BOMBEIROS MILITAR
Curso de Formação de Sargentos – CFS BM 2024
ORDEM UNIDA
Professor: 1º Ten BM Mendonça
SUMÁRIO
1 – Instrução individual sem arma
2 – Instrução individual com arma
3 – Posições
4 – Movimentos com arma a pé firme
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
❑ A execução correta das posições e dos movimentos é o principal objetivo da
instrução individual.
❑ Veremos que houve mudanças na posição de DESCANSAR/SENTIDO em relação
ao antigo manual da PMMG que era adotado pelo CBMMG até 2011.
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
SENTIDO
Nesta posição, o militar fica imóvel e com a frente voltada para o ponto indicado. Os
calcanhares unidos, pontas dos pés voltadas para fora, de modo que formem um
ângulo de aproximadamente 60 graus. O corpo levemente inclinado para frente, com
o peso distribuído igualmente sobre os calcanhares e as plantas dos pés; e os joelhos
naturalmente distendidos. O busto aprumado, com o peito saliente, ombros na
mesma altura e um pouco para trás, sem esforço. Os braços caídos e ligeiramente
curvos, com os cotovelos um pouco projetados para frente e na mesma altura. As
mãos espalmadas, coladas na parte exterior das coxas, dedos unidos e distendidos,
sendo que o médio deve coincidir com a costura lateral da calça. Cabeça erguida e o
olhar fixo à frente (Fig 1 e 2).
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
SENTIDO
Para tomar a posição de Sentido, o militar une os calcanhares com energia e
vivacidade, de modo a se ouvir este contato. Ao mesmo tempo, leva as mãos para os
lados do corpo, batendo-as com energia ao colá-las nas coxas. Durante a execução
deste movimento, o militar afasta os braços cerca de 20 centímetros do corpo, antes
de colar as mãos nas coxas. O calcanhar esquerdo deve ser ligeiramente levantado
para que o pé não arraste no solo. O militar toma a posição de Sentido ao comando
de “SENTIDO!”.
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
DESCANSAR
Estando na posição de Sentido, ao comando de “DESCANSAR!”, o militar desloca o pé
esquerdo, a uma distância aproximadamente igual à largura de seus ombros, para a
esquerda, elevando ligeiramente o corpo sobre a ponta do pé direito, para não
arrastar o pé esquerdo. Simultaneamente, as mãos são levadas às costas, na altura
da cintura, e a mão esquerda segura o braço direito pelo punho, com a mão direita
fechada. Nesta posição, as pernas ficam naturalmente distendidas e o peso do corpo
igualmente distribuído sobre os pés, que permanecem num mesmo alinhamento.
Esta é a posição do militar ao entrar em forma, onde permanece em silêncio e
imóvel (Fig 3 e 4).
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
Fig 3 – Posição de Fig 4 – Posição de
Descansar (frente) Descansar (Costas)
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
Fig 1 – Posição de Fig 2 – Posição de
Sentido (frente) Sentido (Perfil)
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
APRESENTAR ARMA
O comando de “APRESENTAR-ARMA!” é dado quando os militares estiverem na
posição de Sentido. Estando os militares na posição de Descansar, deve ser dado
primeiro o comando de “SENTIDO!” e, em seguida, o de “APRESENTAR-ARMA!”. A
este comando o militar presta a continência.
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
APRESENTAR ARMA
SEM COBERTURA - Em movimento enérgico, leva a mão direita, tocando com a ponta
do dedo médio o lado direito do rosto, um pouco acima da sobrancelha, procedendo
similarmente ao descrito acima (Fig 5).
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
APRESENTAR ARMA
COM COBERTURA - Em movimento enérgico, leva a mão direita ao lado da
cobertura, tocando com a ponta do indicador a borda da pala, um pouco adiante do
botão da jugular, ou lugar correspondente, se a cobertura não tiver pala ou jugular; a
mão no prolongamento do antebraço, com a palma voltada para o rosto e com os
dedos unidos e esticados; o braço sensivelmente horizontal, formando um ângulo de
45 graus com a linha dos ombros; olhar franco e naturalmente voltado para o
superior. Para desfazer a continência, abaixa a mão em movimento enérgico,
voltando à posição de Sentido (Fig 6).
1 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL SEM ARMA
Fig 5 – Apresentar Fig 6 – Apresentar
arma sem o cobertura arma com cobertura
(gorro na mão)
2 – INSTRUÇÃO INDIVIDUAL COM ARMA
❑ Veremos que houve mudanças na posição do Ombro-Arma em relação ao antigo
manual da PMMG que era adotado pelo CBMMG até 2011.
❑ Os militares armados de mosquetão entram em forma, inicialmente, na posição
de Descansar.
3 – POSIÇÕES
❑ Sentido
Nesta posição, o mosquetão fica na vertical, ao lado do corpo e encostado à perna
direita, com a bandoleira para frente, chapa da soleira no solo, junto ao pé direito,
pelo lado de fora, com a parte anterior da chapa da soleira alinhada com a ponta do
pé. Os braços devem estar ligeiramente curvos, de modo que os cotovelos fiquem na
mesma altura. A mão direita segura a arma, com o polegar por trás do cano ou da
telha (conforme a altura do militar) e os demais dedos unidos e distendidos à frente,
ficando o indicador e o médio sobre a bandoleira. A mão esquerda e os calcanhares
ficam como na posição de Sentido, sem arma. Para tomar a posição de Sentido o
militar une os calcanhares com energia, ao mesmo tempo em que afasta a mão
esquerda do corpo cerca de 20 centímetros, colando-a na coxa, com uma batida (Fig
5).
3 – POSIÇÕES
❑ Descansar
Ao comando de “DESCANSAR!”, o militar desloca o pé esquerdo cerca de 30
centímetros para a esquerda, ficando as pernas distendidas e o peso do corpo
igualmente distribuído sobre os pés, que permanecem no mesmo alinhamento. O
braço esquerdo cai naturalmente ao longo do corpo, dorso da mão voltada para
frente. A mão direita e a arma permanecem como na posição de Sentido (Fig 6).
3 – POSIÇÕES
Fig 5 - Sentido Fig 6 - Descansar
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
1º Tempo - o militar ergue a arma na vertical empunhando-a com a mão direita, cotovelo junto
ao corpo e para baixo; a arma fica colada ao corpo com a bandoleira voltada para frente. A mão
esquerda, abaixo da direita, segura a arma por cima da bandoleira, de modo que o dedo
polegar, estendido ao longo do fuste, toque a braçadeira inferior. O antebraço esquerdo deve
ficar na horizontal e colado ao corpo (Fig 7).
2º Tempo - ao mesmo tempo em que a mão esquerda traz a arma inclinada à frente do corpo,
com a bandoleira para baixo, a mão direita abandona a posição inicial, empunhando a arma
pelo delgado da coronha (o dedo polegar por trás e os demais dedos unidos pela frente da
arma). Nesta posição, a mão esquerda está posicionada na altura do ombro esquerdo, a arma
unida ao corpo e formando um ângulo de 45 graus com a linha dos ombros. O cotovelo direito
se projeta para frente, enquanto o esquerdo fica colado ao corpo (Fig 8).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
3º Tempo - a mão direita ergue a arma, girando-a até atingir um plano vertical perpendicular à
linha dos ombros e fique apoiada no ombro esquerdo, com a bandoleira voltada para a
esquerda. Simultaneamente, a mão esquerda solta o fuste e empunha a arma por baixo da
soleira, de modo que esta fique apoiada na palma da mão, os dedos unidos e distendidos ao
longo da coronha e voltados para frente, dedo polegar sobre o bico da soleira. O braço
esquerdo fica colado ao corpo, com o antebraço na horizontal de forma que a coronha da arma
fique afastada do corpo (Fig 9).
4º Tempo - o militar retira a mão direita da arma, fazendo-a descer vivamente rente ao corpo,
até se juntar à coxa com uma batida (Fig 10).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO 3º TEMPO 4º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Apresentar-Arma, partindo da posição de Sentido
1º Tempo - idêntico ao 1º Tempo de Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
(Fig 11).
2º Tempo - o militar traz a arma, energicamente, com a mão esquerda para a posição
vertical à frente do corpo e centralizada com a bandoleira voltada para frente. Ao
mesmo tempo, a mão direita é colocada abaixo do guarda-mato, dorso da mão para
frente, polegar por trás do delgado da coronha e os demais dedos unidos e
distendidos, com o indicador tocando no guarda-mato. Nesta posição, a braçadeira
superior deve ficar na altura da boca, o antebraço esquerdo na horizontal e os
cotovelos projetados para frente (Fig 12).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Descansar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma
1º Tempo - a mão direita sobe energicamente e empunha a arma pelo delgado da
coronha, retomando, deste modo, ao 3º Tempo de Ombro-Arma, partindo da
posição de Sentido. Este movimento deve ser marcado por uma batida da mão na
arma (Fig 13).
2º Tempo - a mão direita traz a arma para frente do corpo, enquanto a mão
esquerda solta a coronha, indo empunhar o delgado da coronha, retomando, assim,
ao 2º Tempo de Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido (Fig 14).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Descansar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma
3º Tempo -a mão esquerda traz a arma para a vertical, enquanto a direita solta o delgado da
coronha e, com uma batida forte na arma, é empunhada na altura da braçadeira superior (1º
Tempo de Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido – (Fig 15).
4º Tempo -ao mesmo tempo em que a mão esquerda solta a arma e desce rente ao corpo, até
se juntar à coxa com uma batida, a mão direita leva a arma para baixo na vertical, até que esta
forme um ângulo aproximadamente de 45 graus com a linha dos ombros, braço direito colado
ao corpo, antebraço ligeiramente afastado, arma sem tocar o solo (Fig 16).
5º Tempo - a mão direita traz a arma para junto do corpo sem bater com a coronha no chão,
retomando, assim, à posição de Sentido (Fig 17).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO 3º TEMPO 4º TEMPO 5º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Descansar-Arma, partindo da posição de Apresentar-Arma
1º Tempo - enquanto a mão esquerda leva a arma para o lado direito do corpo, a
mão direita sai de sua posição no delgado da coronha e, com uma forte batida na
arma, empunha o cano ou a telha, colocando-se acima da mão esquerda (Fig 18).
2º Tempo - idêntico ao 4º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 19).
3º Tempo - idêntico ao 5º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 20).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO 3º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Apresentar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma
1º Tempo - idêntico ao 1º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma (Fig
21).
2º Tempo - idêntico ao 2º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma (Fig
22).
3º Tempo - idêntico ao 3º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma (Fig
23).
4º Tempo - idêntico ao 2º Tempo do Apresentar-Arma, partindo da posição de Sentido Fig 24).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO 3º TEMPO 4º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Ombro-Arma, partindo da posição de Apresentar-Arma
1º Tempo - idêntico ao 1º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de Apresentar-Arma
(Fig 25).
2º Tempo - idêntico ao 2º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido (Fig 26).
3º Tempo - idêntico ao 3º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido (Fig 27).
4º Tempo - idêntico ao 4º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido Fig 28).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO 3º TEMPO 4º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Cruzar-Arma, partindo da posição de Sentido
1º Tempo - idêntico ao 1º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
(Fig 29).
2º Tempo - idêntico ao 2º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
(Fig 30).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Cruzar-Arma, partindo da posição de Ombro-Arma
1º Tempo - idêntico ao 1º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 31).
2º Tempo - idêntico ao 2º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 32).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Descansar-Arma, partindo da posição de Cruzar-Arma
1º Tempo - idêntico ao 3º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 33).
2º Tempo - idêntico ao 4º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 34).
3º Tempo - idêntico ao 5º Tempo do Descansar-Arma, partindo da posição de
Ombro-Arma (Fig 35).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO 3º TEMPO
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
❑ Ombro-Arma, partindo da posição de Cruzar-Arma
1º Tempo - idêntico ao 3º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
(Fig 36).
2º Tempo - idêntico ao 4º Tempo do Ombro-Arma, partindo da posição de Sentido
(Fig 37).
4 – MOVIMENTOS COM ARMA A PÉ FIRME
1º TEMPO 2º TEMPO