Página 1: Órgão/Unidade Programa de Trabalho ND FT Acréscim O Redução
Página 1: Órgão/Unidade Programa de Trabalho ND FT Acréscim O Redução
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TRABALHO
10.5 NITEROI EMPRESA DE LAZER 23.695.0138.60 3390 1501 158.309,99 -
2 E TURISMO - NELTUR 16 39 02
13.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 14.695.0138.70 4490 1501 76.678,72 -
1 PARTICIPACAO SOCIAL 06 51 02
16.0 SECRETARIA MUNICIPAL 08.244.0027.62 3350 2501 1.077.741,4 -
1 ASSISTÊNCIA SOCIAL E 67 85 02 3
ECONOMIA SOLIDARIA
16.7 FUNDO MUNICIPAL PARA 08.244.0024.62 3390 2501 99.704,70 -
2 ASSISTENCIA SOCIAL - FMAS 41 39 02
16.7 FUNDO MUNICIPAL PARA 08.244.0154.61 3190 1500 719.379,02 -
2 ASSISTENCIA SOCIAL - FMAS 69 04 14
16.7 FUNDO MUNICIPAL PARA 08.244.0154.67 3390 2501 276.798,33 -
2 ASSISTENCIA SOCIAL - FMAS 15 39 02
20.4 FUNDACAO MUNICIPAL DE 12.122.0145.62 3391 1500 5.256.489,2 -
3 EDUCACAO - FME 72 39 00 1
20.4 FUNDACAO MUNICIPAL DE 12.365.0135.62 3350 1500 1.560.555,9 -
3 EDUCACAO - FME 90 43 00 4
20.4 FUNDACAO MUNICIPAL DE 12.368.0135.40 3390 1500 4.294.855,8 -
3 EDUCACAO - FME 70 39 00 7
21.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 28.846.0900.80 4591 2501 20.000.000, -
1 FAZENDA 19 84 02 00
24.0 ENC FINANC DO MUNICIPIO- 04.122.0900.42 3390 2501 7.000.000,0 -
1 REC SOB SUPERVISAO DA 01 47 02 0
SMF
24.0 ENC FINANC DO MUNICIPIO- 04.122.0900.42 3390 2501 5.000.000,0 -
1 REC SOB SUPERVISAO DA 01 47 03 0
SMF
25.4 FUNDACAO MUNICIPAL DE 04.846.0900.41 3390 2500 3.379.452,8 -
2 SAUDE - FMS 88 91 00 3
25.4 FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE 10.302.0133.50 3390 2600 655.560,00 -
3 62 92 50
26.0 SEC MUNICIPAL DE 15.122.0145.61 3390 2501 304.465,87 -
1 CONSERVACAO E SERVICOS 87 33 02
PÚBLICOS
26.0 SEC MUNICIPAL DE 15.451.0147.51 4490 2501 1.893.816,1 -
1 CONSERVACAO E SERVICOS 94 51 02 1
PÚBLICOS
26.0 SEC MUNICIPAL DE 15.452.0010.40 3390 2501 2.165.798,7 -
1 CONSERVACAO E SERVICOS 11 39 02 3
PÚBLICOS
26.0 SEC MUNICIPAL DE 15.452.0132.40 3390 2501 534.810,59 -
1 CONSERVACAO E SERVICOS 44 39 02
PÚBLICOS
26.0 SEC MUNICIPAL DE 15.452.0147.61 3390 2501 803.433,32 -
1 CONSERVACAO E SERVICOS 04 39 02
PÚBLICOS
52.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 23.122.0145.41 3390 1501 61.550,35 -
1 DESENV. ECONOMICO 91 14 00
52.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 23.122.0145.41 3390 1501 15.128,37 -
1 DESENV. ECONOMICO 91 33 00
13.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 14.695.0138.50 3390 1501 - 158.309,99
1 PARTICIPACAO SOCIAL 58 39 02
13.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 14.695.0138.70 4490 1501 - 76.678,72
1 PARTICIPACAO SOCIAL 06 51 00
16.0 SECRETARIA MUNICIPAL 08.122.0145.49 3190 1500 - 719.379,02
1 ASSISTÊNCIA SOCIAL E 55 11 14
ECONOMIA SOLIDARIA
20.4 FUNDACAO MUNICIPAL DE 12.361.0135.40 3190 1500 - 11.111.901,02
3 EDUCACAO - FME 67 11 00
52.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 23.691.0146.61 3390 1501 - 38.339,36
1 DESENV. ECONOMICO 21 39 02
52.0 SECRETARIA MUNICIPAL DE 23.691.0146.61 3390 1501 - 38.339,36
1 DESENV. ECONOMICO 25 39 02
SUPERÁVIT FINANCEIRO 2500 - 3.379.452,83
00
SUPERÁVIT FINANCEIRO 2501 - 34.156.569,08
02
SUPERÁVIT FINANCEIRO 2501 - 5.000.000,00
03
SUPERÁVIT FINANCEIRO 2600 - 655.560,00
50
TOTAL DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS 55.334.529, 55.334.529,38
38
NOTA:
FONTE 1.500.00 - RECURSOS NÃO VINCULADOS DE IMPOSTOS: PRINCIPAL - ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 1.500.14 - RECURSOS NÃO VINCULADOS DE IMPOSTOS: TRANSFERENCIAS CONSTITUCIONAIS DE IMPOSTOS -
ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 1.501.00 - OUTROS RECURSOS NÃO VINCULADOS: PRINCIPAL - ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 1.501.02 - OUTROS RECURSOS NÃO VINCULADOS - PARTICIPAÇÃO ESPECIAL - ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 2.500.00 - RECURSOS NÃO VINCULADOS DE IMPOSTOS: PRINCIPAL - ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 2.501.02 - OUTROS RECURSOS NÃO VINCULADOS - PARTICIPAÇÃO ESPECIAL - ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 2.501.03 - OUTROS RECURSOS NÃO VINCULADOS - ROYALTIES - ADMINISTRAÇÃO DIRETA
FONTE 2.600.50 - TRANSFERÊNCIAS FUNDO A FUNDO DE RECURSOS DO SUS PROVENIENTES DO GOVERNO FEDERAL - BLOCO DE
MANUTENÇÃO DAS AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE: PRINCIPAL - ADMINISTRAÇÃO INDIRETA
DECRETO Nº 15.587/2024
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI, no uso de suas atribuições legais,
DECRETA:
Art. 1º- Torna sem efeito o Decreto nº 15.584/2024, publicado em Diário Oficial no dia 23 de outubro de 2024.
Art. 2º- Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA MUNICIPAL DE NITERÓI, EM 23 DE OUTUBRO DE 2024
AXEL GRAEL – PREFEITO
DECRETO N° 15.588/2024
Dispõe sobre o regimento interno do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação – CETI, sobre as novas regras para contratações de
tecnologia da informação e comunicação no âmbito do Município de Niterói e dá outras providências.
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI, no uso de suas atribuições legais, de acordo com o disposto no art. 66, VI, da Lei Orgânica do
Município de Niterói;
CONSIDERANDO a criação do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação - CETI através do Decreto Municipal nº
11.372/2023;
CONSIDERANDO as iniciativas para a transformação digital da Prefeitura e do Município de Niterói e o Decreto Municipal nº 14.640/2022, que
instituiu a Estratégia de Governo Digital para o período de 2023 a 2033, no âmbito da administração pública municipal direta e indireta,
regulamentando a Lei Federal nº 14.129/2021;
CONSIDERANDO o Decreto Municipal nº 15.204/2023, que instituiu a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação – POLITIC, sua
governança e a Rede de Gestores de Tecnologia da Informação e Comunicação - NITIC, no âmbito da Administração Pública municipal Direta e
Indireta;
CONSIDERANDO a necessidade de adequar o Decreto Municipal nº 14.708/2023, que estabelece normas e procedimentos de tramitação de
processos administrativos referentes a compra, locação e contratação de bens e serviços de tecnologia da informação e comunicação;
CONSIDERANDO a implementação de planos, procedimentos, processos e sistemas de tecnologia da informação e comunicação unificados na
Administração Municipal Direta e Indireta,
DECRETA:
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CAPÍTULO I
DO COMITÊ ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Art. 1º O Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação - CETI é a instância estratégica responsável pela coordenação e gestão
dos instrumentos previstos neste decreto, bem como pelas análises de toda e qualquer aquisição ou contratação de Tecnologia da Informação e
Comunicação no âmbito da Administração Pública Municipal Direta e Indireta.
Art. 2º São definições aplicáveis ao contexto deste Decreto:
I- TIC: ativo estratégico que apoia processos de negócios institucionais, mediante a conjugação de recursos, processos e técnicas
utilizados para obter, processar, armazenar e disseminar informações;
II - Governança de TIC: sistema pelo qual o uso da TI é dirigido e controlado, estruturado em políticas, definição de papéis e
responsabilidades, fluxos e regras que alinham a TI aos objetivos estratégicos da organização;
III - Solução de TIC: conjunto de bens e/ou serviços de TI e automação que se integram para o alcance dos objetivos da organização;
IV - Gestão de TIC: responsável pelo planejamento, desenvolvimento, execução e monitoramento das atividades de TIC em consonância
com a direção definida pela governança a fim de atingir os objetivos da PTIC;
V- Documento de Formalização da Demanda: documento que contém o detalhamento da necessidade da Área Requisitante;
VI - Equipe de Planejamento da Contratação: equipe responsável pelo planejamento da contratação;
VII - Estudo Técnico Preliminar: documento constitutivo da primeira etapa do planejamento de uma contratação que caracteriza o interesse
público envolvido e a sua melhor solução e dá base ao Termo de Referência a ser elaborado, caso se conclua pela viabilidade da contratação; e
VIII - Termo de Referência: documento elaborado a partir do estudo técnico preliminar que deve conter os elementos necessários e
suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar o objeto da licitação.
Art. 3º Para os fins deste Decreto, adotam-se as seguintes siglas:
I- CETI: Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação;
II - DFD: Documento de Formalização da Demanda;
III - EGD: Estratégia de Governo Digital;
IV - EPC: Equipe de Planejamento da Contratação;
V- ETP: Estudo Técnico Preliminar;
VI - FTD: Fórum de Transformação Digital;
VII - NITIC: Rede de Gestores de Tecnologia da Informação e Comunicação;
VIII - NQQ: Planejamento Estratégico Niterói Que Queremos;
IX - PDGTIC: Plano Diretor Geral de Tecnologia da Informação e Comunicação;
X- PETIC: Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação;
XI - POLITIC: Política de Tecnologia da Informação e Comunicação;
XII - PPA: Plano Plurianual;
XIII - PSI: Plano de Segurança da Informação;
XIV - QDATIC: Quadro de Direção e Assessoramento em Tecnologia da Informação e Comunicação;
XV - SEPLAG: Secretaria de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão;
XVI - SSGD: Subsecretaria de Governo Digital;
XVII - TIC: Tecnologia da Informação e Comunicação; e
XVIII - TR: Termo de Referência.
Art. 4º São diretrizes do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação:
I- Adoção das melhores práticas de Governança e Gestão de TIC;
II - Integração da TIC no planejamento estratégico e tático-operacional do município;
III - Promoção de reaproveitamento e readequação de soluções e sistemas entre a prefeitura e suas entidades vinculadas;
IV - Estímulo à cooperação e compartilhamento de iniciativas de desenvolvimento de soluções de TIC;
V- Evolução contínua da infraestrutura e serviços de TIC
Art. 5º Compete ao Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação:
I- Definir a visão estratégica de curto, médio e longo prazo da transformação digital em Niterói;
II - Criar normas e padrões técnicos a serem observados pelos órgãos e pelas entidades;
III - Estabelecer diretrizes e prioridades sobre o que será adquirido e contratado de forma integrada ou setorial;
IV - Zelar pelo alinhamento estratégico em torno das iniciativas de transformação digital, junto com os demais órgãos e entidades setoriais;
V- Acompanhar, monitorar e avaliar os resultados da EGD;
VI - Promover a governança da tecnologia da informação e estabelecer diretrizes de segurança da informação no âmbito da Prefeitura
Municipal de Niterói e suas entidades vinculadas;
VII - Definir e aplicar padrões de desenvolvimento de sistemas;
VIII - Coordenar iniciativas de TIC entre a Prefeitura de Niterói e suas entidades vinculadas, visando otimizar as necessidades de
investimento e custeio.
Art. 6º Caberá ao Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação - CETI coordenar a elaboração, validar e aprovar os seguintes Instrumentos de
Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação da Prefeitura de Niterói:
I- Estratégia de Governo Digital de Niterói, que estabelece as diretrizes para a transformação digital da Prefeitura de Niterói;
II - Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação - PETIC, com periodicidade de 4 (quatro) anos, alinhado à Estratégia
de Governo Digital e ao Plano Plurianual, a ser elaborado pela SEPLAG e validado pelo CETI;
III - Plano Diretor Geral de Tecnologia da Informação e Comunicação – PDGTIC, a ser elaborado e revisado anualmente pela SEPLAG,
com periodicidade de 2 (dois) anos, alinhado ao Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação - PETIC e validado pelo CETI;
IV - Diagnóstico de Tecnologia da Informação e Comunicação, para a prestação de informações por parte dos órgãos e entidades setoriais
sobre pessoal, equipamentos, infraestrutura, serviços, projetos, ações, contratos e convênios de tecnologia da informação e comunicação e
demais, a fim de prover ao CETI a visibilidade adequada da realidade dos órgãos da POLITIC;
V- Canal, portal ou plataforma similar, a ser provido e mantido, de maneira permanente, pelo órgão que exercerá a Presidência do
Comitê para dar maior visibilidade às informações sobre os temas das TICs;
VI - Orientações Técnicas, a serem editadas e publicadas pelo CETI para auxiliar os órgãos e entidades setoriais da prefeitura de Niterói
na elaboração de suas especificações técnicas e de processos administrativos para a implantação de soluções de tecnologia da informação e
comunicação, facilitando a convergência e o estabelecimento de padrões técnicos na Administração Pública Municipal;
VII - Caderno de Indicadores de Tecnologia da Informação, para mensurar os esforços, resultados e qualidade dos serviços de tecnologia
da informação disponibilizados ou prestados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal;
VIII - Plano de Segurança da Informação - PSI, a ser elaborado e atualizado pela SEPLAG, com a finalidade de garantir o alinhamento das
ações de combate às ameaças cibernéticas e a continuidade do negócio, preservando a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade da
informação.
§ 1º O processo de elaboração dos instrumentos mencionados neste artigo será conduzido pela SEPLAG, na qualidade de Secretaria Presidente
do CETI, junto aos demais órgãos integrantes.
Art. 7º A aplicação das diretrizes de Tecnologia da Informação e Comunicação descritas neste Decreto deverá observar:
I- O Plano Plurianual - PPA da Prefeitura Municipal de Niterói e demais instrumentos legais de planejamento ou orçamento;
II - O Planejamento Estratégico Niterói Que Queremos – NQQ, da Prefeitura Municipal de Niterói; e
III - O Mapa Estratégico e as diretrizes e metas da gestão pública da Prefeitura Municipal de Niterói e de suas entidades vinculadas.
Art. 8º O desenvolvimento do Plano Diretor Geral de Tecnologia da Informação e Comunicação - PDGTIC da Prefeitura Municipal de Niterói, bem
como de suas entidades vinculadas deverá seguir as diretrizes de TIC descritas neste Decreto.
Parágrafo único. O CETI irá incentivar a elaboração dos Planos Diretores de Tecnologia da Informação e Comunicação individuais dos órgãos e
entidades.
Art. 9º O Núcleo Deliberativo do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação será integrado pelos seguintes órgãos:
I - Secretaria Municipal de Administração;
II - Secretaria Municipal de Fazenda;
III - Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia;
IV - Secretaria Municipal Executiva; e
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V- Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão, que exercerá a Presidência do Comitê.
§ 1º O Núcleo Deliberativo do Comitê reunir-se-á ordinariamente a cada mês conforme calendário anual, que deverá ser previamente divulgado
para todos os órgãos e entidades da Prefeitura Municipal de Niterói - PMN através do Portal de Governo Digital, ou sempre que formalmente
solicitado pelo Prefeito.
§ 2º Sua composição será exclusivamente de funcionários do quadro da Prefeitura, efetivos ou que ocupem cargos comissionados.
§ 3º A autoridade máxima de cada órgão que compõe o Comitê deverá indicar, para posterior designação por portaria a ser publicada em Diário
Oficial, um membro titular e o respectivo suplente, que representarão o órgão nas deliberações do Comitê, observadas as seguintes diretrizes:
I- o servidor(a) designado deverá ser, preferencialmente, pessoa com atuação na área de tecnologia da informação e comunicação do
órgão, ocupando posição de liderança ou gestão;
II - a designação dos membros titulares e suplentes será sem ônus financeiro para o órgão.
Art. 10. São atribuições do órgão que exercerá a Presidência do Comitê:
I- Propor ao CETI as diretrizes, políticas, normas e padrões técnicos para o planejamento e a governança de tecnologia de informação e
comunicação;
II - Coordenar a elaboração, a implementação, o monitoramento e avaliação da Estratégia de Governo Digital e dos instrumentos de
planejamento e política de governança de Tecnologia da Informação;
III - Coordenar o Fórum de Transformação Digital e elaborar as diretrizes para adesão voluntária dos interessados;
IV - Gerenciar o departamento referente ao CETI no sistema de processo eletrônico;
V- Analisar os instrumentos de contratação indicados neste decreto, elaborando notas técnicas e pareceres nos termos das normas de
contratação e aquisição de TIC vigentes no Município;
VI - Coordenar a agenda de reuniões deliberativas e disponibilizar a pauta para os membros do Comitê; e
VII - Elaborar a Ficha de Deliberação do Comitê, bem como despacho contendo as informações dos processos analisados e os resultados
das deliberações.
CAPÍTULO II
DO PROCEDIMENTO PARA CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
Seção I
Da Análise do Comitê
Art. 11. Serão objeto de prévia aprovação pelo Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação, antes da realização de qualquer forma de
divulgação pública ou certame licitatório, os procedimentos para a fase preparatória dos processos administrativos referentes à contratação de
soluções de tecnologia da informação e comunicação, a saber:
I - licitações e contratações de qualquer modalidade, antes da divulgação dos certames;
II - dispensas e inexigibilidades de contratação;
III - adesão a ata de registro de preços;
IV - Celebração de novos contratos, convênios e demais termos congêneres;
V - Termos aditivos de prorrogação de contrato, convênios e demais termos congêneres, e de acréscimo de valor, exceto reajuste ou correção
monetária previstos em contrato.;,§ 1º Serão dispensados da deliberação as contratações cujo valor global seja igual ou inferior ao valor disposto
no art. 75, II da Lei Federal nº 14.133, de 1º de abril de 2021, e suas atualizações.
§ 2º Serão dispensados da deliberação os termos aditivos para prorrogação de prazo, em que não haja alteração do objeto ou do valor contratado,
ou cujos reajustes estejam previstos em contrato.
Art. 12. As aquisições e contratações de TIC deverão, sempre que possível, serem realizadas de maneira centralizada e integrada, de modo a
aumentar a eficiência e a qualidade do gasto público.
Art. 13. A tramitação dos processos administrativos de compra ou contratação de bens ou serviços de tecnologia da informação e comunicação
será instruído inicialmente pelo órgão ou entidade requisitante com o Documento de Formalização da Demanda - DFD, que deverá conter os
elementos mínimos indicados pelos decretos municipais que regulamentam a Lei de Licitações e as aquisições e contratações de TIC no
Município.
§ 1º O órgão ou entidade requisitante deverá encaminhar o processo para o CETI, que realizará a análise prévia.
§ 2º A análise do DFD será realizada por equipe técnica da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão –
SEPLAG, que avaliará os aspectos estratégicos e tecnológicos do objeto, bem como o atendimento aos requisitos mínimos exigidos, e da
Secretaria Municipal de Administração - SMA, que avaliará e indicará se há soluções semelhantes no Município ou a possibilidade de inclusão da
demanda em contratações centralizadas.
§ 3º Após análise do DFD, o processo será devolvido ao órgão ou entidade requisitante.
Art. 14. Com a instrução do Estudo Técnico Preliminar – ETP e do Mapa de Gerenciamento de Riscos, o órgão ou entidade requisitante
encaminhará o processo ao CETI.
§ 1º Os órgãos e entidades interessados deverão encaminhar o processo para análise do CETI com antecedência mínima de 15 dias da reunião
ordinária subsequente, cujo calendário será fixo e previamente divulgado.
§ 2º A nota técnica observará o alinhamento estratégico e tecnológico da solução, a partir do problema apresentado. e o atendimento aos
requisitos mínimos exigidos, considerando a adequação do conteúdo apresentado no ETP.
§ 3º Em caso de constatar a desconformidade dos requisitos mínimos, o CETI devolverá o processo com promoção instrutiva, para que o órgão
e/ou entidade cumpra integralmente os requisitos legais.
§ 4º Disponibilizada a nota técnica no processo, esta será incluída em pauta para deliberação do CETI.
§ 5º Após deliberação, o processo será devolvido ao órgão ou entidade requisitante, para instrução suplementar ou atendimento das
recomendações do Comitê.
§ 6º As recomendações das análises das demandas feitas pelo Comitê deverão constar em despacho, bem como a indicação do resultado da
avaliação em Ficha de Deliberação do CETI devidamente assinada pelos membros responsáveis pela deliberação.
Art. 15. As reuniões deliberativas do Comitê serão realizadas preferencialmente por meio digital ou na sede dos órgãos que o compõem.
§1º Para realização da reunião será necessário o quórum mínimo de metade mais um dos membros.
§2º Sempre que se realizarem no formato presencial, será permitida a participação, via teleconferência ou videoconferência, daquele membro que
não puder comparecer presencialmente.
§3º O voto se dará por órgão, ainda que estejam presentes o membro titular e seu suplente.
§4º O resultado da deliberação se dará mediante votação de maioria simples.
§5º Em caso de empate, serão consideradas as ressalvas e ajustes indicados.
§6º Os possíveis resultados da deliberação a serem definidos na Ficha de Deliberação são:
I- Aprovação sem ressalvas;
II - Aprovação com ressalvas;
III - Devolução para ajustes e nova deliberação;
Art. 16. Os resultados das decisões do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação não são vinculativos, cabendo à Equipe de Planejamento
da Contratação – EPC e à autoridade máxima, gestor/ordenador de despesas, responsabilizar-se pelos instrumentos analisados pelo CETI,
acolhendo ou não as recomendações do Comitê.
Parágrafo único. O órgão ou entidade, ao discordar das recomendações do CETI, poderá apresentar justificativa fundamentada em evidências,
não sendo necessário encaminhar o processo para nova análise.
Art. 17. O Comitê poderá convidar servidores da estrutura municipal para manifestações de cunho técnico quando considerar necessário.
Art. 18. A Equipe de Planejamento da Contratação – EPC poderá ser convidada, através de comunicação prévia, para participar da reunião
deliberativa a fim de manifestar-se ou elucidar dúvidas dos membros do Comitê.
Art. 19. Solicitações, consultas e demais comunicações que se fizerem necessárias deverão ser encaminhadas ao CETI através do canal formal
de comunicação do Comitê, informado no Portal de Governo Digital.
Seção II
Da Instrução Processual
Art. 20. Os processos administrativos de compra, locação ou contratação de bens ou serviços de tecnologia da informação e comunicação deverão
conter o estudo técnico preliminar, na forma descrita neste Decreto, assim como a indicação do alinhamento estratégico da solução com o Plano
Diretor Geral de Tecnologia da Informação e Comunicação – PDGTIC vigente e a previsão no Plano de Contratações Anual - PCA.
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§ 1º Em casos urgentes ou excepcionais, mediante justificativa expressa do órgão ou entidade requerente, poderão ser deliberados pelo Comitê
Estratégico de Tecnologia da Informação – CETI os processos que não contenham a indicação do alinhamento estratégico da solução com o
Plano Diretor Geral de Tecnologia da Informação e Comunicação – PDGTIC vigente.
§ 2º Os estudos técnicos preliminares para serviços de mesma natureza, semelhança ou afinidade podem ser elaborados em um único
documento, desde que fique demonstrada a correlação entre os objetos abrangidos.
§ 3º Os estudos técnicos preliminares de contratações anteriores do mesmo órgão ou entidade poderão ser ratificados nos processos licitatórios e
contratações diretas posteriores para o mesmo objeto, mediante documento formal nos autos que apresente justificativa para essa opção e
declaração devidamente fundamentada com relação à viabilidade técnica e atualidade tecnológica da solução, bem como a atualidade econômica
do estudo.
§ 4º Em casos de prorrogações ou alterações contratuais, não é obrigatório elaborar novo estudo técnico preliminar, aplicando-se o disposto no
§3º deste artigo, observando-se a necessidade de comprovação da vantajosidade econômica.
Art. 21. A instrução dos processos administrativos de compra, locação ou contratação de bens ou serviços de tecnologia da informação e
comunicação, durante a fase preparatória do procedimento, deverá compatibilizar-se com o Plano de Contratações Anual - PCA, com o Plano
Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação - PDGTIC e com as leis orçamentárias, bem como abordar todas as considerações técnicas,
mercadológicas e de gestão que podem interferir na contratação, contendo no mínimo:
I- Identificação da necessidade administrativa por meio de documento de formalização da demanda a ser emitido por setor ou unidade
do órgão ou entidade promotora da contratação;
II - Declaração de que o objeto a ser licitado consta do Plano de Contratações Anual e no Plano Diretor de Tecnologia da Informação e
Comunicação – PDGTIC vigentes;
III - Autorização da Autoridade Competente para o prosseguimento do processo de contratação;
IV - Parecer instrutivo do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação - CETI, conforme disposto no art. 13, § 2º, deste Decreto;
a) quando se tratar de processos oriundos de órgãos da Administração Direta, haverá parecer instrutivo da Secretaria Municipal de Planejamento,
Orçamento e Modernização da Gestão - SEPLAG e da Secretaria Municipal de Administração - SMA;
b) quando se tratar de processos oriundos de entidades da Administração Indireta, apenas haverá parecer instrutivo da Secretaria Municipal de
Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão - SEPLAG;
V- Estudo Técnico Preliminar elaborado pela equipe de planejamento da contratação, a fim de evidenciar o problema a ser resolvido e a
solução escolhida, de modo a permitir a avaliação da viabilidade técnica e econômica da contratação;
VI - Elaboração do mapa de riscos e matriz de riscos, conforme o caso;
VII - Requisição do objeto exarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade promotora da contratação, com fundamento no Estudo
Técnico Preliminar;
VIII - Análise e deliberação do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação - CETI;
IX - Elaboração do termo de referência ou projeto básico, elaborado pela equipe de planejamento e devidamente aprovado pela autoridade
competente;
X- Elaboração de pesquisa de preços, pela equipe de planejamento ou setor específico;
XI - Declaração do ordenador de despesas que a despesa tem adequação orçamentária e financeira, assim como compatibilidade com o
plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias;
XII - Solicitação prévia para a realização da despesa e reserva da dotação orçamentária;
XIII - Elaboração da minuta de edital e do contrato, acompanhada da declaração de conformidade;
XIV - Análise de juridicidade pela Procuradoria-Geral do Município ou pela unidade setorial de assessoramento jurídico nos casos de
entidades com personalidade jurídica;
XV - Consultoria prestada pela Controladoria Geral do Município para avaliação, supervisão, assessoramento e orientação quanto à gestão
do risco no âmbito do Poder Executivo, nos casos previstos no Decreto Municipal nº 15.040/2023;
XVI - Aprovação da Comissão de Programação Financeira e Gestão Fiscal - CPFGF, nas hipóteses do Decreto Municipal nº 15.040/2023; e
XVII - Publicação do edital, observando-se a obrigatoriedade de veiculação no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).
§ 1º É obrigatório o correto preenchimento, com a documentação comprobatória correspondente, do Termo de Requisitos Mínimos relacionado ao
objeto, conforme Decreto Municipal nº 13.269/2019 e posteriores alterações.
§ 2º Deverão ser observadas as minutas-padrão de DFD, editais e contratos da Procuradoria Geral do Município e orientações normativas do
CETI.
Seção III
Do Documento de Formalização da Demanda – DFD
Art. 22. O documento de formalização da demanda deverá conter, no mínimo:
I- Justificativa da necessidade da contratação;
II - Descrição sucinta do objeto;
III - O alinhamento estratégico com os instrumentos de planejamento vigentes no município, quando aplicável;
IV - Resultados a serem alcançados com a contratação;
V- Quantidade a ser contratada, quando couber, considerada a expectativa de consumo anual;
VI - Indicação da data pretendida para a conclusão da contratação, a fim de não gerar prejuízos ou descontinuidade das atividades do
órgão ou da entidade;
VII - Grau de prioridade da compra ou da contratação em baixo, médio ou alto, de acordo com a metodologia estabelecida pelo órgão ou
pela entidade contratante;
VIII - Indicação de vinculação ou dependência com o objeto de outro documento de formalização de demanda para a sua execução, com
vistas a determinar a sequência em que as contratações serão realizadas; e
IX - A indicação dos integrantes da equipe de planejamento da contratação, assim como eventuais substitutos.
§ 1º Os integrantes da equipe de planejamento da contratação devem ter ciência expressa das suas indicações e das suas respectivas atribuições.
§ 2º A Equipe de Planejamento da Contratação será automaticamente destituída quando concluído o procedimento de contratação.
Seção IV
Do Estudo Técnico Preliminar – ETP
Art. 23. O estudo técnico preliminar deverá conter, entre outros elementos:
I - A necessidade da demanda, a motivação e os resultados a serem alcançados, em conformidade com o documento de formalização da
demanda;
II - Demonstrativo da previsão da contratação no Plano de Contratações Anual – PCA, no Plano Diretor Geral de Tecnologia da Informação e
Comunicação - PDGTIC e demais instrumentos de planejamento do Município, órgão ou entidade, de modo a indicar o seu alinhamento
estratégico;
III - Os requisitos de negócio da contratação, que definem as necessidades e aspectos funcionais e não funcionais da solução, não envolvendo as
características tecnológicas;
IV - Os requisitos tecnológicos da solução, considerando, entre outros aspectos, os requisitos de arquitetura tecnológica, de implementação do
projeto, de garantia, de manutenção, de capacitação, de formação da equipe profissional, de metodologia do trabalho e de segurança da
informação e privacidade;
V - As estimativas das quantidades para a contratação, acompanhadas das memórias de cálculo e documentos que lhe dão suporte, considerando
ainda a interdependência com outras contratações, de modo a possibilitar a economia de escala;
VI - A análise comparativa de soluções, que deve considerar as necessidades similares em outros órgãos ou entidades, as alternativas disponíveis
no mercado, os diferentes modelos de execução e as métricas de medição e pagamento da contratação;
VII - A análise comparativa de custos, que deverá considerar apenas as soluções técnica e funcionalmente viáveis, incluindo o cálculo dos custos
totais de propriedades - CTO e a memória de cálculo que referencie os preços e custos utilizados na análise;
VIII - A justificativa técnica e econômica da escolha do tipo de solução a contratar;
IX - Estimativa do valor da contratação, acompanhada dos preços unitários referenciais, das memórias de cálculo e dos documentos que lhe dão
suporte, que poderão constar de anexo classificado, se a Administração optar por preservar o seu sigilo até a conclusão da licitação;
X - A descrição da solução escolhida como um todo, contendo de forma detalhada e motivada o quantitativo de bens e serviços necessários para a
sua composição, incluindo as exigências relacionadas à manutenção e assistência técnica, quando for o caso;
XI - As justificativas para o parcelamento ou não da contratação;
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Art. 30. Além dos elementos constantes no art. 29, o referido documento deverá:
I - Indicar a modalidade de licitação, o critério de julgamento e o modo de disputa, devendo ser demonstrada a adequação da eleição tendo em
conta a necessidade de selecionar a proposta idônea a garantir a contratação mais vantajosa para a Administração, considerado todo o ciclo de
vida do objeto;
II - Indicar, de forma justificada, o regime de fornecimento de bens, de prestação de serviços ou de execução de obras e serviços de engenharia,
observados os potenciais de economia de escala;
III - Definir as condições de execução e pagamento, as garantias eventualmente exigidas e ofertadas e as condições de recebimento do objeto;
IV - Apresentar a motivação circunstanciada das condições previstas no edital, especialmente, exigências de qualificação técnica e de qualificação
econômico-
financeira, justificativa dos critérios de pontuação e julgamento das propostas técnicas, justificativa das regras pertinentes à participação de
empresas em consórcio, justificativa para a admissibilidade ou inadmissibilidade de participação de sociedades cooperativas e justificativa para
eventual afastamento da observância do regime especial da Lei Complementar nº 123/06;
V - Apresentar análise dos riscos que possam comprometer o sucesso da licitação e a boa execução contratual, devendo, nos casos de
contratação integrada, semi-integrada ou que tenham por objeto obras e serviços de grande vulto, ser incluída nas minutas de edital e de contrato
a correspondente cláusula que fixe a matriz de riscos da contratação;
VI - Justificativa para eventual sigilo da estimativa do valor da contratação, sigilo este que não prevalecerá para os órgãos de controle interno e
externo.
Art. 31. A equipe de planejamento da contratação deverá apresentar justificativas em caso de ausência de um ou mais dos elementos dispostos no
art. 20 ao art. 30 deste Decreto, que será objeto de avaliação da autoridade superior.
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Art. 32. Os documentos aduzidos no art. 30 deste Decreto deverão ser submetidos à apreciação da autoridade máxima do órgão ou entidade
responsável pela contratação, devendo ser firmados pelo responsável técnico pela elaboração.
Seção VII
Dos Procedimentos de Contratação Direta
Art. 33. Para a formalização dos procedimentos de dispensa e inexigibilidade de licitação, os órgãos e entidades deverão incluir no termo de
referência, além dos elementos listados no art. 29, no que couber, os que se seguem:
I - Justificativa fundamentada para a contratação através de dispensa ou inexigibilidade de licitação, informando o dispositivo legal no qual o caso
específico se enquadra;
II - Caracterização da situação emergencial ou calamitosa que justifique a dispensa, quando for o caso;
III - Razão da escolha do fornecedor ou prestador dos serviços;
IV - Justificativa do preço a ser contratado; e
V - Requisitos de habilitação necessários para a formalização do contrato.
Seção VIII
Das Minutas-Padrão
Art. 34. A Procuradoria Geral do Município disponibilizará as minutas-padrão para editais de licitação e contratos para compras e contratações de
bens ou serviços de tecnologia da informação e comunicação, facultando-se às áreas técnicas competentes adequar as previsões da minuta às
especificidades de cada caso.
§ 1º Havendo a impossibilidade de utilização da minuta-padrão disponibilizada na forma do presente artigo, deverá a autoridade competente
justificar o fato e adotar, preferencialmente, minutas-padrão utilizadas pela Advocacia-Geral da União - AGU ou pela Procuradoria Geral do Estado
do Rio de Janeiro - PGE-RJ.
Seção IX
Da Execução Contratual
Art. 35. A autoridade máxima do órgão ou entidade deverá designar, mediante portaria a ser publicada em diário oficial em momento anterior ou
contemporâneo ao início da execução contratual, as servidoras e servidores responsáveis pela gestão e fiscalização do contrato, titulares e
suplentes, assim como as
respectivas atribuições a serem desempenhadas.
§1º A ausência de designação formal não obsta a responsabilização do agente público que tenha praticado atos concernentes às funções de
gestão e fiscalização contratual, como emissão de ordens de fornecimento ou serviço, recebimento ou atesto dos bens e serviços.
§2º É vedada a designação de servidoras ou servidores para as funções de gestão e fiscalização contratual mediante publicação com efeitos
retroativos.
Art. 36. Os ordenadores de despesa, para a liquidação de despesas e pagamentos oriundas de contratos de tecnologia da informação e
comunicação, deverão estabelecer a obrigatoriedade das seguintes ações antes da emissão da ordem de pagamento:
I – Formalizar o ato de liquidação;
II – Consultar a nota de empenho a garantir o seu cotejo com os documentos de cobrança e comprovantes da entrega dos bens ou efetiva
prestação dos serviços;
III – Consultar os termos do contrato, ajuste ou acordo respectivo, incluindo todas as suas partes integrantes, como projeto básico, termo de
referência e proposta da contratada, de modo a viabilizar o seu cotejo com os documentos de cobrança e comprovantes da entrega dos bens ou
efetiva prestação dos serviços;
IV – Realizar consulta prévia aos demais pagamentos já realizados, principalmente em caso de empenho global, de modo a viabilizar o controle do
pagamento por bens já entregues ou serviços já prestados;
V – Realizar a comparação entre o objeto contratado e o efetivamente fornecido, em relação à sua quantidade, qualidade e prazo contratado;
VI – Verificar a compatibilidade entre o valor cobrado e o valor devido, face a quantidade,
qualidade e prazo dos bens e serviços fornecidos e aos demais pagamentos eventualmente
realizados;
VII – Verificar a compatibilidade entre o favorecido nos documentos de cobrança e o real credor do pagamento em processamento;
VIII – Verificar a existência de comprovante de entrega de bens ou prestação efetiva dos serviços;
IX – Registrar, no comprovante de entrega dos bens ou de prestação efetiva dos serviços, o cumprimento das obrigações assumidas pelo
fornecedor dos bens ou serviços, em relação a qualidade, quantidade e prazo, nos termos contratados, de forma a viabilizar os procedimentos de
comparação entre o objeto contratado e o objeto fornecido, e, por extensão, a comparação entre o valor cobrado e o valor devido;
X – Identificar, no comprovante de entrega dos bens ou da prestação efetiva dos serviços, o servidor designado por subscrevê-lo.
CAPÍTULO III
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 37 Aos casos não previstos neste decreto e para suprir eventuais omissões, aplica-se subsidiariamente o Decreto Municipal nº 14.730 de
2023.
Art. 38 Este decreto revoga os Decretos nº 11.372/2013, que dispõe sobre a criação do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação – CETI,
Decreto nº 13.257/2019, que dispõe sobre compras e contratações de TIC, o Decreto nº 14.012/2021, que modifica os membros do CETI e institui
os instrumentos da política de governança de tecnologia da informação e comunicação – TIC da Prefeitura Municipal de Niterói e o Decreto nº
14.708, de 2023, que estabelece normas e procedimentos para tramitação de processos administrativos referentes a compra, locação e
contratação de bens e serviços de tecnologia da informação e comunicação e dá outras providências.
Art. 39 Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
PREFEITURA MUNICIPAL DE NITERÓI, EM 23 DE OUTUBRO DE 2024.
AXEL GRAEL- PREFEITO
ANEXO I
1. Para fins do disposto no parágrafo §1º do art. 11 deste decreto, tendo como referência a Instrução Normativa SGD/ME nº 94, de 23 de
dezembro de 2022, consideram-se soluções de TIC os bens e/ou serviços que se adequam à definição de pelo menos uma das categorias a
seguir:
1.1. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE TIC
a) São considerados recursos de TIC equipamentos e dispositivos baseados em técnica digital, com funções de coleta, tratamento, estruturação,
armazenamento, comutação, transmissão, recuperação ou apresentação da informação, a exemplo de: desktops, notebooks, coletores de dados
do tipo personal digital assistant - PDA, equipamentos de coleta de dados satelitais, monitores de vídeo, impressoras, impressoras térmicas,
scanners de documentos, tablets, incluindo-se serviços de manutenção e suporte desses equipamentos;
b) Excluem-se dessa categoria mouses, teclados, caixas de som, projetores, televisores em geral, dispositivos Radio Frequency Identification -
RFID, impressoras 3D, aparelhos telefônicos (como fixos, celulares e smartphones), relógio de ponto, rádio comunicadores e estações rádio
base, câmeras fotográficas e webcam adquiridas isoladamente, cartuchos, toners e demais insumos de impressão, plotters, drones e veículos
tripulados ou não tripulados, equipamentos de segmento médico, construção civil, tráfego aéreo, máquinas de produção industrial, equipamentos
de raio-x (inclusive para controle de acesso), segmentos de áudio e vídeo, fechaduras eletrônicas, bloqueadores de sinais de celular e gravadores
de áudio digital ou analógico.
1.2. DESENVOLVIMENTO E SUSTENTAÇÃO DE SISTEMAS
a) São considerados recursos de TIC serviços de desenvolvimento, manutenção preventiva ou corretiva, sustentação, testes, inclusive de
segurança, qualidade, engenharia de dados, customização e evolução de software e sistemas computacionais e aplicativos móveis, incluindo
elaboração, manutenção e sustentação de painéis e outros produtos de Business Intelligence.
1.3. HOSPEDAGEM DE SISTEMAS
a) São considerados recursos de TIC a disponibilização de sistemas, aplicativos ou sítios eletrônicos em servidores próprios ou de terceiros por
meio de modelo de hosting, co-location ou outros.
1.4. SUPORTE E ATENDIMENTO A USUÁRIO DE TIC
a) São considerados recursos de TIC os serviços de atendimento a requisições de suporte a infraestrutura de TIC, resolução de incidentes e
investigação de problemas e suporte técnico de microinformática a usuários de TIC;
b) Excluem-se a contratação de call centers ou contact centers para serviços gerais não relacionados exclusivamente a TIC e a contratação de
serviços de suporte a soluções de audiovisual.
1.5. INFRAESTRUTURA DE TIC
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a) São considerados recursos de TIC os serviços associados ao conjunto de componentes técnicos, hardware, software, bancos de dados
implantados, procedimentos e documentação técnica usados para disponibilizar informações, incluindo serviços de segurança digital (controle
lógico e biométrico), certificação digital, operação e suporte técnico;
b) Excluem-se dessa categoria materiais e serviços de vigilância patrimonial (a exemplo de soluções de Circuito Fechado de TV - CFTV, analógico
ou digital, e seus componentes e serviços acessórios), serviços de engenharia civil ou manutenção predial, serviços financeiros ou bancários,
controle de acesso físico (como portas, catracas e elevadores), soluções de cabeamento estruturado que permita conectividade à rede de
telecomunicações (como fibra ótica, conectores, conduítes e cabos de rede de dados), infraestrutura elétrica (como nobreaks e geradores) e
hidráulica (como sistema de refrigeração), ainda que venham a integrar sala de datacenter e sistema de combate a incêndio.
1.6. COMUNICAÇÃO DE DADOS
a) São considerados recursos de TIC a transmissão digital de dados e informações entre dispositivos, sistemas e redes de comunicação, incluindo
acesso à Internet (como links MPLS, WAN/LAN), soluções de videoconferência, de transmissão e recebimento de mensagens de texto (SMS) e
de recebimento ou processamento de dados satelitais;
b) Excluem-se dessa categoria os serviços de telefonia fixa comutada (STFC), Serviço Móvel Pessoal (SMP), VoIP (telefonia baseada em voz
sobre IP), centrais telefônicas, PABX (física ou virtual) ou infraestrutura de telefonia interna ou externa destinada ao tráfego de voz digital ou não
digital.
1.7. SOFTWARE E APLICATIVOS
a) São considerados recursos de TIC programas de computador que realizam ou suportam o processamento de informações digitais,
independente da forma de licenciamento (a exemplo de perpétuo, subscrição, cessão temporária);
b) Excluem-se dessa categoria programas embarcados em equipamentos não classificados como recursos de TIC.
1.8. IMPRESSÃO E DIGITALIZAÇÃO
a) São considerados recursos de TIC serviços de impressão, cópia e digitalização de documentos;
b) Excluem-se serviços de impressão 3D, serviços de impressão gráfica (a exemplo de plotagem e banners), e serviços arquivísticos de massa
documental (classificação, recuperação e digitalização).
1.9. CONSULTORIA EM TIC
a) São considerados recursos de TIC serviços de consultoria e aconselhamento em TIC;
b) Excluem-se dessa categoria, a prestação de serviços: de produção de conteúdo multimídia e gestão de conteúdos de sites web e mídias
sociais, de fornecimento de conteúdo digital, assinaturas de periódicos eletrônicos, notícias e informes, publicidade e de comunicação social em
meio digital.
1.10. COMPUTAÇÃO EM NUVEM
a) São considerados recursos de TIC os serviços de computação em nuvem, tais como Infrastructure as a Service - IaaS, Platform as a Service
- PaaS, Software as a Service - SaaS, DataBase as a Service - DBaaS, Device as a Service - DaaS, Containers as a Service - CaaS,
Function as a Service - FaaS e BigData as a Service - BDaaS, serviços de orquestração de multi-nuvem, suporte e brokerage de nuvem.
1.11. INTERNET DAS COISAS - IoT
a) São considerados recursos de TIC apenas os dispositivos ou serviços que utilizem tecnologia IoT conectados ou que integrem um ou mais
sistemas de informação desenvolvidos ou mantidos pelo órgão, enviando, processando, recebendo ou armazenando dados.
1.12. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E PRIVACIDADE
a) São considerados recursos de TIC os serviços de avaliação e testes de segurança (a exemplo de testes de intrusão, pentest, simulação de
adversários), gestão de vulnerabilidades e tratamento de incidentes, Security as a Service - SECaaS, segurança de redes, Serviço de Monitoria
de eventos de segurança - SOC e serviços técnicos de consultoria em segurança da informação e privacidade;
b) Excluem-se dessa categoria serviços e/ou equipamentos de segurança das informações que não estejam em suporte digital.
1.13. ANÁLISE DE DADOS, APRENDIZADO DE MÁQUINA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
a) São considerados recursos de TIC os serviços de Inteligência de Negócio (Business Intelligence), Inteligência Artificial, Aprendizado de
Máquina, Big Data, governança de dados, arquitetura de dados e soluções de geoprocessamento.
Portarias
Port. Nº 1569/2024- Nomeia ANDERSON SANTOS CARDOSO para exercer o cargo de Assistente A, CC-4, da Secretaria Municipal de
Assistência Social e Economia Solidária, acrescido das gratificações previstas na CI nº 387/2022.
Port. Nº 1570/2024- Exonerar, a pedido, CALIL SILVA LAGO do cargo de Assistente A, CC-4, da Secretaria Municipal de Administração.
Port. Nº 1571/2024- Nomear OZANA GARCIA FELIPE, para exercer o cargo de Assistente A, CC-4, da Secretaria Municipal de Administração,
em vaga decorrente da exoneração de Calil Silva Lago, acrescido das gratificações previstas na CI nº 387/2022.
SECRETARIA EXECUTIVA
Port. Nº 41/2024- Designar, a contar de 05 de outubro de 2024, a servidora Larissa Rio do Couto Santos -Matrícula 1246594-0, da Secretaria
Executiva para atuar como fiscal do Contrato 01/2021 - SEXEC, em substituição a servidora Marcilene Fernandes da matrícula: 1246571-0.
SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO
3ª COMISSÃO PROCESSANTE DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR
PORTARIA Nº 648/2024- Prorrogar, excepcionalmente por 30 (trinta) dias, a contar do dia 20 de outubro de 2024 o prazo para conclusão do
Processo Administrativo Disciplinar sob nº 9900033974/2024, instaurado através da Portaria nº 316/2024.
PORTARIA Nº 647/2024- Prorrogar, excepcionalmente por 30 (trinta) dias, a contar do dia 20 de outubro de 2024 o prazo para conclusão do
Processo Administrativo Disciplinar sob nº 020/0712/2018, instaurado através da Portaria nº 083/2018.
PROCESSO Nº 9900047593/2024- PORTARIA Nº 428/2024- Designar CARLA MARIA ARMOND, para atuar como Secretária da referida
Comissão.
PROCESSO Nº 9900094327/2024- PORTARIA Nº 621/2024- Designar CARLA MARIA ARMOND, para atuar como Secretária da referida
Comissão.
COMISSÃO DE SINDICÂNCIA- 5ª COMISSÃO PROCESSANTE
PROCESSO Nº9900096932/2024- PORTARIA Nº625/2024- Designa CARLA MARIA ARMOND, para atuar como secretária da referida
Comissão.
Despachos do Secretário
9900099460, 9900099291/2024- Solicitação- Indeferido
9900094622/2024- Abono Permanência- Deferido
9900084058, 9900096242/2024- Auxílio Gestação- Deferido
9900092965/2024- Adicional- Deferido
9900101107/2024- Licença Especial- Indeferido
9900092651/2024- Adicional- Deferido
20/1543/22, 9900019570, 9900033523/2023- Arquiva-se de acordo com a conclusão da COPAD.
SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E INFRAESTRUTURA
O Secretário de Obras e Infraestrutura torna público o deferimento da solicitação de serviços funerários nos autos dos processos administrativos
deferidos em OUTUBRO/2024.
9900085723/2024 9900092127/2024 9900092131/2024
9900085724/2024 9900092128/2024 9900092133/2024
99000911582024 9900092129/2024 9900092135/2024
9900092118/2024 9900092123/2024 9900093727/2024
9900092120/2024 9900092126/2024 9900092122/2024
O Secretário de Obras e Infraestrutura torna público o indeferimento da solicitação de serviços funerários nos autos dos processos administrativos
deferidos em OUTUBRO/2024.
9900053888/2024
SECRETARIA MUNICIPAL DE ORDEM PÚBLICA
GUARDA CIVIL MUNICIPAL
CORREGEDORIA GERAL
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PORTARIA Nº 070/2024- O Corregedor da Guarda Civil Municipal de Niterói, no uso de suas atribuições, nas quais instaurou a COMISSÃO
PROCESSANTE, com fulcro no artigo 140 da Lei 2838/11, para apurar os fatos descritos no PROCESSO Nº 9900101865/2024, substitui o
servidor, MARCO AUGUSTO SCOFANO COSTA, matrícula, 1241.488-1, nomeado através da Portaria nº 067/2024, pelo servidor JORGE LUIZ
DE SOUZA SAMPAIO, matrícula, 1235.126-0, mantendo-se o prazo original.
Ato do Diretor de Fiscalização de Posturas.
- AUTO DE INFRAÇÃO Nº 007304 de 16/10/2024 – IMPACTO CORRETORA DE SEGUROS – CNPJ 49.087.334/0001-33 - RUA JOSÉ
CLEMENTE, Nº 42 – CENTRO;
- AUTO DE INFRAÇÃO Nº 007305 de 16/10/2024 – IMPACTO CORRETORA DE SEGUROS – CNPJ 49.087.334/0001-33 - RUA JOSÉ
CLEMENTE, Nº 42 – CENTRO;
- AUTO DE INFRAÇÃO Nº 007310 de 16/10/2024 – IMPACTO CORRETORA DE SEGUROS – CNPJ 49.087.334/0001-33 - RUA JOSÉ
CLEMENTE, Nº 42 – CENTRO;
- AUTO DE INFRAÇÃO Nº 007311 de 16/10/2024 – IMPACTO CORRETORA DE SEGUROS – CNPJ 49.087.334/0001-33 - RUA JOSÉ
CLEMENTE, Nº 42 – CENTRO.
Nos termos do artigo 492, inciso III e parágrafo 1º, III da lei 2624/08, em virtude do contribuinte não ter sido localizado no endereço alvo da
diligência fiscal ou por recusar-se a recebê-la.
CORRIGENDA
No EXTRATO SEOP Nº 014/2024, publicado em 24/09/2024,
Onde se lê: INSTRUMENTO: ADITIVO Nº. 01 AO CONTRATO 03/2024 que teve por objeto a prorrogação do prazo de vigência por mais seis
meses, a partir de 15 de setembro de 2024 até 15 de fevereiro 2025, leia-se: INSTRUMENTO: ADITIVO Nº. 01 AO CONTRATO 03/2024 que teve
por objeto a prorrogação do prazo de vigência por até seis meses, contados a partir de 15 de setembro de 2024, podendo ser rescindido tão logo a
nova Ata entre em vigor;
Onde se lê: OBJETO: Prorrogação do prazo de vigência do Contrato nº 03/2024 por mais seis meses, a partir de 15 de setembro de 2024 até 15
de fevereiro 2025, Leia-se: OBJETO: Prorrogação do prazo de vigência do Contrato nº 03/2024 por seis meses, a partir de 15 de setembro de
2024 até 15 de março 2025.
No EXTRATO SEOP Nº 015/2024, publicado em 24/09/2024,
Onde se lê: INSTRUMENTO: ADITIVO Nº. 01 AO CONTRATO 02/2024 que teve por objeto a prorrogação do prazo de vigência por mais seis
meses, a partir de 15 de setembro de 2024 até 15 de fevereiro 2025, leia-se: INSTRUMENTO: ADITIVO Nº. 01 AO CONTRATO 02/2024 que teve
por objeto a prorrogação do prazo de vigência por até seis meses, contados a partir de 15 de setembro de 2024, podendo ser rescindido tão logo a
nova Ata entre em vigor.
Onde se lê: OBJETO: Prorrogação do prazo de vigência do Contrato nº 02/2024 por mais seis meses, a partir de 15 de setembro de 2024 até 15
de fevereiro 2025; leia-se: OBJETO: Prorrogação do prazo de vigência do Contrato nº 02/2024 por mais seis meses, a partir de 15 de setembro de
2024 até 15 de março 2025.
SECRETARIA MUNCIIPAL DE URBANISMO E MOBILIDADE
AUTORIZAÇÃO
Processo nº 9900101199/2024: Autorizo, na forma da lei, com fundamento no art. 75, inciso II, da Lei Federal nº 14.133/2021 e no Decreto
Municipal nº 14.730/2023, a contratação da empresa P C E PROJETOS E CONSULTORIAS DE ENGENHARIA LTDA., CNPJ nº
35.808.088/0001-57, no valor de R$ 59.600,00 (cinquenta e nove mil e seiscentos reais), para serviços especializados em elaboração de projeto
executivo de intervenção viária para novo retorno na transoceânica, na interseção entre a avenida Dr. Raul de oliveira rodrigues e rua doutor Mário
souto, bairro Piratininga.
Atos do Subsecretário de Transportes
Portaria SMU/SST Nº 0316/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900100138/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 0112 em favor de Thays Pereira Vasconcelos Vidinha.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0317/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900100235/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer favorável
da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 0042 em favor de Luiz Carlos dos Santos Medeiros.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0318/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900100255/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1433 em favor de Carlos Antônio Silva do Nascimento.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0319/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900100249/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1240 em favor de Marcos da Silva Pires Caldas.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0320/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900100231/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1032 em favor de Walcir Soares Vital.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0321/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900098113/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 0646 em favor de Carlos Henrique dos Santos Gabriel.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
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24/10/2024
Portaria SMU/SST Nº 0322/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900103412/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 0264 em favor de Athayde Rangel Machado Filho.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0323/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900103383/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1001 em favor de Mauricio Borges Cruz.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0324/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900098385/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1291 em favor de Leandro Francisco da Silva.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0325/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 99000986020/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 0429 em favor de Valdecir da Silva Oliveira.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0326/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900090754/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1300 em favor de Jonathan Paiva Barcellos Fontes Arruda.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Portaria SMU/SST Nº 0327/2024- O Subsecretário de Transportes da Secretaria Municipal de Urbanismo, no cumprimento do disposto no Decreto
Municipal nº 13.889/2021.
Considerando o conteúdo nos autos do PE nº 9900036192/2024 munido de toda documentação exigida no formulário de fls., 02, parecer
favorável da Fiscalização de Sistema Viário, em consonância com o Decreto Municipal nº 4.150/84, Lei Municipal nº 2052/2003, Portaria nº
016/2017/SMU/SST e ainda o Decreto Municipal nº 15.103/2023.
RESOLVE:
Art. 1º - Deferir a transferência da Autonomia nº 1897 em favor de Carlos Edison Baptista Santa Anna.
Art. 2º - Esta portaria entra em vigor da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS
EDITAL DE COMUNICAÇÃO
O Diretor do DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS comunica que os abaixo relacionados, recusaram-se a assinar, ou receber as
intimações e /ou autos de infração ou estavam ausentes, no momento da ação fiscal.
AUTO DE INFRAÇÃO
MANOEL EROTHIDES DUTRA DO SOUTO – Estrada Caetano Monteiro, 255 – Pendotiba – 05615; MYLENA BATISTE CIRIBELLI – Rua Mem de
Sá, 70/1501 – Icaraí – 05458; ROBERTO BRAUNE SOLON DE PONTES – Rua Mem de Sá, 70/1502 – Icaraí – 05459; MILAGROS JUSTO
NUNEZ – Rua Tapuias, 55 - São Francisco – 05464; MILAGROS JUSTO NUNEZ – Rua Tapuias, 55 - São Francisco – 05463; DJALMA
PIMENTEL DE OLIVEIRA – Rua Prefeito Altivo M. Linhares, Quadra 63, Lote 12 – Maravista – 05323;
INTIMAÇÃO
LOJAS AMERICANAS S.A – Rua Santa Rosa, 47/201 - Santa Rosa – 34314; PAULO ROBERTO DE S. REIS – Rua Pietro Forsoun, 242 –
Piratininga – 34315; ROSANE B DE S. ALVES PEIXOTO – Rua Jorn. Francisco Rodrigues, Miranda, Lt 6 Piratininga – 34316;
O PROPRIETÁRIO – Rua Lizandro Mota, 113, Lote 8, Quadra 271 – Piratininga – 34317; ELIANA DA SILVA E SOUZA – Rua Com. Antônio
Augusto da Paz, Qd 256, Lt 17 Piratininga – 34318; SPE PIRATININGA RUA 7 INCORPORAÇÃO LTDA – Av. Alm. Tamandaré, 333 Piratininga –
34319; ADOLFO CARNEIRO DA SILVA NETO – Rua Dr. João Batista L. Botelho, Qd 3, Lt 23 Piratininga – 34320; LEONARDO F. MELO – Rua 2,
Quadra 2, Lote 11, 211 - Maria Paula – 34322; ANA LUCIA PALERMO – Estr. Washington Luiz, 520, Casa 147 – Sapê – 34323; FERNANDO
RIBEIRO – Rua Dr. Sardinha, 5, casa 5 - Santa Rosa – 34188; BRUNO DE CARVALHO F. VEIGA – Rua Georgina da Conceição, Qd. A, Lt 16b –
Itaipu – 34191.
SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E ECONOMIA SOLIDÁRIA
CONVOCAÇÃO
O Secretário Municipal de Assistência Social e Economia Solidária, no uso das atribuições legais e, considerando a não apresentação / ou
desistência e ou rescisão dos candidatos convocados através da Comissão Técnica instituída por meio da Portaria SMASES n° 030, de 23 de
agosto de 2023, vem tornar público a convocação dos selecionados e que constam no cadastro de reservas processo de contratação de pessoal
temporário do processo seletivo-Edital n°001/2023, listado abaixo, para se apresentar na Rua Coronel Gomes Machado, n° 281- Centro - Niterói –
RJ.
EDUCADOR SOCIAL DIA
DESISTÊNCIA CONVOCAÇÃO
154 – RAQUEL FREITAS PINTO 156 – ROZILDA DOS SANTOS FERREIRA
155 – ROSEMARY DA SILVA MACHADO 157 – SANDRA REGINA LOPES DE CARVALHO
EDUCADOR SOCIAL NOITE
DESISTÊNCIA CONVOCAÇÃO
80 – THAYS TAVARES BASTOS 81 – JANETE RODRIGUES DA COSTA
SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO
PORTARIA Nº 061/SEPLAG/2024- Designa nova Equipe de Gestão e Fiscalização do Contrato nº 01/2022:
Objeto: prestação de serviços de tecnologia da informação e comunicação, de empresa especializada para prestação de serviços gerenciados de
computação em nuvem, sob o modelo de cloud broker (integrador) de multi-nuvem, que inclui a concepção, projeto, provisionamento,
configuração, provedores de nuvem da empresa EXTREME DIGITAL CONSULTORIA E REPRESENTAÇÕES LTDA.
A Secretária de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão, no uso de suas atribuições legais,
RESOLVE,
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acondicionamento de lixo – Requisitos e métodos de ensaio”. Cada fardo contém 100 (cem) sacos, conforme Anexo I – Termo de Referência do
Objeto.
O prazo de vigência do Contrato será de 12 (doze) meses, contados a partir da assinatura do contrato/OES. O presente instrumento tem o valor
total de R$ 1.176.427,20 (um milhão, cento e setenta e seis mil, quatrocentos e vinte sete reais e vinte centavos). As dotações
orçamentarias correrão nas seguintes despesas: Natureza das despesas: 3390.30.00; Fonte de recurso: 1.501.48; Programa de trabalho
17.512.0147.6114 e Nota de Empenho: 0534/2024. O contrato regerá pelo Decreto Federal de n° 3.555/00, Lei Federal de n° 10.520/02, Lei
Federal de n° 13.303./16 e Lei Complementar de n° 123/06. Ficam designados como fiscais do contrato os funcionários: Zeniel Fabrício
Pires Mat. 122688, Carlos Eduardo Castelar de Paiva MAT. 117064 e como suplente Carlos Octávio Maurício Vieira Mat. 74055. Processo
Administrativo de nº 9900060702/2024.
EMPRESA MUNICIPAL DE MORADIA, URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO – EMUSA.
CORRIGENDA
Na publicação datada de 23 de outubro de 2024; Referente à (ORDEM DE INÍCIO DO CONTRATO Nº. 130/2024), Onde se lê: com término
previsto para 23/02/2025, Leia-se: com término previsto para 23/01/2025.
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