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SCORE

Bula Completa – 24.01.2024

<Logomarca do produto>

SCORE®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 002894

COMPOSIÇÃO:
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl
ether
(DIFENOCONAZOL)...............................................................................................250 g/L (25,0% m/v)
Solvent Naphta (petroleum), heavy arom.
(Nafta de Petróleo).................................................................................................. 484 g/L (48,4% m/v)
Outros Ingredientes: .............................................................................................760 g/L (76,0% m/v)

GRUPO G1 FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: FUNGICIDA
GRUPO QUÍMICO: DIFENOCONAZOL:TRIAZOL; NAFTA DE PETRÓLEO: UVCB
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares,
Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ:
60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

SCORE TÉCNICO – Registro MAPA nº 02594:


Syngenta Crop Protection Monthey S.A. – Rue de l'Ile-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça.
Deccan Fine Chemicals (Índia) Private Limited - Survey Nº 80-83, Kesavaram Village,
Venkatanagaram Post, Dist. Visakhapatnan 531127 Payakaraopeta Mandal, Andhra Pradesh, Índia.
Youjia Crop Protection Co. Ltd - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone,
Nantong, Jiangsu, China, 226407.
DIFENOCONAZOL TÉCNICO ADAMA - Registro MAPA nº TC05620:
Tagros Chemicals India Private Limited - A4/1 & 2, SIPCOT Industrial Complex Pachayankuppam
Cuddalore- 607005 Tamilnadu - Índia.
DIFENOCONAZOL TÉCNICO ADAMA BR – Registro MAPA nº 14819:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. (Unit II) - North Area of Dongsha Chem-Zone,
215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China.
DIFENOCONAZOLE JS TÉCNICO HELM – Registro MAPA n° 0219:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. (Unit II) - North Area of Dongsha Chem-Zone,
215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China.
Jiangsu Chengyang CropScience Co., Ltd - nº 83 Guan Qu Nan Lu, Nanjing Chemical Industry Park,
Nanjing, 210047, Jiangsu, China.

FORMULADOR:

Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro
Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na
SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection Monthey S.A. - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR - CEP:
86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.

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Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS - CEP: 95860-000 – CNPJ:
02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001- 81 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5 - Distrito Industrial
III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº
8.764.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia.
Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790,
Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4381.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-
170 - Sorocaba/SP – CNPJ: 61.142.550/0001 - 30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8.

“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.


É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS

PRODUTO COMBUSTÍVEL

AGITE ANTES DE USAR

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR


DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

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Bula Completa – 24.01.2024

INSTRUÇÕES DE USO:

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as aplicações no
(Sphaceloma
Verrugose Aplicação florescimento pleno; reaplicar em
perseae)
20 mL/100 L Terrestre: intervalos de 14 dias até que os
ABACATE
de água 500 a frutos atinjam cerca de 5 cm de
(Colletotrichum
Antracnose 1.000 L/ha diâmetro. Realizar no máximo 4
gloeosporioides)
aplicações com o Score por ano.

Aplicação Iniciar as aplicações no início da


Terrestre: formação dos frutos; reaplicar a
(Colletotrichum 30 mL/100 L 200 a 800 cada 7-10 dias. Realizar no máximo
Antracnose
gloeosporioides) de água L/ha 4 aplicações com o Score por ano.
ABACAXI

Iniciar as pulverizações quando


aparecerem os primeiros sintomas
Aplicação
da doença. Repetir as aplicações a
(Sphaerotheca 14 mL/100 L Terrestre:
Oídio cada 10 dias sempre que ocorrerem
ABOBRINHA fuliginea) de água 200 a 400
condições favoráveis à doença.
L/ha
Realizar no máximo 4 aplicações
com o Score por safra.

Iniciar as aplicações logo ao


20 mL/100 L aparecimento dos primeiros
Cercosporios (Cercospora
ACELGA de água Aplicação sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
e beticola)
Terrestre: desde que as condições estejam
200 a 400 favoráveis ao desenvolvimento da
L/ha doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.

Iniciar as pulverizações logo ao


aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
ACEROLA Antracnose (Colletotrichum Terrestre: cada 14 dias, sempre que
40 mL/100 L
gloeosporioides) 100 a 200 ocorrerem condições favoráveis à
de água
L/ha doença. Realizar no máximo 6
aplicações com o Score por safra.

Aplicação
Iniciar as aplicações logo ao
Cercosporios (Cercospora Terrestre:
AGRIÃO 20 mL/100 L aparecimento dos primeiros
e brassicicola) 200 a 400
de água sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
L/ha
desde que as condições estejam
favoráveis ao desenvolvimento da

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SCORE
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.
(Septoria
Septoriose
lactucae)

Aplicação
Iniciar as aplicações logo ao
Terrestre:
aparecimento dos primeiros
500 a
sintomas. Repetir as aplicações a
1.000 L/ha
Ferrugem-do- (Melampsora 21 mL/100 L cada 30 dias, sempre que
ÁLAMO Aplicação
álamo medusae) de água ocorrerem condições favoráveis à
Aérea: 40
doença.
L/ha
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
(Septoria 20 mL/100 L Terrestre:
ALFACE Septoriose desde que as condições estejam
lactucae) de água 200 a 400
favoráveis ao desenvolvimento da
L/ha
doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.
Para o controle da mancha da
Ramularia, SCORE deverá ser
aplicado quando do surgimento dos
primeiros sintomas da doença,
Aplicação
devendo ser reaplicado em
Mancha-da- Terrestre:
ALGODÃO (Ramularia areola) 0,30 L/ha intervalo de 10 a 15 dias. Fazer no
ramularia 200 a 400
máximo 3 aplicações do produto
L/ha
por ciclo da cultura, utilizando
produtos de modo de ação diferente
caso sejam necessárias mais
pulverizações.

Iniciar as pulverizações quando


aparecerem os primeiros sintomas
da doença, o que geralmente
ocorre por volta dos 30 dias após a
semeadura.
Repetir as aplicações a cada 7 dias
Aplicação sempre que ocorrerem condições
Terrestre: favoráveis à doença: Chuva e alta
Mancha-
ALHO (Alternaria porri) 0,5 L/ha temperatura. Realizar no máximo 6
púrpura
200 a 400 aplicações com o Score por safra.
L/ha

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Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)

Cercosporios (Cercospora
e chicorii)

Iniciar as aplicações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
desde que as condições estejam
Aplicação
favoráveis ao desenvolvimento da
ALMEIRÃO 20 mL/100 L Terrestre:
doença. Realizar no máximo 5
de água 200 a 400
aplicações com o Score por safra.
L/ha

Mancha-de-
(Alternaria sonchii)
alternaria

Mancha- (Cercospora O tratamento deverá ser iniciado


independentemente do estádio de
castanha arachidicola)
Aplicação desenvolvimento vegetativo da
(Pseudocercospor Terrestre: cultura, tomando-se como base o
Mancha-preta 100 a 200 aparecimento dos primeiros sinais
a personata)
L/ha de ocorrência da Mancha-castanha,
da Mancha-preta e Verrugose.
Reaplicar sempre que houver
AMENDOIM 0,35 L/ha
sintomas de reinfecção das
doenças na cultura, totalizando um
(Sphaceloma Aplicação máximo de até 3 aplicações. Deve-
Verrugose
arachidis) Aérea: se observar e ficar alerta quando as
20 a 50 condições de temperatura e
L/ha umidade forem favoráveis ao
desenvolvimento das doenças.

Iniciar as pulverizações logo ao


aparecimento dos primeiros
Aplicação
(Colletotrichum sintomas. Repetir as aplicações a
AMORA Antracnose 40 mL/100 L Terrestre:
gloeosporioides) cada 14 dias, sempre que
de água 100 a 200
ocorrerem condições favoráveis à
L/ha
doença. Realizar no máximo 6
aplicações com o Score por safra.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)

Aplicação
Iniciar as aplicações no início da
Terrestre:
formação dos frutos; reaplicar a
30 mL/100 L 200 a 800
ANONÁCEAS (Colletotrichum cada 7-10 dias. Realizar no máximo
de água L/ha
Antracnose gloeosporioides) 4 aplicações com o Score por ano.

Aplicação
Terrestre:
100 a 200 Realizar 1 aplicação para o controle
L/ha da mancha-parda, imediatamente
Mancha- Aplicação após o aparecimento dos primeiros
ARROZ (Bipolaris oryzae) 0,3 L/ha
parda Aérea: sintomas.
20 a 50
L/ha

Iniciar as pulverizações logo ao


Aplicação
aparecimento dos primeiros
Terrestre:
sintomas. Repetir as aplicações a
(Colletotrichum 100 a 200
AZEITONA Antracnose 40 mL/100 L cada 14 dias, sempre que
gloeosporioides) L/ha
de água ocorrerem condições favoráveis à
doença. Realizar no máximo 6
aplicações com o Score por safra.

O produto poderá ser utilizado em


qualquer época preconizada para o
Sigatoka- (Mycosphaerella tratamento da Sigatoka-amarela
0,2 L/ha Aplicação que corresponde ao período de
amarela musicola)
Terrestre: outubro a maio, nas condições da
500 a região Centro-Sul ou
1.000 L/ha preferencialmente no período de
BANANA
maior infecção (Dezembro a
Aplicação Março), com intervalos médios de
Sigatoka- (Mycosphaerella Aérea: 30 dias para Sigatoka-amarela e
0,4 L/ha 15 L/ha 14-21 dias para Sigatoka-negra
negra fijiensis)
dependendo da pressão da doença.
Realizar no máximo 5 aplicações
por ano.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
O tratamento deve ser iniciado
independentemente do estádio de
desenvolvimento vegetativo da
Aplicação
cultura, preventivamente tomando-
Terrestre:
se como base o aparecimento dos
200 a 400
primeiros sinais de ocorrência da
L/ha
Pinta-preta. Reaplicar sempre que
BATATA Pinta-preta (Alternaria solani) 0,3 L/ha
houver sintomas de reinfecção da
Aplicação
doença na cultura, totalizando um
Aérea:
máximo de até 4 aplicações. Deve-
20 a 40
se observar e ficar alerta quando as
L/ha
condições de temperatura e
umidade forem favoráveis ao
desenvolvimento das doenças.
Iniciar as aplicações logo após o
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que normalmente
Aplicação corresponde aos 30 dias após o
Podridão-de- (Phoma exigua 30 mL/100 L Terrestre: transplante das mudas.
BERINJELA
ascochyta var. exígua) de água 200 a 400 Repetir as aplicações a cada 7 dias
L/ha sempre que ocorrerem condições
favoráveis à doença. Realizar no
máximo 6 aplicações com o Score
por safra.
Iniciar as pulverizações logo após o
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que geralmente ocorre
Aplicação por volta dos 20 dias após a
Mancha-de- (Cercospora 40 mL/100 L Terrestre: semeadura. Repetir as aplicações a
BETERRABA
cercospora beticola) de água 200 a 400 cada 7 dias sempre que ocorrerem
L/ha condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 5 aplicações
com o Score por safra.

Iniciar as aplicações no início da


Aplicação formação dos frutos; reaplicar a
(Colletotrichum
CACAU Antracnose 30 mL/100 L Terrestre: cada 7-10 dias. Realizar no máximo
gloeosporioides)
de água 200 a 800 4 aplicações com o Score por ano.
L/ha

Iniciar as aplicações
preventivamente quando as
Aplicação primeiras lesões da doença
CAFÉ
Mancha-de- (Cercospora 35 mL/100 L Terrestre: aparecerem. Continuar com as
(Viveiro
olho-pardo coffeicola) de água 100 a aplicações em intervalos de 14 dias
de mudas)
200L/ha sempre que as condições
climáticas forem favoráveis ao
desenvolvimento da doença.

Aplicação
CAJU (Colletotrichum 8 mL/100 L Terrestre:
Antracnose Iniciar as aplicações quando as
gloeosporioides) de água 200 a 800
plantas estiverem em pleno
L/ha
florescimento ou quando houver

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Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
condições favoráveis para as
doenças (Oídio, Antracnose).
Repetir as aplicações em intervalos
de 14 dias, sempre que houver
condições favoráveis às doenças.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por ano.

Oídio (Oidium anacardii) 12 mL/100 L


de água

(Colletotrichum
Antracnose 8 mL/100 L
gloeosporioides) Iniciar as aplicações quando as
de água
plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
doenças (Oídio, Antracnose).
Aplicação
Repetir as aplicações em intervalos
CAQUI Terrestre:
de 14 dias, sempre que houver
200 a 800
condições favoráveis às doenças.
L/ha
Realizar no máximo 6 aplicações
Cercosporios com o Score por ano.
(Cercospora kaki) 12 mL/100 L
e
de água

Iniciar as aplicações quando as


plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
doenças (Oídio, Antracnose).
Aplicação
(Colletotrichum Repetir as aplicações em intervalos
CARAMBOLA Antracnose 8 mL/100 L Terrestre:
gloeosporioides) de 14 dias, sempre que houver
de água 200 a 800
condições favoráveis às doenças.
L/ha
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por ano.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)

Em lavouras originárias de mudas,


iniciar as aplicações quando a
cultura atingir 50 dias após o
transplante das mudas. Em
Aplicação
Mancha- lavouras originárias de bulbinhos,
CEBOLA Terrestre:
púrpura (Alternaria porri) 0,60 L/ha iniciar as aplicações quando a
200 a 400
cultura atingir 30 dias após o plantio
L/ha
dos mesmos, ou nos primeiros
sinais da doença. Repetir as
aplicações a cada 7 dias sempre
que ocorrerem condições
favoráveis à doença: Chuva e alta
temperatura. Realizar no máximo 6
aplicações com o Score por safra.
Iniciar as pulverizações quando
aparecerem os primeiros sintomas
da doença, o que geralmente
ocorre dos 15 aos 30 dias após a
emergência da cultura. Repetir as
aplicações a cada 7 dias, sempre
Aplicação
que houver condições favoráveis ao
Queima-das- Terrestre:
CENOURA (Alternaria dauci) 0,60 L/ha desenvolvimento da doença: Chuva
folhas 200 a 400
e alta temperatura. Realizar no
L/ha
máximo 8 aplicações com o Score
por safra.

Cercosporios (Cercospora
e chicorii) Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
CHICÓRIA 20 mL/100 L Terrestre:
desde que as condições estejam
de água 200 a 400
favoráveis ao desenvolvimento da
L/ha
Mancha-de- doença. Realizar no máximo 5
(Alternaria sonchii)
alternaria aplicações com o Score por safra.

Para o controle da Verrugose, fazer


Verrugose- uma única aplicação quando as
da-laranja- (Elsinoe australis) plantas estiverem no estágio de
doce Aplicação botão floral. Para o controle da
20 mL/100 L Terrestre: Podridão-floral-dos-citros, iniciar as
CITROS
de água 500 a aplicações quando as plantas
Podridão- 1.000 L/ha estiverem no estágio de palito de
(Colletotrichum fósforo. Repetir aplicação após 15
floral-dos-
gloeosporioides) dias, se as condições climáticas
citros
forem favoráveis à doença.
Queima-das- (Lasiodiplodia Iniciar as aplicações logo ao
Aplicação
folhas theobromae) aparecimento dos primeiros
20 mL/100 L Terrestre:
COCO sintomas; reaplicar a cada 14 dias.
Mancha- (Bipolaris de água 500 a
Realizar no máximo 4 aplicações
púrpura incurvata) 1.000 L/ha
com o Score por ano.
Iniciar as aplicações logo ao
Aplicação
aparecimento dos primeiros
Mancha-de- (Alternaria 20 mL/100 L Terrestre:
COUVE-FLOR sintomas; reaplicar a cada 7 dias.
alternaria brassicae) de água 200 a 400
Realizar no máximo 5 aplicações
L/ha
com o Score por safra.

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SCORE
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Número: Realizar 3 aplicações
dependendo da intensidade de
ataque da doença.
300 a 500
Época: Iniciar as aplicações quando
mL/ ha
(Sphareoteca aparecerem os primeiros sintomas
Oídio Aplicação da doença. Utilizar a dose mais
pannosa) 30 a 50
Terrestre: baixa em condições menos
mL/ 100 L
600 a favoráveis e a dose maior em
1.000 L/ha condições mais favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Intervalo de aplicação: 7 dias.
CRISÂNTEMO* Repetir as aplicações
semanalmente, fazendo alternância
com fungicidas de outros grupos
químicos.
Realizar as aplicações nos
300 a 500
Ferrugem (Puccinia horiana) primeiros horários da manhã ou
mL/ha
então ao final do dia. Caso seja
detectada a presença de ventos,
30 a 50
600 a fechar a estufa para evitar deriva.
mL/100 L
1.000 L/ha O produto é recomendado para os
cultivos sob condições de casa-de-
vegetação/estufa.

Aplicação
(Colletotrichum Iniciar as aplicações no início da
Antracnose 30 mL/100 L Terrestre:
gloeosporioides) formação dos frutos; reaplicar a
CUPUAÇU de água 200 a 800
cada 7-10 dias. Realizar no máximo
L/ha
4 aplicações com o Score por ano.

Iniciar as aplicações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 10 dias.
Aplicação Realizar no máximo 4 aplicações
(Erysiphe 15 mL/100 L Terrestre: com o Score por safra.
ERVILHA Oídio
polygoni) de água 200 a 400
L/ha

Iniciar as aplicações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
desde que as condições estejam
Aplicação favoráveis ao desenvolvimento da
Cercosporios (Cercospora
ESPINAFRE 20 mL/100 L Terrestre: doença. Realizar no máximo 5
e tetragonia)
de água 200 a 400 aplicações com o Score por safra.
L/ha

Aplicação Iniciar as aplicações logo ao


Mancha-de- (Alternaria
ESTÉVIA 20 mL/100 L Terrestre: aparecimento dos primeiros
alternaria steviae)
de água 200 a 400 sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
L/ha desde que as condições estejam

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
favoráveis ao desenvolvimento da
doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.
(Septoria
Septoriose
lactucae)

Iniciar as aplicações quando


Mancha- (Phaeoisariopsis aparecerem os primeiros sintomas
angular griseola) das doenças. Repetir a cada 14-15
Aplicação dias, sempre que as condições
Terrestre: climáticas estiverem favoráveis aos
FEIJÃO 0,30 L/ha
100 a 200 patógenos. Realizar no máximo 3
(Uromyces L/ha aplicações com o Score por safra.
Ferrugem
appendiculatus)

Iniciar as aplicações quando as


plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Aplicação doenças (Oídio, Antracnose).
(Colletotrichum 8 mL/100 L Terrestre: Repetir as aplicações em intervalos
FIGO Antracnose
musae) de água 200 a 800 de 14 dias, sempre que houver
L/ha condições favoráveis às doenças.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por ano.

Iniciar as pulverizações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas. Repetir as aplicações a
cada 14 dias, sempre que
Aplicação
ocorrerem condições favoráveis à
(Colletotrichum 40 mL/100 L Terrestre:
FRAMBOESA Antracnose doença. Realizar no máximo 6
gloeosporioides) de água 100 a 200
aplicações com o Score por safra.
L/ha

Aplicação
Iniciar as aplicações de Score
(Erysiphe Terrestre:
Oídio quando do surgimento dos
cichoracearum) 100 a 200
primeiros sintomas das doenças,
L/ha
devendo ser reaplicado em
GIRASSOL 0,3 a 0,4 L/ha
intervalo de 14 dias. Fazer no
Aplicação
máximo 2 aplicações por ciclo da
Mancha-de- (Alternaria Aérea:
cultura, utilizando produtos de
alternaria helianthi) 20 a 50
modo de ação diferente caso sejam
L/ha
necessárias mais pulverizações.
O tratamento deve ser iniciado
preferencialmente quando a cultura
Sarna-da- (Venturia apresentar 50% (Cinquenta por
macieira inaequalis) cento) das gemas com pontas
Aplicação
verdes, estádio fenológico "C",
14 mL/100 L Terrestre:
MAÇÃ antes da infecção da Sarna, Oídio e
de água 800 a
Entomosporiose. Reaplicar sempre
1.500 L/ha
que houver sintomas de reinfecção
(Podosphaera das doenças na cultura. Deve-se
Oídio
leucotricha) observar e ficar alerta quando as
condições de temperatura e

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
umidade forem favoráveis ao
Entomosposri (Entomosporium desenvolvimento das doenças.
ose mespili) Realizar no máximo 8 aplicações
com o Score por ano.
Iniciar as aplicações no início da
formação dos frutos; reaplicar a
Aplicação cada 7-10 dias. Realizar no
(Asperisporium 30 mL/100 L Terrestre: máximo 4 aplicações com o Score
MAMÃO Varíola
caricae) de água 200 a 800 por ano.
L/ha

Iniciar as aplicações quando as


plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Aplicação doenças (Oídio, Antracnose).
(Colletotrichum 8 mL/100 L Terrestre: Repetir as aplicações em intervalos
GOIABA Antracnose
musae) de água 200 a 800 de 14 dias, sempre que houver
L/ha condições favoráveis às doenças.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por ano.

Iniciar as aplicações no início da


formação dos frutos; reaplicar a
cada 7-10 dias. Realizar no máximo
Aplicação
4 aplicações com o Score por ano.
(Colletotrichum 30 mL/100 L Terrestre:
GUARANÁ Antracnose
gloeosporioides) de água 200 a 800
L/ha

Iniciar as aplicações no início da


formação dos frutos; reaplicar a
Aplicação
cada 7-10 dias. Realizar no máximo
(Colletotrichum 30 mL/100 L Terrestre:
KIWI Antracnose 4 aplicações com o Score por ano.
gloeosporioides) de água 200 a 800
L/ha

Para o controle do oídio e da


antracnose, deve-se iniciar as
(Oidium 20 mL/100 L aplicações logo após o
Oídio
mangiferae) de água intumescimento das gemas florais
ou antes da abertura das flores,
Aplicação reaplicando-se a cada 14 dias,
Terrestre: prosseguindo-se até que os
MANGA
500 a frutinhos estejam formados. Utilizar
(Colletotrichum 1.000 L/ha a menor dose durante as primeiras
50 mL/100 L aplicações, visando o controle do
Antracnose gloeosporioides)
de água oídio e, em seguida, continuar com
a maior dose visando-se o controle
da antracnose. Realizar no máximo
3 aplicações com o Score por ano.

12
SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as aplicações de Score no
início da floração, reaplicando em
Seca-dos-
intervalo de 15 dias. Fazer no
ramos (Lasiodiplodia
0,3 a 0,5 L/ha máximo 3 aplicações por ciclo da
Podridão- theobrome)
cultura, utilizando produtos de
seca
modo de ação diferente caso sejam
necessárias mais pulverizações.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas, reaplicando-se a cada 15
Aplicação dias, caso as condições climáticas
(Colletotrichum 20 mL/100 L Terrestre: estejam favoráveis ao
MARACUJÁ Antracnose
gloeosporioides) de água 200 a 800 desenvolvimento da doença.
L/ha Realizar no máximo 4 aplicações
com o Score por ano.

Iniciar as aplicações quando as


plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
Aplicação condições favoráveis para as
(Colletotrichum 8 mL/100 L Terrestre: doenças (Oídio, Antracnose).
MANGABA Antracnose
gloeosporioides) de água 200 a 800 Repetir as aplicações em intervalos
L/ha de 14 dias, sempre que houver
condições favoráveis às doenças.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por ano.

Iniciar as pulverizações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas. Repetir as aplicações a
cada 14 dias, sempre que
Aplicação ocorrerem condições favoráveis à
(Colletotrichum 40 mL/100 L Terrestre: doença. Realizar no máximo 6
MIRTILO Antracnose
gloeosporioides) de água 100 a 200 aplicações com o Score por safra.
L/ha

Cercosporios (Cercospora
Iniciar as aplicações logo ao
e brassicicola)
aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
desde que as condições estejam
favoráveis ao desenvolvimento da
Aplicação doença. Realizar no máximo 5
20 mL/100 L Terrestre: aplicações com o Score por safra.
MOSTARDA
de água 200 a 400
Mancha-de (Alternaria
L/ha
alternaria brassicae)

Iniciar as pulverizações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas. Repetir as aplicações a
cada 14 dias, sempre que
Aplicação ocorrerem condições favoráveis à
(Colletotrichum 40 mL/100 L Terrestre: doença. Realizar no máximo 6
PITANGA Antracnose
gloeoasporioides) de água 100 a 200 aplicações com o Score por safra.
L/ha

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SCORE
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
Crestamento-
(Didymella 30 mL/100 L Terrestre: cada 14 dias, conforme a pressão
MELANCIA, MELÃO gomoso-do-
bryoniae) de água 200 a 400 de doença e sempre que ocorrerem
caule
L/ha condições favoráveis à mesma.
Realizar no máximo 4 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as aplicações de forma
Cercosporios (Cercospora preventiva, sendo a primeira
e zeae-maydis) aplicação realizada quando a
cultura apresentar de 6 a 8 folhas
300 a 400 Aplicação (V6 a V8) e a segunda aplicação na
mL/ha Terrestre: emissão da folha bandeira (pré
Helmintospori (Exserohilum (Utilizar 100 a 200 pendoamento). Efetuar no máximo
ose turcicum) adjuvante L/ha 2 aplicações por ciclo da cultura.
MILHO
específico, Aplicação Utilizar a maior dose, para
recomendado Aérea: situações de maiores pressões da
pelo 20 a 50 doença (utilização de variedades
Mancha-de- fabricante). Lha mais suscetíveis e/ou histórico da
(Phaeosphaeria doença na região), associado a
phaeosphaeri
maydis) condições climáticas favoráveis ao
a
desenvolvimento do fungo.

Iniciar as pulverizações logo ao


aparecimento dos primeiros
sintomas, o que geralmente ocorre
Aplicação entre 20 e 30 dias, após o
Mancha-de-
(Mycosphaerella 40 mL/100 L Terrestre: transplantio das mudas.
MORANGO mycosphaerel
fragariae) de água 100 a 200 Repetir as aplicações a cada 14
la
L/ha dias, sempre que ocorrerem
condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas.
(Sphaerotheca 10 mL/100 L Terrestre: Repetir as aplicações a cada 10
PEPINO Oídio
fuliginea) de água 200 a 500 dias, sempre que ocorrerem
L/ha condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 5 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as aplicações de Score
preventivamente, desde o início do
desenvolvimento dos frutos,
Aplicação seguindo intervalo de aplicação de
Podridão- (Monilinia 30 mL/100 L Terrestre: 7 dias. Fazer no máximo 4
PÊSSEGO
parda fructicola) de água 800 a aplicações no ciclo desde a florada
1.300 L/ha até a maturação, utilizando
produtos de modo de ação diferente
caso sejam necessárias mais
pulverizações.
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que geralmente ocorre
Aplicação
por cerca de 30 dias após o
Mancha-de- (Cercospora 30 mL/100 L Terrestre:
PIMENTÃO transplante. Repetir as aplicações a
cercospora capsici) de água 200 a 400
cada 7 dias, sempre que ocorrerem
L/ha
condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por safra.
PLANTAS Número: Realizar 3 aplicações
(Sphareoteca 300 a 500 Aplicação
Oídio dependendo da intensidade de
ORNAMENTAIS* (1) pannosa) mL/ ha Terrestre:
ataque da doença.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
30 a 50 mL/ 600 a Época: Iniciar as aplicações quando
Ferrugem (Puccinia horiana) 100 L 1.000 L/ha aparecerem os primeiros sintomas
da doença. Utilizar a dose mais
baixa em condições menos
(Puccinia favoráveis e a dose maior em
Ferrugem
pelargonii-zonalis) condições mais favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Intervalo de aplicação: 7 dias.
Pinta-preta (Alternaria solani) Repetir as aplicações
semanalmente, fazendo alternância
com fungicidas de outros grupos
Podridão-de-
(Phoma exigua) químicos.
ascochyta
Realizar as aplicações nos
primeiros horários da manhã ou
Cercosporios então ao final do dia. Caso seja
(Cercospora sp.)
e detectada a presença de ventos,
fechar a estufa para evitar deriva.
O produto é recomendado para os
Antracnose (Colletotrichum cultivos sob condições de casa-de-
gloesporioides) vegetação/estufa.
Iniciar as aplicações quando as
(Sphaerotheca 30 mL/100 L brotações atingirem
Oídio
pannosa) de água aproximadamente 5 cm de
comprimento, repetindo em
Aplicação intervalos de 7 dias, sempre que
Terrestre: houver condições favoráveis para o
ROSA*
200 a 400 desenvolvimento das doenças.
Mancha- (Diplocarpon 80 mL/100 L L/ha
negra rosae) de água

Iniciar as aplicações no início da


formação dos frutos; reaplicar a
cada 7-10 dias. Realizar no máximo
4 aplicações com o Score por ano.

Aplicação
(Colletotrichum
Antracnose 30 mL/100 L Terrestre:
ROMÃ gloeosporioides)
de água 200 a 800
L/ha

Cercosporios (Cercospora
e brassicicola) Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação
desde que as condições estejam
RÚCULA 20 mL/100 L Terrestre:
favoráveis ao desenvolvimento da
de água 200 a 400
doença. Realizar no máximo 5
Mancha-de- (Alternaria L/ha
aplicações com o Score por safra.
alternaria brassicae)

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
Mancha-de- (Alternaria
SERIGUELA 40 mL/100 L Terrestre: cada 14 dias, sempre que
alternaria brassicae)
de água 100 a 200 ocorrerem condições favoráveis à
L/ha doença. Realizar no máximo 6
aplicações com o Score por safra.

Antracnose (Colletrotrichum
Phomopsis- dematium) 0,30 L/ha Realizar uma única aplicação
Aplicação
da-semente (Phomopsis sojae) quando a cultura apresentar as
Terrestre:
Mancha- vagens no estádio fenológico R 5.1
(Septoria glycines) 100 a 200
parda 0,15 a 0,20 (grãos perceptíveis ao tato a 10%
(Cercospora L/ha
SOJA Crestamento- L/ha de enchimento da vagem).
kikuchii) Aplicação
foliar
Aérea:
Aplicar o produto quando as plantas
20 a 50
(Microsphaera apresentarem até 20% de área
Oídio 0,15 L/ha Lha
diffusa) foliar atacada, examinando-se as
duas faces da folha.
Iniciar as aplicações quando
aparecerem os primeiros sintomas
das doenças, que pode ocorrer em
Pinta-preta (Alternaria solani) qualquer estágio de
Aplicação desenvolvimento da cultura. Repetir
TOMATE 50 mL/100 L Terrestre: as aplicações a cada 7 dias sempre
ENVARADO de água 200 a que houver condições favoráveis
800L/ha para o desenvolvimento das
(Septoria doenças: chuvas e altas
Septoriose temperaturas.
lycopersici)
Realizar no máximo 3 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as aplicações quando as
8 mL/100 L plantas estiverem em pleno
Antracnose (Elsinoe ampelina)
de água florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Aplicação
doenças (Oídio, Antracnose,
12 mL/100 L Terrestre:
UVA Oídio (Uncinula necator) Mancha-das-folhas). Repetir as
de água 200 a
aplicações em intervalos de 14
800L/ha
dias, sempre que houver condições
Mancha-das- (Pseudocercospor 12 mL/100 L favoráveis às doenças. Realizar no
folhas a vitis) de água máximo 6 aplicações com o Score
por ano.
* Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas
doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma
pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em
maior escala.

(1)De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas
ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas,
plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação
ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).

MODO DE APLICAÇÃO:

SCORE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para
o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta
forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de
trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

17
SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

Aplicação terrestre:

Aplicação foliar:

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a
topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico
vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm 2. A
velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve
estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000
Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar
outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora.

Aplicação aérea:

Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela
ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos,
que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo
com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de
deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos).

Parâmetros para Aplicação Aérea:


As pulverizações aéreas de Score nas culturas de soja, girassol, milho, arroz, amendoim, álamo e
banana devem ser realizadas unicamente em Baixo Volume (BV) com água.

Volume de aplicação:
- Banana: 15 L/ha;
- Arroz, amendoim, girassol, milho e soja: 20 a 50 L/ha;
- Álamo: 40 L/ha;
-Batata: 20 a 40 L/ha.

Observações:

- Evitar as condições de inversão térmica.


- Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos
hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais
estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se
gotas menores e volumes maiores.
- Para a cultura da Banana, para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na
pulverização a utilização de óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% e outras
especificações exigidas para uso agrícola. Preparo da calda para um volume total de 15 L/ha: Dose
de Score recomendada + 5 litros de óleo mineral + 220 mL de surfactante foliar. Completar com água
até o volume de 15 L. Não utilizar Score em mistura só com óleo.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas
citadas na bula.
Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou
atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa,
etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea
da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.

Crisântemo e Plantas Ornamentais: A dose recomendada do SCORE deve ser diluída em água e
aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou
motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do
fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar. Utilizar volume de calda ao redor de 600 a 1.000 L/ha distribuindo uniformemente
a calda sobre as folhas das plantas.
Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser
afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente
o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7
dias antes de sua aplicação em maior escala.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO: As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação


da bula do produto.
1. Volume de calda --------------------------------------------------600 a 1.000 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) -------------200 a 400 µm.
3. Pressão de máxima na saída do bico de pulverização-------100 psi.
4. Cobertura no alvo ----------------------------------------------------30 a 40 gotas/cm2.
5. Evitar escorrimento pelas folhas.

EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO:

Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na
vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado
de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima
de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a
utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

MODO DE PREPARO DE CALDA:

Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/4 da sua
capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto
e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e
aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de
aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa
a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice
lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURA DIAS
Abacate 14 dias
Abacaxi 3 dias
Acelga 14 dias
Acerola 1 dia
Abobrinha 3 dias
Agrião 14 dias
Álamo UNA
Alface 14 dias
Algodão 21 dias
Alho 14 dias
Almeirão 14 dias
Amora 1 dia
Amendoim 22 dias
Anonáceas 3 dias
Arroz 45 dias
Azeitona 1 dia
Banana 7 dias
Batata 7 dias
Berinjela 3 dias
Beterraba 3 dias
Cacau 3 dias
Intervalo de segurança
não determinado devido
Café - Viveiro De Mudas
à modalidade de
emprego
Caju 21 dias
Carambola 21 dias
Caqui 21 dias
Cebola 7 dias
Cenoura 15 dias
Cupuaçu 3 dias
Citros 7 dias
Chicória 14 dias
Coco 14 dias
Couve-Flor 14 dias
Crisântemo UNA
Estévia 14 dias

20
SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

CULTURA DIAS
Ervilha 14 dias
Espinafre 14 dias
Figo 21 dias
Feijão 25 dias
Framboesa 1 dia
Girassol 14 dias
Goiaba 21 dias
Guaraná 3 dias
Kiwi 3 dias
Maçã 5 dias
Mamão 3 dias
Manga 7 dias
Mangaba 21 dias
Maracujá 14 dias
Melancia 3 dias
Melão 3 dias
Milho 30 dias
Mirtilo 1 dia
Morango 1 dia
Mostarda 14 dias
Pepino 1 dia
Pêssego 10 dias
Pimentão 3 dias
Pitanga 1 dia
Plantas Ornamentais UNA
Romã 3 dias
Rosa UNA
Rúcula 14 dias
Seriguela 1 dia
Soja 30 dias
Tomate 3 dias
Uva 21 dias
*UNA = Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No
caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez
que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de


Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este
produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250
metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a
conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

21
SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:

O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas.
Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir
a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÀRIO aplique
preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica
do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.

Outras restrições a serem observadas:

Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto próximo de


linhas de vapor ou outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um
processo de combustão do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:

• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do


mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
quando disponíveis etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-


br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G11 FUNGICIDA

O produto SCORE é composto por Difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores
de desmetilação - DMI, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.


• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas,
botas de borracha, máscara com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: Macacão com tratamento hidrorrepelente


com mangas e calças compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.


• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas e calças compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.

Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para
produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de
borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas,
luvas de proteção para produtos químicos e máscara com filtro mecânico.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.

Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido


PERIGO Pode ser nocivo em contato com a pele
Produto provoca lesões oculares graves

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

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INTOXICAÇÕES POR SCORE®


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico DIFENOCONAZOL: TRIAZOL

NAFTA DE PETRÓLEO (SOLVENTE AROMÁTICO): UVCB (substâncias de composição


desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais biológicos).
Classe
Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são consideradas
as mais relevantes.

Toxicocinética Difenoconazol: No rato, a absorção oral de difenoconazol foi dose-dependente e


correspondeu a cerca de 40-60% (300 mg/kg p.c.) a 80-90% (0,5 mg/kg p.c.) da dose
administrada. O difenoconazol foi rapidamente distribuído principalmente pelo trato
gastrointestinal, fígado, rins, tecido adiposo, glândula harderiana, glândulas adrenais e
pâncreas. Os resíduos teciduais foram muito baixos, indicando ausência de
bioacumulação. O difenoconazol é extensivamente metabolizado, com diferentes
metabólitos encontrados nas fezes, urina e fígado. A eliminação se deu
predominantemente pela bile (73-76% a 0,5 mg/kg p.c. e 39-56% a 300 mg/kg p.c.), com
evidência de circulação entero-hepática na menor dose, e, em menor proporção, pela
urina (8-22%). A meia-vida variou de 20 a 48 horas.
Nafta de Petróleo (solvente aromático): Não há estudos de toxicocinética sobre este
solvente propriamente dito, no entanto, estudos com os constituintes da gasolina podem
ser utilizados para a compreensão da toxicocinética do nafta. Em roedores, a principal
via de exposição utilizada é a inalatória; por ela, os constituintes de maior peso molecular
são mais eficientemente absorvidos. Após administração oral, é possível supor que
aproximadamente 100% do nafta de petróleo ingerido seria absorvido devido à alta
absorção da maioria de seus constituintes pelo trato gastrointestinal. Independentemente
da via de absorção, os constituintes são rapidamente metabolizados e eliminados. Por
ser hidrofóbico, o nafta possui maior afinidade pelo tecido adiposo, no entanto, nenhum
dos componentes apresenta potencial de bioacumulação. Os constituintes de baixo peso
molecular do nafta são excretados, principalmente, pelo ar exalado e, em menor
proporção, pela urina, com meia-vida na ordem de, aproximadamente, 3-12 horas. A
excreção pela urina é mais expressiva para os constituintes de alto peso molecular.

Toxicodinâmica Difenoconazol: Atua como inibidor da desmetilação da enzima esterol 14α-desmetilase


(CYP51, pertencente à superfamília citocromo P450), responsável pela biossíntese do
ergosterol em fungos. Tal inibição afeta a integridade das membranas celulares,
acarretando em morte fúngica. Este modo de ação é conservado para seres humanos,
uma vez que estes também possuem a enzima CYP51, envolvida na síntese de esteróis
importantes como o colesterol. O colesterol está envolvido na estruturação das
membranas celulares e síntese de hormônios sexuais; no entanto, não há na literatura
dados que comprovem a inibição da síntese de colesterol em humanos em decorrência
da exposição ao ciproconazol ou difenoconazol.
Nafta de Petróleo (solvente aromático): A narcose (tontura, sonolência e depressão
do sistema nervoso central), induzida por exposição aguda a solventes orgânicos, como
o nafta de petróleo, sugere mecanismo comum de interação entre os seus constituintes
e as células sensíveis do sistema nervoso de humanos. A nível celular, os efeitos
narcóticos são associados à redução na excitabilidade neuronal causada por mudanças
na estrutura e função da membrana. No entanto, o exato mecanismo de ação associado
a este efeito ainda é amplamente desconhecido.

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SCORE
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Sintomas e sinais Não há na literatura dados de intoxicação por difenoconazol em humanos.


clínicos
Nafta de Petróleo (solvente aromático): A ingestão de hidrocarbonetos pode provocar
efeitos no sistema nervoso central (cefaleia, tontura, sonolência, falta de concentração,
náuseas e vômitos), disritmias e distúrbios gastrointestinais. A inalação desses
compostos pode causar danos pulmonares, depressão ou excitação transitória do SNC
e efeitos secundários de hipóxia, infecção, formação de pneumatocele e disfunção
pulmonar crônica. Irritação ocular leve a moderada e lesão ocular reversível podem
ocorrer após contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de
experimentação tratados com a formulação à base de difenoconazol e nafta de petróloeo,
SCORE®:

Exposição Oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram


expostos às doses de 650, 1.300, 2.600 e 5.200 mg/kg p.c. Nas doses de 650 e 1.300
mg/kg p.c., não foram observadas mortalidades. Na dose de 2.600 mg/kg p.c., três
animais foram encontrados mortos. Na dose de 5.200 mg/kg p.c., todos os animais foram
encontrados mortos em até 18 horas após administração da substância-teste. Os sinais
clínicos observados foram: Apatia, redução da mobilidade e dispneia. Todos os sinais
foram reversíveis em até 24 horas.

Exposição Inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória, não foi observada


mortalidade entre os ratos expostos à concentração de 5,4 mg/L. Os sinais clínicos
observados foram: Piloereção, postura curvada, dispneia, respiração ruidosa e
hipoatividade. Todos os sinais foram revertidos a partir do dia 8 de observação.

Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica, não foi observada


mortalidade entre os ratos expostos às doses de 500, 1.000, 2.000 e 3.000 mg/kg. Os
sinais clínicos observados foram: Apatia e diminuição da mobilidade, reversíveis após 12
horas. Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, sinais de eritema
bem definido e irritação foram observados em todos os animais testados na avaliação de
24 horas. Todos os sinais foram revertidos em até 48 horas. O produto não foi
considerado irritante para a pele. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico
em cobaias pelo teste de Otimização.

Exposição Ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo, os animais apresentaram


pannus, opacidade da córnea, irite, hiperemia, quemose e secreção ocular, irreversíveis
até o 7 dia.

Exposição Crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados mutagênicos,


teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz dos conhecimentos atuais,
não são considerados desreguladores endócrinos e não interferem com a reprodução.
Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto
e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas
indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
respiratório.

Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência


cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa.
Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas.
Avaliar estado de consciência do paciente.

Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e


os efeitos locais.
Exposição Oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder
com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-
12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma
hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a
disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para
evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer
adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência
respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o
paciente deve ser encaminhado para tratamento.
Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução
salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e
mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o
paciente para tratamento específico.

Antídoto: Não há antídoto específico.

Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração


boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento
intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos
e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do
nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
Não foram relatados efeitos de interações químicas para o difenoconazol e nafta de
interações químicas
petróleo em humanos, bem como entre estes e medicamentos possivelmente utilizados
em casos de intoxicação por difenoconazol e nafta de petróleo em humanos.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e


tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: [email protected]

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:


Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:

DL50 oral em ratos: 2.211,24 mg/kg p.c.


DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 5,4 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, sinais de
eritema bem definido e irritação foram observados em todos os animais testados. Todos os sinais
foram revertidos em até 48 horas. O produto não foi considerado irritante para a pele.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo, os animais
apresentaram pannus, opacidade da córnea, irite, hiperemia, quemose e secreção ocular, irreversíveis
até o 7 dia.
Sensibilização cutânea em cobaias (teste de otimização): O produto não foi considerado
sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana
ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:

Difenoconazol: No estudo combinado de toxicidade crônica e carcinogenicidade em ratos, o


tratamento com difenoconazol resultou em redução do peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo e
do consumo médio de ração em ambos os sexos; o aumento do peso do fígado foi considerado
processo adaptativo e não relacionado ao tratamento (doses machos: 24,1 e 124 mg/kg p.c./dia; doses
fêmeas: 32,8 e 170 mg/kg p.c./dia; NOAEL: 1 mg/kg p.c./dia). Em estudo de 18 meses em
camundongos, houve redução do peso corpóreo, aumento dos níveis das enzimas hepáticas e do peso
do fígado em doses iguais/superiores a 46,3 mg/kg p.c./dia (machos) ou 57,8 mg/kg p.c./dia (fêmeas);
adenoma e carcinoma hepatocelular foram observados em níveis de dose de 2.500 e 4.500 ppm, níveis
que excederam a dose máxima tolerada. Além disso, demonstrou-se que o modo de ação do
desenvolvimento dos tumores hepáticos no camundongo é semelhante ao fenobarbital, que é
considerado não relevante para humanos (NOAEL: 4,7 mg/kg p.c./dia). Sendo assim, o difenoconazol
não foi considerado carcinogênico para seres humanos, além de não apresentar potencial genotóxico
pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. No estudo de duas gerações em ratos, houve
toxicidade parental na maior dose (178 mg/kg p.c.) caracterizada pela redução do peso corpóreo, do
ganho de peso corpóreo e do consumo de ração. Foi observado apenas redução do peso corpóreo
absoluto dos filhotes em ambas as gerações na maior dose (NOAEL parental e filhotes: 16,8 mg/kg
p.c./ dia). Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos houve toxicidade materna caracterizada
pela redução do peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo (apenas coelho) e do consumo de ração,

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Bula Completa – 24.01.2024

além de salivação excessiva (apenas rato) nas maiores doses (ratos: 100 e 200 mg/kg p.c./dia; coelho:
75 mg/kg p.c./dia). Em coelhos, foi observada uma morte entre as mães devido à anorexia relacionada
ao tratamento e duas outras foram sacrificadas após aborto nas maiores doses. Nenhum efeito adverso
fetal foi observado em qualquer nível de dose para coelhos (NOAEL materna e desenvolvimento: 25
mg/kg p.c./dia); em ratos, foram observadas alterações esqueléticas fetais na maior dose (NOAEL
materno: 20 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 100 mg/kg p.c./dia. O difenoconazol não foi considerado
teratogênico ou tóxico para a reprodução pelos estudos acima descritos nas doses recomendadas
para aplicação no campo.

Nafta de Petróleo (solvente aromático): Estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade indicam


que a inalação de concentrações elevadas dos componentes do nafta de petróleo pode produzir
tumores renais em ratos machos devido à nefropatia induzida por alfa-2u-globulina e tumores
hepáticos em camundongos fêmeas por possível consequência de desequilíbrio hormonal (NOAEL
10.000 mg/m3). Devido a não-relevância dos mecanismos de ação associados à formação de tumores
para humanos, os componentes do nafta petróleo não são considerados carcinogênicos para o
homem. Estudos de genotoxicidade in vivo e in vitro apontam que seus constituintes também não
apresentam potencial mutagênico ou genotóxico. Em estudos da reprodução de duas gerações em
ratos, por via inalatória, e do desenvolvimento, por via dérmica, parâmetros como fertilidade,
desempenho reprodutivo, frequência de malformações e mortalidade fetal não foram afetados pelo
tratamento (NOAEL toxicidade reprodutiva e desenvolvimento por via inalatória: > 20.000 mg/m3;
NOAEL de desenvolvimento via dérmica: 500 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, os compostos do
nafta de petróleo não são considerados teratogênicos ou tóxicos para a reprodução em humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO


MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)

X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.

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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.


• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.


• Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS
LTDA.
• Telefone da empresa 0800 704 4304.
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga a instrução a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, pelo telefone indicado no rótulo para
a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante, conforme indicado.
Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade de produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –


Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

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Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,


imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,


mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir


os seguintes procedimentos:

• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;


• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os


seguintes procedimentos:

• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la


invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens não lavadas.

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• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem


vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem


vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

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EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem


vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e
com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento


comercial onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.

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TRANSPORTE:

• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO


DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:

• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

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