UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA.
DAIANA GUILHERME SOUSA DA SILVA
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO FÍSICA:
ENSINO MÉDIO
1
UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA.
DAIANA GUILHERME SOUSA DA SILVA
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR EM EDUCAÇÃO FÍSICA:
ENSINO MÉDIO
DAIANA GUILHERME SOUSA SILVA
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: ENSINO MÉDIO
Relatório apresentado à Universidade
Pitágoras Anhanguera Unopar Anhanguera,
como requisito parcial para o aproveitamento
da disciplina de Estágio curricular em
Educação Física: Ensino médio
FORMOSA GO
2024
3
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO...................................................................................................... 04
1 RELATO DA LEITURA OBRIGATÓRIA –
1.1 “O QUE EU TRANSFORMARIA? MUITA COISA!”: OS SABERES E
OS NÃO SABERES DOCENTES PRESENTES NO
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA................................................ 05
1.2 “O LUGAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO FUNDAMENTAL II: ENTRE A
PRESENÇA E AUSÊNCIA DO ALUNO............................................................07
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
(PPP)...................................................................................................................... 08
3 ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS............................................................10
4 ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE............................................12
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC...................................... 13
6 ANÁLISE DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA BNCC NA
ESCOLA................................................................................................................ 15
7 ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO
PROFESSOR........................................................................................................ 16
8 ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO
DA 17
DISCIPLINA........
9 OBSERVAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM AULAS.......................................18
10 PRODUÇÃO DE RELATO.........................................................................19
11 ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA....................................................20
12 RELATO DO ENCONTRO COM O PROFESSOR....................................35
13 REGÊNCIA............................................................................................................ 36
14 RELATO DA REGÊNCIA.................................................................................... 37
15 CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................ 49
16 REFERÊNCIAS...................................................................................................... 50
INTRODUÇÃO
futuro realizador de cada estudante, com a contribuição de bons profissionais da
área pode enriquecer o conhecimento.
Inserir melhores conteúdos, brincadeiras que dão ênfase no desenvolvimento
individual, nos momentos de dificuldade de o aluno procurar ajuda, conversar com
os pais ou até mesmo uma ajuda de profissionais da saúde, o professor é a fonte
que vai levar as crianças, a saber, se comportar, fornecer orientação para que tudo
isso leve a alavancar no crescimento de cada criança.
O presente Estágio Curricular II aborda sobre as séries dos anos finais do
ensino fundamental e ensino médio, expondo os diversos aspectos de suma
importância para aprimorar o conhecimento adquirido ao longo dos períodos.
Dessa forma, apresenta-se diversas etapas, tais como: leituras obrigatórias;
relato da análise do Projeto Político Pedagógico; análise dos materiais didáticos; a
entrevista com o professor regente; entre outros. E por fim, as considerações finais.
1 RELATO DA LEITURA OBRIGATÓRIA
A Educação Física, conforme estabelecido pela Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), desempenha um papel crucial no desenvolvimento integral dos estudantes
no Ensino Médio. A disciplina vai além da prática esportiva, promovendo a formação
de hábitos saudáveis, a valorização da cultura corporal e o desenvolvimento de
competências sociais e emocionais.
Um dos objetivos da Educação Física é fomentar o conhecimento sobre as diversas
manifestações culturais relacionadas ao movimento humano, incentivando os alunos
a praticar atividades que favoreçam a saúde física e mental. Nesse contexto, a
BNCC enfatiza a importância da atividade física regular, que contribui para a
prevenção de doenças, melhora a qualidade de vida e a autoestima dos jovens.
Além disso, a Educação Física no Ensino Médio proporciona um espaço para que os
estudantes desenvolvam habilidades de trabalho em equipe, respeito às regras e à
diversidade, promovendo um ambiente de inclusão. O trabalho colaborativo em
atividades esportivas e jogos estimula a convivência harmoniosa, o respeito mútuo e
a empatia, habilidades essenciais para a formação de cidadãos conscientes e
participativos.
A BNCC também ressalta a importância de discutir questões relacionadas ao corpo,
à saúde e à cultura do movimento, proporcionando aos alunos a oportunidade de
refletir sobre suas práticas e estilos de vida. Esse processo de reflexão crítica é
fundamental para que os jovens se tornem protagonistas de suas escolhas,
conscientes da influência que têm sobre sua saúde e bem-estar.
Portanto, a Educação Física no Ensino Médio é mais do que uma mera atividade
esportiva; é uma área de conhecimento que promove o desenvolvimento integral do
estudante, alinhada aos objetivos de formação propostos pela BNCC. A valorização
da saúde, da cultura corporal e das competências sociais são essenciais para
preparar os jovens para os desafios do século XXI.
1.1 O LUGAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: ENTRE A
PRESENÇA E AUSÊNCIA DO ALUNO
Apesar de a Educação Física ser uma disciplina popular entre os alunos,
existe um alto nível de abstenção ocasionado por fatores como a repetição do
modelo de ensino; a falta de qualificação docente; falta de ensino aprendizagem
significativo e criativo; a segregação; e as más relações entre educadores e alunos.
Além disso, temos o fator do enaltecimento do alto rendimento e esportivização que
é justificado como uma necessidade de se ter um “país olímpico” que traz benefícios
para todas as áreas, em suma um discurso hegemonicamente econômico,
despreocupado com a formação integral dos alunos.
Os saberes tratados na Educação Física nos fazem compreender que existe
uma variedade de formas de apreender e intervir na realidade social que deve ser
valorizada na escola. Darido e Rangel (2005) entendem que conteúdos de ensino é
o conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos, modos valorativos e atitudinais
de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente, tendo em vista a
assimilação ativa e aplicação pelos alunos na sua prática de vida.
As formas como os alunos enxergam o papel das práticas corporais são
diversas e contraditórias. Por vezes o conteúdo de ensino da Educação Física é
visto apenas na dimensão do “fazer pelo fazer”. Isso impossibilita um entendimento
claro sobre o papel da Educação Física e a compreensão crítica da presença das
manifestações da cultura corporal, logo promovem o desinteresse dos alunos e o
“empobrecimento do trabalho do professor de Educação Física” (MATTOS E NEIRA,
p. 171). É fundamental uma proposta de educação que tenha como fim, fazer com
que os alunos entendam e conheçam o próprio corpo como algo além de uma
anatomia a ser treinada, mas uma totalidade que pode ser expressa através do
movimento, sentimentos e atuações no mundo. Para isso, é fundamental que haja
mudanças na formação profissional dos professores, permitindo-os a ressignificação
da sua própria prática educativa e promovendo um avanço na concepção e prática
pedagógica da Educação Física.
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
Na vida escolar não poderia ser diferente, faz necessário que seja elaborado
um Projeto Político Pedagógico (PPP), onde trará um plano para ser seguido e as
possíveis soluções para os problemas que surgirem.
De acordo com Gadotti (2001), o termo projeto surge do verbo lançar-se para
frente, projetar, sempre com a ideia de mudança, movimento. A sua origem
etimológica vem do latim, projectu. Alvarez (1998) em sua definição retrata a
passagem entre o presente e o futuro.
Pode-se chegar à conclusão que o projeto tem a ideia de lançar para frente
com uma base para superar todos os desafios que possam aparecer. Segundo
Gadotti (cit por Veiga, 2001, p. 18), verifica-se que:
Todo projeto supõe ruptura com o presente e promessas para o futuro.
Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se,
atravessar um período de instabilidade e buscar uma estabilidade em
função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o
presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a
determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos de ação
possível, comprometendo seus atores e autores.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/94), no seu
artigo 12, inciso I, estabelece que “os estabelecimentos de ensino, respeitadas as
normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de elaborar e
executar sua proposta pedagógica”, desta maneira o projeto pedagógico torna-se o
principal objeto da escola.
Segundo André (2001, p. 188) o Projeto Político Pedagógico não tem apenas
poder de uma exigência administrativa, nem muito menos um guia de intenções, faz
necessário que expresse a importância e o trabalho realizado em conjunto por todos
os profissionais da escola, no sentido de atender às diretrizes do Sistema Nacional
de Educação, bem como às necessidades locais e específicas da clientela da
escola.
Diante de Vasconcellos (1995, p. 143), o Projeto Pedagógico trata-se de:
É um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os
desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente,
sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma
metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os
agentes da instituição.
Deve-se deixar claro que o Projeto Político Pedagógico não é abordado
apenas para mostrar que a escola tem um projeto, muito menos deixar guardado em
uma gaveta da direção da escola, é um instrumento de trabalho que indica uma
direção e sua construção é feita por todos que compõem a instituição.
Verifica-se que o PPP da presente escola visa dispor uma revelação da
identidade da Instituição, bem como, das suas concepções e sonhos. Nota-se assim,
a definição da natureza e o papel socioeducativo, cultural, político e ambiental da
escola.
Nota-se que o processo avaliativo se realiza da seguinte forma:
• Registros dos planejamentos das aulas com estratégias para o
desenvolvimento das habilidades e competências necessárias, tendo como
a base os diferentes instrumentos de avaliação e avaliação do rendimento
escolar;
• Observação do planejamento e desenvolvimento das avaliações e
das aulas pela coordenação e direção fornecendo feedback ao professor e
registrando o devido encaminhamento acordado;
• Observação dos grupos de alunos formados involuntariamente que
vêm à escola para estudar em período oposto;
• Levantamento do número de alunos que participaram do projeto e
melhoraram o rendimento;
• Registro dos projetos realizados.
Frisa-se que a equipe da direção da escola realiza o acompanhamento e
execução do PPP é por meio da atuação do professor coordenador em que ocorre o
trabalho dos professores, desenvolvendo assim, um feedback para o professor.
3 ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS
As metodologias ativas são retratadas como uma nova forma de pensar o
ensino tradicional, tendo em vista que se refere a um dos princípios da Base
Nacional Comum Curricular, ou seja, a promoção do aluno como protagonista de
seu processo de ensino-aprendizagem.
A escola em estudo faz o uso de diversos materiais didáticos, tais como:
• Textos;
• Jogos;
• Tv;
• Som;
• Material impresso;
• Revistas;
• Jornais.
• Cartazes;
• Gráficos;
• Maquete;
• Desenhos;
• Filmes;
• Slides;
• Ilustrações.
Os materiais são recursos da escola e também desenvolvido pelo professor,
principalmente confeccionados pelo aluno, incentivando o mesmo na participação da
aula.
Os materiais são usados frequentemente no período da semana, como os
gráficos, slides, filmes, jogos, ilustrações, cartazes, entre outros. Bem como, alguns
materiais são utilizados como base para as aulas, porém, sempre buscando a
inclusão de novos materiais.
Observa-se que alguns materiais são utilizados em sala, como também em
espaço diverso. É visto que na escolha do recurso, o professor considera alguns
fatores, como: o conteúdo e o grau de desenvolvimento, interesse e necessidades
dos alunos; a adequação às habilidades que se pretende desenvolver; a qualidade e
a atração; e principalmente o baixo custo e a manipulação acessível.
Portanto, frisa-se que os materiais utilizados possuem de uma sala específica,
denominada de sala de apoio, sendo devolvido ao término do uso, a escola tem uma
equipe multidisciplinar, sendo responsável pela administração dos materiais.
4 ENTREVISTA COM A PROFESSORA REGENTE
A Professora Wedna Lima de Ataides, possui experiência no espaço escolar,
dispondo de curso de especialização. Já participou de diversos cursos de
capacitação, tendo em vista que são fundamentais para aprimorar o seu
conhecimento.
Quanto aos fatores relacionados às metodologias e recursos didáticos nas
aulas, considera-se todos os aspectos que o aluno possui como referência e
vivência sobre o conteúdo. Sendo assim, o momento trata-se de uma preparação e
mobilização do aluno para promover, assim, o desenvolvimento do conhecimento.
Diante do uso da metodologia, o professor promove aulas práticas e teóricas,
demonstrando assim, os conteúdos de forma ampla, respeitando as diferenças no
aprendizado, e com isso, elevando o nível de dificuldade com base na série e a
capacidade de cada aluno.
A avaliação ocorre por meio de seleção dos conteúdos considerados como
fundamentais ao discente ao final de cada etapa, ocorrendo através do conceito das
notas.
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS
TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC
A Transversalidade é vista como aqueles que expressam conceitos e valores
direcionados à democracia e à cidadania, apresentando assim, obediência às
questões importantes e urgentes para a construção de uma sociedade
contemporânea.
Segundo os PCNs (BRASIL, 1997, p. 64), os temas transversais:
Não constituem novas áreas, mas antes um conjunto de temas que
aparecem transversalizados nas áreas definidas, isto é, permeando a
concepção, os objetivos, os conteúdos e as orientações didáticas de cada
área, no decorrer de toda a escolaridade obrigatória. A transversalidade
pressupõe um tratamento integrado das áreas e um compromisso das
relações interpessoais e sociais escolares com as questões que estão
envolvidas nos temas, a fim de que haja uma coerência entre os valores
experimentados na vivência que a escola propicia aos alunos e o contato
intelectual com tais valores.
Verifica-se que os temas transversais não são novos, tendo em vista que são
temáticas que já exploram-se em várias áreas. De acordo com a compreensão de
Rodrigues e Galvão (2005, p. 85), observa-se que:
(...) os temas transversais são os grandes problemas da sociedade
brasileira que o governo e a sociedade têm dificuldade na condução de
soluções e que, por isso, encaminham para a escola a tarefa de tratar estes
aspectos. Eles podem e devem ser trabalhados por todos os componentes
curriculares, logo, sua interpretação pode se dar entendendo-os como as
ruas principais do currículo escolar que necessitam ser
atravessadas/cruzadas por todas as disciplinas.
É visto que o meio ambiente, o trabalho, a ética, a saúde, o consumo, a
orientação sexual e a pluralidade cultural não são retratadas como disciplinas
autônomas, mas que se relacionam com as áreas do conhecimento.
Os TCTs não se trata exclusivamente como um componente curricular,
porém, interliga-se no geral de forma transversal e integradora. É visto que a Base
Nacional Comum Curricular explana que a importância dos TCTs se demonstra no
dever dos sistemas de ensino e escolas.
Verifica-se a relevância em realizar o trabalho dos TCTs na escola, tendo em
vista que direciona o aluno para uma visão em vários aspectos, colaborando assim,
no desenvolvimento de uma vida digna e justa no meio social.
Observa-se que os temas transversais dos novos parâmetros curriculares
contemplam o meio ambiente, a ética, pluralidade cultural, saúde e orientação
sexual. Insta destacar que todos os temas transversais possuem sua importância,
porém, é de suma relevância que a pluralidade cultural e a orientação sexual são
abordagens que devem ser expostas nos campos universitários.
Ressalta-se, que é fundamental compreender a realidade, levando em
consideração que a mesma se encontra complexa a cada dia, possuindo poucas
alternativas de solução.
6 ANÁLISE DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA
Frente a formação da equipe gestora, insta destacar que a escola possui uma
equipe gestora com formação acadêmica adequada, bem como, detentora de
conhecimento sobre a BNCC.
Em relação à formação do corpo docente, verifica-se que a equipe gestora faz
o uso de várias estratégias, garantindo assim aos professores preparados para
trabalhar com base no BNCC da escola, realizando reuniões e encontros de
capacitações.
O corpo docente tem ciência da relevância da BNCC. O BNCC é visto entre
os professores em encontros voltados para a aplicabilidade desse estudo. Frisa-se
que as reuniões ocorrem mensalmente, frisando dessa maneira, diversos fatores da
escola.
Bem como, pode-se analisar que as equipes docente e gestora sempre
buscam mudanças nos instrumentos avaliativos com o intuito de adequá-los aos
direcionamentos da BNCC.
Analisa-se que o PPP apresenta todas as normas para ser seguidas na
escola, sempre buscam atualizar o documento constantemente, alinhado diante da
realidade da escola.
7 ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS
PELO PROFESSOR
A professora Wedna Lima de Ataides utiliza-se como ferramentas de
avaliação, provas, trabalhos, relatórios, seminários e estudo coletivo, abordando
especificamente cada ponto que é trabalhado em sala de aula.
Nota-se que o professor atribui nota diante do desenvolvimento dos trabalhos
e seminários, aplicando pontuação em prova, resultando dessa forma, na média do
aluno.
Tratando-se do método adotado pelo professor Leonardo Cavalcante e Silva
na correção dos instrumentos avaliativos, interliga-se para os fatores relacionados
ao conhecimento dos conteúdos, bem como, na participação das aulas e nos
trabalhos em grupo.
8 ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA
A equipe pedagógica é retratada como aquela responsável pela coordenação
das ações didático-pedagógicas, que ocorrem no espaço escolar. Considera-se
como um trabalho de liderança que busca ajudar a escola no desempenho do seu
processo de ensino-aprendizagem.
Dessa maneira, compreende-se a importância da equipe pedagógica,
principalmente no aspecto do suporte aos professores, realizando dessa forma, o
desenvolvimento das atividades frente às normas expostas no Projeto Político
Pedagógico.
Verifica-se o processo de recebimento e validação dos planejamentos do
professor, realizando-se da seguinte maneira:
• processo de observação de aulas;
• processo de validação dos instrumentos avaliativos encaminhados
pelo professor;
• processo de validação dos registros pedagógicos do professor;
• processo de reuniões/orientações pedagógicas com o professor para
fornecimento de feedback e demais encaminhamentos;
• processo de avaliação do alinhamento da atuação do professor às
diretrizes oficiais para o ensino na área;
• atuação da equipe pedagógica na resolução de conflitos existentes.
Portanto, pode-se abordar a importância da participação de todos que
constituem a escola, sendo fundamental para o bom ensino e melhor aprendizado
dos alunos.
9 OBSERVAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM AULAS
Ao longo do momento de observação e participação das aulas, analisei
diversas situações acerca dos alunos e da professora. Observei a maneira como
aborda os conteúdos, fazendo uso assim, de didática e metodologia de fácil
compreensão.
A professora assumiu uma postura correta ao decorrer de todas as aulas,
sendo ponto de grande relevância, tendo em vista que é um comportamento que
favorece no aprendizado dos alunos.
Os alunos a todo o momento participaram das aulas, direcionando perguntas
à professora, mostrando-se interessados pela aula, bem como, pelo conteúdo
aplicado. Destaca-se que nas aulas são aplicadas diante dos conteúdos em livros
didáticos nas aulas, e complementando assim, com materiais diversos, tratando-se
de
apoio no ensino e aprendizado.
Destaca-se que a interação entre a professora e alunos se realizou
espontaneamente, de forma respeitosa e atentamente. Salienta-se que a professora
verifica o desempenho dos alunos ao longo das aulas frente a participação das
atividades.
10 PRODUÇÃO DE RELATO
O estágio foi realizado na Escola Professora Maria Angélica de Oliveira . A
responsável pela escola é a Lucimar Vieira.
O estágio ocorreu no período de 05/08/2024 a 29/10/2024. Ocorreu de
segunda a sexta-feira no horário matutino, das 07:25 às 11:00 da manhã, sob a
supervisão da professora Wedna Lima de Ataides.
Ao longo de todo esse período, a professora ministrou aulas atrativas,
buscando dessa forma, atrair os alunos, utilizando-se de várias ferramentas
metodológicas. As aulas tiveram aceitação pelos alunos nas turmas observadas.
11 ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA
Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 1°
Turma A
Período Matutino
• Recreação
Conteúdo
Objetivos
Objetivos • Desenvolver as habilidades motoras básicas.
Aquecimento: Pique Está em Dupla Os alunos estarão de mãos
dadas formando duplas. Os pegadores estarão na mesma
formação. A dupla que for pega passará a função de pegador.
Parte Principal
Treinando Arremesso: Cada um faz uma bolinha com uma folha
de jornal. Em seguida desenvolver as
Seguintes propostas:
Brincar à vontade;
Dois a dois, um joga a bolinha para outro pegar uma vez com a
mão direita e outra vez com a mão esquerda.
Dois a dois - um faz cesta com seus braços e o outro arremessa a
bolinha tentando acertar na cesta. Primeiro com a mão direita e
depois com a mão esquerda. Um bambolê preso à trave os alunos
Metodologia a cerca de cinco metros tentam acertar dentro do bambolê com a
mão direita e com a mão esquerda.
Pique - Bandeira
Separam-se os alunos em dois grupos e delimita-se o espaço em
que acontecerá o jogo (podendo ser a quadra de handebol, por
exemplo). Solicita-se que os grupos se posicionem em cada
metade do espaço ou quadra, alonga-se e coloca-se uma
bandeira em cada extremidade. Os alunos terão de cruzar a
metade ocupada pelo outro grupo, capturar a bandeira que lhes
pertence e retornar à sua metade. Assim que os alunos cruzam a
metade da quadra, os integrantes do grupo pertencentes àquele
espaço poderão colá-los. Os alunos colados poderão ser
deslocados pelos colegas livres do seu grupo. Marca o ponto do
grupo que recupera sua bandeira e posiciona-se na sua metade
com todos os integrantes.
• Bolinhas de papel, bandeiras (pode ser qualquer pano) área
Recursos
de espaço amplo.
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
Avaliação recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos
objetivos
estabelecidos.
https://unigra.com.br/arquivos/120-planos-de-
Referênc aula- educacao- fisica-.pdf
ia
Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna LIma De Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 2º ANO
Turma B
Período Matutino
• Recreação
Conteúdo
Objetivos
Objetivos • Desenvolver as habilidades motoras básicas.
Aquecimento: Pique Está em Dupla Os alunos estarão de mãos
dadas formando duplas. Os pegadores estarão na mesma
formação. A dupla que for pega passará a função de pegador. Parte
Principal Treinando Arremesso: Cada um faz uma bolinha com uma
folha de jornal. Em seguida desenvolver as seguintes propostas:
Brincar à vontade; Dois a dois, um joga a bolinha para outro pegar
uma vez com a mão direita e outra vez com a mão esquerda. Dois a
dois - um faz cesta com seus braços e o outro arremessa a bolinha
tentando acertar na cesta. Primeiro com a mão direita e depois com
a mão esquerda. Um bambolê preso à trave os alunos a cerca de
cinco metros tentam acertar dentro do bambolê com a mão direita e
com a mão esquerda. Pique - Bandeira Separam-se os alunos em
dois grupos e delimita-se o espaço em que acontecerá o jogo
(podendo ser a quadra de handebol, por exemplo). Solicita-se que
Metodologia
os grupos se posicionem em cada metade do espaço ou quadra,
alonga-se e coloca-se uma bandeira em cada extremidade. Os
alunos terão de cruzar a metade ocupada pelo outro grupo, capturar
a bandeira que lhes pertence e retornar à sua metade. Assim que os
alunos cruzam a metade da quadra, os integrantes do grupo
pertencentes àquele espaço poderão colá-los. Os alunos colados
poderão ser deslocados pelos colegas livres do seu grupo. Marca o
ponto do grupo que recupera sua bandeira e posiciona-se na sua
metade com todos os integrantes.
• Bolinhas de papel, bandeiras (pode ser qualquer pano) área
Recurso
s de espaço amplo.
PLANO DE AULA
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa da Silva.
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 3º ANO
Turma C
Período Matutino
• Recreação
Conteúdo
Objetivos
• Melhorar a atenção e a concentração.
Objetivo
s
Alongamento/Aquecimento:
Rápida explicação da atividade. Pega-pega de mãos
dadas. Mãe-cola, para descolar tem que dar um abraço
no amiguinho. Um breve alongamento.
Estafeta de saltitos
Fazer grupos de cinco a seis alunos. Determinar um espaço e
uma distância para a brincadeira. Saltitos com o pé direito e volta
com pé esquerdo; em duas duplas de mãos dadas; com uma bola
entre as pernas na altura do tornozelo; saltitando agachado, saltar
Metodologia pulando corda (um aluno vai e outro volta).
Recreação com bolas:
Na primeira atividade os alunos formarão um grande círculo onde
um dos alunos ficará no centro do círculo com a bola na mão. Ao
sinal do professor o aluno irá chamar o nome de um dos colegas e
retornará para o círculo. O garoto que foi chamado terá que pegar
a bola antes que ela caia no chão. Chamar o maior número de
nomes possíveis.
Na segunda atividade o professor dividirá os alunos em quatro
equipes dependendo do número de alunos. Chama uma equipe
para o centro e pede para que os outros fiquem no círculo grande
cercando-os. O grupo que estiver no centro terá que manter a
bexiga que o professor jogar para eles no ar. Primeiro a
professora lançará somente uma bexiga, depois duas, depois três,
até que eles deixem cair o chão humano. A professora tem que
sempre está se movimentando e tentando tirar sua atenção.
Recursos • Uma bola leve e grande e bexigas
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
Avaliação recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos
objetivos
estabelecidos.
https://unigra.com.br/arquivos/120-planos-de-
Referênci aula- educacao- fisica-.pdf
a
Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria
Angélica de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa Da silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 1º ANO
Turma A
Período Matutino
• Recreação
Conteúdo
Objetivos
• Conhecer seus próprios limites;
Objetivo • Desenvolver habilidades motoras básicas;
s • Compreender a importância do trabalho em grupo.
Introdução:
Reunir os alunos num círculo, explicar como vai ser a aula,
demonstrando a importância das atividades físicas para saúde e o
bem estar. No aquecimento será feito uma atividade recreativa
onde trabalhará cooperação e habilidades físicas. Serão
desenvolvidos jogos e brincadeiras.
Desenvolvimento:
Pacman (Aquecimento) pega-pega na quadra, porém só é
permitido andar por cima das linhas da quadra. O "pacman"
Metodologia (pegador) também deverá andar apenas pelas linhas. Quem for
pego, deverá sentar no local exato onde foi pego e servirá de
obstáculo para quem está fugindo, mas NÃO para o pacman", ou
seja, o pegador pode pular as pessoas que foram pegas por ele e
estão sentadas no chão, mas os fugitivos não podem pular esses
obstáculos. Quem for o último a ser pego será o vencedor.
Corrida de obstáculos
Jogam dois corredores, que deverão percorrer uma distância e
chegarão ao fim, enfrentando obstáculos (os obstáculos serão
pessoas curvadas). Quem cruzar a linha de chegada primeiro
vence.
Travessia
Escolhe-se quem vai ser o barrador. O barrador ficará no centro
do terreno e deverá tentar impedir que os participantes (um de
cada vez) ultrapassem e cheguem até o fim. O barrador poderá
correr atrás do intruso, o importante é tocá-lo. Se o intruso
conseguir chegar no fim do terreno sem ser pego, volta a compor
o grupo de pessoas que está esperando para brincar. Se o
barrador conseguir pegar o intruso (ele dirá: "barrei!"), este une-se
a ele com as mãos e também vira barrador, com o mesmo
objetivo. O jogo acabou quando todos viram barradores.
Recursos • Quadra esportiva
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
Avaliação estabelecidos.
https://unigra.com.br/arquivos/120-planos-de-
Referênci aula- educacao- fisica-.pdf
a
Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Regente Wedna Lima de Ataides
Professora Daiana Guilherme Sousa da Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 1º ANO
Turma A
Período Matutino
• Atividades Lúdicas e Recreativas.
Conteúdo
Objetivos
• Vivenciar as valências físicas, lateralidade e
a percepção espaço-temporal.
• Cooperar demonstrando iniciativa e
Objetivo companheirismo nas atividades.
s
Aquecimento-Vivo ou Morto:
Os alunos estarão reunidos com o professor no centro da quadra,
e ao sinal de comando do mesmo agacharam (morto) ou
levantaram (vivo).
Pique Elefante:
O aluno pegador estará simulando uma tromba de elefante e
tentará pegar um dos outros colegas lhe passando a função de
pegador.
Identificação de Cores:
Metodologia
Os alunos estarão reunidos num lado da quadra, enquanto que
bambolês com cores diferenciadas estarão do outro lado da
quadra. O professor falará uma cor e os alunos correrão em
direção ao bambolê correspondente.
Pique Tá Com Bola de Meia:
O aluno pegador estará de posse de uma bola de meia e tentará
pegar um outro aluno encostando a bola de meia e
consequentemente lhe passando a função de pegador. Caso
necessário há possibilidade de aumentar o número de pegadores.
Chicotinho Queimado:
Os alunos estarão sentados em círculo no meio da quadra. Um
aluno estará fora do círculo de posse de uma bola com a
finalidade de deixar a bola atrás de um dos colegas do círculo.
Este aluno escolhido pegará a bola e tentará pegar o outro aluno
antes que ele sente em seu lugar.
Recursos • Bola de Meia, Bambolê, Bola.
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
Avaliação recreação avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
estabelecidos.
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Referênci aula- educacao- fisica-.pdf
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Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa da Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 2º ANO
Turma B
Período Matutino
• Futsal
Conteúdo
• Conhecer e vivenciar atividades lúdicas de iniciação ao
Objetivo futsal.
s
Aquecimento - Mãe corrente:
Com os alunos dispostos pelo pátio (ou campo) o professor
deverá selecionar um pegador enquanto os demais deverão fugir
quando o pegador conseguir pegar um aluno o mesmo deverá dar
as mãos ao aluno (pegador) e os dois deverão continuar pegando
os demais os que forem sendo pegos irão dando as mãos e assim
sucessivamente até pegarem o último.
Alongamento: alongamento dando ênfase aos membros inferiores
Caranguejo-bol
Metodologia
O professor divide os alunos em duas equipes. Os alunos
são colocados em seus respectivos campos e dentro da área de
gol e só poderão se movimentar em 4 apoios. A bola é colocada
no centro da quadra e ao sinal do professor, ambas as equipes
saem na posição de quatro apoios em direção a bola que está no
centro da quadra. O objetivo é marcar gol no time adversário. Não
podendo colocar a mão na bola (somente o goleiro pode). As
regras são as mesmas do futsal. Essa atividade exige muitos dos
músculos inferiores e posteriores, portanto é necessário um
alongamento
mais amplo.
Pebolim-Humano
Alunos organizados em equipes para jogo; seis cordões
dispostos lateralmente pela quadra, na altura da cintura,
acrescidos de dois cordões fixos lateralmente nas traves do gol;
cada cordão, dois, três ou mais canos (tubos) que possam ser
segurados pelas mãos dos alunos. No cordão de cada gol haverá
um cano; o do jogo é marcar gols sem soltar o cano; os alunos só
poderão se deslocar lateralmente pelo cordão, segurando o cano
sem soltar as mãos; o início do jogo se dará com a bola lançada
pelo professor e o reinício pelos goleiros; as regras deverão ser
discutidas e adaptadas com base nas do jogo de futsal.
• Barbantes ou cordas, pedaços de canos, bolas de
borracha quadra ou área de espaço amplo.
Recursos
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
Avaliação futsal avaliando sua desenvoltura quanto aos
objetivos estabelecidos.
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Referênci aula- educacao- fisica-.pdf
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Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa da
Estagiária Silva
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 3º ANO
Turma C
Período Matutino
• Atletismo
Conteúdo
• Conhecer as diversas modalidades do atletismo.
Objetivos
Apresentar as diversas modalidades do atletismo como:
corrida de velocidade, saltos, lançamentos e arremesso.
Abordar características das provas de atletismo, em
relação às corridas, saltos, lançamentos e arremesso. Sendo:
Corrida: Velocidade intensa: 100m, 200m, 400m; com
barreira: 100m, 110m e 400m;
revezamentos: 4x100m e 4x400m.
• Velocidade prolongada: 800m rasos.
• Meio fundo: 1.500m e 3.000m rasos e 3.000 com
obstáculos.
• Fundo: 5.000m e 1.000m rasos, corrida de rua,
marcha atlética e cross country.
Saltos: salto triplo, salto em altura, salto com vara, salto
Metodologi em distância.
a
Lançamentos: dardo, martelo e disco.
Arremesso: peso.
Recursos • Data Show
• Computador
• Powerpoint
Participação do aluno durante a aula por meio de perguntas e
Avaliação debates sobre os temas expostos em questão.
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Referênc aula- educacao- fisica-.pdf
ia
Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa da Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 1º ANO
Turma A
Período Matutino
• Voleibol
Conteúdo
• Conhecer os principais fundamentos e regras do voleibol.
Objetivo • Praticar atividades relacionadas a esta modalidade
s esportiva.
Comece lançando uma pergunta para a turma: o que os
alunos conhecem a respeito do vôlei? Eles costumam praticar
este esporte fora da escola? Estabelecer uma conversa inicial
com os alunos a respeito da modalidade é fundamental para
compreender o que eles já sabem. Aproveite este momento para
contar à turma mais sobre a origem e a evolução do voleibol e
exponha algumas das regras da modalidade.
Em seguida, leve os alunos à quadra da escola e proponha
uma atividade de aquecimento, a "rodinha". Divida a turma em
Metodologia grupos de quatro alunos e organize pequenas rodas, para que
cada aluno participe da atividade tocando a bola várias vezes.
Utilize bolas de iniciação esportiva, mais leves e macias. O
objetivo do
jogo é tocar a bola entre os integrantes da roda utilizando os
fundamentos do voleibol (toque e manchete), mantendo-a em jogo
com maior número de toques possível. É permitido usar os pés
para alcançar uma bola distante, e a bola poderá tocar o piso
apenas uma vez a cada toque de um aluno. Se a bola tocar o piso
por duas vezes consecutivas, a contagem será reiniciada pelo
grupo. No final desta etapa, pergunte a cada grupo qual foi o
máximo de toques que conseguiram dar na bola. Para finalizar o
aquecimento, aumente a complexidade e diga que agora a bola
não poderá tocar o piso nem por uma vez. Se isto acontecer, a
contagem será reiniciada pelo grupo.
Depois da atividade de aquecimento, sugira um
alongamento e explique à turma a importância de alongar-se
antes e depois da prática de exercícios físicos. Você, professor, é
quem vai conduzir esta atividade. Priorize uma sequência de
exercícios para os membros superiores, mais exigidos em uma
partida de vôlei de quadra. Dê atenção especial aos dedos, as
palmas das mãos, antebraços, braços e ombros, mas não
esqueça dos membros inferiores, já que o vôlei também requer
deslocamentos e saltos.
Com os alunos devidamente alongados, proponha uma
situação de jogo. Divida a quadra em duas metades no sentido de
seu comprimento com uma corda elástica amarrada às traves de
futsal, de modo que a corda passe e fique apoiada sobre a rede
de vôlei (ou seja, a quadra vai ficar dividida em quatro partes).
Proponha um jogo de vôlei dinâmico, em quadra reduzida e,
também, com número reduzido de jogadores por equipe.
Trabalhe, a princípio, com bolas de iniciação esportiva, orientando
o bom posicionamento para a recepção, o toque e a manchete.
Para uma turma de 32 alunos, por exemplo, é interessante
trabalhar com o jogo 4×4. Assim, metade da turma estará jogando
enquanto os quatro quartetos que aguardam no fundo das
quadras devem permanecer atentos para entrar em quadra a
qualquer momento. Funciona da seguinte forma: a equipe que
pontuar permanece em quadra e um novo quarteto (que
aguardava no fundo
da quadra, do lado oposto) entra no jogo para enfrentá-la. E assim
sucessivamente, até que todas as equipes participem.
• Bolas de iniciação esportiva e/ou de vôlei, rede, corda elástica.
Recursos
Observe a participação dos alunos ao longo das atividades de
conversa, alongamento, aquecimento e durante a partida. É
Avaliação importante que, ao final da aula, a turma saiba contar mais sobre
a história do vôlei, reconheça as regras da modalidade e saiba
executar alguns de seus fundamentos – o saque, as manchetes,
o
toque e as cortadas, por exemplo.
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Referênci aula- para- voleibol-na-escola-5.html
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Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa da Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 2º ANO
Turma B
Período Matutino
• Iniciação ao Basquete.
Conteúdo
• Vivenciar o basquete.
Objetivos • Desenvolver os fundamentos básicos do basquete.
Aquecimento - Pique bola ao ar:
O jogador de posse da bola deve correr e jogá-la para cima
dizendo o nome de uma criança participante que deverá apanhar
a bola antes dela cair no chão e arremessá-la contra outro
participante. O jogador que foi “acertado” reinicia o pique. Caso
ninguém seja “acertado” , o participante que arremessou é quem
reinicia a brincadeira.
Experimentando o Basquete
Inicia-se experimentando os movimentos corporais relativos ao
esporte: Dispersos pela
quadra, ao sinal da professora deslocar-se para frente, para trás,
saltar... Obs.: proponha desafios estimulantes! Torne divertido!
Use a criatividade.
Metodologi Experimentar o manejo de bola: dividir a turma em grupos de
a acordo com a quantidade de bolas disponíveis. Ao sinal do
professor cada aluno pega 1 bola e por 5 minutos realiza os
movimentos: passar de uma mão para outra, lançar ao alto deixar
dar um quique e abafar com as 2 mãos, etc.
Posicionar os alunos em colunas em uma das extremidades da
quadra e propor que eles se desloquem quicando a bola: ida com
a mão direita e a volta com a mão esquerda.
Prática de Arremesso:
Formam-se colunas nas quatro extremidades da quadra, de frente
para o meio. Numeram-se os alunos de cada coluna, conforme a
sua totalidade. Posicionam-se as quatro bolas de basquete ao
centro da quadra, uma para cada equipe. Ao comando do
professor,
Num número chamado levanta-se, dirige-se até o meio, pega a
bola referente à sua equipe, volta em direção à cesta de basquete
próxima de onde estava sentado e a arremessa até realizar o
ponto. Conforme as cestas forem convertidas, os alunos retornam
até o meio da quadra com a bola, deixando-a onde estava, e
retornam ao seu lugar inicial. Os pontos são marcados por ordem
de chegada.
• Bolas de Basquete ou Bolas de Borracha
Recursos
Observar a participação dos alunos ao longo das atividades de
basquete avaliando sua desenvoltura quanto aos objetivos
Avaliação estabelecidos durante a aula.
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Referênci aula- educacao- fisica-.pdf
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12 RELATO DO ENCONTRO COM O PROFESSORA
No momento do encontro com a professora Wedna Lima de Ataides , foram
discutidos todos os pontos aplicados nos planos de aula, ocorrendo assim, uma
explicação sobre cada conteúdo aplicado.
Um momento que me chamou bastante atenção, foi pela livre escolha que a
professora Wedna Lima de Ataides deixou para realizar as escolhas sobre os
estudos que seriam aplicados na minha regência. Recebi vários elogios por parte da
professora, e principalmente uma aceitação pelos alunos.
O encontro com a professora foi de tamanha importância, sendo um momento
onde tudo pode ser explicado, bem como, discutido todos os assuntos que seriam
aplicados, métodos de avaliação, apresentando o objetivo da aula, entre outros pon
13 REGÊNCIA
Plano de
Aula
Escola Colégio Estadual Professora Maria Angélica
de Oliveira.
Professora Wedna Lima de Ataides
Regente
Professora Daiana Guilherme Sousa da Silva
Estagiária
Disciplina Educação Física
Identificação
Série 3º ANO
Turma C
Período Matutino
• Atletismo
Conteúdo
• Conhecer as diversas modalidades do atletismo.
Objetivo
s
Apresentar as diversas modalidades do atletismo como:
corrida de velocidade, saltos, lançamentos e arremesso.
Abordar características das provas de atletismo, em
relação às corridas, saltos, lançamentos e arremesso. Sendo:
Corrida: Velocidade intensa: 100m, 200m, 400m; com
barreira: 100m, 110m e 400m;
revezamentos: 4x100m e 4x400m.
• Velocidade prolongada: 800m rasos.
• Meio fundo: 1.500m e 3.000m rasos e 3.000 com
obstáculos.
• Fundo: 5.000m e 1.000m rasos, corrida de rua,
marcha atlética e cross country.
Saltos: salto triplo, salto em altura, salto com vara, salto em
distância.
Lançamentos: dardo, martelo e disco.
Metodologia Arremesso: peso.
Recursos • Data Show
• Computador
• Powerpoint
Participação do aluno durante a aula por meio de perguntas e
Avaliação debates sobre os temas expostos em questão.
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Referênci aula- educacao- fisica-.pdf
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14 RELATO DA REGÊNCIA
O período de regência ocorreu com a aplicação dos planos de aulas,
evidenciando assim, os objetivos propostos no início das aulas, atingindo todos, e
dessa forma, todos os conteúdos foram aplicados de forma satisfatória.
As metodologias aplicadas foram essenciais para o desenvolvimento da
temática proposta, tendo em vista a participação de todos alunos, sendo ponto
positivo no ensino. O ensino quanto aos conhecimentos aplicados foi suficiente.
Utilizei de recursos corretos e suficientes para o desenvolvimento da aula.
Ocorreu o controle da disciplina e também as questões que foram aparecendo
ao decorrer da aula. A professora Wedna Lima De Ataides , interviu com a finalidade
de auxiliar, facilitando assim, a aula.
Diante de toda a aplicação dos planos de aulas, frisa-se que os alunos
compreenderam todas as explicações, entendendo assim, o meu tom de voz,
pronúncia e linguagem, resultando em forte interação com todos os alunos.
Jogo de dominó com o aluno Miguel. O jogo de dominó estimula diversas habilidades e
competência como: Raciocino lógico, planejamento e estratégia, concentração e foco,
respeito as regras, socialização, paciência e persistência.
Jogo de totó, também conhecido como pebolim ou futebol de mesa, estimula diversas
habilidades como: Coordenação motora, concentração, raciocínio lógico, trabalho em
equipe, criatividade e socialização.
Orientando os alunos no jogo de futsal.
Orientando os alunos na aula de futebol masculino.
15 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo do presente relatório de estágio, observou-se a ampla contribuição
do mesmo em relação ao conhecimento, levando em consideração que propôs
várias análises frente às diversas situações.
O estágio apresenta como fase principal na vida do aluno, tendo em vista que
é o momento em que o futuro profissional analisa suas dificuldades, bem como,
suprir suas dúvidas com o auxílio de um profissional.
Entretanto, o relatório de estágio visa expor as soluções das situações
apresentadas, fazendo com que o aluno exponha seus objetivos, analisando cada
ponto.
16 REFERÊNCIAS
ANDRE, M. E. D. O projeto pedagógico como suporte para novas formas de
avaliação. IN. Amélia Domingues de Castro e Anna Maria Pessoa de Carvalho
(Orgs.). Ensinar a Ensinar. São Paulo, 2001.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 1994.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: apresentação dos temas transversais, ética / Secretaria de Educação
Fundamental. – Brasília/DF, 1997.
DARIDO, S. C.; RANGEL, I. C. A. Educação Física na escola: implicações para a
prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FERREIRA, J. P. Os saberes docentes em construção: a relação entre os saberes
culturais, científicos e da experiência. Dissertação (Mestrado)-Programa de pós-
graduação em Psicologia Social e da personalidade, PUCRS, Porto Alegre, 2002.
GADOTTI, Moacir. Convocados, uma vez mais: ruptura, continuidade e desafios do
Plano de Desenvolvimento da Educação. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2001.
MATTOS, M. G.; NEIRA, M. G. Educação Física na adolescência: construindo o
conhecimento na escola. São Paulo: Phorte, 2000.
RODRIGUES, Luiz H., GALVÃO, Zenaide. Novas formas de organização dos
conteúdos. In: Educação física no ensino superior: educação física na escola:
implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação de professores. 9. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2008.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: Plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto
Educativo. São Paulo: Libertad, 1995.
VEIGA, Ilma Passos A. (Org). Projeto Político Pedagógico da Escola: uma
construção possível. 3 ed. Campinas: Papirus Editora, 1995.
https://unigra.com.br/arquivos/120-planos-de-aula-educacao-fisica-.pdf
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escola- 5.html