Guindastes P&H: Eficiência e Lucro
Guindastes P&H: Eficiência e Lucro
CAMINHOES
Enfim,o ano da reacão
São Sebastião:
um superporto?
Eles se encolhem nos custos e se alongam nos lucros:
guindastes P&H hidráulicos com lança telescópica.
Eles vão buscar o lucro onde ele estiver. difíceis ou para se locomover rapidamente dentro
A lança telescópica permite passar através da obra ou de uma obra para outra, encurtando custos
de portas e ir lá dentro do galpão, armazém e aumentando lucros.
etc., para retirar a carga. E todos eles possuem assistência técnica perfeita
A lança se alonga e se encolhe de acordo com em qualquer ponto do País e estoque com peças
a necessidade. O guindaste P&H hidráulico de reposição.
com lança telescópica não pára de trabalhar, Ponha mais um braço direito na sua empresa. Forte,
porque opera com a mesma lança que vai Il¡ resistente, saudável e que faz tarefas incríveis com
até 150 pés. Os guindastes P&H hidráulicos incrível facilidade.
são oferecidos com capacidade de carga Comece a operar com guindastes P&H hidráulicos
de 12 a 75 toneladas. A grande variedade com lança telescópica. Se v. quer ter mais certeza
de modelos permite que v. escolha o ainda de que isso é o certo, procure a Villares, que
equipamento certo para sua empresa: garante a assistência técnica que v. já conhece.
para trabalho pesado em terrenos Vamos conversar hoje mesmo?
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21.0 andar - Tel.: 231-1370
O CADERNO QUE FALTAVA
Nossos 13 000 leitores das áreas industrial e técnicos de terraplenagem — de atender às
de serviços passam a receber, a partir deste nú- necessidades específicas de informacão de
mero, juntamente com a revista normal, um cada setor. O resultado é que, conquanto a
caderno adicional. Inteiramente dedicado à revista continue a cobrir todas as modalidades
movimentação interna de materiais, Trans- de transporte, o homem de terraplenagem não
porte Industrial não significa, todavia, apenas mais encontrará artigos sobre assuntos indus-
um caderno a mais. Na verdade, representa o triais — que fogem ao seu interesse — e vice-
desdobramento natural da política editorial — versa. E vai sobrar mais espaço para setores
iniciada em março de 1971, com o caderno como transporte aéreo, ferroviário e marítimo,
Concreto & Asfalto, que circula entre 12 000 até hoje tratados apenas esporadicamente .
CAMINHÕES PNEUS SÃO SEBASTIÃO TRANSPORTE PESADO SEÇÕES
Malote 4
Veículos 10
•Como foi
o VIII Salão do
Automóvel
•Os novos
motores Perkins
Passageiros
•O primeiro
UM PORTO prêmio Caio
Ferrovias
A INESPERA- PARA •A maior
locomotiva
DA REACAO SUPERNAVIOS nacional
DO MERCADO O terceiro
ancoradouro
A DEMANDA Aviação
•Por que
Depois de dez anos natural do mundo CRESCE a Varig escolheu
de estagnação, AS VOLTAS tem tudo para
se converter num COM A CAR
o DC-10.
Navegação 18
o mercado de
caminhões voltou COMA superporto, capaz de Há quatro anos, Rápidas
Equipamentos 42
20
a reagir, em 1972: atender aos o transporte por
a produção foi JUSTICA gigantescos navios rodovia de uma carga Publicações 44
de 50 300 unidades, do futuro. Mas os de 100 t Serviço de
Os três grandes
mais de 30% maior técnicos ainda era raro. Mas o Consulta 44
fabricantes de pneus,
do que a de 1971. Firestone, Goodyear não chegaram a um desenvolvimento
E os fabricantes e Pirelli, terão acordo sobre industrial forçou
estão descobrindo de provar a melhor maneira as empresas
uma nova arma: ao Conselho de aproveitá-lo. especializadas A s opiniões
a agressividade. Administrativo de Página 32. a buscarem novas emitidas em
Página 22. soluções para art,gos assinados
Defesa Econômica ou entrevistas
que —embora atendera um não São
detendo 91,7% do mercado que cresce necessariamente
mercado de pneus — em peso e as adotadas por
Transporte
nunca abusaram quantidade. Moderno,podendo
do poder. Página 36. até serem
Página 27. contrárias a estas.
certeza de
caminhões diesel.A prova disso
é que fabricamos um. Mas isso
não justifica o fato de muita gente
comprar um caminhão diesel
quando não precisa realmente •
refrigeração e carburação.
Potência, segurança e
economia, sem os gastos
extras dos motores V-8.
dele.
É aí que entra o
Chevrolet 0-60 a gasolina. Um
ue precisa A manutenção do
Chevrolet 0-60 é muito mais
simples e rápida, seu chassi
é mais leve (você leva mais
caminhão que, entre todas as
outras vantagens, começa a
dizer quem é pelo seu custo
inicial: 32% mais barato do que
de um carga), seus freios são mais
seguros, a suspensão assegura
conforto para o motorista e
segurança para a carga, e
o próprio Chevrolet diesel, e
caminha()
-66% abaixo do custo inicial de
um Mercedes-Benz L-1113.
você conta com ótimas opções
como: chassi em três
tamanhos, transmissão de
Nem todos os problemas
de transporte têm um diesel
como solução.
Uma grande verdade.
diesel.de líquidos; manutenção e
quatro ou cinco marchas,
diferencial de duas velocidade
(reduzida) e tantas coisas mais.
Conta também com a
assistência de mais de 300
No transporte interur- construção de rodovias e ruas; Concessionários de Qualidade
bano de carga, por basculantes; transporte de e Oficinas Autorizadas
exemplo, um caminhão a alimentos perecíveis, de Chevrolet em todo o país.
gasolina garante um custo malotes, correspondência, E, para acabar de
inicial e operacional mais baixo jornais e revistas; extração e provar que o melhor já nasce
do que o de qualquer diesel, transporte de madeira;furgões; Chevrolet, o valor de revenda
desde que a quilometragem etc, são mais algumas das do 0-60 será mais uma alegria
mensal não exceda 5.000km, utilizações onde um caminhão que você vai ter, na hora de
em percursos diários de 100 a a gasolina é mais vantajoso trocá-lo por um novo
500km. O mesmo acontece no do que um diesel. Chevrolet 0-60.
transporte urbano de entregas: Já que o melhor é um
gás, bebidas, materiais de Caminhões a gasolina.
caminhão a gasolina, fique
construção, coleta de lixo, etc. com o melhor caminhão
Mas não é só isso: a gasolina: Chevrolet C-60.
serviços gerais em fazenda; Quanto a isso, não resta
tanque para transporte nenhuma dúvida.
INFORMACOES
MEM,
des empresas do setor Salão. Os modelos colo-
automobilístico comple- ridos da Metropolitana,
taram seus estandes com uma pintura que po-
com veículos utilitários e deria servir de exemplo
caminhões. Mas, ao que para muitas frotas, e as
parece, o público não es- novidades da Caio, para
tava muito interessado citar apenas dois exem-
nesse setor mais pesado plos, conseguiram atingir
da indústria. um número de pessoas
só comparável ao alcan-
Jovem — O silêncio é çado pelo Maverick e pe-
quebrado pelo barulho lo D-1 800. As portas,
das marteladas que indi- propositalmente deixa-
Novos FNM,ônibus da
Marcopolo e Metropolitana.
Motores da Cummins,
o LS-1519 da Mercedes,
carroçarias da Recrosul e
Rodoviária e o Kadyketo,
entre as novidades.
INFORMACOES
status suficiente para Paulo e expôs junto com tos anuais de produção e tência (seis cilindros),
pensar no lazer. Não te- a Caio, também atingiu lançar novos motores, previsto para janeiro pró-
mos do que nos queixar. seus objetivos. "Consi- com a esperanca de que ximo. E, com eles, a Per-
Nem nós nem as indús- derando que pelo me- o fornecimento de fundi- kins espera alcançar a
trias ligadas ao turismo nos 600 000 pessoas vi- dos se normalize até marca de 50 000 moto-
que também montaram ram o ônibus exposto, março de 1973, são os res em sua produção, a
seus estandes. A Turis- comentaram seu luxo e projetos já em execução curto prazo.
car, por exemplo, que ex- gravaram o nome da em- e a preocupação da Per- Um problema, porém,
pôs carros para campis- presa, fatalmente isso re- kins no momento. aflige Oscar Augusto de
mo, pela primeira vez percutirá nas vendas de A nova linha de moto- Camargo Filho, gerente
realizou vendas no salão. passagens." res a ser lançada inclui de mercado da Perkins: o
Ela sempre participou. os modelos 4 236 e fornecimento de fundi-
Mas o público apenas Só de peças — Entre- 4 248, de 90 cv a 2 800 dos (cabeçotes e blocos),
olhava. Nesse, ela ven- tanto, nem todos os ex- rpm (SAE) ou 76 cv a em 1972, emperrou a
deu diversas unidades. positores estão plena- 2 800 rpm (DIN), espe- produção. Além do fato
Uma empresa que mos- mente satisfeitos. Muitos cialmente construídos desagradável de não po-
trou um veleiro desmon- fabricantes de compo- para veículos com peso der atender aos pedidos
tável surprendeu-se com nentes e acessórios para bruto entre 4,5 e 10,5 t em dia, a Perkins viu
o número de vendas que veículos sentiram-se pre- (caminhões leves, fur- muitas vendas se perde-
conseguiu efetuar. Sem judicados com a localiza- gões e microônibus). Es- rem por falta de matéria-
dúvida, a indústria ligada ção de seus estandes."O ses novos motores virão prima.
ao campismo não pode público tinha sua aten- complementar, em fins "Infelizmente", diz Os-
se queixar dos resultados ção desviada para as de 1973, o lançamento car Camargo, "são pou-
obtidos no salão.- A in- montadoras, fábricas de do 6 365, da mesma "fa- cas as fábricas com ca-
dústria de carroçarias de carroçarias de ônibus, mília", mas de maior po- pacidade de produção de
ônibus também não re- para o setor de campis-
clama. Pelo menos é o mo, etc., e passava reto
que diz Cláudio Regina, por nossos estandes." OS NOVOS MODELOS
diretor da Caio."0 inves- Dessa reclamação, ouvi-
timento foi altamente da com bastante fre-
compensador. Além de qüência, surgiu uma 4 236-V
revigorar a imagem da idéia, defendida durante
Caio como empresa uma reunião informal de
grande e organizada — vários expositores, no diâmetro do pistão — 98,4 mm
nossa principal finalidade próprio salão: "Por que curso —127 mm
—, vendemos muito nes- não fazer um salão só de cilindrada — 3,86 litros
se VIII Salão. O Micro, equipamentos, reunindo relação de compressão — 16:1
montado sobre o chassis autopeças, componentes número de cilindros —4 verticais, em linha
do novo Mercedinho, e acessórios?" Se a su- ciclo — 4 tempos
vendeu mais de cinqüen- gestão for levada avante, sistema de combustão —injeção direta
ta unidades, lá mesmo, o Salão do Automóvel potências no volante — 90 cv a 2 800 rpm;-30 kgf.m
no salão. E o que estava pode acabar desmem- a 1 500 rpm (SAE)
exposto era apenas um brado em vários outros: ou 76 cv a 2 800 rpm
protótipo. O interessante o de ônibus (sugestão da 26 kgf.m a 1 400 rpm (DIN 70 020)
é que todos queriam ficar Caio), o de componentes sistema auxiliar de freio:
com ele, para não ter (sugestão de grande nú- exaustor Clayton Dewandre —
que esperar o início da mero de fabricantes) e o A 350(Rega 1 390A/3(
produção em série. Sur- do automóvel. peso aproximado — 318 kg incluindo carga e
preendente foi o número São 21h00. O Parque volante, motor de partida,
de famílias que iniciaram Anhembi fecha suas por- gerador, ventilador, filtros de ar e
negociações para a com- tas. O VIII Salão do Au- combustível
pra do Micro. Elas que- tomóvel está definitiva-
riam o ônibus para fins mente encerrado. 6 365
de semana ou viagens de
férias. Tivemos, também, VEÍCULOS
sistema de combustão — direta
várias encomendas do
Novos cilindros — 6 verticais, em linha
Jubileu e do Gaivota. Is-
diâmetro dos cilindros — 104,14 mm
so sem falar na consa- motores curso do êmbolo — 114,30 mm
gração do prêmio Caio.
relação de compressão — 16,5:1
Para nós, o resultado foi Um investimento de
cilindrada total — 5,84 I
extraordinário." A em- Cr$ 84 milhões nos pró-
potência —130 BHP a 3 000 rpm
presa rodoviária Única, ximos cinco anos, para
torque máximo — 264.01 bft
que faz a linha Rio—São acompanhar os aumen-
A mais
iluminada
O Brasil terá a rodovia
mais iluminada do mun-
do: a Anchieta. Um tre-
cho de 13 km já termina-
do (536 postes) dá idéia
do efeito que provocarão
as 2 000 lâmpadas a va-
O relatório indicará as peças e os reparos necessários. por de sódio a alta pres-
são, chamadas Lucalox e
tuídas e os preços cor- estamparia terão gasto fabricadas pela General Um trecho pronto dá idéia
respondentes. Nem sem- mais de 2 milhões de ho- Electric nos Estados Uni-
pre há necessidade de ras na execução de oito- dos. Essas luminárias da-
propriamente dita, e a
execução de todos os centas matrizes e qui- rão à Anchieta uma ilu- outra as vias marginais,
serviços, o que permitirá nhentos dispositivos es- minação de 130 lux (o paralelas à Anchieta. As
ao proprietário optar pe- peciais. nível mais alto, até ago- marginais, de trânsito
los reparos mais pre- A maior ferramenta ra, em estradas de todo o apenas local, terão um
mentes, com assessoria que entrará na produção mundo, é de 80 lux). nível de ilurrninação mé-
de funcionários da ofici- do Chevette pesa mais Os postes com 20 m dio de 60 lux.
na ao tomar a decisão. A ou menos 50 t; e a me- de altura e distantes 60
A Lucalox, segundo a
Volks acha que a grande nor, 100 kg. No final de m entre si, ostentarão lu-
GE, "é a mais eficiente e
vantagem do Sistema setembro, a GM anun- minárias compostas por econômica fonte de luz
VW Diagnose é que "o ciava a utilização de quatro pétalas. Três de- conhecida atualmente,
próprio cliente participa- 3 000 t de ferro fundido las iluminarão a rodovia pois produz mais luz por
rá ativamente da manu-
energia gasta (rendimen-
tenção do veículo, op- to luminoso) e, portanto,
tando pelos serviços de
necessita de menor nú-
acordo com seu critério
mero de lâmpadas para
de necessidade ou possi-
iluminar a mesma área.
bilidade".
O uso da Lucalox permite
O sistema já existe
ainda menores gastos,
nos Estados Unidos e
porque, como se usam
Europa e, em estágios
menos lâmpadas, a fia-
mais adiantados, inclui
ção é mais econômica,
até computadores, para
são exigidos menos pos-
comandar todas as ope-
tes, o consumo de ener-
rações de teste, forne- gia é inferior e a manu-
cendo prontamente o tenção mais fácil.
diagnóstico. Se a solução escolhi-
da tivesse sido a das
O enxoval lâmpadas a vapor de
mercúrio, elas teriam que
do Chevette ser em número de 4 200,
de 1 000 W cada uma, e
Para que o Chevette com o dobro da quanti-
possa sair mesmo até o dade de 'postes, para ilu-
final deste primeiro se- minar com a mesma cla-
mestre, a seção de es- ridade o mesmo trecho
tamparia da General Mo- da Anchieta. O Brasil é o
tors, em São Caetano do pioneiro, na América La-
Sul, SP, vem trabalhan- tina, na utilização de
do vinte horas por dia, lâmpadas Lucalox de
sete dias por semana, há 1 000W. Em Buenos Ai-
mais de três meses. res e Caracas, há locais
Quando o novo veícu- iluminados com Lucalox,
lo começar a ser produzi- mas do tipo de 400W.
do, 750 dos 1 250 ho-
mens que trabalham na Para que o Chevette saia em dia, estamparia não pára.
com o máximo de
a experiência. E Londres
passou a ter em funcio-
facilidade
namento um servico ofi-
cial de microônibus,
inaugurado pelo London
e precisão.
Transport. utilizando
quatro veículos na liga-
ção de Enfield Town,
Southgate Station e dois
hospitais.
Os microônibus, de
dezesseis lugares, circu-
lam numa das quatro li-
nhas experimentais pla-
nejadas para testar a de-
manda desse tipo de
transporte, e usarão
principalmente vias ain-
_J■
da não servidas por ôni-
bus.
-Y-SPErzw RAND
Em Londres, microônibus
1CKERS VICKERS HIDRÁULICA LTDA.
Vickers Hidráulica Ltda.-Avenida Nazaré,1316 -Te1.63-1141-São Paulo
é serviço oficial do governo. Av. Rio Branco,37- Conj. 507- Tel. 223-3904 - Rio de Janeiro, Guanabara
lk,FORMACOES
r_l O terceiro lugar foi
conseguido por Fernan-
do Bauer, Vitório Marg-
hieli e Atsushi Saito, to-
dos alunos da Faculdade
de Engenharia industrial
(FED. A principal caracte-
rística desse projeto está
na carroçaria dividida em
três partes — carenagem
dianteira, célula e care-
nagem traseira. As care-
nagens são moldadas
em fibra de vidro e a cé-
lula é formada por perfis
de aço. O chassi escolhi-
do foi novamente o OH-
1313 da Mercedes-Benz.
O projeto apresenta ain-
da os pára-choques fei-
tos de borracha inflada
Vencedor (à esquerda): porta dianteira na frente recuada para proteger o passageiro. com baixa pressão, "que
servirão para amortecer
10000, um estojo de diminuir com a implanta-
PASSAGEI AOS pequenos choques sem
compasso com 28 peças ção do metrô. Assim, fu-
causar o mínimo dano".
e um estojo com dezoito turamente, o transporte
Prêmio só peças. E os resultados
Tem capacidade para 41
urbano de passageiros fi-
para ônibus foram animadores: cará limitado à função de
passageiros sentados e
igual número em pé.
E O primeiro lugar cou- ligar entre si as estações
"Inexiste mentalidade be ao projeto apresenta- do metrô com viagens
profissional em torno do do por Carlos Ferrari curtas e rápidas. Repercussão —
aprimoramento de ôni- Vieira, aluno de desenho Ei O segundo lugar fi- possível que jamais ve-
bus urbano." Foi pen- industrial do Mackenzie. cou com Giorgio Grigna- nhamos a utilizar nenhu-
sando nisso, e tentando Para ser montado no ni e José Roberto G. de ma das soluções propos-
motivar os estudantes a chassis do OH-1313, da Soutello, ambos alunos tas pelos estudantes",
pensar no assunto, que a Mercedes, de 5,17 m en- da Faculdade de Arquite- diz Ciáudio Regina. "Mas
Caio, indústria de carro- tre eixos, o modelo apre- tura e Urbanismo (FAU) conseguimos despertar o
carias de ônibus, insti- sentou como principal da Universidade de São interesse desses jovens
tuiu o prêmio Caio, para novidade a porta diantei- Paulo. É um projeto sim- que estão para se formar.
o melhor projeto de ôni- ra colocada na parte ples, tendendo mais pára Durante trinta dias, eles
bus urbano apresentado frontal do veículo, ligei- o que há de existente no tiveram suas atenções
por universitários de en- ramente recuada, de ma- mercado atual. Foi proje- voltadas para o proble-
genharia, desenho indus- neira a formar uma plata- tado para chassis Merce- ma do ônibus urbano,
trial e arquitetura. Na forma por onde desce- des-Benz OH-1313 de coisa que dificilmente te-
verdade, a empresa pre- riam os passageiros. Es- 5,17 m entre eixos, "por riam feito de outra forma.
tendia desviar a atenção se recuo na parte dian- apresentar o maior espa- O Mackenzie chegou até
desses estudantes para o teira, além de proporcio- ço interno possível". a fazer do concurso Caio
problema dos ônibus e nar maior conforto ao Possui duas janelas de matéria curricular. Ape-
conseguir, com isso, usuário, serve para dar emergência na lateral es- sar de, pelo regulamento
dentro de alguns anos, maior visibilidade ao mo- querda e duas áreas li- do concurso, ds projetos
um bom número de pro- torista. Os bancos foram vres, uma logo atrás da apresentados serem de
fissionais capacitados a colocados lateralmente, roleta e outra perto da propriedade da Caio, o
trabalhar no setor. oferecendo maior espaço porta dianteira, locais que equivale a dizer que,
O I Concurso Caio, interno. Projetado para onde é comum o acúmu- mesmo que viéssemos a
lançado oficialmente no 36 passageiros, o ônibus lo de passageiros. Sua utilizar um dos projetos
VIII Salão do Automóvel, apresenta, ainda, em to- porta de saída colocada os estudantes não teriam
desejava conhecer as su- da a volta, uma faixa de próximo ao motorista, nenhuma participação
gestões para projetos borracha que serve co- possui pequena estrutu- econômica nisso, o fato
inovadores, porém viá- mo pára-choque e res- ra, sendo o restante de de terem ganho o con-
veis na prática. Como in- guardo para as laterais. vidro, de maneira a pro- curso e de poderem vir a
centivo, foram estipula- Para sua elaboração Car- porcionar maior visibili- trabalhar conosco, quan-
dos prêmios para os três los Ferrari partiu da pre- dade. A lotação é de 36 do terminarem a faculda-
primeiros colocados, res- missa de que o transpor- passageiros sentados e de, já é um grande incen-
pectivamente de Cr$ te bairro-centro tende a 36 em pé. tivo para elesf
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Industriais
CAMINFIÕES
A surpreendente reação do
mercado de caminhões em 1972,
quando a produção aumentou em
30% — de 38 388 unidades em
1971 para uma estimativa de
50 300 no ano recém-findo — tem
sua origem no mesmo fator que
provocou sua estagnação durante
onze anos (de 1960 a 1971): o
progresso do país.
O aparente paradoxo —aumen-
to do volume de carga transpor-
tada, diminuição dos caminhões
em uso — tem sua explicação prin-
cipal no plano rodoviário nacional,
que proporcionou às unidades
existentes melhores performances
em cada viagem. Em outras pala-
vras, o serviço que no período de
1960-71 exigiria três ou mais
caminhões passou a ser exeqüível Borghoff: sujeito a altos e baixos, até por problemas sazonais.
com apenas uma unidade. Uma
viagem São Paulo—Recife pode
servir de exemplo: há vinte anos, o dos caminhões. Para a maioria guindo um rendimento de 100%
esse percurso — 3 000 km — era dos fabricantes, as causas da ao ano de seu caminhão — o que
feito, no mínimo, em três semanas estagnacão prolongada do setor é humana e mecanicamente im-
e o caminhão rodava apenas 500 são de difícil localizacão. E, em al- possível — ele conseguirá solver
km sobre asfalto. Hoje, a mesma guns pontos, as opiniões chocam- seu débito e ter um lucro razoável.
viagem é feita em 56 horas, com se frontalmente. Como, então, esperar renovação
dois motoristas em revezamento. Para Mário Fodor, da Scania, de frotas, seja de empresa, seja de
Conseqüentemente, um caminhão dois fatores atrapalharam o au- particulares?"
fazendo esse percurso hoje equi- mento de vendas: as dificuldades
vale a quase nove em 1952. de particulares e empresas para Uma deficiência
Esse fator, somando a implan- obter financiamentos e os fretes
tação do terceiro eixo nos mode- muito baratos, implicando baixo Rodolfo Borghoff, diretor de
los 4x2, que aumentou de 60 para rendimento operacional. Esse marketing da Mercedes, acha que
120% a capacidade de carga des- ponto de vista é definido também o baixo custo dos nossos fretes —
ses caminhões, mais a falha no por Jorge Boihagian, gerente de de quatro a seis vezes mais bara-
sistema de organização dos trans- vendas da Chrysler dó Brasil, para tos que nos países industrializados
portes rodoviários, segundo os quem a grande barreira são as difi- — influi na economia dos trans-
fabricantes, explica por que o nú- culdades de financiamento. Já portadores e conseqüentemente
mero de caminhões em uso caiu para o gerente de análise de mer- na sua. capacidade de renovar as
de 500 000 para 466 000 unida- cado da GM, Gamil-M. Bichara, o frotas. Ele demonstra certeza e dú-
des nesse período de onze anos, preço do frete não é argumento: vida: "0 custo efetivo do trans-
em que o volume de carga trans- "Desde que não há regulamen- porte no Brasil também é baixo,
portada por rodovia aumentou de tação de preço, o transportador mas ainda não se pode dizer qual o
42,6 bilhões de tkm para 140 cobra o que acha justo. Fator nível ideal de remuneração, capaz
bilhões. ponderável, esse sim, é o financia- de assegurar a continuidade dos
mento". investimentos mínimos necessá-
Dois problemas Sua teoria é de que nossas rios ao desenvolvimento da in-
financiadoras ainda funcionam em fraestrutura dos transportes rodo-
Mas a reação do mercado ser- bases especulativas. Enquanto viários de carga".
viu para alertar o fabricante, tam- opera sua máquina de calcular, e:e Para alguns, o problema é que,
bém colhido de surpresa com o argumenta: "A inflação no Brasil, ao contrário do que ocorre no
sensível e repentino aumento de hoje, anda pela casa dos 16 a 18% mercado de carros de passageiros,
vendas, para um ponto impor- ao ano, enquanto as financeiras cujas pesquisas vão aos mínimos
tante: é preciso sair da atitude de cobram juros de 3,1% ao mês, ou detalhes técnicos, o mercado de
expectativa e adotar um compor- seja, 37,2% anuais. Logo, o finan- caminhões ainda é empírico. J. Th.
tamento mais agressivo em rela- ciado está pagando juros reais de Carneiro Neto, gerente de merca-
ção à pesquisa e à conquista de mais ou menos 20% ao ano, o que do de caminhões da Ford-Willys,
um mercado tão complexo como é uma exorbitância. Só conse- afirma: "Temos de reconhecer que
ginas, em que é feita uma análise mente, possuem frotas próprias, e, transporte rodoviário de carga — o
genérica, em termos didáticos, de dentre essas, apenas umas 350 a que deverá acontecer nos primei-
tudo o que se relaciona com o quatrocentas têm estrutura real de ros meses de 1973 — o mercado
caminhão, desde a lei da balança, empresa organizada para o servi- de caminhões entrará nos eixos e
até o estudo do mercado, pas- ço. Estas podem utilizar-se de o carreteiro deixará de ser um
sando por especificações técnicas carreteiros autônomos — cito o marginal".
e o Código Nacional de Trânsito. caso da Transdroga, que opera Outro ponto, não menos impor-
com cem unidades próprias, mas tante, a ser considerado é a neces-
A finalidade maior desse folheto tem dezenas de carreteiros contra- sidade de aprimoramento do re-
é enfatizar a necessidade de -re- tados — e pagar a eles um preço vendedor, que deve ser mais um
forma da mentalidade do setor de justo por seus serviços, pois, assessor técnico do comprador do
transporte rodoviário", respon- paralelamente, exigem equipa- que um simples intermediário co-
sável principal pelas aflições da mento de primeira e motoristas mercial. O caminhão até aqui tem
indústria, segundo Carneiro Neto: selecionados. Isso, em números, o sido considerado um bem de con-
"Temos de considerar que o mer- que significa? Praticamente nada, sumo, quando, em realidade, é um
cado se divide em três grupamen- se considerarmos que existem bem de produção. Logo, o reven-
tos: agropecuário, industrial e ro- 200 000 transportadores autôno- dedor deverá orientar o cliente na
doviário de carga. Os dois mos no Brasil, todos marginali- compra do equipamento mais ade-
primeiros absorvem 30% da circu- zados, à mercê de agenciadores quado, como também garantir-lhe
lação dos bens, enquanto o último que se intitulam transportadores. assistência permanente. Só assim,
absorve 70%. O setor é respon- Aqui se encontra a origem do no dizer de Mário Fodor, o cami-
sável por 82% do total de cargas suposto baixo preço das tarifas. nhão vencerá essa corrida contra
transportadas. O problema maior Em realidade, o que ocorre é que o os seus adversários, a marginali-
está no transporte rodoviário de caminhoneiro fica com as miga- zacão do carreteiro, a falta de uma
carga, totalmente desestruturado. lhas de um agenciador que avilta regulamentacão dos transportes
Temos cerca de 7 000 empresas os preços, porque, para ele, tudo é de carga, a dificuldade de obter
transportadoras no país, das quais lucro. Por isso acredito que, quan- financiamentos e custos não ra-
apenas 700 (10%), aproximada- do o governo regulamentar o cionalizados dos de fretes.
RESULTADOS DE CONCORRÈNCIAS
EDITAL N.80/72
TOMADA
DE PRE
ÇOS data: 11-9-72,as 10h30.
VALOR
(CM 80 000,00
VENCE-
DOR Soc. Técnica e Representações Ster S.A.
PROPOSTA VENCEDORA
Preços ICrS)
Servicos
Unidade Ouan dada Unitário Total
TERRAPLENAGEM
Desmatamento, destocamento e
limpeza ma 475 000 0,10 47 500,00
Escavação, carga e transporte de
materiais de 1.° cat. DMT até
200 m m' 713 157 1,33 948 498,81
Escavação, carga e transporte de
Agora, para cações do compactador, materiais de 1.° cat. DMT de 200
os rolos pés-de-carneiro a 400 m m m 240 722 1,64 394 784,08
cavalos novos Escavacão, carga e transporte de
em linha, etc., permane- materiais de 1.° cat. DMT de 400
a 600 m rnm 6 220 2,27 14 119.40
A linha de equipa- cem os mesmos. Os Escavação, carga e transporte de
mentos de compactação tambores têm diâmetro materiais de 1.° cat, DMT de 600
a 800 m mm 21 886 2,88 63 031.68
da Hyster já tinha o rolo de 1,7 m, largura de 0,81 Escavação, carga e transporte de
tamping C-410 para m e largura de cobertura materiais de 2.° cat. DMT até
200 m rri:
' 64 969 2,99 194 257,31
compactação em alta ve- das rodas de 3,07 m; Escavação, carga e transporte de
materiais de 2.° cat. DMT de 200
locidade com o aprovei- chassi com largura de a 400 m rnm 37 764 3,48 131 418,72
tamento de tratores de 3,35 m, comprimento Escavação, carga e transporte de
materiais de 2.° cat. DMT de 400
um eixo (de motoscra- sem pescoço de 4,32 m a 600 m ma 28 008 4,64 129 957.12
Dreno de pedra seca ,m 600 47,28 28 368,00
pers), antigos e deprecia- e 12 t de peso bruto sem
dos (sem utilidade para a trator e sem lastros. As
OBRAS COMPLEMENTARES
terraplenagem, mas ain- duas rodas externas es- Cercas de arame farpado m 30 000 4,39 131 700,00
da em condições de tra- tão montadas num chas- Defensas m 1 200 107,95 129 540,00
Sinalização horizontal m 35 000 4,22 147 700,00
cionar rolos). E com es- si rígido, para proporcio- Sinalização em placas mm 90 250,00 22 500,00
Balizadores u 500 59,05 29 525,00
ses tratores antigos a. nar estabilidade ao con- Proteção vegetal - enlaiva-
produção de cada com- junto em curvas fecha- mento rn.
., 68 500 3,96 271 260,00
Proteção vegetal -plantio
pactador atinge mais de das. A roda central é flu- de arvores e arbustos u 700 4,43 3 101,00
1 500 m 3 horários. tuante com oscilação Pórticos u 8 000,00 -
Meio-fio de concreto m 2 400 14,00 33 600,00
Agora a empresa aca- vertical de até 30 cm, Enrocamento de pedra arruma-
da m' 360 64,00 23 040,00
ba de lançar o mesmo para garantir a ação per- Enrocarnento de pedra arruma-
C-410A, com pescoço manente das três rodas da com argamassa m' 140 114,00 15 960.00
PAVIMENTAÇÃO
Sub-base de solo estabiliza- INFRA-ESTRUTURA
do 5/mistura rn' 36 500 6,24 227 760,00 Tubulões 45 1,20 rei 191 1 850,00 353 350,00
m
Base de solo estabilizado Alargamento das bases m' 642 000,00 128 000,00
simistura m' 34 600 6,98 241 508,00
Regularização do subleito m' 205 400 0,56 115 024,00
Imprimação (execução) m' 175 600 0,06 10 536,00 MESOESTRUTURA
I mprimação (aquisição) t 211 683,38 144 193,18 Escoramento rn' 5 000 10,00 50 000,00
Tratamento superficial simples Formas m' 134 2500 3350.00
(execução) m' 51 000 0,78 39 780,00 Armação CA-50 kg 2 958 3,0 10 380,00
Tratamento superficial simples Concreto m' 30 170,00 5 100,00
(aquisição) t 41 528,67 21 675,47
Pré-misturado a frio m' 500 107,70 53 850,00
SUPERESTRUTURA
Tratamento superficial duplo com
capa selante (execução) rrr 126 100 1,68 211 848,00 Formas de compensado ma 2 207 25,00 55 175,00
Armação CA-24 kg 600 3,00 1 800.00
Tratamento superficial duplo com
t 631 Armação CA-50 kg 40 514 3,50 141 799.00
capa selante (aquisição) 528.67 333 590,77
Concreto estrutural ma 425 170.00 72 250,00
Apoio de Neoprene kg 61 60,00 3660,00
OBRAS DE ARTE CORREN-
TES
Bueiro tubular simples 4 ,1,00 m m 97 247,63 24 020,11 ACABAMENTOS
Bueiro tubular duplo 4 1,00 m m 143 533,14 76 239,02 Guarda-corpo m 218 40.00 8840,00
Bueiro tubular triplo 4 1,00 m rn 191 780,77 149 127,07 Pavimentação da pista m' 80 170,00 13 600,00
Bueiro de greide 4'0,60 m 450 47,31 21 289,50 Pintura com conservador .
Bueiro tubular simples 4' S-Silico-
m 400 102,66 ne da Sika ou similar obra 5 1 000,00 5000,00
0,80 41 064,00
Bueiro tubular duplo ,l' 0,80 m 79 184,78 14 597,62 Juntas longitudinais e transver-
Bocas para bueiro tubular m3 265 342,39 90 733,35 sais, drenos, cantoneiras e sina-
lizacão obra 8 1 000.00 8 000,00
Caixas para bueiro de greide
4, 0,60 u 30 432,33 12 969,90 Enrocarnento de pedras arruma-
das m, 1 200 10,00 12 000,00
Bocas para bueiro de.greide
4,0,60 u 30 378,15 11 344,50
Bueiro celular - concreto arma-
do m 686,810 472,81 324 730,63
Bueiro celular - concreto ciclo-
pico rei' 394,110 342.39 134 939,32
Escavação de valas para bueiros EDITAL N.° 72/72
de 1.° e 2.° categorias m' 2 960 7,15 21 164,00
Escavacão de valas para bueiros TOMADA
em material de 3.7 categoria m' 52,70 DE PRE
ÇOS data:7-8-72, às 14h30
OBRA Construcão de uma ponte sobre o rio Mossoró, na 13R-304/RN
DRENAGEM
Valetas de protecão-escavacão VALOR
em 1.° e 2.° categorias rir 20 710 3,34 69 171,40 (Cr& 800 000,00
Sarjetas de concreto (em cortes/
e revestimentos m 17 260 29,34 506 408,40 VENCE-
Sarjetas de concreto (em aterros' m 9 780 27,32 267 189,60 DOR Sociedade 'piranga de Engenharia e Comércio S.A.
Entradas de água tipos A e B u 25 538,36 13 459,00
Descidas de água m 240 32,13 7711,20 CONCORRENTES Cr$ CONCORRENTES Cr$
Soleiras de dispersão u 25 538,36 13 459,00
Caixas coletoras u 10 1 076,72 10 767,20 Sociedade 'piranga de Nordenco S.A. 840 206,00
Descidas de água em degrau Engenharia e Com.
(tipo A e BI , m 94 342,39 32 184,66 5.A. 685 495,00 Cia. Investimento e
Drenos profundos m 8 650 35,58 307 767,00 Coes-
Escavação para drenos profun- Construtora A. Gaspar trucões Cicol Ltda. 956 840.00
dos em 1.° e 2.° categorias m' 5 620 7,47 41 981,40 Ltda. 789 190,00
Escavacão para drenos profun- Sergen-Servicos Gerais
dos em 3.° categoria m' 130 52,70 6851,00 de Engenharia S.A. 798 518,00
PROPOSTA VENCEDORA
Preços (Cr$)
Servicos Unidade Quantidade Unitário Total
VALOR SUPERESTRUTURA
(Cr$/ 869 112,00 ,,,,
Formas 2 230 25,00 55 750,00
Aço CA-50 kg 23 600 3,50 82 600,00
VENCE- Avo CA-24 kg 23900 3,00 71 700.00
DOR Baumann e Vieira Engenharia Concreto estrutural m3 410 220,00 90 200,00
OS
co
88888888
oo
Guarda-corpo m 220
Baumann e Vieira Engenharia 869 112,00 Juntas rn 300
-o
Drenos ud 44
Eccon-Engenharia Civil
0000 o
Cantoneiras ud 2
Pintura do GR. e GR. m 220
Lci ■ri
- •.)
cs ci
As técnicas e
segredos da
terraplenagem
Terraplenagem é um trabalho bruto e pesado. Mas
nem por isso sua execução dispensa planejamento.
Aqui, os elementos essenciais para sua
empresa programar os
serviços de movimentação
de terra e tirar o máximo
partido das características de cada máquina.
ficação teórica dos inúmeros ser- para o metro cúbico escavado em cessos que estão sendo utilizados
viços varia de engenheiro para rocha é seis vezes superior ao ou pesquisados no exterior ainda
engenheiro. Para Wlastermiller de escavado em terra. Além deste não foram aceitos - os emprei-
Cenço, diretor de operação do aspecto de compensação ao em- teiros não querem se arriscar a um
DER-SP, o trabalho de terraple- preiteiro, normalmente a terraple- investimento maior em relação
nagem se divide em três etapas: a) nagem é encarada como trabalho aos equipamentos convencionais
escavação e transporte; b) cons- de maior rentabilidade do• que a sem terem certeza das vantagens.
trução dos aterros; c) trabalhos pavimentação, por exemplo. En- Todos os engenheiros do setor
complementares. Para o enge- quanto os investimentos necessá- reconhecem a rapidez da evolu-
nheiro José Gualberto, gerente de rios para os materiais de constru- cão dos equipamentos e Wlaster-
vendas de máquinas de terraple- ção são significativos, na miller de Cenço chega a afirmar:
nagem da Lion, há só duas fases: terraplenagem há apenas o custo - Mostrei aos meus alunos da Poli-
a) do desbravamento, na qual se de amortização das máquinas, técnica um equipamento inédito e,
inclui a limpeza do terreno; b)a de juros e o custo de manutenção, logo depois, na construção da
movimentação de material para a bem menores que o investimento rodovia Castelo Branco estavam
compensação de cortes e aterros. necessário em asfalto, britas, etc. sendo utilizados os motoscrapers
Quanto ao material, a classifi- autocarregáveis com elevadores
cação antiga distinguia: terra, mo- O rápido avanço Hanckok, que precisa da metade,
ledo ou piçarra, pedras soltas, dos processos apenas, do tempo gasto pelo
rocha decomposta e rocha viva. motoscraper com pusher para o
Hoje, porém, os solos são classifi- Os processos que utilizam os seu carregamento.
cados em três categorias para efei- tratores de esteira, scrapers e Essa evolução, que tende a
tos de orçamento. motoscrapers estão em uso há 25 reduzir os custos de operação,
1) Terra em geral, piçarra ou anos e ainda poderão sobreviver segundo José Gualberto, da Lion,
argila, rocha em adiantado estado por bastante tempo: primeiro, por- poderia ser apontada sob três
de decomposição, seixos rolados que muitos empreiteiros somente pontos de vista: a) características
ou não com diâmetro menor de agora acabaram de se equipar técnicas - com rendimento ope-
15 cm, com qualquer teor de umi- para esses processos convencio- racional bem maior do que as anti-
dade e compatíveis com a utiliza- nais; segundo, porque novos pro- gas (de transmissão direta parai>
cão do dozer, scraper ou motos-
craper, mas que podem ser MÁQUINAS E LÂMINAS USADAS
desmontados com ferramentas (produção em ha/h)
manuais comuns.
2) Rocha com resistência à D8 PS* D7 D6
vos ou o uso combinado de explo- %de aumento de produção 80,0% 55,5% 37,5%
sivos e equipamentos. *PS = Power Shift
31 Rocha com resistência à
penetração mecânica igual ou
superior ao granito e blocos de CARACTERÍSTICAS DE ESCARIFICADORES
rocha de volume igual ou maior
que 1 m 3 e cuja extração e redu- Tipo médio Tipo pesado Tipo pesado Tipo gigante
ção se processa com o emprego Comando a Comando Comando Comando -
contínuo de explosivos. Conforme mão hidráulico por meio hidráulico
\
Yffir
financiamento através do FINAM E, CREAI, CDC e outras entidades,
colocam a CASE W-7 em ação em qualquer terreno.
Z'10 R,1H
Procure saber tudo que faz da CASE W-7 um sucesso nacional.
J. I. CASE DO BRASIL - Com. e Ind. Ltda. - uma componente
transmissão power shift), de ma- local de empréstimo e, através de geradores) e operatrizes (tratores
neira que um trator D-8, série 2U, correias transportadoras, carre- de esteira, motoscrapers, pás car-
fabricado até 1953,
° tem sua pro- gam os scrapers ou vagões, com regadeiras sobre rodas e sobre
dução equivalente ao D6-C de elevado índice de produção. Cor- esteiras, motoniveladoras, escarifi-
fabricação nacional; b) tamanho reias transportadoras de longo cadoras, compactadoras, irrigadei-
das máquinas (em 1960, a Cater- alcance, especialmente para a ras, valetadoras e unidades de
pillar tinha o maior motoscraper, construção de barragens, podem transportes como dumpers, bascu-
com capacidade de 30,6 rri 3, e também dar resultados, para dis- lantes, vagões e vagonetes).
hoje produz um de 41,3 rn 3, prati- tâncias superiores a 1 000 m. No Na escolha dos equipamentos
camente dobrando a capacidade caso de barragens, tanto as áreas adequados para o serviço é preci-
em doze anos); c) melhorias de de empréstimo quanto as zonas de so considerar: a) o tipo de mate-
condições de trabalho do opera- lançamento são fixas. Para estra- rial; b) distância a ser transpor-
dor. Além disso, na linha de das já haveria dificuldades, pois os tado; c) volume de escavação e
motoscrapers o sistema push pull pontos de carga e descarga são aterro; d) prazo de execução da
eliminou a necessidade de pusher, variáveis. obra. Um critério matemático deve
aumentando a rapidez no carrega- considerar esses quatro fatores,
mento. A escolha levantar os ciclos de produção e
Existem equipamentos ainda do equipamento fazer uma composição de custos,
inéditos no Brasil e já em utiliza- baseada na produção, consideran-
cão ou em pesquisas em vários Os equipamentos de terraple- do-se a mão-de-obra, o custo de
países. É o caso dos bunkers, equi- nagem podem ser classificados em propriedade, duração da obra,
pamer/tos que escavam no próprio motrizes (tratores, compressores e combustível, pecas, até chegar ao
Vagões e vagonetes: escavações de grande produção. Motoniveladora tem vasta gama de aplicações leves.
Os modernos equipamentos de rodas são mais velozes e sobem rampas que eram vencidas só por máquinas de esteira.
Os vários tipos de caçambas e acessórios conferem versatilidade à escavadeira. José F. Gualberto: duas fases.
Na escolha dos equipamentos
os critérios econômicos vêm antes dos
princípios técnicos.
Terra úmida ou argila 65 88 125 155 190 220 245 270 310 330 350 400 445 485 525 565 610 640
arenosa e leve
Areia e pedregulho 60 85 120 150 175 205 230 250 300 320 345 385 425 460 495 530 565 600
Terra comum 53 73 105 135 160 185 205 230 270 290 310 345 390 430 460 495 525 555
Argila dura 38 57 85 110 140 160 180 200 235 255 275 310 345 375 405 435 460 490
Rocha bem fragmentada 30 45 72 95 120 140 155 175 210 230 245 280 315 350 380 410 440 465
Terra comum e pedra 23 38 61 80 100 120 140 155 185 205 220 255 290 320 350 380 415 440
Argila molhada e pegajosa 19 30 54 73 92 110 125 140 175 190 205 235 265 295 320 350 375 400
Rocha mal fragmentada 12 20 38 57 73 88 110 122 150 165 180 205 235 260 285 315 335 360
NOTA O quadro acima fornece a producào horária em m'(medido no corte, estado natural), estando a pá mecânica trabalhando num giro de 90°
escavando na profundidaae ótima, sendo o material carregado diretamente nos conjuntos de transporte sem haver atrasos.
Terra úmida ou argila arenosa 54 73 100 122 150 170 190 200 235 270 300 355 415 465
Areia e pedregulho 50 70 95 120 140 160 180 195 225 260 290 350 405 460
Terra comum 42 58 80 105 125 145 160 175 205 235 260 285 340 390
Argila dura e bruta 27 42 70 85 105 120 135 150 175 205 235 260 315 365
Argila molhada e pegajosa 15 23 42 58 73 85 100 110 135 160 185 205 250 295
'A capacidade da caçamba escavadeira pode ser maior do que a capacidade especificada na máquina. Assim, uma cacamba de 1,5 m'de capacidade
pode ser usada em uma escavadeira de 1,15 m'de capacidade.
O quadro acima está baseado em m'(medidos no corte, em estado natural), estando a dragilne trabalhando num ângulo de giro de 90°, escavando em
ótima profundidade sendo todo o material despejado nos conjuntos de transporte.
SAO PAULO MINAS GERAIS Sul - Nodari - Porto Alegre - Santa Catarina - Nodari
Blumenau - Florianópolis - Chapecó - Paraná - Nodari - Curitiba
Londrina - Cascavel - Francisco Beltrão - Guanabara e Rio de
Janeiro - Samar - Rio de Janeiro - Espírito Santo - Samar
Vitória - Mato Grosso e Rondônia - Mato Grosso - Diesel
Campo Grande e Cuiabá - Goiás - Cotril - Goiânia - Bahia
TRATORES FIAT DO BRASIL S.A. Guebor - Salvador - Sergipe - Araujo Freire - Aracaju - Alagoas
São Paulo - Fiat - São Paulo - Marpe - Ribeirão Preto Nordestina - Maceió - Pernambuco e Paraíba - Rio Grande
Geomotor - S. José do R. Preto - Emblema - Penápolis - Civemasa do Norte - Com. Wandick Lopes S.A. - Ceará - Cia.
Araras - Americana - S. Carlos - Mec. Ricci - Pres. Prudente Distribuidora Agro-Industrial - Fortaleza - Piauí - Cinorte
Minas Gerais - Fiat - Belo Horizonte - Cotril do Triângulo Teresina - Maranhão - Cinorte - São Luís - Pará e Amapá
Uberlândia - Distrito Federal - Fiat - Brasília - Rio Grande do Motobel - Belém - Amazônia, Roraima e Acre - Vemaq - Manaus.
Entre os fatores que influem
no dimensionamento de máquinas adequadas
vários já têm até tabelas.
especialmente em locais onde há de materiais, exceto em rocha. mente com duas ou mais máqui-
dificuldade para operação de scra- Deve-se encher a colher com um nas em vários terraços. As distân-
pers. único movimento, cortando-se er.i cias entre as frentes de ataque de
camadas de pouca espessura, evi- cada terraço dever serão de 100 m,
As versáteis tando-se aprofundar os dentes no mínimo, evitando-se a interfe-
escavadeiras para não forçar a máquina. Nunba rência entre os veículos transpor-
se deve escavar com a máquina tadores. Quando houver conve-
As escavadeiras de cabos ou em movimento giratório; esse niência, o dozer poderá escavar a
hidráulicas podem trabalhar com movimento só deve ser iniciado crista do corte colocando ri mate-
vários tipos de acessórios: shovel quando a caçamba estiver cheia. rial à frente da escavadeira. Nor-
(colher), clamshell (concha), back- Para cortes altos, trabalha-se em malmente este processo se aplica
hoe (retro) e o dragilne (guindás- terraços, deixando-se uma altura em cortes muito altos, onde não é
te). Para o ataque de frente a cor- de ataque de 1,50 m, no mínimo, possível o trabalho em terraços.
tes altos, mantendo a escavação a por degrau. Os terraços devem ser O dragline é indicado para
pique, é indicado o shovel, que abertos pelas cotas superiores. carga e descarga de caminhões,
trabalha em quase todos os tipos Pode-se trabalhar simultanea- drenagem de rios, canais e terre-
OS FATORES
Vários são os fatores que in- corte pelo fator de conversão. regra, são de ordem pessoal e
fluem no dimensionamento dos Esse fator é igual aos quilos por mecânica: paradas para verifica-
tipos de equipamentos a serem metro cúbico (solto), divididos ção de algumas possíveis falhas,
utilizados, os processos a serem pelos quilos por metro cúbico no redução de potência do motor de-
aplicados, fontes de materiais a corte. A pedra tem um fator de vido ao desvio de atenção do ope-
serem procurados, etc. conversão de 0,60; a argila mo- rador, paradas do próprio operador
Fator de conversão de volumes lhada, 0,70; terra comum, 0,80; e por razões diversas, inclusive para
- Nas medições em terraple- a areia, 0,90. o recebimento de ordens, etc.
nagem, os volumes são considera- Fator de eficiência - É uma Compensação corte x aterro
dos, geralmente, no corte ou no correção que se aplica ao rendi- - Quando os volumes das escava-
aterro e raramente nos veículos de mento de uma máquina no pe- ções são iguais às necessidades
transporte."Como o material deve ríodo de uma hora, já que não é do aterro, houve compensação, o
ser transportado solto, o número possível contar-se com sessenta que indica que no lançamento do
de viagens será determinado em minutos de serviço efetivo em greide conseguiu-se a compensa-
função dos volumes medidos cada hora. Normalmente, admite- ção geométrica. Quando os volu-
nessa condição; as medições para se o fator como 50/60, ou seja, mes das escavações forem meno-
efeito de pagamento são feitas no cinqüenta minutos de trabalho res do que as necessidades dos
corte ou no aterro. Daí a impor- efetivo, numa hora. As razões aterros, deve-se localizar caixas de
tância do conhecimento das rela- dessa redução da eficiência, via de empréstimo levando-se em conta
ções entre os volumes, nas diver-
sas situações, a fim de elaborar ,
orçamentos. O material medido no TRATORES-RESISTÊNCIA AO DESLOCAMENTO EM kg/t
corte sofre um aumento de volu-
me, para novamente sofrer outra
alteração no momento do aterro. SISTEMA DE TRAÇÃO
Esse aumento de volume sofrido
TI PO SOBRE SOBRE PNEUS DE SOBRE PNEUS DE
por um material ao ser removido
ALTA PRESSÃO, BAIXA PRESSÃO,
de seu estado natural chama-se D E
ESTEIRAS COM MANCAIS DE COM MANCAIS DE
empolamento. Há materiais que SUPERFÍCIE ROLAMENTO ROLAMENTO
aumentam significativamente de
volume, devido ao empolamento.
Por exemplo: a argila seca sofre Concreto uniforme 27,5 71,5 22,5
um empolamento de 40%, o que Terra compactada, superfície re-
significa que 1 m 3 desse material gular 28,0 22,0 20,0
em seu estado natural vai ocupar Macadame 32,5 32,5 27,5
o espaço de 1,40 m 3, depois de Terra solta, empoeirada 40,0 35,0 35,0
escavado. A relação entre as den- Terreno sem arar 55,0 75,0 40,0
Terreno arado, seco 65,0 95,0 45,0
sidades do materi,a1 nos estados
Estrada de terra sulcada ou la-
solto e natural é o fator de conver-
macenta 80,0 105,0 90,0
são. O empreiteiro pode determi- Areia ou cascalho, soltos 90,0 138,0 120,0
nar quantos metros cúbicos terá Estrada muito lamacenta, com
de transportar multiplicando a superfície irregular e pegajosa 112,0 174,0 160,0
quantidade de material medida no
DE CÁLCULO
a economia do transporte e a qua- siona uma certa redução de potên- plano há apenas a resistência ao
lidade do material. Quando o volu- cia. Os valores dos catálogos vão rolamento. Na descida, a resis-
me de escavações for maior que o apenas até 900 m acima do nível tência de rampa converte-se em
necessário para o aterro, o mate- do mar. Para altitudes maiores, a assistência de rampa, que pode ser
rial deverá ser depositado ao lado redução é de cerca de 3% para estimada em 10 kg/t de peso do
da faixa, obedecendo os taludes, cada 300 m. Para os motores de veículo para cada 1% de rampa.
abatimentos adequados que per- aspiração natural deve-se deduzir Aderência — A aderência ao
mitam a gramação e arestas arre- 1% da potência especificada para solo varia de acordo com o peso
dondadas. cada 100 m a partir de 1 000 m de existente sobre as rodas tratoras
Altitude — A altitude de um altitude. ou esteiras e as condições do solo
local de serviço pode afetar o ren- Resistência de rampa — É a sobre o qual a máquina está ope-
dimento de uma máquina. À medi- força de gravidade que precisa ser rando. Geralmente, pode-se me-
da, que a altitude aumenta, a vencida para a locomoção dos veí- lhorar a aderência de duas manei-
atmosfera torna-se menos densa, culos em aclives. Ela atua contra o ras: aumentando o peso sobre as
portanto menor quantidade de oxi- peso total de qualquer veículo, de rodas motrizes, ou esteiras; ou
gênio por unidade de volume é rodas ou de esteiras. Assim, para a melhorando as condições de solo.
injetada nos cilindros do motor, subida, o veículo precisa vencer a O peso, no caso de esteiras, é o
ocasionando uma mistura ar-com- resistência ao rolamento mais a total da máquina. No caso de tra-
bustívèl mais pobre, o que oca- resistência de rampa. Em terreno tores de scraper, com quatro
rodas, 40% do conjunto; e, no
caso de motoscraper, 60% do
CARACTERÍSTICAS APROXIMADAS DE ALGUNS MATERIAIS peso total do equipamento.
Com estes dados, mais a carac-
terização do material a ser trans-
kg/m' % Empo- Fator kg/m' portado, a distância do ciclo, volu-
MATERIAL Corte lamento Conversão Solto
me e o prazo da obra, pode-se
determinar a velocidade em que
Argila 1 720 40 0,72 1 240
será possível operar os equipa-
Argila com pedregulho, seca 1 780 40 0,72 1 300 mentos. A soma das resistências
Argila c/ pedregulho, molhada 2 200 40 0,72 1 580 ao rolamento e de rampa deter-
Carvão — antracítico 1 450 35 0,74 1 070 mina a potência necessária. A
Carvão — betuminoso 1 280 35 0,74 950 folha de especificações da má-
Terra comum,seca 1 550 25 0,80 1 250 quina traz a potência disponível e
Terra comum, molhada 2 000 25 0,80 1 600 as várias combinações de força
Pedregulho 1 cm — 5 cm
tratora e velocidade, facilitando a
molhado 2 000 12 0,89 1 780
seleção da potência que corres-
Pedregulho 1 cm — 5 cm seco 1 840 12 0,89 1 640
Hematita 3 180
ponde às condições exigidas.
18 0,85 2 700
Magnetita 3 280 18 0,85 2 780
Combinada a potência necessária
Calcário 2 620 67 0,60 1 570 com a disponível, escolhe-se a
Areia —seca, solta 1 780 12 0,89 1 580 marcha mais alta utilizável e, por
Areia — molhada, compacta 2 100 12 0,89 1 870 fim, determina-se a potência usá-
Arenito 2 420 54 0,65 1 570 vel, dentro dos limites de aderên-
Escória de fundição 1 600 23 0,81 1 300 cia do terreno.
Problemas do poder
A Firestone, Goodyear e Pirelli têm uma produção conjunta de 91,7% do total
de pneus fabricados no Brasil. E estariam
abusando desse poder — segundo denúncia de duas empresas de distribuição.
O CADE abriu processo para apurar os fatos.
As fábricas de pneus no Brasil livre concorrência ( ) está con- tone permanecia no terreno das
parecem ter nascido sob o signo victo de que há real motivo para vagas declarações formais, distri-
da quantidade. Em julho do ano que seja instaurado o competente buídas por escrito: "Temos toda a
passado, J. N. Reese, diretor-ge- processo administrativo" — como confiança no resultado final deste
rente da Goodyear, dava uma idéia ainda reforçada por uma série de processo, uma vez que sempre
da demanda explosiva que carac- considerações emitidas pelo órgão pautamos nossa atuação dentro
terizava o setor: "Nosso problema nas averiguações preliminares. O do mais estrito propósito de aten-
no momento não é conseguir processo deverá se desenrolar der às normas legais a que ésta-
mercado, mas fazer mais pneus". E durante alguns meses. mos sujeitos. Temos também in-
olhava excitado para um futuro Dos três acusados, só a Pirelli teira confiança em nosso futuro
que prometia quase duplicar em concordou em falar claramente à no Brasil, o que se expressa pela
1976 os 9,2 milhões de pneus imprensa. A Goodyear preferiu o contínua expansão de nossas ins-
consumidos em 1971. silêncio total, enquanto a Fires- talações industriais e pelos maci-j>
Agora, nossos três principais
fabricantes de pneus se vêem
novamente diante da abundância
dos números. Num processo ins-
taurado no Conselho Adminis-
trativo de Defesa da Economia
(CADE), a Firestone, Pirelli e
Goodyear são atingidas por nada
menos de dez acusações: remessa
disfarçada de lucro ao exterior;
aumento ilícito de ganhos; destrui-
ção de concorrentes potenciais;
concorrência desleal aos interme-
diários; discriminação de preços
entre os intermediários, "tornando
insustentável sua subsistência
como empresa"; tolhimento da
liberdade de iniciativa, "porque o
mercado intermediário está fecha-
do"; aviltamento do valor do tra-
balho, "pela não incentivacão de
novos profissionais neste ramo";
nítido domínio do mercado de
produção-distribuicão; aumento
arbitrário de lucros; e demanda
inelástica nas \ oportunidades de
emprego produzidas no setor de
distribuição de pneus.
São aspectos de uma acusação
geral de abuso de poder, formu-
lada por duas empresas revende-
doras de São Paulo — Domingos
F. Rachas e Cia. Ltda. e a Capital
dos Pneus Ltda., ambas de Domin-
gos Ferreira Rachas. A acusacão
foi não só acolhida pelo CADE —
cujo Departamento de Auditoria e
Revisão Contábil, "face aos indí-
cios veementes de violação da A Firestone defende-se falando de sua expansão e confiança no futuro.
O CADE, já nas averiguações sufocantes aos médios e peque- cuja situação comercial precária, à
preliminares, descobriu qualquer nos revendedores. Essas firmas beira da falência, parece tê-lo
coisa nesse sentido: -A Firestone são: Pneuac S.A., Casa Zacharias, impelido a denunciar tudo o que
criou, incentivou e, dando-lhe Benfica Pneus, Hermes Macedo viu em mais de vinte anos de ativi-
condições especiais, fez seu distri- S.A., Casa Plínio, Tarrafa, Aníbal dades —, revela que nem tudo é
buidor disfarçado a firma Pneuac: Zacharias". feito em conjunto."O jogo da utili-
a Goodyear usava a Casa Zacha- Mais adiante, as considerações zação de transferência de merca-
rias de Pneus e a Pirelli procurava do Departamento de Auditoria e dorias para suas filiais, burlando
dar maior expansão à firma Dona- Revisão Contábil do CADE levan- impostos", por exemplo, é "uma
to Paschoal". Essa acusação faz tam indícios aparentemente evi- especialidade da Firestone". Ra-
parte de um trecho em que o dentes da situação favorecida de chas comenta: "Fabrica em Santo
CADE historia o inter-relacio- certos revendedores: "Alguns ven- André, SP. Transfere para São
namento dos fabricantes no Bra- dem abertamente a precos tão Paulo, com que preço? E transfere
sil, numa época em que cada um baixos (chegando até a anuncia- também para outras filiais, nas
lutava violentamente por uma par- los em jornais), ou oferecem des- mesmas condicões. Só que os
cela maior de mercado, resultando contos tão elevados nas concor- preços das transferências são bai-
que "dessas manobras não logra- rências de que participam que a xos, ridículos. Com isso, circula a
ram sobreviver a Cia. Pneus Gene- única explicação é gozarem de mercadoria, mas o fisco não reco-
ral e a US Royal. O dumping rei- privilégios junto aos fabricantes, lhe o devido, porque a mesmís-
nante não dava condições de pois de outra forma já estariam sima mercadoria que foi levada ao
sobrevivência às outras fábricas". falidos há muitos anos". preço de transferência custando
O advogado da Pirelli, no entanto, Esses distribuidores natural- uma unidade sai dos armazéns da
considera improcedente a afirma- mente também teriam que colabo- Barra Funda, para o intermediário
cão de que a firma Donato Pas- rar com os fabricantes, como diz o ou para o consumidor final, por
choal seja seu "distribuidor disfar- CADE: "A fim de amenizar as sete ou oito unidades. Foi por isso
cado": "Esse não é nem mesmo manobras desenvolvidas pelas fá- que a Firestone deliberou extinguir
um grande revendedor". bricas de pneus, os revendedores alguns depósitos, depois que as
de porte médio e pequeno passa- requerentes denunciaram a mano-
Mas o diretor de Departamento ram a comprar suas mercadorias bra judicialmente".
de Auditoria e Revisão Contábil do não diretamente das fábricas e sim Os empréstimos no exterior
CADE, Júlio Carlos Raja Gabaglia através das firmas mencionadas "par'a remessas disfarcadas de
Toledo, parece bastante convicto no parágrafo 9 (as 'privilegiadas"). lucros" constituem outro jogo,
da infiltração do fabricante no Esta prática dava condições de segundo Rachas: -Todas as reque-
mercado revendedor. Lembra que, obter sempre descontos maiores ridas sofrem um processo de endi-
a certa altura, os três fabricantes na aquisição dos produtos. Entre- vidamento gradativo no exterior.
"já tinham dificuldades em escon- tanto, foram surpreendidos com As vultosas quantias tomadas de
der os privilégios dados aos três circulares emitidas pelos fabri- bancos e organismos interna-
supostos 'revendedores', pois a cantes de pneus no sentido de cionais aqui aportam como em-
política inflacionária já não permi- proibirem que o grupo escolhido préstimos. Quase sempre — é
tia grandes altas de precos. E de revendedores vendesse a ou- curioso — os contratos são assi-
assim não mais cabia a explicação tros revendedores que tivessem nados no exterior, para não haver
de que baixos preços das mercadof. contas abertas nas companhias". incidência de imposto de renda
rias oferecidos pelos três revende? sobre os juros. Com essa mecâni-
dores eram em razão das compras Entendimento especial ca, ao invés de haver efetivos
realizadas antes das altas-. investimentos, mascaram-se eles
Além do entrosamento entre como empréstimos (quase sempre
Os marginalizados fabricantes e distribuidores, o renovados), porque, na primeira
CADE acredita num especial en- hipótese, só poderiam voltar como
E as averiguações preliminares tendimento também dos próprios lucros, segundo a lei 4131, de 3
do CADE chegam a um ponto vital fabricantes entre si: -Periodica- de setembro de 1962, com as
de concordância com a denúncia: mente circulares são expedidas restrições nela contidas".
"A solução então encontrada pelos fabricantes de pneus aos O advogado Pérsio de Oliveira,
pelas fábricas de pneus foi a revendedores, ditando normas de da Pirelli, defende-se: - De fato,
marginalizacão de cerca de 4 000 venda, novas formas de descontos temos alguns empréstimos no
revendedores e a criação, no mer- e bonificação. Geralmente essas exterior. Mas, para recebermos
cado, de um número reduzido de circulares são emitidas com datas qualquer empréstimo interna-
firmas que, obtendo descontos diferentes por cada companhia cional, tem que haver uma autori-
especiais concedidos por cheques fabricante, com o intuito de não zacão do Banco Central, que regis-
ou notas de crédito, puderam ficar caracterizado o monopólio de tra o contrato-. Quanto à
implantar, num comércio até oferta". assinatura do contrato no exterior
então livre, condições de venda Domingos Rachas, porém — e não no Brasil, Pérsio prefere ser
NAVEGAÇÃO
Um superporto para os
A meio caminho entre "Está sendo estudado para o tadas no vale do Paraíba, o porto,
local um grande porto que propor- já em 1925 (num estudo sobre a
Rio e Santos e a
cione à região geo-econômica de crise' do porto de Santos, baseado
menos de 10 km das São Paulo os benefícios dos bai- numa análise geopolítica da região
indústrias do xos fretes oriundos do transporte norte do litoral paulista, realizado
marítimo pelos supernavios de por volta de 1890), era apontado
Vale da Ribeira, São 250 000 a 500 000 tpb. Na costa como a grande alternativa portuá-
Sebastião — o terceiro leste do Atlântico sul, somente ria para São Paulo.
São Sebastião tem a possibilidade Considerado o terceiro ancora-
ancoradouro natural do de receber tais navios. A constru- douro natural do mundo e conce-
mundo — tem tudo para cão de um porto adequado a esse dido ao governo do Estado de São
local privilegiado terá ir.fluência Paulo pelo decreto 24729 de
ser um porto de grandes
decisiva no desenvolvimento eco- 13-7-1934 por sessenta anos,
proporções, capaz nômico do Estado." sem aproveitamento, tem sido,
Essas informações, extraídas da apenas, uma questão de discus-
de atender aos
página 273 da mensagem do sões intermináveis, com um míni-
gigantescos governador Laudo Natel à Assem- mo de resultados práticos. Em
navios do futuro. bléia Legislativa, nada acres- meio a tantos debates, definiram-
centam de novo ao velho terminal se, através dos tempos, pelo
Mas os técnicos ainda marítimo de São Sebastião. Loca- menos três correntes sobre a me-
não estão de acordo lizado a meio caminho entre SP e lhor maneira de tirar partido das
RJ, a menos de 100 km das indús- condições naturais oferecidas pelo
sobre a melhor maneira trias que, aproveitando os incenti- porto.
de aproveitá-lo. vos fiscais, estão sendo implai- Uma delas, é liderada por Antô-
navios-gigantes
nio Martins, delegado da 7.a Dele- Mas, segundo ele, ainda é cedo "Nesses anos, o movimento geral
gacia Regional da Superinten- para pensar em desenvolver São de importação tinha apresentado,
dência Nacional da Marinha Sebastião, principalmente pela respectivamente, 13 646 209 t,
Mercante. Baseado na experiência falta da infra-estrutura necessária 10 122 392 t e 8 763 801 t. Sem
adquirida nos vários anos de tra- ao funcionamento de um porto. dúvida, a transferência dos petro-
balho dentro da marinha mercan- "Todas as estradas de rodagem, leiros para São Sebastião permitiu
te, ele faz questão de frisar que fala bem como todas as ferrovias de a Santos receber os navios com
em seu nome e não pela Suna- São Paulo, convergem para San- outros tipos de carga que, antes,
mam: "É só olhar para o mapa, tos. É impossível pensar-se num eram vistos fora da barra. É prová-
para perceber que São Sebastião é porto sem ferrovias." Entretanto, vel que a mesma coisa aconteca
a grande alternativa. Ele é a Ama- Antônio Martins reconhece que quando outro granel qualquer esti-
zônia aquática, que poderá ser São Sebastião foi um dos princi- ver causando problemas aqui em
aproveitada a qualquer momento. pais fatores do descongestio- Santos. Mas, sem infra-estrutura,
Sua construção seria fácil e rápida. namento do porto de Santos em a coisa será lifícil."
É só colocar concreto. O canal já 1968, em virtude da inauguração,
existe. Por enquanto, Santos no litoral norte, do terminal marí- O que falta: uma ferrovia
ainda tem para onde expandir. O timo Almirante Barroso (Tebar),
outro lado do canal, onde foi cons- construído pela Petrobrás para a São Sebastião já tem quase
truído o terminal de Conceição- importação de granel líquido, es- tudo para funcionar como um
zinha, está praticamente virgem. pecialmente petróleo. "A importa- grande porto. A cidade possui qua-
Mas chegará uma hora em que ção de granel líquido, no porto de tro agências bancárias, inclusive
tudo isso estará ocupado. Será a Santos, passou de 8 878 187 t em uma do Banco do Brasil, é sede
época em que as atenções serão 1968, para 5 159 933 em 1969 e regional da Recebedoria Federal,
voltadas para São Sebastião". 3 166 849 t em 1970," diz ele. tem agência do INPS, policlínica I>
RR
A profundidade (entre 20 e 50 m)
permite a entrada de qualquer navio graneleiro
ou porta-contenedor do futuro.
Porto atual
LI raia passível de aterro par 000
El
Armazéns LI LI
ampliação dos armazéns 000 armazéns
LIE
Linha férrea
A pesada demanda da
O transporte de cargas excep- da carreta não lhe permitia vencer tada sobre 138 rodas, com eixos
cionais, pelas dimensões e pelo as curvas mais fechadas, além de direcionáveis, único meio de ven-
peso, já não constitui problema provocar tremendo desgaste de cer o problema.
para os transportadores brasilei- pneus. O desenvolvimento da in-
ros. Praticamente, não existem dústria petroquímica e a constru- Planejamento demorado
volumes, por maiores ou mais ção de novas hidrelétricas, que
pesados que sejam, que não pos- usam grandes estruturas — em vo- Esse transporte, como ocorre
sam ser levados a qualquer ponto lume e peso —,forçou transporta- em todos os §uperpesados, impli-
do Brasil onde existam estradas doras como a Per-rex e a Super- cou planejamento -especial e de-
compatíveis. pesa a procurar soluções. E elas morado, enquanto a volumosa
Mas o desenvolvimento da téc- foram encontradas. peça ainda se encontrava em fase
nica de transporte de superpe- Em meados deste ano e se de fabricação. Foi necessário um
sados (carga àcima de 90 t) é um constituiu no transporte mais pe- acurado estudo do trajeto para se
fenômeno recente. Há quatro sado já realizado no Brasil. Foram fixarem os pontos críticos das
anos, o deslocamento por rodovia quatro viagens do mesmo tipo, estradas (pontes, viadutos, trevos,
de uma carga de mais de 100 t era realizadas pela Perfex e pela Su- declives e curvas mais fechadas) e
simplesmente um mistério. Au- perpesa, alternadamente. O volu- solicitado o concurso de batedores
mentar o número de eixos, para me transportado era uma turbina da Polícia Rodoviária para abrir
atender à lei da balança, não era de 152 t, com 7,40 m de diâmetro, caminho e, em alguns trechos,
solução, pois, no caso, a extensão ocupando praticamente todo o impedir o trânsito. A carreta era
leito da estrada, e que foi levada dirigida por dois motoristas, um
do porto do Rio de Janeiro até a para o cavalo-mecânico, natural-
usina de Ilha Solteira, num per- mente, e outro para manobrar a
curso de 1 100 km, vencido em
28 dias. Para transportar essa tur-
bina, foi necessário recorrer a
equipamentos estrangeiros — uma
carreta da Cometto italiana, com
47,5 m de comprimento, assen-
Carreta de treze
eixos transportando
urna turbina de
136t para a CESP.
carga excepcional
parte traseira (os eixos direcioná- inclinação e resistência de terre- distribuição de volume, para deter-
veis). Além disso, uma perua, equi- nos a serem atravessados. minar onde, exatamente, deverão
pada com radiotransmissor, em Além desses problemas técni- ser postos os calços e feitas as
contato permanente com os mo- cos e burocráticos, inevitá‘Ms no amarrações, para que o volume
toristas, seguia atrás, levando o caso de transportes especiais, não venha a sofrer danos durante
engenheiro-chefe do transporte, Paulo Pinto Paranhos, diretor da a viagem".
para as necessárias correções de Superpesa, aponta outros, não
curso. muito raros: "Às vezes ocorre ter a Questão de técnica
Há casos em que a resistência carga pontos críticos de resis-
de pontes, por exemplo, é questão tência e exigir apoios 'e amarra- Transportar certas cargas não é
controvertida e, então, a transpor- ções compatíveis com sua estru- um mero problema de deslocação
tadora se obrigará a proceder aos tura. Isso exige também o por meios mecânicos, como, por
necessários reforços na sua estru- concurso de um técnico (enge- exemplo, levar engradados de São
tura, a fim de ter autorização de nheiro), que terá de fazer as neces- Paulo para Santos. É uma questão
transpô-las. Quando isso não é sárias medições e cálculos de puramente de técnica e engenha-
possível, o trajeto tem de ser rees- ria.
tudado, e aí é necessária a inter- Fora isso, exige manutenção de
venção de topógrafos para exami- equipamentos altamente especia-
nar os desvios possíveis, devido à lizados, adquiridos com conheci-
mento prévio de todas as suas I>
Embora a disputa do
mercado seja acirrada, a concorrência
não chega a ser desleal.
características, sejam eles nacio- nicos, embora já estejamos equi- superpesados, elas se tornam an-
nais ou estrangeiros. Atualmente, pados para atender a qualquer tipo tieconômicas se não forem modu-
tanto a Perfex como a Superpesa de transporte, por mais pesado e lares e dotadas de suspensão
usam cavalos-mecânicos Scania e volumoso que seja." hidráulica, pois após um serviço
Ken Worth (Dart) com potência Prova disso é que as duas fir- especial têm de dividir-se em três
variável, até cerca de 600 cv, mas, que operam com aproxima- novas carretas, para transportes
tendo a média de cinqüenta unida- damente setenta carretas e cin- menores, e compensar seu alto
des em atividades. E o número de qüenta cavalos-mecânicos, estão custo. Como a Europa já fabrica
carretas é da ordem de setenta importando novos equipamentos esses modelos em série, seu preço
para cada transportador, conside- do exterior. Ambas encomen- é mais acessível.
rando-se os moduladores dividi- daram dois cavalos-mecânicos Isso não quer dizer que a indús-
dos, que se encontram em pontos Ken Worth de 540 cv, que já estão tria nacional não venha servindo
diversos do país, como é o caso da em vias de embarque. E, enquanto aos transportadores no setor dos
carreta Cometto, da Superpesa, a Perfex traz novos componentes superpesados. Já em 1968, a Per-
que em novembro encontrava-se da Cometto a fim de se equipar fex transportou um reator de 133
com suas unidades no Espírito para transportes de até 200 t, a t, com carreta Massari.
Santo, Rio e Porto Alegre. Superpesa faz o mesmo, enco-
Devido à alta especialização mendando uma carreta modular Só um problema
que exige, além do alto empate de francesa da Nichollas.
capital em equipamentos, o servi- Por enquanto, a indústria na- A rigor, as empresas que ope-
ço de transporte de superpesados cional não está em condições de ram nesse serviço só se queixam
não enfrenta problemas de con- competir com a européia nesse de um problema: os viadutos e
corrência desleal, nem é prejudi- setor e, por isso, as transporta- pontilhões das estradas. Ter de
cado por "curiosos-. Operando doras se vêem obrigadas a recor- reforçar pontes, abrir novos tre-
mima área restrita, quanto ao nú- rer às importações. O problema, chos de estradas, quando há
mero de clientes ativos ou poten- no caso, não é unicamente de necessidade de desvios, já é enca-
ciais, em serviços de altos custos, know-how, mas também econô- rado com naturalidade. Mas o pro-
suas vendas são feitas em termos mico. No caso das carretas para blema maior são os grandes au-
de relações públicas, em nível de
gerência e direção. Isso explica
que muitos transportes sejam
contratados quando o volume a
ser deslocado ainda se encontra
em fase de projeto. Quer dizer que
onde estiver sendo fabricada uma
peça de grandes dimensões ou
peso excepcionai, lá estarão os
relações-públicas das duas gran-
des transportadoras.
internacionais. O problema a ser mais variados tipos, de acordo equipamentos especiais e pesa-
vencido é o da suspensão hidráu- com as necessidades de serviço dos, principalmente nos últimos
lica e correção de direção." que forem surgindo. Isso implica quatro anos, são as empresas de
A suspensão hidráulica é indis- dizer que, nesse setor, nos próxi- construção civil, para as quais
pensável em muitos casos de mos vinte anos, talvez, só teremos nossas indústrias canalizam cerca
transporte de cargas superpesa- problemas para entregar em dia as de 30% de sua produção total, em
das, devido aos problemas de altu- unidades pedidas." transportadoras de cimento a gra-
ra de viadutos. Nesses casos, é Para Marco Antônio Azevedo, nel. A seguir, vêm os produtos quí-
necessário fazer baixar o nível da isso é mais um passo para o apri- micos (ácidos), carga seca em
carga, com o rebaixamento da moramento de nossa técnica, que geral, leite, combustíveis líquidos,
suspensão, a fim de vencer o já está bastante avançada: "com o carretas frigoríficas para trans-
obstáculo, e esse aspecto técnico mercado em franca evolução, porte de carnes e pescados.
ainda necessita, entre nós, de temos condições relativas de fazer Com a expansão da região cen-
estudos mais acurados, tanto téc- novos planos de expansão de pro- tro, norte e nordeste do Brasil,
nicos como financeiros. dução e de nos aparelharmos para novos mercados se abrem. É o
atender, sem problemas, a qual- caso, por exemplo, da carreta da
Sempre mais quer tipo de encomenda. É o que a Trivellato a ser utilizada no Pará e
Massari está fazendo, aliás, e acre- que se destina principalmente ao
Mas, enquantõ nossa indústria dito que se dê o mesmo com nos- transporte de escavadeiras mecâ-
se prepara para chegar (ou desistir sos concorrentes". nicas que as indústrias do nor-
de chegar) às carretas para super- Atualmente, saem das linhas de deste estão fornecendo, em gran-
pesados, com suspensão hidráu- produção das três firmas — Trivel- de quantidade, à região do
lica e direcionamento corrigível, lato, Biselli e Massari — cerca de Amazonas, entre outras.
no setor dos pesados já está avan- cem unidades mensais, entre car- Isso tudo indica que a indústria
çando o suficiente para alcançar o roçerias leves, pesadas e carretas nacional, no setor dos transportes
mercado externo. A Massari ven- para superpesados. Considerando- especiais e pesados, pode olhar o
ceu concorrência internacional se o atraso no atendimento aos futuro com bastante otimismo,
para fornecimento de cinco semi- pedidos, calculam os técnicos que embora ainda tenha receio de
reboques para o governo de Argel, a demanda é, no mínimo, de mais manter o mesmo pontó de vista
além de ter clientes no Paraguai, trinta ou quarenta unidades men- quando se trata dos transporta-
Chile e Uruguai. A Trivellato e a sais, e tende a aumentar com o dores especiais para superpesa-
Biselli estendem seu mercado por passar do tempo, embora natural- dos.
vários países da América do Sul, mente as indústrias também Realmente, ainda existe certo
principalmente o Paraguai. devam ir aumentando progressi- receio no setor, quanto a tecer
Segundo todos os fabricantes, vamente suas produções. considerações otimistas. Mas tudo
só não vamos mais longe, na indica que o governo está se
ampliação desse mercado, porque Certo receio empenhando no sentido de conci-
a demanda interna é muito gran- liar os interesses dos transporta-
de. A tal ponto que são unânimes A par disso, casos especiais são dores e dos fabricantes de equipa-
em afirmar que o setor compor- motivo de orgulho para os fabri- mentos para que não haja solução
taria a instalação de novas fábri- cantes, além da tranquilidade que de continuidade no avanço tecno-
cas, pois o crescimento vertigi- o mercado lhes oferece, o que dá lógico nacional. "É nosso intuito,
noso do país leva a crer que a uma visão otimista para o setor no na condição privilegiada em que
procura dos carrega-tudo e carro- futuro. É o cáso, por exemplo, rela- nos mantemos no ramo, ver a
çarias em geral está sempre maior. tado pelo setor técnico da Biselli, indústria nacional acompanhar o
"Dia a dia", diz José Baptista, de dois equipamentos para oito desenvolvimento nacional, na fa-
"abrem-se novas rodovias, incen- eixos, projetados por aquela indús- bricação de unidades para trans-
tiva-se a construcão civil, am- tria, já vendidos e em estágio portes, quer sejam eles especiais
pliam-se as áreas de serviços pú- experimental. Ou da carreta fabri- (superpesados) ou normais", diz
blicos, constroem-se novas cada pela Trivellato, com capaci- Marco Antônio de Azevedo. Ou-
hidrelétricas e a indústria petroquí- dade de carga até 200 t, que tros fabricantes afirmam que os
mica cresce em níveis gigantes- seguirá para Santos, com os do!- empresários nacionais precisam
cos. Isso tudo afeta diretamente o 1/es sobre a plataforma de carga, admitir uma divisão de riscos em
setor de transportes, pois todo o para ser montada no Recife (se- projetos inovadores, dos quais
progresso é carregado por ele. guirá via porto de Santos) e dali não se pode esperar a perfeição.
Somando-se esse fator às dimen- será encaminhada à firma compra- Acham que a unidade sem similar
sões continentais do Brasil, é de dora, de Belém do Pará. Ou, ainda, só poderá chegar ao ponto máxi-
prever-se que o futuro, para o o projeto para a fabricação de uni- mo de perfeição depois de exausti-
setor, é de franca expansão. Tere- dade para 150 t, da Massari, sob vamente provada e é natural que
mos de fabricar sempre e cada vez encomenda da CESP. nem tudo saia às mil maravilhas!
mais carroçarias e 'c-arretas dos Os maiores consumidores de logo de início.
FLEXIBILIDADE TOTAL
EM COMUNICAÇÕES
180 C -'Chassi curto com cabina 3,48 4 750 17 000 ¶5000, 22 000 107 811,00
180 C, Chassi curto com 3.° eixo de apoio .. 3.84+1,36 5 900 24 000. 22 000 - ' 121 484,00
180 N - Chassi normal com cabina 4,26 4 900 17 000 15 000 22 000 -
180 N,- Chassi normal com 3° eixo .. 4,26+1,36 6 150 24 000 22 000 - 122 484,00
180 L - Chassi longo com cabina 5,835 . 5 150 17 000 15 000 22 000 -
II Carga maxima com reboque 40 000 kg 21 Potência de 180 CV 15AE) a 2 000 pin Pneus lisos 22 de ia lonas
210 CM - Chassi curto para cavalo-mecânico 3,50 5 700 18 500 18 500 22 060 146 937,00
P cror
' cripecif mo a Hena carga ouni reboque 40 008 Cl, Cl Pote, de 215 521 I ,f P 200 c Por 71.00 o 22 ii,. r
MERCEDES- LP-1520/36 - chassi com cabina 3,60 5 770 9 230 15 000 22 000 -
BENZ LP-1520/36 - idem, com 3.0 eixo auxiliar .. 3.60+1,35 6 860 15 140 22 000 - -
LP-1520/46 - chassi com cabina 4,60 5 840 9 160 15 000 22 000
LP-1520/46 - idem, com o 3.0 eixo auxiliar . 4,60+1,35 6 940 15 060 22 000 -
LPK-1520/36' - idem com o 3.° eixo e cabina
para basculante 3,00+1,37 7 500 14 500 22 000 -
LPK-1520/36'- chassi c/ cab p/ basculante 3,60 5 800 9 200' 15 000 22 000 -
LPS-1520/30' - idem. com 3.0 eixo para ca-
valo-mecânico ..,,,,,, 3,00+1,37 7 500 - 40 008 - -
1PS-1520/36' - chassi com cabina para ca-
valo-mecânico 3,60 6 000 - 35 000 -
LPS-1520/365 - idem. com 3.° eixo para ca-
valo-mecânico 3,60+1,35 7 000 - 40 000 - -
I) Potencia de motor 203 HP (SOEI a 2 200 r 21 Capacidade ma5inla 01,0930 permitida pela fábrica com sernbreboque
Potência de 198 HP (SAE1 a 2 200 rpm Pneus 1 10o x 22 com 14 I na de dois ixos.
SCANIA L-110-38 - chassi para cavalo-rnecânico 3,80 5 625 11 375 40 000 - 151 495,00
L-110-38 - chassi para basculante 3.80 5 625 13 375 19000' 22000 151 495,00
L-110-50 - chassi longo 5.00 5 775 14 225 17 000 22 000 151 495,00
LS-110-38 - chassi p/ cav. c/ 3° eixo de apoio 3.80+1,31 6 625, 16 375 40000' - 168 938,00
LS-110-50 - chassi longo c/ 3° eixo de apoio 5.00+1,31 6 755 1 16 245 40000' . - 168 938,00
LT-110-38 - chassi p/ cav c/ 3.° eixo motriz 3,80+1.32 7 360 . 17 140 70000-' -.,- 262 146,00
LT-110-50 - chassi longo c/ 3.° eixo motriz . 5,00+1,32 7 485 17 015 70000' - 262 146.00
IICapacidade maxima de traçao permitida pela fabrica com semi reboque 71 Capacidade de 'ração perinitida pel fabrica com serro-reboque de três
de trés eixos mãos traseiros para cargas supor., s a 40 000 kg a composição so pode
21 Velo.dade máxima de 30 km;h. trafegar oco ficenca special
3) Capacidade máxima de tração permitida pela fabrica com semi-reboque Potência de 210 HP (SOE) o 3200 rpm Pneus I 100 x 22 com 14 lonas
de dois eixos
CAMINHÕES SEMIPESADOS
CHEVROLET D-7403 - chassi curto 3,98 3 585 9 115 12 700 20 500 71 421,00
D-7503 - chassi médio 4,43 '3 640 9 060 12 700 20 500 71 785.00
13-7803 - chassi longo 5,00 3 700 9 000 12 700 20 500 72 860,00
Potência de 140 HP ISAE) a 3 000 rem Pneus tr 000 x 20 com 12 lonas Pneus Mantemos 900 x 20 com 12 lonas P,e,o a ar
DODGE Dodge 900'- chassi curto, diesel 3.69 12 700 20 500 66 629,00
Dodge 900' - chassi curto a gasolina • 3,69 12 700 20 500 56 944,00
Dodge 900 - chassi médio a gasolina.... 4,45 - 12 700 20 500 -
Dodge 900' - chassi médio, diesel ... 4,45 12 700 20 500 --
Dodge 900' - chassi longo a gasolina 5.00 12 700 20 500 -
Dodge 900' - chassi longo, diesel 5,00 12 700 20 500 -
II Potencia de 196 HP a 4 000 rpm
21 Potência de 140 HP a 3 000 rpm
FORD. F-750 - chassi curto, diesel 3,96 3 885 9 115 13 000 20 000 73 372,56
WILLYS F-750 - chassi médio, diesel 4,42 4 000 9000 13 000 20 000 73 494,98
F-750 - chassi longo, diesel 4,93 4 080 8 920 13 000 20 000 74 539,08
F-750 - chassi ultralongo, diesel 5,39 4 145 8 855 13 000 ,20 000 75 583,19
Potência de 140 HP ISAPI a 3 000 rpm Pneus d;ante,soo OcOs 20 com 12 lonas net. traseiros I 00,a 20 com 14 .nos
CAMINHÕES MÉDIOS
Gasolina
CHEVROLET C-6403 P - chassi curto com cabina 3,98 2 800 7 900 10 700 18 500 38631,00
C-6503 P' - chassi médio com cabina 4,43 . 2 835 7865 10 700 18 500 38 725,00
C-6803 P' - chassi longo com cabina 5,00 3 0213 7 680 10 700 18 500 39 797,00
Diesel
D-6403 P - chassi curto com cabina 3,98 3 120 7 580 10 700 18 500 51 206,00
0-6503 P' - chassi médio com cabina 4,43 ,' 3 155 7545 10 700 18 500 51 290,00
D-6803 P' - chassi longo com cabina 5,00 3 345 7 355 10 700 18 500 52 331,00
1) Modelos enedaaldoa sob encomenda com meia cabina (adaptação para Potência de I 9 HP (SAE) a 3 800 rpm (gasolina) e 140 407 SAE) a 3000 rpm
ônibus, etc.). (diesel) fne s para seri s C-60P e 5.60P: 825s 20 (dianterros) com 10
lonas e 900 x 20 cor) 12 lonas (traseiro I. Freio a ar
ENTRE PESO 3.° EIXO PREÇOS S/
TARA CARGA
MÉDIOS (cont.) EIXOS BRUTO ADAPTADO ADAPTAÇÃO
(kg) (kg)
(m) (kg) (kg) (Cr$)
Gasolina
DODGE 700' - chassi curto 3,68 2 940 7 910 10 850 18 500 38 202,00
• chassi médio 4,45 2 980 7870 10 850 18 500 38 213,00
chassi longo 5,00 3 175 7 675 10 850 18 500 39 272,00
Diesel
700 - chassi curto 3,68 3 121 7 729 10 850 18 500 53 251,00
chassi Médio 4,45 3 161 7 689 10850 18 500 53 331,00
chassi longo 5,00 3 356 7494 10 850 18 500 54 321,00
I) Potência de 196 HP (SAE) a 4 000 rpm Pneus 825 x 20 com 10 lonas 21 Potência de 140 HP 15011 a 100 rpm. Pneus 900 20 com 12 lonas.
(diantaros) e 900 x 20 com 12 lonas (traseiros) 00207 0$ preços com cámhaa rle 4 mamilosA frente, com 5 marchas.
nna,s Cr$ 756.00
Gasolina
FORD. F-600- chassi curto com cabina 3,96 3 165 7 835 11 000 19 000 40 003,55
WILLYS F-600- chassi médio com cabina 4,42 3 220 7 780 11 000 19 000 40 093,21
F-600 - chassi longo com cabina 4,93 3 335 7 665 11 000 19 000 41 145,98
F-600 -- chassi ultralongo com cabina 5.39 3 570 7 430 11 000 19 000 42 198,73
Diesel
F-600 - chassi curto com cabina 3,96 3 400 7 600 11 000 19 000 52 958,82
F-600•- chassi médio com cabina 4,42 3 455 7 545 11 000 19 000 53 049,14
F-600 - chassi longo com cabina 4,93 3 570 7 430 11 000 19 000 54 095,94
F-600 - chassi ultralongo com cabina 5,39 3 810 7 190 11 000 . 19 000 55 142,72
II Potênc,a do 157 HP - o ollrroo operonal (SAÍ) a 4 400 rpm para os Pneus 825 x 20 com 10 lonas Infianteiros) assoa 20,07, 72 lonas (trasemos).
motores g gasoltnx, 140 HP (SAS) 3000 rpm para rts motores diesel
MERCEDES. 1-608-D - chassi com cabina avançada 4,20 3 640 7 360 11 000 18 500 45 395,55
BENZ L-608-D - chassi com cabina avançada 4.83 3 690 7 310 11 000 18 500 45 987,90
1-1113/42- chassi c/ cabina semi-avançada 4,20 3 610 7 390 11 000 18 500 63 645,08
L-1113/48 - idem 4.83 3 680 7 320 11 000 18 500 64 897,42
LK-1113/36 - idem para basculante 3,60 3 560 , 7 440 11 000 18 500 63 898,65
15-1113/36'- idem para cavalo-mecânico 3,60 3 620 - 19 000 - 64 897,42
LA-1113/42 - ■dem com fração nas 4 rodas 4,20 3 890 7 110 11 000 18 500 76 921,75
LA-1113/48 - ideal idem 4,83 3 960 7 040 11 000 18 500 78 425,80
LAK-1113/36 - idem idem para basculante 3,60 3 840 7 160 11 000 18 500 76 921,75
LS-1113/36 - idem idem para cavalo-me-
cânico 3,60 3 900 - 19 000 - sob consulta
) Capacidade rriggirng de ilação com sem, reboque de 0,7, eixo Deve ns velcules das series 1113 e 1.1313 145 HP (SAE) a 2000 rorn Pneus
apresentar certificado de adaptação do chato, Poténuia de motor para para os vacolos da serie LP,1113 0000 20 com 12 lonas
CHEVROLET C-1404' - chassi com cabina e carroçaria aço 2,92 1 720 550 2 270 30 751,00
C-14142 - camioneta cabina dupla 2,92 1 770 500 2 270 37 236,00
--■
C-1416' - perua Veraneio 2,92 1 935 -- 35 122,00
C-1504' - chassi c,/ cab e carroçaria aço 3,23 1 910 700 2 610 31 927,00
11 Modelos produz,dos sob encomenda com e sem cacnrribh e cem lei 21 Pneus 7 O x 15 com lonas naus 710 x 15 com 0 lonas Potência
calma Pneus 050 x Ia com G lonas de (49 HP a 3 800 itith
DODGE 100' - camioneta com caçamba de aço 2,90 1 650 709 2 359 28 926,00
400' - chassi com cabina 3,38 1 860 3 583 5 443 32 595.00
II Potência de 198 HP (SAE) a 4 400 rpm Polars 850 IS com a lonas 21 POlencia de 203 HP 1SAE) a 4 400 rpm Pneus 750 x 10 com 8 lonas
FORO- F-100 - camioneta com caçamba de aço 2,80 1 468 800 2 268 - 31 056,97
WILLTS F-350 - chassi com cabina 3,30 1 918 3 493 5 443 - 34 660,44
F-75 - camioneta standard 4x2 2,65 1 551 750 2 301 - 21 287,64
Jeep - CJ-6/2 com 2 portas sem capota 2,56 - - - 17 863,75
Jeep - CJ-6/4 com 4 portas 2,56 - 18 652,01
Rural - standard 2,65 --- - 18 842,10
Rural - luxo 2,65 - - - 21 334,14
Prhêncra de 90 HP 104E1 a 4000 q .' Pneu ,50 H ,om e lona, (icei, 1. camionetas] 115 d 1 5 lrerall
MERCEDES- 1-608 D - chassi curto com cabina 2,95 2 310 3 690 6 000 - 42 393,67
BENZ 1-608 D - chassi longo com cabina 3,50 2 425 3 575 6 000 - 42 931.32
Pot n de 94 HP (SAE) a 0700 rpm Onero 300 o 0110
ÔNIBUS
Gasolina
CHEVROLET C-6512P - chassi para ónibus 4,43 - 10 700 - 38 006.00
C-6812P - chassi para ónibus 5.00 - 10 700 - 39 089,00
Diesel
D-6512P -- chassi para ônibus 4,43 - - 10 700 - 50 592,00
D-6812P - chassi para ônibus 5,00 - - 10 700 51 644,00
D-7812P - chassi para ônibus 5,00 - 10 700 -
Todos os .modelos fabHcados sob encomenda Potência de 149 HP 154E1 a com 10 lon, s (dianterros) e 900 x 20 com 12 lonas (tr neurosl
3 800 rprn (gasolina) e 140 HP 1SAE) a 3 000 rpm (diesel) Pneus 825 x 20 !rego a ar
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PROFISSÃO CARGO
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N. DE EMPREGADOS
receberei um exemplar por mês, sem qualquer despesa de minha parte. DATA
CARTA-RESPOSTA
AUTORIZAÇÃO N° 241
PORT. N° 391 - 22/9/54
SÃO PAULO
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é Scania, mas gostaria muito de ter c
um. Não é verdade? E é na estrada
que você mais sente a inferioridade
do seu caminhão comum. É quando
você vê os caminhões Scania passan-
do mais carregados, mais rápidos e
mais seguros - e faturando mais. En-
quanto o seu caminhão comum geme
nas subidas e você chora nas ofici-
nas, o tempo vai passando e quem
tinha um Scania agorajá é um frotista.
Para seu governo, você pode op-
tar pelo Scania Super ou Convencio
nal de acordo com suas necessidades,
de transporte. Mas se você quiser
a mais alta velocidade média e o mais
baixo custo _operacional, você não
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