Encaminhamento de Rotas entre
Roteadores
1. Como funciona o encaminhamento de rotas entre roteadores?
Basicamente, os roteadores podem se comunicar de duas formas:
- Manual (estático): Alguém vai lá e configura as rotas. Isso significa que os roteadores
sabem para onde mandar os dados, mas só se alguém disser isso antes.
- Automático (dinâmico): Os roteadores “conversam” entre si, trocando informações e
decidindo as melhores rotas sozinhos. Eles fazem isso usando protocolos que os ajudam a
encontrar o caminho mais rápido ou eficiente.
2. Vantagens e desvantagens do encaminhamento estático?
Vantagens:
- Menos complicado e mais seguro em redes pequenas.
- Uma vez configurado, funciona sem muita intervenção.
Desvantagens:
- Se algo mudar na rede (como um caminho ficando indisponível), você tem que ajustar
manualmente.
- Dá muito trabalho em redes grandes porque precisa ficar configurando rota por rota.
3. Quais protocolos de roteamento você conhece e em que eles se
baseiam?
- RIP: Ele usa o algoritmo de vetor de distância para decidir as rotas, que basicamente conta
quantos “pulos” um pacote precisa dar até chegar ao destino.
- OSPF: Usa o algoritmo de estado de enlace, que é mais inteligente, tentando sempre
encontrar o caminho mais curto.
- BGP: É um pouco diferente, porque é mais usado entre grandes redes e se baseia em
políticas e regras definidas pelas empresas.
4. Desvantagens do algoritmo de vetor de distâncias?
- Demora para se ajustar: Se uma rota falha, o sistema demora um pouco para entender e
ajustar.
- Risco de loop: Às vezes, os roteadores ficam confusos e mandam os dados em círculos.
- Problema do "contar até o infinito": Se um caminho falha, o sistema pode levar tempo para
perceber e achar uma alternativa, porque ele continua aumentando a contagem de saltos até
perceber que não tem jeito.