MATERIAL DO CURSO
FATURAMENTO HOSPITALAR
APOSTILA
GESTÃO HOSPITALAR
GESTÃO HOSPITALAR
HOSPITALAR GESTÃO
SAÚDE ADMINISTRAR
ADMINISTRAÇÃO - GESTÃO
• Desde os tempos primórdios administrar já se fazia necessário para que
os homens pudessem se organizar e manter-se vivos diante da ameaça
constante de suas vidas por parte dos mais diversos tipos de animais
existentes
• Em meados do século XVIII com o advento da revolução industrial, tornou-
se mais presente e necessário para existência das organizações.
• Cada vez mais era necessário lidar com grandes produções e para
administrá-los, conhecimentos técnicos eram cada vez mais exigidos. A
constante evolução também promoveu grandes diferenciais ao mercado
consumidor.
ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
• Clínica;
• Pronto-socorro;
• Posto de saúde;
• Unidade Básica de Saúde;
• Ambulatório;
• Hospital.
• Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES
• Instituição Responsável: Ministério da Saúde (MS)
FOCO DO NOSSO ESTUDO HOSPITAIS
Definição
Estabelecimento de saúde com serviços diferenciados, dotado de
capacidade de internamento, de ambulatório (consulta e urgência) e de
meios de diagnóstico e terapêutica, com o objetivo de prestar à população
assistência médica curativa e de reabilitação, competindo-lhe também
colaborar na prevenção da doença, no ensino e na investigação científica.
EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÃO
Quanto ao número de especialidades ou valências / áreas de patologia:
• Geral;
• Especializado.
Porte:
• Pequeno;
• Médio;
• Grande Porte.
GESTÃO HOSPITALAR
• Os avanços tecnológicos e o aparecimento da medicina científica, entre o
final do século XIX e início do século XX, vêm provocando uma verdadeira
revolução na função dos hospitais, que deixaram de ser um local onde os
pobres e os doentes eram deixados para morrer, se transformando em
uma instituição destinada ao cuidado e tratamento de enfermidades, com
infraestrutura suficiente para oferecer atenção médica à sociedade,
buscando soluções para os problemas de saúde da comunidade
(RUTHES; CUNHA, 2007).
• Segundo Galvão (2003), o hospital moderno ajusta-se a todo o momento a
um novo modelo, tendo como metas, além de tratar e curar doentes,
oferecer conforto, espelhando-se nos modelos hoteleiros, preocupado em
proporcionar bem-estar aos seus usuários. Assim, deixa-se de lado a visão
austera de sua estrutura.
Os critérios que conduzem a uma nova gestão hospitalar são:
• A orientação ao usuário e o avanço contínuo da procura por
excelência e autoridade responsável no contexto de coordenação
e integração em redes, acompanhados por elementos
estratégicos, tais como participação social, transparência e
responsabilidade no desenvolvimento das políticas públicas
(SCARPI, 2004).
• Sejam públicos ou privados, é necessário que os hospitais
possuam um perfil com postura empreendedora, baseada no
entendimento das organizações como conjuntos de elementos
que interagem entre si para a realização de um objetivo comum,
mantendo interrelação com o ambiente (CATELLI et al, 2001).
“Os hospitais estão entre os organismos mais complexos de serem
administrados.”
Nos hospitais estão reunidos vários serviços e situações simultâneas:
• Hospital é hotel;
• Lavanderia;
• Serviços médicos;
• Limpeza;
• Restaurante;
• Vigilância;
• Recursos humanos;
• Relacionamento com consumidor.
DIFERENÇAS ENTRE ORGANIZAÇÕES HOSPITALARES E
OS DEMAIS TIPOS DE ORGANIZAÇÃO
• A dificuldade de definir e mensurar o produto hospitalar;
• A frequente existência de dupla autoridade gerando a preocupação dos médicos com a
profissão e não com a organização;
• A alta variabilidade e complexidade do trabalho, extremamente especializado e
dependente de diferentes grupos profissionais;
• Muitas das inovações tecnológicas implicam não em mudanças no método de
prestação de um dado serviço, mas a introdução de um novo serviço que se soma aos
anteriores e exige pessoal adicional para sua prestação;
• A produtividade do trabalho depende, sobretudo, de uma combinação adequada entre
os vários tipos de profissionais;
• Apenas as organizações de saúde abarcam todas estas características
simultaneamente, por isso a integração organizacional se constitui em um desafio para
tais empresas.
GESTOR HOSPITALAR
• O Gestor Hospitalar é um profissional capaz de gerenciar de forma eficiente a
complexidade das atividades das instituições de saúde, adquirindo autonomia no
processo de aquisição e disseminação do conhecimento para ser um agente
multiplicador apto a resolver questões internas e externas da organização e suas
relações humanas, sociais e tecnológicas. As instituições de assistência à saúde são
compostas pelos mais diversos setores, com equipes multidisciplinares e demandas
muito especificas o que torna a Gestão Hospitalar complexa e única.
• Para atender às demandas do processo assistencial e gerencial, faz-se necessário que
se implante um modelo de gestão atual, a fim de otimizar o processo gerencial
hospitalar, que é visto hoje como uma empresa (BURMESTER et al, 2007).
• Dessa maneira, o gestor da atualidade deve ir mais além e compreender a parte técnica
e a administrativa, no que diz respeito ao planejamento e aos rumos da empresa. Além
disso, é importante saber que para a gestão ser eficiente, é necessário conhecer os
processos, entender como está o mercado em que atua em relação aos clientes e aos
concorrentes.
HOSPITAIS NO BRASIL
• No Brasil, a área hospitalar ainda precisa trilhar um longo caminho em
busca da modernização de sua gestão, pois tais organizações ainda se
utilizam de métodos contábeis tradicionais e ultrapassados,
desconhecendo efetivamente seus custos por não utilizarem qualquer tipo
de sistema que oriente e proporcione parâmetros para decisões
administrativas, investimentos e controle de atividades (ABBAS, 2001).
• Administrar um hospital não é uma das tarefas mais fáceis. Num país,
como o Brasil, marcado por diversidades nas necessidades locais, o
desafio é ainda maior. Uma gestão eficiente proporciona um melhor
atendimento ao público e promove condições de trabalho mais adequadas
às equipes de saúde.
• Porém, existem várias formas de gestão de um ambiente de saúde que
contemplam tanto o setor público como o privado. Estes últimos divididos
entre lucrativos e não lucrativos.
• Os hospitais privados com fins lucrativos, normalmente pertencem a
famílias, grupos médicos ou empresas médicas, como medicinas de grupo
e cooperativa médica.
• Já os estabelecimentos de saúde sem fins lucrativos, geralmente são
geridos por irmandades, santas casas, hospitais religiosos e outras formam
o grande parque hospitalar brasileiro.
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