Score
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SCORE®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 002894
COMPOSIÇÃO:
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl
ether
(DIFENOCONAZOL)...............................................................................................250 g/L (25,0% m/v)
Solvent Naphta (petroleum), heavy arom.
(Nafta de Petróleo).................................................................................................. 484 g/L (48,4% m/v)
Outros Ingredientes: .............................................................................................760 g/L (76,0% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro
Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na
SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection Monthey S.A. - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa – Londrina/PR - CEP:
86031-610 – CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
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Bula Completa – 24.01.2024
Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS - CEP: 95860-000 – CNPJ:
02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 -
Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001- 81 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5 - Distrito Industrial
III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº
8.764.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia.
Kubix Agroindustrial Ltda - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790,
Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4381.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-
170 - Sorocaba/SP – CNPJ: 61.142.550/0001 - 30 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
PRODUTO COMBUSTÍVEL
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
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INSTRUÇÕES DE USO:
DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as aplicações no
(Sphaceloma
Verrugose Aplicação florescimento pleno; reaplicar em
perseae)
20 mL/100 L Terrestre: intervalos de 14 dias até que os
ABACATE
de água 500 a frutos atinjam cerca de 5 cm de
(Colletotrichum
Antracnose 1.000 L/ha diâmetro. Realizar no máximo 4
gloeosporioides)
aplicações com o Score por ano.
Aplicação
Iniciar as aplicações logo ao
Cercosporios (Cercospora Terrestre:
AGRIÃO 20 mL/100 L aparecimento dos primeiros
e brassicicola) 200 a 400
de água sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
L/ha
desde que as condições estejam
favoráveis ao desenvolvimento da
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.
(Septoria
Septoriose
lactucae)
Aplicação
Iniciar as aplicações logo ao
Terrestre:
aparecimento dos primeiros
500 a
sintomas. Repetir as aplicações a
1.000 L/ha
Ferrugem-do- (Melampsora 21 mL/100 L cada 30 dias, sempre que
ÁLAMO Aplicação
álamo medusae) de água ocorrerem condições favoráveis à
Aérea: 40
doença.
L/ha
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
(Septoria 20 mL/100 L Terrestre:
ALFACE Septoriose desde que as condições estejam
lactucae) de água 200 a 400
favoráveis ao desenvolvimento da
L/ha
doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.
Para o controle da mancha da
Ramularia, SCORE deverá ser
aplicado quando do surgimento dos
primeiros sintomas da doença,
Aplicação
devendo ser reaplicado em
Mancha-da- Terrestre:
ALGODÃO (Ramularia areola) 0,30 L/ha intervalo de 10 a 15 dias. Fazer no
ramularia 200 a 400
máximo 3 aplicações do produto
L/ha
por ciclo da cultura, utilizando
produtos de modo de ação diferente
caso sejam necessárias mais
pulverizações.
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Cercosporios (Cercospora
e chicorii)
Mancha-de-
(Alternaria sonchii)
alternaria
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Aplicação
Iniciar as aplicações no início da
Terrestre:
formação dos frutos; reaplicar a
30 mL/100 L 200 a 800
ANONÁCEAS (Colletotrichum cada 7-10 dias. Realizar no máximo
de água L/ha
Antracnose gloeosporioides) 4 aplicações com o Score por ano.
Aplicação
Terrestre:
100 a 200 Realizar 1 aplicação para o controle
L/ha da mancha-parda, imediatamente
Mancha- Aplicação após o aparecimento dos primeiros
ARROZ (Bipolaris oryzae) 0,3 L/ha
parda Aérea: sintomas.
20 a 50
L/ha
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
O tratamento deve ser iniciado
independentemente do estádio de
desenvolvimento vegetativo da
Aplicação
cultura, preventivamente tomando-
Terrestre:
se como base o aparecimento dos
200 a 400
primeiros sinais de ocorrência da
L/ha
Pinta-preta. Reaplicar sempre que
BATATA Pinta-preta (Alternaria solani) 0,3 L/ha
houver sintomas de reinfecção da
Aplicação
doença na cultura, totalizando um
Aérea:
máximo de até 4 aplicações. Deve-
20 a 40
se observar e ficar alerta quando as
L/ha
condições de temperatura e
umidade forem favoráveis ao
desenvolvimento das doenças.
Iniciar as aplicações logo após o
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que normalmente
Aplicação corresponde aos 30 dias após o
Podridão-de- (Phoma exigua 30 mL/100 L Terrestre: transplante das mudas.
BERINJELA
ascochyta var. exígua) de água 200 a 400 Repetir as aplicações a cada 7 dias
L/ha sempre que ocorrerem condições
favoráveis à doença. Realizar no
máximo 6 aplicações com o Score
por safra.
Iniciar as pulverizações logo após o
aparecimento dos primeiros
sintomas, o que geralmente ocorre
Aplicação por volta dos 20 dias após a
Mancha-de- (Cercospora 40 mL/100 L Terrestre: semeadura. Repetir as aplicações a
BETERRABA
cercospora beticola) de água 200 a 400 cada 7 dias sempre que ocorrerem
L/ha condições favoráveis à doença.
Realizar no máximo 5 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as aplicações
preventivamente quando as
Aplicação primeiras lesões da doença
CAFÉ
Mancha-de- (Cercospora 35 mL/100 L Terrestre: aparecerem. Continuar com as
(Viveiro
olho-pardo coffeicola) de água 100 a aplicações em intervalos de 14 dias
de mudas)
200L/ha sempre que as condições
climáticas forem favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Aplicação
CAJU (Colletotrichum 8 mL/100 L Terrestre:
Antracnose Iniciar as aplicações quando as
gloeosporioides) de água 200 a 800
plantas estiverem em pleno
L/ha
florescimento ou quando houver
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
condições favoráveis para as
doenças (Oídio, Antracnose).
Repetir as aplicações em intervalos
de 14 dias, sempre que houver
condições favoráveis às doenças.
Realizar no máximo 6 aplicações
com o Score por ano.
(Colletotrichum
Antracnose 8 mL/100 L
gloeosporioides) Iniciar as aplicações quando as
de água
plantas estiverem em pleno
florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
doenças (Oídio, Antracnose).
Aplicação
Repetir as aplicações em intervalos
CAQUI Terrestre:
de 14 dias, sempre que houver
200 a 800
condições favoráveis às doenças.
L/ha
Realizar no máximo 6 aplicações
Cercosporios com o Score por ano.
(Cercospora kaki) 12 mL/100 L
e
de água
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Cercosporios (Cercospora
e chicorii) Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
CHICÓRIA 20 mL/100 L Terrestre:
desde que as condições estejam
de água 200 a 400
favoráveis ao desenvolvimento da
L/ha
Mancha-de- doença. Realizar no máximo 5
(Alternaria sonchii)
alternaria aplicações com o Score por safra.
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Número: Realizar 3 aplicações
dependendo da intensidade de
ataque da doença.
300 a 500
Época: Iniciar as aplicações quando
mL/ ha
(Sphareoteca aparecerem os primeiros sintomas
Oídio Aplicação da doença. Utilizar a dose mais
pannosa) 30 a 50
Terrestre: baixa em condições menos
mL/ 100 L
600 a favoráveis e a dose maior em
1.000 L/ha condições mais favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Intervalo de aplicação: 7 dias.
CRISÂNTEMO* Repetir as aplicações
semanalmente, fazendo alternância
com fungicidas de outros grupos
químicos.
Realizar as aplicações nos
300 a 500
Ferrugem (Puccinia horiana) primeiros horários da manhã ou
mL/ha
então ao final do dia. Caso seja
detectada a presença de ventos,
30 a 50
600 a fechar a estufa para evitar deriva.
mL/100 L
1.000 L/ha O produto é recomendado para os
cultivos sob condições de casa-de-
vegetação/estufa.
Aplicação
(Colletotrichum Iniciar as aplicações no início da
Antracnose 30 mL/100 L Terrestre:
gloeosporioides) formação dos frutos; reaplicar a
CUPUAÇU de água 200 a 800
cada 7-10 dias. Realizar no máximo
L/ha
4 aplicações com o Score por ano.
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
favoráveis ao desenvolvimento da
doença. Realizar no máximo 5
aplicações com o Score por safra.
(Septoria
Septoriose
lactucae)
Aplicação
Iniciar as aplicações de Score
(Erysiphe Terrestre:
Oídio quando do surgimento dos
cichoracearum) 100 a 200
primeiros sintomas das doenças,
L/ha
devendo ser reaplicado em
GIRASSOL 0,3 a 0,4 L/ha
intervalo de 14 dias. Fazer no
Aplicação
máximo 2 aplicações por ciclo da
Mancha-de- (Alternaria Aérea:
cultura, utilizando produtos de
alternaria helianthi) 20 a 50
modo de ação diferente caso sejam
L/ha
necessárias mais pulverizações.
O tratamento deve ser iniciado
preferencialmente quando a cultura
Sarna-da- (Venturia apresentar 50% (Cinquenta por
macieira inaequalis) cento) das gemas com pontas
Aplicação
verdes, estádio fenológico "C",
14 mL/100 L Terrestre:
MAÇÃ antes da infecção da Sarna, Oídio e
de água 800 a
Entomosporiose. Reaplicar sempre
1.500 L/ha
que houver sintomas de reinfecção
(Podosphaera das doenças na cultura. Deve-se
Oídio
leucotricha) observar e ficar alerta quando as
condições de temperatura e
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
umidade forem favoráveis ao
Entomosposri (Entomosporium desenvolvimento das doenças.
ose mespili) Realizar no máximo 8 aplicações
com o Score por ano.
Iniciar as aplicações no início da
formação dos frutos; reaplicar a
Aplicação cada 7-10 dias. Realizar no
(Asperisporium 30 mL/100 L Terrestre: máximo 4 aplicações com o Score
MAMÃO Varíola
caricae) de água 200 a 800 por ano.
L/ha
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as aplicações de Score no
início da floração, reaplicando em
Seca-dos-
intervalo de 15 dias. Fazer no
ramos (Lasiodiplodia
0,3 a 0,5 L/ha máximo 3 aplicações por ciclo da
Podridão- theobrome)
cultura, utilizando produtos de
seca
modo de ação diferente caso sejam
necessárias mais pulverizações.
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas, reaplicando-se a cada 15
Aplicação dias, caso as condições climáticas
(Colletotrichum 20 mL/100 L Terrestre: estejam favoráveis ao
MARACUJÁ Antracnose
gloeosporioides) de água 200 a 800 desenvolvimento da doença.
L/ha Realizar no máximo 4 aplicações
com o Score por ano.
Cercosporios (Cercospora
Iniciar as aplicações logo ao
e brassicicola)
aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
desde que as condições estejam
favoráveis ao desenvolvimento da
Aplicação doença. Realizar no máximo 5
20 mL/100 L Terrestre: aplicações com o Score por safra.
MOSTARDA
de água 200 a 400
Mancha-de (Alternaria
L/ha
alternaria brassicae)
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
Crestamento-
(Didymella 30 mL/100 L Terrestre: cada 14 dias, conforme a pressão
MELANCIA, MELÃO gomoso-do-
bryoniae) de água 200 a 400 de doença e sempre que ocorrerem
caule
L/ha condições favoráveis à mesma.
Realizar no máximo 4 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as aplicações de forma
Cercosporios (Cercospora preventiva, sendo a primeira
e zeae-maydis) aplicação realizada quando a
cultura apresentar de 6 a 8 folhas
300 a 400 Aplicação (V6 a V8) e a segunda aplicação na
mL/ha Terrestre: emissão da folha bandeira (pré
Helmintospori (Exserohilum (Utilizar 100 a 200 pendoamento). Efetuar no máximo
ose turcicum) adjuvante L/ha 2 aplicações por ciclo da cultura.
MILHO
específico, Aplicação Utilizar a maior dose, para
recomendado Aérea: situações de maiores pressões da
pelo 20 a 50 doença (utilização de variedades
Mancha-de- fabricante). Lha mais suscetíveis e/ou histórico da
(Phaeosphaeria doença na região), associado a
phaeosphaeri
maydis) condições climáticas favoráveis ao
a
desenvolvimento do fungo.
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SCORE
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DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
30 a 50 mL/ 600 a Época: Iniciar as aplicações quando
Ferrugem (Puccinia horiana) 100 L 1.000 L/ha aparecerem os primeiros sintomas
da doença. Utilizar a dose mais
baixa em condições menos
(Puccinia favoráveis e a dose maior em
Ferrugem
pelargonii-zonalis) condições mais favoráveis ao
desenvolvimento da doença.
Intervalo de aplicação: 7 dias.
Pinta-preta (Alternaria solani) Repetir as aplicações
semanalmente, fazendo alternância
com fungicidas de outros grupos
Podridão-de-
(Phoma exigua) químicos.
ascochyta
Realizar as aplicações nos
primeiros horários da manhã ou
Cercosporios então ao final do dia. Caso seja
(Cercospora sp.)
e detectada a presença de ventos,
fechar a estufa para evitar deriva.
O produto é recomendado para os
Antracnose (Colletotrichum cultivos sob condições de casa-de-
gloesporioides) vegetação/estufa.
Iniciar as aplicações quando as
(Sphaerotheca 30 mL/100 L brotações atingirem
Oídio
pannosa) de água aproximadamente 5 cm de
comprimento, repetindo em
Aplicação intervalos de 7 dias, sempre que
Terrestre: houver condições favoráveis para o
ROSA*
200 a 400 desenvolvimento das doenças.
Mancha- (Diplocarpon 80 mL/100 L L/ha
negra rosae) de água
Aplicação
(Colletotrichum
Antracnose 30 mL/100 L Terrestre:
ROMÃ gloeosporioides)
de água 200 a 800
L/ha
Cercosporios (Cercospora
e brassicicola) Iniciar as aplicações logo ao
aparecimento dos primeiros
sintomas; reaplicar a cada 7 dias,
Aplicação
desde que as condições estejam
RÚCULA 20 mL/100 L Terrestre:
favoráveis ao desenvolvimento da
de água 200 a 400
doença. Realizar no máximo 5
Mancha-de- (Alternaria L/ha
aplicações com o Score por safra.
alternaria brassicae)
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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024
DOENÇAS VOLUME
DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome DOSES
Nome Científico CALDA APLICAÇÃO
Comum
(L/ha)
Iniciar as pulverizações logo ao
aparecimento dos primeiros
Aplicação sintomas. Repetir as aplicações a
Mancha-de- (Alternaria
SERIGUELA 40 mL/100 L Terrestre: cada 14 dias, sempre que
alternaria brassicae)
de água 100 a 200 ocorrerem condições favoráveis à
L/ha doença. Realizar no máximo 6
aplicações com o Score por safra.
Antracnose (Colletrotrichum
Phomopsis- dematium) 0,30 L/ha Realizar uma única aplicação
Aplicação
da-semente (Phomopsis sojae) quando a cultura apresentar as
Terrestre:
Mancha- vagens no estádio fenológico R 5.1
(Septoria glycines) 100 a 200
parda 0,15 a 0,20 (grãos perceptíveis ao tato a 10%
(Cercospora L/ha
SOJA Crestamento- L/ha de enchimento da vagem).
kikuchii) Aplicação
foliar
Aérea:
Aplicar o produto quando as plantas
20 a 50
(Microsphaera apresentarem até 20% de área
Oídio 0,15 L/ha Lha
diffusa) foliar atacada, examinando-se as
duas faces da folha.
Iniciar as aplicações quando
aparecerem os primeiros sintomas
das doenças, que pode ocorrer em
Pinta-preta (Alternaria solani) qualquer estágio de
Aplicação desenvolvimento da cultura. Repetir
TOMATE 50 mL/100 L Terrestre: as aplicações a cada 7 dias sempre
ENVARADO de água 200 a que houver condições favoráveis
800L/ha para o desenvolvimento das
(Septoria doenças: chuvas e altas
Septoriose temperaturas.
lycopersici)
Realizar no máximo 3 aplicações
com o Score por safra.
Iniciar as aplicações quando as
8 mL/100 L plantas estiverem em pleno
Antracnose (Elsinoe ampelina)
de água florescimento ou quando houver
condições favoráveis para as
Aplicação
doenças (Oídio, Antracnose,
12 mL/100 L Terrestre:
UVA Oídio (Uncinula necator) Mancha-das-folhas). Repetir as
de água 200 a
aplicações em intervalos de 14
800L/ha
dias, sempre que houver condições
Mancha-das- (Pseudocercospor 12 mL/100 L favoráveis às doenças. Realizar no
folhas a vitis) de água máximo 6 aplicações com o Score
por ano.
* Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas
doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma
pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em
maior escala.
(1)De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas
ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas,
plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação
ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
MODO DE APLICAÇÃO:
SCORE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas.
A boa cobertura dos alvos aplicados (todos os tecidos da parte aérea das plantas) é fundamental para
o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta
forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as
condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de
trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024
Aplicação terrestre:
Aplicação foliar:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a
topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo
atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico
vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm 2. A
velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve
estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000
Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar
outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela
ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos,
que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm
(micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo
com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de
deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos
de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos).
Volume de aplicação:
- Banana: 15 L/ha;
- Arroz, amendoim, girassol, milho e soja: 20 a 50 L/ha;
- Álamo: 40 L/ha;
-Batata: 20 a 40 L/ha.
Observações:
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SCORE
Bula Completa – 24.01.2024
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas
citadas na bula.
Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou
atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa,
etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou
evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea
da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação
previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Crisântemo e Plantas Ornamentais: A dose recomendada do SCORE deve ser diluída em água e
aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal manual ou
motorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do
fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar. Utilizar volume de calda ao redor de 600 a 1.000 L/ha distribuindo uniformemente
a calda sobre as folhas das plantas.
Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser
afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente
o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7
dias antes de sua aplicação em maior escala.
EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO:
Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na
vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado
de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima
de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os
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conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a
utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/4 da sua
capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto
e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e
aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de
aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa
a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice
lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Abacate 14 dias
Abacaxi 3 dias
Acelga 14 dias
Acerola 1 dia
Abobrinha 3 dias
Agrião 14 dias
Álamo UNA
Alface 14 dias
Algodão 21 dias
Alho 14 dias
Almeirão 14 dias
Amora 1 dia
Amendoim 22 dias
Anonáceas 3 dias
Arroz 45 dias
Azeitona 1 dia
Banana 7 dias
Batata 7 dias
Berinjela 3 dias
Beterraba 3 dias
Cacau 3 dias
Intervalo de segurança
não determinado devido
Café - Viveiro De Mudas
à modalidade de
emprego
Caju 21 dias
Carambola 21 dias
Caqui 21 dias
Cebola 7 dias
Cenoura 15 dias
Cupuaçu 3 dias
Citros 7 dias
Chicória 14 dias
Coco 14 dias
Couve-Flor 14 dias
Crisântemo UNA
Estévia 14 dias
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CULTURA DIAS
Ervilha 14 dias
Espinafre 14 dias
Figo 21 dias
Feijão 25 dias
Framboesa 1 dia
Girassol 14 dias
Goiaba 21 dias
Guaraná 3 dias
Kiwi 3 dias
Maçã 5 dias
Mamão 3 dias
Manga 7 dias
Mangaba 21 dias
Maracujá 14 dias
Melancia 3 dias
Melão 3 dias
Milho 30 dias
Mirtilo 1 dia
Morango 1 dia
Mostarda 14 dias
Pepino 1 dia
Pêssego 10 dias
Pimentão 3 dias
Pitanga 1 dia
Plantas Ornamentais UNA
Romã 3 dias
Rosa UNA
Rúcula 14 dias
Seriguela 1 dia
Soja 30 dias
Tomate 3 dias
Uva 21 dias
*UNA = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante
para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No
caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis
máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez
que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em
caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
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O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas.
Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir
a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÀRIO aplique
preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica
do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
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O produto SCORE é composto por Difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores
de desmetilação - DMI, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema.
PRODUTO PERIGOSO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
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Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
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• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para
produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de
borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas,
luvas de proteção para produtos químicos e máscara com filtro mecânico.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte
respiratório.
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Efeitos agudos:
Efeitos crônicos:
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além de salivação excessiva (apenas rato) nas maiores doses (ratos: 100 e 200 mg/kg p.c./dia; coelho:
75 mg/kg p.c./dia). Em coelhos, foi observada uma morte entre as mães devido à anorexia relacionada
ao tratamento e duas outras foram sacrificadas após aborto nas maiores doses. Nenhum efeito adverso
fetal foi observado em qualquer nível de dose para coelhos (NOAEL materna e desenvolvimento: 25
mg/kg p.c./dia); em ratos, foram observadas alterações esqueléticas fetais na maior dose (NOAEL
materno: 20 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 100 mg/kg p.c./dia. O difenoconazol não foi considerado
teratogênico ou tóxico para a reprodução pelos estudos acima descritos nas doses recomendadas
para aplicação no campo.
Este produto é:
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LAVAGEM DA EMBALAGEM
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• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM FLEXÍVEL
• O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
TRANSPORTE
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
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TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
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